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AO JUÍZO DE UMA DAS VARAS CÍVEIS DA COMARCA DE SA SANTANA, 
ESTADO DA BAHIA. 
Meretíssimo(a). Juiz(a). 
JOÃO DA SILVA, brasileiro, casado, veterinário, inscrito no CPF 
sob o nºXXXXXXXXXXXX, residente e domiciliado em XXXXXXXXX, por 
intermédio de seu advogado abaixo assinado, conforme instrumento de procuração em 
anexo, onde receberá intimações e notificações, vem, respeitosamente, à presença de 
Vossa Excelência, propor a presente: 
AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS 
MORAIS E MATERAIS 
em face de empresa TECHSHOP LTDA., com sede em Teresópolis (RJ), inscrita no 
CNPJ sob o nº xxxxxxxxx, com endereço eletrônico em xxxxxxxxxxxxxx, com sede 
administrativa à XXXXXXXXX. 
1. DAS PRELIMINARES. 
1.1. DA NECESSIDADE DE CONCESSÃO DA JUSTIÇA GRATUITA. 
O Autor, conforme o art. 98 do Código de Processo Civil, declara 
sua hipossuficiência financeira, o que justifica o pedido de Justiça Gratuita. Tal 
benefício é essencial para garantir o acesso à justiça, conforme preconiza o art. 5º, 
XXXV, da Constituição Federal. 
A concessão da Justiça Gratuita é um direito do consumidor, 
especialmente em casos de relações de consumo, onde a parte vulnerável deve ser 
protegida. O art. 4º do Código de Defesa do Consumidor reforça a necessidade de 
proteção ao consumidor em situações de desequilíbrio. 
Diante da negativa da empresa ré em solucionar o problema do 
produto defeituoso, o Autor não possui condições financeiras para arcar com custas 
processuais. Portanto, a concessão do benefício é imprescindível para que possa 
pleitear seus direitos sem prejuízo de sua subsistência. 
2. DOS FATOS. 
O Autor, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, adquiriu 
um notebook da empresa ré, com sede em Teresópolis (RJ), no dia 10 de novembro de 
2024. O produto foi adquirido pelo valor de R$ 5.000,00, representando um 
investimento significativo para o consumidor, que esperava obter um equipamento de 
alta qualidade e durabilidade, conforme as especificações e promessas de desempenho 
divulgadas pela empresa vendedora. 
Para a surpresa do Autor, o notebook, após apenas uma semana 
de uso, começou a apresentar defeitos graves no funcionamento. O equipamento, 
essencial para suas atividades diárias e profissionais, apresentou falhas constantes, 
reiniciando-se inesperadamente, travando durante o uso de programas básicos e, em 
alguns momentos, sequer ligando. Esses problemas tornaram o uso do produto 
impraticável e frustrante, comprometendo a rotina e as tarefas do consumidor. 
Preocupado com a situação e na busca por uma solução rápida e 
eficaz, o Autor entrou imediatamente em contato com a empresa ré, relatando os 
problemas enfrentados e solicitando a troca do produto defeituoso por um novo ou, 
alternativamente, a reparação do equipamento. No entanto, suas solicitações não 
foram atendidas. A empresa não ofereceu qualquer resposta ou suporte técnico, 
deixando o consumidor sem uma solução adequada. 
O Autor, determinado a resolver a situação, tentou diversas vezes 
entrar em contato com a empresa. Realizou ligações telefônicas, enviou e-mails e 
mensagens através dos canais de atendimento disponibilizados pela requerida, mas 
todas essas tentativas foram infrutíferas. A empresa manteve-se inerte, não prestando 
qualquer assistência ao consumidor, que se viu desamparado e lesado em seus direitos. 
A ausência de resposta e a falta de suporte por parte da ré 
geraram no Sr. João um sentimento de impotência e revolta. A situação se agravou 
ainda mais com o passar do tempo, pois o notebook, essencial para o desempenho de 
suas atividades profissionais, permaneceu inutilizável, causando-lhe prejuízos 
financeiros e transtornos pessoais. O consumidor, que havia confiado na reputação da 
empresa e na qualidade do produto adquirido, sentiu-se traído e desrespeitado. 
Diante da inércia e do descaso da empresa, o Autor procurou um 
advogado para orientá-lo e tomar as medidas legais cabíveis. O objetivo do 
consumidor é obter, através da via judicial, a substituição do produto defeituoso por 
um novo, em perfeitas condições de uso, ou a devolução integral do valor pago, uma 
vez que o produto adquirido não atende às expectativas e necessidades para as quais 
foi comprado. Além disso, o Requerente busca uma indenização por danos morais, 
devido ao sofrimento e aos transtornos causados pelo comportamento negligente da 
empresa ré. 
É importante ressaltar que o Autor sempre agiu de boa-fé, 
tentando resolver a questão de forma amigável e extrajudicial. No entanto, a postura 
omissa e desrespeitosa da empresa obrigou-o a buscar a tutela judicial para assegurar 
seus direitos enquanto consumidor. A falta de resposta da empresa ré não só 
demonstra um evidente desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, mas também 
configura uma prática abusiva e desleal. 
A situação vivida pelo Autor não é um caso isolado e reflete 
problemas recorrentes enfrentados por diversos consumidores, que, muitas vezes, são 
ignorados por grandes empresas que não cumprem suas obrigações legais. A busca 
pela justiça e pelo reconhecimento dos seus direitos é uma forma de garantir que tais 
práticas não se perpetuem e que outros consumidores não sejam vítimas da mesma 
negligência e desrespeito. 
O comportamento da empresa ré ao não prestar assistência ao 
Autor configura um claro descumprimento das disposições do Código de Defesa do 
Consumidor, que assegura ao consumidor o direito à reparação dos danos causados 
por produtos defeituosos. A legislação prevê, ainda, que o fornecedor deve sanar, no 
prazo máximo de 30 dias, os vícios do produto, sob pena de substituição por outro da 
mesma espécie, devolução dos valores pagos ou abatimento proporcional do preço. 
Além disso, o sofrimento e os transtornos causados ao Autor pela 
falta de um equipamento funcional e pela inércia da empresa justificam a indenização 
por danos morais. O consumidor foi submetido a uma situação de estresse, frustração 
e prejuízo financeiro, que ultrapassam os meros aborrecimentos do cotidiano e 
configuram dano moral passível de reparação. 
Portanto, a ação judicial ora proposta visa não apenas a reparação 
dos danos materiais sofridos pelo Autor, mas também a punição da conduta negligente 
da ré, visando a proteção dos direitos do consumidor e a promoção de um mercado 
mais justo e equilibrado. O reconhecimento judicial dos direitos do Autor é 
imprescindível para que a empresa assuma suas responsabilidades e para que situações 
semelhantes não se repitam. 
O Autor espera que, através da intervenção judicial, seja feita 
justiça, garantindo-lhe a substituição do produto defeituoso ou a devolução integral 
do valor pago, além da devida indenização pelos danos morais sofridos. A decisão 
favorável ao consumidor representará não só a reparação de seus direitos, mas 
também um importante precedente na luta contra práticas abusivas e desrespeitosas 
no mercado de consumo. 
Acredita-se, assim, que o Poder Judiciário, ao apreciar os fatos e 
as provas apresentadas, reconhecerá a procedência dos pedidos formulados, 
assegurando ao Sr. João da Silva a devida reparação pelos danos materiais e morais 
sofridos, em conformidade com os princípios da dignidade da pessoa humana e da 
proteção ao consumidor. 
2. DO DIREITO. 
2.1. DA RESPONSABILIDADE PELO VÍCIO DO PRODUTO. 
Conforme o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor (Lei 
8.078/1990), os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis 
respondem solidariamente pelos vícios de qualidade que os tornem impróprios ou 
inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor. No caso em 
tela, o notebook adquirido pelo Autor apresentou defeito após uma semana de uso, 
tornando-se inadequado para o fim a que se destina. 
O parágrafo 1º do mesmo artigo estabelece que, não sendo o vício 
sanado no prazo máximo de 30 dias, pode o consumidor exigir alternativamente e à 
sua escolha: a substituição do produtopor outro da mesma espécie, em perfeitas 
condições de uso; a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, 
sem prejuízo de eventuais perdas e danos; ou o abatimento proporcional do preço. O 
Autor tentou, sem sucesso, contato com a empresa Ré para solicitar a troca ou 
reparação do notebook, não obtendo qualquer resposta. 
Portanto, é evidente que a empresa ré deve ser responsabilizada 
pela falha no produto adquirido pelo Autor, sendo obrigatória a substituição do 
notebook ou a devolução do valor pago, conforme escolha do consumidor. A falta de 
resposta da empresa configura descaso com o consumidor e desrespeito às normas de 
proteção previstas no Código de Defesa do Consumidor. 
2.2. DO DIREITO À REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS. 
O artigo 6º, inciso VI, do Código de Defesa do Consumidor 
assegura ao consumidor a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e 
morais, individuais, coletivos e difusos. Este dispositivo legal é claro ao estabelecer 
que o consumidor tem direito à reparação por danos morais sofridos em decorrência 
de vícios do produto. 
No caso em tela, o Autor adquiriu um notebook da empresa ré, 
que apresentou defeito após uma semana de uso. A tentativa de contato com a empresa 
para solucionar o problema foi infrutífera, evidenciando a negligência da ré em prestar 
o devido suporte ao consumidor. 
A ausência de resposta da ré não só frustrou as expectativas do 
autor quanto à qualidade do produto adquirido, mas também lhe causou transtornos e 
abalos emocionais. A falta de assistência adequada e a necessidade de buscar auxílio 
jurídico para resolver a questão configuram, indubitavelmente, um dano moral. 
Ademais, o Autor faz jus à indenização por danos morais, uma vez 
que a falha no produto e a falta de resposta da empresa causaram-lhe transtornos e 
abalos emocionais. A reparação por danos morais é um direito assegurado pelo Código 
de Defesa do Consumidor, e a conduta da ré, ao não atender às demandas do autor, 
configura uma violação a esse direito. 
Portanto, é imperativo que a ré seja condenada a reparar os danos 
morais sofridos pelo autor, garantindo assim a efetividade do direito do consumidor à 
reparação integral dos prejuízos causados. 
Para corroborar a fundamentação trazida acima, é pertinente a 
seguinte menção à Jurisprudência pátria: 
DIREITO DO CONSUMIDOR. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO 
POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. APELAÇÃO. SAQUES 
FRAUDULENTOS EM CONTA POUPANÇA. 
RESPONSABILIDADE CIVIL. INVERSÃO DO ÔNUS DA 
PROVA. ART. 6º, INCISO VIII, DO CDC. CABIMENTO. 
SENTENÇA ANULADA. 1. O art. 6º, VIII, do CDC, com vistas a 
garantir o pleno exercício do direito de defesa do consumidor, 
estabelece que a inversão do ônus da prova será deferida quando 
a alegação por ele apresentada seja verossímil ou quando for 
constatada a sua hipossuficiência. 2. Reconhecida a 
hipossuficiência técnica do consumidor, em ação que versa sobre 
a realização de saques não autorizados em contas bancárias, 
mostra-se imperiosa a inversão do ônus probatório. 3. Na 
espécie, com base em investigação administrativa empreendida 
pela própria instituição financeira e afastando-se a inversão do 
ônus probatório, conclui-se, no juízo de origem, pela culpa 
exclusiva do consumidor. 4. Anulada, de ofício, a sentença, 
determinando-se o retorno dos autos ao juízo de primeiro grau a 
fim de que seja realizada a prova técnica necessária ao deslinde 
da causa, com a inversão do ônus da prova (art. 6º, VIII, da Lei 
8.078/90). Apelação interposta declarada prejudicada. (TRF1, 
Apelação Cível 00088341820144013304, ACÓRDÃO, Órgão 
Julgador: 5a turma, Relator(a): DES. FED. SOUZA PRUDENTE, 
Julgado em: 2021-03-24, Data de Publicação: 2021-03-29) 
DIREITO CIVIL. DANOS MORAIS. SERVIÇOS BANCÁRIOS. 
FALHA NA PRESTAÇÃO. DEPÓSITO EM DINHEIRO. VALOR 
NÃO CREDITADO. DANO IN RE IPSA. QUANTUM FIXADO 
NA SENTENÇA. MAJORAÇÃO. SENTENÇA REFORMADA 
EM PARTE. I - Comprovada a falha na prestação do serviço, 
consubstanciada na inexistência do crédito correspondente ao 
depósito em dinheiro realizado pela correntista, tem-se dano in 
re ipsa passível de compensação moral. II - Para a fixação dos 
danos morais não existe parâmetro legal definido, devendo ser 
quantificado segundo critérios de proporcionalidade, moderação 
e razoabilidade, submetidos ao prudente arbítrio judicial, com 
observância das peculiaridades inerentes aos fatos e 
circunstâncias que envolvem o caso concreto. III - O quantum da 
reparação não pode ser ínfimo, para não representar ausência de 
sanção efetiva ao ofensor; nem excessivo, para não constituir 
enriquecimento sem causa em favor do ofendido. Atendidos a 
esses parâmetros, deve ser majorado o valor estipulado na 
sentença recorrida, para que alcance o patamar de R$ 5.000,00 
(cinco mil reais). IV - Recurso de apelação provido. Sentença 
parcialmente reformada. (TRF1, Apelação Cível 
00004746220074013200, ACÓRDÃO, Órgão Julgador: 5a turma, 
Relator(a): DES. FED. SOUZA PRUDENTE, Julgado em: 
2020-08-19, Data de Publicação: 2020-08-21) 
2.3. DA INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA. 
Conforme o artigo 6º, inciso VIII, do Código de Defesa do 
Consumidor, é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos, 
inclusive com a inversão do ônus da prova a seu favor, quando, a critério do juiz, for 
verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias 
de experiências. Este dispositivo visa equilibrar a relação entre consumidor e 
fornecedor, facilitando a comprovação dos fatos alegados pelo consumidor. 
No presente caso, o Autor adquiriu um notebook da empresa ré, 
que apresentou defeito após uma semana de uso. O Requerente tentou, sem sucesso, 
contato com a empresa para solicitar a troca ou reparação do produto. A ausência de 
resposta da empresa configura uma situação de hipossuficiência do consumidor, que se 
vê impossibilitado de resolver o problema diretamente com o fornecedor. 
A inversão do ônus da prova é aplicável, pois a alegação do Autor 
é verossímil, considerando que ele apresentou evidências da compra e do defeito do 
produto. Além disso, a hipossuficiência do consumidor é evidente, uma vez que ele não 
possui os mesmos recursos técnicos e jurídicos que a empresa para comprovar o 
defeito e a responsabilidade da ré. 
Além disso, a inversão do ônus da prova é essencial para 
equilibrar a relação entre o consumidor e a empresa, facilitando a comprovação dos 
fatos alegados pelo Autor. Dessa forma, é imperativo que a ré. seja responsável por 
demonstrar que o produto não possui defeito ou que o defeito não é de sua 
responsabilidade, garantindo assim a proteção dos direitos do consumidor. 
Para corroborar a fundamentação trazida acima, é pertinente a 
seguinte menção à Jurisprudência pátria: 
DIREITO DO CONSUMIDOR. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO 
POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. APELAÇÃO. SAQUES 
FRAUDULENTOS EM CONTA POUPANÇA. 
RESPONSABILIDADE CIVIL. INVERSÃO DO ÔNUS DA 
PROVA. ART. 6º, INCISO VIII, DO CDC. CABIMENTO. 
SENTENÇA ANULADA. 1. O art. 6º, VIII, do CDC, com vistas a 
garantir o pleno exercício do direito de defesa do consumidor, 
estabelece que a inversão do ônus da prova será deferida quando 
a alegação por ele apresentada seja verossímil ou quando for 
constatada a sua hipossuficiência. 2. Reconhecida a 
hipossuficiência técnica do consumidor, em ação que versa sobre 
a realização de saques não autorizados em contas bancárias, 
mostra-se imperiosa a inversão do ônus probatório. 3. Na 
espécie, com base em investigação administrativa empreendida 
pela própria instituição financeira e afastando-se a inversão do 
ônus probatório, conclui-se, no juízo de origem, pela culpa 
exclusiva do consumidor. 4. Anulada, de ofício, a sentença, 
determinando-se o retorno dos autos ao juízo de primeiro grau a 
fim de que seja realizada a prova técnica necessária ao deslinde 
da causa, com a inversão do ônus da prova (art.6º, VIII, da Lei 
8.078/90). Apelação interposta declarada prejudicada. (TRF1, 
Apelação Cível 00088341820144013304, ACÓRDÃO, Órgão 
Julgador: 5a turma, Relator(a): DES. FED. SOUZA PRUDENTE, 
Julgado em: 2021-03-24, Data de Publicação: 2021-03-29) 
2.4. DA COMPETÊNCIA TERRITORIAL. 
O artigo 101, inciso I, do Código de Defesa do Consumidor 
estabelece que é competente para a causa a comarca do domicílio do autor, no caso de 
ações que envolvam relação de consumo. Este dispositivo visa facilitar o acesso à 
justiça pelo consumidor, permitindo que ele possa ajuizar a ação no foro mais 
conveniente. 
No presente caso, o Autor, residente em São Paulo, adquiriu um 
notebook da empresa ré, sediada em Teresópolis (RJ). Após uma semana de uso, o 
produto apresentou defeito, e todas as tentativas de contato com a empresa para 
solucionar o problema foram infrutíferas. 
Dessa forma, considerando que a relação entre o autor e a ré 
configura uma típica relação de consumo, é aplicável o artigo 101, inciso I, do Código 
de Defesa do Consumidor. Este dispositivo assegura ao consumidor o direito de 
ajuizar a ação no foro de seu domicílio, facilitando seu acesso à justiça e evitando que 
ele tenha que se deslocar até a sede da empresa ré para buscar seus direitos. 
Por fim, a competência territorial para a presente ação é da 
comarca de São Paulo, onde reside o autor, garantindo-lhe o acesso facilitado à justiça. 
3. DOS PEDIDOS. 
Diante do acima exposto, e dos documentos acostados, é a 
presente ação para requerer os seguintes pleitos: 
A) A citação da empresa TechShop Ltda. para que responda aos termos da 
presente ação. 
B) A substituição do produto defeituoso por outro da mesma espécie e em 
perfeitas condições de uso. 
C) Caso não seja possível a substituição, a devolução integral do valor pago 
pelo produto, no montante de R$ 5.000,00. 
D) A condenação da empresa TechShop Ltda. ao pagamento de indenização 
por danos morais sofridos pelo autor. 
E) A condenação da empresa TechShop Ltda. ao pagamento de honorários 
advocatícios. 
F) A produção de todas as provas admitidas em direito, especialmente a 
documental, testemunhal e pericial, se necessário. 
 
Dá-se à causa o valor de R$ 5.000,00, conforme o art. 292 do Código de Processo Civil. 
 
Termos em que pede deferimento. 
Feira de Santana, Bahia, 04 de fevereiro de 2025. 
OAB. 99.999

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