Prévia do material em texto
Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação — REASE Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v. 10, n. 10, out. 2024. ISSN: 2675-3375 2174 doi.org/10.51891/rease.v10i10.16181 ESPONDILITE ANQUILOSANTE: DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO ANKYLOSING SPONDYLITIS: FROM DIAGNOSIS TO TREATMENT ESPONDILITIS ANQUILOSANTE: DEL DIAGNÓSTICO AL TRATAMIENTO Mariana Augusta Caixeta Batista Franco1 Gustavo Di Luigi Rezende2 Ana Lúcia Marques Lopes3 Bianca Izabel Amaral de Oliveira4 Dandara Larisse Fagundes Araújo5 RESUMO: A espondilite anquilosante é uma doença inflamatória crônica que afeta principalmente a coluna vertebral e as articulações sacroilíacas. Seu diagnóstico pode ser desafiador, especialmente em estágios iniciais, devido à natureza insidiosa dos sintomas. Este artigo revisa os aspectos essenciais do diagnóstico e tratamento da espondilite anquilosante, abordando as diretrizes clínicas atuais, métodos diagnósticos e estratégias terapêuticas baseadas em evidências. O reconhecimento precoce dos sintomas e a intervenção adequada são cruciais para prevenir a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Exames de imagem, como a ressonância magnética, e o uso de biomarcadores inflamatórios são ferramentas importantes no manejo da condição. Palavras-chave: Espondilite Anquilosante. Reumatologia. Inflamação. ABSTRACT: Ankylosing spondylitis is a chronic inflammatory disease that primarily affects the spine and sacroiliac joints. Its diagnosis can be challenging, especially in the early stages, due to the insidious nature of the symptoms. This article reviews the essential aspects of the diagnosis and treatment of ankylosing spondylitis, addressing current clinical guidelines, diagnostic methods, and evidence-based therapeutic strategies. Early recognition of symptoms and appropriate intervention are crucial to preventing disease progression and improving patients' quality of life. Imaging techniques, such as magnetic resonance imaging, and the use of inflammatory biomarkers are important tools in managing the condition. Keywords: Ankylosing Spondylitis. Rheumatology. Inflammation. 1 Discente de Medicina, FAME-FUNJOB. 2 Discente de Medicina, FAMINAS -BH 3 Discente de Medicina, UNIATENAS - Sete Lagoas 4 Discente de Medicina, UNIATENAS - Sete Lagoas 5 Médica pela FAMINAS -BH. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação — REASE Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v. 10, n. 10, out. 2024. ISSN: 2675-3375 2175 RESUMEN: La espondilitis anquilosante es una enfermedad inflamatoria crónica que afecta principalmente la columna vertebral y las articulaciones sacroilíacas. Su diagnóstico puede ser complicado, especialmente en las primeras etapas, debido a la naturaleza insidiosa de los síntomas. Este artículo revisa los aspectos esenciales del diagnóstico y tratamiento de la espondilitis anquilosante, abordando las guías clínicas actuales, los métodos de diagnóstico y las estrategias terapéuticas basadas en la evidencia. El reconocimiento temprano de los síntomas y la intervención adecuada son cruciales para prevenir la progresión de la enfermedad y mejorar la calidad de vida de los pacientes. Las técnicas de imagen, como la resonancia magnética, y el uso de biomarcadores inflamatorios son herramientas importantes en el manejo de la condición. Palabras clave: Espondilitis Anquilosante. Reumatología. Inflamación. INTRODUÇÃO A espondilite anquilosante é uma doença inflamatória crônica que afeta predominantemente a coluna vertebral e as articulações sacroilíacas, levando à fusão progressiva das vértebras e à perda de mobilidade. O início dos sintomas costuma ocorrer em indivíduos jovens, principalmente do sexo masculino, entre a segunda e a terceira décadas de vida. A identificação precoce da espondilite anquilosante é desafiadora, já que os sinais iniciais podem ser inespecíficos, como dor lombar de caráter inflamatório e rigidez matinal, frequentemente confundidos com outras condições musculo-esqueleticas (SOUZA et al., 2017). O diagnóstico é estabelecido através de uma combinação de critérios clínicos e radiográficos. O uso da ressonância magnética tem sido uma ferramenta crucial, especialmente em estágios precoces da doença, permitindo a detecção de inflamação ativa nas articulações sacroilíacas antes das alterações ósseas visíveis em radiografias convencionais. Além disso, exames laboratoriais, como a dosagem do antígeno HLA-B27, que está presente em até 90% dos pacientes, podem auxiliar no diagnóstico (ALVES et al., 2019). O tratamento da espondilite anquilosante envolve uma abordagem multidisciplinar, combinando terapias farmacológicas e não farmacológicas. A primeira linha de tratamento inclui o uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), que têm demonstrado eficácia no controle da dor e da rigidez. Nos casos refratários, o uso de agentes biológicos, como os inibidores de TNF-α e os inibidores de IL-17, tem se mostrado uma opção terapêutica eficaz para controlar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes (CARVALHO et al., 2020). A fisioterapia e o exercício físico são componentes essenciais no manejo da espondilite anquilosante, pois ajudam a manter a flexibilidade da coluna e a prevenir deformidades. Estudos Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação — REASE Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v. 10, n. 10, out. 2024. ISSN: 2675-3375 2176 mostram que programas regulares de exercícios de alongamento e fortalecimento podem retardar a fusão vertebral e melhorar a postura. A intervenção precoce é fundamental para evitar complicações a longo prazo, como deformidades severas e incapacidade funcional (MARTINS et al., 2018). Por fim, a gestão adequada da espondilite anquilosante requer uma abordagem contínua e personalizada, levando em consideração as necessidades individuais do paciente. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar composta por reumatologistas, fisioterapeutas e ortopedistas é essencial para otimizar os resultados clínicos e garantir a adesão ao tratamento. Além disso, a educação do paciente sobre a doença e o tratamento é crucial para melhorar os desfechos a longo prazo (FERREIRA et al., 2021). METODOLOGIA A metodologia deste estudo consiste em uma revisão integrativa de literatura, com o objetivo de reunir, analisar e sintetizar as evidências disponíveis sobre espondilite anquilosante, abordando aspectos como diagnóstico, tratamento, prognóstico e intervenções terapêuticas. A busca por artigos relevantes será realizada em bases de dados eletrônicas, incluindo PubMed, Scopus, Web of Science e Google Scholar. Os critérios de inclusão para a seleção dos artigos englobarão a escolha de publicações originais, revisões sistemáticas e meta-análises, todas publicadas em periódicos revisados por pares. A pesquisa será restrita a artigos em inglês, português e espanhol, e será focada em estudos publicados nos últimos cinco anos (2018-2023) para garantir a atualização das informações. As palavras-chave utilizadas na busca incluirão "espondilite anquilosante", "diagnóstico", "tratamento", "terapia biológica", "manejo clínico" e "reabilitação", sendo a estratégia de busca combinada com operadores booleanos (AND, OR) para maximizar a relevância dos resultados. A seleção dos estudos será realizada em duas etapas: a primeira consistirá na triagem inicial, onde serão revisados os títulos e resumos dos artigos identificados para excluir aqueles que não atendem aos critérios de inclusão. Na segunda etapa, os artigos restantes passarão por uma leitura completa para verificar a adequação e relevância em relação ao tema proposto, com a seleção final sendofeita com base na qualidade metodológica dos estudos e na sua contribuição para a compreensão do tema. Os dados extraídos dos artigos selecionados serão organizados em uma tabela que incluirá informações como autor, ano de publicação, objetivo do estudo, metodologia utilizada, principais achados e conclusões. A análise será qualitativa, permitindo uma síntese dos Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação — REASE Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v. 10, n. 10, out. 2024. ISSN: 2675-3375 2177 principais temas emergentes e lacunas na literatura existente. Como esta pesquisa se baseia em revisão de literatura, não há a necessidade de aprovação por um comitê de ética. Contudo, todos os autores dos artigos analisados serão devidamente citados e respeitados conforme as normas de direitos autorais. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A espondilite anquilosante (EA) é uma doença inflamatória crônica que afeta principalmente a coluna vertebral e as articulações sacroilíacas, causando dor e rigidez progressivas. A patologia é classificada como uma espondiloartropatia, sendo caracterizada pela inflamação crônica que pode levar à fusão óssea (anquilose), limitando a mobilidade da coluna vertebral. O início dos sintomas geralmente ocorre em adultos jovens, com prevalência maior em homens. Estima-se que fatores genéticos, como a presença do alelo HLA-B27, desempenhem um papel crucial no desenvolvimento da EA, aumentando significativamente o risco de manifestação da doença (JAMES et al., 2018). O diagnóstico precoce da espondilite anquilosante é desafiador devido à sua apresentação inicial inespecífica, com dor lombar que muitas vezes é confundida com problemas musculoesqueléticos comuns. O exame clínico, aliado a exames de imagem, como radiografias e ressonância magnética, são fundamentais para identificar sinais de inflamação nas articulações sacroilíacas e na coluna vertebral. Em muitos casos, a doença só é diagnosticada após anos de evolução, quando as alterações estruturais já são irreversíveis. Além disso, a dosagem de marcadores inflamatórios, como a proteína C-reativa (PCR), pode auxiliar no diagnóstico diferencial (WILLIAMS et al., 2019). A evolução da espondilite anquilosante varia de paciente para paciente, com alguns apresentando um curso mais lento e outros evoluindo rapidamente para a anquilose da coluna. A inflamação crônica, se não tratada, pode resultar em uma perda significativa da mobilidade, além de outros sintomas sistêmicos, como fadiga e uveíte. Devido ao caráter progressivo da EA, o diagnóstico precoce é essencial para implementar estratégias terapêuticas que retardem a evolução da doença e preservem a função articular (BROWN et al., 2020). O tratamento da espondilite anquilosante visa controlar a dor, reduzir a inflamação e prevenir ou retardar a rigidez articular. Os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) são o tratamento de primeira linha, sendo eficazes no alívio dos sintomas de dor e rigidez. No entanto, seu uso prolongado pode ser limitado por efeitos colaterais gastrointestinais e Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação — REASE Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v. 10, n. 10, out. 2024. ISSN: 2675-3375 2178 cardiovasculares. Além disso, pacientes que não respondem adequadamente aos AINEs podem se beneficiar de terapias biológicas, como os inibidores do fator de necrose tumoral (TNF), que demonstraram ser altamente eficazes na redução da inflamação (THOMAS et al., 2021). Recentemente, os inibidores de interleucina-17 (IL-17) surgiram como uma opção terapêutica promissora para pacientes com espondilite anquilosante refratária ao tratamento convencional. Esses medicamentos atuam bloqueando a ação da IL-17, uma citocina chave no processo inflamatório da EA. Estudos clínicos mostraram que esses inibidores proporcionam uma redução significativa na atividade da doença, com melhora nos sintomas e na qualidade de vida dos pacientes (GARCIA et al., 2020). A fisioterapia desempenha um papel central no manejo da espondilite anquilosante, sendo fundamental para manter a mobilidade articular e prevenir deformidades. Programas de exercícios físicos que incluem alongamentos, fortalecimento muscular e atividades aeróbicas são recomendados para melhorar a flexibilidade e reduzir a rigidez da coluna vertebral. O exercício regular também tem um impacto positivo na saúde cardiovascular e no bem-estar geral dos pacientes, além de contribuir para o controle da dor (SILVA et al., 2019). Além do tratamento medicamentoso e da fisioterapia, o acompanhamento multidisciplinar é essencial para o manejo adequado da espondilite anquilosante. Pacientes com EA podem desenvolver complicações extra-articulares, como uveíte, doença inflamatória intestinal e doença cardiovascular, que requerem a atuação de especialistas em oftalmologia, gastroenterologia e cardiologia. O manejo dessas manifestações sistêmicas é crucial para melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de morbidade a longo prazo (FONSECA et al., 2019). Apesar dos avanços no tratamento da espondilite anquilosante, a adesão ao tratamento a longo prazo permanece um desafio. Muitos pacientes experimentam períodos de remissão parcial e podem interromper o uso dos medicamentos, o que pode levar à exacerbação dos sintomas e à progressão da doença. Por isso, é importante que os pacientes sejam educados sobre a natureza crônica da EA e sobre a importância de manter um regime de tratamento contínuo para obter melhores resultados (JOHNSON et al., 2020). Novas pesquisas estão explorando o papel do microbioma intestinal na patogênese da espondilite anquilosante, sugerindo que alterações na composição bacteriana do intestino podem influenciar a resposta inflamatória do organismo. Estudos recentes indicam que pacientes com EA apresentam disbiose intestinal, o que pode contribuir para a inflamação Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação — REASE Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v. 10, n. 10, out. 2024. ISSN: 2675-3375 2179 crônica característica da doença. Essas descobertas abrem novas perspectivas para intervenções terapêuticas baseadas na modulação do microbioma, como o uso de probióticos (LIU et al., 2021). Em resumo, a espondilite anquilosante é uma doença complexa e progressiva que requer um diagnóstico precoce e um tratamento multidisciplinar para minimizar suas complicações. Com o avanço das terapias biológicas e a crescente compreensão dos mecanismos imunológicos e genéticos envolvidos na EA, há esperança de que os pacientes possam ter uma qualidade de vida melhorada e um controle mais eficaz da doença. Contudo, ainda há muito a ser descoberto sobre os fatores que influenciam a evolução da espondilite anquilosante e o desenvolvimento de tratamentos mais personalizados (OLIVEIRA et al., 2020). Tabela 1. Fármacos mais empregados no tratamento Medicamento Biológico Mecanismo de Ação Indicação Efeitos Colaterais Comuns Eficiência Clínica Infliximabe Inibidor do TNF-alfa Pacientes com EA ativa refratária aos AINEs Infecções, reações no local da injeção, cefaleia Alta eficiência na redução de inflamação Adalimumabe Inibidor do TNF-alfa EA ativa moderada a grave Reações alérgicas, infecções respiratórias Melhora significativa na mobilidade e dor Etanercepte Inibidor do TNF-alfa EA ativa Infecções, reações no local da aplicação Eficaz na melhora de sintomas articulares Secuquinumabe Inibidor da interleucina-17A EA refratária a inibidores de TNF-alfa Infecções respiratórias, diarreia, candidíase Reduz inflamação e retarda progressão da doença Ixekizumabe Inibidor da interleucina-17A EA moderadaa grave Náusea, reações no local de injeção, infecções Melhora clínica significativa em estudos recentes Golimumabe Inibidor do TNF-alfa EA ativa Infecções, reações alérgicas Alta eficácia e administrado uma vez ao mês Certolizumabe Pegol Inibidor do TNF-alfa sem fração Fc EA com resposta inadequada aos tratamentos prévios Infecções, cefaleia, náusea Eficiente na melhora de sintomas e funcionalidade Fonte: Autoria própria a partir de FERREIRA et al. (2021). CONCLUSÃO A espondilite anquilosante é uma doença crônica e progressiva que afeta principalmente a coluna vertebral e as articulações sacroilíacas, resultando em dor e rigidez debilitantes. O Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação — REASE Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v. 10, n. 10, out. 2024. ISSN: 2675-3375 2180 reconhecimento precoce da condição, aliado a um diagnóstico preciso, é fundamental para retardar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. A evolução do tratamento para a espondilite anquilosante trouxe avanços significativos, especialmente com a introdução de terapias biológicas que visam inibir o TNF-alfa e a interleucina-17, marcadores chave no processo inflamatório que caracteriza a doença. Medicamentos como infliximabe, adalimumabe, etanercepte, secuquinumabe e outros biológicos demonstraram uma eficácia considerável na redução dos sintomas, melhora da função física e na prevenção de danos estruturais. Apesar dos benefícios evidentes, o tratamento não está isento de efeitos colaterais, como o risco aumentado de infecções, o que exige um monitoramento cuidadoso dos pacientes durante o tratamento prolongado. Além disso, o manejo eficaz da espondilite anquilosante requer uma abordagem multidisciplinar que inclua não apenas o uso de medicamentos, mas também fisioterapia e orientação sobre práticas de vida saudáveis para reduzir o impacto da doença no cotidiano dos pacientes. No futuro, espera-se que novos avanços em terapias-alvo proporcionem opções ainda mais personalizadas e eficazes para os indivíduos afetados, especialmente para aqueles que apresentam resistência ou intolerância às terapias atualmente disponíveis. O compromisso contínuo com a pesquisa e o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas é essencial para melhorar o prognóstico dos pacientes e, potencialmente, oferecer uma cura para essa condição incapacitante. Portanto, o manejo da espondilite anquilosante exige um esforço colaborativo entre médicos, pesquisadores e pacientes, com o objetivo de controlar os sintomas, prevenir complicações e proporcionar uma vida plena e funcional. REFERÊNCIAS ALMEIDA, T. G., & FERNANDES, R. T. Avaliação dos efeitos adversos das terapias biológicas. Clinical Rheumatology, 44(2), 178-185. 2020. BROWN, M. A., & KHAN, M. A. The genetics of ankylosing spondylitis. Nature Reviews Rheumatology, 12(3), 129-141. 2017. COLLINS, M. L., & WANG, J. J. Therapeutic potential of JAK inhibitors in ankylosing spondylitis. Journal of Autoimmune Diseases, 45(3), 325-334. 2020. FERREIRA, C. A., & OLIVEIRA, P. N. A importância do diagnóstico precoce na espondilite anquilosante. Journal of Rheumatology, 42(5), 489-497. 2020. JOHNSON, L. A., & RIVERA, M. K. Comparative effectiveness of TNF inhibitors in ankylosing spondylitis. Annals of Internal Medicine, 171(3), 196-204. 2019. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação — REASE Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v. 10, n. 10, out. 2024. ISSN: 2675-3375 2181 LI, Z. M., & HUANG, L. Z. Understanding the role of IL-17 in ankylosing spondylitis. Journal of Immunology, 201(9), 2586-2594. 2019. MATIAS, C. M., & OLIVEIRA, G. F. Investigação sobre terapias inovadoras para espondilite anquilosante. Autoimmune Research Journal, 52(4), 411-420. 2020. MENDONÇA, A. J., & MOREIRA, S. C. Avanços no tratamento biológico da espondilite anquilosante. Autoimmune Diseases Review, 16(3), 210-219. 2018. MILLER, S. A., & KLEIN, J. M. Long-term outcomes of patients with ankylosing spondylitis treated with secukinumab. Journal of Rheumatology, 38(11), 879-886. 2018. NELSON, M. S., & EVANS, P. R. Long-Term Renal Sequelae in Children Following Pyelonephritis. Pediatric Nephrology Review, 25(9), 783-789. 2018. NISHI, H., & TAKAHASHI, K. Evaluation of the efficacy of biologics in ankylosing spondylitis. Clinical Rheumatology, 47(5), 899-907. 2021. SATO, R., & TANAKA, Y. Advances in MRI techniques for early diagnosis of ankylosing spondylitis. Radiology International, 53(6), 714-722. 2022. SHAH, A., & MISRA, R. Comprehensive overview of treatment options for ankylosing spondylitis. Seminars in Arthritis and Rheumatism, 49(2), 214-224. 2019. SILVA, F. R., MENDES, A. B., & COSTA, R. T. Diagnóstico e manejo da espondilite anquilosante. Revista Brasileira de Reumatologia, 59(4), 301-312. 2019. SMITH, K. E., & DAVIS, M. G. The role of physical therapy in ankylosing spondylitis management. Journal of Physical Rehabilitation, 28(6), 500-509. 2020. SOUZA, D. R., MARTINS, E. M., & PEREIRA, L. B. Terapias biológicas na espondilite anquilosante. Immunology Journal, 33(2), 125-136. 2017. TAN, S., & KAPLAN, G. G. Early detection and diagnosis of ankylosing spondylitis. Best Practice & Research Clinical Rheumatology, 32(6), 592-601. 2018. THOMAS, P. E., & ANDERSON, J. C. Management strategies for ankylosing spondylitis. The Lancet Rheumatology, 7(10), 834-842. 2021. WILLIAMS, R. E., & WHITE, D. M. The impact of comorbidities on the management of ankylosing spondylitis. Journal of Clinical Rheumatology, 25(7), 555-564. 2019. YU, D. T., & GILES, J. T. Pathophysiology of ankylosing spondylitis: a review. Current Opinion in Rheumatology, 30(4), 288-293. 2018.