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PORTFÓLIO DE CONSULTORIA AMBIENTAL Thiago Ferreira Rocha Orientador: Juliana Allgayer 1 INTRODUÇÃO Aracaju é um município brasileiro, capital do estado de Sergipe. Localiza-se no leste do estado, sendo cortada por rios como o Sergipe e o Poxim. De acordo com a estimativa de 2021, sua população é de 672 614 habitantes. Somando-se as populações dos municípios que formam a Grande Aracaju, Barra dos Coqueiros a noroeste, Nossa Senhora do Socorro e Santo Amaro das Brotas ao norte, São Cristóvão a oeste e Itaporanga d`Ajuda ao sul/sudeste, o número passa para 938 550 habitantes. Apesar de ser a menos populosa das capitais nordestinas, sua localização perfaz como importante ponto estratégico enquanto centro urbano, econômico, cultural e político para o país. Possui área total de 181.857km2, suas coordenadas são 10° 54’ 36” S, 37° 04” 12” O. Como Aracaju surgiu com o objetivo de sediar a capital da província de Sergipe del-Rei, que até este momento se localizava na cidade de São Cristóvão, segundo alguns historiadores, o Centro de Aracaju foi idealizado com "planejamento urbano" desde o início, pois as primeiras ruas estão organizadas de forma a lembrar um tabuleiro de xadrez. Contando com mais de 570.000 habitantes, segundo o Censo 2010 do IBGE, distribuídos em 181,8 km², Aracaju tem uma grande densidade demográfica, mais de 3.100 hab./km². A cidade cresceu muito desde 1960, como outras cidades brasileiras. Na época possuía 115.713. Passou a 183.670 em 1970, 293.100 em 1980 e 402.341 em 1991, tendo registrado na década de 1980 crescimento geométrico de quase 5%. O coeficiente de Gini é de 0,47 com limite inferior e superior respectivamente entre 0,45 e 0,50. Compreende-se que o crescimento da cidade de Aracaju deu-se com a necessidade de aterros e drenagem para que se convertesse em lugares habitáveis. Lagoa, rios e manguezal constituíam o ambiente natural em domínios aquáticos e sua ocupação espacial ocasionava uma modificação no sitio original. Era a luta do homem contra a natureza. Aracaju encontra-se, atualmente, evoluída e cada vez mais em crescimento, tanto em expansão física horizontal, na formação de novas periferias, como através da verticalização em bairros nobres, com o surgimento de novas áreas disponibilizadas às classes médias. Diante as construções e da infraestrutura das consideradas expansões, tornou-se desafiador o processo de sustentabilidade, provocado pela ocupação irregular do solo urbano e que, futuramente, acarretará problemas de saneamento básico e edificações. O crescimento é econômico frente à diferenciação intraurbana que setoriza a economia local. O espaço urbano representa um território onde às relações humanas e econômicas são desenvolvidas, mas que ao longo do tempo vem sendo https://pt.wikipedia.org/wiki/Munic%C3%ADpio https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil https://pt.wikipedia.org/wiki/Capital https://pt.wikipedia.org/wiki/Unidades_federativas_do_Brasil https://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Sergipe https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Poxim https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Aracaju https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Aracaju https://pt.wikipedia.org/wiki/Barra_dos_Coqueiros https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Socorro_(Sergipe) https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Crist%C3%B3v%C3%A3o_(Sergipe) https://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe#Demografia https://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe#Economia https://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe#Cultura https://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe#Pol%C3%ADtica https://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Crist%C3%B3v%C3%A3o_(Sergipe) https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Crist%C3%B3v%C3%A3o_(Sergipe) https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_(Aracaju) https://pt.wikipedia.org/wiki/Rua https://pt.wikipedia.org/wiki/Tabuleiro https://pt.wikipedia.org/wiki/Xadrez https://pt.wikipedia.org/wiki/Censo_demogr%C3%A1fico https://pt.wikipedia.org/wiki/Coeficiente_de_Gini 2 valorizado pela sociedade. Sabe-se também que, o mesmo é produto e condição de trabalho humano, embora a divisão técnica e social do trabalho promova relações e conflitos entre as pessoas no cotidiano. É importante enfatizar que as sociedades na atualidade apresentam um panorama direcionado ao processo de urbanização. Todavia, apesar dos avanços tecnológicos e científicos existem desigualdades socioeconômicas que aumentam cada vez mais os espaços urbanos. O processo de urbanização brasileira resultou num conjunto de problemas urbanos, destacados no aumento do número de favelas e cortiços, falta ou precária infraestrutura e problemas ambientais. Aracaju era um povoado formado por um arruado de casebres no alto da colina de Santo Antônio. O projeto da nova cidade foi elaborado pelo engenheiro Basílio Pirro e contrapôs-se a irregularidades (condições topográficas naturais). No dia 17 de Março de 1855, a lei sancionada transferia da cidade de São Cristóvão para Aracaju a capital dessa província. A estrutura da cidade foi dentro de um modelo de tabuleiro de xadrez, sendo suas ruas simétricas e no sentido dos quatros pontos cardeais. Entre os anos de 1900 a 1930, Aracaju passou por um grande crescimento demográfico, associado a uma série de beneficiamentos urbanísticos, tais como infraestrutura, saneamento básico e transporte. Estes serviram ao bairro Industrial, Santo Antônio e Siqueira Campos (Aribé). Seu surgimento deu-se pelo êxodo rural, que propiciou o primeiro fenômeno geográfico de diferenciação social. Neste sentido, as terras de maior valor comercial faziam fronteira com o rio Sergipe, atualmente denominada de Ivo do Prado e em termos de ocupação residencial a Rua de Itabaiana tornou-se o logradouro preferido da classe dominante. Assim, a diversificação da produção econômica ocupou o centro e provocou o crescimento do comércio, serviços e transportes urbanos. A estrutura urbana foi-se formando sob forte controle urbanístico. Inicialmente, seu crescimento deu-se em direção ao eixo de ligação terrestre com a antiga capital, mas a estrutura urbana permaneceu rígida. Às margens do Rio Sergipe, nas proximidades da Av. Ivo do Prado, concentraram-se as casas das classes mais abastadas; mais ao norte, os armazéns, o porto e o mercado e, ao sul, sobre os terrenos entremeados de alagadiços, as classes mais pobres. A ocupação das áreas centrais foi concluída até a década de 50. Os bairros residenciais foram delimitados e ampliados, conforme regras arquitetônicas. As famílias com maior poder aquisitivo ficaram no perímetro sul, na área planejada, onde, aos poucos, foi sendo aterrado. A cidade, na década de 60, passou por grandes transformações, que vinham se firmando desde o início do século. No ano de 1965, aumentou o número de licenças para a construção de edifícios, arcando mais uma intensa ocupação vertical. Na década de 70, encontrava-se estabilizada como cidade de porte médio sem problemas de infraestrutura, nem de segurança, boa densidade 3 demográfica, belas praias e um povo hospitaleiro. Já a partir da década de 80, ampliam-se as redes de relação econômicas e sociais que envolvem interesses regionais, nacionais e internacionais. Há o surgimento de shoppings, hipermercados, agência bancaria e estabelecimentos comerciais nos diversos bairros. Sua construção foi acompanhada por grandes mudanças e alterações na natureza, ocorridas desde a sua formação até os dias de hoje. No entanto, a capital vem- se expandindo, de forma imobiliária perceptível, especialmente na sua geografia. A paisagem urbana, enquanto forma de manifestação do urbano, revela uma dimensão necessária da produção espacial, o que implica ir além das aparências. Diante da paisagem, podem-se observar os diversos modos de apropriação dos espaços que vão pressupor a diferenciação do uso do solo, as desigualdadesdos ricos e pobres, a segregação espacial, que se reflete no acesso a determinados serviços, a infra- estrutura e meios de consumo, frutos de uma distribuição de renda estabelecida no processo de produção. Analisar a cidade de Aracaju, diante do seu crescimento acelerado, em todas as direções, tanto em expansão físico-horizontal na formação de novas periferias, através da verticalização em bairros nobres e nas áreas de expansão disponibilizada para a classe média e classe média alta, diante das construções e infraestrutura, torna-se um processo desafiador dentro da visão sustentável. Contudo, obriga as famílias a adotarem como recursos de acessos à moradia a ocupação irregular do solo urbano, geralmente em áreas de proteção ambiental gerando problemas futuros de saneamento básico e infraestrutura. Dessa forma, o mercado imobiliário controla o valor da terra e a questão da moradia fica submetida à capacidade financeira dos cidadãos. Esses indivíduos, com o seu trabalho, produzem o espaço urbano e, através da divisão técnica e social do trabalho, produzem as relações sociais na vida cotidiana, estimulando a produção desigual do espaço, com bairros ricos e pobres. Antes, as formas das construções antigas apresentavam uma preocupação estética e artística e, nos dias atuais, visam à especulação imobiliária. Exemplos atuais, na cidade de Aracaju, são os bairros Jardins, 13 de julho, Santa Maria, Aruana, entre outros, com seus mangues aterrados, dando lugar a um grande centro comercial da cidade, não só para expansão de condomínios luxuosos, mas também para áreas periféricas, agredindo o meio ambiente e segregando a cidade. Em áreas onde, nas décadas de 50, havia mangues, atualmente, encontram-se casas, palacetes, monumentos arquitetônicos, dentre outros. Para a formação de uma cidade, precisa haver centros urbanos, uma densidade demográfica específica, com relações especiais, como meio rural, e uma independência político-administrativa, tudo respeitando o meio ambiente. Aracaju continuou a se expandir surgindo, assim, a grande Aracaju e os novos bairros. 4 Isso, sobretudo, ocorreu na ocupação irregular do solo, fazendo-se ampliar um desequilíbrio ambiental diante da especulação imobiliária e do processo de favelação em áreas da periferia urbana, objetivando as desigualdades sociais que vão muito além da pobreza e de sua segregação no espaço e ao conforto urbano. OBJETIVO A Rocha Consultoria Ambiental tem como objetivo fornecer uma análise contextualizada sobre a escolha da consultoria ambiental na Zona de Expansão Urbana de Aracaju. A consultoria ambiental é altamente relevante e importante para essa região devido a uma série de fatores que serão discutidos a seguir: Da urbanização desestruturada e do interesse socioeconômico pelo território, o meio ambiente tem passado por uma degradação, na realização das obras voltadas para o bem-estar das pessoas. Os efeitos para o meio ambiente é que tem ocorrido: dificuldades de saneamento, escoamento de águas pluviais, desmatamento das áreas de manguezal, pesca predatória, poluição hídrica, ameaças de extinção de algumas espécies de aves migratórias e da flora local, uso de agrotóxicos, áreas embrejadas, entulhos de obras, lixões e esgotos a céu aberto, realização de construções diversas, com ou sem licença da Prefeitura de Aracaju e do órgão estadual responsável pelo licenciamento ambiental. A ocupação da Zona de Expansão ocorreu através de loteamentos para construção de habitações, da implantação de condomínios fechados voltados para a classe de maior poder aquisitivo e pelo poder público, com o Programa de Arrendamento Residencial (PAR). Assim, faz-se de fundamental relevância a construção de uma cultura ambiental, que edifique projetos de preservação voltado para uma cidadania e uma consciência socioambiental. Isto porque, as localidades da Zona de Expansão apresentam problemas ambientais graves que precisam ser reconsiderados aos olhos dos que planejam políticas públicas voltadas para o meio ambiente. É fundamental a implementação de práticas que concebam a questão ambiental com uma ética conscientizadora para as relações integradas entre homem, sociedade e natureza visando o equilíbrio local, nacional e global, como forma de melhoria da qualidade de vida. A Rocha Consultoria Ambiental auxiliar na elaboração de planos de manejo adequados, identificar medidas de conservação e propor ações para melhorar a qualidade da água dos rios, contribuindo para a preservação desse importante patrimônio natural. Soluções para problemas de drenagem urbana da Zona de Expansão que enfrentam problemas recorrentes de enchentes e alagamentos devido à falta de infraestrutura adequada de drenagem. Realizar estudos hidrológicos e propor soluções técnicas para melhorar a drenagem urbana, reduzindo os impactos das chuvas e minimizando os transtornos para a população local. Promoção da conscientização ambiental: À 5 Rocha Consultoria Ambiental pode desempenhar um papel importante na promoção da conscientização ambiental na Zona de Expansão. Através de campanhas educativas, workshops e treinamentos, é possível engajar a comunidade local, conscientizando-os sobre a importância dá conservação ambiental, práticas sustentáveis e a importância de preservar os recursos naturais disponíveis na região. Apoio a empreendimento sustentáveis: A Zona de Expansão possui potencial para o desenvolvimento de empreendimentos sustentáveis, como a criação de áreas verdes, a implementação de práticas de reciclagem e a utilização de energias renováveis. Com base na análise do contexto da Zona de Expansão Urbana de Aracaju, fica evidente a relevância e importância da Rocha Consultoria Ambiental para essa área específica. Sendo possível contribuir para a preservação da fauna e flora local, encontrar soluções para problemas de drenagem urbana, promover a conscientização ambiental e apoiar empreendimento sustentáveis. Portanto, recomenda-se fortemente a escolha da Rocha Consultoria Ambiental para a região da Zona de Expansão, pois ele desempenha um papel crucial na busca por soluções ambientais, na melhoria da qualidade de vida da comunidade local e na construção de um futuro mais sustentável para essa região de Aracaju. JUSTIFICATIVA Uma empresa de consultoria ambiental pode atender uma ampla gama de clientes, incluindo empresas privadas, organizações não governamentais (ONGs), agências governamentais e até mesmo indivíduos. Alguns exemplos específicos de clientes que podem buscar os serviços de uma consultoria ambiental são: Agências governamentais: Órgãos governamentais, como agências ambientais, podem contratar consultorias para realizar pesquisas, avaliar políticas públicas, desenvolver estratégias de conservação ambiental, auxiliar na elaboração de regulamentos e apoiar a implementação de programas de gestão ambienta. Empresas industriais: Essas empresas podem precisar de consultoria para avaliar e mitigar os impactos ambientais de suas operações, desenvolver estratégias de gestão ambiental, garantir conformidade regulatória e adotar práticas sustentáveis. A consultoria ambiental pode ajudar a identificar maneiras de reduzir o consumo de recursos naturais, melhorar a eficiência energética, implementar tecnologias limpas e mitigar a poluição. Setor de energia: Empresas envolvidas na geração de energia, seja por meio de fontes renováveis ou não renováveis, podem buscar consultoria ambiental para avaliar o potencial impacto ambiental de projetos, auxiliar na obtenção de licenças e 6 autorizações, realizar estudos de impacto ambiental e desenvolver estratégias de mitigação de riscos ambientais. Setor imobiliário e construção: Setor imobiliário e construção: Desenvolvedores imobiliários e construtoras podem recorrer à consultoria ambientalpara realizar estudos de impacto ambiental, avaliar a sustentabilidade de projetos, identificar riscos ambientais, garantir a conformidade com regulamentações ambientais e obter certificações de construção sustentável, como LEED (Leadership in Energy and. Environmental Design). A Rocha Consultoria Ambiental pode atender às expectativas desses clientes, oferecendo uma ampla gama de serviços especializados para ajudá- los a alcançar seus objetivos ambientais. Isso inclui fornecer conhecimentos técnicos e científicos sobre questões ambientais, auxiliar na identificação de riscos e oportunidades, desenvolver soluções personalizadas para problemas específicos, garantir a conformidade com a legislação ambiental, melhorar a eficiência e a sustentabilidade das operações e fornecer orientação estratégica para o desenvolvimento sustentável. Além disso, a Rocha Consultoria Ambiental tem experiência em lidar com as complexidades regulatórias e pode ajudar os clientes a navegar por esses desafios, fornecendo soluções práticas e eficazes para questões ambientais. REFERÊNCIAS Atlas Geográfico do Brasil. «Capitais dos estados». Consultado em 1 de janeiro de 2011. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2018. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (15 de janeiro de 2013). «Áreas dos Municípios». Consultado em 7 de setembro de 2014. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2018. ARAÚJO, Hélio Mário de. O ambiente urbano: Visões Geográficas de Aracaju. [ET AL] - São Cristóvão: Departamento de Geografia da UFS, 2006. FORTES, Bonifacio. Evolução da Paisagem Humana da Cidade de Aracaju. Aracaju: Liv. Regina LTDA, 1945. FRANÇA, Vera Lucia Alves. Aracaju: Estado e Metropolização. São Cristóvão: Ed. UFS Fundação Oviêdo Teixeira, 1999. RODRIGUES, Auro de Jesus. Geografia Urbana. Aracaju: Unit, 2008. FRANÇA, Sarah Lúcia Alves. Urbanização dispersa da Zona de Expansão Urbana de Aracaju/SE. Rio de Janeiro: UFRJ: 2012 (Dissertação de Mestrado). ARACAJU/PGE. Histórico sobre o litígio Aracaju e São Cristóvão. Aracaju: PMA/PGE, 2009. http://biblioteca.uol.com.br/atlas/tabelas/cap_info.htm http://web.archive.org/web/20180210175719/http:/biblioteca.uol.com.br/atlas/tabelas/cap_info.htm https://www.ibge.gov.br/geociencias-novoportal/organizacao-do-territorio/estrutura-territorial/2225-np-areas-dos-municipios/15761-areas-dos-municipios.html?t=destaques&c=2800308 http://web.archive.org/web/20180210175843/https:/www.ibge.gov.br/geociencias-novoportal/organizacao-do-territorio/estrutura-territorial/2225-np-areas-dos-municipios/15761-areas-dos-municipios.html?t=destaques&c=2800308 http://web.archive.org/web/20180210175843/https:/www.ibge.gov.br/geociencias-novoportal/organizacao-do-territorio/estrutura-territorial/2225-np-areas-dos-municipios/15761-areas-dos-municipios.html?t=destaques&c=2800308 7 ARACAJU. Procuradoria Geral Município. 2009. Disponível em: www.aracaju.se.gov.br. Acesso em: 24 de outubro de 2024. HAESBAERT, Rogério. Concepções de território para entender a desterritorialização. In: SANTOS, M. et al. Território, territórios: ensaios sobre o ordenamento territorial. 3. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.