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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG 
 Avenida Itália, Km 8 – Carreiros, Rio Grande/RS. 
 
 
 RIO GRANDE – RS 
 2024 
 
ENGENHARIA CIVIL EMPRESARIAL 
 
 
 
 
 
INTERFERÊNCIA DE VÍRUS, BACTÉRIAS, PROTOZOÁRIOS E COLEFORMES NA 
QUALIDADE DA ÁGUA 
 
Amanda Guimarães Ribes RA 112464 
Yuri Pires da Cunha RA 142498 
 
 
 
 
 
 
 
 
SANEAMENTO BÁSICO I 
Prof.°: Sergio Luiz Bello 
 
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1. INTRODUÇÃO 
De acordo com estudos feitos pela Unesco, cerca de 46% da população mundial 
vive sem acesso a saneamento básico, ou seja, boa parte da humanidade ainda corre os 
riscos do que a falta de tratamento de esgotos e água potável pode ocasionar. No Brasil, 
temos uma taxa de aproximadamente 84% de acesso a sistemas de abastecimento de 
água e 44% à tratamento de esgoto. 
Apesar dos números, ainda há uma falta de educação ambiental para que os 
sistemas de tratamento sejam realmente eficazes e não causem transtornos 
socioambientais. O descarte indevido de resíduos faz com que ocorram contaminações 
em efluentes, que posteriormente são despejados em rios e lagos, causando morte de 
peixes, tragédias ambientais, impactos no solo, entre outros. 
Em centros urbanos, onde ainda há baixos níveis de tratamento de efluentes 
oriundos das atividades domésticas, ou muitas vezes a falta deles, são registrados 
elevados números de casos de doenças de origem hídrica. Tais números são mais 
alarmantes em situações de enchentes e ausência ou baixos níveis de coleta de resíduos 
urbanos. 
 
2. DOENÇAS DE ORIGEM HÍDRICA 
É irrefutável que uma água de qualidade é indispensável para a saúde humana e 
qualidade de vida global, entretanto com baixos investimentos em saneamento básico e 
subestimada importância governamental em relação ao tema, empobrecem uma visão 
sistêmica sobre as ações dos prestadores de serviços públicos de abastecimento de água 
e de vigilância da qualidade, as definições sobre obrigações e responsabilidades de cada 
nível de governo e a garantia ao consumidor do direito à informação sobre a qualidade da 
água fornecida. 
Por consequência, ações de controle e vigilância da qualidade da água são 
afetadas, uma vez que muitos municípios e localidades mais afastadas dos centros 
urbanos não dispõem de pessoal e de laboratórios capazes de realizar este tipo de 
monitoramento, que vai desde a captação no manancial ao sistema de distribuição. Estas 
que por sua vez, enfrentam dificuldades em cumprir as exigências do Ministério da Saúde, 
acarretando na disseminação de doenças provenientes da má qualidade de água para uso 
humano. Isto ocorre por conta da grande capacidade solvente da água, incorporando em 
sua composição impurezas biológicas nocivas à saúde. 
De acordo com o Ministério da Saúde, doenças de transmissão hídrica são aquelas 
causadas pela ingestão e/ou contado com água e/ou alimentos contaminados, oriundas 
de vírus, bactérias, protozoários e coliformes fecais. Eventualmente, essas doenças por 
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estes causadores podem atingir um maior número de pessoas causando surtos e em 
proporções ainda maiores as epidemias. Nesses casos, as análises de microrganismos 
patogênicos são particularmente úteis para comprovar a associação da doença à água. 
Com base nos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde 
(DATASUS) referente ao ano base de 2020, ocorreram mais de 200 mil internações no 
Brasil causadas por doenças de veiculação hídrica, com um custo de R$ 70 milhões aos 
cofres públicos. No país, segundo informações oficiais, as principais enfermidades são: 
• Amebíase: Infecção por protozoário com formas intestinal e extra-intestinal. Pode 
variar de leve a grave, com sintomas como diarréia, sangue nas fezes e febre. 
• Cólera: Doença intestinal aguda causada por Vibrio cholerae, resultando em 
diarréia profusa e desidratação. 
• Dengue: Doença febril aguda, podendo ser benigna ou grave, transmitida por 
mosquitos. 
• Doenças Diarréicas Agudas: Síndrome com aumento de evacuações, fezes 
aquosas, vômito, febre. Pode ser autolimitada ou grave, levando à desidratação. 
• Esquistossomose: Infecção por parasito trematódeo, com fase aguda 
assintomática ou febre de Katayama. 
• Filariose: Doença parasitária crônica que pode causar incapacidades. Estratégias 
de intervenção disponíveis para erradicação. 
• Febre Tifoide: Relacionada às condições de saneamento, causando febre alta, dor 
abdominal. 
• Giardíase: Infecção por protozoários no intestino delgado, podendo ser 
assintomática ou causar diarréia crônica. 
• Hepatite A: Doença viral aguda que afeta o fígado, com sintomas semelhantes a 
uma síndrome gripal. 
• Leptospirose: Infecção aguda causada por bactéria Leptospira, transmitida por 
água contaminada por urina de animais infectados, principal transmissor são 
roedores. 
 
 
 
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3. CENÁRIO DE RIO GRANDE FRENTE AS ENCHENTES DE 2024 
 
As enchentes são fenômenos naturais que ocorrem quando o volume de água em 
rios, lagos ou regiões costeiras excede sua capacidade normal, causando 
transbordamentos e inundação de áreas adjacentes. Esses eventos podem ser 
desencadeados por chuvas intensas, derretimento de neve, rompimento de barragens, 
entre outros fatores. Além dos danos físicos e estruturais que as enchentes podem 
causar, um dos principais impactos está relacionado à contaminação hídrica. 
Quando uma enchente ocorre, a água em movimento carrega consigo uma vasta 
gama de contaminantes, como esgoto não tratado, produtos químicos industriais, 
pesticidas, resíduos sólidos e outros poluentes presentes no ambiente. Esses 
contaminantes se misturam à água das enchentes e podem infiltrar no solo, contaminar 
lençóis freáticos e se espalhar por vastas áreas. A contaminação hídrica resultante pode 
ter graves consequências para a saúde pública, incluindo surtos de doenças transmitidas 
pela água, como cólera, hepatite A e leptospirose. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Além disso, a qualidade da água potável pode ser comprometida, tornando o 
acesso a água limpa e segura um desafio para as comunidades afetadas. A recuperação 
dessas áreas exige esforços coordenados para tratar a água contaminada, monitorar a 
qualidade dos recursos hídricos e restaurar a infraestrutura de saneamento, a fim de 
prevenir futuros surtos de doenças e minimizar o impacto ambiental. 
 
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PRINCIPAIS IMPACTOS 
• Contaminação da Água: 
As enchentes frequentemente contaminam fontes de água potável com esgoto, 
lixo e outros resíduos, facilitando a disseminação de doenças infecciosas. 
Com a perda de muitos bens devido às enchentes, a população tem descartado 
grande quantidade de resíduos na frente de suas casas, o que contribui para a 
contaminação do ambiente. Esse acúmulo de lixo, composto por móveis danificados, 
eletrodomésticos, entulhos e outros itens, pode liberar substâncias tóxicas e atrair 
pragas, como ratos e insetos, que espalham doenças. 
Além disso, a exposição desses resíduos à água da chuva pode resultar no 
escoamento de poluentes para o solo e cursos d'água, agravando ainda mais a 
contaminação ambiental. A falta de coleta adequada e o acúmulo prolongado de lixo 
aumentam os riscos à saúde pública, criando um cenário propício para o surgimento de 
doenças como leptospirose, infecções respiratórias e doenças gastrointestinais. 
A Rede de Desenvolvimento Sustentável da ONU e o Programa das Nações Unidas 
para o Meio Ambiente (Pnuma) estimam que as inundações no Rio Grande do Sul 
resultarão em 47 milhões de toneladas de resíduos. 
 
 
 
 
 
 
 
• Proliferação de Vetores: 
A água parada resultante das enchentes cria um ambiente ideal para a 
proliferação de vetores, como mosquitos, que são transmissores de doenças. Quando a 
água não escoa adequadamente e fica acumulada em áreas urbanas ou rurais, ela se 
torna umlocal propício para o desenvolvimento de larvas de mosquitos, como o Aedes 
aegypti, responsável pela transmissão de doenças como dengue, zika, chikungunya e 
febre amarela. 
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A proliferação desses vetores em áreas alagadas aumenta o risco de surtos dessas 
doenças, especialmente em comunidades que já estão vulneráveis devido à destruição de 
infraestruturas e ao acesso limitado a serviços de saúde. Além dos mosquitos, outros 
vetores, como ratos, também podem se multiplicar nessas condições, espalhando 
doenças como a leptospirose. 
Controlar a água parada após enchentes é essencial para evitar a propagação 
desses vetores e proteger a saúde pública. 
• Saneamento Comprometido: 
A infraestrutura de saneamento pode ser danificada ou sobrecarregada durante 
enchentes, dificultando o tratamento adequado da água e do esgoto. 
As enchentes causam sérios danos aos sistemas de esgoto de várias maneiras. 
Quando ocorrem inundações, a água em excesso pode sobrecarregar os sistemas de 
drenagem e esgoto, levando ao transbordamento de esgotos e misturando águas 
residuais com a água da enchente. Isso resulta em contaminação de rios, lagos e até 
mesmo do abastecimento de água potável, aumentando o risco de doenças transmitidas 
pela água, como cólera e leptospirose. 
Além disso, as enchentes podem danificar a infraestrutura física dos sistemas de 
esgoto, como tubulações, estações de bombeamento e plantas de tratamento. Esse tipo 
de dano pode levar a interrupções nos serviços de saneamento, dificultando o tratamento 
adequado dos esgotos e agravando os impactos ambientais e à saúde pública. 
• Deslocamento de Populações 
As enchentes forçam muitas pessoas a deixar suas casas e se abrigarem em locais 
com condições precárias de higiene, aumentando a exposição a doenças. A 
vulnerabilidade dos abrigos em situações de enchentes está diretamente ligada à 
precariedade das instalações e ao aumento do risco de doenças. Quando abrigos 
emergenciais são improvisados em condições inadequadas, como falta de ventilação, 
água potável, saneamento básico e espaço suficiente para acomodar as pessoas, o 
ambiente se torna propício para a propagação de doenças. 
A falta de saneamento adequado nos abrigos pode levar ao acúmulo de lixo e ao 
contato com água contaminada, o que aumenta o risco de doenças gastrointestinais, 
infecções de pele e doenças transmitidas por vetores, como dengue, malária e 
leptospirose. A superlotação dos abrigos também favorece a disseminação de 
doenças respiratórias, como gripe e tuberculose. 
Além disso, a precariedade das condições de higiene e a insuficiência de recursos 
médicos tornam mais difícil o controle e o tratamento dessas doenças, aumentando a 
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vulnerabilidade das populações afetadas e prolongando os impactos negativos das 
enchentes. 
 
4. MEDIDAS PARA CONTORNAR A SITUAÇÃO RELACIONADA A CONTAMINAÇÃO 
GERADA PELA ENCHENTE 
 
Para contornar a situação hídrica relacionada a doenças e contaminações após as 
enchentes, os próximos passos devem ser estratégicos e abrangentes. 
• Avaliação e Limpeza Imediata 
Remoção de Resíduos: Coletar e descartar adequadamente os resíduos 
acumulados para evitar a proliferação de vetores e a contaminação do solo e da água. 
Desinfecção de Áreas Alagadas: Limpar e desinfetar áreas afetadas para reduzir o 
risco de contaminação e doenças. Isso inclui ruas, praças, casas e áreas públicas. 
• Controle de Vetores 
Tratamento da Água Parada: Aplicar larvicidas em água parada e promover a 
drenagem de áreas alagadas para impedir a reprodução de mosquitos. 
Campanhas de Conscientização: Informar a população sobre os cuidados 
necessários para evitar a proliferação de vetores, como eliminar criadouros de mosquitos. 
• Reparação da Infraestrutura 
Reparos na Rede de Esgoto e Abastecimento: Priorizar o conserto de redes de 
esgoto e abastecimento de água para garantir a qualidade da água potável e o 
tratamento adequado de esgotos. 
Monitoramento da Qualidade da Água: Realizar testes regulares na água potável e 
nos sistemas de esgoto para detectar e resolver problemas de contaminação. 
• Apoio à Saúde Pública 
Campanhas de Vacinação e Tratamento: Organizar campanhas de vacinação 
contra doenças como hepatite A e febre tifoide e garantir o acesso ao tratamento médico 
para doenças causadas pela contaminação da água. 
Monitoramento Epidemiológico: Implementar um sistema de monitoramento para 
identificar e responder rapidamente a surtos de doenças nas áreas afetadas. 
• Educação e Mobilização Comunitária 
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Educação em Saúde: Promover programas educativos para ensinar a população 
sobre práticas de higiene, segurança alimentar e prevenção de doenças. 
Engajamento da Comunidade: Envolver a comunidade em esforços de limpeza, 
controle de vetores e monitoramento para garantir que as medidas sejam sustentáveis. 
• Planejamento de Longo Prazo 
Melhoria da Infraestrutura: Investir em infraestrutura resiliente às enchentes, 
como sistemas de drenagem eficazes e barreiras contra inundações. 
Desenvolvimento de Planos de Emergência: Estabelecer e divulgar planos de 
resposta a emergências para futuras situações de enchentes, garantindo uma resposta 
rápida e eficaz. 
 
Essas ações, se implementadas de forma coordenada, podem ajudar a mitigar os 
impactos das enchentes e prevenir novos problemas relacionados à saúde pública, 
principalmente onde esse tema (enchentes) pode ser que se torne mais comum de 
acontecer, devido as alterações climáticas do nosso planeta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5. CONCLUSÃO 
É fato que processos de urbanização não têm levado em conta a capacidade de 
suporte dos ecossistemas, e por conta disto têm determinado alterações significativas no 
meio ambiente, influenciando a disponibilidade de uma série de recursos. 
A qualidade da água tem sido comprometida desde o manancial, pelo lançamento 
de efluentes e resíduos, o que exige investimento nas estações de tratamento e 
alterações na dosagem de produtos para se garantir a qualidade da água na saída das 
estações. No entanto, tem-se verificado que a qualidade da água decai no sistema de 
distribuição pela intermitência do serviço, pela baixa cobertura da população com 
sistema público de esgotamento sanitário, pela obsolescência da rede de distribuição e 
pela manutenção deficiente, entre outros. Nos domicílios, os níveis de contaminação 
elevam-se pela precariedade das instalações hidráulico-sanitárias, pela falta de 
manutenção dos reservatórios e pelo manuseio inadequado da água. 
Como prevenção a estes problemas, os investimentos em saneamento básico e 
educação ambiental diminuem as chances de contaminação por doenças oriundas de 
efluentes não conformes, além de diminuir os gastos com saúde pública. Educar a 
população quanto ao consumo consciente de bens finitos e descarte correto dos resíduos 
também se mostra eficaz para a diminuição dos impactos ambientais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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6. REFERÊNCIAS 
 
Água Brasil – Sistema de Avaliação da Qualidade da Água, Saúde e Saneamento. 
Ministério da Saúde. Disponínel em: 
https://www.aguabrasil.icict.fiocruz.br/index.php?pag=doe Acessado: 07 de 
agosto de 2024; 
 
Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (TDHA). Ministério da Saúde. 
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dtha 
Acessado: 07 de agosto de 2024. 
 
Avaliação do Controle e Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano 
no Brasil, nos Termos da Portaria Ms 518/2004. Ministério da Saúde. Disponível 
em: https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-
programas/saneamento/pmss/estudos-nacionais-e-regionais/avaliacao-do-
controle-e-vigilancia-da-qualidade-da-agua-para-consumo-humano-no-brasil-nos-
termos-da-portaria-ms-518-
2004#:~:text=A%20potabilidade%20da%20%C3%A1gua%20no,e%20seu%20padr%
C3%A3o%20de%20potabilidade. Acessado:08 de agosto de 2024. 
 
Portaria MS n.º 518/2004. Ministério da Saúde. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/portaria_518_2004.pdf 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.aguabrasil.icict.fiocruz.br/index.php?pag=doe
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dtha
https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/pmss/estudos-nacionais-e-regionais/avaliacao-do-controle-e-vigilancia-da-qualidade-da-agua-para-consumo-humano-no-brasil-nos-termos-da-portaria-ms-518-2004#:~:text=A%20potabilidade%20da%20%C3%A1gua%20no,e%20seu%20padr%C3%A3o%20de%20potabilidade
https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/pmss/estudos-nacionais-e-regionais/avaliacao-do-controle-e-vigilancia-da-qualidade-da-agua-para-consumo-humano-no-brasil-nos-termos-da-portaria-ms-518-2004#:~:text=A%20potabilidade%20da%20%C3%A1gua%20no,e%20seu%20padr%C3%A3o%20de%20potabilidade
https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/pmss/estudos-nacionais-e-regionais/avaliacao-do-controle-e-vigilancia-da-qualidade-da-agua-para-consumo-humano-no-brasil-nos-termos-da-portaria-ms-518-2004#:~:text=A%20potabilidade%20da%20%C3%A1gua%20no,e%20seu%20padr%C3%A3o%20de%20potabilidade
https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/pmss/estudos-nacionais-e-regionais/avaliacao-do-controle-e-vigilancia-da-qualidade-da-agua-para-consumo-humano-no-brasil-nos-termos-da-portaria-ms-518-2004#:~:text=A%20potabilidade%20da%20%C3%A1gua%20no,e%20seu%20padr%C3%A3o%20de%20potabilidade
https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/pmss/estudos-nacionais-e-regionais/avaliacao-do-controle-e-vigilancia-da-qualidade-da-agua-para-consumo-humano-no-brasil-nos-termos-da-portaria-ms-518-2004#:~:text=A%20potabilidade%20da%20%C3%A1gua%20no,e%20seu%20padr%C3%A3o%20de%20potabilidade
https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/pmss/estudos-nacionais-e-regionais/avaliacao-do-controle-e-vigilancia-da-qualidade-da-agua-para-consumo-humano-no-brasil-nos-termos-da-portaria-ms-518-2004#:~:text=A%20potabilidade%20da%20%C3%A1gua%20no,e%20seu%20padr%C3%A3o%20de%20potabilidade
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/portaria_518_2004.pdf

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