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Probabilidade Básica
Profa. Rosemeire L. Fiaccone
Desenvolvimento teórico ligado a mensuração
de incertezas na realização de um experimento
(século XVII).
Nos dias atuais varias decisões precisam ser
tomadas em situações que envolvem incertezas:
Exemplos:
1) Fazer ou não um seguro dental?
2) Fazer ou não um seguro mais alto para o carro?
3) Investir em um curso de capacitação ou viajar?
Introdução a Probabilidade
Como medir as chances de ocorrência de
resultados de um fenômeno aleatório?
Probabilidade: forma de mensurar incertezas.
Inferências baseadas na teoria das
probabilidades.
Ex: Qual a pressão final de um paciente de 50
anos que tomou durante 10 dias um
betabloqueador?
Introdução a Probabilidade
Em um estudo clínico ou em uma amostra
aleatória de individuos, a probabilidade de que
determinado resultado ocorra e dado por:
Definição de Probabilidade
oexperiment do repetições de número
interesse de evento do socorrência de número
)( =eventoP
em situações em que o experimento foi repetido
um grande número de vezes.
O que significa probabilidade?
Exemplo: O serviço de metereologia informa que a
chance de chover hoje e de 70%.
Como este resultado foi encontrado?
De forma simplificada, isto significa que em um
grande número de dias com condições atmosféricas
como as de hoje, a proporção de dias em que choveu
foi de 70%.
Por que nos referimos a um grande número de dias
no exemplo anterior?
Para predizer com melhor precisão a ocorrência de
um evento precisamos observá-lo um maior
número de vezes.
Conceitos em probabilidade
Eventos: resultados particulares observados em
um estudo.
Exemplo: Registrar a raça de um grupo de
pessoas. Para cada individuo, conjunto de
resultados possíveis ={Branco, Preto, Outros}
A=pessoa de raça preta (evento=A) e
B=pessoa de outra raça (evento=B).
Eventos mutuamente exclusivos: Dizemos que
dois eventos são mutuamente exclusivos quando
a ocorrência de um, impossibilita a ocorrência do
outros, ou seja, são dois eventos que não podem
ocorrer ao mesmo tempo.
No exemplo anterior temos que os eventos A e B
são mutuamente exclusivos =>
A B=
Conceitos em probabilidade
Conceitos em probabilidade
Eventos independentes - Dizemos que dois
eventos são independentes se a probabilidade
de ocorrência simultânea desses eventos é o
produto das suas respectivas probabilidades de
ocorrência separadamente.
Ou ainda, a probabilidade de ocorrência de um
dos eventos não muda a probabilidade de
ocorrência do outro.
Conceitos em probabilidade
Exemplo: Suponhamos que a probabilidade de um
homem de 50 anos viver mais 10 anos seja igual a
0,32 e que a mulher de 40 anos viver mais 10 anos é
0,52. Qual a probabilidade de que o casal viva mais
de 10 anos ?
A= Homem viver mais 10 anos
B= Mulher viver mais 10 anos
Os eventos são independentes, portanto
P(A e B)= P(A). P(B) = 0,32 . 0,52 = 0,17
Probabilidade Condicional
Interesse em obter probabilidade de um
evento restrito a determinada condição.
Exemplo: Avaliação de testes diagnósticos.
Qual a probabilidade de que o paciente seja
portador da doença se o resultado do teste
diagnostico foi positivo?
● As principais aplicações de probabilidade condicional em saúde são:
i) Avaliação da qualidade de testes diagnósticos;
ii) Cálculo de medidas que quantificam o grau de associação: razão de chances e risco
relativo.
● Na prática clínica uma das experiências mais rotineiras é a solicitação de um teste
diagnóstico:
i) para triagem de pacientes: identifica indivíduos assintomáticos que podem ter a
doença;
ii) para diagnóstico: utilizado para determinar a presença ou ausência de uma doença
quando o indivíduo apresenta sinais ou sintomas da doença
iii) para o acompanhamento ou prognóstico da evolução do paciente.
iv) O teste diagnóstico é realizado após um teste de triagem positivo para estabelecer
um diagnóstico definitivo
Probabilidade Condicional - Aplicações em saúde
ESTABELECER UM DIAGNÓSTICO
Estabelecer um diagnóstico é um processo
imperfeito:
probabilidade e não certeza
Assim, a possibilidade de um paciente ter a doença é
expressa como probabilidade
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TESTE PADRÃO (“padrão ouro”)
Serve para comparar com o teste em questão e avaliar sua
exatidão.
MAS
O uso de testes mais simples que o padrão-ouro é feito
sabendo-se que isso resulta em certo risco de diagnóstico
incorreto.
Esse risco é justificado pela segurança e conveniência do teste
mais simples.
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EXEMPLO DE TESTES DE RASTREAMENTO
(SCREENING)
1. Teste do pezinho em recém-nascidos para fenilcetonúria
2. Glicemia de jejum para diabetes
3. Pressão arterial para hipertensão
4. Mamografia para câncer de mama
5. Exame de Papanicolaou para displasia cervical ou câncer
do colo do útero
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Para nossa mente as aparências
são de 4 tipos
“As coisas são o que parecem ser;
Ou são e não parecem ser;
Ou não são, mas parecem ser;
Ou não são, nem parecem ser”.
Epictetus (53 – 130 a.C.)
Implicações do diagnóstico médico
Dois extremos:
➢Realização de uma cirurgia radical em um paciente
com doença benigna.
➢Não realização de tratamento para casos de doença
maligna.
Necessidade de balancear risco/benefício, julgar
inúmeros parâmetros.
Decisão médica: é isso o melhor para nosso paciente?
Avaliação de Testes diagnósticos
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Os eventos que estamos interessados são:
{T = +}: teste positivo;
{T = −}: teste negativo;
{D = 1}: indivíduo portador da doença;
{D = 0}: indivíduo não portador da doença.
EXEMPLO
Considere os dados de um estudo com 1820
participantes, onde 30 tiveram diagnóstico
positivo de Tuberculose. Todos os participantes
foram submetidos a um raio X do tórax.
1. Qual a sensibilidade e especificidade?
2. Qual o Falso Positivo e Falso Negativo?
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Raio X Tuberculose total
sim Não
positivo 22 51 73
negativo 8 1739 1747
total 30 1790 1820
RESUMINDO...
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ITEM SENSIBILIDADE ESPECIFICIDADE
Conceito Identifica DOENTES Identifica SAUDÁVEIS
Fórmula Verdadeiro
Positivo/Doente
Verdadeiro
Negativo/Saudáveis
Pode ocasionar Falso Positivo Falso Negativo
É útil para Triagem Confirmação
Melhor resultado Negativo Positivo
Sensibilidade x Especificidade
O teste ideal seria aquele que apresentasse 100% de sensibilidade e de especificidade.
Assim, teríamos apenas dois resultados: negativo (a pessoa não estaria doente) ou
positivo (o indivíduo estaria doente). Portanto, não teríamos o falso-negativo ou o falso-
positivo.
Infelizmente, isso raramente ocorre na prática. Imagine uma balança, onde um dos
pratos é a sensibilidade e o outro, a especificidade. Se ocorre melhora na sensibilidade
de um teste (o prato da balança sobe), frequentemente ocorre diminuição na
especificidade (o prato da balança desce). Em algumas situações, ter uma sensibilidade
de 100% é muito importante, como nas triagens sorológicas em bancos de sangue, onde
os testes são realizados para a prevenção de transmissão de infecções.
Para a detecção de COVID-19 utilizando a metodologia RT-PCR, a sensibilidade clínica é
influenciada por fatores diversos, como por exemplo: o dia da coleta em relação ao
início da infecção, o tipo de amostra utilizada, manifestações clínicas do paciente e a
qualidade pré-técnica da amostra.
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EXEMPLO
O teste de farmácia pode dar errado?
Os testes urinários disponíveis atualmente no mercado apresentam grande acurácia
(Aurácia é a proporção de todos os acertos, ou seja, de verdadeiros positivos e verdadeiros negativos. Quanto maior a acurácia
de um teste, mais preciso em determinar quem tem ou não a doença)
para o diagnóstico de gestação, com sensibilidade de aproximadamente 97 a 99,5%. A ocorrência de falsos
positivos (quando o exame dá positivo e a mulher não está realmente grávida) é muito pequena para esse tipo de
exame.
Portanto,se você fez o teste e deu positivo, a chance de não estar grávida é mínima. Inclusive em uma gravidez
psicológica (chamada de pseudociese), o teste dá negativo. Algumas condições podem predispor a falso-positivo
no teste de farmácia.
Por exemplo um aborto recente, a presença grande quantidade de sangue ou infecção na urina e o uso de
medicações contendo hormônios semelhantes ao HCG, como alguns usados em tratamentos de fertilidade.
Os falsos-negativos (quando o exame dá negativo e a mulher está grávida) acontecem principalmente em fases
muito iniciais da gestação, quando os níveis do hormônio beta-HCG podem estar baixos e não são detectados pelo
teste.
Outro motivo para um falso-negativo é a urina diluída, portanto evite tomar muita água nas horas que precedem a
realização do teste.
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https://www.fetalmed.net/existe-gravidez-psicologica/
https://www.fetalmed.net/existe-gravidez-psicologica/
Na prática...
Se o ponto de corte para que a dosagem sérica de hemoglobina fosse considerada positiva diminuísse
de 12 g/dL para 10 g/dL, mais casos de anemia são detectados, diminuindo a taxa de resultados falso-
negativos e aumentando a sensibilidade. No entanto, haveria também mais resultados positivos em
indivíduos sem anemia, aumentando a taxa de resultados falso-positivos e diminuindo a
especificidade.
Quando há elevada sensibilidade o teste tende a ter elevados falsos-positivos, por isso são bons como
exames de triagem. Mas, se vier positivo, você deve se questionar se o paciente realmente tem a
doença e lançar mão de testes com maior especificidade, com maior capacidade confirmatória.
Ponto importante: a sensibilidade e especificidade do teste são característica do teste e não altera com
aumento da prevalência da doença na população estudada.
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Esquema padrão de síntese de dados para verificação
da qualidade de um teste clínico.
Doença Teste
Positivo
(T+)
Negativo
(T-)
Total
Presente
(D+)
A B A + B
Ausente
(D-)
C D C + D
Total A+ C B + D N
P(T+| D+)=? e P(T+|D-)=?
O exame diagnóstico ideal:
➢ é aquele que, quando positivo, indica com certeza
a presença da doença e,
➢ quando negativo, indica a ausência da mesma.
Qualidade desejada nos exames diagnósticos:
➢Capacidade de reconhecer resultados verdadeiro-
positivos e verdadeiro-negativos.
Aplicação de probabilidade condicional
Avaliação da qualidade de testes diagnósticos
através de medidas que caracterizam a sua
qualidade intrínseca:
➢Sensibilidade,
➢Especificidade,
➢Valor preditivo positivo e negativo:
parâmetros que refletem a capacidade de
produzir decisões clínicas corretas.
Sensibilidade: É a proporção de indivíduos doente
que tem um teste positivo para a mesma.
P(T+/D+) = A
A + B
Especificidade: É a proporção de indivíduos sem a
doença que tem um teste negativo.
P(T-/D-) = D
C + D
Sensibilidade mede a capacidade de reação do
teste em um paciente doente enquanto que a
especificidade a não reação do teste em pacientes
não doentes.
P(T-/D+): É a probabilidade de obter um falso
negativo.
P(T-/D+) = 1 - P(T+/D+)
P(T+/D-): É a probabilidade de obter um falso
positivo.
P(T+/D-) = 1 - P(T-/D-)
Necessidade de comparação do exame diagnóstico
com outro teste, chamado de padrão-ouro;
O padrão-ouro seria o verdadeiro estado de doente
ou não doente determinado através de métodos
mais acurados;
Resultados dicotômicos do estado da doença (D+
ou D-).
A sensibilidade e especificidade são estimadas por :
Sens = 815/1023 = 0.797 e Espec = 327/442=0.740
Diagnostico definitivo feito através de angiografia.
Exemplo: Comparação do teste ergométrico de
tolerância a exercícios entre indivíduos com e
sem a doença
Doença coronariana Teste ergométrico
Positivo Negativo
Presente 815 208
Ausente 115 327
Embora sendo índices ilustrativos das qualidades
gerais de um teste, a sensibilidade e a especificidade
têm limitação porque:
➢ não ajudam a decisão da equipe médica que,
recebendo um resultado positivo para o paciente,
precisa avaliar se o mesmo está ou não doente.
➢ são provenientes de situações em que há certeza total
do diagnóstico.
Valores preditivos
Valor preditivo positivo (VPP): É a probabilidade do
paciente estar realmente doente quando o resultado do
teste é positivo.
P(D+/T+) = A
A +C
Valor preditivo negativo (VPN): É a probabilidade
do paciente não estar doente quando o resultado do
teste é negativo.
P(D-/T-) = D
B + D
VPP e VPN dependem da prevalência da doença.
Em medicina clínica os termos prevalência e
incidência são usados para denotar probabilidades.
Prevalência de uma doença é o número de pessoas
que realmente têm a doença dividido pelo número de
pessoas na população estudada.
Exemplo: A prevalência de hipertensão, em 1974 em
Salvador, entre todas as pessoas maiores de 17 anos
foi de 15.7%.
Incidência de uma doença é a probabilidade de
um indivíduo sem a doença a priori desenvolver
um novo caso de doença sobre um período de
tempo especificado.
Exemplo: A taxa de incidência anual de câncer
de mama em mulheres de 40 a 44 anos sobre o
período de janeiro a dezembro de 1970 é
aproximadamente 1 por 1000.
EXEMPLO
Os dados da tabela abaixo foram obtidos através de um estudo para avaliar a performance de um
teste de laboratório. Entre estes, sabia-se que 90 pacientes sofriam de uma específica doença e
150 não tinham a doença.
Teste + Teste − Total
Doença Presente 80 10 90
Doença Ausente 20 130 150
a. Estime a sensitividade e a especificidade deste teste.
b. Em quantos pacientes o resultado do teste foi correto?
c. Estime os valores preditivos positivo e negativo do teste.
d. Estime a porcentagem de indivíduos com doença entre aqueles que obtiveram um teste positivo
numa população em que 15% dos indivíduos tem a doença.
Relação entre VPP, VPN,
sensibilidade e especificidade:
(Prevalência) x (Sensibilidade)
Valor preditivo = -----------------------------------------------
positivo (Prev.)x(Sensib.) + (1 - Prev.)x(1 - Espec)
( 1 - Prevalência) x (Especificidade)
Valor preditivo = ---------------------------------------------------
negativo (1 - Prev)x(espec.) + (prev) (1- Sensib.)
Exemplo
Suponha que 90% das pessoas com embolia pulmonar
e 20% das pessoas normais são consideradas como
doentes (com embolia) pelo teste de tensão de
oxigênio no sangue (PO2 arterial). Qual o valor
preditivo positivo e negativo deste teste, assumindo
que 10% da população tem embolia?
P(T+ / D+)=Sens=0.90
P(T+ / D-) = 0.20= FP => Especif. = 0.80
P(D+)= 0.10
(Prevalência) x (Sensibilidade) 0.1*0.90
VPP = -------------------------------------------- = ----------------= 0.33
(Prev.)x(Sen.) + (1 - Prev.)x(1 - Espec) 0.1*09 + 0.9*0.20
( 1 - Prevalência) x (Especificidade) 0.9*0.8
VPN = --------------------------------------------- = -------------- = 0.99
(1 - Prev)x(espec.) + (prev) (1- Sen.) 0.9*08 + 0.1*0.1
Considere os dados de um estudo com 1820 participantes,
onde 30 tiveram diagnóstico positivo de Tuberculose.
Todos os participantes foram submetidos a um raio X do
tórax.
1. Qual os valores VPP e VPN neste exemplo?
2. Qual a acurácia do raio X para estes dados?
Exemplo: Diagnóstico de Tuberculose
Raio X Tuberculose total
sim Não
positivo 22 51 73
negativo 8 1739 1747
total 30 1790 1820
Sens = 22/30 = 0,733; Esp = 1739/1790 = 0,971
VPP = 22/73= 0,301 VPN = 1739/1747 = 0,995 acurácia = 22 + 1739 = 0,967
1820
FP = 1 - Esp ; FN = 1 - Sens
= 1 - 0,971 = 0,029 = 1 - 0,733 = 0,267
Observações:
Não se deve usar a prevalência que se encontra
numa tabela 2x2 como se fosse a prevalência na
população de interesse.
É inevitável a comparação entre testes para a
escolha mais adequada uma vez que nem sempre
existem testes com características ótimas.
Deve-se considerar o efeito da prevalência,
sensibilidade e especificidade nos valores de
predição positivo e negativo.
Teste Gonosticon Dri-Drot, desenvolvido para o
diagnóstico de gonorréia, tem sensibilidade de
0.8 e especificidade de 0.95
Exemplo
População Prevalência VPP VPN
A 0.500 0.94 0.83
B 0.100 0.64 0.98
C 0.020 0.2
5
0.99
D 0.001 1.00
Quando a prevalência é baixa, o valor VPP é mais
influenciado pela especificidade. Já o VPN é pouco
influenciado tanto pela sensibilidade quanto pela
especificidade e é alto.
Para a prevalência alta, o valor de VPP é próximo
de 1, independente dos valores da sensibilidade e da
especificidade. Já o VPN é influenciado mais pela
sensibilidade do que especificidade.
Um teste com alta especificidade deve ser usado
quando a prevalência da doença é relativamente
baixa, mesmo que o teste tenha baixa sensibilidade.
Um teste com alta sensibilidade deve ser usado
quando a prevalência da doença é alta, mesmo que o
teste tenha tenha baixa especificidade.
Testes sensíveis são indicados quando o risco de não
diagnosticar a doença acarreta importantes
conseqüências para o doente (doença grave, mas
tratável, como é o caso da tuberculose).
Slide 1: Probabilidade Básica
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Slide 4: Definição de Probabilidade
Slide 5: O que significa probabilidade?
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Slide 7: Conceitos em probabilidade
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Slide 9: Conceitos em probabilidade
Slide 10: Conceitos em probabilidade
Slide 11: Probabilidade Condicional
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Slide 13: ESTABELECER UM DIAGNÓSTICO
Slide 14: TESTE PADRÃO (“padrão ouro”)
Slide 15: EXEMPLO DE TESTES DE RASTREAMENTO (SCREENING)
Slide 16: Para nossa mente as aparências são de 4 tipos
Slide 17: Implicações do diagnóstico médico
Slide 18: Avaliação de Testes diagnósticos
Slide 19: EXEMPLO
Slide 20: RESUMINDO...
Slide 21: Sensibilidade x Especificidade
Slide 22: EXEMPLO
Slide 23: Na prática...
Slide 24: Esquema padrão de síntese de dados para verificação da qualidade de um teste clínico.
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Slide 26: Aplicação de probabilidade condicional
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Slide 33: Valores preditivos
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Slide 36: EXEMPLO
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Slide 38: Exemplo
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Slide 42: Exemplo
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