Prévia do material em texto
Passo a Passo acesso coronal: 1) Localização da linha de incisão e preparação: a linha leve em consideração a linha do cabelo do paciente, deixar 4 a 5 cm de linha de cabelo na frente. A extensão inferior sa linha depende da região a ser abordada. Pode ser feito padrões geométricos para evitar cicatrizes. Preparação do cabelo: não precisa tirar todo o cabelo, só uma faixa já ajuda, cabelo preso e bem separado, campo cirúrgico é suturado ou grampeado ao couro cabeludo posterior 2) Técnicas hemostaticas: infiltrar vasoconstritor, suturar as bordas da incisão, eletrobisturi ou clipes hemostáticos 3) Incisao: marcações podem ser feitas para ajudar no fechamento. A incisão de estende de uma linha temporal superior a outra é fixa entre as origens superiores dos mm temporais.A incisão pode ser feita até o plano subgaleal ou subpericraniano vai depender da abordagem, a dissecação é continuada por 2-4 cm anteriormente Extensão temporal da linha de incisão da pele: dissecar em cima da fascinada temporal até nível do arco zigomatico com uma tesoura, depois que atingiu essa região pode incisar as camadas ( pele, tec subcutâneo, fascia temporoparietal), caso precise de uma Extensão pré autucular descendo até o lóbulo da orelha, músculos pré auriculares, porção cartilaginosa do tragos e canal auditivoexterno são expostos 4) Elevação do retalho: a fascia temporal é gentilmente exposta e vai ate a zona onde a almofada de gordura temporal superficial amarela brilha, já as porções parietal e frontal são elevadas cortando o tecido conjuntivo areolar frouxo com bisturi ou eletrodissecacao, pode se usar os dedos ou elevadores rombos. Há duas opções para entrar no plano subperiosteal: incisão horizontal transversal da testa do pericranio 2-3 cm, paralelas as bordas supraorbitais de uma linha temporal superior a outra ou Incisões posteriores e laterais ao longo da linha temporal superior do pericrânio para desenvolver um retalho pericranianosvascularizado retangular pediculado anteriormente 5) Incisão da fascinada temporal superficial para expor arco zigomatico: incisar oblíqua através da fascia, ir da raiz do arco zigomatico até aspecto superior posterior sa borda orbital lateral, dissecação é feita logo abaixo da fascia temporal, entre a fascia e a superfície lateral da gordura, chegando no periosteo do arco incisar ele é dissecar subperiostial 6) Exposição subperiosteal das órbitas e da parte média superior da face: caso precise fazer a liberação do feixe neurovascular supraorbitario fazer um pequeno entalha com osteotomo assim o feixe estará liberado, pode se atingir as paredes orbitais medial e lateral superior dissecando a periorbita. Para expor à região nasofrontal e nasoetmoidal eórbita média a troclea precisa ser desinserida, disseccao até a ponta do nariz pode ser feitas com uma tesoura romba. Com a elevação da periorbita da parede orbital lateral desinsere o tendão cantal lateral já o medial não. 7) Exposição da fossa temporal: músculo temporal pode der desincerido caso necessário, mas precisa deixar um manguito de 1 cm para suturar dps 8) Exposição ATM, condilo, e ramo da mandíbula: liberação do M masster do arco 9) Fechamento: cantopexia lateral caso as fixações cantais laterais foram destacadas, refixacao do M temporal e da fascia temporal, fechar a galea aponeurotica e depois a pele Mecanismo que o AAS pode agir e as doses para tal? Analgésico e antitermico: 500-650 mg Anti inflamatória: 4-5 G Anti agregante: 40-100 mg Paracetamol; É um fraco Anti inflamatório que inibe Cox 1 e 2, atua como analgesico também, ação direta no SNC pela ativação das vias serotoninérgicas1 3 2 Subcutaneous tissue Aponeurosis (galea) AO 4 5 Temporalis muscle fascia Temporalis muscle Temporal Superficial temporal pad SMAS Deep temporal pad AO Masseter muscle AO CP Cornelius AO ampicilina - 2g a amox - on 1g doxy - 2g azitromicina ou 1gdescendente 11 - menor - / - - lobial - pal inl acesso retromandibular expõe que Expõe todo ramo por detrás da porda posterior, útil para a área da cabeça pescoço condilar Estruturas importantes no acesso retromandibular N.facial e veia retromandibul Passo a passo do acesso retromandibular: P1: Preparação e montagem dos campos: deixar boca exposta para ver a função motora do facial P2: Marcação da incisão e vasoconstrição: 0,5 cm abaixo do lóbulo da orelha e continua inferiormente de 3 a 3,50 cm, a vasoconstrição com epinefina sem anestésico local P3:Incisão na pele: Incisão através da pele e tecido subcutâneo até o nível do platisma, divulcao da pele comtesoura, hemostasia com eletrocoagulação P4: Dissecação até a cinta muscular pterigomassetérica: Bisturi incisa m.platisma, cápsula da parótida e SMAS, em direção vertical, dissecação romba dentro da parótida antemedial direcionada a borda posterior da mandíbula, podemos encontrar ramos do facial e veia retromandibular P5: Divisão da cinta pterigomassetérica e dissecação submassetérica: retrair os tecidos dissecados antes, observar-se à cinta, incisar a cinta com bisturi ao longo da borta posterior da mandíbula divulsionar masseter P6: fechamento: Fechar a cinta, cápsula parótida+ smas+ platisma e pele Oq é a incisão de Blair e onde usamos Incisão pré auricular+ retromandibular, usada para glândula parotida e ramo mandibular Areas acessadas com a ritidectomia ou levantamento de face ( facelift): É a variante do acesso retromandibular localização mais oculta porém a sutura demora mais, Estrutura que devemos ter cuidado no acesso de ritidectomia:N.auricular maior Passo a Passo acesso ritidectomia: P1: Preparação e montagem dos campos: Áreas como o canto do olho,commissura, labo inferior, orelha, linha do couro cabeludo e área temporal devem ficar expostas P2: Marcação da incisão e vasoconstrição: Pele é marcada antes da vasoconstrição incisão começa 1 a 2 cm superior ao arco zigomático posterior à extensão anterior da linha de implantação curva-se posterior e inferiormente unindo se a incisão pré-auricular continuando sobre o lobo da orelha e aproximadamente 3 mm na superfície posterior do aurículo P3: Incisão da pele de dissecação: Incisão da pele+ tecido subconjuntivo fazer uma dissecação grande da pele criando uma cavidade subcutânea que se estende para baixo do ângulo e até a borda posterior da mandíbula P4: Acesso retromandibular: Vamos ver platisma, SMAS, cápsula da parótida, incisionar todos, dissecar parótida e afastar os tecidos, incisar à cintapterigomassetérica, divulsionar o músculo masseter P5: Fechamento: Fechar as camadas profundas platisma smas cápsula da parótida, colocar um dreno redondo de 22 ou 32 mm de sucção a vácuo e colocar na cavidade subcutânea para evitar hematoma, fechar a pele com 2 camadasRaro crismo 3 a 5 vezes mais frequente em homens caráter hormonal e hereditário acometimento bilateral é o mais comum coronói de BYTE na região posterior ou medial do zigomático mandíbula desvia para o lado afetado unilateral alongamento irregular bilateral alongamento regular tomografia computadorizada tratamento acesso intral remoção cirúrgica no curto prazo paciente melhora a longo prazo a fibrose ocorrerá no local da cirurgia novo crescimento do processo Cronômetro fisioterapia Hemangioma tumores benignos da infância que exibem uma rápida fase de crescimento com proliferação de células endotais seguida de uma evolução gradual 5 a 10% das crianças com um ano de idade feminino francos localização mais comum região de cabeça e pescoço aumento de volume da superfície buzzy Éka cor vermelho claro firme borrachosa sangre não pode ser evacuado com pressão em evolução aos 59 anos complicação ocorre em 20% dos hemangiomas Malformação vascular anomalias estruturais dos vasos sanguíneos sem proliferação endotelial são presentes ao nascimento e persistem ao longo da vida mancha Vinho do Porto como na face ao longo da região enervada pelotrigêmeo Mancha Vinho do Porto acomete a face distribuição unilateral ao longo do nervo trigêmeo retardo mental calcificações do lado afetado envolvimento ocular e envolvimento intral oral Não neoplásico uma resposta tecidual a um irritante local ou trauma aumento de volume superficial superficial lisa ou lobulosa geralmente peticulado mas pode ser sério superfície ulcerada varia do rosa ao vermilho os novos são bem vascularizados já os antigos mais colagenosas e rosa indolor sangra muito cresce rápido gengiva crianças e jovens adultos feminino geralmente desencadeia em mulheres grávidas Devido ao aumento distógeno e progesterona tratamento e cisão cirúrgica geralmente curativa ponto pode voltar aí faz a excisão novamente Tati é maior em casos que são removidos durante a gravidez Lesão reacional presença de calcificação exclusivamente em gengiva massa nodular Sé ou peticulada que usualmente se origina da papila interdental vermelho rosa ulcerada ou não adolescente jovem adulto feminino maxila anterior dentre usualmente não são afetados tratamento excisão cirúrgica Monuciosa infecciosaSegue pelos nervos sensitivos e é transportado para os gânglios sensitivos associado ou para os gânglios autônomos onde permanecem estado de latência, o trigêmeo é o mais afetado, o vírus utiliza os axonios dos neurônios sensitivos para se deslocar e atingir a pele ou mucosa periférica Proliferação induzida por vírus do epitélio escamoso estratificado da genitária, região perianal, boca, faringe, HPV, é DST I, tratamentos excisão cirúrgica, agentes tópicos para condilomas anogenitais ( imiquimod ou podofilotoxina) 30 anos maxile e mandíbula atingidos igualmente radiograficamente varia mal definido remoção cirúrgica radical Diferença de abscesso perepical e granuloma pericapical abscesso parapical é o acúmulo de células inflamatórias agudas no ápice de dente não vital granuloma perical massa de tecido de granulação crônico P1: preparação do sítio cirúrgico, orelha e cantolateral do olho expostos P2: Marcação da incisão vai do helix até o nível do lóbulo P3: Infiltração do vasoconstritor anestésico local superficial ou solução fisiológica+ vasoconstrutor? cuidado com relaxante muscularP4: Incisão: incisar pele+tecido subcutâneo+fascia temporoparietal até a fáscia temporal (camada superficial) P5: Dissecação da cápsula da ATM: com um elevador de dissecar até arco zigomático ao nível da camada superficial da fáscia temporal, incisão oblíqua da fáscia, com um elevador de inserido abaixo da camada superficial da fáscia temporal para descolar o periósteo externo da parte lateral do arco zigomático, incisar verticamente esses tecidos, com isso a atm e o arco zigomático são expostos P6: Exposição dos espaços interarticulares: infiltrar anestésico local dentro do espaço articular superior, como uma tesoura ou bisturi cortar a cápsula do espaço articular superior e depois do espaço articular inferior P7: Fechamento: Suturar as cápsulas sup e infe e os tecidos subcutâneo Hipoplasia condilar: congênita e adquirida,acometimento,exame radiográfico, tratamento Congênita: síndromes dispostos mandibular, síndrome de goldenhar, microssomia hemifacial, em casos graves agrnesia completa do condilo ou ramo Adquirida:trauma,infecção, radioterapia, artrite reumatoide ou degenerativa Uni ou bilateralPanorâmica ou TC Tratamento: varia, em casos de ausência de condilo fazer enxerto costocondral, pode se fazer osteotomia(ortog) para nivelar, distração osteogenica ( uso de aparelhos distratores)