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Platelmintos
Platelmintos – características
•Corpo achatado dorso-ventralmente (“vermes
chatos”)
• Não segmentados (Trematodeos)
• Segmentados (Cestodeos)
•Não apresentam sistemas circulatório, esquelético e
respiratório
Cestóides – características
• São segmentados, providos de
um órgão de fixação (escólex) que
apresenta ventosas
• Cada proglote possui um conjunto
completo de órgãos reprodutivos
• Apresenta crescimento contínuo:
proglotes são destacadas e
eliminadas com as fezes
estróbilo
col
o
ESCÓLE
X
escólex Taenia
solium
Taenia 
saginata
Cestóides – características
• Escólex
Ventosas
Rostelo com
ganchos
Taenia solium 
• Larva cisticerco → vesícula cheia de líquido contendo um único
escólex invaginado fixado.
• É a forma larval encontrada no gênero Taenia e ocorre apenas em
hospedeiros vertebrados.
Tipos de estágios larvais
TAENIA SAGINATA
• Distribuição: mundial
• Importância:
• Cisticerco na musculatura do animal → condenação
parcial ou total da carcaça (prejuízo econômico).
• Saúde pública – zoonose
https://www.youtube.com/watch?v=nWaXPuw9WR8
Taenia saginata – introdução
https://www.youtube.com/watch?v=nWaXPuw9WR8
• Adultos medem entre 5 a 15 m, o escólex é cubóide, SEM ganchos, o
colo é longo e delgado.
• Cada proglote grávida contém 80.000 a 250.000 ovos
Taenia saginata – morfologia
• Quando os ovos são ingeridos pelo bovino há eclosão e ativação do
embrião pela ação dos sucos digestivos e da bile
• Penetra na mucosa intestinal atingindo a circulação sanguínea
• Há desenvolvimento do cisticerco nos músculos esqueléticos e
cardíaco
Taenia saginata – morfologia
• O Cysticercus bovis, é branco-acinzentado de aproximadamente 1 cm
de diâmetro, cheio de líquido, no qual encontra-se o escólex.
• Geralmente observado no coração, língua e músculos masseter e
intercostais. Em infecções maciças pode acometer demais músculos
esqueléticos.
Taenia saginata – morfologia
• Hospedeiro definitivo: Homem - teníase
• Hospedeiro intermediário: Bovino, raramente ovinos e
caprinos – cisticercose. Não há cisticercose no homem.
• Localização:
• Adulto: intestino delgado do homem
• Larvas (cisticercos): Cysticercus bovis → musculatura
esquelética e cardíaca, pulmões e fígado do bovino
Taenia saginata
Taenia saginata – ciclo biológico
• Tratamento: albendazole – mata cisto vivo
• Controle
• Evitar que bovinos tenham acesso à água
contaminada com esgoto de origem humana.
• Ingerir carne bovina bem passada
• Inspeção sanitária em abatedouros
Taenia saginata – tratamento
TAENIA SOLIUM
Taenia solium - escólex
Ventosas Rostelo com
ganchos
• Hospedeiro definitivo: homem.
• Hospedeiro intermediário: SUÍNO e o PRÓPRIO HOMEM, raramente o
cão, o gato, os ruminantes e os equinos.
• Localização:
• Adultos → intestino delgado do homem
• Larvas (cisticercos) → Cysticercus celullosae observado nos
músculos sublinguais, mastigadores, diafragma, músculo cardíaco e
no cérebro.
50 milhões de pessoas são acometidas pela cisticercose no mundo.
• Cisticercose é a maior causa epilepsia em humanos em todo o mundo.
Taenia solium
Taenia solium 
Verme adulto no
Intestino delgado 
do homem
Proglotes grávidas 
se destacam e 
passam pelas fezes
Homem ingere 
carne suína crua 
ou mal passada
Oncosfera se 
desenvolve 
em cisticerco 
no músculo
Cisticerco 
no 
músculo
Cisticerco se 
transforma em 
verme adulto
Oncosfera no intestino migra 
para os músculos no suíno
Ovo
Após ingestão, 
oncosfera eclode, 
migra para algum 
sítio e se 
transforma em 
cisticerco
Qualidade da água
Cisticercos isolados de carne
Particularidades do ciclo biológico:
• O homem pode desenvolver a cisticercose pela
ingestão acidental de ovos de T. solium ou por retro
peristaltismo até o estômago (autoinfecção)
• Os ovos podem permanecer viáveis no ambiente por
até 12 meses.
Taenia solium 
• Hospedeiro definitivo: tênias adultas podem causar anorexia ou
apetite exagerado, náuseas, vômitos, diarréias alternadas com
constipação, dores abdominais, perda de peso, manifestações
alérgicas e neurológicas.
• Hospedeiro intermediário:
• Suínos infectados com cisticerco os sinais clínicos são inaparentes
• Cisticercose em humanos: forma larvar → olhos, cérebro e tecido
subcutâneo podendo levar a alterações patológicas como
cegueira, nódulos no olho, transtornos neurológicos...
Taenia solium - sintomas
Anaplocephala
Anaplocephala
HD: Equinos 
• Anaplocephala perfoliata: vvula ileocecal e ceco
• Anaplocephala magna: jejuno (raro estômago)
Jovens até 3-4 anos
10 cm a 1 metro de comprimento
• HI: ácaros da família Oribatidae
Forma larval
Anaplocephala
• Ovos irregulares
Sinais Clínicos
• Úlcera em mucosa 
intestinal
• Emagrecimento
• Anemia
• Enterite
• Parasitose maciça: 
obstrução intestinal
Diagnóstico
• Presença de proglotes nas fezes.
• Presença de ovos nas fezes.
Dipylidium caninum
Dipylidium caninum
• 15 a 20 cm de comprimento
• HD: cão, gato e raramente homem
• HI: pulgas
Proglotes em formato de 
semente de pepino
Saem ativamente pelo 
ânus.
Ovos são ingeridos pela larva 
das pulgas
Pulgas são ingeridas pelos cães
Sinais Clínicos
• Em infecções maciças: 
inflamação da mucosa 
intestinal, diarreia, 
cólica, alteração do 
apetite e 
emagrecimento
• Proglotes grávidas 
saem ativamente pelo 
ânus: prurido anal 
Diagnóstico
Avaliação da presença de 
proglotes na região 
perineal ou nas fezes. 
Exame parasitológico: 
identificação das proglotes.
• https://www.youtube.com/watch?v=dt5V1s
RAp9c
https://www.youtube.com/watch?v=dt5V1sRAp9c
https://www.youtube.com/watch?v=dt5V1sRAp9c
Moniezia
Moniezia sp.
• Cestoide mais comum em ruminantes.
• M. expansa: ovinos, caprino (1 a 5 metros 
x 1,5 cm)
• M. bebedeni: bovinos (maior que 4 metros 
x 2,5 cm)
• HI- ácaros oribatídeos
• Forma adulta: intestino delgado
Ovos
• M. expansa – triangular
• M. bebedeni : quadrangular
Patogenia
• Pouca importância patogênica e clínica.
• Infecções maciças: constipação alternada 
com diarreia, anemia, obstrução intestinal
• Pode se observar proglotes nas fezes.
Tratamento
• Anti-helmínticos: niclosamida, 
praziquantel, bunamidina, benzimidazóis
(albendazol, febendazol).
Trematodeos
• São achatados dorsoventralmente
• Não segmentados
• Apresentam ventosas para fixação.
• São hermafroditas (de um modo geral).
• Estágios larvais desenvolvem num hospedeiro
intermediário (molusco).
Trematodeos
Fasciola hepatica
Fasciola hepatica – Introdução 
• Fasciolose
• Principalmente em regiões próximas a áreas alagadiças.
• Parasita dutos biliares do fígado de mamíferos,
principalmente bovinos e ovinos.
• Zoonose – acidentalmente.
Fasciola hepatica – Morfologia 
• Aspecto foliáceo, medindo 3 x 1,5 cm.
• Ventosas oral (extremidade anterior) e ventral (no terço anterior do
parasita).
• São hermafroditas.
Fasciola hepatica
• Definitive Host: Herbivorous mammals. 
Occasionally humans.
• First Intermediate Host: Aquatic snails
• Second Intermediate Host: None. 
Metacercaria form on aquatic plant or water 
column.
• Trematóides adultos são ovíparos. Põem ovos com um opérculo.
• Capacidade de postura de até 20.000 ovos/dia
• Os ovos são postos nos canais biliares, arrastados pela bile, sendo
eliminados juntamente com as fezes.
Fasciola hepatica – ciclo biológico 
Fasciola hepatica – ovo 
• Ovos grandes, aproximadamente o dobro do tamanho de um ovo de
tricostrongilídeo (140 m x 60 a 100m)
• Ovos precisam de muita umidade.
Ovo Fasciola hepatica
• Na água os ovos passam por desenvolvimento embrionário  miracídio.
• Sob estímulo da luz, o miracídio sai ovo em poucos minutos.
• Miracídeo penetra molusco (gênero Lymnaea)
Fasciola hepatica – ciclo biológico 
Ciclo biológico Ciclo: 17 a 18 semanas
Fasciola hepatica
en.wikipedia.org
Hipertrofia dos dutos biliares 
Fasciola hepatica
projovem.drapc.min-agricultura.ptFibrose hepática
Fasciola hepatica – Tratamento
• Formas jovens com mais de 1 semana de idade: dianfenetida,
triclabendazol
• Parasitas com mais de 4 semanas: rafoxanida, nitroxinil
• Recomenda-se quando possível, a transferência dos animais para
pastagens livre dos trematóides.
Fasciola hepatica 
	Slide 1: Platelmintos
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	Slide 9: Taenia saginata 
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	Slide 21: Taenia solium 
	Slide 22: Taenia solium - escólex
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	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28: Cisticercos isolados de carne
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 34: Anaplocephala
	Slide 35: Anaplocephala
	Slide 36
	Slide 37: Anaplocephala
	Slide 38
	Slide 39: Sinais Clínicos
	Slide 40: Diagnóstico
	Slide 41: Dipylidium caninum
	Slide 42: Dipylidium caninum
	Slide 43
	Slide 44
	Slide 45: Sinais Clínicos
	Slide 46: Diagnóstico
	Slide 47
	Slide 54: Moniezia
	Slide 55: Moniezia sp.
	Slide 56: Ovos
	Slide 57: Patogenia
	Slide 58
	Slide 59: Tratamento
	Slide 60: Trematodeos 
	Slide 61
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64
	Slide 66
	Slide 67
	Slide 68
	Slide 73
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	Slide 76
	Slide 77
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