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Política Agrícola
Política Agrícola
• Política agrícola pode ser conceitualmente definida como um
conjunto de instrumentos de que o governo lança mão para regular o
comportamento dos agentes privados e para orientar os organismos
públicos, com vistas a atingir os objetivos definidos para o setor
primário.
• Estes objetivos podem buscar a ampliação da oferta de alimentos no
país, a difusão de uma determinada cultura em uma região, a
dinamização de projetos que privilegiem a implantação de
agroindústrias familiares, ou objetivos voltados a aspectos mais
gerais.
Políticas Agrárias
• Políticas agrárias compõem um universo de medidas que
têm por objetivo principal a modificação estrutural do
sistema produtivo ou a adequação deste às necessidades da
sociedade.
• Inserem-se nesse contexto as questões agrário-fundiárias
relacionadas principalmente à posse e ao uso da terra, como
as políticas de colonização, assentamento e reforma agrária,
bem como os aspectos relativos à legislação e aos contratos
agrários.
No Brasil ...
• Historicamente, no Brasil, tem sido observados problemas ligados à
produção agrícola juntamente com questões agrárias.
• Isso tem ocorrido em função da não existência de um planejamento
para o setor rural e que contemple na sua totalidade as problemáticas
agrícola e agrária.
• Ao longo dos anos, os diversos governos têm se preocupado muito
mais com o curto prazo em detrimento de um planejamento mais
voltado para o longo prazo.
Políticas agrícolas na modalidade formal
• São as políticas que trabalham diferentes formas de regulação do
comportamento dos agentes e das atividades econômicas ligadas ao setor
primário que o governo pretende orientar.
• Políticas operativas: respeitam o mercado e procuram assegurar o melhor
funcionamento deste.
Exemplos: regulação e fiscalização das operações de comercialização
agrícola nos centros de abastecimento e consumo.
• Políticas intervencionistas: procuram substituir o benefício privado pelo benefício
coletivo utilizando-se basicamente do conceito de utilidade social.
Exemplos: estabelecimento de cotas de importação; monitoramento e
direcionamento do investimento privado; políticas tributárias diferenciadas.
Políticas agrícolas segundo o prazo de vigência
• Curto prazo: objetivam o aumento ou estímulo da produção.
Exemplos: crédito, preços mínimos, seguro agrícola, etc.
•Médio e longo prazos: pretendem modificar, em menor ou
maior profundidade, aspectos do sistema de produção.
Exemplos: obras de irrigação e drenagem,
aprimoramento do sistema oficial de extensão rural,
implantação de projetos de microbacias, etc.
Políticas de recursos e técnicas de produção
• Políticas agrícolas relativas à criação e difusão de tecnologia:
pesquisa agropecuária; difusão de tecnologias; formação de
recursos humanos.
• Políticas agrícolas relativas ao abastecimento de insumos e
bens de capital.
• Políticas relativas aos recursos naturais.
Histórico no Brasil
• Desde o descobrimento do Brasil até o final do século passado, o
sistema fundiário brasileiro se caracterizava por apresentar expressiva
participação dos complexos rurais.
Complexos rurais: são propriedades rurais com grandes
extensões de terra.
• Os complexos rurais, ou grandes fazendas produziam:
uma ampla gama de produtos para o consumo interno da
propriedade: produtos com valor de uso.
comercialmente, produziam apenas uma cultura, basicamente
para a exportação.
Histórico no Brasil 
• Os anos de 1880 a 1890 caracterizaram a passagem da dinâmica
econômica colonial, centrada no trabalho escravo, para uma
dinâmica mais capitalista, baseada no trabalho assalariado.
• Houve também um rápido incremento e a expansão da construção
de estradas de ferro, a ampliação do comércio internacional, um
maior beneficiamento (mecanização) de alguns produtos de origem
agrícola e a própria mentalidade mais empreendedora dos Barões do
café.
• Dessa forma, pode-se dizer que a agricultura, especialmente através
do café, financiou o início do processo de industrialização brasileiro.
Crédito Rural
• Em 1937, o Banco do Brasil criou a Carteira de Crédito Agrícola e
Industrial (Creai) com o objetivo de financiar o setor rural.
• No período entre 1937 e 1965, o Brasil adotou o modelo de Crédito
Rural Indistinto, que era o um crédito de origem bancária comum,
não havendo uma dotação orçamentária federal fixa.
• Em 1965, institucionalizou-se o Crédito Rural com a aprovação da lei
que obrigava o depósito compulsório dos bancos privados de 10%
dos depósitos das contas correntes em uma conta especial no Banco
do Brasil.
Crédito Rural
• Até meados da década de 1960 havia a predominância do crédito rural
supervisionado.
Nesse crédito a propriedade rural era assistida como um todo, sendo
mais voltado aos interesses do pequeno e médio produtor rural.
O empréstimo era promovido segundo a elaboração de um projeto,
que abrangia globalmente a propriedade rural e havia um atendimento do
serviço de extensão rural oficial aos agricultores.
• Em 1968, o modelo de crédito se modificou, passando para o chamado
crédito rural orientado.
Esse modelo contemplava apenas uma determinada atividade
produtiva mediante a elaboração de um projeto técnico.
Passando então a apresentar mais explicitamente o objetivo de
modernizar a agricultura brasileira.
Crédito Rural
• Com o advento do crédito rural orientado, a assistência técnica grupal
passou a ser individualizada, relegando a um segundo plano os
aspectos não propriamente produtivos da propriedade rural.
• Na década de 1970 o principal instrumento de política agrícola
continuou sendo o crédito rural.
• Esse instrumento apresentou como resultado um processo
denominado por vários pesquisadores de “modernização
conservadora”.
Tal modernização privilegiou culturas de exportação em
detrimento das culturas de subsistência que atendiam ao mercado
interno e que eram intensivas em mão-de-obra.
Privilegiou também os grandes produtores e mais
especificamente situados no Sul e Sudeste.
A modernização conservadora provocou:
1. Riqueza e miséria no campo;
2. Ampliação das desigualdades regionais;
3. Concentração fundiária;
4. Geração de divisas para o país;
5. Subemprego rural (proletarização dos trabalhadores);
6. Internalização da indústria de defensivos agrícolas, fertilizantes e
máquinas agrícolas;
7. Incorporação de novas áreas agrícolas;
8. Aumento na oferta de produtos agrícolas.
Crédito Rural
• O crédito rural foi o único instrumento eficaz de política agrícola até a
década de 1970.
• Na verdade ele nem foi um instrumento de política agrícola, ele foi a
própria política agrícola.
• Na década de 1980 devido a problemas econômicos internos e
externos ocorreu um quadro dramático de restrição ao crédito rural
no Brasil.
• Uma nova política para o setor agrícola se fazia necessária pois o país
não dispunha de recurso nos montantes exigidos para a manutenção
do modelo de crédito adotado até então.
• Para fazer frente à dívida externa, na década de 1980, para gerar
divisas, o país delegou aos produtos agrícolas de exportação essa
missão.
Mudanças nos instrumentos de política agrícola
• Como havia uma forte retração ao crédito rural, o principal
instrumento de política agrícola passou a ser chamado Política de
Garantia dos Preços Mínimos (PGPM), baseados na Aquisição do
Governo Federal (AGF) e Empréstimo do Governo Federal (EGF).
• Bastante ligada à PGPM estava a Política de Formação de Estoques
Reguladores pelo governo federal.
• A formação de estoques de alimentos tinha a finalidade de evitar
altas exageradas dos preços, sobretudo no período da entressafra, e
as dificuldades tradicionais de abastecimento.
• O governo fixava preços de liberação que ao serem atingidos
autorizavam automaticamente a venda dos estoques governamentais.
• A PGPM, principal medida de política agrícola na década de
1980, esteve diretamente vinculada aos objetivos
macroeconômicos de curto prazo do governo federal.
• Dessa forma, a renda agrícola tornava-sefortemente
dependente das decisões governamentais relativas a:
- alocação de recursos para o escoamento das safras;
- política de preços mínimos;
- política cambial.
• Do ponto de vista estrutural, na primeira metade da década de 1980,
passou a ocorrer um maior número de parcerias e arrendamentos de
propriedades rurais, causando uma relativa redução do êxodo rural.
-Esse fato também pode ser associado às menores oportunidades
de ganhos nas cidades em vista do processo recessivo no país.
• Nesse período, constatou-se uma pequena melhoria relativa dos
números e índices produtivos da agricultura familiar, provavelmente
em função da menor rentabilidade de cultivos tradicionais como soja e
pecuária bovina extensiva.
• A diminuição dos volumes de crédito rural afetou menos a pequena
produção, pois esta pouco se utilizava desse incentivo para a sua
sustentação econômica.
• Em 1986, mediante o fracasso do Plano Cruzado, o governo
determinou um aumento dos volumes de crédito rural e a fixação de
preços mínimos considerados favoráveis para pequenos produtores
de alimentos (feijão, milho, arroz, etc.), o que ocasionou uma
resposta favorável da produção nacional.
• Vale observar que a participação do setor primário na composição do
PIB, em relação às exportações, foi decaindo a partir da década de
1970.
• Contudo, a participação do agribusiness brasileiro no contexto das
exportações aumentou significativamente, indicando que o Brasil
passou a agregar valor à produção primária.
• No final da década de 1980, houve uma redução geral da área
plantada e da produtividade física de alguns cultivos como
consequência da política de desestruturação do crédito rural e da
política de preços mínimos.
• Em meados da década de 1990, no primeiro ano do Plano Real
(estabelecido em primeiro de julho de 1994), o setor primário foi
responsável pela sustentação desse novo plano de estabilização.
- Entretanto os produtores no primeiro ano desse plano, em
função da boa safra agrícola e das sucessivas importações de
alimentos, viram seus preços caírem em torno de 20%, enquanto os
custos médios de financiamento agrícola alcançaram 40% de juros
reais, causando a eles um sério endividamento.
• Para amenizar o problema do endividamento dos produtores rurais o
governo agilizou o processo de securitização das dívidas dos
agricultores, prorrogando-as por um período de 6 até 10 anos, com
juros de 3% ao ano, incluindo ainda a equivalência produto para os
pequenos e médios produtores.
• No final da década de 1990, a agricultura nacional apresentou índices
de produtividade expressivos em várias culturas.
• Entretanto os problemas estruturais continuaram evidentes, como
obsolescência das máquinas e equipamentos, dificuldades para quitar
dívidas, elevadas taxas de juros, falta de linhas de financiamento para
investimentos nas propriedades, precário sistema de escoamento da
produção, tributos em cascata, entre outros.
• A partir do ano 2000, a produtividade das principais
culturas atingiu patamares elevados e a renda agrícola
oscilava em função das cotações internacionais das
principais commodities agrícolas.
• Pode-se perceber que, ao longo da evolução recente da
agricultura brasileira, o país apresentou mais instrumentos
de política agrícola com objetivos de curto prazo do que de
longo prazo.
Crédito Rural
• No Brasil, o crédito rural tem sido um instrumento de política agrícola
que visa fornecer ao agricultor os recursos necessários quando a
propriedade carece de capital próprio para a exploração de uma ou
mais culturas, um ou mais cultivos ou explorações.
• Há dois principais beneficiários do crédito rural: produtores rurais; e
associações de produtores e cooperativas.
• Quanto às modalidades de crédito rural, tem-se:
- Corrente: resume-se apenas ao suprimento de recursos;
- Educativa: conjuga o suprimento de recursos com a assistência técnica;
- Especial: destinada às cooperativas.
Crédito de Custeio
• Atende as despesas normais do ciclo produtivo das lavouras
periódicas e da entressafra das culturas permanentes,
incluindo todos os encargos desde o preparo da terra até o
beneficiamento primário da produção obtida e seu
armazenamento no imóvel rural ou em cooperativas.
• A garantia normalmente exigida é a cédula rural pignoratícia
(CRP), para o crédito de custeio, que implica o penhor de
animais, máquinas, implementos, parte da produção,
hipoteca rural, etc.
Custeio de pecuária
• São as despesas normais da exploração, com até um ano de
prazo para o pagamento.
Custeio de comercialização
• Objetiva assegurar ao produtor rural ou às cooperativas os
recursos necessários para a colocação dos produtos no
mercado. O prazo normalmente é de 240 dias.
Empréstimo do Governo Federal (EGF)
• Com opção de venda:
- Proporciona ao beneficiário condições financeiras para comercializar os
seus produtos em épocas de preços mais favoráveis, facultando-lhe o
direito de exercer a opção de venda à Conab (Companhia Nacional de
Abastecimento).
- Atualmente essa modalidade não está sendo efetuada em função das
diretrizes governamentais que objetivam o não carregamento dos estoques
reguladores diretamente pelo governo.
• Sem opção de venda:
- Permite ao beneficiário o armazenamento e a conservação de seus
produtos para vendas futuras em melhores condições de mercado, sem a
cláusula de venda, e os eventuais atrasos no pagamento são cobrados de
forma normal.
Aquisição do Governo Federal (AGF)
• Direta:
- Simples compra da mercadoria pelo preço mínimo fixado, mediante a
apresentação de nota fiscal contra a entrega do produto armazenado
e classificado.
• Indireta:
- Visa assegurar ao mutuário responsável pelo financiamento EGF a
liquidação total ou parcial do empréstimo mediante a transferência do
produto ao governo.
Crédito de investimento
• Destina-se à formação de capital fixo como construções, lavouras
permanentes, pastagens permanentes, bem como para a formação
de capital semifixo (até 5 anos), como máquinas, equipamentos e
reprodutores.
• A garantia geralmente utilizada é a cédula rural hipotecária, que se
compõe de bens imóveis.
- Caso o produtor não possua imóveis rurais em seu nome poderá
tentar conseguir um avalista preenchendo uma promissória rural.
Proagro
• Programa de garantia agropecuária (Proagro), é uma garantia para o
capital que o banco empresta aos produtores rurais e cooperativas.
• O objetivo do Proagro é livrar os beneficiários do cumprimento das
obrigações financeiras relativas ao crédito rural no caso de perdas por
problemas climáticos.
• Há também um objetivo secundário que é o incentivo à adoção de
tecnologias consideradas modernas ou mais adequadas às atividades
produtivas.
Mecanismos atuais de financiamento
• O crédito rural e a política de garantia de preços mínimos foram os dois
mecanismos principais de financiamento à produção.
• No entanto, desde que a economia brasileira abriu-se para o mercado
internacional e, sobretudo, a partir do momento em que houve
estabilização macroeconômica após o Plano Real, ambos os instrumentos
de financiamento à produção têm demonstrado declínio.
• As instituições e os agentes que formam o agribusiness brasileiro estão
buscando meios alternativos para fomentar o setor e melhorar a
competitividade nos complexos em que o Brasil possui vantagens
comparativas em relação aos concorrentes internacionais.
• Há uma forte tendência da ampliação da participação da iniciativa privada
em detrimento da presença direta do Estado neste processo.
Programa troca-troca – insumo versus produto
• Neste caso, o comprador fornece insumos ao produtor por
ocasião do período de estabelecimento da lavoura,
recebendo posteriormente como pagamento um
percentual, uma quantidade ou um valor estipulado de
produção, na época da colheita.
• Este é um mecanismo que também governos estaduais e
algumas prefeituras têm implementado.
Venda antecipada
• A venda antecipada é uma modalidade de financiamento aos
produtores bastante utilizada pelas agroindústriasque fornecem
recursos para o estabelecimento das culturas mediante a garantia de
compra da produção.
• Praticamente possui as mesmas características do programa troca-
troca, apenas diferenciando-se no fato de que geralmente toda a
produção é comprada pelo financiador.
• Por exemplo a formalização de um contrato entre uma agroindústria
e o produtor rural, é o processo de coordenação vertical como no
caso da avicultura de corte, suinocultura e na cultura do fumo.
Cédula do Produto Rural (CPR)
• Neste instrumento de financiamento os produtores podem vender de
forma antecipada a produção mediante o comprometimento de
entrega do produto com padrão, local e data estipulados no título.
• O produtor rural, as cooperativas ou mesmo as associações de
produtores rurais emitem uma CPR avalizada por um banco, a partir
de garantias reais do emitente, e negociam em um leilão eletrônico
do Banco do Brasil, na Bolsa de Mercadorias ou diretamente com
algum comprador interessado.
• A CPR pode ser emitida em qualquer momento da produção, até
mesmo após a colheita, funcionando, neste caso, como um crédito de
comercialização.
• O preço que serve de parâmetro para as negociações é o preço futuro
do produto, que é obtido nas bolsas de mercadorias que negociam o
produto.
Adiantamento de contratos de câmbio (ACC)
• Esta é uma modalidade de financiamento exclusiva para exportadores
que tenham contrato de exportação fechado.
• Um banco internacional fornece um crédito para o exportador a partir
da variação cambial projetada, mais uma determinada taxa de juros.
• A garantia é o próprio contrato entre o exportador e o importador.
• Assim, o exportador recebe o crédito antecipadamente e pode
repassar ao produtor ou à cooperativa.
Mercado de opções – compra e venda
• Há dois tipos de opções: opção de compra e opção de venda.
• Opção de compra: o detentor, titular ou comprador de uma opção de
compra, tem o direito de comprar um contrato em certa data por
determinado preço.
• Opção de venda: o comprador de uma opção de venda paga um
prêmio para a Conab para obter o direito de vender um contrato, ao
preço determinado e na época contratada.
• O objetivo deste mecanismo é garantir preços agrícolas sem ônus do
carregamento público dos estoques reguladores.
• É um instrumento que proporciona uma alternativa de captação de
recursos para o setor, desvinculando o crédito rural da
comercialização da produção.
Mercados Futuros
• O produtor rural pode utilizar-se dos mercados futuros para ter a garantia
de obtenção de um preço futuro que lhe seja favorável.
• As empresas que produzem alimentos e os exportadores se utilizam dos
mercados futuros com o objetivo de evitar que eventuais altas nas cotações
de uma commodity tragam prejuízos às suas atividades já planejadas.
• A ideia básica é a de que:
- de um lado da transação há o compromisso de um agente em vender uma
dada quantidade de produto, em uma determinada época, a um preço
definido;
- do outro lado da transação, há um agente que se compromete a comprar
este papel, lastreado em um produto agrícola, na época especificada e ao
preço estabelecido.
• Na prática, comercializa-se um contrato na bolsa de mercadorias e futuros,
que é o locus onde os agentes negociam contratos futuros.
Contexto internacional
• Após o final da Segunda Grande Guerra, mais precisamente em 30 de
outubro de 1947, foi criado o primeiro fórum internacional para
discussões das questões vinculadas ao comércio entre os países,
denominado GATT (Acordo Geral de Tarifas e Comércio).
• O entendimento geral no GATT era de buscar discutir e implementar
mecanismos que viabilizassem a regulamentação e a crescente
liberalização do comércio internacional.
• Todos os países tinham claro que o sentido geral das discussões
levaria a um sistema comercial mais orientado pelas leis do mercado
e, gradativamente, menos por mecanismos protecionistas que têm
por característica distorcer as forças de oferta e demanda.
• Em primeiro de janeiro de 1995 o GATT foi substituído pela OMC
(Organização Mundial de Comércio).

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