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AGREGAR_APOSTILA_INSTALAÇÕES ELÉTRICAS_VERSÃO1_DEZ2020

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Autora: Engª MSc. Raquel Cabral 
POR AGREGAR ENGENHARIA POR AGREGAR ENGENHARIA POR AGREGAR ENGENHARIA 
 
 
 
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
 
Profª. MSc. Raquel Cabral 
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A norma de referência para os projetos de instalações elétricas é a NBR 5410:2004 
(versão corrigida em 2008). 
O objetivo da norma é estabelecer condições que devem satisfazer instalações elétricas 
de baixa tensão, a fim de garantir: 
• Segurança das pessoas; 
• Funcionamento adequado das instalações; 
• Conservação dos bens. 
Esta Norma aplica-se principalmente às instalações elétricas de edificações, qualquer 
que seja seu uso (residencial, comercial, público, industrial, de serviços, agropecuário, 
hortigranjeiro, etc.), incluindo as pré-fabricadas. 
 
 
 
, 
 
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NORMA DE REFERÊNCIA 
 
 
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Os trechos apresentados a seguir foram retirados da NBR 5410 e representam os 
alguns princípios fundamentais do projeto elétrico. 
 
PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS 
As pessoas e os animais devem ser protegidos contra choques elétricos, seja o risco 
associado a contato acidental com parte viva perigosa, seja a falhas que possam 
colocar uma massa acidentalmente sob tensão. 
PROTEÇÃO CONTRA EFEITOS TÉRMICOS 
A instalação elétrica deve ser concebida e construída de maneira a excluir qualquer 
risco de incêndio de materiais inflamáveis, devido a temperaturas elevadas ou arcos 
elétricos. Além disso, em serviço normal, não deve haver riscos de queimaduras para 
as pessoas e os animais. 
PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTES 
As pessoas, os animais e os bens devem ser protegidos contra os efeitos negativos 
de temperaturas ou solicitações eletromecânicas excessivas resultantes de 
sobrecorrentes a que os condutores vivos possam ser submetidos. 
 
 
 
 
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS 
 
 
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
 
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 CIRCULAÇÃO DE CORRENTES DE FALTA 
Condutores que não os condutores vivos e outras partes destinadas a escoar 
correntes de falta devem poder suportar essas correntes sem atingir temperaturas 
excessivas. 
PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES 
As pessoas, os animais e os bens devem ser protegidos contra as consequências 
prejudiciais de ocorrências que possam resultar em sobretensões, como faltas entre 
partes vivas de circuitos sob diferentes tensões, fenômenos atmosféricos e 
manobras. 
SECCIONAMENTO 
A alimentação da instalação elétrica, de seus circuitos e de seus equipamentos deve 
poder ser seccionada para fins de manutenção, verificação, localização de defeitos e 
reparos. 
ACESSIBILIDADE DOS COMPONENTES 
Os componentes da instalação elétrica devem ser dispostos de modo a permitir espaço 
suficiente tanto para a instalação inicial quanto para a substituição posterior de 
partes, bem como acessibilidade para fins de operação, verificação, manutenção e 
reparos. 
 
 
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
 
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Figura 1: Partes da instalação elétrica 
Fonte: Manual Prysmiam – Instalações Elétricas Residenciais. 
 
Um dos conceitos trazidos pela norma e que é importante fazer uma correta 
diferenciação é PONTO DE ENTREGA. Este é definido como o ponto de conexão do sistema 
elétrico da empresa distribuidora de eletricidade com a instalação elétrica da unidade 
COMPONENTES DO SISTEMA 
 
 
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
 
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 consumidora. CUIDADO para não confundir com PONTO DE ENTRADA que é o ponto em 
que uma linha externa penetra na edificação, ou seja, este último tem como 
referência a edificação em si. 
para lembrar: 
PONTO DE ENTREGA = ponto no qual a concessionária ENTREGA ao consumidor; 
PONTO DE ENTRADA = ponto onde a linha ENTRA na edificação. 
 
O quadro de medição é aquele que determina o consumo da unidade ao longo de um 
período de tempo. Lembre-se que antigamente, em edificações coletivas, utilizava-se a 
medição centralizada e o valor a ser pago por cada unidade era determinada por 
rateio. Este processo fazia com que o consumo fosse maior e também houvesse uma 
certa injustiça para os consumidores que consumissem menos ao longo do mês. Hoje, 
temos o sistema INDIVIDUALIZADO, no qual a medição é feita para cada unidade. 
Outra diferenciação importante diz respeito a circuito de distribuição e circuito 
terminal. O primeiro se refere a fiação que liga o quadro de medição (aquele que fica 
na entrada da unidade) ao quadro de distribuição (aquele que fica dentro da edificação 
com função de distribuir a fiação aos pontos). Já o circuito terminal diz respeito a 
fiação que liga o quadro de distribuição aos pontos (lâmpadas, tomadas, etc). 
 
 
 
 
 
 
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As edificações são enquadradas em função da carga instalada e da demanda 
calculada. As concessionárias atendem seus consumidores residenciais, fornecendo 
energia elétrica na classe de tensão mono, bi ou trifásica, de acordo com suas 
necessidades, em função da carga total instalada. A carga total instalada é a soma 
das potências nominais de todos os aparelhos, equipamentos e lâmpadas utilizados. 
(JÚNIOR, Roberto de Carvalho). 
Então, o fornecimento pode ser de três tipos: monofásico, bifásico e trifásico, 
conforme tabela apresentada a seguir. 
Tipo Fornecimento 
M Dois fios (fase + neutro) 
B Três fios (2 fases + neutro) 
T Quatro fios (3 fases + neutro) 
 
 
 
 
 
TIPOS DE ALIMENTAÇÃO 
 
 
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Aqui, vamos estudar alguns conceitos e equações básicas da elétrica. Por vezes, as 
questões exigem apenas o conhecimento destes. 
 
CORRENTE ELÉTRICA 
É o movimento ordenado de elétrons livres no interior de um condutor elétrico sob a 
influência de uma fonte de tensão elétrica. 
Os elétrons livres dos átomos de uma certa substância normalmente se deslocariam 
em todas as direções. Quando, em um condutor, o movimento de deslocamento de 
elétrons livres é mais intenso em um determinado sentido, diz-se que existe uma 
corrente elétrica ou um fluxo elétrico no condutor (NISKIER, Julio). 
A intensidade de corrente elétrica é dada pelo número de elétrons livres que 
atravessam a seção do condutor por unidade de tempo. 
• Instrumento utilizado para medir: amperímetro (ligado em série no circuito) 
• Corrente elétrica = “I” 
• Unidade = A (ampére) ou Coulombs/segundos 
Só há corrente elétrica em circuitos fechados. 
 
 
 
EQUAÇÕES BÁSICAS DA ELÉTRICA 
 
 
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TENSÃO ELÉTRICA 
É a força exercida nos extremos do circuito, para movimentar de forma ordenada 
os elétrons livres. 
Quando entre dois pontos de um condutor, existe uma diferença entre as 
concentrações de elétrons, isto é, de carga elétrica, diz-se que existe um potencial 
elétrico ou uma tensão elétrica entre esses dois pontos (NISKIER, Julio). 
• Instrumento usado para medir: voltímetro (ligado em paralelo no circuito) 
• Tensão elétrica = “U” 
• Unidade = V (volts) 
Tensão nominal: tensão atribuída aos equipamentos e aos sistemas elétricos para os 
quais a instalação foi dimensionada, com as variações permitidas por norma. 
 
RESISTÊNCIA ELÉTRICA 
Existe uma força de atração entre os elétrons e os respectivos núcleos atômicos e 
que resiste à liberação dos elétrons para o estabelecimento da corrente elétrica. 
Abreviadamente, designa-se essa oposição ao fluxo da corrente como resistência. 
(NISKIER, Julio). 
Resistência elétrica de um materialdepende de quatro variáveis: tipo de material, 
comprimento, área da seção transversal e temperatura. 
A resistência de um condutor de seção uniforme, expressa em ohms, é dada por: 
 
 
 
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𝐑 = 𝛒
𝐋
𝐒
 
Onde: 
ρ: resistividade do condutor (Ω x mm²/m) 
L: comprimento do condutor (m) 
S: área da seção do condutor (mm²) 
 
Alguns valores de resistividade a 15°C 
Cobre: 1/58 Ω x mm²/m 
Alumínio: 0,028 Ω x mm²/m 
BONS CONDUTORES possuem BAIXA resistência. 
BONS ISOLANTES possuem ALTA resistência. 
 
LEI DE OHM 
A intensidade de corrente que percorre um condutor é diretamente proporcional à 
tensão que a produz e inversamente proporcional à resistência do condutor. 
 
𝐈 = 
𝐔
𝐑
 
 
 
 
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 POTÊNCIA ELÉTRICA 
A potência é definida como sendo o trabalho efetuado na unidade de tempo. A potência 
elétrica é obtida pelo produto da tensão U pela intensidade da corrente I. 
 
P = I x U 
 
Potência: capacidade dos aparelhos para solicitar uma quantidade de energia elétrica, 
em maior ou menor tempo, e transformá-la em outro tipo de energia. 
• Quanto maior a potência maior será o trabalho realizado em um determinado 
tempo. 
• Potência elétrica = “P” 
• Unidade: VA (volt-ampére) 
A essa potência dá-se o nome de potência aparente, que é composta por duas parcelas: 
potência ativa e potência reativa. 
Potência ativa: parcela efetivamente transformada em potência luminosa, mecânica 
ou térmica. Unidade: Watt (W) ou J/s 
Potência reativa: parcela transformada em campo magnético, necessária ao 
funcionamento de motores, transformadores e reatores. Unidade: volt-ampère 
reativo (Var). 
 
POTÊNCIA ATIVA = 
POTÊNCIA APARENTE
FATOR DE POTÊNCIA
 
 
 
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CAPÍTULO 1 
 
 
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Neste item vamos estudar as recomendações da NBR 5410:2004 para determinar as 
potências e quantidades dos pontos de utilização do projeto – tomadas e iluminação. 
 
ILUMINAÇÃO 
Em cada cômodo ou dependência deve ser previsto pelo menos um ponto de luz fixo 
no teto, comandado por interruptor (NBR 5410:2004). 
OBS: 
1. Nas acomodações de hotéis, motéis e similares pode-se substituir o ponto de luz fixo no teto por tomada de 
corrente, com potência mínima de 100 VA, comandada por interruptor de parede. 
2. Admite-se que o ponto de luz fixo no teto seja substituído por ponto na parede em espaços sob escada, 
depósitos, despensas, lavabos e varandas, desde que de pequenas dimensões e onde a colocação do ponto 
no teto seja de difícil execução ou não conveniente. 
Segundo a NBR 5410:2004, para critérios de dimensionamento, a potência mínima de 
iluminação dos ambientes pode ser calculada através das recomendações abaixo: 
1) Cômodos com área menor ou igual a 6 m² - 100 Va 
2) Cômodos com área maior que 6 m² - 100 Va para os primeiros 6 m² acrescidos 
de 60 Va para cada aumento de 4 m² INTEIROS. 
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 NOTA: Os valores apurados correspondem à potência destinada à iluminação para 
efeito de dimensionamento dos circuitos, e não necessariamente à potência nominal 
das lâmpadas. 
Esta observação acima diz respeito aos altos valores obtidos para a potência pelo 
critério da norma – ela deixa claro que são potências que devem ser usadas para o 
dimensionamento dos fios e não necessariamente a potência que o usuário irá utilizar. 
Esquematizando! 
ÁREA REGRA 
≤ 6 m² 100 Va 
> 6 m² 
100 Va para os primeiros 6 m² + 
60 Va para cada acréscimo de 4 m² INTEIROS. 
 
TOMADAS DE USO GERAL (TUG’s) 
Aqui, temos como referência o item 9.5.2.2 da NBR 5410. Vamos fazer assim, primeiro 
ler a literalidade da norma e depois esquematizar as informações. 
QUANTIDADE DE TUG’S 
Segundo a NBR 5410:2004, o número de pontos de tomada deve ser determinado em 
função da destinação do local e dos equipamentos elétricos que podem ser aí utilizados, 
observando-se no mínimo os seguintes critérios: 
a) em banheiros, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada, próximo ao 
lavatório. 
 
 
 
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 b) em cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, cozinha-área de serviço, 
lavanderias e locais análogos, deve ser previsto no mínimo um ponto de tomada para 
cada 3,5 m, ou fração, de perímetro, sendo que acima da bancada da pia devem ser 
previstas no mínimo duas tomadas de corrente, no mesmo ponto ou em pontos 
distintos; 
 
c) em varandas, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada; 
NOTA Admite-se que o ponto de tomada não seja instalado na própria varanda, mas próximo ao seu acesso, 
quando a varanda, por razões construtivas, não comportar o ponto de tomada, quando sua área for inferior 
a 2 m² ou, ainda, quando sua profundidade for inferior a 0,80 m. 
 
d) em salas e dormitórios devem ser previstos pelo menos um ponto de tomada para 
cada 5 m, ou fração, de perímetro, devendo esses pontos ser espaçados tão 
uniformemente quanto possível; 
NOTA Particularmente no caso de salas de estar, deve-se atentar para a possibilidade de que um ponto de 
tomada venha a ser usado para alimentação de mais de um equipamento, sendo recomendável equipá-lo, 
portanto, com a quantidade de tomadas julgada adequada. 
 
e) em cada um dos demais cômodos e dependências de habitação devem ser previstos 
pelo menos: 
• um ponto de tomada, se a área do cômodo ou dependência for igual ou inferior 
a 2,25 m². Admite-se que esse ponto seja posicionado externamente ao cômodo 
ou dependência, a até 0,80 m no máximo de sua porta de acesso; 
 
 
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 • um ponto de tomada, se a área do cômodo ou dependência for superior a 2,25 
m² e igual ou inferior a 6 m²; 
• um ponto de tomada para cada 5 m, ou fração, de perímetro, se a área do 
cômodo ou dependência for superior a 6 m², devendo esses pontos ser espaçados 
tão uniformemente quanto possível. 
 
POTÊNCIA DAS TUG’S 
A potência a ser atribuída a cada ponto de tomada é função dos equipamentos que 
ele poderá vir a alimentar e não deve ser inferior aos seguintes valores mínimos: 
 
a) em banheiros, cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais 
análogos, no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até três pontos, e 100 VA por 
ponto para os excedentes, considerando-se cada um desses ambientes separadamente. 
Quando o total de tomadas no conjunto desses ambientes for superior a seis pontos, 
admite-se que o critério de atribuição de potências seja de no mínimo 600 VA por 
ponto de tomada, até dois pontos, e 100 VA por ponto para os excedentes, sempre 
considerando cada um dos ambientes separadamente; 
 
b) nos demais cômodos ou dependências, no mínimo 100 VA por ponto de tomada. 
 
 
 
 
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 Esquematizando! 
AMBIENTE REGRA (mínimo) 
SALAS E DORMITÓRIOS 1 TUG de 100 Va para cada 5m de perímetro ou fração 
COZINHAS, COPAS, ÁREAS DE 
SERVIÇO E LOCAIS ANÁLOGOS 
1 TUG para cada 3,5m de perímetro ou fração; sendo mínimo 600 VA por 
ponto de tomada, até três pontos, e 100 VA por ponto para os excedentes, 
considerando-se cada um desses ambientes separadamente; se o número 
for maior que 6 tomadas, admite-se que o critério de atribuição de 
potências seja de no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até dois pontos, 
e 100 VApor ponto para os excedentes 
BANHEIROS 1 TUG de 600 Va próxima ao lavatório 
VARANDAS 1 TUG de 100 Va 
DEMAIS CÔMODOS 
A ≤ 6m²: 1 tomada de 100 Va 
A > 6m² - 1 tomada de 100 Va para cada 5 m de perímetro ou fração. 
Obs: quando a área for menor que 2,25 m², admite que a tomada seja 
colocada fora do cômodo desde que a uma distância de no máximo 0,80m 
da porta de acesso. 
 
TOMADAS DE USO ESPECÍFICO (TUE’s) 
As TUE’s são pontos de tomadas destinados a alimentar exclusivamente determinado 
aparelho – como, por exemplo, chuveiro elétrico, ar condicionado, lavadora de louças, 
etc. Diz-se que podemos identificar uma TUE a partir da corrente do APARELHO; quando 
esta corrente for maior que 10A, estamos falando de uma tomada de uso específico. 
A potência a ser considerada para a TUE depende da potência nominal do aparelho que 
será ligado. 
O projeto deve prever o número, a localização e o tipo das TUE’s em função do layout 
da instalação e das necessidades do usuário. Segundo a NBR 5410, tais tomadas devem 
estar no máximo a 1,50m de distância do aparelho. 
 
 
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 Obs: de acordo com a NBR 5410 todo equipamento que demandar uma corrente maior 
que 10 A deve obrigatoriamente ter um circuito exclusivo na instalação. 
A observação acima diz que, por exemplo, para um chuveiro (que certamente possui 
corrente maior que 10A) deve-se prever um circuito EXLCUSIVO (isto significa um 
disjuntor exclusivo no quadro de distribuição para este aparelho). Preste atenção! Isto 
não significa que um circuito não pode ter corrente maior que 10A. 
 
item 9.5.2.2.3, NBR 5410: os equipamentos para aquecimento de água, tais como chuveiro 
e torneiras elétricas, devem possuir CONEXÃO DIRETA, sem a utilização de tomadas. 
Os equipamentos com potências que requerem circuito de uso exclusivo, devem ter a 
conexão realizada através de conectores com capacidade de corrente adequada à 
corrente solicitada pela carga. 
 
A prescrição acima está relacionada ao fato de termos tomadas de 10 A e 20 A. 
Estes são os valores de corrente que o material da tomada suporta. Você consegue 
diferenciar os dois tipos de tomadas a partir da entrada – a de 10 A possui entrada 
com diâmetro menor que a de 20 A. Geralmente, equipamentos de aquecimento de 
água apresentam alta potência e consequentemente alta corrente elétrica – maior 
que 20 A – por isso, não se deve utilizar tomadas para conexão destes equipamentos, 
ok? 
 
 
 
 
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Cabe ao projetista definir o tipo de quadro a ser utilizado de forma a comportar 
todos os equipamentos da instalação assim como a reserva necessária. 
A NBR 5410:2004 define explicitamente a quantidade de reservas no quadro em seu 
item 6.5.4.7: 
• para quadros com até 6 circuitos: prever espaço reserva de no mínimo 2 
circuitos; 
• para quadros de 7 a 12 circuitos: prever espaço reserva de no mínimo 3 circuitos; 
• para quadros de 13 a 30 circuitos: prever espaço reserva de no mínimo 4 
circuitos; 
• para quadros com mais de circuitos: prever espaço reserva de no mínimo 15%. 
 
Quantidade de circuitos efetivamente 
disponível (N) 
Espaço mínimo destinado a reserva 
(em número de circuitos) 
Até 6 2 
7 a 12 3 
13 a 30 4 
N > 30 0,15 N 
 
 
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RECOMENDAÇÕES PARA LOCAÇÃO DO QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO 
O local para instalação do quadro de distribuição fica a critério do projetista. A 
localização do quadro afeta a facilidade de operação e os custos com fiação por 
exemplo. 
• locais de fácil acesso e livres de obstáculo – visando facilidade de manutenção 
e operação; 
• locais sem presença de água ou umidade; 
• aproximadamente no centro de cargas da instalação (menores custos com a 
fiação) e próximo ao quadro de medição; 
• Segundo o Manual de Obras Públicas da SEAP (Projeto) – prever, pelo menos, um 
quadro de distribuição para iluminação e aparelhos em cada pavimento da 
edificação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO 3 
 
 
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Todos os pontos da instalação devem ser divididos em circuitos terminais, ou seja, 
devem ser agrupados de forma a um grupo de pontos ser abastecido pelos mesmos 
condutores e protegidos pelo mesmo dispositivo de proteção (disjuntor). 
A instalação elétrica deve ser dividida em circuitos para facilitar a manutenção e 
também para evitar que a ocorrência de faltas prejudique toda a edificação. 
De acordo com Filho (2011), os circuitos terminais individualizados terão reduzidas a 
queda de tensão e a corrente nominal, o que possibilita o dimensionamento de 
condutores e dispositivos de proteção de menor seção e capacidade nominal. 
Segundo a NBR 5410:2004, todo circuito deve ser concebido de forma a ser seccionado 
sem risco de realimentação inadvertida através de outro circuito. 
Deve-se evitar projetar circuitos terminais muito carregados (de elevada potência 
nominal), pois resulta em condutores de seção nominal muito grande, o que dificulta 
a execução da instalação dos fios nos eletrodutos e as ligações deles aos terminais 
dos aparelhos de utilização (interruptores, tomadas e luminárias). (FILHO, 2011). 
Segundo a NBR5410:2004, devem ser previstos circuitos terminais distintos para pontos 
de iluminação e de tomadas, porém tomadas e pontos de luz podem fazer parte de 
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 um mesmo circuito desde que algumas exigências sejam atendidas. Verificar item 
9.5.3.3 da NBR 5410: 
9.5.3.3 Em locais de habitação, admite-se, como exceção à regra geral de 4.2.5.5, que pontos de 
tomada, exceto aqueles indicados em 9.5.3.2, e pontos de iluminação possam ser alimentados por 
circuito comum, desde que as seguintes condições sejam SIMULTANEAMENTE atendidas: 
a) a corrente de projeto (IB) do circuito comum (iluminação mais tomadas) não deve ser 
superior a 16 A; 
b) os pontos de iluminação não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso 
esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas); e 
c) os pontos de tomadas, já excluídos os indicados em 9.5.3.2, não sejam alimentados, em sua 
totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas). 
 
Item 9.5.3.1 (NBR 5410) - Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo 
exclusivo ou virtualmente dedicado, equipamento com corrente nominal superior a 
10 A deve constituir um circuito independente. 
Item 9.5.3.2 (NBR 5410) - Os pontos de tomadas de cozinha, copa, copa-cozinha, área 
de serviço, lavanderia e locais análogos devem ser atendidos por circuitos 
exclusivamente destinados a alimentação de tomadas desses locais. 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO 4 
 
 
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A simbologia para representação dos elementos era normalizada pelaNBR5444, porém 
esta norma foi cancelada sem substituição. Ainda assim, a simbologia deste tipo de 
projeto já é bastante difundida. Vamos apresentar aqui os principais símbolos utilizados. 
TOMADAS 
Simbologia para tomadas 
 
 Tomada baixa (h = 30 cm) Ao lado da tomada deverá ser indicada 
a potência em VA, sempre que esta 
for diferente de 100. O número do 
circuito também deve ser indicado. Caso 
a altura seja diferente da normalizada 
deve estar contida no projeto. 
 Tomada média (h = 130 cm) 
 Tomada alta (h = 200 cm) 
 Tomada no piso 
 
ELETRODUTOS 
Simbologia para dutos 
 
 Eletroduto embutido na laje 
Indicar a seção do eletroduto em 
mm sempre que esta for 
diferente de 15 mm. Eletroduto embutido no piso 
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 QUADROS 
Simbologia para quadros 
 
 Quadro parcial de luz e força 
aparente 
Indicar as cargas de 
luz em watt e as de 
força em W ou kW. Quadro parcial de luz e força embutido 
 Quadro geral de luz e força aparente 
 Quadro geral de luz e força embutido 
 Caixa para medidor 
 
INTERRUPTORES 
Simbologia para interruptores 
 
 Interruptor simples 
A letra minúscula ao lado do 
interruptor indica o ponto 
comandado (ou seja, devem estar 
presente tanto no interruptor 
quanto na lâmpada pela qual ele é 
responsável). 
 
 Interruptor de duas seções 
 
 Interruptor de três seções 
 Interruptor three-way ou paralelo 
 
Interruptor four-way ou 
intermediário 
 Sensor de presença 
 
 
Sensor de iluminação 
 
 
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 PONTOS DE LUZ 
Simbologia para pontos de luz 
 
Ponto de luz no teto 
A letra minúscula indica 
o ponto de comando e o 
número entre traços o 
número do circuito. 
 
Ponto de luz na parede (arandela) 
 
Ponto de luz fluorescente no teto 
 
CONDUTORES 
Simbologia para condutores 
 
 
Condutor fase no interior do 
eletroduto. 
Cada traço 
representa um 
condutor. Indicar o 
número do circuito, 
a letra de comando 
no retorno e a 
seção dos 
condutores caso 
esta seja diferente 
de 1,5 mm². 
 
Condutor neutro no interior do 
eletroduto. 
 
Condutor retorno no interior do 
eletroduto. 
 
Condutor terra no interior do 
eletroduto. 
 
 
 
 
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Segundo Cervelin & Cavalin, um esquema ou diagrama é a representação de uma 
instalação, ou parte dela, por meio de símbolos gráficos. Todo e qualquer projeto será 
desenvolvido através de símbolos e para isso são utilizados os esquemas/diagramas 
unifilar e multifilar. 
Esquema multifilar: representa todo o sistema elétrico em seus detalhes, com todos 
os condutores. Nesta representação cada traço é um fio que será utilizado na ligação 
dos componentes. 
 
Figura 2: Esquema multifilar 
Esquema unifilar: representa um sistema elétrico simplificado, que identifica o número 
de condutores e representa seus trajetos por um único traço. 
 
Figura 3: Esquema Unifilar 
7 
 
 
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 LIGAÇÕES TÍPICAS 
A partir de agora, conhecendo-se a simbologia para representação dos condutores 
(fios) da instalação, iremos aprender qual a fiação necessária para o funcionamento 
de cada esquema. As figuras esquemáticas apresentadas a seguir foram retiradas 
do Manual Prysmiam – Instalações Elétricas Residenciais. 
Abaixo, temos a representação dos condutores em projeto elétrico, conforme vimos 
no capítulo anterior. 
 
Figura 4: Condutores da instalação 
 
Figura 5: Identificação dos condutores da instalação 
Fonte: Manual Prysmiam – Instalações Elétricas Residenciais. 
 
Em relação às cores destes condutores, a NBR 5410:2004 informa que o condutor 
neutro deve possuir a cor azul-claro e o condutor proteção deve possuir a cor verde 
ou verde/amarelo. Já os condutores fase e retorno não possuem cores determinadas 
pela norma, devendo-se ter o cuidado apenas de não se usar cores que possam causar 
confusão com os outros condutores. 
INTERRUPTOR SIMPLES 
Nas próximas figuras, tem-se a representação da ligação de um interruptor simples. 
Para a correta ligação deste sistema, deve-se ligar o condutor fase ao interruptor, o 
condutor neutro à lâmpada, o condutor retorno conecta o interruptor à lâmpada e 
o condutor proteção é utilizado em luminárias metálicas. 
 
 
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 Quando um interruptor simples comanda mais de uma lâmpada, o mesmo retorno é 
conectado a todas as lâmpadas acendidas por ele. Assim, neste caso, todas as lâmpadas 
acenderão de maneira simultânea, afinal, o interruptor simples só tem uma tecla. 
 
Figura 6: Interruptor simples para uma lâmpada 
Figura 7: Interruptor simples para duas lâmpadas 
Fonte: Manual Prysmiam – Instalações Elétricas Residenciais. 
 
 
Para os interruptores de duas ou três seções, temos apenas a diferença relacionada 
à quantidade de seções/teclas do interruptor. Assim, cada tecla/seção corresponde 
a um fio retorno. A tabela a seguir detalha a quantidade de fios de cada um dos 
interruptores vistos acima. 
INTERRUPTOR FIOS QUANTIDADE DE FIOS 
SIMPLES (1 SEÇÃO) 1F + 1R 2 
2 SEÇÕES 1F + 2R 3 
3 SEÇÕES 1F + 3R 4 
 
 
 
 
 
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 INTERRUPTOR PARALELO E INTERMEDIÁRIO 
Nas próximas figuras, temos as ilustrações dos interruptores mais cobrados: 
paralelo (ou three way) e intermediário (ou four way). O interruptor paralelo é 
aquele que trabalha “em dupla”, ou seja, neste caso temos DOIS INTERRUPTORES QUE 
COMANDAM UMA MESMA LÂMPADA ou um mesmo conjunto de lâmpadas. É só lembrar 
do interruptor da escada, sabe? Acende embaixo, apaga em cima... 
Já o interruptor intermediário é utilizado quando precisamos comandar uma 
lâmpada (ou conjunto de lâmpadas) de 3 interruptores ou mais. Caso queiramos 
acender de três interruptores, teremos que utilizar: 2 paralelos + 1 intermediário. 
Para adicionar mais interruptores ao sistema, podemos adicionar quantos 
intermediários forem necessários, tornando a ligação mais complexa e cara, 
obviamente. Só para não restar dúvidas: se for preciso acender a mesma lâmpada 
de 8 interruptores, usaríamos 2 paralelos + 6 intermediários, ok? 
INTERRUPTOR PARALELO OU THREE WAY 
A ligação do interruptor paralelo é realizada da seguinte forma: 
• A lâmpada recebe o neutro do quadro; 
• Um dos interruptores paralelos recebe o fio fase; 
• Os dois interruptores são conectados através de dois retornos; 
• O interruptor paralelo que não tem o fase, conecta-se à lâmpada através de 
um retorno. 
A figura a seguir ilustra a ligação explicada acima. 
 
 
 
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Figura 8: Interruptor paralelo 
INTERRUPTOR FIOS QUANTIDADE DE FIOS 
PARALELO 
1F + 2R 
3 
3R 
 
INTERRUPTOR INTERMEDIÁRIO OU FOUR WAY 
A ligação do interruptor intermediário é realizada da seguinte forma: 
• A lâmpada recebe o neutro do quadro; 
• Um dos interruptores paralelos recebe o fio fase; 
• O interruptor intermediário e um dos paralelos são conectados através de dois 
retornos – chamados de “x”; 
• O interruptor intermediário e o outro paralelo são conectados através de dois 
retornos – chamados de “y”; 
• O interruptor paralelo que não tem o fase, conecta-se à lâmpada através de 
um retorno. 
 
 
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 A figura a seguir ilustra a ligação explicada acima. 
 
Figura 9: Interruptor intermediário 
INTERRUPTOR FIOS QUANTIDADEDE FIOS 
PARALELO 
1F + 2R 
3 
3R 
INTERMEDIÁRIO 4R 4 
 
TOMADAS 
As ligações apresentadas nas próximas figuras dizem respeito às tomadas 
monofásicas e bifásicas. As tomadas possuem ligações bem simples: 
• monofásica = fase + neutro + terra; 
• bifásica = fase + fase + terra. 
 
 
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Figura 10: Tomada monofásica 
 
 
 
Figura 11: Tomada bifásica 
 
EXEMPLOS GERAIS DE REPRESENTAÇÕES EM PROJETO 
 
INTERRUPTOR SIMPLES 
 
FASE: INTERRUPTOR 
NEUTRO: LÂMPADA 
TERRA: LUMINÁRIA 
RETORNO: INTERRUPTOR -> LÂMPADA 
 
 
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INTERRUPTOR DE 2 SEÇÕES 
 
FASE: INTERRUPTOR 
NEUTRO: LÂMPADA 
TERRA: LUMINÁRIAS 
RETORNO “a”: INTERRUPTOR -> LÂMPADA “a” 
RETORNO “b”: INTERRUPTOR -> LÂMPADA “b” 
 
INTERRUPTOR DE 2 SEÇÕES PARA 4 LÂMPADAS 
 
FASE: INTERRUPTOR 
NEUTRO: LÂMPADA 
TERRA: LUMINÁRIAS 
RETORNO “a”: INTERRUPTOR -> LÂMPADAS “a” 
RETORNO “b”: INTERRUPTOR -> LÂMPADAS “b” 
 
INTERRUPTOR PARALELO 
 
FASE: UM DOS INTERRUPTORES PARALELO 
NEUTRO: LÂMPADA 
TERRA: LUMINÁRIA 
RETORNO “a”: INTERRUPTOR QUE NÃO TEM FASE -> 
LÂMPADA “a” 
RETORNO “x”: INTERRUPTOR -> INTERRUPTOR 
 
 
 
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INTERRUPTOR INTERMEDIÁRIO 
 
FASE: UM DOS INTERRUPTORES PARALELO 
NEUTRO: LÂMPADA 
TERRA: LUMINÁRIAS 
RETORNO “a”: INTERRUPTOR -> LÂMPADA “a” 
RETORNO “x”: INTERRUPTOR INTERMEDIÁRIO -> 
UM DOS INTERRUPTORES PARALELO 
RETORNO “y”: INTERRUPTOR INTERMEDIÁRIO -> O 
OUTRO DOS INTERRUPTORES PARALELO 
 
EXEMPLO GERAL 
 
CADA CIRCUITO POSSUI UM CONJUNTO DE FIOS! 
 
ILUMINAÇÃO (1): NEUTRO, FASE E TERRA; 
TOMADA MONOFÁSICA (2): NEUTRO, FASE E TERRA; 
TOMADA BIFÁSICA (3): FASE, FASE E TERRA 
 
 
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CAPÍTULO 7 
 
 
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“O termo condutor elétrico é usado para designar um produto destinado a transportar 
corrente (energia) elétrica, sendo que os fios e os cabos elétricos são os tipos mais 
comuns de condutores. O cobre é o metal mais utilizado na fabricação de condutores 
elétricos para instalações residenciais, comerciais e industriais. Dimensionar a fiação 
de um circuito é determinar a seção padronizada (bitola) dos fios deste circuito, de 
forma a garantir que a corrente calculada para ele possa circular pelos fios, por um 
tempo ilimitado, sem que ocorra superaquecimento” (Manual Instalações Elétricas 
Residenciais Elektro/Pirelli). 
Basicamente, existem dois tipos de condutores: cabos e fios. Um fio é um condutor 
sólido, maciço, provido de isolação, usado diretamente como condutor de energia 
elétrica. Por sua vez, a palavra cabo é utilizada quando um conjunto de fios é reunido 
para formar um condutor elétrico. Ou seja, os cabos são mais flexíveis que os fios. 
 FIOS CABOS 
 
 
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 Segundo Niskier, temos o seguinte a respeito dos materiais utilizados para os 
condutores: 
1) Em instalações residenciais só podem ser empregados condutores de cobre, 
exceto condutores de aterramento e proteção; 
2) Em instalações comerciais é permitido o emprego de condutores de alumínio 
com seções iguais ou superiores a 50 mm²; 
3) Em instalações industriais podem ser utilizados condutores de alumínio, desde 
que sejam obedecidas simultaneamente as seguintes condições: 
a. Seção nominal dos condutores ≥ 16 mm² 
b. Potência instalada ≥ 50 kW 
c. Instalações e manutenção qualificadas 
 
Segundo a NBR 5410:2004, para determinar a seção do condutor de fase é necessário 
utilizar alguns critérios de dimensionamento: 
 
CR
IT
ÉR
IO
S 
DE
 D
IM
EN
SI
NA
M
EN
TO
 D
OS
 
CO
ND
UT
OR
ES
Critério da seção mínima
Critério da capacidade de 
condução de corrente
Critério do limite da queda de 
tensão
Critério da proteção contra 
sobrecargas
Critério da proteção contra 
curto-circuitos
Critério da proteção contra 
choques elétricos
 
 
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 Cada um dos critérios pode fornecer seções diferentes e a seção adotada para o 
condutor é a maior dentre as encontradas individualmente por cada um dos critérios. 
Escolhe-se então o condutor padronizado comercialmente, cuja seção nominal seja igual 
ou superior à seção calculada. 
Vamos detalhar cada critério separadamente. 
CRITÉRIO DA SEÇÃO MÍNIMA 
CONDUTOR DE FASE 
A seção mínima para condutores é definida pela NBR 5410 e é apresentada nas tabelas 
apresentadas abaixo. 
TIPOS DE LINHA UTILIZAÇÃO DO CIRCUITO 
SEÇÃO MÍNIMA DO 
CONDUTOR DE COBRE EM 
MM² 
INSTALAÇÕES 
FIXAS EM GERAL 
CONDUTORES E 
CABOS 
ISOLADOS 
CIRCUITO DE ILUMINAÇÃO 1,50 
CIRCUITOS DE FORÇA / TOMADAS DE 
CORRENTE 
2,50 
CIRCUITOS DE SINALIZAÇÃO E CONTROLE 0,50 
CONDUTORES 
NUS 
CIRCUITOS DE FORÇA 10,0 
CIRCUITOS DE SINALIZAÇÃO E CONTROLE 4,0 
 
TIPOS DE LINHA UTILIZAÇÃO DO CIRCUITO 
SEÇÃO MÍNIMA DO 
CONDUTOR DE ALUMÍNIO 
EM MM² 
INSTALAÇÕES 
FIXAS EM 
GERAL 
CONDUTORES E CABOS 
ISOLADOS 
CIRCUITO DE ILUMINAÇÃO 16,0 
CIRCUITOS DE FORÇA / TOMADAS DE 
CORRENTE 16,0 
CONDUTORES NUS CIRCUITOS DE FORÇA 16,0 
 
 
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CONDUTOR NEUTRO 
Segundo a NBR 5410:2004, para circuitos monofásicos, o condutor neutro DEVE ter a 
mesma seção do condutor fase. 
Para circuitos trifásicos, a seção do neutro PODE ser reduzida conforme Tabela a 
seguir, desde que atendidas SIMULTANEAMENTE as seguintes condições: 
a) o circuito for presumivelmente equilibrado, em serviço normal; 
b) a corrente das fases não contiver uma taxa de terceira harmônica e múltiplos superior a 
15%; e 
c) o condutor neutro for protegido contra sobrecorrentes. 
A tabela a seguir apresenta a seção reduzida do condutor neutro em função da seção 
do condutor de fase. 
SEÇÃO DOS CONDUTORES DE FASE (S) SEÇÃO REDUZIDA DO CONDUTOR NEUTRO 
S ≤ 25 S 
35 25 
50 25 
70 35 
95 50 
Dentro deste tópico, outra informação bem relevante é que a condutor neutro NÃO 
pode ser comum a mais comum a mais de um circuito. 
 
CONDUTOR DE PROTEÇÃO 
A seção do condutor de proteção é dada em função da seção do condutor de fase, 
conforme tabela a seguir. 
 
 
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SEÇÃO DOS CONDUTORES DE FASE (S) 
SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE 
PROTEÇÃO 
S ≤ 16 S 
16 35 S/2 
* SE ENCONTRAR SEÇÕES NÃO PADRONIZADAS, ADOTAR A PADRONIZADA MAIS PRÓXIMA; ESTA TABELA SÓ 
É VÁLIDA SE O CONDUTOR DE PROTEÇÃO FOR DO MESMO METAL QUE O DE FASE. 
 
Além disso, em algumas questões já apareceu a informação contida na tabela abaixo. 
SEÇÕES MÍNIMAS DE QUALQUER CONDUTOR DE PROTEÇÃO QUE NÃO FAÇA PARTE DO MESMO CABO OU NÃO 
ESTEJA CONTIDO NO MESMO CONDUTO FECHADO QUE OS CONDUTORES DE FASE 
SE FOR PROVIDA PROTEÇÃO CONTRA DANOS MECÂNICOS; 
2,5 (COBRE) 
16,0 (ALUM.) 
SE NÃO FOR PROVIDA PROTEÇÃO CONTRA DANOS MECÂNICOS 
4,0 (COBRE) 
16,0 (ALUM.) 
 
Conforme a NBR 5410:2004, um condutor de proteção PODE ser comum a dois ou mais 
circuitos, DESDE QUE esteja instalado no mesmo conduto que os respectivos condutores 
de fase e sua seção seja dimensionada conforme as seguintes opções: 
a) calculada de acordo com 6.4.3.1.2, para a mais severa corrente de falta presumida e o mais longo tempo de 
atuaçãodo dispositivo de seccionamento automático verificados nesses circuitos; ou 
b) selecionada conforme a tabela 58, com base na maior seção de condutor de fase desses circuitos. 
 
 
 
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 CRITÉRIO DA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE 
Este critério leva em consideração os efeitos térmicos causados pela circulação de 
corrente e a influência das condições de instalações dos condutores (estas 
influenciadas pelo número de circuitos agrupados e pela temperatura do ambiente). 
Referência normativa: consultar item 6.2.5, NBR 5410:2004. 
Sobre o critério da capacidade de condução de corrente a NBR 5410:2004, traz: 
As prescrições desta subseção são destinadas a garantir uma vida satisfatória a condutores e isolações submetidos 
aos efeitos térmicos produzidos pela circulação de correntes equivalentes às suas capacidades de condução de 
corrente durante períodos prolongados em serviço normal. 
Vamos apresentar o passo a passo para determinação da seção do condutor de fase 
pelo critério da capacidade de condução de corrente. As etapas estão resumidas no 
esquema abaixo: 
 
IB: corrente de 
projeto
Método de 
instalação
FCT: fator de 
correção de 
temperatura
FCA: fator de 
correção de 
agrupamento
I’: corrente 
corrigida
TABELA
 
 
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 1) Corrente de projeto 
IB =
PCIRC.
𝑈CIRC.x FP
 
2) Modo de instalação 
Consultar: Tabela 33 – NBR 5410:2004 (Anexo A desta apostila) 
 
 
 
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 3) Fator de correção de temperatura (FCT) 
O fator de correção de temperatura depende do material de isolação do condutor e 
da temperatura do ambiente. 
A temperatura afeta as propriedades de isolamento dos condutores, por isto deve ser 
levada em consideração no dimensionamento. 
Consultar: Tabela 40 – NBR 5410:2004 
Temperatura ambiente 
Fator de correção de temperatura 
ISOLAÇÃO PVC ISOLAÇÃO EPR ou XLPE 
10 1,22 1,15 
15 1,17 1,12 
20 1,12 1,08 
25 1,06 1,04 
30 1,00 
35 0,94 0,96 
40 0,87 0,91 
 
4) Fator de correção de agrupamento (FCA) 
O fator de correção de agrupamento leva em consideração a influência da quantidade 
de condutores agrupados no eletroduto na temperatura dos condutores do circuito. 
Consultar: Tabela 42 – NBR 5410:2004 
FORMA DE AGRUPAMENTO DOS 
CONDUTORES 
NÚMERO DE CIRCUITOS AGRUPADOS 
1 2 3 4 5 
Em feixe: ao ar livre ou sobre 
superfície; embutidos; em 
conduto fechado 
1,00 0,80 0,70 0,65 0,60 
* ESTE TRECHO DA TABELA Á VÁLIDO PARA OS MÉTODOS DE REFERÊNCIA “A” A “F”. 
 
 
 
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 5) Corrente corrigida (I’) 
Depois de obter-se todos os parâmetros anteriores, a corrente corrigida pode ser 
encontrada através da equação abaixo: 
𝐼′ =
Icirc
FCT x FCA 
 
6) Seleção da seção do condutor 
 
Consultar: Tabelas 36 e 37 – NBR 5410:2004 (Anexo A desta apostila) 
OBS: CONDUTORES CARREGADOS. 
Os condutores carregados (utilizados para consulta da tabela do Passo 6) são aqueles 
efetivamente percorridos por corrente elétrica. 
O condutor proteção não conta. 
Assim, temos: 
• Circuitos monofásicos = 2 condutores carregados (fase e neutro) 
 
 
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 • Circuitos bifásicos sem neutro = 2 condutores carregados (duas fases) 
• Circuitos bifásicos com neutro = 3 condutores carregados (duas fases e neutro) 
• Circuitos trifásicos sem neutro = 3 condutores carregados (três fases) 
• Circuitos trifásicos com neutro = depende – pode-se adotar 3 condutores 
carregados quando as fases estiverem equilibradas; caso contrário 4 condutores 
carregados. 
Exemplo: Calcular a bitola do condutor para um circuito que alimenta um equipamento com P = 
4400 Va e tensão de 220 V. Dados: isolação em PVC, eletroduto embutido na alvenaria, 2 circuitos 
monofásicos no mesmo eletroduto, temperatura ambiente de 35°C. 
IB: 4400/220 = 20A 
FCT = 0,94 – para 35° C 
FCA = 0,80 – para 2 circuitos agrupados 
I’ = 20 / (0,94 x 0,80) = 26,6 A 
Método de Referência: B1 – para eletroduto embutido na alvenaria 
Quantidade de condutores carregados: 2 (fase + fase, já que o circuito é bifásico e composto de 
fase, fase e terra) 
Seção do condutor: 4 mm² - pela tabela para o método B1 e com dois condutores carregados, o 
condutor de 4mm² tem uma capacidade de condução de corrente de 32 A, como nossa corrente 
corrigida é de 26,6 A, a seção é de 4mm². 
 
 
 
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CRITÉRIO DA QUEDA DE TENSÃO 
Os aparelhos consumidores de energia elétrica são projetados para trabalharem em 
determinado valor de tensão com reduzida tolerância. À medida que a distância entre 
o medidor de energia e a potência da carga aumenta, a queda de tensão ao longo do 
condutor também aumenta. 
A queda de tensão provocada pela passagem de corrente elétrica nos condutores dos 
circuitos de uma instalação deve estar dentro de determinados limites máximos, a 
fim de não prejudicar o funcionamento dos equipamentos de utilização ligados aos 
circuitos terminais. Em baixa tensão, em nenhum caso a queda de tensão nos circuitos 
terminais deve ser superior a 4% (item 6.2.7.2 da NBR 5410). 
6.2.7.1 Em qualquer ponto de utilização da instalação, a queda de tensão verificada não 
deve ser superior aos seguintes valores, dados em relação ao valor da tensão nominal 
da instalação: 
a) 7%, calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT, no caso 
de transformador de propriedade da(s) unidade(s) consumidora(s); 
b) 7%, calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT da 
empresa distribuidora de eletricidade, quando o ponto de entrega for aí localizado; 
c) 5%, calculados a partir do ponto de entrega, nos demais casos de ponto de entrega 
com fornecimento em tensão secundária de distribuição; 
d) 7%, calculados a partir dos terminais de saída do gerador, no caso de grupo gerador 
próprio. 
 
 
 
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 Iluminação 
Outros 
usos 
Instalações alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão a partir de 
uma rede de distribuição pública de baixa tensão 5% 5% 
Instalações alimentadas por subestação de transformação ou transformação a 
partir de uma instalação de baixa tensão 7% 7% 
Instalações que possuem fonte própria 7% 7% 
 
Para o cálculo da seção do condutor pelo critério da queda de tensão, para condutor 
de circuitos monofásicos e bifásicos, utiliza-se a equação abaixo: 
S =
200 x ρ x L x Ib
∆U% x UF
 
Onde: 
S: seção do condutor em mm² 
ρ: resistividade do condutor (para o cobre ρ = 1/58 Ω mm² / m) 
L: distância da carga ao quadro 
IB: corrente de projeto em A 
ΔU%: queda de tensão 
UF: tensão em V 
A seção do condutor para circuitos trifásicos, pelo critério da queda de tensão, é 
obtida através da equação abaixo: 
S =
173,2 x ρ x L x IB
∆U% x UL
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO 8 
 
 
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Disjuntores: dispositivos eletromecânicos de proteção e seccionamento de circuitos. Esta proteção pode estar relacionada com 
sobrecorrentes ou correntes de faltas. Uma sobrecorrente é uma corrente elétrica cujo valor excede, em pequena escala, o valor da 
corrente nominal ou valor normal de funcionamento do equipamento. Uma falta está relacionada falta de alimentaçãode 
determinado equipamento, provocada por uma corrente muito superior à corrente nominal, denominada corrente de falta. Esta 
corrente está associada a curtos-circuitos. 
 
Algumas definições importantes: 
 
Fuga de corrente: por problemas na isolação dos fios, a corrente “foge” do circuito e pode ir para a terra (através do fio terra). 
Quando o fio terra não existe, a corrente fica na carcaça dos equipamentos (eletrodomésticos), causando o choque elétrico. 
 
Sobrecarga: é quando a corrente elétrica é maior do que aquela que os fios e cabos suportam. Ocorre quando ligamos muitos 
aparelhos ao mesmo tempo. Os fios são danificados pelo aquecimento elevado. 
 
Curto-circuito: é causado pela união de dois ou mais potenciais (por ex.: fase-neutro/fase-fase), criando um caminho sem 
resistência, provocando aquecimento elevado e danificando a isolação dos fios e cabos, devido aos altos valores que a corrente 
elétrica atinge nessa situação. 
 
Sobretensão: é uma tensão que varia em função do tempo, ela varia entre fase e neutro ou entre fases, cujo valor e superior ao 
máximo de um sistema convencional. Essa sobretensão pode ter origem interna ou externa. Externa: descargas atmosféricas; Interna: 
curto-circuito, falta de fase, manobra de disjuntores etc. 
 
Segundo Niskier, disjuntores são “dispositivos de manobra e proteção, capazes de 
estabelecer, conduzir e interromper correntes em condições normais do circuito, 
assim como estabelecer, conduzir por tempo especificado e interromper correntes 
em condições anormais especificadas do circuito, tais como as de curto-circuito”. 
 
Segundo Domingos Leite, os “dispositivos de proteção contra sobrecorrentes são 
capazes de proteger os circuitos contra correntes de curto-circuito e/ou correntes 
de sobrecarga”. 
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 Dispositivos de proteção para baixa tensão servem para proteger a instalação em 
casos de curto-circuito, ou quando há excesso de corrente elétrica (sobrecarga). Os 
dispositivos de proteção mais comuns são os disjuntores termomagnéticos. Estes 
disjuntores são assim conhecidos porque são equipados com disparadores térmicos, 
que atuam na ocorrência de sobrecorrentes médias, e disparadores magnéticos, para 
elevadas sobrecorrentes. 
“O disparador térmico se baseia na utilização de uma lâmina bimetálica. Esta lâmina é 
constituída de duas camadas de metais com coeficientes de dilatação distintos. Na 
ocorrência de uma sobrecorrente a lâmina aquece (dissipação de calor por efeito 
Joule) e se curva, desconectando os terminais do disjuntor e abrindo o circuito. O 
disparador magnético é constituído por uma bobina (eletroimã) que atrai uma peça 
articulada quando a corrente atinge um determinado valor. O deslocamento de tal 
peça provoca o seccionamento do circuito através da desconexão mecânica dos 
acoplamentos no interior do disjuntor”. (RODRIGO ARRUDA). 
Então, os disjuntores TERMOMAGNÉTICOS possuem: 
• Disparadores que atuam em caso de curto-circuito – bobina eletromagnética; 
• Disparadores térmicos que atuam em caso de sobrecarga – lâmina bimetálica. 
 
Além dos disjuntores termomagnéticos, tem-se os diferenciais residuais (DR). Os DR’s 
visam garantir a proteção das PESSOAS contra CHOQUES ELÉTRICOS provocados por 
contatos DIRETOS ou INDIRETOS com partes energizadas, bem como a proteção contra 
RISCOS DE INCÊNDIOS devido aos possíveis efeitos de circulação de correntes de fuga 
ou de falta para a Terra. (DOMINGOS LEITE) 
 
 
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 O uso de dispositivos de proteção a corrente diferencial-residual com corrente 
diferencial-residual nominal (In) igual ou inferior a 30 mA é reconhecido como 
proteção adicional contra choques elétricos. (NBR 5410) 
 
Segundo a NBR 5410:2004 o uso de DR é OBRIGATÓRIO nos seguintes casos: 
 
a) os circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em locais contendo banheira 
ou chuveiro; 
 
b) os circuitos que alimentem tomadas de corrente situadas em áreas externas à 
edificação; 
 
c) os circuitos de tomadas de corrente situadas em áreas internas que possam vir a 
alimentar equipamentos no exterior; 
 
d) os circuitos que, em locais de habitação, sirvam a pontos de utilização situados em 
cozinhas, copas/cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e demais 
dependências internas molhadas em uso normal ou sujeitas a lavagens; 
 
e) os circuitos que, em edificações não-residenciais, sirvam a pontos de tomada 
situados em cozinhas, copas-cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e, no 
geral, em áreas internas molhadas em uso normal ou sujeitas a lavagens. 
NOTA Admite-se a exclusão, na alínea d), dos pontos que alimentem aparelhos de iluminação 
posicionados a uma altura igual ou superior a 2,50 m. 
 
 
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NBR 5410: ITEM 6.3.3.2 
O USO DE DISPOSITIVOS DR NÃO DISPENSA, EM NENHUMA HIPÓTESE, O USO DE CONDUTOR 
DE PROTEÇÃO. TODO CIRCUITO DEVE DISPOR DE CONDUTOR DE PROTEÇÃO, EM TODA SUA 
EXTENSÃO. 
 
Para dimensionamento dos disjuntores, devemos atender as duas equações abaixo: 
 
Icircuito ≤ Idisjuntor ≤ Icondutor x FCT x FCA 
I2 ≤ 1,45 IZ 
 
Ex: (UFMT, 2017) O disjuntor termomagnético de proteção a ser instalado para o 
circuito 2 é: 
 
 
 
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 a) 16 A 
b) 10 A 
c) 6 A 
d) 25 A 
 
Como a questão pede o circuito 2, temos: 
Potência total = 100 + 100 + 100 +100 +300 +300 +100 + 100 + 100 + 100 = 1400 Va (soma das potências de 
todas as tomadas do circuito 2, lembre que as não cotadas têm potência de 100 Va). 
 
A tensão do circuito 2 é de 127 V (pela fiação percebemos que é um circuito monofásico – fase/neutro/terra). 
 
Assim, a corrente circulante (IB) no circuito 2 vale: 
 
IB = 1400 / 127 = 11,02 A 
 
A própria questão já informou a capacidade de corrente do condutor de 2,5 mm² (é o condutor do circuito 
2, já que esta é a seção dos condutores não cotados), assim: 
 
IZ = 19 A 
 
A inequação que devemos atender para determinação da corrente do disjuntor é: 
 
IB ≤ IN ≤ IZ 
 
11,02 ≤ IN ≤ 19 
 
Dentre as alternativas apresentadas na questão, a única que atende a inequação acima, ou seja, maior que 
11,02 e menor que 19A é a de 16 A. 
 
Portanto, o gabarito da questão é LETRA a. 
 
 
 
 
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CAPÍTULO 9 
 
 
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O dimensionamento dos eletrodutos está relacionado à determinação do diâmetro 
nominal dos mesmos. O diâmetro dos eletrodutos deve ser tal que os condutores 
possam ser facilmente instalados ou retirados. 
 
Segundo o item 6.2.11.1.6 da NBR 5410, a taxa de ocupação do eletroduto, dada pelo 
quociente entre a soma das áreas das seções transversais dos condutores previstos, 
calculadas com base no diâmetro externo, e a área útil da seção transversal do 
eletroduto, não deve ser superior a: 
• 53% no caso de um condutor; 
• 31% no caso de dois condutores ou cabos; 
• 40% no caso de três ou mais condutores. 
 
“Os trechos contínuos de tubulação, sem interposição de caixas ou equipamentos, não 
devem exceder 15 m de comprimento para linhas internas às edificações e 30 m para 
as linhas em áreas externas às edificações, se os trechos forem retilíneos. Se os 
trechos incluírem curvas, o limite de 15 m e o de 30 m devem ser reduzidos em 3 m 
para cada curva de 90°”. 
 
 
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 TRECHOS COMPRIMENTO MÁXIMO 
RETOS 
LINHAS INTERNAS 15 m 
LINHAS EXTERNAS 30 m 
CURVOS 
LINHAS INTERNAS 15–3x(nº de curvas de 90°) 
LINHAS EXTERNAS 30–3x(nº de curvas de 90°) 
 
6.2.11.1.7 Em cada trecho de tubulação delimitado, de um lado e de outro, por caixa ou 
extremidade de linha, qualquer que seja essa combinação (caixa–caixa, caixa–
extremidade ou extremidade–extremidade), podem ser instaladas NO MÁXIMO TRÊS 
CURVAS DE 90° OU SEU EQUIVALENTE ATÉ NO MÁXIMO 270°. Em nenhuma hipótese devem 
ser instaladas curvas com deflexão superior a 90°. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO 10 
 
 
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1. FCC, 2018 
Na fase de previsão de cargas das instalações elétricas de uma residência, para um dormitório 
retangular com dimensões de 5,5 m por 4,0 m, as cargas mínimas de iluminação e de tomadas de uso geral 
são, respectivamente, em VA, 
a) 340 e 400 
b) 400 e 600 
c) 560 e 720 
d) 840 e 360 
e) 920 e 580 
 
2. FCC, 2018 
Observe a sala de uma edificação da figura abaixo. 
 
Na fase inicial de previsão de cargas para o projeto das instalações elétricas da sala, deve-se considerar para 
as tomadas de uso geral, a carga mínima, em VA, de 
a) 5000 
b) 2000 
 
 
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c) 4000 
d) 3000 
e) 1000 
3. VUNESP, 2018 
Para o dimensionamento dos circuitos da instalação elétrica de baixa tensão de uma residência, 
necessita-se da previsão de carga para cada equipamento. Para o dimensionamento de um circuito de 
iluminação que deve alimentar uma cozinha e uma sala retangulares com dimensões de 3 m × 5 m e 4 m × 
6 m, respectivamente, a carga mínima necessária é 
a) 560 Va 
b) 480 Va 
c) 340 Va 
d) 280 Va 
e) 220 Va 
 
4. AOCP, 2016 
Com base na figura a seguir, que representa três cômodos de uma habitação unifamiliar, responda a questão. 
 
Ainda de acordo com a ABNT NBR 5410:2004 versão corrigida 2008 – Instalações elétricas de baixa tensão – no 
que diz respeito à iluminação dos cômodos apresentados, assinale a alternativa correta. 
 
 
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a) A carga mínima do quarto é de 600 VA 
b) A carga mínima da cozinha é de 160 VA 
c) A carga mínima do banheiro é de 160 VA 
d) A carga mínima da cozinha é de 100 VA 
e) A carga mínima do quarto é de 540 VA 
 
5. VUNESP, 2019 
Em um projeto de instalações elétricas predial, a área de uma sala é 50 m2m2 e o seu perímetro é 30 m. Para 
o dimensionamento dos circuitos, as potências mínimas, em VA, de iluminação e de tomadas de uso geral são, 
respectivamente, 
a) 1520 e 900 
b) 1200 e 600 
c) 1200 e 720 
d) 960 e 680 
e) 760 e 600 
 
6. IBFC, 2020 
Com relação ao quadro de distribuição principal do sistema elétrico predial de uma edificação, assinale a 
alternativa incorreta: 
a) É o local onde se concentra a distribuição de toda a instalação elétrica predial 
b) Deve ser acessível, facilitando a operação, inspeção e manutenção das suas conexões 
c) Deve possuir dispositivos de manobra, comando e proteção somente para os circuitos já existentes, 
sem espaços reservas para possíveis futuras ampliações 
d) Possui, dentre outros componentes, barramento de interligação das fases 
e) Possui, dentre outros componentes, barramento de neutro 
 
 
 
 
 
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7. CONSULPAN, 2018 
A norma NBR 5410/2004 (Instalação Elétrica de Baixa Tensão) estabelece que deverá ser prevista em cada 
QDC (Quadro de Distribuição de Circuitos) uma capacidade de reserva (espaço), que permita ampliações futuras 
da instalação elétrica interna, compatível com a quantidade e tipo de circuitos efetivamente previstos 
inicialmente. Diante do exposto, assinale a alternativa correta. 
a) QDC de 7 a 12 circuitos: prever espaço de reserva para o mínimo de 4 circuitos. 
b) QDC com até 6 circuitos: prever espaço de reserva para o mínimo de 3 circuitos. 
c) QDC de 13 a 30 circuitos: prever espaço de reserva para o mínimo de 5 circuitos. 
d) QDC acima de 30 circuitos: prever espaço de reserva para o mínimo de 15% dos circuitos. 
 
8. FCC, 2015 
Nos quadros de distribuição das instalações elétricas prediais de baixa tensão, deve ser previsto um espaço de 
reserva para ampliações futuras, com base no número de circuitos com que o quadro for efetivamente 
equipado. Para um quadro de distribuição que contenha 40 circuitos efetivamente disponíveis, o espaço mínimo 
destinado à reserva, em número de circuitos, é 
a) 4 
b) 6 
c) 12 
d) 8 
e) 10 
9. AOCP, 2018 
Considerando as instalações prediais, em especial as instalações elétricas e instalações hidrossanitárias, e as 
recomendações normativas relativas a estas, julgue o item a seguir. 
Nas instalações elétricas, prezando-se pela segurança e sua adequada funcionalidade, é recomendado que a 
instalação seja dividida em tantos circuitos quantos necessários, de modo que, sem risco de realimentação 
inadvertida através de outro circuito, cada circuito possa ser seccionado. 
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
 
 
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10. FUNDEP, 2016 
A instalação elétrica de uma residência deve ser dividida em circuitos terminais, o que facilita a manutenção 
e reduz a interferência. 
Com relação aos critérios estabelecidos pela NBR 5410:2004 para divisão da instalação elétrica em circuitos 
terminais, é incorreto afirmar que: 
a) um mesmo circuito pode alimentar pontos de iluminação e pontos de tomada de uso geral, exceto em 
hotéis e residências. 
b) devem ser previstos circuitos independentes, exclusivos, para cada equipamento com corrente nominal 
superior a 10 A. 
c) os pontos de tomadas de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais 
semelhantes devem ser alimentados por circuitos destinados unicamente a esses locais. 
d) uma boa recomendação é, nos circuitos de iluminação e pontos de tomadas de uso geral, limitar a 
corrente a 10 A, ou seja, 1 270 VA em 127 V ou 2 200 VA em 220 V. 
 
11. VUNESP, 2013 
Nas instalações elétricas de um imóvel, a fiação que chega no interruptor unipolar simples para acionar 
determinado ponto de luz, normalmente representada pelas cores vermelho e preto, é denominada 
a) Fase e retorno 
b) Fase e fase 
c) Neutro e fase 
d) Neutro e retorno 
e) Fase e terra 
 
12. VUNESP, 2020 
No projeto das instalações elétricas de uma edificação prevê-se a ligação de um forno elétrico com potência 
de 4 840 W com condutores de cobre em um circuito monofásico com tensão de 110 V, a uma distância de 29 
m do quadro geral de distribuição. Considerando a resistividade do cobre 1/58 (Ω×mm2/m) e que a queda de 
tensão é de 4%, a área da seção transversal do condutor neutro desse circuito é 
 
 
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a) 6 mm² 
b) 10 mm² 
c) 16 mm² 
d) 25 mm² 
e) 35 mm² 
 
13. VUNESP, 2020 
Considere a tabela de capacidade condução de corrente de condutores de cobre isolados em eletroduto de seção 
circular embutido em parede termicamente isolante. 
Seção nominal 
(mm2) 
Capacidade de 
corrente (A) 
6 31 
10 42 
16 56 
25 73 
35 89 
Para o dimensionamento dos cabos elétricos de entrada de uma residência considerou-se a carga total de 
projeto de 10 890 VA, com fator de potência igual a 0,90. A concessionária fornece energia elétrica no sistema 
bifásico com neutro. 
 
Considerando a corrente elétrica que circulará nos cabos de entrada até o quadro geral de distribuição, a 
seção nominal dos condutores é, no mínimo, 
a) 6 mm² 
b) 10 mm² 
c) 16 mm²d) 25 mm² 
e) 35 mm² 
 
 
 
 
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14. VUNESP, 2020 
Considere a instalação elétrica da ligação de uma lâmpada em um circuito monofásico de 110 V com dois 
interruptores paralelos. 
 
 Os condutores A, B, C e D representam, respectivamente, 
a) de fase, neutro, retorno e retorno. 
b) neutro, de fase, retorno e retorno. 
c) de fase, retorno, neutro e retorno. 
d) neutro, retorno, retorno e de fase. 
e) retorno, retorno, de fase e neutro. 
 
15. VUNESP, 2020 
No dimensionamento de condutores utilizados para aterramento, a seção mínima dos condutores de cobre 
enterrados no solo, protegidos contra a corrosão e danos mecânicos, é de 
a) 2,5 mm² 
b) 4,0 mm² 
c) 6,0 mm² 
d) 10,0 mm² 
e) 16 mm² 
 
 
 
 
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16. FCC, 2019 
No projeto das instalações elétricas de uma residência, os eletrodutos especificados para a passagem de dois 
condutores devem ser dimensionados de forma que o percentual de ocupação da área útil de sua seção 
transversal seja, no máximo, de: 
a) 31% 
b) 26% 
c) 45% 
d) 66% 
e) 78% 
 
17. VUNESP, 2018 
Na instalação elétrica de uma residência, os disjuntores termomagnéticos servem para 
a) proteger os circuitos do superaquecimento e da ocorrência de curtos-circuitos. 
b) seccionar os circuitos para fins de medição do consumo pela concessionária. 
c) manter os aparelhos eletroeletrônicos a salvo de variações de tensão. 
d) impedir a ocorrência de choques elétricos, protegendo o usuário. 
e) operar os pontos de iluminação dos ambientes. 
 
18. FCC, 2013 
 
Em relação aos dispositivos DR, considere: 
 
I. É um dispositivo que detecta fugas de corrente, quando ocorre vazamento de energia dos condutores, 
desarmando o disjuntor onde está ocorrendo o problema, evitando que uma pessoa possa levar um choque. 
 
II. É obrigatório em circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em locais que contenham chuveiro ou 
banheira. 
 
III. Deve ser evitado em circuitos que alimentam tomadas situadas em áreas externas à edificação. 
 
 
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IV. É obrigatório em circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em cozinhas, copas, lavanderias, áreas 
de serviço, garagens e demais dependências internas normalmente molhadas ou sujeitas a lavagens. 
 
Está correto o que consta APENAS em 
a) II e III 
b) I e IV 
c) III e IV 
d) I, II e IV 
e) I, II e III 
 
19. CEBRASPE, 2015 
 
 
O diagrama esquemático acima representa um projeto de instalação elétrica predial, composto por duas 
lâmpadas e uma tomada de força. Os circuitos de iluminação e de força são segregados. Com base no desenho 
e nas informações apresentadas, julgue o item que se segue. 
Considerando-se os interruptores utilizados no projeto, está correto o número de condutores de retorno 
indicados no eletroduto que liga as duas lâmpadas. 
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
 
 
 
 
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20. VUNESP, 2014 
A planta da figura representa a instalação elétrica dos interruptores de uma sala. 
 
Entrada Principal 
 Ao lado das portas da entrada principal será instalado um interruptor intermediário. Os condutores que devem 
passar no eletroduto indicado na planta pelas letras x – y são, respectivamente, 
a) De fase, neutro e terra 
b) De fase, neutro, retorno e retorno 
c) Retorno, retorno e retorno 
d) Retorno, retorno, retorno e retorno 
e) De fase, neutro, retorno e terra. 
 
21. FCC, 2012 
Considere a ligação elétrica dos quadros a seguir. 
 
 
 
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 Para a instalação elétrica de baixa tensão do quadro parcial de luz e força da figura foram utilizados quatro 
condutores de cobre, embutidos em eletroduto metálico. A seção transversal dos condutores de fase e neutro 
é 70 mm2. Para a proteção das instalações, a seção transversal mínima do condutor de proteção, em mm2, é 
a) 70 
b) 50 
c) 35 
d) 25 
e) 16 
 
22. FCC, 2012 
Para a instalação de um aquecedor de piscina com carga resistiva de 9.680 W e tensão de 220 V utilizaram-se 
condutores de cobre embutidos em eletrodutos, a uma distância de 29 m. Se a queda máxima de tensão for 
2%, considerando a resistividade do cobre 1/58 (Ω × mm2/m) então, a área da seção transversal mínima dos 
condutores, calculada pelo critério de dimensionamento da máxima queda de tensão, é, em mm2, 
a) 16 
b) 10 
c) 6 
d) 4 
e) 2,5 
 
23. CEBRASPE, 2010 
Julgue o próximo item, acerca de procedimentos em engenharia civil. Considere que, em uma ligação de dois 
interruptores para controlar uma lâmpada (ligação de interruptor em paralelo ou threeway), sejam utilizados 
dois interruptores apropriados com 3 polos − o polo do meio fecha o circuito com os polos extremos. Considere, 
ainda, que um interruptor tenha polos A, B e C (sendo B o polo do meio) e o outro tenha polos D, E e F (sendo 
E o do meio) e que a lâmpada tenha polos G e H, sendo, ainda, N o neutro e P a fase. Nessa situação, para a 
ligação em paralelo funcionar adequadamente, seria correto ligar H a N; G a B; A a D; C a F; e E a P. 
 
 
 
 
81 
 
@agregar_engenharia 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
 
Profª. MSc. Raquel Cabral 
Dezembro / 2020 
 
QUESTÃO GABARITO REFERÊNCIA 
1 Letra a CAPÍTULO 2 
2 Letra e CAPÍTULO 2 
3 Letra a CAPÍTULO 2 
4 Letra b CAPÍTULO 2 
5 Letra e CAPÍTULO 2 
6 Letra c CAPÍTULO 3 
7 Letra d CAPÍTULO 3 
8 Letra b CAPÍTULO 3 
9 CERTO CAPÍTULO 4 
10 Letra a CAPÍTULO 4 
11 Letra a CAPÍTULO 7 
12 Letra b CAPÍTULO 8 
13 Letra c CAPÍTULO 8 
14 Letra b CAPÍTULO 7 
15 Letra a CAPÍTULO 8 
16 Letra a CAPÍTULO 10 
17 Letra a CAPÍTULO 9 
18 Letra d CAPÍTULO 9 
19 CERTO CAPÍTULO 7 
20 Letra d CAPÍTULO 7 
21 Letra c CAPÍTULO 8 
22 Letra b CAPÍTULO 8 
23 CERTO CAPÍTULO 7

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