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9
PLANO DE TRABALHO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 
DO CURSO DE ENFERMAGEM 
DISCENTE:
Janaise Cabral Monteiro dos Santos
PRECEPTORA: 
Ana Luiza da Veiga Pantoja 
1ª ATIVIDADE 
TEMA: 
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE 
 CASTANHAL-2024
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
· CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DO SERVIÇO DE SAÚDE
GRUPO A (RESÍDUOS INFECTANTES) - Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características de maior virulência.
GRUPO B - RESÍDUOS QUÍMICOS - Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
GRUPO C - RESÍDUOS RADIOATIVOS - Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos.
GRUPO D - RESÍDUOS COMUNS E RECICLÁVEIS - Resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radioativo à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. 
GRUPO E - RESÍDUOS PERFUROCORTANTES - Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos capilares, micropipetas, lâminas e lamínulas, espátulas e demais utensílios. 
· MANEJO DOS RESÍDUOS. 
O PGRSS é o documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo de resíduos sólidos, que deve corresponder com às etapas de acordo com o fluxograma apresentado abaixo:
· IDENTIFICAÇÃO, SEGREGAÇÃO E ACONDICIONAMENTO 
Consistem no conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos plásticos e recipientes, fornecendo informações ao correto manejo.
	Grupo
	Identificação
	Segregação e Acondicionamento
	
	Símbolo de Identificação
	 Embalagem
	
	Grupo A
	
Resíduo Infectante
	Saco Branco Leitoso com a simbologia de resíduo infectante.
	Recipiente com tampa acionamento sem contato manual identificado com a simbologia de resíduo infectante.
	Grupo B
	
Resíduo Químico
	Embalagem original
e/ou
Embalagem específica
	Acondicionar de forma isolada em recipientes com características de resíduos líquidos e com identificação.
	Grupo D 
	
Resíduo Comum
	Saco plástico constituído de material resistente a ruptura, vazamento e impermeável.
	Recipiente com tampa acionamento sem contato manual identificado com a simbologia de resíduo comum.
	Grupo E
	
Resíduo Perfurocortante
	Embalagem rígida, resistente à punctura, ruptura e vazamento, com tampa e identificada.
	Recipientes, rígidos, resistentes à punctura, ruptura e vazamento, com tampa, devidamente identificados, sendo proibido o esvaziamento desses recipientes para o seu reaproveitamento.
· CUIDADOS:
- Os resíduos não devem ultrapassar 2/3 do volume dos recipientes, devem ser substituídos pelo menos 1 vez a cada 24 horas.
- Os sacos de acondicionamento devem ser constituídos de material resistente a ruptura e vazamento, impermeável, respeitados os limites de peso de cada saco, sendo proibido o seu esvaziamento ou reaproveitamento.
- Os resíduos líquidos devem ser acondicionados em recipientes constituídos de material compatível com o líquido armazenado, resistentes, rígidos e estanques, com tampa rosqueada e vedante.
- O resíduo do grupo E, devem ser acondicionados imediatamente após o uso no local de sua geração.
· A COLETA INTERNA 
- A coleta interna de RSS deve ser planejada, podendo ser dua vezes ao dia, uma as 12h00 e outra as 18h00.
- Os equipamentos para transporte interno (carros de coleta) devem ser constituídos de material rígido, lavável, impermeável e providos de tampa articulada ao próprio corpo do equipamento, cantos e bordas arredondados, rodas revestidas de material que reduza o ruído. Também devem ser identificados com o símbolo correspondente ao risco do resíduo nele contido.
- Coletar resíduos recicláveis de forma separada
- Fazer a manutenção preventiva dos carros para a coleta interna e higienizá-los ao final de cada coleta.
· ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO DOS RSS 
- Guarda temporária dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos de geração, visando agilizar a coleta dentro do estabelecimento e otimizando o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado à disponibilização para coleta externa.
- Quando o armazenamento temporário for feito em local exclusivo, deve ser identificado como sala de resíduo que pode ser um compartimento adaptado para isso, caso não tenha sido concebida na construção.
-No armazenamento temporário não é permitida a retirada dos sacos de resíduos de dentro dos recipientes coletores ali estacionados. 
· O local do armazenamento externo deve apresentar as seguintes caracteristicas: 
- Acessibilidade: o ambiente deve estar localizado e construído de forma a permitir acesso facilitado para os recipientes de transporte e para os veículos coletores;
- Exclusividade: o ambiente deve ser utilizado somente para o armazenamento de resíduos;
- Segurança: o ambiente deve reunir condições físicas estruturais adequadas, impedindo a ação do sol, chuva, ventos etc. e que pessoas não autorizadas ou animais tenham acesso ao local;
- Higiene e saneamento: deve haver local para higienização dos carrinhos e contenedores; o ambiente deve contar com boa iluminação e ventilação e ter pisos e paredes revestidos com materiais resistentes aos processos de higienização. 
· COLETA E TRANSPORTE EXTERNO
	TRANSPORTE
	Responsável pelo transporte: Empresa terceirizada contratada pelo hospital
	Frequência: 2 vezes na semana ( terça-feira) e (sexta-feira)
- O pessoal envolvido na coleta e transporte do RSS deve observar rigorosamente a utilização dos EPIs e EPCs adequados;
- O veículo coletor deve contar com os seguintes equipamentos auxiliares: pá, rodo, saco plástico de reserva, solução desinfectante; 
- Verificar se as embalagens com resíduos estão contidas em recipientes devidamente fechados.
- Verificar se o número de contenedores é compatível com a quantidade e tipos de resíduos gerados.
- Verificar se os ambientes disponíveis para guarda temporária atendem aos requisitos mínimos de dimensionamento, equipamentos e segurança .
- O fluxo de coleta poderá ser em horários preestabelecidos vindo ser um no horário de 12h00 e outro 18h00.
PLANO DE TRABALHO DE ESTÁGIO I
 DO CURSO DE ENFERMAGEM – 
DISCENTE:
Janaise Cabral Monteiro dos Santos
PRECEPTORA: 
Ana Luiza da Veiga Pantoja 
2ª ATIVIDADE 
2. A partir dos dados apresentados na situação hipotética, descreva todas as etapas que devem ser desenvolvidas na preparação para a alta hospitalar de Pedro, e qual o papel do Enfermeiro neste momento. A seguir, elabore um material que deve ser entregue ao familiar cuidador, contemplando as orientações em relação a sonda nasoenteral em ambiente domiciliar. 
Paciente idoso de 83 anos, tabagista, hipertenso, dislipidêmico, além diSso, faz uso irregular das medicações. Como consequência dessa situação, sofreu um acidente vascular encefálico isquêmico há cerca de 10 dias, apresentando sequelas como hemiparesia à esquerda, disartria e disfagia. Recebeu atendimento médico de e enfermagem, tendo uma resposta favorável a o tratamento, sendo avaliado por uma equipe multidisciplinar para recebimento de alta, para domicílio, ainda com uso de sonda nasoenteral. Nesta e tapa de preparação para a alta, o paciente deverá receber uma avaliação do médico assistente, que orientará quanto ao uso das medicações em domicilio, das possíveis intercorrências, do fisioterapeuta, quanto a necessidade de fisioterapias, da nutricionista, que orientará quanto a composição da dieta e, orientação para com os familiares referente aos cuidados com o paciente. O enfermeiro tem papel primordial na alta hospitalar pôs o mesmo deve:
- Estabelecer referências, com outros serviços de saúde (tais como fisioterapia, ou prestadores de cuidados primários).
- Verificar se o paciente ea família têm uma compreensão sobre as informações que estão sendo passadas por todos os profissionais.
- Iniciar planos de cuidados específicos com a família dos pacientes (por exemplo: ensinar como administrar o medicamento, capacitar o cuidador para os cuidados diários da rotina do paciente,etc.)
Aos familiares e cuidadores que estarão em acompanhamento do paciente, será necessários cuidados para que haja um bom andamento do processo: 
- Verificar periodicamente se a sonda está fixada á pele com esparadrapo, para evitar que seja acidentalmente ou se desloque para fora do estômago; 
- A fixação ve ser trocada sempre que estiver suja ou solta, durante o processo de troca, retire fixação antiga , limpe o nariz com água e sabão, seque bem, sem friccionar e por fim fixe a sonda; 
-Preparar dieta de acordo com a orientação da equipe nutricional; 
-Realizar periodicamente higiene oral , nasal e cuidados com a pele. 
- Após o período recomendado pela equipe de saúde, o paciente deverá 
retornar para uma reavaliação, com objetivo de averiguar sua evolução, assim se necessário realizar um novo método de tratamento para este indivíduo.
- Em caso de obstrução, rachadura ou saída parcial da sonda, deverá 
procurar imediatamente uma unidade básica de saúde (UBS); 
- A família ou o cuidador responsável deverá realizar a dieta do mesmo tipo intermitente, devendo ser realizada de três a quatro vezes por dia, podendo ser administrada em bolus, com auxílio de uma seringa, ou de forma gravitacional, por meio do frasco de dieta com gotejamento lento, a qual deve ser realizado por um período de 30 minutos, aproximadamente.
- Após preparar a dieta, será necessário fixar a sonda para que não ocorra 
o risco de sair do lugar, a fixação poderá ser feita da seguinte forma :

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