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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS – AGRAVOS E IMUNIDADE EM SAÚDE ANIMAL AGRAVOS E IMUNIDADE EM SAÚDE ANIMAL Integrantes: Ana Beatriz De Deus Ferreira Matias Ana Clara Martins Da Conceição Ana Flávia Saraiva Cunha Bruna Araújo Cipriano Ester Paula Silva Ramos Giovana Carvalho Pereira Lima Nicole Fernanda Dos Santos Data:19/05/2025 Curso: Medicina Veterinária Turno: Noite UC: Agravos e Imunidade em Saúde Animal Professor(a): Marcus Romero 1. INTRODUÇÃO O objetivo desta aula prática foi familiarização dos métodos de exames coproparasitológicos, visando a identificação de endoparasitos de agentes causadores de danos a saúde animal. Foram utilizadas amostras de fezes (de equinos e bovinos), e técnicas de flutuação para detecção de ovos de parasitos. Também aplicamos o “método de willis”, “método de Gordon e Whitlock (OPG)” e “método direto”. 2. MATERIAL E MÉTODOS ● Materiais do “método exame direto”: Água salina, lâmina, palito de madeira, microscópio, amostra de fezes e tubo falcon. ● Materiais do “método Willis”: cloreto de sódio, lâmina, lugol, amostra de fezes, pipeta de pasteur, tubo falcon e lamínula. ● Materiais do “método OPG”: amostra de fezes, microscópio, gaze, pipeta de pasteur, copo descartável, câmara de McMaster, becker 50ml e tubo falcon. ● Método exame direto: Com a coleta de fezes já realizada adicionamos duas gotas de água salina na lâmina de microscópio, adicionamos uma pequena porção de fezes na lâmina com a água salina e homogeneizamos. Após esse processo nós RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS – AGRAVOS E IMUNIDADE EM SAÚDE ANIMAL fixamos à lamínula e começamos a análise no microscópio com a microscopia de 10x40 RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS – AGRAVOS E IMUNIDADE EM SAÚDE ANIMAL ● Método Willis*: Diluímos 2g da amostra de fezes em cloreto de sódio até a borda do copo descartável, colocamos as vezes diluídas no tubo falcon. Em seguida adicionamos uma lâmina e colocamos na borda do tubo falcon, para que a lâmina entrasse em contato com a amostra, aguardamos 5 minutos. Retiramos a lâmina e adicionamos 2 gotas de lugol, colocamos a lamínula em cima e realizamos o exame com a microscopia 10x40. ● Método OPG: colocamos 4g de fezes de um bovino em um copo descartável e adicionamos cloreto de sódio, homogeneizamos então a amostra no cloreto de sódio. Após esse processo nós peneiramos a amostra em um outro copo descartável, com a ajuda de uma gaze e deixamos descansar por 15 minutos. Em seguida puxamos a amostra líquida com a ajuda de uma pipeta pasteur e preenchemos a câmara McMaster sem formar bolha de ar, deixamos repousar por 2 minutos. Após esse tempo realizamos a leitura no microscópio óptico, com a microscopia 10x40. RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS – AGRAVOS E IMUNIDADE EM SAÚDE ANIMAL 3. RESULTADOS Como resultados, identificamos que, tanto no procedimento do método direto e método de Willi quanto no método Gordon e Whitlock (OPG), não foram encontrados ovos ou parasitas nas amostras analisadas. Entretanto, tivemos compressão das diferenças que os três métodos apresentam entre si, sendo: Método direto: é um procedimento fácil e ligeiro, todavia ele pode não detectar parasitos em amostras com baixa carga parasitária, devido a pequena quantidade RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS – AGRAVOS E IMUNIDADE EM SAÚDE ANIMAL de fezes analisada e o método não possuir etapas de concentração dos ovos ou dos parasitos, o que resulta em uma menor probabilidade de encontrar parasitos presentes. Método OPG: é um procedimento considerado quantitativo porque ele permite numerar a quantidade de ovos de parasitos que estão presentes em uma amostra específica de fezes. Com essa informação, decisões podem ser tomadas sobre as formas de tratamento de acordo com o resultado do método. Método de Willis: é um procedimento eficaz quando se trata sobre detectação de ovos de parasitos que possuem uma menor densidade e de protozoários conhecidos por serem parasitas intracelulares obrigatórios. Como dito anteriormente no tópico “Materiais”, o método necessita da utilização de cloreto de sódio, que possui uma densidade maior que a água. Diante disso, é considerado um procedimento eficaz devido à sua capacidade de concentrar os ovos de menor densidade acima da solução de cloreto de sódio, facilitando e contribuindo para a visualização de infecções intestinais causadas por protozoários e outros helmintos. 4. DISCUSSÃO A aula pratica reforçou a importância de serem realizados exames coproparasitológicos adequados conforme o tipo de parasito suspeito. Cada técnica apresenta suas características: O método direto é simples e de execução rápida, porém apresenta sensibilidade limitada, especialmente em infecções com baixa carga parasitária. O método de Willis, favorece a visualização de ovos mais leves e coccídeos, sendo mais eficaz para detectar infecções intestinais por nematódeos e protozoários. O método OPG é quantitativo, permitindo estimar a carga parasitária. Isso é crucial para avaliar a gravidade da infecção e acompanhar a resposta ao tratamento antiparasitário. Esse tipo de exame é fundamental na medicina veterinária, controle de zoonoses e especialmente em ambientes de produção intensiva ou abrigos. RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS – AGRAVOS E IMUNIDADE EM SAÚDE ANIMAL 5. CONCLUSÕES Chegamos à conclusão a extrema importância do desenvolvimento das técnicas abordadas (Método Willis, Método Direto e Método OPG), para o diagnóstico de doenças parasitárias e helmintoses. Foram realizadas as três técnicas e, através de seus respectivos resultados, podemos concluir que não foram encontradas doenças parasitárias e helmintoses nas fezes coletadas de equinos e bovinos. Além disso, reconhecemos como as ferramentas e os métodos utilizados são de suma importância para a rotina clínica e para os diagnósticos parasitários e imunológicos em animais. 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS https://www.youtube.com/watch?v=7wd0xdPJ-jA https://www.youtube.com/watch?v=yadq0Qo8O6A https://www.youtube.com/watch?v=7S6TP4vFiIg AULA_AGRAVOS_EXAMES_COPROPARASITOLOGICOS.pdf https://www.youtube.com/watch?v=7wd0xdPJ-jA https://www.youtube.com/watch?v=yadq0Qo8O6A https://www.youtube.com/watch?v=7S6TP4vFiIg AULA_AGRAVOS_EXAMES_COPROPARASITOLOGICOS.pdf