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PROVA - ANÁLISE DO DISCURSO CRÍTICA

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A obra Flora brasiliensis foi produzida entre 1840 e 1906 pelos editores Carl Friedrich Philipp von Martius, August Wilhelm Eichler e Ignatz Urban. A obra contou com a participação de 65 especialistas de vários países e contém tratamentos taxonômicos de 22.767 espécies, a maioria de angiospermas brasileiras, reunidos em 15 volumes, divididos em 40 partes, com um total de 10.367 páginas. A seguir, está o primeiro verbete da obra: "AMARANTACEAE. Flores hermaphroditi rarius abortu polygao-monoici v. dioci, plerumque tribacteati, bractea ima antica, lateralibus saepe carinato-compressis." Considere os dados apresentados sobre a obra Flora brasiliensis e a charge a seguir, publicada no jornal Folha de S.Paulo, em 20 de abril de 2001:
A imagem mostra uma árvore com várias figuras humanas presas aos seus galhos, representando políticos corruptos. A árvore está localizada no Planalto Central, com notas de dinheiro caindo das folhas. A árvore é chamada de 'Fraudulência (Vegetale corruptus)' e é da família das Maracutaias. A imagem satiriza a corrupção política no Brasil.
Sobre essa charge, verifica-se o seguinte aspecto correto:
A) O discurso é o jogo entre paráfrase (o dado) e polissemia (o novo). No caso da charge, é uma paráfrase da obra Flora brasiliensis, que contém tratamentos taxonômicos de 22.767 espécies, a maioria de angiospermas brasileiras.
B) A interdiscursividade ocorre na linguagem da charge, a qual, para satirizar os políticos corruptos, emprega jargão da ciência natural.
C) A imagem é um processo discursivo que revela sistemas de valores e, nesse caso, uma verdade social pungente: o consumismo e o valor extremo dado ao dinheiro.
D) O efeito de sentido não está na relação entre o gênero textual (charge) e o tipo de discurso (jornalístico).
E) Apesar de o verbete encontrar-se deslocado do seu lugar próprio, ou seja, a enciclopédia, e estar em uma charge, não muda a sua função: informar objetivamente, como deve ser o discurso da enciclopédia.

Giddens, ao tratar do momento de transição de uma sociedade que não se assenta na industrialização, ou seja, em uma sociedade pós-industrial, estabelece que:
a) A antiga ordem industrial tem como base a circulação do conhecimento e da informação.
b) A questão da sociedade industrial é afetada no âmbito econômico.
c) A concepção de uma sociedade pós-moderna tem como base a produção em massa.
d) A antiga ordem social é ultrapassada se comparada à nova ordem social baseada no conhecimento e na informação.
e) O desenvolvimento econômico interfere no modo como o conhecimento é processado na antiga ordem industrial de forma igualitária ao que acontece na nova ordem social.

Na perspectiva da Análise de Discurso Crítica, há o interesse pelas relações de poder e processo de transformação social. Os acontecimentos recentes das manifestações organizadas pelas redes sociais têm sido uma das formas de mobilização social. No primeiro semestre de 2013, esses movimentos tomaram uma dimensão grande nas cidades brasileiras a partir do episódio do aumento das tarifas de transporte público. Trata-se de uma nova forma de organização, diferente das formas de organização, luta e reivindicação marcadas pelo modelo de sociedade moderna, centrada nos modos de produção advindos da Revolução Industrial. Assinale abaixo a alternativa que traduz essa nova forma de mobilização social.
A) Os movimentos segmentares (feministas, homossexuais, ecologistas, negros, indígenas etc.) apontam o nascimento de outros atores políticos e dificilmente rompem com os líderes legitimados pelo Estado para desencadearem os processos de reivindicações sociais.
B) Os movimentos têm demonstrado a criação de novos direitos defendidos por novos atores sociais e novas estratégias de ação.
C) Traduz o modelo de organização política no sentido de atender ao modelo de política moderna que atuava no Estado e buscava a conquista ou manutenção do poder estatal.
D) Valoriza a figura dos grandes atores políticos universais. Afirma um "poder" centralizado no Estado.
E) Confronta a ideia de "poder" central localizado no Estado e poder difuso, no qual estende sua rede por toda a sociedade civil, afirmando uma pós-modernidade social influenciada pelos representantes do Estado.

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Questões resolvidas

A obra Flora brasiliensis foi produzida entre 1840 e 1906 pelos editores Carl Friedrich Philipp von Martius, August Wilhelm Eichler e Ignatz Urban. A obra contou com a participação de 65 especialistas de vários países e contém tratamentos taxonômicos de 22.767 espécies, a maioria de angiospermas brasileiras, reunidos em 15 volumes, divididos em 40 partes, com um total de 10.367 páginas. A seguir, está o primeiro verbete da obra: "AMARANTACEAE. Flores hermaphroditi rarius abortu polygao-monoici v. dioci, plerumque tribacteati, bractea ima antica, lateralibus saepe carinato-compressis." Considere os dados apresentados sobre a obra Flora brasiliensis e a charge a seguir, publicada no jornal Folha de S.Paulo, em 20 de abril de 2001:
A imagem mostra uma árvore com várias figuras humanas presas aos seus galhos, representando políticos corruptos. A árvore está localizada no Planalto Central, com notas de dinheiro caindo das folhas. A árvore é chamada de 'Fraudulência (Vegetale corruptus)' e é da família das Maracutaias. A imagem satiriza a corrupção política no Brasil.
Sobre essa charge, verifica-se o seguinte aspecto correto:
A) O discurso é o jogo entre paráfrase (o dado) e polissemia (o novo). No caso da charge, é uma paráfrase da obra Flora brasiliensis, que contém tratamentos taxonômicos de 22.767 espécies, a maioria de angiospermas brasileiras.
B) A interdiscursividade ocorre na linguagem da charge, a qual, para satirizar os políticos corruptos, emprega jargão da ciência natural.
C) A imagem é um processo discursivo que revela sistemas de valores e, nesse caso, uma verdade social pungente: o consumismo e o valor extremo dado ao dinheiro.
D) O efeito de sentido não está na relação entre o gênero textual (charge) e o tipo de discurso (jornalístico).
E) Apesar de o verbete encontrar-se deslocado do seu lugar próprio, ou seja, a enciclopédia, e estar em uma charge, não muda a sua função: informar objetivamente, como deve ser o discurso da enciclopédia.

Giddens, ao tratar do momento de transição de uma sociedade que não se assenta na industrialização, ou seja, em uma sociedade pós-industrial, estabelece que:
a) A antiga ordem industrial tem como base a circulação do conhecimento e da informação.
b) A questão da sociedade industrial é afetada no âmbito econômico.
c) A concepção de uma sociedade pós-moderna tem como base a produção em massa.
d) A antiga ordem social é ultrapassada se comparada à nova ordem social baseada no conhecimento e na informação.
e) O desenvolvimento econômico interfere no modo como o conhecimento é processado na antiga ordem industrial de forma igualitária ao que acontece na nova ordem social.

Na perspectiva da Análise de Discurso Crítica, há o interesse pelas relações de poder e processo de transformação social. Os acontecimentos recentes das manifestações organizadas pelas redes sociais têm sido uma das formas de mobilização social. No primeiro semestre de 2013, esses movimentos tomaram uma dimensão grande nas cidades brasileiras a partir do episódio do aumento das tarifas de transporte público. Trata-se de uma nova forma de organização, diferente das formas de organização, luta e reivindicação marcadas pelo modelo de sociedade moderna, centrada nos modos de produção advindos da Revolução Industrial. Assinale abaixo a alternativa que traduz essa nova forma de mobilização social.
A) Os movimentos segmentares (feministas, homossexuais, ecologistas, negros, indígenas etc.) apontam o nascimento de outros atores políticos e dificilmente rompem com os líderes legitimados pelo Estado para desencadearem os processos de reivindicações sociais.
B) Os movimentos têm demonstrado a criação de novos direitos defendidos por novos atores sociais e novas estratégias de ação.
C) Traduz o modelo de organização política no sentido de atender ao modelo de política moderna que atuava no Estado e buscava a conquista ou manutenção do poder estatal.
D) Valoriza a figura dos grandes atores políticos universais. Afirma um "poder" centralizado no Estado.
E) Confronta a ideia de "poder" central localizado no Estado e poder difuso, no qual estende sua rede por toda a sociedade civil, afirmando uma pós-modernidade social influenciada pelos representantes do Estado.

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IMPORTANTE
Data limite para aplicação 
desta prova: 14/06/2025 
UNIP EAD 
Código da Prova: 125269657232
Curso: LETRAS INGLÊS
Série: 3 Tipo: Substitutiva
Aluno: 2439187 - KATYA NIKOLAEVA BOZOVA
I - Questões objetivas – valendo 10 pontos 
Gerada em: 09/06/2025 às 13h12
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Instruções para a realização da prova:
1. Leia as questões com atenção.
2. Confira seu nome e RA e verifique se o caderno de questão e folha de respostas correspondem à sua disciplina.
3. Faça as marcações primeiro no caderno de questões e depois repasse para a folha de respostas.
4. Serão consideradas somente as marcações feitas na folha de respostas.
5. Não se esqueça de assinar a folha de respostas.
6. Utilize caneta preta para preencher a folha de respostas.
7. Preencha todo o espaço da bolha referente à alternativa escolhida, a caneta, conforme instruções: não rasure, não 
preencha X, não ultrapasse os limites para preenchimento.
8. Preste atenção para não deixar nenhuma questão sem assinalar.
9. Só assinale uma alternativa por questão.
10. Não se esqueça de responder às questões discursivas, quando houver, e de entregar a folha de respostas para o tutor 
do polo presencial, devidamente assinada.
11. Não é permitido consulta a nenhum material durante a prova, exceto quando indicado o uso do material de apoio.
12. Lembre-se de confirmar sua presença através da assinatura digital (login e senha).
Boa prova!
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Questões de múltipla escolha
Disciplina: 803330 - ANÁLISE DO DISCURSO CRÍTICA
Questão 1: A obra Flora brasiliensis foi produzida entre 1840 e 1906 pelos editores Carl Friedrich Philipp von Martius, 
August Wilhelm Eichler e Ignatz Urban. A obra contou com a participação de 65 especialistas de vários países e 
contém tratamentos taxonômicos de 22.767 espécies, a maioria de angiospermas brasileiras, reunidos em 15 volumes, 
divididos em 40 partes, com um total de 10.367 páginas. A seguir, está o primeiro verbete da obra:
“AMARANTACEAE. Flores hermaphroditi rarius abortu polygao-monoici v. dioci, plerumque tribacteati, bractea ima 
antica, lateralibus saepe carinato-compressis.”
Considere os dados apresentados sobre a obra Flora brasiliensis e a charge a seguir, publicada no jornal Folha de 
S.Paulo, em 20 de abril de 2001:
Sobre essa charge, verifica-se o seguinte aspecto correto:
A) O discurso é o jogo entre paráfrase (o dado) e polissemia (o novo). No caso da charge, é uma paráfrase da obra 
Flora brasiliensis, que contém tratamentos taxonômicos de 22.767 espécies, a maioria de angiospermas brasileiras.
B) A interdiscursividade ocorre na linguagem da charge, a qual, para satirizar os políticos corruptos, emprega jargão 
da ciência natural.
C) A imagem é um processo discursivo que revela sistemas de valores e, nesse caso, uma verdade social pungente: o 
consumismo e o valor extremo dado ao dinheiro.
D) O efeito de sentido não está na relação entre o gênero textual (charge ) e o tipo de discurso (jornalístico).
E) Apesar de o verbete encontrar-se deslocado do seu lugar próprio, ou seja, a enciclopédia, e estar em uma charge, 
não muda a sua função: informar objetivamente, como deve ser o discurso da enciclopédia.
Questão 2: Para o filósofo Louis Althusser, a ideologia é um sistema de representações que tem existência prática e 
papel histórico em uma sociedade. Para ele: “A ideologia muda, pois, mas imperceptivelmente, conservando a forma 
de ideologia; ela se move, mas com um movimento imóvel, que a mantém no mesmo lugar, em seu lugar e função 
de ideologia" 
(ALTHUSSER, L. Aparelhos ideológicos de Estado. Rio de Janeiro: Graal, 1980, p. 87.)
O analista do discurso, Norman Fairclough, não aceita a concepção de ideologia de Althusser e adota a de Thompson. 
Fairclough questiona o conceito althusseriano de ideologia:
A) Pelo fato de ter existência material nas práticas das instituições, o que possibilita a investigação das práticas 
discursivas como formas materiais de ideologia.
B) Pelo fato de apresentar uma noção de dominação como imposição unilateral e reprodução da ideologia 
dominante, marginalizando a luta, a contradição e a transformação.
C) Pelo fato de a ideologia interpelar os sujeitos.
D) Pelo fato de os aparelhos ideológicos do Estado (a educação e a mídia, por exemplo) serem marcos delimitadores 
das lutas de classe.
E) Pelo fato de os aspectos textuais ou discursivos serem investidos ideologicamente.
Questão 3: Veja a charge a seguir:
Glauco, Folha de S. Paulo, 30/05/08.
Assinale a alternativa que não condiz com o conteúdo da charge:
A) O posicionamento ideológico do sujeito enunciador da charge é marcado pelo contraste entre a única árvore 
intacta, à frente de várias outras, e a paisagem devastada.
B) A charge contrapõe o discurso (a reivindicação de posse da floresta ) à prática (o tratamento de descaso dado a 
ela ).
C) A charge, ao mostrar o presidente brasileiro a fixar a placa com os dizeres “A Amazônia é nossa” em defesa da 
soberania nacional quanto à posse da floresta, constitui-se de um discurso polissêmico.
D) O sujeito do discurso critica o descompasso entre a reivindicação de posse e o tratamento dado à floresta. 
E) A charge constitui-se de um discurso que não legitima a voz política sobre a reivindicação de posse da floresta, 
mas, ao contrário, marca-se pelo confronto.
Questão 4: Giddens, ao tratar do momento de transição de uma sociedade que não se assenta na industrialização, 
ou seja, em uma sociedade pós-industrial, estabelece que:
A) A antiga ordem industrial tem como base a circulação do conhecimento e da informação.
B) A questão da sociedade industrial é afetada no âmbito econômico.
C) A concepção de uma sociedade pós-moderna tem como base a produção em massa. 
D) A antiga ordem social é ultrapassada se comparada à nova ordem social baseada no conhecimento e na 
informação.
E) O desenvolvimento econômico interfere no modo como o conhecimento é processado na antiga ordem industrial 
de forma igualitária ao que acontece na nova ordem social.
Questão 5: A perspectiva teórica da Análise de Discurso Crítica é consolidada a partir da obra Language and 
globalization (2006), de Norman Fairclough, por meio de uma análise que se inicia pelo social e aponta que os 
elementos da análise textual devem seguir três níveis de abstração. Segundo o autor, os três níveis são:
A) Prática discursiva, prática social e análise textual.
B) Intertextualidade, bidimensionalidade e tridimensionalidade.
C) Multimodalidade, ideologia e hegemonia.
D) Interdiscursividade, discurso e prática social.
E) Eventos sociais, práticas sociais e estruturas sociais.
Questão 6: Pode-se considerar que no processo da recontextualização (em que é evidenciada a forma como um 
evento social é representado nas diversas áreas do conhecimento, nas cadeias de práticas sociais e nos gêneros):
A) Alguns elementos dos eventos sociais se perdem, outros são acrescidos, outros transformados no seio de práticas 
discursivas, que, por sua vez, irão legitimá-los, avaliá-los e explicá-los, ou não. 
B) Alguns elementos dos eventos sociais se perdem, outros são acrescidos, outros transformados no seio de práticas 
discursivas, que, por sua vez, irão considerá-los como universais. 
C) Alguns elementos dos eventos sociais são escolhidos, outros são acrescidos, outros reproduzidos no seio das 
ordens do discurso, que, por sua vez, irão legitimá-los. 
D) Alguns elementos dos eventos sociais são reproduzidos ideologicamente em outro contexto social - reafirmando 
a prática social e discursiva.
E) Alguns elementos dos eventos sociais são reconfigurados, perdem seu valor de informação e são acrescidos aos 
valores de informação do lugar para o qual foram recontextualizados. 
Questão 7: Na perspectiva discursiva francesa, há geralmente duas forças que trabalham continuamenteo dizer, de 
tal modo que todo discurso se faz nessa tensão “[...] entre o mesmo e o diferente. Se toda a vez que falamos, ao 
tomar a palavra, produzimos uma mexida na rede de filiação dos sentidos, no entanto, falamos com palavras já ditas. 
É nesse jogo entre o mesmo e o diferente, entre o já dito e o a se dizer, que os sujeitos e os sentidos se movimentam, 
fazem seus percursos, significam”. (Orlandi, E. Análise de Discurso: princípios e procedimentos. São Paulo: Pontes,1999, 
p. 36). 
Como se denominam esses processos relacionados a “o mesmo” e “o diferente”?
A) Assujeitamento, intradiscurso.
B) Formação ideológica, formação discursiva.
C) Polissemia, interdiscurso.
D) Paráfrase, polissemia.
E) Interpretação, polissemia.
Questão 8: Na perspectiva da Análise de Discurso Crítica, há o interesse pelas relações de poder e processo de 
transformação social. Os acontecimentos recentes das manifestações organizadas pelas redes sociais têm sido uma 
das formas de mobilização social. No primeiro semestre de 2013, esses movimentos tomaram uma dimensão grande 
nas cidades brasileiras a partir do episódio do aumento das tarifas de transporte público. Trata-se de uma nova forma 
de organização, diferente das formas de organização, luta e reivindicação marcadas pelo modelo de sociedade 
moderna, centrada nos modos de produção advindos da Revolução Industrial. 
Assinale abaixo a alternativa que traduz essa nova forma de mobilização social.
A) Os movimentos segmentares (feministas, homossexuais, ecologistas, negros, indígenas etc.) apontam o 
nascimento de outros atores políticos e dificilmente rompem com os líderes legitimados pelo Estado para 
desencadearem os processos de reivindicações sociais.
B) Os movimentos têm demonstrado a criação de novos direitos defendidos por novos atores sociais e novas 
estratégias de ação.
C) Traduz o modelo de organização política no sentido de atender ao modelo de política moderna que atuava no 
Estado e buscava a conquista ou manutenção do poder estatal. 
D) Valoriza a figura dos grandes atores políticos universais. Afirma um “poder” centralizado no Estado.
E) Confronta a ideia de “poder” central localizado no Estado e poder difuso, no qual estende sua rede por toda a 
sociedade civil, afirmando uma pós-modernidade social influenciada pelos representantes do Estado. 
Questão 9: Na concepção de Fairclough (2001), hegemonia é entendida como: 
I. Uma liderança e dominação nas esferas econômica, política, cultural e ideológica. 
II. O poder sobre a sociedade exercido por determinado grupo social, em um caráter parcial e temporário, 
constituindo um equilíbrio instável.
III. Uma força manifesta na construção de alianças e integração. 
IV. Um foco de luta sobre pontos de instabilidade entre classes/grupos para construir, manter ou romper relações de 
dominação, que assumem formas econômicas, políticas e ideológicas.
Está correto o que se afirma em:
A) I e II, apenas.
B) I, III e IV, apenas.
C) III e IV, apenas.
D) I, II, III e IV.
E) IV, apenas.
Questão 10: Fukuyama entende que a rede, a internet, se constitui como um conjunto de agentes que compartilham 
normas, valores e objetivos, podendo estabelecer-se no âmbito do Estado, no mercado e na sociedade civil. O autor 
aponta duas características importantes da rede. 
Assinale a alternativa que aponta uma dessas características:
A) Ela é diferente de um mercado na medida em que é definida por suas normas e valores comuns. Isso significa que 
as trocas econômicas dentro de uma rede serão realizadas em bases diferentes daquelas das transações em um 
mercado.
B) Ela é diferente de uma hierarquia porque se baseia em normas comuns informais, estabelecendo uma relação 
formal de autoridade.
C) Ela traduz a aglomeração de pessoas com interesses diversificados, tal como ocorre em outros ambientes.
D) Ela diferencia-se nas relações de interesse econômico, político e cultural ao apresentar um modelo padrão para as 
transações citadas.
E) Ela traduz uma hierarquia segmentando os sujeitos de forma igualitária.

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