Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Bovinocultura de corte e Leite
Dra Nadia Fágundes
Aula 10
A pecuária de corte é dividida em três fases:
▪ CRIA 
▪ RECRIA
▪ ENGORDA
FASES DA BOVINOCULTURA DE CORTE
Quando uma propriedade exerce e 
produz as três fases denominamos de 
CICLO COMPLETO 
Cada uma dessas fases tem um perfil produtivo e um produto final:
▪ CRIA 
▪ RECRIA
▪ ENGORDA
BEZERRO/A
BOI/VACA MAGRO/A 
BOI/VACA GORDO/A
Nessa fase utilizamos as fêmeas (matrizes) com intuito de 
se PRODUZIR BEZERROS para o mercado.
FASE DE CRIA
FASES DA CRIA: 
▪ Reprodução (monta/inseminação, gestação e parto)
▪ Crescimento do bezerro
▪ Desmama do bezerro
OBJETIVO: desmamar um bezerro por 
fêmea por ano.
▪ Genética
▪ Nutrição
▪ Sanidade
Rebanhos de gado de corte, ao contrário de gado leiteiro, devem 
apresentar ESTAÇÕES DEFINIDAS PARA O ACASALAMENTO 
(ESTAÇÃO DE MONTA), PARIÇÃO E DESMAME. 
✓ Fazendo-se coincidir a época de maiores 
necessidades nutricionais das vacas com 
maior produção de forragem em qualidade 
e quantidade.
EFICIÊNCIA REPRODUTIVA
✓ Como produto dessa fase teremos o BOI MAGRO, que é entendido 
como o animal que cresceu em tamanho e estrutura corporal, mas 
que ainda não se encontra pronto para o abate. 
FASE DE RECRIA
✓ Após a desmama os bezerros entram na fase denominada de recria.
Fêmeas recridas que será incorporada ao rebanho 
como futuras matrizes, fazendo reposição dos 
descartes.
✓ Os desmamados são manejados com o objetivo de desenvolver 
musculatura e ossatura suficientes para que possam continuar no 
ciclo de produção de duas maneiras: 
Machos, fêmeas não aproveitadas como matrizes 
do rebanho e fêmeas resultantes de sistemas de 
cruzamentos terminais. 
REPRODUÇÃO
ENGORDA
visa proporcionar a eles o desenvolvimento 
de uma estrutura corporal ideal, para que 
estejam em condições de serem terminados 
até o fim dessa fase de manejo.
É uma fase que demanda:
▪ Maior necessidade de pastagens mais nobres 
▪ Suplementação por grãos (concetrado)
FASE DE ENGORDA
✓ O boi magro que sai da recria e entram nessa fase onde passará por 
um processo de aumento de peso, principalmente pela DEPOSIÇÃO 
DE GORDURA.
Colocar GORDURA NA CARCAÇA para 
obtermos o produto boi gordo. 
DEVEMOS ESTAR ATENTOS AOS SEGUINTES FATORES:
•Ciclo curto, 
•Maior giro de capital;
•Elevado custo nutricional;
•Resultado diretamente ligado ao fator genético;
Por questões fisiológicas a deposição de gordura, demanda de alta 
quantidade de energia por parte dos animais, isso implica em 
MAIORES CUSTOS e consequentemente exige muita atenção.
▪ Alta complexidade de manejo (três atividades)
▪ Tendência em propriedades de maior porte;
▪ Setorização da propriedade;
▪ Menor dependência de mercado;
▪ Adaptação dos animais
CICLO COMPLETO
FASE DE CRIA
ESTAÇÃO DE MONTA
✓ É uma técnica de manejo que PODE 
PROPORCIONAR ELEVADAS TAXAS DE 
FERTILIDADE DAS MATRIZES E DE 
VIABILIDADE DAS PROGÊNIES, desde 
que estabelecida de forma estratégica. 
Fase de cria
O sistema de monta mais primitivo é aquele em que o TOURO 
PERMANECE NO REBANHO DURANTE TODO O ANO.
✓ Como consequência, os nascimentos se distribuem por vários 
meses, dificultando o manejo das matrizes e das respectivas crias. 
ÉPOCA MAIS INDICADA PARA A REPRODUÇÃO, quando se observa 
boa disponibilidade de forragem em quantidade e qualidade.
PERÍODO DE LACTAÇÃO, coincide com a época do ano de maior 
disponibilidade de forragens, ou seja, a época das chuvas.
Fase de cria
Fase de cria
▪ Por ser uma estação de monta que coincide com o período de boa 
oferta de pastagem, não há necessidade de reserva de forragem ou 
trato especial para as vacas.
▪ A maior parte dos nascimentos ocorre no período seco (julho a 
dezembro), favorecendo a criação de bezerros saudáveis; 
▪ A lactação ocorre em boas condições de pastagens, proporcionando 
às matrizes condição corporal e nutricional adequada para a 
produção de leite e, consequentemente, desmama dos bezerros com 
elevados pesos corporais; 
VANTAGENS DA 
ESTAÇÃO DE MONTA: 
Fase de cria
▪ A retomada do ciclo reprodutivo no pós-parto é favorecida pela boa 
condição corporal e nutricional das matrizes; 
▪ A desmama dos bezerros é feita no início da seca, poupando-se as 
vacas da amamentação durante esta estação crítica; 
▪ O descarte programado de fêmeas após a desmama, para abril a 
junho, proporciona alívio da pressão de pastejo durante a época 
seca.
▪ Proporciona descanso aos reprodutores.
VANTAGENS DA 
ESTAÇÃO DE MONTA: 
Fase de cria
TODO O MANEJO DO REBANHO, EM GERAL, É FACILITADO, DESDE: 
▪ cuidados com os bezerros ao nascimento, 
▪ práticas de vacinações, 
▪ aplicação de vermífugo, 
▪ desmama, 
▪ marcação, 
▪ recria, 
▪ castração, 
▪ engorda e 
▪ planejamento da comercialização, com a formação de lotes mais 
homogêneos. 
VANTAGENS DA CONCENTRAÇÃO DE NASCIMENTOS
Fase de cria
Fase de cria
A transição entre um regime de monta natural durante todo o ano, 
para uma estação de monta definida DEVE SER FEITA DE FORMA 
PROGRESSIVA, NÃO DRÁSTICA, para evitar perdas de produtividade. 
▪ Deve-se realizar a retirada dos touros no final do mês de maio, retornando-os 
ao rebanho de cria no início do mês de setembro. 
PRIMEIRO ANO 
J F M A M J J A S O N D
▪ Deve-se encurtar a estação em um mês em cada ponta, ou seja, excluindo-se 
os meses de maio e setembro. 
▪ A partir deste ponto deve ser feito um trabalho gradativo de diminuição 
desse período, a cada ano, até ser atingida a duração ideal de 90 dias. 
SEGUNDO ANO 
J F M A M J J A S O N D
SEM TOURO
SEM TOURO
MANEJO REPRODUTIVO
Fase de cria
▪ Avaliação da condição corporal 
▪ Avaliação reprodutiva da vacada e dos touros 
(exames ginecológico e andrológico)
PREPARAÇÃO PARA A ESTAÇÃO DE MONTA
eliminar da 
reprodução 
animais que não 
estejam aptos
Fase de cria
MACHO: 
▪ Exame físico: devemos observar o aparelho genital completo, 
procurando anomalias, defeitos, processos inflamatórios e 
observando medidas e condições estabelecidas para cada raça.
▪ Exame andrológico: completo deve ser realizado antes de cada 
estação reprodutiva.
FÊMEAS: 
▪ Devem apresentar boa condição corporal (ECC), e estarem ciclando 
normalmente. 
Fase de cria
Fase de cria
Escala de 1 a 5
Fase de cria
As doenças da reprodução possuem peso 
importante nos índices de natalidade, taxa 
de prenhes, retorno ao cio, natimortos, 
entre outros, ou seja, inúmeros prejuízos.
MANEJO SANITÁRIO
DOENÇAS DA REPRODUÇÃO E LIGADAS A REPRODUÇÃO
✓ Doenças infecciosas de origem bacteriana, virótica e parasitária 
podem afetar o sistema reprodutivo dos machos e das fêmeas, 
impedindo a fecundação, causando abortos ou mesmo ocasionando a 
terminação de bezerros com porte inferior à média.
Fase de cria
O ABORTO em bovinos ocorre nos diversos estágios gestacionais e 
possui diversas causas, de modo que é fundamental o seu diagnóstico. 
As causas principais são: 
▪ brucelose, 
▪ leptospirose, 
▪ campilobacteriose, 
▪ complexo herpes vírus (IBR), 
▪ trichomonose, 
▪ diarréia viral bovina (BVD), 
▪ Neosporose,
▪ intoxicações, 
▪ nutricionais, 
▪ de manejo e 
▪ outras desconhecidas.
https://pt.engormix.com/pecuaria-corte/artigos/planejamento-sanitario-gado-corte-t37944.htm
Planejamento sanitário de gado de corte. 
Autor/s. : Renato Andreotti e Silva; Alberto Gomes; Pedro Paulo Pires; Fred Emil Brautigam Rivera. 
https://pt.engormix.com/mbr-27073/renato-andreotti-silva
Fase de cria
ACASALAMENTO
ESTRATÉGIAS:
▪ Monta natural 
▪ Inseminação artificial com observação de cio 
▪ Inseminação artificial em tempo fixo (IATF) 
▪ Transferência de embriões (TE) 
▪ Produção in vitro de embriões (PIV)
Fase de cria
✓ Recomenda-se que as NOVILHAS INICIEM A ESTAÇÃO DE MONTA UM 
MÊS ANTES DAS VACAS. 
Por estarem solteiras, as novilhas apresentam boas condições 
corporais no início da estação e sendo acasaladas antes, elasterão mais tempo para se recuperarem após o parto, favorecendo 
a retomada do ciclo reprodutivo na estação seguinte. 
Fase de cria
As matrizes descartadas devem ser 
substituídas por novilhas que conceberam 
mais cedo, durante a estação de monta. 
▪ Os touros devem ser colocados em pastagens exclusivas, para 
recuperação e descanso. 
▪ O diagnóstico de gestação deve ser feito o mais cedo possível, 
30 (ultrassonografia) ou 45 (palpação retal) dias.
AO TÉRMINO DA ESTAÇÃO
Com o DIAGNÓSTICO DE GESTAÇÃO PRECOCE, as fêmeas vazias 
podem ser descartadas enquanto elas ainda mantem boas 
condições corporais e antes que comece a estação seca do ano, 
minimizando-se a pressão de pastejo nesta época crítica. 
Fase de cria
▪ Separe as vacas em final de gestação, levando-as aos pastos 
maternidade um mês antes da data provável do parto.
▪ O ideal é deixar as novilhas em um pasto, separadas das demais 
matrizes.
▪ Visite o pasto maternidade pelo menos duas vezes ao dia (pela manhã 
e pela tarde).
▪ Esteja atento às dificuldades de parto, rejeição da cria, bezerro fraco, 
e registre o fato.
MANEJO PRÉ-PARTO
INGESTÃO DE COLOSTRO
▪ O colostro deve ser ingerido nas primeiras 24 horas. 
▪ Sinais que o bezerro possa não ter ingerido o colostro:
✓ Bezerro com baixo vigor
✓ Barriga com vazio fundo 
✓ Tetos da matriz cheios
CUIDADOS COM OS BEZERROS AO NASCIMENTO
Deve-se intervir para que o 
bezerro ingira o colostro 
corretamente.
Fase de cria
Os procedimentos para:
▪ Cura do umbigo,
▪ Identificação (marcação), 
▪ Vermífugação
▪ Pesagem dos bezerros 
devem ser efetuados no DIA 
SEGUINTE AO PARTO, para não 
interferir na formação do vínculo 
materno-filial.
CURA DO UMBIGOPESAGEM
Fase de cria
IDENTIFICAÇÃO (MARCAÇÃO) 
▪ Brinco
▪ Tatuagem na orelha
▪ Ferro quente
▪ Identificador eletrônico
PICOTE
Fase de cria
BRINCO
Fase de cria
TATUAGEM
Fase de cria
FERRO QUENTE
Fase de cria
BRINCOS ELETRÔNICOS 
“CHIP DO BOI” 
Fase de cria
BRINCO SISBOV
RASTREABILIDADE
Fase de cria
✓ É um sistema criado e mantido pelo Ministério da Agricultura, 
Pecuária e Abastacimento (MAPA) que visa registrar e controlar as 
propriedades rurais que, voluntariamente, optaram por comercializar 
carnes para mercados que exigem rastreabilidade individual.
SISTEMA DE IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE 
BOVINOS E BUBALINOS (SISBOV)
RASTREAR O ANIMAL DESDE O NASCIMENTO 
ATÉ O ABATE, disponibilizando relatórios de 
apoio a tomada de decisão quanto a 
qualidade do rebanho nacional e importado. 
Fase de cria
✓ CERTIFICADORAS CREDENCIADAS são as entidades, governamentais 
ou privadas, credenciadas pelo MAPA, responsáveis pela 
caracterização e pelo registro individual de bovinos e bubalinos em 
todo o território nacional, assim como a inclusão destes rebanhos na 
BASE NACIONAL DE DADOS (BND).
A função primária do SISBOV é servir como uma ferramenta 
de controle sanitário, que possibilita rápida identificação 
de possíveis focos de doenças e epidemias, bem como a 
determinação do destino e a retirada de quaisquer produtos 
que possam estar contaminados do mercado. 
SISTEMA DE IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE 
BOVINOS E BUBALINOS (SISBOV)
Fase de cria
Fase de cria
DESCORNA/AMOCHAÇÃO
▪ A retirada do chifre dos tem por justificativa evitar a ocorrência de 
lesões e acidentes entre os animais e aos tratadores.
▪ Além disso, permitir que maior número de animais tenha acesso ao 
comedouro, facilidade de manejo e transporte e diminuição da 
competição e dos comportamentos de dominância.
Fase de cria
AMOCHAÇÃO DESCORNA
Fase de cria
▪ FERRO QUENTE/ELÉTRICO 
▪ CAUTERIZAÇÃO QUÍMICA (uso de pastas cáusticas) 
✓ Deve ser realizado em animais com idade inferior a dois meses, pois 
nesse período o botão cornual que dará origem ao chifre ainda está 
flutuante na pele, o que facilita a prática de remoção e o processo de 
cicatrização.
AMOCHAMENTO
Fase de cria
Fase de cria
▪ ENTRE 6 E 8 MESES 
▪ Desmama precoce: 3 e 4 meses (suplementação alimentar ao bezerro)
▪ Desmama tardia: 9 e 10 meses
A desmama deve acontecer no início do período seco, onde ocorre a 
redução das exigências nutricionais das vacas.
DESMAMA
A idade de desmama vai depender, da disponibilidade 
de forragens, suplementação e da condição corporal 
da vaca.
Fase de cria
O GANHO DE PESO do bezerro, na desmama, pode ser aumentado por 
meio da suplementação no CREEP FEEDING (cocho privativo).
É um cercado ao qual só o bezerro tem acesso. O animal, ainda 
mamando, recebe uma suplementação com ração balanceada. 
Fase de cria
Fase de cria
VANTAGENS DO CREEP-FEEDING: 
▪ Maior peso corporal à desmama, 
▪ Expressão do potencial genético em animais melhorados,
▪ Impulsona comercialização de animais de raças puras,
▪ Redução do estresse à desmama e 
▪ Favorecer a retomada da atividade cíclica ovariana da matriz devido 
ao menor desgaste ocasionado pela lactação, além de proporcionar 
menor variação da condição corporal .
▪ Custo do peso corporal adicional 
pode ser mais alto do que a receita;
DESVANTAGENS DO CREEP-FEEDING: 
Fase de cria
✓ redução no intervalo parto-estro 
✓ aumento do ganho de peso das vacas desmamadas
▪ DESMAME TEMPORÁRIO
▪ DESMAME PRECOCE (3 e 4 meses)
	Slide 1
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37
	Slide 38
	Slide 39
	Slide 40
	Slide 41
	Slide 42
	Slide 43
	Slide 44
	Slide 45
	Slide 46
	Slide 47
	Slide 48