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Aula 01
Auditoria p/ ISS Cuiabá
Professor: Claudenir Brito
Auditoria p/ISS-Cuiabá 
Teoria e exercícios comentados 
Prof Claudenir Brito ʹ Aula 01 
 
Prof. Claudenir Brito www.estrategiaconcursos.com.br 1 de 83 
AULA 01: Normas brasileiras e internacionais para o 
exercício da auditoria interna: independência, 
competência profissional, âmbito do trabalho, 
execução do trabalho e administração do órgão de 
auditoria interna. 
 
SUMÁRIO PÁGINA 
Introdução 1 
1. Distinção entre Auditoria Interna e Auditoria 
Independente 
2 
2. Normas Brasileiras de Auditoria Interna 30 
3. Normas do IIA 43 
Lista das questões comentadas durante a aula 66 
Referências bibliográficas 83 
 
Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais 
(copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida 
a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. 
 
Grupos de rateio e pirataria são clandestinos, violam a lei e prejudicam 
os professores que elaboram os cursos. Valorize o trabalho de nossa 
equipe adquirindo os cursos honestamente através do site Estratégia 
Concursos ;-) 
 
 
Olá, pessoal. 
 
Espero que tenham gostado de nossa aula demonstrativa. De certa forma, 
se vocês estão lendo esta aula, é porque confiaram sua preparação no 
Estratégia Concursos e consequentemente nas minhas explicações sobre 
nossa disciplina. Agradeço desde já. 
 
A partir desta aula 1, vamos estudar o edital com a maior profundidade 
possível, dentro da objetividade que se espera de um curso voltado para 
concursos. 
 
As mesmas observações sobre os exercícios comentados que fiz na aula 
demonstrativa valem para as demais aulas. 
 
Auditoria p/ISS-Cuiabá 
Teoria e exercícios comentados 
Prof Claudenir Brito ʹ Aula 01 
 
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Dúvidas, só perguntar no fórum do curso. Se forem sobre outros temas 
voltados aos concursos, que não sejam específicas do nosso conteúdo, 
pode ainda me enviar uma mensagem: 
 
 
 
(61) 8104-2123 
 
 
Sejam bem vindos ao nosso curso e boa aula para todos nós. 
 
 
1. Distinção entre auditoria interna e independente. 
 
1.1 Conceito de Auditoria Interna 
 
A Auditoria surgiu pela necessidade de formação de opinião independente 
quanto à forma pela qual determinado patrimônio estava sendo 
gerenciado. 
 
Pois bem. Essa opinião pode vir de dentro da própria empresa, desde que 
independente, ou de fora da mesma, por profissionais que não fazem 
parte da organização. 
 
Assim, podemos definir Auditoria Interna como uma atividade de 
avaliação independente dentro da empresa, para verificar as 
operações e emitir uma opinião sobre elas, sendo considerada um 
serviço prestado à administração. 
 
De acordo com Crepaldi (2010), é executada por profissional ligado à 
empresa, ou por uma seção própria para esse fim, sempre em linha de 
dependência da direção empresarial. 
 
Vamos ver um exemplo de uma empresa de energia do Ceará – a Coelce. 
Observem que a Auditoria Interna está ligada ao Conselho de 
Administração, não estando subordinada a nenhuma Diretoria específica. 
 
E vocês sabem por que eu estou usando esta empresa como exemplo? 
Por nada, pessoal, a escolha foi aleatória mesmo. 
 
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Fonte: www.coelce.com.br 
 
Essa ligação com a Alta Administração da empresa é que dá a 
necessária autonomia aos trabalhos da Auditoria Interna, pois não é 
dependente de qualquer setor da entidade. 
 
Nesse ponto, o aluno poderia ter alguma dúvida quanto ao fato de 
afirmarmos ser uma opinião independente. Como uma opinião 
independente seria emitida por alguém que está em linha de dependência 
da direção? 
 
Bom, vamos entender o seguinte: se a Auditoria Interna presta um 
serviço à própria administração, com que objetivo o auditor iria “alterar” 
um resultado, modificar uma opinião para encobrir um fato? Nenhum, ou 
vocês imaginam que o administrador pediria para ser enganado pela 
Auditoria Interna da própria empresa? 
 
O fato é que a Auditoria Interna tem como objetivo auxiliar a 
administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. A 
Auditoria Interna não tem por objetivo principal a identificação de fraudes 
e erros, tampouco a punição de gestores que cometam as impropriedades 
ou irregularidades. 
 
Ou seja, se a Auditoria Interna não puder emitir uma opinião 
independente, autônoma, não cumprirá seu papel na estrutura 
organizacional. E essa ideia é muito importante para a prova de vocês. 
 
 
Se a banca fizer uma comparação entre a 
independência da auditoria interna e da 
auditoria externa, é claro que nós vamos 
dizer que a auditoria externa é mais 
independente que a interna. 
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EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 
 
1. (CESPE/FUB-DF/2013) Os auditores internos, apesar de sua 
subordinação à administração da empresa e do âmbito de 
seu trabalho, devem adotar, entre seus procedimentos, a 
investigação e a confirmação, que envolvem pessoas físicas 
ou jurídicas de dentro ou de fora da entidade. 
Comentários: 
Entre as técnicas que o auditor interno utiliza para coletar 
evidências de auditoria estão a investigação e a confirmação que, 
conforme definição da norma de auditoria interna, podem envolver 
pessoa física ou jurídica de dentro ou fora da entidade. 
Isso pode acontecer independente dessa subordinação existente 
entre o auditor interno e a alta administração. 
 Gabarito: C 
 
2. (Cespe/TCDF/2012) Acerca de auditoria interna, julgue o 
item seguinte: os serviços de auditoria interna, 
estabelecidos dentro dos órgãos e instituições 
governamentais, são, na maior medida possível, no âmbito 
de sua respectiva estrutura, independentes nos aspectos 
funcionais e de organização. 
Comentários: 
A ligação com a Alta Administração da empresa é que dá a 
necessária autonomia aos trabalhos da Auditoria Interna, pois não 
é dependente de qualquer setor da entidade. No setor público não é 
diferente. 
Gabarito: C 
 
 
Vamos tratar agora de uma norma muito importante quando o assunto é 
a Auditoria Interna: a NBC TI 01 – Da Auditoria Interna. Com relação 
ao conceito de Auditoria Interna, a norma estabelece: 
“A Auditoria Interna compreende os exames, análises, 
avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade 
dos processos, dos sistemas de informações e de 
controles internos integrados ao ambiente, e de 
gerenciamento de riscos, com vistas a assistir à 
administração da entidade no cumprimento de seus 
objetivos.” (grifei) 
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Como se vê, o CFC deixa claro que a Auditoria Interna deve avaliar 
processos, sistemas e controle, a fim de auxiliar a administração 
no cumprimento dos objetivos da entidade. Essa definição é muito 
importante! 
 
Como vimos, o papel da Auditoria Interna é auxiliar a administração 
da entidade no cumprimento de seus objetivos. Para tanto, tem 
exercido a importante função de identificar oportunidades e 
estratégias para minimizar os riscos inerentes à atividade da 
organização a qual faz parte. 
 
É elemento chave na avaliação e na sugestão de melhorias nos processos, 
sendo eficiente suporte na gestão empresarial. 
 
Outro ponto de destaque na NBC TI 01 é que a norma afirma que “A 
Auditoria Interna é exercida nas pessoas jurídicas de direito“erro” aplica-se a ato não-intencional de omissão, desatenção, 
desconhecimento ou má interpretação de fatos na elaboração de 
registros, informações e demonstrações contábeis, bem como de 
transações e operações da entidade, tanto em termos físicos quanto 
monetários. 
 
 
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 
 
37. (Cespe/FUB-DF/2013) No caso de a auditoria interna 
detectar indícios de irregularidades no decorrer de seus 
trabalhos e avaliar que a administração da entidade deve 
adotar providências imediatas, a auditoria deve fazer a 
comunicação por escrito, em caráter reservado. 
Comentários: 
Como vimos, essa comunicação deve ser feita por escrito, em 
caráter reservado, a fim de comprovar que a administração tomou 
conhecimento do fato e preservar a integridade do auditor. 
Gabarito: C 
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38. (Cespe/Bacen/2013) Ao suspeitar da ocorrência de 
fraude na entidade sob seu controle, o auditor interno deve 
levar o fato ao conhecimento da administração da entidade, 
realizando essa comunicação em conversa reservada. 
Comentários: 
 egundo a NBC TI 01, a Auditoria Interna “deve assessorar a 
administração da entidade no trabalho de prevenção de fraudes e 
erros, obrigando-se a informá-la, sempre por escrito, de maneira 
reservada, sobre quaisquer indícios ou confirmações de 
irregularidades detectadas no decorrer de seu trabal o” ( rifamos). 
Dessa forma, a questão está errada, pois a comunicação de 
suspeita de fraude não deve ser por meio de uma conversa e sim por 
escrito. 
Gabarito: E 
 
2.4 NORMAS DE EXECUÇÃO DOS TRABALHOS 
 
2.4.1 Planejamento da Auditoria Interna 
 
O planejamento do trabalho da Auditoria Interna compreende os exames 
preliminares das áreas, atividades, produtos e processos, para definir a 
amplitude e a época do trabalho a ser realizado, de acordo com as 
diretrizes estabelecidas pela administração da entidade. 
 
O planejamento deve considerar os fatores relevantes na execução dos 
trabalhos, especialmente os seguintes: 
 
a) o conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão de 
riscos da entidade; 
 
b) o conhecimento detalhado das atividades operacionais e dos sistemas 
contábil e de controles internos e seu grau de confiabilidade da entidade; 
 
c) a natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de 
auditoria interna a serem aplicados, alinhados com a política de gestão de 
riscos da entidade; 
 
d) a existência de entidades associadas, filiais e partes relacionadas que 
estejam no âmbito dos trabalhos da Auditoria Interna; 
 
e) o uso do trabalho de especialistas; 
 
f) os riscos de auditoria, quer pelo volume ou pela complexidade das 
transações e operações; 
 
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g) o conhecimento do resultado e das providências tomadas em relação a 
trabalhos anteriores, semelhantes ou relacionados; 
 
h) as orientações e as expectativas externadas pela administração aos 
auditores internos; e 
 
i) o conhecimento da missão e objetivos estratégicos da entidade. 
 
O planejamento deve ser documentado e os programas de trabalho 
formalmente preparados, detalhando-se o que for necessário à 
compreensão dos procedimentos que serão aplicados, em termos de 
natureza, oportunidade, extensão, equipe técnica e uso de especialistas. 
 
Os programas de trabalho devem ser estruturados de forma a servir como 
guia e meio de controle de execução do trabalho, devendo ser revisados e 
atualizados sempre que as circunstâncias o exigirem. 
 
 
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 
 
39. (Cespe/AFT/2013) Um dos requisitos para assegurar a 
necessária independência técnica aos auditores internos é a 
garantia de que, no planejamento de seu trabalho, eles não 
serão influenciados pelas orientações emanadas da 
administração da entidade e, eventualmente, por suas 
expectativas. 
Comentários: 
 egundo a NBC TI 01, “o planejamento do trabal o da Auditoria 
Interna compreende os exames preliminares das áreas, atividades, 
produtos e processos, para definir a amplitude e a época do trabalho a 
ser realizado, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela 
administração da entidade”. ( rifamos) 
Gabarito: E 
 
2.4.2 Riscos da Auditoria Interna 
 
A análise dos riscos da Auditoria Interna deve ser feita na fase de 
planejamento dos trabalhos; estão relacionados à possibilidade de não se 
atingir, de forma satisfatória, o objetivo dos trabalhos. Nesse sentido, 
devem ser considerados, principalmente, os seguintes aspectos: 
 
a) a verificação e a comunicação de eventuais limitações ao alcance dos 
procedimentos da Auditoria Interna, a serem aplicados, considerando o 
volume ou a complexidade das transações e das operações; 
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b) a extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos 
de especialistas. 
 
2.4.3 Procedimentos da Auditoria Interna 
 
Os procedimentos da Auditoria Interna constituem exames e 
investigações, incluindo testes de observância e testes substantivos, que 
permitem ao auditor interno obter subsídios suficientes para fundamentar 
suas conclusões e recomendações à administração da entidade. 
 
Os testes de observância visam à obtenção de razoável segurança de que 
os controles internos estabelecidos pela administração estão em efetivo 
funcionamento, inclusive quanto ao seu cumprimento pelos funcionários e 
administradores da entidade. Na sua aplicação, devem ser considerados 
os seguintes procedimentos: 
 
a) inspeção – verificação de registros, documentos e ativos tangíveis; 
 
b) observação – acompanhamento de processo ou procedimento 
quando de sua execução; e 
 
c) investigação e confirmação – obtenção de informações perante 
pessoas físicas ou jurídicas conhecedoras das transações e das operações, 
dentro ou fora da entidade. 
 
Os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à 
suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos pelos sistemas de 
informação da entidade. 
 
As informações que fundamentam os resultados da Auditoria Interna são 
denominadas de “evid ncias”, que devem ser suficientes, fidedignas, 
relevantes e úteis, de modo a fornecer base sólida para as conclusões e 
recomendações à administração da entidade. 
 
O processo de obtenção e avaliação das informações compreende: 
 
I – a obtenção de informações sobre os assuntos relacionados aos 
objetivos e ao alcance da Auditoria Interna, devendo ser observado que: 
 
a) a informação suficiente é aquela que é factual e convincente, de 
tal forma que uma pessoa prudente e informada possa entendê-la da 
mesma forma que o auditor interno; 
 
b) a informação adequada é aquela que, sendo confiável, propicia a 
melhor evidência alcançável, por meio do uso apropriado das técnicas de 
Auditoria Interna; 
 
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c) a informação relevante é a que dá suporte às conclusões e às 
recomendações da Auditoria Interna; 
 
d) a informação útil é a que auxilia a entidade a atingir suas metas. 
 
II – a avaliação da efetividade das informações obtidas, mediante a 
aplicação de procedimentos da Auditoria Interna, incluindo testes 
substantivos, se as circunstâncias assim o exigirem. 
 
O processo deve ser supervisionado para alcançar razoável segurança de 
que o objetivo do trabalho da Auditoria Interna está sendo atingido. 
 
Devem ser adotados procedimentosadequados para assegurar que as 
contingências ativas e passivas relevantes - decorrentes de processos 
judiciais e extrajudiciais, reivindicações e reclamações, bem como de 
lançamentos de tributos e de contribuições em disputa, - foram 
identificadas e são do conhecimento da administração da entidade. 
 
No trabalho da Auditoria Interna, quando aplicável, deve ser examinada a 
observância dos Princípios Fundamentais de Contabilidade, das Normas 
Brasileiras de Contabilidade e da legislação tributária, trabalhista e 
societária, bem como o cumprimento das normas reguladoras a que 
estiver sujeita a entidade. 
 
2.4.4 Amostragem 
 
Ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou um método de 
seleção de itens a serem testados, podem ser empregadas técnicas de 
amostragem. 
 
Ao usar método de amostragem, estatística ou não, deve ser projetada e 
selecionada uma amostra que possa proporcionar evidência de auditoria 
suficiente e apropriada. 
 
2.4.5 Processamento Eletrônico de Dados – PED 
 
A utilização de processamento eletrônico de dados pela entidade requer 
que exista, na equipe da Auditoria Interna, profissional com conhecimento 
suficiente sobre a tecnologia da informação e os sistemas de informação 
utilizados. 
 
O uso de técnicas de Auditoria Interna, que demandem o emprego de 
recursos tecnológicos de processamento de informações, requer que 
exista na equipe da Auditoria Interna profissional com conhecimento 
suficiente de forma a implementar os próprios procedimentos ou, se for o 
caso, orientar, supervisionar e revisar os trabalhos de especialistas. 
 
2.5 NORMAS RELATIVAS AO RELATÓRIO DA AUDITORIA INTERNA 
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O relatório é o documento pelo qual a Auditoria Interna apresenta o 
resultado dos seus trabalhos, devendo ser redigido com objetividade e 
imparcialidade, de forma a expressar, claramente, suas conclusões, 
recomendações e providências a serem tomadas pela administração da 
entidade. 
 
O relatório da Auditoria Interna deve abordar, no mínimo, os seguintes 
aspectos: 
 
a) o objetivo e a extensão dos trabalhos; 
 
b) a metodologia adotada; 
 
c) os principais procedimentos de auditoria aplicados e sua extensão; 
 
d) eventuais limitações ao alcance dos procedimentos de auditoria; 
 
e) a descrição dos fatos constatados e as evidências encontradas; 
 
f) os riscos associados aos fatos constatados; e 
 
g) as conclusões e as recomendações resultantes dos fatos constatados. 
 
O relatório da Auditoria Interna deve ser apresentado a quem tenha 
solicitado o trabalho ou a quem este autorizar, devendo ser preservada a 
confidencialidade do seu conteúdo. 
 
A Auditoria Interna deve avaliar a necessidade de emissão de relatório 
parcial, na hipótese de constatar impropriedades/irregularidades/ 
ilegalidades que necessitem providências imediatas da administração da 
entidade, e que não possam aguardar o final dos exames, considerando o 
disposto no item 12.1.3.1. 
 
 
 
EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES 
 
 
40. (FGV/ISS-Cuiabá/2014) Sobre a auditoria interna, de acordo 
com a NBC TI 01 – da Auditoria Interna, assinale a afirmativa 
incorreta. 
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a) Deve ser documentada por meio de papéis de trabalho elaborados em 
meio físico ou eletrônico, que devem ser organizados e arquivados de 
forma sistemática e racional. 
b) Deve incluir testes de observância e testes substantivos, que permitam 
ao auditor interno obter subsídios suficientes para fundamentar suas 
conclusões e recomendações para a administração da entidade. 
c) Deve empregar recursos tecnológicos de processamento de 
informações, o que requer profissionais com conhecimentos suficientes 
para implementar os procedimentos, ou orientar, supervisionar e revisar 
os trabalhos de especialistas. 
d) Deve avaliar a necessidade de emissão de relatório parcial, na hipótese 
de constatar impropriedades, irregularidades ou ilegalidades que exijam 
providências imediatas da administração da entidade e que não possam 
aguardar o final dos exames. 
e) Deve assessorar a administração da entidade no trabalho de prevenção 
de fraudes e erros, obrigando-se a divulgar para os funcionários da 
empresa, por meio eletrônico, quaisquer indícios ou confirmações de 
irregularidades detectadas no decorrer de seu trabalho. 
Comentários: 
Segundo a NBC TI 01, a Auditoria Interna deve assessorar a 
administração da entidade no trabalho de prevenção de fraudes e erros, 
obrigando-se a informá-la, sempre por escrito, de maneira 
reservada, sobre quaisquer indícios ou confirmações de irregularidades 
detectadas no decorrer de seu trabalho. 
Gabarito: E 
 
41. (FGV/Sefaz-RJ/2009) De acordo com a Resolução CFC nº 
986/2003, com relação à auditoria interna, assinale a afirmativa 
incorreta. 
a) Compreende os exames, análises, avaliações, levantamentos e 
comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos 
processos, dos sistemas de informações e de controles internos 
integrados ao ambiente e de gerenciamento de riscos. 
b) Está estruturada em procedimentos, com enfoque técnico, objetivo, 
sistemático e disciplinado, e tem por finalidade agregar valor ao resultado 
da organização. 
c) Compreende, para fins de planejamento, os exames preliminares das 
áreas, atividades, produtos e processos que definem a amplitude e a 
época do trabalho a ser realizado. 
d) Realiza exames e investigações, incluindo testes de observância e 
testes substantivos, que permitem obter subsídios suficientes para 
fundamentar as conclusões e recomendações à administração da 
entidade. 
e) É fundamentada por informações denominadas de “refer ncias”, que 
devem ser suficientes, fidedignas, relevantes e úteis, de modo a fornecer 
base sólida para as conclusões e recomendações à administração da 
entidade. 
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Comentários: 
A FGV cobrou a NBC TI 01 na literalidade. Até mesmo na alternativa 
errada, letra E, a banca trocou apenas uma palavra, para tentar confundir 
o candidato. 
O auditor interno fundamenta seus resultados por meio de 
informações denominadas “e i ên ia ” e não “refer ncias”. Mas não se 
preocupem com esse conceito agora, pois o abordaremos em outra aula. 
Gabarito: E 
 
42. (FCC/TCE-GO/2014) O relatório é o documento pelo qual a 
Auditoria Interna apresenta o resultado dos seus trabalhos. Nos 
termos da NBC TI 01, entre os itens que devem ser abordados no 
relatório, estão: 
I. os principais procedimentos de auditoria aplicados e sua 
extensão; 
II. os responsáveis por eventuais prejuízos causados à entidade; 
III. a capacidade financeira da entidade para honrar seus 
compromissos; 
IV. o objetivo e a extensão dos trabalhos; 
V. os riscos associados aos fatos constatados. 
Está correto o que consta APENAS em: 
a) I, III e IV; 
b) I, IV e V; 
c) IV e V; 
d) I, III e V; 
e) III e IV. 
Comentários: 
Segundo a NBC TI 01, no relatório de auditoria interna deve 
constar, no mínimo, os seguintes aspectos (grifamos): 
“a) o objetivo e a extensão dos trabalhos; 
b) a metodologia adotada; 
c) os principais procedimentos de auditoria aplicados e 
sua extensão; 
d) eventuais limitações ao alcance dos procedimentos de 
auditoria; 
e) a descrição dos fatos constatados e as evidências 
encontradas; 
f ) os riscos associados aos fatos constatados; e 
g) as conclusões e as recomendações resultantes dos fatos 
constatados.” 
Portanto, questão que segue literalmente esse texto. 
Gabarito:B 
 
43. (FCC/Sefaz-PE/2014) Agregar valor ao resultado da 
organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos 
processos, da gestão e dos controles internos, por meio da 
recomendação de soluções para as não conformidades apontadas 
nos relatórios, é finalidade, decorrente da atividade: 
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a) do conselho fiscal; 
b) da auditoria externa; 
c) do conselho de administração; 
d) do controle interno; 
e) da auditoria interna 
Comentários: 
 egundo a NBC TI 01, a atividade da Auditoria Interna “está 
estruturada em procedimentos, com enfoque técnico, objetivo, 
sistemático e disciplinado, e tem por finalidade agregar valor ao resultado 
da organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos 
processos, da gestão e dos controles internos, por meio da recomendação 
de soluções para as não conformidades apontadas nos relatórios”. 
Gabarito: E 
 
44. (FCC/TCE-RS/2014) A atividade que compreende os exames, 
análises, avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, 
adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, 
dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao 
ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir a 
administração da entidade no cumprimento de seus objetivos, 
forma o conceito de auditoria: 
a) ambiental; 
b) interna; 
c) contábil; 
d) de gestão; 
e) de programa. 
Comentários: 
Segundo o item 12.1.1.3 da NBC TI 01, a Auditoria Interna 
compreende os exames, análises, avaliações, levantamentos e 
comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos 
processos, dos sistemas de informações e de controles internos 
integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a 
assistir à administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. 
Gabarito: B 
 
45. (FCC/TCE-PI/2014) A auditoria interna: 
a) é exercida por profissional independente; 
b) é realizada de forma periódica; 
c) emite Parecer; 
d) opina sobre as demonstrações Contábeis; 
e) emite recomendações a entidade auditada. 
Comentários: 
As letras A, B e D tratam de atributos da auditoria independente. 
A letra C, da forma como está escrita (com Parecer começando com 
letra maiúscula), não se refere mais à auditoria independente, pois a 
nomenclatura correta seria Relatório. 
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De qualquer forma, o gabarito é mesmo a letra E, já que 
recomendações à entidade auditada no relatório de auditoria é uma 
característica do auditor interno. 
Gabarito: E 
 
46. (Fundatec/Cage-RS/2014) Com relação às funções de 
auditor interno e auditor externo, analise as alternativas abaixo e 
marque a opção correta. 
a) O auditor interno emite relatório para a alta administração e para 
terceiros interessados, enquanto o auditor externo emite relatório para a 
alta administração da empresa auditada. 
b) Tanto o auditor interno quanto o auditor externo são subordinados à 
alta administração da empresa auditada. 
c) Tanto o auditor interno quanto o auditor externo devem avaliar os 
controles internos e a possibilidade de ocorrência de fraudes e erros que 
afetem as demonstrações contábeis. 
d) A responsabilidade primária na detecção de fraudes e erros é do 
auditor externo, já que seu relatório pode ser direcionado não só para a 
alta administração, mas também para terceiros interessados. 
e) O auditor externo pode ser terceiro ou funcionário da empresa, 
enquanto o auditor interno necessariamente precisa ser empregado. 
Comentários: 
Realmente, tanto auditor interno quanto externo devem avaliar os 
controles internos e a possibilidade de ocorrência de fraudes e erros que 
afetem as demonstrações contábeis. Isso não quer dizer que eles são os 
responsáveis primários pela prevenção e identificação de fraudes e erros 
(letra D). 
O relatório do auditor interno, a princípio, é apenas para a própria 
empresa da qual ele faz parte. O do auditor externo é para a empresa e 
para os usuários da informação. Portanto, a letra A está errada. 
O auditor externo não tem nenhuma subordinação (letra B) e não 
pode ser funcionário da empresa (letra E). 
Gabarito: C 
 
47. (Fundatec/Cage-RS/2014) Segundo a Resolução CFC n 986 
de 2003, que aprovou a NBC TI 01 – Auditoria Interna, os 
objetivos da auditoria interna compreendem: 
I. Apresentar subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da 
gestão e dos controles internos da entidade auditada. 
II. Apontar as não conformidades diagnosticadas e fornecer 
recomendações de soluções para essas não conformidades. 
III. Emitir opinião sobre a fidedignidade das demonstrações 
contábeis. 
Quais estão corretas? 
a) Apenas I. 
b) Apenas II. 
c) Apenas I e II. 
d) Apenas I e III. 
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e) I, II e III. 
Comentários: 
Emitir opinião sobre a fidedignidade das demonstrações contábeis 
não é função da auditoria interna e sim da externa. Dessa forma o item 
III está errado. 
Os itens I e II correspondem a objetivos da auditoria interna. 
Gabarito: C 
 
48. (Fundatec/Cage-RS/2014) Acerca do que disciplina a NBC TI 
01 – Auditoria Interna, analise as afirmativas abaixo, assinalando 
V para verdadeiro e F para falso. 
( ) A Auditoria Interna é exercida nas pessoas jurídicas de direito 
público, interno e externo, e de direito privado. 
( ) A Auditoria Interna deve ser documentada por meio de papéis 
de trabalho, elaborados em meio físico ou eletrônico, que devem 
ser organizados e arquivados de forma sistemática e racional. 
( ) Visto que a auditoria interna é aplicada de forma permanente 
na entidade, não existe exigência para a documentação de um 
planejamento de auditoria. 
( ) Auditoria Interna deve assessorar a administração da entidade 
no trabalho de prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a 
informa-la, sempre por escrito, sobre quaisquer indícios ou 
confirmações de irregularidades detectadas no decorrer de seu 
trabalho. 
( ) A análise das limitações ao alcance dos procedimentos de 
auditoria, bem como a extensão da responsabilidade do auditor no 
uso dos trabalhos de especialistas, é um aspecto a ser 
considerado na análise de riscos dos trabalhos do auditor externo, 
não sendo aplicáveis em um trabalho de auditoria interna. 
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para 
baixo, é: 
a) V – F – V – V – F; 
b) V – V – F – F – V; 
c) F – F – V – V – V; 
d) V – V – F – V – F; 
e) F – V – V – F – F. 
Comentários: 
Os itens III e V estão incorretos, pois o auditor interno também 
deve documentar seu planejamento e as limitações inerentes ao trabalho 
do auditor interno, assim como as do auditor externo, também devem ser 
considerados na análise de risco. 
Gabarito: D 
 
49. (FCC/DPE-SP/2013) A auditoria interna deve estar vinculada 
aos mais altos níveis hierárquicos de uma entidade com vistas a: 
a) atuar estritamente como órgão fiscalizador; 
b) emitir parecer sobre as demonstrações contábeis para os usuários 
externos; 
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c) garantir autonomia e independência; 
d) punir os responsáveis por erros nas demonstrações contábeis; 
e) apurar fraudes e punir os subordinados com maior isenção. 
Comentários: 
O principal objetivo dessa vinculação (geralmente ao Conselho deAdministração) é garantir a autonomia e independência necessárias para 
realização dos trabalhos de auditoria interna. 
A auditoria interna não tem apenas função fiscalizadora, mas 
também de assessoramento (letra A). Além disso, não emite parecer 
sobre as demonstrações contábeis (letra B). Quem faz isso é o auditor 
externo. Por fim, não tem função punitiva (letras D e E). 
Gabarito: C 
 
50. (Cesgranrio/Petrobras/2011) Com a crescente expansão dos 
negócios, as administrações das empresas instituíram o órgão de 
auditoria interna, que, em muitos ramos, tornou-se um setor 
obrigatório por força de lei. A auditoria interna auxilia a 
organização a alcançar seus objetivos, adotando uma abordagem 
sistemática para: 
a) avaliação e melhoria da eficácia dos processos de gerenciamento de 
riscos, de controle e governança corporativa; 
b) avaliação dos índices de liquidez e financeiros a fim de assegurar a boa 
saúde financeira da empresa; 
c) elaboração do mapeamento organizacional por meio de entrevistas com 
todos os funcionários; 
d) emissão do parecer sobre as demonstrações contábeis e publicação em 
jornal de grande circulação; 
e) revisão das contas contábeis para elaboração do balanço. 
Comentários: 
Conforme visto anteriormente, segundo a NBC TI 01, a auditoria 
interna compreende exames, análises, avaliações, levantamentos e 
comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos 
processos, dos sistemas de informações e de controles internos 
integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a 
assistir à administração da entidade no cumprimento de seus 
objetivos. (Grifos nossos) 
Dessa forma, a letra A aborda exatamente as características da 
auditoria interna. 
As alternativas B, C e E apresentam procedimentos que são de 
responsabilidade da própria administração e não do auditor interno. Já a 
emissão do parecer sobre as demonstrações contábeis é de 
responsabilidade do auditor independente. 
Gabarito: A 
 
 
 
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3. Normas do IIA 
 
Fundado em 1941, o Instituto de Auditores Internos (The Institute 
of Internal Auditors – IIA) é uma associação profissional internacional 
com sede mundial em Altamonte Springs, Califórnia, EUA. A missão do 
Instituto de Auditores Internos é fornecer liderança dinâmica da 
profissão global de Auditoria Interna. 
 
No Brasil, o Instituto de Auditores Internos do Brasil – IIA-Brasil – é o 
representante do IIA global. Mais informações poderão ser obtidas 
em seu site www.iiabrasil.org.br. 
 
A definição de Auditoria Interna, para o IIA, está definida em seu 
estatuto, da seguinte forma: 
 
“A Auditoria Interna é uma atividade independente e 
objetiva de avaliação (assurance) e de consultoria, 
desenhada para adicionar valor e melhorar as 
operações de uma organização. Ela auxilia uma 
organização a realizar seus objetivos a partir da 
aplicação de uma abordagem sistemática e disciplinada 
para avaliar e melhorar a eficácia dos processos de 
gerenciamento de riscos, controle e governança.” 
(Grifamos) 
 
Vamos a algumas observações sobre essa definição: 
 
- independente e objetiva: o fato de a Auditoria Interna fazer parte 
da estrutura do órgão auditado não pode prejudicar sua independência, 
já que qualquer avaliação influenciada pelo auditado perderia sua razão 
de ser. Sobre objetividade, quando tratamos desse atributo em 
Auditoria Interna, estamos falando em imparcialidade, em realizar 
nosso trabalho de forma objetiva, ou seja, para cumprir os objetivos 
para o qual foi planejado. 
- avaliação: compreende uma análise objetiva por parte do auditor 
interno, com o objetivo de apresentar opinião ou conclusões 
independentes sobre um processo ou matéria correlata. Nesse caso, a 
natureza e o escopo do trabalho de avaliação são determinados pelo 
auditor interno. 
- consultoria: compreende a emissão de uma opinião sobre 
determinado assunto, a fim de se recomendar a implementação de 
melhorias. Normalmente, a natureza e o escopo são definidos pelo 
auditado. 
- auxiliar a organização a realizar seus objetivos: essa é a essência da 
Auditoria Interna, auxiliar a organização. Não é a identificação de 
fraudes ou erros, ou a responsabilização dos infratores. 
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EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 
 
51. (Cespe/TCU/2008) Na definição do Institute of Internal 
Auditors, a auditoria interna, que presta serviços de avaliação 
e de consultoria, visa à eficácia dos processos de gestão de 
risco, controle e governança corporativa. Julgue CERTO ou 
ERRADO. 
Comentários: 
Como vimos, a afirmação sintetiza com precisão a definição de 
Auditoria Interna descrita pelo IIA, tornando a questão correta. 
Gabarito: C 
 
52. (Cespe/FUB-DF/2013) A auditoria interna, além de suas 
funções convencionais, pode ser incumbida de avaliar o 
processo de governança, no que diz respeito à realização de 
seus objetivos de ética e valores, assim como atuar na 
identificação e avaliação das vulnerabilidades relevantes a 
riscos. 
Comentários: 
Segundo a NBC TA 610, a função de auditoria interna pode 
avaliar o processo de governança quanto à realização de seus 
objetivos de ética e valores, administração de desempenho e 
prestação de contas, comunicando informações sobre risco e controle 
para as áreas apropriadas da organização, e da eficácia da 
comunicação entre as pessoas responsáveis pela governança, os 
auditores internos e independentes e a administração. Portanto, 
questão praticamente literal. 
Gabarito: C 
 
2.1 Normas do IIA 
 
Os serviços de avaliação (assurance) compreendem uma “avaliação 
objetiva da evidência por parte do auditor interno com o objetivo de 
apresentar uma opinião ou conclusões independentes sobre um processo 
ou outra matéria correlata.” 
 
Normalmente, três partes participam dos serviços de avaliação: 
 
- a pessoa ou grupo diretamente responsável pelo processo, sistema ou 
outro assunto correlato – o proprietário do processo, 
- a pessoa ou grupo que faz a avaliação – o auditor interno, e 
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- a pessoa ou grupo que faz uso da avaliação – o usuário. 
 
Os serviços de consultoria são aqueles “relacionados à assessoria e, 
normalmente, são prestados por solicitação específica de um cliente de 
auditoria. A natureza e o escopo dos trabalhos de consultoria estão 
sujeitos a um acordo mútuo com o cliente do trabal o.” 
 
Os serviços de consultoria, normalmente, compreendem dois 
participantes: 
 
- a pessoa ou grupo que oferece a consultoria – o auditor interno, e 
- a pessoa ou grupo que necessita e recebe a consultoria – o cliente do 
trabalho. 
 
Ao realizar serviços de consultoria o auditor interno deve manter a 
objetividade e não assumir responsabilidades gerenciais. 
 
O propósito das Normas de auditoria do IIA é: 
 
1 - Estabelecer princípios básicos que representam a prática da 
auditoria interna na forma em que esta deveria ser. 
2 - Fornecer um modelo para a execução e promoção de um amplo 
leque de atividades de auditoria interna que representem valor 
agregado. 
3 - Servir de base para a avaliação da auditoria interna. 
4 - Incentivar a melhoria dos processos e operações da organização. 
 
 
 
 
Princípios 
básicos 
Incentivar 
melhoria 
Propósito 
das 
normas 
Modelo 
para 
execução 
Base 
para 
avaliação 
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As Normas compreendem: 
 
- Normas de Atributos (série 1000): tratam das características 
de organizações e indivíduos que realizam atividades de auditoria, 
- Normas de Desempenho (série 2000): descrevem a natureza 
das atividades da auditoria interna e apresentam critérios de 
qualidade contra os quais o desempenho desses serviços é 
avaliado, e 
- Normas de Implantação: enquanto as Normas de Atributos e 
de Desempenho aplicam-se a todos os serviços de auditoria 
interna, as Normas de Implantação aplicam-se a tipos específicos 
de trabalhos de auditoria. 
 
 
Ou seja, existe apenas um conjunto de Normas de Atributos e de Normas 
de Desempenho, entretanto, existem variados conjuntos de Normas 
de Implantação, ou seja, um conjunto para cada tipo importante de 
atividade de auditoria interna. 
 
As Normas de Implantação foram estabelecidas para as atividades de: 
Avaliação (Assurance) (A) e de Consultoria (C). 
 
As Normas são parte integrante da Estrutura de Práticas 
Profissionais de Auditoria Interna, que inclui a definição de 
Auditoria Interna, o Código de Ética, as Normas e outras 
orientações. 
 
As Normas para o Exercício Profissional da Auditoria Interna - Estrutura 
Geral, estão divididas em três categorias de orientação: 
 
- Normas para o Exercício Profissional da Auditoria Interna; 
- Código de Ética e 
- Orientações para as Práticas da Auditoria Interna que, além da 
norma, inclui a Natureza da Orientação e Comentários Gerais. 
 
Normas de ATRIBUTOS 
- Características das Organizações. e indivíduos 
- Todos os tipos serviço – um conjunto 
Normas de DESEMPENHO - Natureza da atividade e critérios de qualidade 
- Todos os tipos serviço – um conjunto 
Normas de 
IMPLANTAÇÃO 
- Aplicação das normas anteriores em avaliação e 
consultoria 
- Serviços específicos – vários conjuntos 
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O objetivo do Código de Ética do IIA é promover uma cultura ética para 
a profissão, uma vez que a mesma se fundamenta na confiança 
depositada em sua avaliação (assurance) objetiva dos processos de 
gerenciamento de riscos, de controle e de governança corporativa. 
 
O Código de Ética do IIA vai além da definição de auditoria interna para 
incluir dois componentes essenciais: 
 
1. Princípios relevantes para a profissão e prática da auditoria interna; 
2. Regras de Conduta que descrevem normas do comportamento 
esperado - orientam a conduta ética de auditores internos. 
 
 
 
Princípios: 
 
Integridade 
A integridade dos auditores internos exige confiança e assim, representa 
a base para a confiabilidade em seu julgamento. 
 
Objetividade 
Gerar uma avaliação equilibrada de todas as circunstâncias relevantes e 
não ser influenciado pelos seus próprios interesses ou por outros, na 
formulação de julgamentos (opiniões). Também entendido como 
impessoalidade. 
 
Confidencialidade 
Respeitar o valor e a propriedade das informações a que tem acesso e 
não as divulgar sem a autorização apropriada a não ser em caso de 
obrigação legal ou profissional. 
 
Competência 
Auditores internos aplicam o conhecimento, habilidades e experiência 
necessários à realização de serviços de auditoria interna. 
Princípios 
Código de 
Ética Regras de 
Conduta 
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Regras de Conduta (deve – não deve) 
 
Integridade: 
 
- Devem realizar seus trabalhos com honestidade, diligência e 
responsabilidade. 
- Devem observar a lei e divulgar informações exigidas pela lei e pela 
profissão. 
- Não devem, quando de conhecimento, fazer parte de qualquer 
atividade ilegal, ou se envolver em atos que resultem em descrédito 
para a profissão de auditor interno ou para a organização. 
- Devem respeitar e contribuir para o legítimo e ético objetivo da 
organização. 
 
Objetividade 
 
- Não devem participar de qualquer atividade ou relação que possa 
prejudicar ou que, presumivelmente, prejudicaria sua avaliação 
imparcial. 
- Não devem aceitar qualquer regalia que possa prejudicar ou que, 
presumivelmente, prejudicaria seu julgamento profissional. 
- Devem divulgar todos os fatos materiais de seu conhecimento que, se 
não divulgados, podem distorcer relatórios das atividades sob sua 
revisão. 
 
Confidencialidade 
 
- Devem ser prudentes no uso e proteção das informações obtidas no 
desempenho de suas funções. 
Integridade Objetividade 
Princípios 
Confidencialidade Competência 
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- Não devem utilizar informações para qualquer vantagem pessoal ou 
de qualquer outra maneira contrária à lei ou em detrimento dos 
objetivos legítimos e éticos da organização. 
 
Competência 
 
- Devem realizar somente aqueles serviços para os quais possuam o 
conhecimento, habilidades e experiência necessários. 
- Devem realizar serviços de auditoria interna em conformidade com as 
Normas para a Prática Profissional da Auditoria Interna. 
- Devem continuamente melhorar seu conhecimento técnico, a eficácia 
e a qualidade de seus serviços. 
 
Pessoal, seguem trechos das normas do IIA, para que vocês possam dar 
uma lida com bastante atenção e tenham uma boa noção do que consta 
em seu texto. Entretanto, entendo que o custo x benefício de tentar 
decorá-las é baixo, tendo em vista que não são cobradas 
constantemente. 
 
NORMAS DE ATRIBUTOS 
 
Como vimos, as Normas de Atributos tratam das características de 
organizações e indivíduos que realizam atividades de auditoria. 
Pertencentes à série 1000, são divididas da seguinte forma: 
 
1000 – Propósito, Autoridade e Responsabilidade 
1100 – Independência e Objetividade 
1200 – Proficiência e Zelo Profissional Devido 
1300 – Programa de Garantia de Qualidade e Melhoria 
 
Não tem mistério, pessoal, o que se referir a Avaliação está marcado 
como (A) e o que se referir a Consultoria está marcado como (C). 
 
1000 – Propósito, Autoridade e Responsabilidade 
 
O propósito, a autoridade e a responsabilidade da atividade de auditoria 
interna devem ser formalmente definidos em um regulamento ou estatuto 
(charter), consistente com as Normas e aprovado pelo Conselho de 
Administração. 
 
1000.A1 (A de avaliação, lembram-se?) – A natureza dos serviços de 
avaliação (assurance) prestados à organização deve ser formalmente 
definida no regulamento ou estatuto da Auditoria. 
 
1000.C1 (C de consultoria) – A natureza dos serviços de consultoria deve 
ser definida no estatuto ou regulamento da Auditoria. 
 
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1100 – Independência e Objetividade 
 
A atividade de auditoria interna deve ser independente e os auditores 
internos devem ser objetivos na execução de seu trabalho. 
 
1110 – Independência Organizacional 
O diretor executivo de auditoria deve estar subordinado a um nível dentro 
da organização, que permita à atividade de auditoria interna cumprir suas 
responsabilidades. Falamos sobre isso na aula demonstrativa. 
 
1110.A1 – A auditoria interna deve ser livre de interferências na 
determinação do escopo, na execução e na comunicação de 
resultados. 
 
1120 – Objetividade individual 
Os auditores internos devem ter atitude imparcial e isenta e evitar 
conflitos de interesses. Objetividade lembra imparcialidade. 
 
1130 – Prejuízos à Independência ou Objetividade 
Se a independência ou objetividadeforem prejudicadas de fato ou na 
aparência, os detalhes de tal prejuízo devem ser informados às partes 
apropriadas. A natureza da comunicação dependerá do prejuízo. 
 
1130.A1 – Os auditores internos devem abster-se de avaliar operações 
específicas pelas quais tenham sido responsáveis anteriormente (no ano 
anterior). 
 
1130.A2 – Trabalhos de auditoria de avaliação relacionados a funções que 
estejam sob a responsabilidade do diretor executivo de auditoria devem 
ser supervisionadas por alguém externo à atividade de auditoria. 
 
1130.C1 – Os auditores internos podem prestar serviços de consultoria 
relacionados às operações pelas quais tenham sido responsáveis 
anteriormente. Como vimos aqui, o auditor pode prestar consultoria, 
mas não avaliar as operações pelas quais foi responsável anteriormente. 
 
1130.C2 – Caso os auditores internos constatem prejuízos à 
independência ou objetividade relacionados a consultoria, o cliente do 
trabalho deve ser informado antes que a execução do mesmo seja aceita. 
 
1200 – Proficiência e Zelo Profissional Devido 
 
1210 – Proficiência 
 
Os auditores internos devem possuir conhecimentos, habilidades e outras 
competências necessárias à execução de suas responsabilidades 
individuais. 
 
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1210.A1 – O diretor executivo de auditoria deve obter assessoria 
competente e assistência, se a equipe de auditoria interna não dispuser 
de conhecimentos, habilidades ou outras competências necessárias. 
 
1210.A2 – O auditor interno deve possuir suficiente conhecimento para 
identificar indicadores de fraude, mas não se espera que tenha a 
especialidade de uma pessoa cuja responsabilidade principal seja 
detectar e investigar fraudes. 
 
1210.A3 – O auditores internos devem possuir conhecimento dos riscos e 
controles chaves relacionados à tecnologia da informação. 
 
1210.C1 – O diretor executivo de auditoria deve declinar de realizar 
trabalhos de consultoria, ou obter a competente orientação e assistência 
caso o pessoal da auditoria interna não possua o conhecimento, 
habilidades ou outras competências necessárias. 
 
1220 – Zelo Profissional Devido 
 
Os auditores internos devem aplicar cuidados e habilidades esperados de 
um profissional razoavelmente prudente e competente. Zelo profissional 
devido não implica infalibilidade (lembrem-se da segurança razoável). 
 
1220.A1 – O auditor interno deve exercer o Zelo profissional devido, 
considerando: 
• A necessária extensão do trabal o para alcançar os objetivos. 
• A relativa complexidade, materialidade ou importância dos assuntos 
sobre os quais os procedimentos de auditoria são aplicados. 
• A adequação e eficácia dos processos de gerenciamento de risco, de 
controle e de governança corporativa. 
• A probabilidade de erros significativos, irregularidades, ou 
desconformidades. 
• Custo do trabal o de avaliação em relação a benef cios potenciais. 
 
1220.A2 – No exercício do zelo profissional devido, o auditor interno deve 
considerar a utilização de ferramentas de auditoria auxiliadas por 
computador bem como outras técnicas de análise de dados. 
 
1220.A3 – O auditor interno deve estar alerta aos riscos significativos que 
poderiam afetar os objetivos, operações ou recursos. Entretanto, 
procedimentos de auditoria, por si só, não garantem que todos os riscos 
significativos serão identificados. 
 
1220.C1 – O auditor interno deve exercer o cuidado profissional devido 
durante um trabalho de consultoria, considerando: 
• As necessidades e expectativas dos clientes, incluindo a nature a, o 
prazo e a comunicação dos resultados do trabalho. 
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• A relativa complexidade e extensão requeridos pelo trabal o para 
alcançar os objetivos do trabalho de auditoria. 
• custo do trabal o de consultoria em relação aos potenciais benef cios. 
 
1230 – Desenvolvimento Profissional Contínuo 
Os auditores internos devem aperfeiçoar seus conhecimentos, habilidades 
e outras competências através do desenvolvimento profissional contínuo. 
 
 
 
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 
 
53. (CESPE/TCU/2015) Exige-se que os auditores internos 
detenham os conhecimentos especializados necessários para 
detectar e investigar as fraudes na entidade examinada. 
Comentários: 
Segundo o item 1210.A2 das Normas de Atributos do IIA, o 
auditor interno deve possuir suficiente conhecimento para identificar 
indicadores de fraude, mas não se espera que tenha a especialidade 
de uma pessoa cuja responsabilidade principal seja detectar e 
investigar fraudes. 
Gabarito: E 
 
 
1300 – Programa de Garantia de Qualidade e Melhoria 
 
O diretor executivo de auditoria deve desenvolver e manter um programa 
de garantia da qualidade e de melhoria que inclua todos os aspectos da 
atividade de auditoria interna e monitore de forma contínua sua eficácia. 
 
Este programa inclui avaliações periódicas, internas e externas, da 
qualidade e a monitoração interna contínua. 
 
1310 – Avaliações do Programa de Qualidade 
A atividade da auditoria interna deve adotar um projeto para monitorar e 
avaliar a eficácia geral do programa de qualidade. O processo deve incluir 
tanto avaliações internas como externas. 
 
1311 - Avaliações Internas 
 
As avaliações internas devem incluir: 
• Revisões contínuas do desempenho da auditoria interna; e 
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• Revisões periódicas executadas através de auto–avaliação ou por 
outras pessoas da organização, com conhecimento das práticas internas 
de auditoria e das Normas. 
 
1312 – Avaliações Externas 
 
As avaliações externas, tais como as revisões de qualidade do trabalho de 
auditoria, devem ser conduzidas ao menos uma vez a cada cinco anos 
por revisor qualificado e independente ou por equipe de revisão externa à 
organização. 
 
1320 – Relatórios sobre o Programa de Qualidade 
 
O diretor executivo de auditoria deve informar ao Conselho os resultados 
de avaliações externas. 
 
1330 – Uso da expressão “ eali ado em Conformidade com as Normas” 
 
Os auditores internos são estimulados a relatar que suas atividades são 
“condu idas em conformidade com as Normas para o Exercício 
 rofissional de Auditoria Interna”. ntretanto, somente devem utilizar a 
afirmação se avaliações do programa de desenvolvimento de qualidade 
demonstrarem que a atividade de auditoria interna está realmente em 
conformidade com as Normas. 
 
1340 – Comunicação de Não Conformidade 
 
Pode haver ocasiões em que a total conformidade não seja atingida. 
Quando essa falta de conformidade afetar o escopo geral ou a operação 
da atividade de auditoria interna, uma comunicação deve ser feita à alta 
administração e ao Conselho de Administração da entidade. 
 
NORMAS DE DESEMPENHO 
 
As Normas de Desempenho descrevem a natureza das atividades da 
auditoria interna e apresentam critérios de qualidade contra os quais o 
desempenho desses serviços é avaliado. Pertencentes à série 2000, 
dividem-se da seguinte forma: 
 
2000 – Gerenciamento da Atividade de Auditoria Interna 
2100 – Natureza do trabalho 
2200 – Planejamento dos Trabalhos de Auditoria 
2300 – Execução do Trabalho de Auditoria 
2400 – Comunicação de Resultados 
2500 – Monitoração do Progresso 
2600 – Resolução da Aceitação de Riscos pela Administração 
 
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Da mesma forma que nas Normas de Atributos,o que se referir a 
Avaliação está marcado como (A) e o que se referir a Consultoria está 
marcado como (C). 
 
2000 – Gerenciamento da Atividade de Auditoria Interna 
 
O diretor executivo de auditoria deve gerenciar de forma eficaz, a 
atividade de auditoria interna para assegurar que adicione valor à 
organização. 
 
2010 – Planejamento 
 
O diretor executivo de auditoria deve estabelecer planos com base em 
análise de riscos para determinar as prioridades da atividade de 
auditoria interna, consistentes com as metas da organização. 
 
2010.A1- O plano de trabalhos de auditoria da auditoria interna deve 
ser baseado na avaliação de risco e realizado pelo menos uma vez 
ao ano. 
 
2010.C1 – O diretor executivo de auditoria deve considerar a aceitação de 
trabalho de auditorias propostos para consultoria baseado no potencial 
destes para melhorar o gerenciamento de riscos, adicionar valor e 
melhorar as operações. 
 
2020 – Comunicação e Aprovação 
 
O diretor executivo de auditoria deve comunicar à alta administração e ao 
Conselho para revisão e aprovação, os planos de atividades da auditoria e 
necessidades de recursos, incluindo mudanças temporárias significativas. 
Deve também comunicar o impacto de limitações de recursos. 
 
2030 – Gerenciamento de Recursos 
 
O diretor executivo de auditoria deve assegurar que os recursos de 
auditoria interna sejam apropriados, suficientes e efetivamente utilizados 
para cumprimento do plano aprovado. 
 
2040 – Políticas e Procedimentos 
O diretor executivo de auditoria deve estabelecer políticas e 
procedimentos para orientar a atividade de auditoria interna. 
 
2050 – Coordenação 
 
O diretor executivo de auditoria deve compartilhar informações e 
coordenar atividades com outros fornecedores internos e externos de 
serviços relevantes de auditoria e de serviços de consultoria para 
assegurar apropriada cobertura e minimizar a duplicação de esforços. 
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2060 – Comunicação com o Conselho e a Alta Administração 
 
O diretor executivo de auditoria deve apresentar relatórios periódicos ao 
Conselho e à alta administração sobre o propósito, autoridade, 
responsabilidade e desempenho em relação a seus planos, incluindo a 
exposição a riscos significativos e matérias sobre controle, governança 
corporativa. 
 
2100 – Natureza do trabalho 
 
A atividade de auditoria interna deve avaliar e contribuir para a melhoria 
dos processos de gerenciamento de riscos, de controle e de governança 
corporativa aplicando uma abordagem sistemática de disciplinada. 
 
2110 – Gerenciamento de Riscos 
 
A atividade de auditoria interna deve assistir à organização através da 
identificação e avaliação de exposições significativas a riscos e da 
contribuição para a melhoria dos sistemas de gerenciamento de riscos e 
de controle. 
 
2110.A1 – A atividade de auditoria interna deve monitorar e avaliar a 
efetividade do sistema de gerenciamento de risco da organização. 
 
2110.A2 – A atividade de auditoria interna deve avaliar os riscos de 
exposição no que diz respeito à governança corporativa da organização, 
operações e sistemas de informação relativos a: 
 
• Confiabilidade e integridade das informações financeiras e operacionais. 
• fetividade e efici ncia das operações. 
• alvaguarda do patrimônio. 
• bedi ncia às leis, regulamentos e contratos. 
 
2110.C1 – Durante o trabalho de consultorias, os auditores internos 
devem remeter-se ao risco consistente com os objetivos do trabalho de 
auditoria e estar alertas à existência de outros riscos significativos. 
 
2110.C2 – Os auditores internos devem incorporar o conhecimento sobre 
riscos obtido em trabalhos de consultorias, ao processo de identificar e 
avaliar exposições significativas de riscos da organização. 
 
2120 – Controle 
A atividade de auditoria interna deve assistir a organização na 
manutenção de controles efetivos, avaliando sua efetividade e eficiência e 
promovendo contínuas melhorias. 
 
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2120.A1 – Com base nos resultados das avaliações de riscos, a atividade 
de auditoria interna deve avaliar a adequação e a eficácia dos controles, 
abrangendo a governança, as operações e os sistemas de informação. 
Isto deve incluir: 
 
• A confiabilidade e integridade das informações financeiras e 
operacionais. 
• A eficácia e efici ncia de operações. 
• A salvaguarda dos ativos. 
• A conformidade às leis, regulamentos e contratos. 
 
2120.A2 – Os auditores internos devem avaliar a extensão em que as 
operações e os objetivos dos programas foram estabelecidos, em 
conformidade com os da organização. 
 
2120.A3 – Os auditores internos devem rever operações e programas 
para avaliar a extensão em que os resultados são consistentes com as 
metas e os objetivos estabelecidos, para determinar se as operações e 
programas estão sendo implementados ou desenvolvidos como 
pretendidos. 
 
2120.A4 – São necessários critérios adequados para avaliar os controles. 
Os auditores internos devem avaliar a extensão em que as gerências 
estabeleceram critérios adequados, para determinar se objetivos e metas 
foram atingidos. 
 
Se adequados, os auditores internos devem usar tais critérios na sua 
avaliação. Se inadequados, os auditores internos devem trabalhar com as 
gerências para desenvolver critérios apropriados de avaliação. 
 
2120.C.1 – Durante trabalhos de consultoria, os auditores internos devem 
avaliar os controles de forma consistente com os objetivos do trabalho e 
manter-se alertas para a existência de deficiências de controle. 
 
2120.C.2 – Os auditores internos devem incorporar o conhecimento de 
controles obtido em trabalhos de consultoria, ao processo de identificação 
e avaliação de exposições significativas da organização a riscos. 
 
2130 – Governança Corporativa 
A atividade de auditoria interna deve avaliar e fazer recomendações 
apropriadas para a melhoria do processo de governança corporativa no 
cumprimento dos seguintes objetivos: 
 
• romoção da ética e de valores apropriados dentro da organização. 
• Assegurar a gestão do desempen o efica da organi ação e a 
responsabilidade por prestação de contas. 
• Comunicar de forma efica às áreas apropriadas da organização, as 
informações relacionadas a risco e controle. 
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• Coordenar de forma efica as atividades e comunicar a informação entre 
o conselho, os auditores externos e internos e administração. 
 
2130.A1 – A atividade de auditoria interna deve avaliar o desenho,a 
implantação e a eficácia dos objetivos, programas e atividades da 
organização relacionados à ética. 
 
2130.C1 – Os objetivos do trabalho de consultoria deve ser consistente 
com a totalidade dos valores e das metas da organização. 
 
2200 – Planejamento dos Trabalhos de Auditoria 
 
Os auditores internos devem desenvolver e registrar um plano para cada 
trabalho de auditoria, incluindo o escopo, objetivos, prazo e alocação de 
recursos. 
 
2201 - Considerações de Planejamento 
 
No planejamento do trabalho de auditoria, os auditores internos devem 
considerar: 
• s objetivos da atividade objeto da revisão e os meios pelos quais esta 
controla seu desempenho. 
• s riscos significativos para a atividade, seus objetivos, recursos, e 
operações e os meios pelos quais o impacto potencial de risco é mantido 
a nível aceitável. 
• A sufici ncia e a efetividade do gerenciamento de risco e dos sistemas 
de controle da atividade comparados a uma estruturação de controle 
pertinenteou modelo. 
• As oportunidades para fazer melhorias significativas no gerenciamento 
de risco e nos sistemas de controle da atividade. 
 
2201.A1 – Ao planejar um trabalho de auditoria a ser executado por 
prestadores de serviço (externos à organização), os auditores internos 
devem estabelecer com estes um acordo escrito sobre os objetivos, o 
escopo, respectivas responsabilidades e outras expectativas, incluindo-se 
restrições para a distribuição dos resultados do trabalho e o acesso aos 
respectivos registros. 
 
2201.C1 - Os auditores internos devem estabelecer um entendimento 
com os clientes do trabalho de consultoria, em relação aos objetivos, 
escopo, respectivas responsabilidades e outras expectativas do cliente. 
Para trabalhos de grande importância, esse entendimento deve ser 
documentado. 
 
2210 – Objetivos do Trabalho de Auditoria 
Devem ser estabelecidos objetivos para cada trabalho de auditoria 
 
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2210.A1 – Os auditores internos devem realizar uma avaliação preliminar 
dos riscos relevantes relacionados à atividade objeto de auditoria. Os 
objetivos do trabalho de auditoria devem refletir os resultados dessa 
avaliação. 
 
2210.A2 - O auditor interno deve considerar a probabilidade de erros, 
irregularidades, descumprimentos, e outras exposições significativas 
quando estiver desenvolvendo os objetivos do trabalho de auditoria. 
 
2210.C1 - Os objetivos do trabalho de auditoria de consultoria deve 
discutir riscos, controles e processos de governança corporativa na 
extensão acordada com o cliente. 
 
2220 – Escopo do Trabalho de auditoria 
 
O escopo estabelecido deve ser suficiente para satisfazer os objetivos do 
trabalho de auditoria. 
 
2220.A1 - O ambiente do trabalho de auditoria deve incluir a 
consideração de sistemas relevantes, registros, pessoal e propriedades 
físicas, incluindo aquelas sob controle de terceiros. 
 
2220.A2 – Caso, durante um trabalho de auditoria de avaliação 
(assurance), apareçam importantes oportunidades de consultoria um 
acordo específico e escrito deve ser estabelecido sobre os objetivos, 
escopo, respectivas responsabilidades e outras expectativas e, os 
resultados do trabalho de consultoria divulgados em conformidade com as 
normas de consultoria. 
 
2220.C1 – Ao executar as tarefas de consultoria agendadas, os auditores 
internos devem assegurar que o ambiente do trabalho consultoria seja 
suficiente para discutir os objetivos combinados. Se os auditores internos 
criarem reservas sobre o ambiente durante a execução do trabalho de 
consultoria, estas devem ser discutidas com o cliente para determinar se 
deve ser dada continuidade à execução das tarefas agendadas. 
 
2230 – Alocação de Recursos ao Trabalho de Auditoria 
 
Os auditores internos devem determinar os recursos apropriados para 
alcançar os objetivos do trabalho de auditoria. A formação da equipe deve 
ser baseada na avaliação da natureza e da complexidade de cada trabalho 
de auditoria, das limitações de tempo e de recursos disponíveis. 
 
2240 – Programa de Trabalho de Auditoria 
 
Os auditores internos devem desenvolver programas de trabalho que 
alcancem os objetivos do trabalho. Estes programas de trabalho devem 
ser registrados. 
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2240.A1 – Os programas de trabalho devem estabelecer os 
procedimentos para identificar, analisar, avaliar, e registrar informações 
durante o desenvolvimento do trabalho de auditoria. O programa de 
trabalho deve ser aprovado antes de seu início e quaisquer ajustes devem 
ser prontamente aprovados. 
 
2240.C1 – Os programas de auditoria para trabalhos de consultoria 
podem variar na forma e conteúdo dependendo da natureza do trabalho. 
 
2300 – Execução do Trabalho de Auditoria 
 
Os auditores internos devem identificar, analisar, avaliar, e registrar 
informações suficientes para alcançar os objetivos do trabalho de 
auditoria. 
 
2310 – Coleta de informações 
 
Os auditores internos devem coletar informações suficientes, fidedignas, 
pertinentes e úteis para o alcance dos objetivos do trabalho de auditoria. 
 
2320 - Análise e Avaliação 
 
Os auditores internos devem basear as conclusões e os resultados da 
execução dos trabalhos em análises e avaliações apropriadas. 
 
2330 – Registro das Informações 
 
Os auditores internos devem registrar informações relevantes como 
suporte das conclusões e dos resultados da execução dos trabalhos. 
 
2330.A1 - O diretor executivo-chefe de auditoria deve controlar o acesso 
aos registros dos trabalhos. Para tanto, ele deve obter aprovação da alta 
administração sênior e/ou conselho legal, antes de liberar tais registros a 
terceiros, quando requisitado. 
 
2330.A2 - O Diretor executivo de auditoria deve desenvolver requisitos de 
guarda dos registros do trabalhos de auditoria. Estes requisitos devem ser 
consistentes com as orientações da organização, quaisquer 
regulamentações pertinentes ou outros requisitos. 
 
2330.C1 – O diretor executivo de auditoria deve desenvolver políticas de 
administração da custodia e guarda dos registros dos trabalhos de 
consultoria, bem como sua liberação interna e externamente. Estas 
políticas devem ser consistentes com as diretrizes da organização, 
quaisquer regulamentações pertinentes ou outros requisitos. 
 
2340 – Supervisão do Trabalho de Auditoria 
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Os trabalhos de auditoria devem ser apropriadamente supervisionados 
para assegurar que os objetivos sejam atingidos, a qualidade seja 
assegurada e as equipes se desenvolvam. 
 
2400 – Comunicação de Resultados 
 
Os auditores internos devem comunicar os resultados dos trabalhos de 
auditorias com oportunidade. 
 
2410 – Critérios para Comunicações 
 
As comunicações devem incluir os objetivos e o ambiente do trabalho de 
auditoria, bem como as conclusões aplicáveis, recomendações e planos de 
ação. 
 
2410.A1 – A comunicação final dos resultados deve, onde apropriado, 
conter a opinião geral ou conclusões do auditor interno. 
 
2410.A2 – Os auditores internos são incentivados a reconhecer o 
desempenho satisfatório nas comunicações de resultados. 
 
2410.A3 – Ao divulgar os resultados de trabalhos de auditoria para 
terceiros, fora da organização, a comunicação deve conter limitações 
sobre a distribuição e o uso dos resultados do trabalho. 
 
2410.C1 – A comunicação sobre o progresso e os resultados de um 
trabalho de consultoria irão variar em forma e conteúdo, dependendo da 
natureza do trabalho e das necessidades do cliente. 
 
2420 – Qualidade das Comunicações 
 
As comunicações devem ser precisas, objetivas, claras, concisas, 
construtivas, completas e oportunas. 
 
2421 – Erros e Omissões 
Se uma comunicação final contiver erro significativo ou omissão, o diretor 
executivo de auditoria deve comunicar a informação correta a todas as 
pessoas que tenham recebido a comunicação original. 
 
2430 – Divulgação da Não Conformidade com as Normas 
 
Quando a falta de conformidade das Normas tiver impacto em um 
trabalho de auditoria específico, a comunicação dos resultados deve 
divulgar: 
 
• Norma (s) cuja conformidade total não foi atingida, 
• a ão (ões) para a falta de conformidade e 
• Impacto da não conformidade sobre o trabalho de auditoria 
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2440 – Disseminação de Resultados 
 
Odiretor executivo de auditoria deve divulgar os resultados às pessoas 
apropriadas. 
 
2440.A1 – O diretor executivo de auditoria interna é responsável por 
comunicar os resultados finais às pessoas que possam assegurar que aos 
resultados sejam dadas a devida consideração. 
 
2440.A1 – O diretor executivo de auditoria é responsável por comunicar 
os resultados finais às partes que podem assegurar que os resultados 
recebam a devida consideração. 
 
2440.C1 – O diretor executivo de auditoria é responsável por comunicar 
os resultados finais dos trabalhos de consultoria aos clientes. 
 
2440.C2 – Durante a execução de trabalhos de auditoria, gerenciamento 
de riscos, controle e assuntos de governança corporativa devem ser 
identificados. Toda vez que os assuntos sejam significativos para a 
organização, eles devem ser comunicados à alta gerência e ao Conselho. 
 
2500 – Monitoração do Progresso 
 
O diretor executivo de auditoria deve estabelecer e manter um sistema 
para monitorar o estágio das ações decorrentes dos resultados 
apresentados à administração. 
 
2500.A1 – O diretor executivo de auditoria deve estabelecer um processo 
de acompanhamento para monitorar e assegurar que as ações gerenciais 
tenham sido efetivamente implementadas ou que a alta gerência tenham 
aceitado o risco de não haver implementado. 
 
2500.C1 – A atividade de auditoria interna deve monitorar a liberação dos 
resultados dos trabalho de auditorias de consultoria na extensão 
combinada com o cliente. 
 
2600 – Resolução da Aceitação de Riscos pela Administração 
 
Quando o diretor executivo de auditoria considerar que o nível de risco 
residual assumido pela alta administração não deveria ser aceito pela 
organização, este deve revisar o assunto. Caso a decisão relativa aos 
níveis de risco residual não seja consensada, o diretor executivo de 
auditoria juntamente com a alta administração devem apresentar a 
matéria ao Conselho de Administração para solução e deliberação. 
 
 
 
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GLOSSÁRIO 
 
Trabalho de Avaliação 
Um exame objetivo da evidência para o propósito de prover avaliação 
independente sobre os processos de gerenciamento de riscos, de controle 
e governança corporativa para a organização. Exemplos podem incluir 
trabalhos de auditoria financeira, de desempenho, de conformidade, de 
segurança de sistemas e de “due diligence”. 
 
Conselho de Administração 
Conselho de administração representa o corpo regulador da organização, 
o conselho de supervisão, o responsável por uma agência ou corpo 
legislativo, o conselho de diretores ou tutores de uma organização sem 
fins lucrativos, ou qualquer outro corpos dirigente, incluindo o comitê de 
auditoria, a que pode estar funcionalmente subordinado o diretor 
executivo de auditoria. 
 
Serviços de Consultoria 
Atividade de aconselhamento e serviços relacionados ao cliente, cuja 
natureza e amplitude sejam com ele acordados e que se destinem a 
adicionar valor e melhorar as operações da organização. Exemplos 
incluem aconselhamento, assessoramento, facilitação, desenho de 
processos e treinamento. 
 
Programa de Trabalho de Auditoria 
Um documento que lista os procedimentos a serem seguidos durante a 
execução de um trabalho de auditoria, desenhado para atingir o plano 
respectivo. 
 
Fraude 
Quaisquer atos ilegais caracterizados por engano, dissimulação ou 
violação da verdade. Estes atos não dependem da aplicação de ameaça 
de violência ou força física. As fraudes são perpetradas por indivíduos e 
organizações para obtenção de dinheiro, propriedades ou serviços; para 
evitar o pagamento ou perda de serviços; ou para assegurar vantagem 
pessoal ou nos negócios. 
 
Risco 
A incerteza de um evento superveniente que possa ter impacto na 
consecução dos objetivos. O risco é medido em termos de conseqüências 
e de probabilidades. 
 
ATENÇÃO: 
 
Nas normas internacionais, a Auditoria Interna, além da função de 
avaliação, exerce também a função de consultoria. 
 
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EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES 
 
 
54. (Cesgranrio/IBGE/2013) Entre as características das 
organizações e dos indivíduos que executam auditoria interna 
dispostas nas Normas Internacionais para o exercício profissional 
da auditoria interna emitidas pelo The Institute of Internal 
Auditors, destaca-se que o(s): 
a) executivo chefe de auditoria não deve se comunicar diretamente com o 
conselho, a fim de evitar conflito de interesse; 
b) executivo chefe de auditoria deve, quando for necessário, confirmar 
junto ao conselho, a estrutura organizacional da atividade de auditoria 
interna; 
c) auditores internos devem ser objetivos ao executar seus trabalhos, 
embora a auditoria interna não seja um trabalho independente; 
d) auditores internos preferencialmente devem avaliar operações 
específicas pelas quais tenham sido responsáveis anteriormente, por se 
tratar de auditoria interna; 
e) auditores internos devem exercer o zelo profissional, considerando o 
custo da avaliação (assurance) em relação aos potenciais benefícios. 
Comentários: 
Segundo o que consta do item 1220.A1, das normas de auditoria do 
IIA, estudadas no presente capítulo, o auditor interno deve exercer o zelo 
profissional devido, considerando: 
• a necessária extensão do trabal o para alcançar os 
objetivos; 
• a relativa complexidade, materialidade ou importância dos 
assuntos sobre os quais os procedimentos de auditoria são 
aplicados; 
• a adequação e a eficácia dos processos de gerenciamento de 
risco, de controle e de governança corporativa; 
• a probabilidade de erros significativos, irregularidades, ou 
desconformidades; 
• o custo do trabalho de avaliação em relação a benefícios 
potenciais. 
Gabarito: E 
 
55. (Cesgranrio/IBGE/2013) De acordo com o The Institute of 
Internal Auditors, a estrutura das Normas Internacionais para a 
Prática Profissional de Auditoria Interna é dividida entre Normas 
de Atributos e de Desempenho. As Normas de Atributos e as 
Normas de Desempenho se referem, respectivamente, a: 
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a) características das organizações e dos indivíduos que executam 
auditoria interna e à natureza da auditoria interna e critérios de 
qualidade; 
b) características que identificam achados de auditoria e características 
das organizações e a indivíduos que executam auditoria interna; 
c) normas para avaliação da auditoria e a normas aplicáveis a serviços de 
auditoria interna; 
d) normas para avaliações subjetivas e a normas para avaliações 
objetivas; 
e) normas para avaliação (assurance) e a atividades de consultoria. 
Comentários: 
As Normas do IIA compreendem: 
– Normas de Atributos (série 1000): tratam das características de 
organizações e indivíduos que realizam atividades de auditoria, 
– Normas de Desempenho (série 2000): descrevem a natureza das 
atividades da auditoria interna e apresentam critérios de qualidade contra 
os quais o desempenho desses serviços é avaliado, e 
– Normas de Implantação: enquanto as Normas de Atributos e de 
Desempenho aplicam-se a todos os serviços de auditoria interna, as 
Normas de Implantação aplicam-se a tipos específicos de trabalhos de 
auditoria. 
Gabarito: A 
 
56. (Cesgranrio/IBGE/2013) A avaliação (assurance) é uma das 
atividades no processo de auditoria interna, que se caracteriza 
por: 
a) apresentar uma avaliação subjetiva da evidência pelo auditor interno; 
b) apresentar a natureza e o escopo do trabalho sujeitos a um acordo 
com a entidade; 
c) ter a finalidadede fornecer uma opinião ou conclusões independentes a 
respeito de uma entidade, operação ou processo; 
d) ser realizada a partir da solicitação específica de uma entidade; 
e) manter a imparcialidade do auditor interno, uma vez que ele não deve 
assumir responsabilidades que são da administração. 
Comentários: 
As normas de auditoria do IIA definem serviços de avaliação 
(assurance) como uma “avaliação objetiva da evid ncia por parte do 
auditor interno com o objetivo de apresentar uma opinião ou conclusões 
independentes sobre um processo ou outra matéria correlata.” 
Gabarito: C 
 
57. (Cesgranrio/IBGE/2013) As Normas Internacionais para o 
exercício profissional da auditoria interna, emitidas pelo The 
Institute of Internal Auditors, dispõem sobre a natureza da 
auditoria interna e fornecem os critérios de qualidade em face dos 
quais o desempenho desses serviços possa ser avaliado. A partir 
das disposições dessas normas, o gerenciamento da atividade de 
auditoria interna é considerado eficaz quando o(s): 
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a) escopo de trabalho dos auditores internos não sofre limitações; 
b) achados de auditoria são identificados sem dificuldade; 
c) riscos externos são eliminados ou reduzidos ao mínimo; 
d) mapas de riscos internos a que a entidade está sujeita podem ser 
elaborados com isenção quanto às suas responsabilidades; 
e) resultados do trabalho da atividade de auditoria interna cumprem a 
responsabilidade definida no estatuto de auditoria interna. 
Comentários: 
O gerenciamento da atividade de auditoria interna é realizado pelo 
Diretor Executivo de Auditoria, que, segundo as normas do IIA, deve 
desenvolver e manter um programa de garantia da qualidade e de 
melhoria que inclua todos os aspectos da atividade de auditoria interna e 
monitore de forma contínua sua eficácia. 
Cada parte do programa deve ser desenvolvida para auxiliar a 
atividade de auditoria interna a adicionar valor e melhorar as operações 
da organização, bem como proporcionar razoável certeza de que a 
atividade de auditoria interna está em conformidade com as Normas 
e o Código de Ética. 
Gabarito: E 
 
58. (Cesgranrio/IBGE/2013) De acordo com o Código de Ética 
para o exercício profissional da auditoria interna, emitido pelo The 
Institute of Internal Auditors, a atividade de auditoria deve 
respeitar princípios e regras de conduta ética. Em relação aos 
princípios dispostos no Código de Ética, destaca-se que, pelo 
princípio da: 
a) integridade, os auditores internos devem realizar uma avaliação 
equilibrada de todas as circunstâncias relevantes; 
b) objetividade, os auditores internos devem apresentar uma confiança 
que represente a base para a confiabilidade atribuída a seu julgamento; 
c) competência, os auditores internos utilizam critérios fundamentados e 
experiência profissional na coleta, avaliação e comunicação de 
informações sobre a atividade ou processo examinado; 
d) confidencialidade, os auditores internos não divulgam informações sem 
autorização apropriada, exceto em caso de obrigação legal ou 
profissional; 
e) materialidade, os relatórios da auditoria interna devem reportar os 
achados que forem relevantes na identificação dos riscos da entidade. 
Comentários: 
O princípio da confidencialidade – aqui entendido como sigilo – diz 
respeito à reserva que os auditores internos devem manter sobre as 
informações recebidas no exercício de suas atividades. Assim, a 
alternativa que indica corretamente a definição de um dos atributos é a 
de letra D, gabarito da questão. 
Gabarito: D 
 
 
 
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Pessoal, chegamos ao final de nossa aula 1. Espero que possam 
aproveitá-la bem. Vejo vocês na próxima aula. Estou à disposição no 
nosso fórum de dúvidas ou no email claudenirbrito@gmail.com. 
 
Abraços e bons estudos. 
 
CLAUDENIR 
 
 
 
QUESTÕES COMENTADAS DURANTE A AULA 
 
 
1. (CESPE/FUB-DF/2013) Os auditores internos, apesar de sua 
subordinação à administração da empresa e do âmbito de seu 
trabalho, devem adotar, entre seus procedimentos, a 
investigação e a confirmação, que envolvem pessoas físicas ou 
jurídicas de dentro ou de fora da entidade. 
 
2. (Cespe/TCDF/2012) Acerca de auditoria interna, julgue o item 
seguinte: os serviços de auditoria interna, estabelecidos dentro 
dos órgãos e instituições governamentais, são, na maior 
medida possível, no âmbito de sua respectiva estrutura, 
independentes nos aspectos funcionais e de organização. 
 
3. (CESPE/DPU/2016) Com base nas normas brasileiras para o 
exercício e a execução de trabalho da auditoria interna, julgue 
os itens subsequentes. O principal objetivo do auditor interno é 
obter achados que permitam fundamentar as evidências acerca 
dos procedimentos de auditoria aplicados. 
 
4. (Cespe/TCU/2013) As atribuições dos auditores internos e 
externos diferem, pois, no primeiro caso, estão fixadas no 
contrato de trabalho, como empregado da empresa, e, no 
segundo, no contrato de prestação de serviços com o 
profissional ou empresa. O auditor interno tem 
responsabilidade essencialmente trabalhista; o externo, 
responsabilidade profissional, civil e criminal. 
 
5. (FGV/TCE-BA/2013) fina i a e e muni ar ri e 
 ntr e ara a rea a r ria a a rgani a ȫ a ta 
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administracȫ , examinando, avaliando e monitorando a 
adequac ȫ e efeti i a e ntr e intern e f rma nt nua 
e m mai r ume e te te mpeteǺncia da: 
(A) Auditoria Independente. 
(B) Auditoria Interna. 
(C) Auditoria Operacional. 
(D) Auditoria Contábil. 
( ) Auditoria de estão. 
 
6. (FGV/INEA-RJ/2013) ina e a a ternati a ue in i a uma 
 ara ter ti a a au it ria interna e uma rgani a ȫ . 
A) Mostra maior grau de independe Ǻncia funcional sobre as atividades 
operacionais. 
B) mite um parecer ou opinião sobre as demonstrac ȫões contábeis 
auditadas. 
C) Atende exclusivamente às normas de contabilidade em vigor. 
D) Realiza maior volume de testes sobre os trabal os de auditorias 
operacional e contábil. 
E) Procura apenas erros substanciais nas demonstrac ȫões contábeis. 
 
7. (FGV/MPE-MS/2013) au it r a erifi ar e a n rma 
interna e t en rretamente egui a e a ra re 
 a em re a e t rea i an um eti a au it ria: 
A) interna. 
B) externa. 
C) operacional. 
D) independente. 
 ) de gestão. 
 
8. (FGV/ISS-Recife/2014) au it r a e re ar ini e ue 
as demonstracȫ e nt ei f ram e a ra a , em todos 
a e t re e ante em nf rmi a e m uma e trutura e 
re at ri finan eir a i e , produz o seguinte efeito: 
(A) revela as distorc ȫões do planejamento da auditoria das demonstracȫões 
contábeis. 
(B) reduz os riscos de auditoria das demonstrac ȫões contábeis o que gera 
segurancȫa para os usuários. 
(C) proporciona o aumento de evide Ǻncias de auditoria das demonstracȫões 
contábeis. 
(D) aumenta o grau de confianc ȫa nas demonstracȫões contábeis por parte 
dos usuários. 
(E) assegura que os objetivos operacionais desejados pela administrac ȫão 
foram alcanc ȫados. 
 
9. (FCC/SEFAZ-PE/2014) Agregar valor ao resultado da 
organizacȫ a re entan u i ara a erfeicȫ ament 
 r e a ge t e ntr e intern , por meio da 
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interno ou externo, e de direito privado”. Dessa forma, deixa claro que 
não se limita a discutir conceitos exclusivos do setor privado, incluindo as 
pessoas jurídicas de direito público. 
 
Sobre a finalidade da Auditoria Interna, a NBC TI 01 a coloca da 
seguinte forma: “agregar valor ao resultado da organização, 
apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da 
gestão e dos controles internos, por meio da recomendação de 
soluções para as não-conformidades apontadas nos relatórios”. 
 
 
A finalidade da Auditoria Interna é 
agregar valor ao resultado da 
organização, apresentando subsídios 
para o aperfeiçoamento dos 
processos, da gestão e dos controles 
internos, por meio da recomendação 
de soluções para as não-conformidades 
apontadas nos relatórios. 
 
Papel da Auditoria Interna 
 
 
AGREGAR VALOR APERFEIÇOAMENTO 
PROCESSOS 
GESTÃO 
CONTROLES 
INTERNOS 
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Outro ponto que merece destaque quanto às funções da Auditoria Interna 
é o relacionado à prevenção de fraudes e erros. 
 
De acordo com a norma, é atribuição da Auditoria Interna 
assessorar a administração da entidade nesse sentido, informando-a, 
sempre por escrito e de maneira reservada, quaisquer indícios de 
irregularidades detectadas no decorrer do trabalho. 
 
A diferença entre fraude e erro é bastante simples: enquanto a fraude 
resulta de um ato intencional, o erro é consequência de um ato não 
intencional (o famoso “foi sem querer”). 
 
O que mais nos interessa nesse assunto é saber que a prevenção de 
fraudes e erros não é atribuição principal, finalidade precípua, 
objetivo maior, e outras afirmações desse tipo, da Auditoria Interna. Se a 
questão apresentar que é, pode considerar ERRADO sem medo, pois a 
maior responsável por essa detecção é a própria administração da 
entidade. 
 
 
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 
 
3. (CESPE/DPU/2016) Com base nas normas brasileiras para o 
exercício e a execução de trabalho da auditoria interna, 
julgue os itens subsequentes. O principal objetivo do auditor 
interno é obter achados que permitam fundamentar as 
evidências acerca dos procedimentos de auditoria aplicados. 
 Comentários: 
 Segundo a NBC TI 01, a atividade da Auditoria Interna “está 
estruturada em procedimentos, com enfoque técnico, objetivo, 
sistemático e disciplinado, e tem por finalidade agregar valor ao 
resultado da organização, apresentando subsídios para o 
aperfeiçoamento dos processos, da gestão e dos controles internos, 
por meio da recomendação de soluções para as não 
conformidades apontadas nos relatórios”. (grifei) 
 Os procedimentos de auditoria aplicados não são a finalidade da 
auditoria, mas sim o meio pelo qual o auditor obtém evidências para 
fundamentar suas conclusões e suas recomendações. 
 Assim, a assertiva está incorreta. 
 Gabarito: E 
 
 
 
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1.2 Conceito de Auditoria Externa ou Independente 
 
Quanto à Auditoria Externa, vocês já devem estar imaginando que é 
realizada por auditores que não fazem parte da estrutura da 
empresa, e estão certos. É executada por profissional independente, sem 
ligação com os quadros da empresa, tendo sua atuação regulada por 
contrato de serviços. 
 
Seu objetivo é dar credibilidade às demonstrações contábeis, 
examinadas dentro dos parâmetros de normas de auditoria e princípios 
contábeis. Podemos concluir também que tem como clientes o público 
externo à empresa, usuário final dessa informação. 
 
 
A Auditoria Externa ou Independente é realizada por auditores que 
não fazem parte da estrutura da empresa. É executada por 
profissional independente, tendo sua atuação regulada por contrato de 
serviços. 
 
Seu objetivo é dar credibilidade às demonstrações contábeis, 
examinadas dentro dos parâmetros de normas de auditoria e princípios 
contábeis, e tem como principal cliente o público externo, usuário 
final dessa informação. 
 
 
Para ficar bastante claro, vamos nos colocar na situação do interessado 
nessa informação produzida pela Auditoria. Os investidores se 
contentariam em receber dados gerenciais da própria empresa, ainda que 
da Auditoria Interna, sabendo que seus integrantes fazem parte da folha 
de pagamentos da auditada? Duvido. 
 
Lembrem-se... se for para comparar, devemos dizer que a Auditoria 
Interna é menos independente que a Auditoria Externa. 
 
Assim, a Auditoria Externa cumpre esse objetivo de emitir opinião 
sobre as demonstrações contábeis, a fim de permitir a diversos 
interessados uma tomada de decisão mais racional sobre os 
investimentos feitos na organização. 
 
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A Resolução CFC nº 1.203/09, que aprovou a NBC TA 200 – Objetivos 
Gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em 
Conformidade com Normas de Auditoria – descreve o objetivo da 
Auditoria das Demonstrações Contábeis – Externa – da seguinte forma: 
 
“aumentar o grau de confiança nas demonstrações 
contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante 
a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as 
demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os 
aspectos relevantes, em conformidade com uma 
estrutura de relatório financeiro aplicável.” (grifei) 
 
Para esclarecer, de acordo com a mesma norma, estrutura de relatório 
financeiro aplicável é aquela que é aceitável em vista da natureza da 
entidade e do objetivo das demonstrações contábeis ou que seja 
exigida por lei ou regulamento. 
 
Pode-se resumir a finalidade da Auditoria Externa com a afirmação de que 
busca conferir credibilidade às demonstrações contábeis, visto que, 
para os interessados nas informações financeiras, não basta uma opinião 
interna, sendo indispensável a opinião independente da Auditoria Externa. 
 
Não é atribuição do auditor independente garantir a viabilidade futura 
da entidade ou fornecer algum tipo de atestado de eficácia da 
administração na gestão dos negócios. 
 
 
Finalidade da Auditoria Externa: busca conferir credibilidade às 
demonstrações contábeis, visto que, para os interessados nas 
informações financeiras, não basta uma opinião interna, sendo 
indispensável a opinião independente da Auditoria Externa. 
 
Não é atribuição do auditor independente garantir a viabilidade futura 
da entidade ou fornecer algum tipo de atestado de eficácia da 
administração na gestão dos negócios. 
 
 
 
De acordo a NBC TA 200, ao conduzir a auditoria de demonstrações 
contábeis, os objetivos gerais do auditor são: 
“... 
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(a) obter segurança razoável de que as demonstrações 
contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, 
independentemente se causadas por fraude ou erro, 
possibilitando assim que o auditor expresse sua opinião sobre 
se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos 
os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável; e 
 
(b) apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e 
comunicar-se como exigido pelas NBC TAs, em conformidade 
com as constatações do auditor.” (grifei) 
 
Ou seja: 
- obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão 
livres de distorções relevantes; 
- expressar sua opinião sobre se as demonstrações foram elaboradas 
conforme a estrutura de relatório financeiro aplicável; e 
- apresentar relatóriode 83 
recomendac ȫ e uc ȫ e ara a n nf rmi a e 
a nta a n re at ri fina i a e, decorrente da atividade: 
A) do conselho fiscal. 
B) da auditoria externa. 
C) do conselho de administrac ȫão. 
D) do controle interno. 
E) da auditoria interna 
 
10. (FCC/TCE-RS/2014) ati i a e ue m reen e e ame 
an i e , avaliac ȫ e , levantamentos e comprovacȫ e , 
metodologicamente estruturados para a avaliacȫ a 
integridade, adequac ȫ efi ia, eficie Ǻncia e economicidade 
dos processos, dos sistemas de informacȫ e e e ntr e 
internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, 
com vistas a assistir a administrac ȫ a enti a e n 
cumprimento de seus objetivos, forma o conceito de auditoria: 
(A) ambiental. 
(B) interna. 
(C) contábil. 
(D) de gestão. 
(E) de programa. 
 
11. (FCC/TCE-PI/2014) A auditoria interna: 
A) é exercida por profissional independente. 
B) é reali ada de forma periódica. 
C) emite Parecer. 
D) opina sobre as demonstrac ȫões Contábeis. 
E) emite recomendacȫões a entidade auditada. 
 
12. (FCC/DPE-SP/2013) au it ria interna e e e tar in u a a 
a mai a t n ei ier r ui e uma enti a e m i ta 
a: 
A) atuar estritamente como órgão fiscali ador. 
B) emitir parecer sobre as demonstrac ȫões contábeis para os usuários 
externos. 
C) garantir autonomia e independe Ǻncia. 
D) punir os responsáveis por erros nas demonstrac ȫões contábeis. 
E) apurar fraudes e punir os subordinados com maior isenc ȫão. 
 
13. (FCC/ISS-SP/2012) uma ati i a e a fun ȫ a 
auditoria interna: 
A) a avaliac ȫão do processo de governancȫa. 
B) a gestão de risco. 
C) o monitoramento do controle interno. 
D) o exame das informac ȫões contábeis e operacionais. 
E) a aprovac ȫão do relatório de auditoria externa. 
 
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14. (FCC/TCE-SP/2012) Em relac ȫ iferenc ȫas entre a 
auditoria interna e externa das demonstrac ȫ e nt ei 
correto afirmar: 
A) A auditoria externa é de compete Ǻncia exclusiva de contador registrado 
no Conselho Federal de Contabilidade, enquanto a auditoria interna pode 
ser reali ada por um funcionário qualificado que receba treinamento 
adequado para tal fim. 
B) grau de autonomia do auditor interno é maior que o do auditor 
externo independente, em virtude de se reportar diretamente à 
controladoria da entidade. 
C) O auditor externo executa as auditorias operacional e contábil e o 
auditor interno, apenas a contábil. 
D) auditor externo é responsável pelo exame e avaliac ȫão do controle 
interno da entidade, cabendo ao auditor interno apenas implementar as 
modificac ȫões julgadas necessárias pelo auditor externo para o seu correto 
funcionamento. 
 ) egra geral, os relatórios do auditor interno são de uso exclusivo da 
administrac ȫão da entidade, enquanto os elaborados pelo auditor 
independente são destinados também aos usuários externos da 
informac ȫão contábil. 
 
15. (FCC/TRE-CE/2012) rret afirmar m re a ȫ a 
objetivos da auditoria interna que: 
A) os objetivos não variam e independente do taman o da empresa ou do 
quadro funcional devem cobrir totalmente as atividades. 
B) é totalmente responsável pela gestão de riscos, garantindo à gestão e 
governanc ȫa da empresa a mitigac ȫão ou eliminac ȫão dos mesmos. 
C) está subordinada aos órgãos de governancȫa da empresa, sendo 
limitada sobre a possibilidade de avaliar as questões de ordem ética, 
valores e cumprimento de suas func ȫões. 
D) ela pode ser responsável por revisar a economia, eficie Ǻncia e eficácia 
das atividades operacionais, incluindo as atividades não financeiras de 
uma entidade. 
E) suas atribuic ȫões com relacȫão ao cumprimento de leis e normas 
limitam- se a aquelas pertinentes à área contábil e financeira, ficando as 
demais normas e leis sob responsabilidade das áreas espec ficas. 
 
16. (FCC/TRF-2/2012) O auditor independente ou externo: 
A) tem como objetivo principal a prevenção e a detecção de falhas no 
sistema de controle interno da entidade. 
B) deve produzir relatórios que visam atender, em linhas gerais, a alta 
administração da entidade ou diretorias e gerências. 
C) tem que fazer análise com alto nível de detalhes, independentemente 
da relação custo-benefício, para minimizar o risco de detecção. 
D) deve produzir um relatório ou parecer sobre as demonstrações 
contábeis da entidade auditada. 
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E) tem menor grau de independência em relação à entidade auditada do 
que o auditor interno. 
 
17. (FCC/TRT-24/2011) Ao conduzir uma auditoria de 
demonstracȫ e nt ei eti gerai au it r ter 
seguranc ȫa: 
A) ra oável de que as demonstrac ȫões contábeis como um todo estão 
livres de distorc ȫão relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o 
auditor expresse opinião sobre se as demonstrac ȫões contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
B) ra oável de que as demonstrac ȫões contábeis como um todo estão 
livres de distorc ȫão irrelevante, devido a erros, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstracȫões contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
parecer financeiro. 
C) total de que as demonstrac ȫões contábeis em parte estão livres de 
distorc ȫão relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstracȫões contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
D) total de que as demonstrac ȫões contábeis em parte estão livres de 
distorc ȫão irrelevante, devido à fraude, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstracȫões contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
 ) ra oável de que as demonstrac ȫões contábeis em parte estão livres de 
distorc ȫão irrelevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrac ȫões contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos considerados, em conformidade com a estrutura de 
parecer financeiro consolidado do auditor independente. 
 
18. (FCC/APOFP-SP/2010) au it ria interna e e terna 
atuam em iferente grau e r fun i a e e e e ten na 
tarefa e au it ria m ra e i ta uma ne n tra a e 
am a fun ȫ a au it ria externa: 
A) acompan ar o cumprimento de normas técnicas e a pol tica de 
administrac ȫão da empresa, na consecucȫão dos seus objetivos. 
B) avaliar e testar os sistemas de controles internos e contábil, em busca 
da ra oável fidedignidade das demonstracȫões financeiras. 
C) desenvolver continuamente o trabalho de auditoria na empresa, 
concluindo as tarefas com a elaborac ȫão de relatórios. 
D) seguir as normas e procedimentos de auditoria na execuc ȫão dos 
trabalhos, com grau de independe Ǻncia limitado. 
 ) prevenir erros e fraudes, sugerindo aos administradores da empresa os 
ajustes necessários. 
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19. (ESAF/ISS-RJ/2010) re eit eti a au it ria 
interna e a au it ria in e en ente rret afirmar ue: 
A) o objetivo da auditoria interna é apoiar a administrac ȫão da entidade no 
cumprimento dos seus objetivos, enquanto o da auditoria independente é 
a emissão de parecer sobre as demonstrac ȫõescontábeis. 
B) a auditoria interna se preocupa em avaliar os métodos e as técnicas 
utilizadas pela contabilidade, enquanto a auditoria externa cuida de 
revisar os lanc ȫamentos e demonstrac ȫões contábeis. 
C) a atuac ȫão de ambas não difere na esseǺncia uma vez que os objetivos 
da avaliac ȫão é sempre a contabilidade. 
D) a auditoria interna cuida em verificar os aspectos financeiros da 
entidade, enquanto a auditoria externa se preocupa com os pareceres a 
respeito das demonstrac ȫões contábeis. 
 ) o objetivo da auditoria interna é produ ir relatórios demonstrando as 
falhas e deficie Ǻncias dos processos administrativos e os da auditoria 
externa é emitir parecer sobre a execuc ȫão contábil e financeira da 
entidade. 
 
20. (FCC/CNMP/2015) em re a anti e r re rte 
S/A, contratou a firma de auditoria Aspectos & Consultoria, para 
examinar as demonstracȫ e nt ei e er i e 2014. O 
 eti a au it ria aumentar grau e nfian ȫa nas 
demonstracȫ e nt ei r arte u u ri a anc ȫado 
mediante a: 
(A) expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstracȫões 
contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em 
conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. 
(B) nature a, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de 
auditoria realizados pelo auditor, alinhados com o objetivo da auditoria. 
(C) obtenc ȫão, pelo auditor, de segurancȫa ra oável de que as 
demonstracȫões contábeis como um todo estão livres de distorcȫão 
relevante, independentemente se causada por fraudes ou erros de 
con ecimento ou não dos responsáveis pela governancȫa. 
(D) realizacȫão, pelo auditor, de exames nas áreas, atividades, produtos e 
processos, de forma a alcanc ȫar evide Ǻncias adequadas e suficientes para 
elaboracȫão do relatório de auditoria. 
(E) elaborac ȫão dos programas de trabalho de forma a servir como guia e 
meio de controle de execuc ȫão do trabal o, devendo ser revisados e 
atualizados sempre que as circunstâncias o exigirem. 
 
21. (FCCTRT-11/2005) Dentre as atividades da auditoria interna 
(controle interno) NÃO se inclui 
A propor ajustes contábeis. 
B auxiliar a alta administração. 
C efetuar revisão analítica das contas. 
D assegurar a fidedignidade das demonstrações contábeis. 
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E examinar continuamente as atividades. 
 
22. (ESAF TCU/2006) Em relação à auditoria interna pode-se 
afirmar que, 
A com relação às pessoas jurídicas de direito público não é sua atribuição 
avaliar a economicidade dos processos, visto que o objetivo do governo é 
de controle, independente do valor. 
B é sua atribuição aperfeiçoar, implantar e fazer cumprir as normas por 
ela criadas em sua plenitude. 
C deve relatar as não-conformidades sem emitir opinião ou sugestões 
para que sejam feitas as correções ou melhorias necessárias. 
D é seu objetivo prevenir fraudes ou roubos, sendo que sempre que tiver 
quaisquer indícios ou constatações deverá informar a administração, de 
forma reservada e por escrito. 
E sua função é exclusivamente de validar os processos e transações 
realizadas, sem ter como objetivo assistir à administração da entidade no 
cumprimento de suas atribuições. 
 
23. (ESAFSEFAZ-RN/2005) Analise as afirmativas a seguir e 
assinale a opção correta. 
I. A auditoria interna deve assessorar a administração na 
prevenção de fraudes e erros; 
II. A auditoria interna é independente e imparcial; 
III. Fraude é o ato intencional de omissão praticado para 
manipular documentos, registros e relatórios. 
A As assertivas I, II e III estão erradas. 
B As assertivas I, II e III estão corretas. 
C As assertivas I e II estão corretas e a III está incorreta. 
D As assertivas II e III estão incorretas e a I está correta. 
E As assertivas I e III estão corretas e a II está incorreta. 
 
24. (ESAF CGU/2004) Não é função da auditoria interna avaliar a 
A eficácia dos processos dos controles internos. 
B eficiência dos sistemas de informações. 
C eficiência dos processos de produção. 
D integridade do ambiente de controles internos. 
E economicidade dos controles internos. 
 
25. (ESAFINSS/2002) É uma característica da auditoria interna: 
A manter independência total da empresa. 
B ser sempre executada por profissional liberal. 
C emitir parecer sobre as demonstrações financeiras. 
D revisar integralmente os registros contábeis. 
E existir em todas empresas de capital aberto. 
 
26. (FCCSEFAZ-PB /2006) O trabalho da auditoria visa avaliar a 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade 
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A somente dos controles internos referentes às áreas administrativas e 
financeiras da empresa, com o objetivo de garantir que as demonstrações 
contábeis estejam adequadas. 
B dos sistemas de informações, dos processos e de controles internos 
integrados ao ambiente e de gerenciamento de riscos, para em nome dos 
administradores fazer cumprir os controles internos e seus objetivos. 
C dos processos, dos sistemas de informações e de controles internos 
integrados ao ambiente e de gerenciamento de riscos, para auxiliar a 
administração da empresa no cumprimento de seus objetivos. 
D do conjunto sistêmico de controles internos da companhia, relatando ao 
mercado as ineficiências encontradas e garantindo ao acionista a 
confiabilidade nas demonstrações contábeis apresentadas pela empresa. 
E dos processos existentes na companhia, para permitir sua revisão e 
crítica, determinando aos representantes dos processos a implantação de 
novos procedimentos e punindo em caso de não-cumprimento. 
 
27. (FCCTRT-11/2005) São objetivos da auditoria interna, 
EXCETO: 
A avaliar a eficácia dos controles internos existentes na entidade. 
B levantar os sistemas de informações existentes na entidade. 
C comprovar a integridade de gerenciamento de riscos da entidade. 
D executar a implantação dos controles internos da entidade. 
E assistir à administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. 
 
28. (FCCTCE-PI/2005) As Normas da Auditoria Interna 
estabelecem que o resultado dos trabalhos da auditoria deve ser 
apresentado com objetividade e imparcialidade e expressando 
claramente suas conclusões, recomendações e as providências a 
serem tomadas pela administração da entidade, no 
A relatório de auditoria, apenas. 
B parecer de auditoria, apenas. 
C certificado de auditoria, apenas. 
D certificado ou parecer de auditoria. 
E relatório ou parecer da auditoria. 
 
29. (ESAFCGU/2006) Preencha a lacuna com a expressão 
adequada. A ___________________ compreende os exames, 
análises, avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, 
adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, 
dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao 
ambiente e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir à 
administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. 
A Auditoria Independente. 
B Auditoria Governamental. 
C Técnica de amostragem em Auditoria. 
D Auditoria Externa. 
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E Auditoria Interna. 
 
30. (FCCTRT-24/2011) Ao conduzir uma auditoria de 
demonstrações contábeis, são objetivos gerais do auditor obter 
segurança 
A razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres 
de distorção relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o 
auditor expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas,em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
B razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres 
de distorção irrelevante, devido a erros, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
parecer financeiro. 
C total de que as demonstrações contábeis em parte estão livres de 
distorção relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
D total de que as demonstrações contábeis em parte estão livres de 
distorção irrelevante, devido à fraude, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
E razoável de que as demonstrações contábeis em parte estão livres de 
distorção irrelevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos considerados, em conformidade com a estrutura de 
parecer financeiro consolidado do auditor independente. 
 
31. (FCCTRT-24/2006) Considere as seguintes assertivas: 
I. A Auditoria Externa ou Independente compreende os exames, 
análises, avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, 
adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, 
dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao 
ambiente e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir à 
administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. 
II. A Auditoria Interna deve assessorar a administração da 
entidade no trabalho de prevenção de fraudes e erros, obrigando-
se a informá-la, sempre por escrito, de maneira reservada, sobre 
quaisquer indícios ou confirmações de irregularidades detectadas 
no decorrer de seu trabalho. 
III. O objetivo principal da Auditoria Independente está voltado 
para a emissão de parecer sobre a adequação das demonstrações 
financeiras e contábeis das organizações. 
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IV. Os procedimentos de Auditoria Interna constituem exames e 
investigações, incluindo testes de observância e testes 
substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios 
suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à 
administração da entidade. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
A I e II. 
B I, II e III. 
C I, III e IV. 
D II, III, e IV. 
E III e IV. 
 
32. (FCCSEFAZ-SP/2009) O trabalho da auditoria interna 
A tem maior independência que o de auditoria externa. 
B é responsável pela implantação e pelo cumprimento dos controles 
internos. 
C deve estar subordinado ao da Controladoria da empresa. 
D deve emitir parecer, que será publicado com as demonstrações 
contábeis. 
E deve efetuar a revisão e o aperfeiçoamento dos controles internos. 
 
33. (FCCTRF-2/2007) Em relação às diferenças entre as funções 
da auditoria externa e a auditoria interna, considere: 
I. Os auditores independentes têm a função de ao constatarem 
irregularidades ou deficiências nos controles internos da empresa 
auditada, imediatamente propor e implantar procedimento 
alternativo que garanta o processo. 
II. A auditoria externa não está subordinada a diretoria e a 
presidência da empresa e a auditoria interna possui subordinação. 
III. Todo auditor externo pode realizar trabalhos em qualquer 
empresa de capital aberto, desde que mantenha relação de 
parentesco até segundo grau. Está correto o que se afirma em 
A I. 
B II. 
C I e III. 
D II e III. 
E I, II e III. 
 
34. (UFG-Auditor2010 UFG) A auditoria interna, como um 
controle gerencial que funciona medindo e avaliando a eficiência 
dos outros controles existentes, permite fornecer assistên ia e 
a n e ament a t n ei a em re a ue rati a 
 r interm i e 
A) avaliação do controle interno. 
B) execucȫão das técnicas de auditoria. 
C) recomendacȫões e sugestões. 
D) programas de treinamento. 
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35. (UFG-Contador UFG2006) As auditorias externas e internas 
devem se relacionar, pois têm intere e mun e ame 
gera mente efetua e me m m t iferen ian - e 
 uant e ten e r fun i a e. Sobre auditorias, pode-se 
afirmar: 
I – O auditor interno de en e eu tra a u i e a 
emissão de parecer. 
II - As auditorias internas e externas devem manter contatos para 
adotar procedimentos complementares. 
III - O grau de independên ia au it r e tern am e 
observa as normas internacionais. 
Das afirmações, apenas 
(A) a I é verdadeira. 
(B) I e II são verdadeiras. 
(C) I e III são verdadeiras. 
(D) II e III são verdadeiras. 
 
36. (FUNDATEC/CAGE-RS/2014) Com relac ȫ func ȫ e e 
auditor interno e auditor externo, analise as alternativas abaixo e 
marque a opc ȫ rreta: 
A) auditor interno emite relatório para a alta administrac ȫão e para 
terceiros interessados, enquanto o auditor externo emite relatório para a 
alta administração da empresa auditada. 
B) Tanto o auditor interno quanto o auditor externo são subordinados à 
alta administração da empresa auditada. 
C) Tanto o auditor interno quanto o auditor externo devem avaliar os 
controles internos e a possibilidade de ocorrência de fraudes e erros que 
afetem as demonstrações contábeis. 
D) A responsabilidade primária na detecção de fraudes e erros é do 
auditor externo, já que seu relatório pode ser direcionado não só para a 
alta administrac ȫão, mas também para terceiros interessados. 
E) O auditor externo pode ser terceiro ou funcionário da empresa, 
enquanto o auditor interno necessariamente precisa ser empregado. 
 
37. (Cespe/FUB-DF/2013) No caso de a auditoria interna 
detectar indícios de irregularidades no decorrer de seus trabalhos 
e avaliar que a administração da entidade deve adotar 
providências imediatas, a auditoria deve fazer a comunicação por 
escrito, em caráter reservado. 
 
38. (Cespe/Bacen/2013) Ao suspeitar da ocorrência de fraude 
na entidade sob seu controle, o auditor interno deve levar o fato 
ao conhecimento da administração da entidade, realizando essa 
comunicação em conversa reservada. 
 
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39. (Cespe/AFT/2013) Um dos requisitos para assegurar a 
necessária independência técnica aos auditores internos é a 
garantia de que, no planejamento de seu trabalho, eles não serão 
influenciados pelas orientações emanadas da administração da 
entidade e, eventualmente, por suas expectativas. 
 
40. (FGV/ISS-Cuiabá/2014) Sobre a auditoria interna, de acordo 
com a NBC TI 01 – da Auditoria Interna, assinale a afirmativa 
incorreta. 
a) Deve ser documentada por meio de papéis de trabalho elaborados em 
meio físico ou eletrônico, que devem ser organizados e arquivados de 
forma sistemática e racional. 
b) Deve incluir testes de observância e testes substantivos, que permitam 
ao auditor interno obter subsídios suficientes para fundamentar suas 
conclusões e recomendações para a administração da entidade. 
c) Deve empregar recursos tecnológicos de processamento de 
informações, o que requer profissionais com conhecimentos suficientes 
para implementar os procedimentos,ou orientar, supervisionar e revisar 
os trabalhos de especialistas. 
d) Deve avaliar a necessidade de emissão de relatório parcial, na hipótese 
de constatar impropriedades, irregularidades ou ilegalidades que exijam 
providências imediatas da administração da entidade e que não possam 
aguardar o final dos exames. 
e) Deve assessorar a administração da entidade no trabalho de prevenção 
de fraudes e erros, obrigando-se a divulgar para os funcionários da 
empresa, por meio eletrônico, quaisquer indícios ou confirmações de 
irregularidades detectadas no decorrer de seu trabalho. 
 
41. (FGV/Sefaz-RJ/2009) De acordo com a Resolução CFC nº 
986/2003, com relação à auditoria interna, assinale a afirmativa 
incorreta. 
a) Compreende os exames, análises, avaliações, levantamentos e 
comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos 
processos, dos sistemas de informações e de controles internos 
integrados ao ambiente e de gerenciamento de riscos. 
b) Está estruturada em procedimentos, com enfoque técnico, objetivo, 
sistemático e disciplinado, e tem por finalidade agregar valor ao resultado 
da organização. 
c) Compreende, para fins de planejamento, os exames preliminares das 
áreas, atividades, produtos e processos que definem a amplitude e a 
época do trabalho a ser realizado. 
d) Realiza exames e investigações, incluindo testes de observância e 
testes substantivos, que permitem obter subsídios suficientes para 
fundamentar as conclusões e recomendações à administração da 
entidade. 
e) É fundamentada por informações denominadas de “refer ncias”, que 
devem ser suficientes, fidedignas, relevantes e úteis, de modo a fornecer 
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base sólida para as conclusões e recomendações à administração da 
entidade. 
 
42. (FCC/TCE-GO/2014) O relatório é o documento pelo qual a 
Auditoria Interna apresenta o resultado dos seus trabalhos. Nos 
termos da NBC TI 01, entre os itens que devem ser abordados no 
relatório, estão: 
I. os principais procedimentos de auditoria aplicados e sua 
extensão; 
II. os responsáveis por eventuais prejuízos causados à entidade; 
III. a capacidade financeira da entidade para honrar seus 
compromissos; 
IV. o objetivo e a extensão dos trabalhos; 
V. os riscos associados aos fatos constatados. 
Está correto o que consta APENAS em: 
a) I, III e IV; 
b) I, IV e V; 
c) IV e V; 
d) I, III e V; 
e) III e IV. 
 
43. (FCC/Sefaz-PE/2014) Agregar valor ao resultado da 
organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos 
processos, da gestão e dos controles internos, por meio da 
recomendação de soluções para as não conformidades apontadas 
nos relatórios, é finalidade, decorrente da atividade: 
a) do conselho fiscal; 
b) da auditoria externa; 
c) do conselho de administração; 
d) do controle interno; 
e) da auditoria interna 
 
44. (FCC/TCE-RS/2014) A atividade que compreende os exames, 
análises, avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, 
adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, 
dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao 
ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir a 
administração da entidade no cumprimento de seus objetivos, 
forma o conceito de auditoria: 
a) ambiental; 
b) interna; 
c) contábil; 
d) de gestão; 
e) de programa. 
 
45. (FCC/TCE-PI/2014) A auditoria interna: 
a) é exercida por profissional independente; 
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b) é realizada de forma periódica; 
c) emite Parecer; 
d) opina sobre as demonstrações Contábeis; 
e) emite recomendações a entidade auditada. 
 
46. (Fundatec/Cage-RS/2014) Com relação às funções de 
auditor interno e auditor externo, analise as alternativas abaixo e 
marque a opção correta. 
a) O auditor interno emite relatório para a alta administração e para 
terceiros interessados, enquanto o auditor externo emite relatório para a 
alta administração da empresa auditada. 
b) Tanto o auditor interno quanto o auditor externo são subordinados à 
alta administração da empresa auditada. 
c) Tanto o auditor interno quanto o auditor externo devem avaliar os 
controles internos e a possibilidade de ocorrência de fraudes e erros que 
afetem as demonstrações contábeis. 
d) A responsabilidade primária na detecção de fraudes e erros é do 
auditor externo, já que seu relatório pode ser direcionado não só para a 
alta administração, mas também para terceiros interessados. 
e) O auditor externo pode ser terceiro ou funcionário da empresa, 
enquanto o auditor interno necessariamente precisa ser empregado. 
 
47. (Fundatec/Cage-RS/2014) Segundo a Resolução CFC n 986 
de 2003, que aprovou a NBC TI 01 – Auditoria Interna, os 
objetivos da auditoria interna compreendem: 
I. Apresentar subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da 
gestão e dos controles internos da entidade auditada. 
II. Apontar as não conformidades diagnosticadas e fornecer 
recomendações de soluções para essas não conformidades. 
III. Emitir opinião sobre a fidedignidade das demonstrações 
contábeis. 
Quais estão corretas? 
a) Apenas I. 
b) Apenas II. 
c) Apenas I e II. 
d) Apenas I e III. 
e) I, II e III. 
 
48. (Fundatec/Cage-RS/2014) Acerca do que disciplina a NBC TI 
01 – Auditoria Interna, analise as afirmativas abaixo, assinalando 
V para verdadeiro e F para falso. 
( ) A Auditoria Interna é exercida nas pessoas jurídicas de direito 
público, interno e externo, e de direito privado. 
( ) A Auditoria Interna deve ser documentada por meio de papéis 
de trabalho, elaborados em meio físico ou eletrônico, que devem 
ser organizados e arquivados de forma sistemática e racional. 
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( ) Visto que a auditoria interna é aplicada de forma permanente 
na entidade, não existe exigência para a documentação de um 
planejamento de auditoria. 
( ) Auditoria Interna deve assessorar a administração da entidade 
no trabalho de prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a 
informa-la, sempre por escrito, sobre quaisquer indícios ou 
confirmações de irregularidades detectadas no decorrer de seu 
trabalho. 
( ) A análise das limitações ao alcance dos procedimentos de 
auditoria, bem como a extensão da responsabilidade do auditor no 
uso dos trabalhos de especialistas, é um aspecto a ser 
considerado na análise de riscos dos trabalhos do auditor externo, 
não sendo aplicáveis em um trabalho de auditoria interna. 
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para 
baixo, é: 
a) V – F – V – V – F; 
b) V – V – F – F – V; 
c) F – F – V – V – V; 
d) V – V – F – V – F; 
e) F – V – V – F – F. 
 
49. (FCC/DPE-SP/2013) A auditoria interna deve estar vinculada 
aos mais altos níveis hierárquicos de uma entidade com vistas a: 
a) atuar estritamente como órgão fiscalizador; 
b) emitir parecer sobre as demonstrações contábeis para os usuários 
externos; 
c) garantir autonomia e independência; 
d) punir os responsáveis por erros nas demonstrações contábeis; 
e) apurar fraudes e punir os subordinados com maior isenção. 
 
50. (Cesgranrio/Petrobras/2011) Com a crescente expansão dos 
negócios, as administrações das empresas instituíram o órgão de 
auditoria interna, que, em muitos ramos, tornou-se um setor 
obrigatório por força de lei. A auditoria interna auxilia a 
organização a alcançar seus objetivos, adotando uma abordagem 
sistemática para: 
a) avaliação e melhoria da eficácia dos processosde gerenciamento de 
riscos, de controle e governança corporativa; 
b) avaliação dos índices de liquidez e financeiros a fim de assegurar a boa 
saúde financeira da empresa; 
c) elaboração do mapeamento organizacional por meio de entrevistas com 
todos os funcionários; 
d) emissão do parecer sobre as demonstrações contábeis e publicação em 
jornal de grande circulação; 
e) revisão das contas contábeis para elaboração do balanço. 
 
51. (Cespe/TCU/2008) Na definição do Institute of Internal 
Auditors, a auditoria interna, que presta serviços de avaliação e 
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de consultoria, visa à eficácia dos processos de gestão de risco, 
controle e governança corporativa. Julgue CERTO ou ERRADO. 
 
52. (Cespe/FUB-DF/2013) A auditoria interna, além de suas 
funções convencionais, pode ser incumbida de avaliar o processo 
de governança, no que diz respeito à realização de seus objetivos 
de ética e valores, assim como atuar na identificação e avaliação 
das vulnerabilidades relevantes a riscos. 
 
53. (CESPE/TCU/2015) Exige-se que os auditores internos 
detenham os conhecimentos especializados necessários para 
detectar e investigar as fraudes na entidade examinada. 
 
54. (Cesgranrio/IBGE/2013) Entre as características das 
organizações e dos indivíduos que executam auditoria interna 
dispostas nas Normas Internacionais para o exercício profissional 
da auditoria interna emitidas pelo The Institute of Internal 
Auditors, destaca-se que o(s): 
a) executivo chefe de auditoria não deve se comunicar diretamente com o 
conselho, a fim de evitar conflito de interesse; 
b) executivo chefe de auditoria deve, quando for necessário, confirmar 
junto ao conselho, a estrutura organizacional da atividade de auditoria 
interna; 
c) auditores internos devem ser objetivos ao executar seus trabalhos, 
embora a auditoria interna não seja um trabalho independente; 
d) auditores internos preferencialmente devem avaliar operações 
específicas pelas quais tenham sido responsáveis anteriormente, por se 
tratar de auditoria interna; 
e) auditores internos devem exercer o zelo profissional, considerando o 
custo da avaliação (assurance) em relação aos potenciais benefícios. 
 
55. (Cesgranrio/IBGE/2013) De acordo com o The Institute of 
Internal Auditors, a estrutura das Normas Internacionais para a 
Prática Profissional de Auditoria Interna é dividida entre Normas 
de Atributos e de Desempenho. As Normas de Atributos e as 
Normas de Desempenho se referem, respectivamente, a: 
a) características das organizações e dos indivíduos que executam 
auditoria interna e à natureza da auditoria interna e critérios de 
qualidade; 
b) características que identificam achados de auditoria e características 
das organizações e a indivíduos que executam auditoria interna; 
c) normas para avaliação da auditoria e a normas aplicáveis a serviços de 
auditoria interna; 
d) normas para avaliações subjetivas e a normas para avaliações 
objetivas; 
e) normas para avaliação (assurance) e a atividades de consultoria. 
 
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56. (Cesgranrio/IBGE/2013) A avaliação (assurance) é uma das 
atividades no processo de auditoria interna, que se caracteriza 
por: 
a) apresentar uma avaliação subjetiva da evidência pelo auditor interno; 
b) apresentar a natureza e o escopo do trabalho sujeitos a um acordo 
com a entidade; 
c) ter a finalidade de fornecer uma opinião ou conclusões independentes a 
respeito de uma entidade, operação ou processo; 
d) ser realizada a partir da solicitação específica de uma entidade; 
e) manter a imparcialidade do auditor interno, uma vez que ele não deve 
assumir responsabilidades que são da administração. 
 
57. (Cesgranrio/IBGE/2013) As Normas Internacionais para o 
exercício profissional da auditoria interna, emitidas pelo The 
Institute of Internal Auditors, dispõem sobre a natureza da 
auditoria interna e fornecem os critérios de qualidade em face dos 
quais o desempenho desses serviços possa ser avaliado. A partir 
das disposições dessas normas, o gerenciamento da atividade de 
auditoria interna é considerado eficaz quando o(s): 
a) escopo de trabalho dos auditores internos não sofre limitações; 
b) achados de auditoria são identificados sem dificuldade; 
c) riscos externos são eliminados ou reduzidos ao mínimo; 
d) mapas de riscos internos a que a entidade está sujeita podem ser 
elaborados com isenção quanto às suas responsabilidades; 
e) resultados do trabalho da atividade de auditoria interna cumprem a 
responsabilidade definida no estatuto de auditoria interna. 
 
58. (Cesgranrio/IBGE/2013) De acordo com o Código de Ética 
para o exercício profissional da auditoria interna, emitido pelo The 
Institute of Internal Auditors, a atividade de auditoria deve 
respeitar princípios e regras de conduta ética. Em relação aos 
princípios dispostos no Código de Ética, destaca-se que, pelo 
princípio da: 
a) integridade, os auditores internos devem realizar uma avaliação 
equilibrada de todas as circunstâncias relevantes; 
b) objetividade, os auditores internos devem apresentar uma confiança 
que represente a base para a confiabilidade atribuída a seu julgamento; 
c) competência, os auditores internos utilizam critérios fundamentados e 
experiência profissional na coleta, avaliação e comunicação de 
informações sobre a atividade ou processo examinado; 
d) confidencialidade, os auditores internos não divulgam informações sem 
autorização apropriada, exceto em caso de obrigação legal ou 
profissional; 
e) materialidade, os relatórios da auditoria interna devem reportar os 
achados que forem relevantes na identificação dos riscos da entidade. 
 
 
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Gabarito: 
 
 
 
1 – C 
2 – C 
3 – E 
4 – C 
5 – B 
6 – D 
7 – A 
8 – D 
9 – E 
10 – B 
11 – E 
12 – C 
13 – E 
14 – E 
15 – D 
16 – D 
17 – A 
18 – B 
19 – A 
20 – A 
21 – D 
22 – D 
23 – E 
24 – C 
25 – D 
26 – C 
27 – D 
28 – A 
29 – E 
30 – A 
31 – D 
32 – E 
33 – B 
34 – C 
35 – D 
36 – C 
37 – C 
38 – E 
39 – E 
40 – E 
41 – E 
42 – B 
43 – E 
44 – B 
45 – E 
46 – C 
47 – C 
48 – D 
49 – C 
50 – A 
51 – C 
52 – C 
53 – E 
54 – E 
55 – A 
56 – C 
57 – E 
58 – D 
 
 
 
 
 
 
 
 
Referências utilizadas na elaboração das aulas 
 
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. 
7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 
 
ATTIE, William. Auditoria Interna. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 
 
BRITO, Claudenir e FONTENELLE, Rodrigo. Auditoria privada e 
governamental: teoria de forma objetiva e mais de 400 questões 
comentadas. 2. ed. Niterói: Impetus, 2015. 
 
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. NBC TA 200 – Objetivos Gerais 
do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em Conformidade 
com Normas de Auditoria. 
 
_________. NBC TI 01 – Da Auditoria Interna. 
 
CREPALDI, Sílvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 6. ed. 
São Paulo: Atlas, 2010. 
 
FRANCO, Hilário e MARRA, Ernesto. Auditoria contábil. 4. ed. São Paulo: 
Atlas, 2011. 
 , Antônio Lopes de. Curso de Auditoria. São Paulo: Atlas, 2000.sobre as demonstrações contábeis. 
 
Distorções são a diferença entre o valor, a classificação, a apresentação 
ou a divulgação de uma demonstração contábil relatada e o valor, a 
classificação, a apresentação ou a divulgação que é exigida para que o 
item esteja de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável (ou 
seja, a diferença entre o que é para o que deveria ser). As distorções 
podem originar-se de erro ou fraude. Uma distorção é relevante 
quando pode vir a modificar a opinião do usuário. 
 
O auditor também pode ter outras responsabilidades de comunicação e de 
relatório, perante os usuários, a administração, os responsáveis pela 
governança ou partes fora da entidade, a respeito dos assuntos 
decorrentes da auditoria, como, por exemplo, de comunicação com os 
responsáveis pela Governança, responsabilidades em relação a fraudes, 
dentre outras, desde que estabelecidas por lei, regulamento ou normas 
do CFC. 
 
 
1.3 Semelhanças e diferenças entre a Auditoria Interna e Externa 
 
A principal semelhança entre a Auditoria Interna e a Externa é 
relacionada aos métodos de trabalho, que, via de regra, são bastante 
parecidos, tanto quanto às características desejáveis à pessoa do 
auditor quanto aos aspectos de planejamento, execução e emissão de 
relatórios. 
 
Quanto às diferenças, vamos observar o quadro abaixo, adaptado da obra 
de Crepaldi, sendo que muitas das quais já foram comentadas nesta aula. 
 
 
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Elementos Auditoria Interna Auditoria Externa 
Sujeito 
Funcionário da 
empresa Profissional independente 
Ação e objetivo 
Exame dos controles 
operacionais 
Exame das demonst. 
Financeiras 
Finalidade 
Promover melhorias 
nos controles 
operacionais 
Opinar sobre as demonst. 
Financeiras 
Relatório principal Recomendações Parecer (Relatório) 
Grau de independência Menos amplo Mais amplo 
Interessados no 
trabalho 
Empresa 
Empresa e público em 
geral 
Responsabilidade Trabalhista Profissional, civil e 
criminal 
Continuidade do 
trabalho Contínuo Periódico 
Fonte: Auditoria Contábil – teoria e prática – Crepaldi (2010) 
 
A informação constate desse quadro é muito importante. Diria que 
uma das mais importantes da aula. 
 
 
 
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 
 
4. (Cespe/TCU/2013) As atribuições dos auditores internos e 
externos diferem, pois, no primeiro caso, estão fixadas no 
contrato de trabalho, como empregado da empresa, e, no 
segundo, no contrato de prestação de serviços com o 
profissional ou empresa. O auditor interno tem 
responsabilidade essencialmente trabalhista; o externo, 
responsabilidade profissional, civil e criminal. 
Comentários: 
Realmente, o auditor interno é empregado da empresa ou 
servidor do órgão/entidade e, de maneira geral, sua responsabilidade 
é primordialmente trabalhista. 
Já o auditor independente é um terceiro que presta serviço 
profissional e qualificado para a empresa auditada e, dessa forma, 
está sujeito não apenas à responsabilidade profissional como civil e 
criminal. 
Gabarito: C 
 
 
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EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES 
 
 
5. (FGV/TCE-BA/2013) fina i a e e muni ar ri e 
 ntr e ara a rea a r ria a a rgani a ȫ a ta 
administracȫ , examinando, avaliando e monitorando a 
adequac ȫ e efeti i a e ntr e intern e f rma nt nua 
e m mai r ume e te te mpeteǺncia da: 
(A) Auditoria Independente. 
(B) Auditoria Interna. 
(C) Auditoria Operacional. 
(D) Auditoria Contábil. 
( ) Auditoria de estão. 
Comentários: 
Considerando que o principal objetivo da Auditoria Interna é auxiliar 
o gestor no cumprimento dos objetivos da entidade, podemos concluir 
que essa atuação em nível de assessoramento inclui avaliar e monitorar a 
adequação e a efetividade do controle interno. Sabemos ainda que sua 
atuação se dá de forma contínua, por fazer parte da estrutura da 
organização, aplicando, dessa forma, um maior volume de testes. 
Gabarito: B 
 
6. (FGV/INEA-RJ/2013) ina e a a ternati a ue in i a uma 
 ara ter ti a a au it ria interna e uma rgani a ȫ . 
A) Mostra maior grau de independe Ǻncia funcional sobre as atividades 
operacionais. 
B) mite um parecer ou opinião sobre as demonstrac ȫões contábeis 
auditadas. 
C) Atende exclusivamente às normas de contabilidade em vigor. 
D) eali a maior volume de testes sobre os trabal os de auditorias 
operacional e contábil. 
E) Procura apenas erros substanciais nas demonstrac ȫões contábeis. 
Comentários: 
A – errada. O grau de independência do auditor interno é menor. 
B – errada, por se tratar do objetivo da atuação do auditor externo. 
C – errada, pois o auditor interno deve atender ao disposto em 
diversas normas. 
D – certa. Sabemos ainda que sua atuação se dá de forma contínua, 
por fazer parte da estrutura da organização, aplicando, dessa forma, um 
maior volume de testes. 
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E – errada, por se tratar da atuação do auditor externo. 
Gabarito: D 
 
7. (FGV/MPE-MS/2013) au it r a erifi ar e a n rma 
interna e t en rretamente egui a e a ra re 
 a em re a e t rea i an um eti a au it ria: 
A) interna. 
B) externa. 
C) operacional. 
D) independente. 
 ) de gestão. 
Comentários: 
Considerando que o principal objetivo da Auditoria Interna é auxiliar 
o gestor no cumprimento dos objetivos da entidade, podemos concluir 
que essa atuação em nível de assessoramento inclui verificar se as 
normas internas estão sendo corretamente seguidas pelos colaboradores 
da empresa, o que pode estar relacionado à avaliação e ao 
monitoramento da adequação e da efetividade do controle interno. 
Gabarito: A 
 
8. (FGV/ISS-Recife/2014) au it r a e re ar ini e ue 
as demonstracȫ e nt ei f ram e a ra a em t 
a e t re e ante em nf rmi a e m uma e trutura e 
re at ri finan eir a i e , produz o seguinte efeito: 
(A) revela as distorc ȫões do planejamento da auditoria das demonstracȫões 
contábeis. 
(B) reduz os riscos de auditoria das demonstrac ȫões contábeis o que gera 
segurancȫa para os usuários. 
(C) proporciona o aumento de evide Ǻncias de auditoria das demonstracȫões 
contábeis. 
(D) aumenta o grau de confianc ȫa nas demonstracȫões contábeis por parte 
dos usuários. 
(E) assegura que os objetivos operacionais desejados pela administrac ȫão 
foram alcanc ȫados. 
Comentários: 
A Resolução CFC nº 1.203/09, que aprovou a NBC TA 200 – 
Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em 
Conformidade com Normas de Auditoria – descreve o objetivo da 
Auditoria das Demonstrações Contábeis – Externa – da seguinte forma: 
“aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte 
dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo 
auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos 
os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório 
financeiro aplicável.” 
Gabarito: D 
 
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9. (FCC/SEFAZ-PE/2014) Agregar valor ao resultado da 
organizacȫ a re entan u i ara a erfeicȫ ament 
 r e a ge t e ntr e intern , por meio da 
recomendac ȫ e uc ȫ e ara a n nf rmi a e 
a nta a n re at ri fina i a e,decorrente da atividade: 
A) do conselho fiscal. 
B) da auditoria externa. 
C) do conselho de administrac ȫão. 
D) do controle interno. 
E) da auditoria interna 
Comentários: 
Questão literal. De acordo com a a NBC TI 01 – Da Auditoria Interna 
– do CFC, a atividade da Auditoria Interna “tem por finalidade agregar 
valor ao resultado da organizac ȫão, apresentando subs dios para o 
aperfeic ȫoamento dos processos, da gestão e dos controles internos, por 
meio da recomendacȫão de solucȫões para as não-conformidades apontadas 
nos relatórios”. 
Gabarito: E 
 
10. (FCC/TCE-RS/2014) ati i a e ue m reen e e ame 
an i e , avaliac ȫ e , levantamentos e comprovacȫ e , 
metodologicamente estruturados para a avaliacȫ a 
integridade, adequac ȫ efi ia, eficie Ǻncia e economicidade 
dos processos, dos sistemas de informacȫ e e e ntr e 
internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, 
com vistas a assistir a administrac ȫ a enti a e n 
cumprimento de seus objetivos, forma o conceito de auditoria: 
(A) ambiental. 
(B) interna. 
(C) contábil. 
(D) de gestão. 
(E) de programa. 
Comentários: 
Outra questão literal. Segundo a NBC TI 01, a Auditoria Interna 
compreende “os exames, análises, avaliac ȫões, levantamentos e 
comprovacȫões, metodologicamente estruturados para a avaliac ȫão da 
integridade, adequacȫão, eficácia, eficie Ǻncia e economicidade dos 
processos, dos sistemas de informac ȫões e de controles internos 
integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a 
assistir à administracȫão da entidade no cumprimento de seus objetivos”. 
Gabarito: B 
 
11. (FCC/TCE-PI/2014) A auditoria interna: 
A) é exercida por profissional independente. 
B) é reali ada de forma periódica. 
C) emite Parecer. 
D) opina sobre as demonstrac ȫões Contábeis. 
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E) emite recomendacȫões a entidade auditada. 
Comentários: 
A – referente à auditoria independente. 
B – referente à auditoria independente. 
C – o auditor interno emite relatório, e não “parecer”. 
 D – referente à auditoria independente. 
 E – considerando que o principal objetivo da Auditoria Interna é 
auxiliar o gestor no cumprimento dos objetivos da entidade, podemos 
concluir que essa atuação em nível de assessoramento deve ser realizada 
por meio de recomendações e sugestões à entidade auditada. 
Gabarito: E 
 
12. (FCC/DPE-SP/2013) A auditoria interna e e e tar in u a a 
a mai a t n ei ier r ui e uma enti a e m i ta 
a: 
A) atuar estritamente como órgão fiscali ador. 
B) emitir parecer sobre as demonstrac ȫões contábeis para os usuários 
externos. 
C) garantir autonomia e independeǺncia. 
D) punir os responsáveis por erros nas demonstrac ȫões contábeis. 
E) apurar fraudes e punir os subordinados com maior isenc ȫão. 
Comentários: 
A principal finalidade dessa vinculação aos mais altos níveis 
hierárquicos da empresa se dá pela necessidade de autonomia e 
independência. 
Gabarito: C 
 
13. (FCC/ISS-SP/2012) uma ati i a e a fun ȫ a 
auditoria interna: 
A) a avaliac ȫão do processo de governancȫa. 
B) a gestão de risco. 
C) o monitoramento do controle interno. 
D) o exame das informacȫões contábeis e operacionais. 
E) a aprovac ȫão do relatório de auditoria externa. 
Comentários: 
A Auditoria Interna não aprova o Relatório do Auditor Independente 
(da Auditoria Externa), pois a contratação de uma firma de auditoria para 
emitir uma opinião sobre as demonstrações contábeis se dá justamente 
pela necessidade de independência, o que não ocorreria caso essa opinião 
tivesse que ser “aprovada” pela Auditoria Interna. 
Gabarito: E 
 
14. (FCC/TCE-SP/2012) Em relac ȫ iferenc ȫas entre a 
auditoria interna e externa das demonstrac ȫ e nt ei 
correto afirmar: 
A) A auditoria externa é de compete Ǻncia exclusiva de contador registrado 
no Consel o Federal de Contabilidade, enquanto a auditoria interna pode 
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ser reali ada por um funcionário qualificado que receba treinamento 
adequado para tal fim. 
B) grau de autonomia do auditor interno é maior que o do auditor 
externo independente, em virtude de se reportar diretamente à 
controladoria da entidade. 
C) O auditor externo executa as auditorias operacional e contábil e o 
auditor interno, apenas a contábil. 
D) auditor externo é responsável pelo exame e avaliac ȫão do controle 
interno da entidade, cabendo ao auditor interno apenas implementar as 
modificac ȫões julgadas necessárias pelo auditor externo para o seu correto 
funcionamento. 
 ) egra geral, os relatórios do auditor interno são de uso exclusivo da 
administrac ȫão da entidade, enquanto os elaborados pelo auditor 
independente são destinados também aos usuários externos da 
informac ȫão contábil. 
Comentários: 
A – errada. registro necessário é do Consel o A letra A está 
incorreta, pois o registro do contador é no Consel o egional de 
Contabilidade, e não do Conselho Federal. 
B – errada. Como vimos, o grau de autonomia (independ ncia) do 
auditor interno é menor do que a do auditor externo. Outro erro da 
alternativa: a auditoria interna deve estar ligada à alta administrac ȫão da 
entidade, não à controladoria. 
C – errada, pois em regra é o contrário. O auditor interno executa 
as auditorias operacional e contábil e o auditor externo, apenas a 
contábil. 
D - errada. Ambos realizam a avaliação dos controles internos, 
embora com objetivos distintos (o auditor externo busca com isso definir 
o volume de procedimentos substantivos). corre que o responsável por 
essa avaliação é o auditor interno. Outro erro da alternativa: quem 
implementa as recomendações feitas pelo auditor interno é a própria 
empresa. 
 – certa. m regra, o auditor externo emite relatório para a alta 
administrac ȫão e para terceiros interessados, enquanto o auditor interno 
emite relatório para a alta administrac ȫão da empresa auditada. 
Gabarito: E 
 
15. (FCC/TRE-CE/2012) rret afirmar m re a ȫ a 
objetivos da auditoria interna que: 
A) os objetivos não variam e independente do tamanho da empresa ou do 
quadro funcional devem cobrir totalmente as atividades. 
B) é totalmente responsável pela gestão de riscos, garantindo à gestão e 
governanc ȫa da empresa a mitigac ȫão ou eliminac ȫão dos mesmos. 
C) está subordinada aos órgãos de governancȫa da empresa, sendo 
limitada sobre a possibilidade de avaliar as questões de ordem ética, 
valores e cumprimento de suas func ȫões. 
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D) ela pode ser responsável por revisar a economia, eficie Ǻncia e eficácia 
das atividades operacionais, incluindo as atividades não financeiras de 
uma entidade. 
E) suas atribuic ȫões com relacȫão ao cumprimento de leis e normas 
limitam- se a aquelas pertinentes à área contábil e financeira, ficando as 
demais normas e leis sob responsabilidade das áreas espec ficas. 
Comentários: 
A – errada. Uma Auditoria Interna com quadro funcional limitado, 
numa empresa de grande porte, não conseguiria cobrir totalmente suas 
atividades, por falta de capacidade operacional. 
B – errada, pois a gestão de riscos é de responsabilidade primária 
da alta administração da entidade, e não da auditoria interna. 
C – errada, pois o auditor interno não está limitado sobre a 
possibilidade de avaliar questões de ordem ética, valores e cumprimento 
de suas func ȫões. 
D – certa. A auditoria interna pode realizar auditorias operacionais 
ou de desempenho.E – errada. Como acabamos de ver, a auditoria interna pode 
realizar auditorias operacionais ou de desempenho, e não somente 
auditorias contábeis. 
Gabarito: D 
 
16. (FCC/TRF-2/2012) O auditor independente ou externo: 
A) tem como objetivo principal a prevenção e a detecção de falhas no 
sistema de controle interno da entidade. 
B) deve produzir relatórios que visam atender, em linhas gerais, a alta 
administração da entidade ou diretorias e gerências. 
C) tem que fazer análise com alto nível de detalhes, independentemente 
da relação custo-benefício, para minimizar o risco de detecção. 
D) deve produzir um relatório ou parecer sobre as demonstrações 
contábeis da entidade auditada. 
E) tem menor grau de independência em relação à entidade auditada do 
que o auditor interno. 
Comentários: 
A Resolução CFC nº 1.203/09, que aprovou a NBC TA 200 – 
Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em 
Conformidade com Normas de Auditoria – descreve o objetivo da 
Auditoria das Demonstrações Contábeis – Externa – da seguinte forma: 
“aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por 
parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma 
opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com 
uma estrutura de relatório financeiro aplicável.” 
Assim, podemos concluir que, para o cumprimento desse objetivo, o 
auditor independente ou externo deve produzir um relatório ou parecer 
sobre as demonstrações contábeis da entidade auditada. 
Gabarito: D 
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17. (FCC/TRT-24/2011) Ao conduzir uma auditoria de 
demonstracȫ e nt ei eti gerai au it r ter 
seguranc ȫa: 
A) ra oável de que as demonstracȫões contábeis como um todo estão 
livres de distorc ȫão relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o 
auditor expresse opinião sobre se as demonstrac ȫões contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
B) ra oável de que as demonstrac ȫões contábeis como um todo estão 
livres de distorc ȫão irrelevante, devido a erros, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstracȫões contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
parecer financeiro. 
C) total de que as demonstrac ȫões contábeis em parte estão livres de 
distorc ȫão relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstracȫões contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
D) total de que as demonstrac ȫões contábeis em parte estão livres de 
distorc ȫão irrelevante, devido à fraude, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstracȫões contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
 ) ra oável de que as demonstrac ȫões contábeis em parte estão livres de 
distorc ȫão irrelevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrac ȫões contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos considerados, em conformidade com a estrutura de 
parecer financeiro consolidado do auditor independente. 
Comentários: 
De acordo a NBC TA 200, ao conduzir a auditoria de demonstrac ȫões 
contábeis, um dos objetivos gerais do auditor é 
“obter seguranc ȫa ra oável de que as demonstrac ȫões contábeis como 
um todo estão livres de distorc ȫão relevante, independentemente se 
causadas por fraude ou erro, possibilitando assim que o auditor 
expresse sua opinião sobre se as demonstrac ȫões contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com 
a estrutura de relatório financeiro aplicável”. 
Assim, a nica alternativa que atende ao pedido é a de letra A. As 
alternativas C e D Tratam de seguranc ȫa total, o que deveria ser 
“”segurança ra oável”, enquanto as alternativas B e Tratam de 
distorc ȫão irrelevante, quando o correto seria relevante. 
Gabarito: A 
 
18. (FCC/APOFP-SP/2010) au it ria interna e e terna 
atuam em iferente grau e r fun i a e e e e ten na 
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tarefas de auditoria. m ra e i ta uma ne n tra a e 
am a fun ȫ a au it ria e terna: 
A) acompan ar o cumprimento de normas técnicas e a pol tica de 
administrac ȫão da empresa, na consecucȫão dos seus objetivos. 
B) avaliar e testar os sistemas de controles internos e contábil, em busca 
da ra oável fidedignidade das demonstracȫões financeiras. 
C) desenvolver continuamente o trabalho de auditoria na empresa, 
concluindo as tarefas com a elaborac ȫão de relatórios. 
D) seguir as normas e procedimentos de auditoria na execuc ȫão dos 
trabalhos, com grau de independe Ǻncia limitado. 
 ) prevenir erros e fraudes, sugerindo aos administradores da empresa os 
ajustes necessários. 
Comentários: 
Os procedimentos apresentados nas alternativas A, C, D e E se 
referem a funcȫões da auditoria interna. A nica opc ȫão que aborda 
procedimentos adotados pelos auditores externos é a de letra B, já que o 
objetivo destes auditores é expressar opinião sobre a fidedignidade das 
demonstracȫões contábeis. 
Gabarito: B 
 
19. (ESAF/ISS-RJ/2010) re eit eti a au it ria 
interna e a au it ria in e en ente rret afirmar ue: 
A) o objetivo da auditoria interna é apoiar a administrac ȫão da entidade no 
cumprimento dos seus objetivos, enquanto o da auditoria independente é 
a emissão de parecer sobre as demonstrac ȫões contábeis. 
B) a auditoria interna se preocupa em avaliar os métodos e as técnicas 
utilizadas pela contabilidade, enquanto a auditoria externa cuida de 
revisar os lanc ȫamentos e demonstrac ȫões contábeis. 
C) a atuac ȫão de ambas não difere na esseǺncia uma vez que os objetivos 
da avaliac ȫão é sempre a contabilidade. 
D) a auditoria interna cuida em verificar os aspectos financeiros da 
entidade, enquanto a auditoria externa se preocupa com os pareceres a 
respeito das demonstrac ȫões contábeis. 
 ) o objetivo da auditoria interna é produ ir relatórios demonstrando as 
falhas e deficie Ǻncias dos processos administrativos e os da auditoria 
externa é emitir parecer sobre a execuc ȫão contábil e financeira da 
entidade. 
Comentários: 
 essoal, essa é uma t pica questão de prova, quando o assunto é a 
diferenciac ȫão entre auditoria interna e externa. Para respondê-la não era 
necessário um con ecimento mais profundo das principais diferenc ȫas 
entre esses dois tipos de auditoria, mas apenas o entendimento dos seus 
objetivos. 
 egundo a NBC TA 00, o objetivo da auditoria é aumentar o grau 
de confianc ȫa nas demonstrac ȫões contábeis por parte dos usuários. Isso é 
alcanc ȫado mediante a expressão de uma ini e au it r re e 
as demonstrac ȫ e nt ei foram elaboradas, em todos os aspectos 
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relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro 
aplicável. 
 á a auditoria interna (NBC TI 01) compreende os exames, análises, 
avaliac ȫões, levantamentos e comprovacȫões, metodologicamente 
estruturados para a avaliac ȫão da integridade, adequac ȫão, eficácia, 
eficie Ǻncia e economicidade dos processos, dos sistemas de informac ȫões e 
de controles internos integrados ao ambiente, e de gerenciamentode 
riscos, com vistas a a i tir a mini tra ȫ a enti a e n 
cumprimento de seus objetivos. 
Dessa forma, a nica alternativa que demonstra da forma correta e 
completa os principais objetivos dessas duas auditorias é a letra “a”, 
ressalvando, apenas, que o produto final do auditor independente agora é 
c amado de elatório e não mais de arecer. 
A alternativa “b” está errada, pois a auditoria externa não revisa os 
lanc ȫamentos das demonstrac ȫões contábeis, apenas emite uma opinião e a 
auditoria interna tem uma func ȫão muito mais ampla do que avaliar as 
técnicas utili adas pela contabilidade. 
A letra “c” está incorreta, pois os objetivos desses dois tipos de 
auditoria são bem distintos. 
A auditoria interna não cuida apenas dos aspectos financeiros da 
entidade, conforme verificamos a partir de sua definic ȫão. ortanto, a letra 
“d” também está errada. 
 or fim, a letra “e” está incorreta, pois o responsável primário pela 
prevencȫão e deteccȫão de erros, fal as e fraudes é a própria administracȫão 
e não a auditoria interna. Dessa forma, seu objetivo não é emitir um 
relatório apontando as fal as e deficie Ǻncias e sim emitir um relatório 
avaliando os processos administrativos e operacionais da empresa, que 
podem ou não apresentar erros. 
Gabarito: A 
 
20. (FCC/CNMP/2015) em re a anti e r re rte 
S/A, contratou a firma de auditoria Aspectos & Consultoria, para 
examinar as demonstrac ȫ e nt ei e er i e 2014. O 
objetivo da auditoria aumentar grau e nfian ȫa nas 
demonstracȫ e nt ei r arte u u ri a anc ȫado 
mediante a: 
(A) expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrac ȫões 
contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em 
conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. 
(B) nature a, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de 
auditoria realizados pelo auditor, alinhados com o objetivo da auditoria. 
(C) obtenc ȫão, pelo auditor, de segurancȫa ra oável de que as 
demonstracȫões contábeis como um todo estão livres de distorcȫão 
relevante, independentemente se causada por fraudes ou erros de 
con ecimento ou não dos responsáveis pela governancȫa. 
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(D) realizacȫão, pelo auditor, de exames nas áreas, atividades, produtos e 
processos, de forma a alcanc ȫar evide Ǻncias adequadas e suficientes para 
elaboracȫão do relatório de auditoria. 
(E) elaborac ȫão dos programas de trabal o de forma a servir como guia e 
meio de controle de execuc ȫão do trabalho, devendo ser revisados e 
atualizados sempre que as circunstâncias o exigirem. 
Comentários: 
A Resolução CFC nº 1.203/09, que aprovou a NBC TA 200 – 
Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em 
Conformidade com Normas de Auditoria – descreve o objetivo da 
Auditoria das Demonstrações Contábeis – Externa – da seguinte forma: 
“aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte 
dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo 
auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos 
os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório 
financeiro aplicável.” 
Gabarito: A 
 
21. (FCCTRT-11/2005) Dentre as atividades da auditoria interna 
(controle interno) NÃO se inclui 
A propor ajustes contábeis. 
B auxiliar a alta administração. 
C efetuar revisão analítica das contas. 
D assegurar a fidedignidade das demonstrações contábeis. 
E examinar continuamente as atividades. 
Comentários: 
Como vimos no decorrer da aula, a Auditoria Interna não tem como 
atribuição (nem capacidade operacional) para assegurar a fidedignidade 
das demonstrações contábeis. 
Gabarito: D 
 
22. (ESAFTCU/2006) Em relação à auditoria interna pode-se 
afirmar que, 
A com relação às pessoas jurídicas de direito público não é sua atribuição 
avaliar a economicidade dos processos, visto que o objetivo do governo é 
de controle, independente do valor. 
B é sua atribuição aperfeiçoar, implantar e fazer cumprir as normas por 
ela criadas em sua plenitude. 
C deve relatar as não-conformidades sem emitir opinião ou sugestões 
para que sejam feitas as correções ou melhorias necessárias. 
D é seu objetivo prevenir fraudes ou roubos, sendo que sempre que tiver 
quaisquer indícios ou constatações deverá informar a administração, de 
forma reservada e por escrito. 
E sua função é exclusivamente de validar os processos e transações 
realizadas, sem ter como objetivo assistir à administração da entidade no 
cumprimento de suas atribuições. 
Comentários: 
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A alternativa A está incorreta, pois vimos que a NBC TI 01 afirma 
que a Auditoria Interna é exercida nas pessoas jurídicas de direito 
público, interno ou externo, e de direito privado, deixando claro que não 
se limita a discutir conceitos exclusivos do setor privado, mas inclui as 
pessoas jurídicas de direito público, não fazendo exclusão da análise da 
economicidade em relação ao setor público. 
A alternativa B está incorreta, pois aperfeiçoar, implantar e fazer 
cumprir as normas internas da empresa é atribuição da administração. 
A alternativa C está incorreta, pois, dentro de sua finalidade de 
auxiliar a administração no cumprimento de seus objetivos, a auditoria 
interna deve emitir opinião ou sugestões para que sejam feitas as 
correções ou melhorias necessárias ao desempenho da administração. 
A alternativa D está correta, pois, como vimos, um ponto que 
merece destaque quanto às funções da Auditoria Interna é o relacionado 
à prevenção de fraudes e erros. De acordo com a NBC TI 01, é atribuição 
da Auditoria Interna assessorar a administração da entidade nesse 
sentido, informando-a, sempre por escrito e de maneira reservada, 
quaisquer indícios de irregularidades detectadas no decorrer do trabalho. 
O que mais nos interessa nesse assunto é saber que a prevenção de 
fraudes e erros não é atribuição principal da Auditoria Interna. 
A alternativa E está incorreta, pois é um objetivo da auditoria 
interna assistir à administração da entidade no cumprimento de suas 
atribuições. 
Gabarito: D 
 
23. (ESAFSEFAZ-RN/2005) Analise as afirmativas a seguir e 
assinale a opção correta. 
I. A auditoria interna deve assessorar a administração na 
prevenção de fraudes e erros; 
II. A auditoria interna é independente e imparcial; 
III. Fraude é o ato intencional de omissão praticado para 
manipular documentos, registros e relatórios. 
A As assertivas I, II e III estão erradas. 
B As assertivas I, II e III estão corretas. 
C As assertivas I e II estão corretas e a III está incorreta. 
D As assertivas II e III estão incorretas e a I está correta. 
E As assertivas I e III estão corretas e a II está incorreta. 
Comentários: 
Como vimos há pouco, a assertiva I está correta, por ser uma das 
atribuições da auditoria interna. 
A banca considerou a assertiva II incorreta, pois a auditoria interna 
não é independente e imparcial, embora necessite de certa autonomia 
para a realização de seus trabalhos. 
A assertiva III está correta, pois a diferença entre fraude e erro é 
que enquanto a fraude resulta de um ato intencional, o erro é 
consequência de um ato não intencional. 
Gabarito: E 
 
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24. (ESAF CGU/2004) Não é função da auditoria interna avaliar a 
A eficácia dos processos dos controles internos. 
B eficiência dos sistemas de informações. 
C eficiência dos processosde produção. 
D integridade do ambiente de controles internos. 
E economicidade dos controles internos. 
Comentários: 
A NBC TI 01 define que a Auditoria Interna da seguinte forma: 
“compreende os exames, análises, avaliações, levantamentos 
e comprovações, metodologicamente estruturados para a 
avaliação da integridade, adequação, eficácia, eficiência e 
economicidade dos processos, dos sistemas de 
informações e de controles internos integrados ao 
ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir 
à administração da entidade no cumprimento de seus 
objetivos.” (grifei) 
Como se pode observar, a única alternativa que não corresponde à 
definição de auditoria interna proposta pela NBC TI 01 é a de letra C, que 
é o gabarito da questão. 
Gabarito: C 
 
25. (ESAF INSS/2002) É uma característica da auditoria interna: 
A manter independência total da empresa. 
B ser sempre executada por profissional liberal. 
C emitir parecer sobre as demonstrações financeiras. 
D revisar integralmente os registros contábeis. 
E existir em todas empresas de capital aberto. 
Comentários: 
A alternativa A está incorreta, pois a auditoria interna não mantém 
independência total, inclusive pelo fato de que seus auditores são 
funcionários da empresa. 
A alternativa B está incorreta, pois a auditoria interna é executada 
por funcionários da empresa, como vimos. Outro ponto a se destacar é 
que a auditoria interna também existe no setor público, e é realizada por 
servidores públicos do próprio órgão ou entidade auditados. 
A alternativa C está incorreta, por apresentar uma característica da 
auditoria independente. 
A alternativa D é a única que apresenta uma característica da 
auditoria interna, e é o gabarito da questão. 
A alternativa E está incorreta, pois a auditoria interna, ao contrário 
da auditoria independente, não é obrigatória em todas as empresas de 
capital aberto. 
Gabarito: D 
 
26. (FCCSEFAZ-PB /2006) O trabalho da auditoria visa avaliar a 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade 
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A somente dos controles internos referentes às áreas administrativas e 
financeiras da empresa, com o objetivo de garantir que as demonstrações 
contábeis estejam adequadas. 
B dos sistemas de informações, dos processos e de controles internos 
integrados ao ambiente e de gerenciamento de riscos, para em nome dos 
administradores fazer cumprir os controles internos e seus objetivos. 
C dos processos, dos sistemas de informações e de controles internos 
integrados ao ambiente e de gerenciamento de riscos, para auxiliar a 
administração da empresa no cumprimento de seus objetivos. 
D do conjunto sistêmico de controles internos da companhia, relatando ao 
mercado as ineficiências encontradas e garantindo ao acionista a 
confiabilidade nas demonstrações contábeis apresentadas pela empresa. 
E dos processos existentes na companhia, para permitir sua revisão e 
crítica, determinando aos representantes dos processos a implantação de 
novos procedimentos e punindo em caso de não-cumprimento. 
Comentários: 
 m geral, quando as bancas se referem a “Auditoria”, estão se 
referindo à Auditoria Independente, utili ando a expressão “Auditoria 
Interna” quando tratam da Auditoria Interna. 
A presente questão da FCC exigiu o conhecimento da definição de 
Auditoria Interna de forma genérica – Auditoria. Muita atenção ao pedido, 
às vezes temos que interpretar o que a banca quer dizer. 
Segundo a NBC TI 01, a definição de Auditoria Interna é a seguinte: 
“A Auditoria Interna compreende os exames, análises, 
avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da 
integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade 
dos processos, dos sistemas de informações e de controles 
internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de 
riscos, com vistas a assistir à administração da entidade no 
cumprimento de seus objetivos.” 
Pela definição, a única alternativa que atende ao pedido é a letra C. 
Ainda que o candidato não se lembrasse do que prescreve a NBC TI 
01, poderíamos eliminar as alternativas A e D, pois a Auditoria Interna 
não tem como objetivo de garantir que as demonstrações contábeis 
estejam adequadas, nem teria capacidade operacional para tanto. 
A alternativa B está incorreta, pois quem deve fazer cumprir os 
controles internos é a administração da entidade, e não a Auditoria 
Interna, ainda que em nome daquela. 
A alternativa E está incorreta, pois quem deve determinar aos 
representantes dos processos a implantação de novos procedimentos e 
fazer com que sejam cumpridos, como vimos, é a administração, e não a 
Auditoria Interna. 
Gabarito: C 
 
27. (FCCTRT-11/2005) São objetivos da auditoria interna, 
EXCETO: 
A avaliar a eficácia dos controles internos existentes na entidade. 
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B levantar os sistemas de informações existentes na entidade. 
C comprovar a integridade de gerenciamento de riscos da entidade. 
D executar a implantação dos controles internos da entidade. 
E assistir à administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. 
Comentários: 
Outra questão sobre a definição de Auditoria Interna pela NBC TI 
01. Pelo exposto na questão anterior, podemos concluir que a única 
alternativa que não atende ao proposto é a de letra D, que é o gabarito 
da questão, por afirmar que é objetivo da Auditoria Interna executar a 
implantação dos controles internos da entidade, que, como sabemos, é 
atribuição da administração da entidade. 
Gabarito: D 
 
28. (FCCTCE-PI/2005) As Normas da Auditoria Interna 
estabelecem que o resultado dos trabalhos da auditoria deve ser 
apresentado com objetividade e imparcialidade e expressando 
claramente suas conclusões, recomendações e as providências a 
serem tomadas pela administração da entidade, no 
A relatório de auditoria, apenas. 
B parecer de auditoria, apenas. 
C certificado de auditoria, apenas. 
D certificado ou parecer de auditoria. 
E relatório ou parecer da auditoria. 
Comentários: 
Essa questão foi incluída na aula para fazermos um comentário 
sobre a diferença de “produto” entre a Auditoria Interna e a Auditoria 
Externa. 
Nas normas antigas, enquanto a Auditoria Interna produzia um 
Relatório ao final de seus trabalhos, a Auditoria Externa emitia um 
Parecer sobre as Demonstrações Contábeis. 
Pelas novas normas, a Auditoria Independente (Externa) também 
apresentará um Relatório, com o objetivo de emitir uma opinião dobre as 
DC. 
Como a questão trata da Auditoria Interna, fica claro que o gabarito 
á a alternativa A. Entretanto, muita atenção ao que for pedido. 
As alternativas C e D tratam de documentos elaborados pelo 
Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. 
Gabarito: A 
 
29. (ESAF CGU/2006) Preencha a lacuna com a expressão 
adequada. A ___________________ compreende os exames, 
análises, avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, 
adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, 
dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao 
ambiente e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir à 
administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. 
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A Auditoria Independente. 
B Auditoria Governamental. 
C Técnica de amostragem em Auditoria. 
D Auditoria Externa. 
E Auditoria Interna. 
Comentários: 
Questão trazendo uma transcriçãoexata da norma, no caso a NBC 
TI 01, que define que a Auditoria Interna compreende os exames, 
análises, avaliações, levantamentos e comprovações, metodologicamente 
estruturados para a avaliação da integridade, adequação, eficácia, 
eficiência e economicidade dos processos, dos sistemas de informações e 
de controles internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de 
riscos, com vistas a assistir à administração da entidade no cumprimento 
de seus objetivos. 
A alternativa A está incorreta, pois a Auditoria Independente não 
tem por objetivo assistir à administração da entidade no cumprimento de 
seus objetivos. 
A alternativa B está incorreta, pois, embora exista uma Auditoria 
Interna Governamental, a expressão utilizada (Auditoria Governamental) 
inclui as auditorias realizadas pelos Tribunais de Contas, que não fazem 
parte da Auditoria Interna. 
A alternativa C está incorreta. A técnica de amostragem é utilizada 
durante a fase de planejamento da auditoria, a fim de se definir o escopo 
(objetivo da auditoria), tendo em vista que, em geral, não é possível que 
se efetue uma avaliação da totalidade das operações. 
A alternativa D está incorreta, pelos mesmos motivos citados na 
análise da alternativa A. 
Gabarito: E 
 
30. (FCCTRT-24/2011) Ao conduzir uma auditoria de 
demonstrações contábeis, são objetivos gerais do auditor obter 
segurança 
A razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres 
de distorção relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o 
auditor expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
B razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres 
de distorção irrelevante, devido a erros, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
parecer financeiro. 
C total de que as demonstrações contábeis em parte estão livres de 
distorção relevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
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D total de que as demonstrações contábeis em parte estão livres de 
distorção irrelevante, devido à fraude, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
E razoável de que as demonstrações contábeis em parte estão livres de 
distorção irrelevante, devido à fraude ou erro, possibilitando que o auditor 
expresse opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, 
em todos os aspectos considerados, em conformidade com a estrutura de 
parecer financeiro consolidado do auditor independente. 
Comentários: 
Acabamos de ver que, de acordo a NBC TA 200, ao conduzir a 
auditoria de demonstrações contábeis, um dos objetivos gerais do auditor 
é: 
“... obter segurança ra oável de que as demonstrações 
contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, 
independentemente se causadas por fraude ou erro, 
possibilitando assim que o auditor expresse sua opinião sobre 
se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos 
os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável”. 
Assim, a única alternativa que atende ao pedido é a de letra A. 
Gabarito: A 
 
31. (FCCTRT-24/2006) Considere as seguintes assertivas: 
I. A Auditoria Externa ou Independente compreende os exames, 
análises, avaliações, levantamentos e comprovações, 
metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, 
adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, 
dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao 
ambiente e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir à 
administração da entidade no cumprimento de seus objetivos. 
II. A Auditoria Interna deve assessorar a administração da 
entidade no trabalho de prevenção de fraudes e erros, obrigando-
se a informá-la, sempre por escrito, de maneira reservada, sobre 
quaisquer indícios ou confirmações de irregularidades detectadas 
no decorrer de seu trabalho. 
III. O objetivo principal da Auditoria Independente está voltado 
para a emissão de parecer sobre a adequação das demonstrações 
financeiras e contábeis das organizações. 
IV. Os procedimentos de Auditoria Interna constituem exames e 
investigações, incluindo testes de observância e testes 
substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios 
suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à 
administração da entidade. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
A I e II. 
B I, II e III. 
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C I, III e IV. 
D II, III, e IV. 
E III e IV. 
Comentários: 
O item I está incorreto, pois apresentou a definição de Auditoria 
Interna como sendo da Auditoria Independente. 
Os itens II, III e IV estão corretos, como vimos no decorrer da aula, 
com a observação de que a partir de 2009 as normas não falam mais em 
parecer sobre as demonstrações contábeis das organizações, e sim em 
Relatório. 
Gabarito: D 
 
32. (FCCSEFAZ-SP/2009) O trabalho da auditoria interna 
A tem maior independência que o de auditoria externa. 
B é responsável pela implantação e pelo cumprimento dos controles 
internos. 
C deve estar subordinado ao da Controladoria da empresa. 
D deve emitir parecer, que será publicado com as demonstrações 
contábeis. 
E deve efetuar a revisão e o aperfeiçoamento dos controles internos. 
Comentários: 
 or tudo o que já vimos “em sala”, a resolução da questão ficou 
bastante simples. 
A alternativa A está incorreta, pelo fato de que, quando a banca 
comparar a independência da Auditoria Independente com da Auditoria 
Interna, diremos que a primeira é mais independente. 
A alternativa B está incorreta, pois já vimos que o responsável pela 
implantação e pelo cumprimento dos controles internos é a administração 
da entidade. 
A alternativa C está incorreta, pois a Auditoria Interna não pode 
estar subordinada a qualquer área da empresa, e sim à Alta 
Administração, a fim de manter sua autonomia. 
A alternativa D está incorreta, pois quem emite parecer sobre as 
demonstrações contábeis é a Auditoria Independente. Ainda hoje, caso a 
banca faça esse tipo de informação, eu sugiro que concordem com ela, 
mesmo que nas novas normas não se fale mais em parecer, e sim em 
Relatório. É que nem sempre a banca dá o braço a torcer. 
A alternativa E está correta, e é o gabarito da questão, por afirmar 
que a Auditoria interna deve efetuar a revisão e o aperfeiçoamento dos 
controles internos. 
Gabarito: E 
 
33. (FCCTRF-2/2007) Em relação às diferenças entre as funções 
da auditoria externa e a auditoria interna, considere: 
I. Os auditores independentes têm a função de ao constatarem 
irregularidades ou deficiências nos controles internos da empresa 
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auditada, imediatamente propor e implantar procedimento 
alternativo que garanta o processo. 
II. A auditoria externa não está subordinada a diretoria e a 
presidência da empresa e a auditoria interna possui subordinação. 
III. Todo auditor externo pode realizar trabalhos em qualquer 
empresa de capital aberto,desde que mantenha relação de 
parentesco até segundo grau. Está correto o que se afirma em 
A I. 
B II. 
C I e III. 
D II e III. 
E I, II e III. 
Comentários: 
O item I está incorreto, pois, como vimos inúmeras vezes, o 
responsável pela implantação e pelo cumprimento dos controles internos 
é a administração da entidade, e não a Auditoria Interna. 
O item II está correto, pois a subordinação é uma das principais 
diferenças entre a Auditoria Independente e a Auditoria Interna. 
O item III está incorreto, por causa da generalização e do caráter 
abstrato da afirmação, não estipulando parentesco com a administração, 
por exemplo. Apesar de não ser matéria da aula, segundo a NBC PA 02 – 
independência – a perda de independência relacionada a casos de 
parentesco está sujeita a uma série de fatores, entre eles a 
responsabilidade do membro da equipe de auditoria no trabalho, a 
proximidade do relacionamento e o papel do membro da família ou de 
relacionamento pessoal na entidade auditada. 
Gabarito: B 
 
34. (UFG-Auditor2010UFG) A auditoria interna, como um 
controle gerencial que funciona medindo e avaliando a eficiência 
dos outros controles existentes, permite fornecer assistên ia e 
a n e ament a t n ei a em re a ue rati a 
 r interm i e 
A) avaliação do controle interno. 
B) execucȫão das técnicas de auditoria. 
C) recomendacȫões e sugestões. 
D) programas de treinamento. 
 Comentários: 
 Considerando que o principal objetivo da Auditoria Interna é auxiliar 
o gestor no cumprimento dos objetivos da entidade, podemos concluir 
que essa atuação em nível de assessoramento deve ser realizada por 
meio de recomendações e sugestões. 
Gabarito: C 
 
35. (UFG-ContadorUFG2006) As auditorias externas e internas 
devem se relacionar, pois têm interesses comuns. Os exames são, 
geralmente, efetuados pelos mesmos métodos, iferen ian - e 
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 uant e ten e r fun i a e. Sobre auditorias, pode-se 
afirmar: 
 – au it r intern e en e eu tra a u i e a 
emissão de parecer. 
II - As auditorias internas e externas devem manter contatos para 
adotar procedimentos complementares. 
III - O grau de independên ia au it r e tern am e 
observa as normas internacionais. 
Das afirmações, apenas 
(A) a I é verdadeira. 
(B) I e II são verdadeiras. 
(C) I e III são verdadeiras. 
(D) II e III são verdadeiras. 
Comentários: 
 I – falsa, pois o auditor interno não emite parecer, e sim relatório. 
 II – verdadeira, pois existe complementaridade de atuação entre a 
auditoria interna e a auditoria externa. 
 III – verdadeira, pois como vimos no decorrer da aula, o grau de 
independência do auditor externo é mais amplo que o do auditor interno. 
Também está correto dizer que o auditor externo deve observar as 
normas internacionais, até mesmo porque as normas brasileiras já estão 
adequadas às internacionais. 
Gabarito: D 
 
36. (FUNDATEC/CAGE-RS/2014) Com relac ȫ func ȫ e e 
auditor interno e auditor externo, analise as alternativas abaixo e 
marque a opc ȫ rreta: 
A) auditor interno emite relatório para a alta administrac ȫão e para 
terceiros interessados, enquanto o auditor externo emite relatório para a 
alta administração da empresa auditada. 
B) Tanto o auditor interno quanto o auditor externo são subordinados à 
alta administração da empresa auditada. 
C) Tanto o auditor interno quanto o auditor externo devem avaliar os 
controles internos e a possibilidade de ocorrência de fraudes e erros que 
afetem as demonstrações contábeis. 
D) A responsabilidade primária na detecção de fraudes e erros é do 
auditor externo, já que seu relatório pode ser direcionado não só para a 
alta administrac ȫão, mas também para terceiros interessados. 
 ) auditor externo pode ser terceiro ou funcionário da empresa, 
enquanto o auditor interno necessariamente precisa ser empregado. 
Comentários: 
A – errada. Em regra, o é o contrário: o auditor externo emite 
relatório para a alta administração e para terceiros interessados, 
enquanto o auditor interno emite relatório para a alta administração da 
empresa auditada. 
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B – errada. O auditor externo não é subordinado à alta 
administração da empresa, mas sim contratado para um trabalho 
específico. 
C – correta. Embora com objetivos distintos, ambos avaliam os 
controles internos e a possibilidade de ocorrência de fraudes e erros 
D – errada. A responsabilidade primária na detecção de fraudes e 
erros é da administração da entidade. 
E – errada. O auditor externo não pode ser funcionário da empresa. 
Gabarito: C 
 
 
2. Normas Brasileiras de Auditoria Interna 
 
Pessoal, não vamos nos aprofundar nos tópicos da NBC TI 01, pois serão 
estudados nas aulas seguintes com o detalhe necessário para que vocês 
possam gabaritar nossa prova, mas vamos transcrever alguns itens 
importantes para a aula de hoje. 
 
2.1 Conceituação e Objetivos da Auditoria Interna 
 
A NBC TI 01 trata da atividade e dos procedimentos de Auditoria Interna 
Contábil, a denominada Auditoria Interna. 
 
A Auditoria Interna é exercida nas pessoas jurídicas de direito público, 
interno ou externo, e de direito privado, e compreende os exames, 
análises, avaliações, levantamentos e comprovações, metodologicamente 
estruturados para a avaliação da integridade, adequação, eficácia, 
eficiência e economicidade dos processos, dos sistemas de informações e 
de controles internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de 
riscos, com vistas a assistir à administração da entidade no cumprimento 
de seus objetivos. 
 
A atividade da Auditoria Interna está estruturada em procedimentos, com 
enfoque técnico, objetivo, sistemático e disciplinado, e tem por finalidade 
agregar valor ao resultado da organização, apresentando subsídios para o 
aperfeiçoamento dos processos, da gestão e dos controles internos, por 
meio da recomendação de soluções para as não-conformidades 
apontadas nos relatórios. 
 
2.2 Papéis de Trabalho 
 
A Auditoria Interna deve ser documentada por meio de papéis de 
trabalho, elaborados em meio físico ou eletrônico, que devem ser 
organizados e arquivados de forma sistemática e racional. 
 
Os papéis de trabalho constituem documentos e registros dos fatos, 
informações e provas, obtido no curso da auditoria, a fim de evidenciar os 
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exames realizados e dar suporte à sua opinião, críticas, sugestões e 
recomendações. 
 
Os papéis de trabalho devem ter abrangência e grau de detalhe 
suficientes para propiciarem a compreensão do planejamento, da 
natureza, da oportunidade e da extensão dos procedimentos de Auditoria 
Interna aplicados, bem como do julgamento exercido e do suporte das 
conclusões alcançadas. 
 
Análises, demonstrações ou quaisquer outros documentos devem ter sua 
integridade verificada sempre que forem anexados aos papéis de 
trabalho. 
 
2.3 Fraude e Erro 
 
A Auditoria Interna deve assessorar a administração da entidade no 
trabalho de prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a informá-la, 
sempre por escrito, de maneira reservada, sobre quaisquer indícios ou 
confirmações de irregularidades detectadas no decorrer de seu trabalho. 
 
 termo “fraude” aplica-se a ato intencional de omissão e/ou manipulação 
de transações e operações, adulteração de documentos, registros, 
relatórios, informações e demonstrações contábeis, tanto em termos 
físicos quanto monetários. 
 
 termo

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