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_Aula 10 - Sistema Digestório - (Tubo digestório e órgãos anexos)

Apostila sobre o sistema digestório: descreve funções (ingestão, secreção, mistura/propulsão, digestão, absorção, defecação), divisão em canal alimentar (≈9 m) e órgãos anexos, anatomia da boca (palato, língua, dentes), glândulas salivares, faringe e esôfago (≈25 cm).

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SISTEMA DIGESTÓRIO 
Anatomia Humana Sistêmica 
Profª Drª Iara Karise 
Bióloga/Biomédica – UERJ 
Pós doutora em Ciências – UERJ 
iarakarise@hotmail.com 
 
 
Sistema Digestório - funções 
• Ingestão: Este processo envolve colocar os alimentos e líquidos na 
cavidade oral. 
• Secreção: Diariamente, as células nas paredes do canal alimentar e 
nos órgãos digestórios acessórios secretam um total de 
aproximadamente 7 ℓ de água, ácido, tampões e enzimas para o lúmen 
do canal alimentar. 
• Mistura e propulsão: Contração e relaxamento alternados do músculo 
liso das paredes do canal alimentar misturam os alimentos e secreções 
e movem nos em direção ao ânus. Esta capacidade do canal alimentar 
de misturar e mover o material ao longo do seu comprimento é 
chamada motilidade. 
• Digestão: Processos mecânicos e químicos fragmentam os alimentos 
ingeridos em pequenas moléculas. Na digestão mecânica, os dentes 
cortam e trituram os alimentos antes de eles serem engolidos; em 
seguida, os músculos lisos do estômago e do intestino delgado agitam 
o alimento para ajudar ainda mais no processo. Como resultado, as 
moléculas do alimento são dissolvidas e bem misturadas às enzimas 
digestórias. Na digestão química, as grandes moléculas de 
carboidratos, lipídios, proteínas e ácidos nucleicos dos alimentos são 
clivadas em moléculas menores por meio da hidrólise. As enzimas 
digestórias produzidas pelas glândulas salivares, língua, estômago, 
pâncreas e intestino delgado catalisam essas reações catabólicas. 
Poucas substâncias dos alimentos podem ser absorvidas sem digestão 
química. Estas incluem as vitaminas, os íons, o colesterol e a água. 
Sistema Digestório - funções 
• Absorção: A entrada nas células epiteliais de revestimento do lúmen do 
canal alimentar dos líquidos, íons e produtos da digestão ingeridos e 
secretados é chamada absorção. As substâncias absorvidas passam 
para o sangue ou linfa e circulam até as células do corpo. 
 
• Defecação: Escórias metabólicas, substâncias não digeridas, bactérias, 
células descamadas da túnica mucosa do canal alimentar e materiais 
digeridos que não foram absorvidos ao longo do canal alimentar deixam 
o corpo através do ânus, em um processo chamado defecação. O 
material eliminado é denominado fezes. 
 
Sistema Digestório - funções 
Sistema digestório - 
Generalidades 
• O sistema digestório é um sistema 
tubular. 
• Se estende da boca ao ânus, forma 
uma grande área de superfície em 
contato com o ambiente externo, e 
apresenta correlação significativa com o 
sistema circulatório. 
• Possui órgãos anexos. 
• Anatômica e funcionalmente, o sistema digestório pode ser dividido em 
canal alimentar (ou trato gastrointestinal) e órgãos anexos. 
- O canal alimentar se estende da boca ao ânus e é um tubo contínuo de 
aproximadamente 9 metros de comprimento. Atravessa a cavidade 
torácica e entra na cavidade abdominal no nível do diafragma. Os 
órgãos que constituem o canal alimentar incluem a cavidade oral, a 
faringe, o esôfago, o estômago, o intestino delgado e o intestino 
grosso. 
- Os órgãos anexos do sistema digestório incluem os dentes, a língua, 
as glândulas salivares, o fígado, a vesícula biliar e o pâncreas. 
Sistema Digestório - Divisões 
 Formação 
• Bochechas; 
• Lábios; 
• Palato (duro e mole). 
Úvula 
Arco palatofaríngeo 
bochecha 
palato 
mole 
palato 
duro 
língua (assoalho 
da boca) 
Canal alimentar - Boca 
Dentição Permanente 
 
• Incisivos; 
• Caninos; 
• Pré-molares; 
• Molares. 
Canal alimentar - Dentes 
Raiz (1/3 
posterior) 
Corpo (2/3 
anteriores) 
Papilas 
Circunvaladas 
Papilas Filiformes 
Sulco 
Mediano 
Papilas Fungiformes 
Sulco Terminal 
Canal alimentar – Língua 
DOCE 
SALGADO 
ÁCIDO 
AMARGO 
Canal alimentar – Língua 
As glândulas salivares são responsáveis 
pela produção da saliva que funciona como 
solvente, limpando os dentes e dissolvendo 
as moléculas de alimento de forma que 
possam ser degustadas. 
 
A saliva também contém enzimas que 
digerem o amido e muco lubrificante que 
ajuda na deglutição. 
 
As glândulas salivares maiores (extrínsecas) 
são a glândula parótida, a glândula 
submandibular e a glândula sublingual. 
 
Existem as glândulas salivares menores 
(labiais, da bochecha, molares, palatinas e 
linguais) que estão presentes nas túnicas 
mucosas do palato e da cavidade oral, que 
não serão abordadas; 
Órgãos anexos – Glândulas salivares 
NASOFARINGE 
OROFARINGE 
LARINGOFARINGE 
Canal alimentar - Faringe 
• O esôfago é um tubo muscular colabável de aproximadamente 25 cm 
de comprimento que se encontra posteriormente à traqueia. 
 
• O esôfago começa na extremidade inferior da parte laríngea da 
faringe, passa pelo aspecto inferior do pescoço, e entra no mediastino 
anteriormente à coluna vertebral. Em seguida, perfura o diafragma 
através de uma abertura chamada hiato esofágico e termina na parte 
superior do estômago. 
Canal alimentar - Esôfago 
Esfíncter Esofágico 
Superior 
(m.esquelético) 
 
Cervical 
Torácica 
Abdominal 
Canal alimentar - Esôfago 
Esfíncter esofágico 
inferior 
(m.liso) 
 
Canal alimentar - Esôfago 
Deglutição 
• O movimento do alimento da boca para o estômago é alcançado pelo ato de engolir, ou deglutição. 
• A deglutição é facilitada pela secreção de saliva e muco e envolve: boca, faringe e esôfago. A deglutição 
ocorre em 3 fases: 
 
1) A fase voluntária, em que o bolo alimentar é passado para a parte oral da faringe; 
2) A fase faríngea, a passagem involuntária do bolo alimentar pela faringe até o esôfago; e 
3) A fase esofágica, a passagem involuntária do bolo alimentar através do esôfago até o estômago. 
 
• A deglutição é iniciada quando o bolo alimentar é forçado para a parte posterior da cavidade oral e pelo 
movimento da língua para cima e para trás contra o palato; essas ações constituem a fase voluntária da 
deglutição. Com a passagem do bolo alimentar para a parte oral da faringe, começa a fase faríngea 
involuntária da deglutição. O bolo alimentar estimula os receptores da parte oral da faringe, que enviam 
impulsos para o centro da deglutição no bulbo e parte inferior da ponte do tronco encefálico. Os impulsos 
que retornam fazem com que o palato mole e a úvula se movam para cima para fechar a parte nasal da 
faringe, o que impede que os alimentos e líquidos ingeridos entrem na cavidade nasal. Além disso, a 
epiglote fecha a abertura da laringe, o que impede que o bolo alimentar entre no restante do trato 
respiratório. O bolo alimentar se move pelas partes oral e laríngea da faringe. Quando o esfíncter esofágico 
superior relaxa, o bolo alimentar se move para o esôfago. 
Deglutição 
Deglutição 
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAcQjRw&url=http://www.webciencia.com/11_22digestao.htm&ei=KjotVemJC8KcsAW6uoHACw&bvm=bv.90790515,d.cWc&psig=AFQjCNGjKCDSPLwlfReg0oN0914yZl3oiw&ust=1429113698243184
• O estômago é um alargamento do canal alimentar em formato de J diretamente 
inferior ao diafragma no abdome. 
• O estômago liga o esôfago ao duodeno, a primeira parte do intestino delgado. Como 
uma refeição pode ser consumida muito mais rapidamente do que os intestinos 
podem digeri-la e absorvê-la, uma das funções do estômago é servir como uma 
câmara de mistura e reservatório de retenção. 
• Em intervalos adequados após o alimento ter sido ingerido, o estômago força uma 
pequena quantidade de material até a primeira parte do intestino delgado. 
• A posição e o tamanho do estômago variam continuamente; o diafragma o empurra 
inferiormente a cada inspiração e o puxa superiormente a cada expiração. Vazio, tem 
aproximadamente o tamanho de uma salsicha grande, mas é a parte mais distensível 
do canal alimentar e pode acomodar uma grande quantidade de comida. No 
estômago, a digestão de amido e triglicerídeos continua,a digestão das proteínas 
começa, o bolo alimentar semissólido é convertido em um líquido, e determinadas 
substâncias são absorvidas. 
Canal alimentar - Estômago 
Pregas gástricas 
Curvatura 
maior 
Curvatura menor 
Esfíncter esofágico inferior 
Esfíncter 
Pilórico 
Cárdia 
Parte Pilórica 
Fundo 
Corpo Gástrico 
Canal 
Pilórico 
Antro 
pilórico 
Canal alimentar - Estômago 
• É a porção do canal alimentar entre o estômago e o intestino grosso. 
• Possui aproximadamente 3 m de comprimento e 2,4 cm de largura no 
indivíduo vivo. É o principal local de absorção de nutrientes. Está 
dividido em três partes: o duodeno, o jejuno e o íleo; 
• Estende-se do piloro até junção ileocecal. 
Canal alimentar – Intestino delgado 
1) Superior ou 1ª porção: do piloro até o 
colo da vesícula biliar; 
 
2) Descendente ou 2ª porção: 
retroperitoneal 
Ducto colédoco e pancreático – 
ampola hepatopancreática (parede 
póstero-medial) → papila maior do 
duodeno 
 
3) Horizontal ou 3ª porção 
 
 
4) Ascendente ou 4ª porção: junção 
duodenojejunal (vértebra L2). 
 
 
Canal alimentar – Intestino delgado - Duodeno 
• Intestino delgado – alças intestinais 
• Jejuno: 2/5 proximais 
• Íleo: 3/5 distais 
• Limites: 
- Flexura duodenojejunal 
- Junção ileocecal 
 
Canal alimentar – Intestino delgado – Jejuno e Íleo 
Absorção 
de água Mobilidade 
Secreção de 
muco 
Formação, transporte e evacuação 
Canal alimentar – Intestino Grosso 
Apêndice Vermiforme 
Ceco 
Colo 
Ascendente 
Flexura Cólica 
direita Colo 
transverso 
Colo 
descendente 
Flexura Cólica 
esquerda 
Colo Sigmóide 
Reto 
Ânus 
Canal anal 
Canal alimentar – Intestino Grosso 
• Ceco, segmento de maior calibre, que se comunica com o íleo. Para 
impedir o refluxo do material proveniente do intestino delgado, existe 
uma válvula localizada na junção do íleo com o ceco – Válvula 
Ileocecal (ileocólica). No fundo do ceco, encontramos o Apêndice 
Vermiforme. 
 
• Colo, segmento que se prolonga do ceco até o ânus. Colo Ascendente 
– Colo Transverso – Colo Descendente – Colo Sigmoide. 
 
 
 
Canal alimentar – Intestino Grosso 
• Colo Ascendente – é a segunda parte do intestino grosso. Passa para cima 
do lado direito do abdome a partir do ceco para o lobo direito do fígado, onde 
se curva para a esquerda na flexura direita do colo (flexura hepática). 
• Colo Transverso – é a parte mais larga e mais móvel do intestino grosso. 
Ele cruza o abdome a partir da flexura direita do colo até a flexura esquerda 
do colo, onde curva-se inferiormente para tornar-se colo descendente. A 
flexura esquerda do colo (flexura esplênica), normalmente mais superior, 
mais aguda e menos móvel do que a flexura direita do colo. 
• Colo Descendente – passa retroperitonealmente a partir da flexura 
esquerda do colo para a fossa ilíaca esquerda, onde ele é contínuo com o 
colo sigmoide. 
• Colo Sigmoide – é caracterizado pela sua alça em forma de “S”, de 
comprimento variável. O colo sigmoide une o colo descendente ao reto. A 
terminação das tênias do colo, aproximadamente a 15 cm do ânus, indica a 
junção reto-sigmoide. 
 
Canal alimentar – Intestino Grosso 
Canal alimentar – Intestino Grosso 
Canal alimentar – Intestino Grosso 
O canal anal apesar de bastante curto (3 
cm de comprimento) é importante por 
apresentar algumas formações 
essenciais para o funcionamento 
intestinal, das quais citamos os 
esfincteres anais. 
 
O esfíncter anal interno é o mais 
profundo, e resulta de um espessamento 
de fibras musculares lisas circulares, 
sendo consequentemente involuntário. 
 
O esfíncter anal externo é constituído por 
fibras musculares estriadas que se 
dispõem circularmente em torno do 
esfíncter anal interno, sendo este 
voluntário. Ambos os esfíncteres devem 
relaxar antes que a defecação possa 
ocorrer. 
• Pan kreas (toda a carne, como toda 
glândula, segundo Hipócrates); 
 
• Glândula mista; 
 
• 12-15 cm; 70-100 g; 
 
• Localização: abdome superior, posterior 
ao estômago, próximo ao duodeno; 
 
• Órgão retroperitoneal; 
 
• T12 a L1. 
Órgãos anexos – Pâncreas 
Órgãos anexos – Pâncreas 
Órgãos anexos – Pâncreas 
Órgãos anexos – Pâncreas 
Ductos pancreáticos 
Papila menor: Ducto 
pancreático acessório. 
 
Papila maior: Ducto 
pancreático principal e o 
ducto colédoco. 
 
Ampola 
Hepatopancreática 
(Ampola de Váter): Ducto 
pancreático com o ducto 
colédoco. Papila maior 
do duodeno 
Papila 
menor do 
duodeno 
Ducto 
pancreático 
principal 
Ducto 
pancreático 
acessório 
Ampola 
hepatopancreática 
Ducto 
colédoco 
Dois tipos diferentes de tecidos no pâncreas 
• Pâncreas exócrino: produz enzimas que digerem o alimento; 
• Pâncreas endócrino: ilhotas pancreáticas (de Langerhans): secreta hormônios que 
regulam os níveis de glicose no sangue (insulina - células β • glucagon – células α). 
Órgãos anexos – Pâncreas 
• Glândula mais pesada do corpo, pesando aproximadamente 1,4 kg em um adulto 
médio. De todos os órgãos do corpo, é o segundo em tamanho, perdendo apenas 
para a pele; 
 
• Encontra-se inferiormente ao diafragma e ocupa a maior parte do hipocôndrio direito 
e parte das regiões epigástricas da cavidade abdomino pélvica; 
 
• Sua secreção exócrina é a bile; 
 
• Armazena Fe, glicogênio, vitaminas A, D, E, K e B12. 
 
Órgãos anexos – Fígado 
O fígado é quase totalmente recoberto pelo peritônio e é completamente coberto por 
uma camada de tecido conjuntivo denso irregular que se encontra profundamente ao 
peritônio. O fígado é dividido em dois lobos principais – um lobo hepático direito grande 
e um lobo hepático esquerdo menor – pelo ligamento falciforme, uma prega do 
mesentério. 
Face Diafragmática 
(anterior, superior e um pouco posterior) 
Visceral 
(coberta por peritônio) 
Órgãos anexos – Fígado 
Ligamento coronário (prende fígado ao diafragma) 
 
Ligamento 
Falciforme 
(ajuda a suspender o 
fígado na cavidade 
abdominal) 
Ligamento 
Redondo 
(resquício da v.umbilical 
fetal, se estende até 
umbigo) 
 
Fígado 
Face Diafragmática 
(anterior, superior e um pouco posterior) 
Área nua do fígado 
Lobo caudado 
Lobo quadrado 
Peritônio 
visceral 
Impressão 
gástrica 
Impressão 
renal 
Impressão 
Cólica 
Pedículo hepático 
Órgãos anexos – Fígado 
Artéria hepática (30%) 
Veia Porta (70%) 
Fígado 
Fígado – Sistema porta hepático 
V. Porta 
V. Hepática 
Drena canal alimentar, canal anal, 
baço, pâncreas e vesícula biliar 
Fígado – Sistema porta hepático 
Fígado – Sistema porta hepático 
• Cerca de 75% do suprimento sanguíneo que perfunde o fígado origina-se da veia 
porta, que drena o TGI; 
 
• O restante do aporte sanguíneo entra pela artéria hepática sendo rico em oxigênio; 
 
• O sangue venoso dos capilares do trato intestinal drena na veia porta, que ao invés 
de levar o sangue de volta ao coração, leva-o ao fígado. Isso permite que este órgão 
receba nutrientes que foram extraídos da comida pelo intestino; 
 
• A veia hepática é responsável pela drenagem venosa do fígado, que desemboca na 
veia cava inferior, e daí segue para o lado direito do coração, entrando no átrio direito 
e voltando para o início do ciclo, no ventrículo direito; 
 
• É importante ressaltar que a veia porta do fígado drena sangue para o fígado, e não 
do fígado. 
Fígado – Sistema porta hepático 
• A vesícula biliar é um saco em forma de pera que está localizado em uma depressão 
da face posterior do fígado; 
 
• Mede de 7 a 10 cm de comprimento e normalmente pende da margem inferior 
anterior do fígado; 
 
• Armazena e concentra a bile produzida pelo fígado; 
 
• Bile: Emulsificador de gorduras. Secretada no duodeno mediantes estímulos locais e 
centrais. 
 
 
 
 
Órgãos anexos – Vesícula Biliar 
Órgãos anexos – Vesícula Biliar 
Órgãos anexos – Vesícula Biliar 
Órgãos anexos – Vesícula Biliar 
• Os órgãos abdominaissão revestidos por uma membrana serosa, em maior ou menor extensão, o 
peritônio, que apresenta duas lâminas: o peritônio parietal, que reveste a paredes da cavidade abdominal 
e o peritônio visceral que envolve as vísceras. 
• As duas lâminas são contínuas, permanecendo entre elas uma cavidade virtual, a cavidade peritoneal, 
que contém pequena quantidade de líquido. 
• Alguns órgãos abdominais se situam junto à parede posterior do abdome, sendo assim, revestidos pelo 
peritônio parietal e chamados de órgãos retroperitoneais, como, os rins, pâncreas, reto e duodeno. 
• O peritônio existe em todas as regiões torácica, abdominal e pélvica, mas só é corretamente 
denominado mesentério quando associado aos intestinos. 
Órgãos anexos – Peritônio 
Órgãos anexos – Mesentério

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