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APOSTILA - INSTALAÇÕES ELÉTRICAS II - POLIVALENTE

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Leandro Sales

em

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Pontos e conselhos importantes

A sigla EPI é derivada de equipamentos de segurança individual. Esses equipamentos são essenciais para garantir que os trabalhadores tenham um alto desempenho no serviço sem descartar a possibilidade de estarem seguros. Em obras, principalmente, a segurança é um fator essencial que deve ser levado em conta. Uma máscara para solda de qualidade, por exemplo, pode prevenir acidentes graves na região facial, por isso é sempre importante que elas contenham visor e que não sufoquem quem as utiliza. Botinas também têm uma importância muito grande quando o quesito é segurança, elas permitem que os pés não sofram incidentes indesejados. Luvas, assim como as botinas, são itens indispensáveis para os profissionais de obras e áreas semelhantes. Outro item que é indispensável para garantir a segurança é o capacete. Em obras, é muito comum que acabe caindo materiais, como tijolos por exemplo, de uma altura elevada, deixando os colaboradores em situação de risco, o capacete ajuda a evitar essa situação. Uma vez que possuem elevada capacidade cortante, estas ferramentas representam um sério risco à integridade física de quem as utiliza, podendo causar cortes e perfurações de variados níveis de gravidade. Por isso, é fundamental o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) por quem trabalha com as citadas ferramentas. EPIs para quem trabalha com ferramentas e equipamentos de corte:
Uniforme: embora não pareça ser um EPI, o uso de um uniforme grosso e com mangas compridas garante segurança em caso de desatenção no uso das ferramentas de corte;
Luvas de proteção: o funcionário que trabalha com ferramentas de corte deve sempre estar com as luvas adequadas durante o manuseio do equipamento. As mãos ficam bem próximas à lâmina e, por isso, o uso de luvas de proteção é fundamental para evitar cortes e amputações;
Óculos de proteção: estes EPIs são fundamentais para proteger o trabalhador de estilhaços de metal, pedra, vidro, madeira e qualquer outro que possa atingir os olhos durante o corte;
Capacete de proteção individual: assim como os óculos, o capacete protege o trabalhador contra pedaços de materiais;
Protetor auricular: por se tratar de ferramentas que exercem grande força contra materiais resistentes, o barulho provocado pelo atrito da lâmina com a superfície do objeto é muito alto, podendo inclusive prejudicar a audição da pessoa com o passar dos anos;
Cinto de materiais: carregar outras ferramentas junto ao corpo pode deixar o dia mais produtivo e evitar que o trabalhador se desloque para buscar outros objetos. Dessa forma, sua concentração se mantém intacta e o risco de contato com a lâmina do equipamento de corte é reduzido.

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Questões resolvidas

Pontos e conselhos importantes

A sigla EPI é derivada de equipamentos de segurança individual. Esses equipamentos são essenciais para garantir que os trabalhadores tenham um alto desempenho no serviço sem descartar a possibilidade de estarem seguros. Em obras, principalmente, a segurança é um fator essencial que deve ser levado em conta. Uma máscara para solda de qualidade, por exemplo, pode prevenir acidentes graves na região facial, por isso é sempre importante que elas contenham visor e que não sufoquem quem as utiliza. Botinas também têm uma importância muito grande quando o quesito é segurança, elas permitem que os pés não sofram incidentes indesejados. Luvas, assim como as botinas, são itens indispensáveis para os profissionais de obras e áreas semelhantes. Outro item que é indispensável para garantir a segurança é o capacete. Em obras, é muito comum que acabe caindo materiais, como tijolos por exemplo, de uma altura elevada, deixando os colaboradores em situação de risco, o capacete ajuda a evitar essa situação. Uma vez que possuem elevada capacidade cortante, estas ferramentas representam um sério risco à integridade física de quem as utiliza, podendo causar cortes e perfurações de variados níveis de gravidade. Por isso, é fundamental o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) por quem trabalha com as citadas ferramentas. EPIs para quem trabalha com ferramentas e equipamentos de corte:
Uniforme: embora não pareça ser um EPI, o uso de um uniforme grosso e com mangas compridas garante segurança em caso de desatenção no uso das ferramentas de corte;
Luvas de proteção: o funcionário que trabalha com ferramentas de corte deve sempre estar com as luvas adequadas durante o manuseio do equipamento. As mãos ficam bem próximas à lâmina e, por isso, o uso de luvas de proteção é fundamental para evitar cortes e amputações;
Óculos de proteção: estes EPIs são fundamentais para proteger o trabalhador de estilhaços de metal, pedra, vidro, madeira e qualquer outro que possa atingir os olhos durante o corte;
Capacete de proteção individual: assim como os óculos, o capacete protege o trabalhador contra pedaços de materiais;
Protetor auricular: por se tratar de ferramentas que exercem grande força contra materiais resistentes, o barulho provocado pelo atrito da lâmina com a superfície do objeto é muito alto, podendo inclusive prejudicar a audição da pessoa com o passar dos anos;
Cinto de materiais: carregar outras ferramentas junto ao corpo pode deixar o dia mais produtivo e evitar que o trabalhador se desloque para buscar outros objetos. Dessa forma, sua concentração se mantém intacta e o risco de contato com a lâmina do equipamento de corte é reduzido.

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O Colégio Integrado Polivalente (CIP) traduz-se pela participação efetiva de profissionais no 
processo de promoção pessoal e de restituição da cidadania daquelas pessoas que em nosso próprio 
território ou em outros não tiveram oportunidade de frequentar escola na idade apropriada. Instituir e 
manter o Colégio exigem determinação e persistência da direção e professores envolvidos na “Qualidade 
na arte de ensinar”. 
Nascido originalmente em 15 de agosto de 1991 com o intuito de atender a comunidade num 
contexto geral da educação, foi rapidamente ampliado e tem sido buscado por pessoas de várias 
comunidades. Mantido pela Associação Educacional São Lázaro, o Polivalente no ano de 2001, obteve 
junto a Secretaria de Educação e Conselho de Educação do Distrito Federal credenciamento e 
autorização (Portaria nº 112 de 23 de março de 2001) para funcionamento dos Cursos 
Técnicos em: Telecomunicações, Eletroeletrônica, Secretaria Escolar e Transações Imobiliárias. 
Também, obteve credenciamento junto ao Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) 
e do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI), órgãos que fiscalizam o exercício das 
profissões de Técnico em Transações Imobiliárias, Técnico em Telecomunicações e Técnico em 
Eletroeletrônica. 
Esses credenciamentos auxiliam os nossos alunos na conquista do emprego e dos caminhos para o 
registro profissional. Firmou convênios com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), Instituto 
Brasil Global (IEG), Instituto Evaldo Lodi (IEL), e trocou experiências com outras instituições de 
ensino e empresas como: FURNAS, CEB, CELG, CEMIG, Brasil Telecom, NET, TELEPAR, 
TELEMAR, TELEMONT-TO que deram aos alunos a chance de conhecer novas realidades, 
proporcionando uma formação que alia teoria à prática. 
Em fevereiro de 2002, o Polivalente obteve junto à Secretaria de Estado da 
Educação e Conselho de Educação do Distrito Federal aprovação para funcionamento da Educação de 
Jovens e Adultos (EJA) de ensino médio na modalidade à distância (Parecer 302/2001 e portaria 75 de 
8 de fevereiro de 2002) com o objetivo de atender aqueles que buscam conhecimento acadêmico e não 
tiveram acesso à educação na época certa e têm pouca disponibilidade de tempo. 
O êxito da Educação de Jovens e Adultos é positiva, pois muitos alunos já ingressaram em cursos 
de nível técnico, tecnólogo superior, licenciaturas ou mesmo no mercado de trabalho. Em dezembro de 
2003, foi implantado a Sede II do Colégio Integrado Polivalente no Distrito Federal, localizado na Av. 
Santa Maria, CL 418 – lotes B e C, Santa Maria-DF, oferecendo Educação Infantil, Ensino 
Fundamental, Ensino Médio e Curso Normal Nível Médio (Ordem de Serviço nº 98 de 15 de dezembro 
de 2003). 
 
 
Santa Maria, CL 418 – lotes B e C, Santa Maria-DF, oferecendo Educação Infantil, Ensino 
Fundamental, Ensino Médio e Curso Normal Nível Médio (Ordem de Serviço nº 98 de 15 de dezembro 
de 2003). 
Para firmar-se no competitivo mercado de educação básica e profissional, a instituição apostou, 
desde a sua criação em uma filosofia de interação com o mercado. Para o futuro, a instituição investirá na 
criação de novas unidades, não só no Distrito Federal, mas também em diversas partes do Brasil. 
 
 
A educação pode contribuir para transformar relações sociais, econômicas, culturais e políticas, 
de forma tal que assegure a todos, um ensino de qualidade, comprometido com a formação de cidadãos 
conscientes de seu papel na sociedade. 
Nessa perspectiva, coloca-se a serviço da preparação de indivíduos para uma inserção crítica e 
criativa no mundo, fornecendo-lhes por meio da aquisição de conteúdos da socialização, o instrumental 
necessário à participação organizada e ativa na democratização social. 
Assim, o Colégio Integrado Polivalente tem por missão, como instituição educacional, a formação 
de indivíduos cientes de sua responsabilidade social, baseada na aprendizagem cidadã, capazes de 
aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. 
• Favorecer o desenvolvimento de todas as capacidades, respeitando a diversidade e as 
possibilidades dos diferentes alunos; 
• Incentivar o processo contínuo de construção do conhecimento, que favoreça o 
prosseguimento de estudos; 
• Criar condições para que o aluno desenvolva habilidades e competências, para enfrentar os 
desafios do mercado profissional; 
 
Ao nortear suas ações educativas com base em teorias que se complementam, teoria crítico-social dos 
conteúdos, teoria das aprendizagens significativas, e teoria da construção de competências, o Colégio 
Integrado Polivalente elege os seguintes objetivos institucionais: 
• Oferecer aos alunos uma educação de qualidade, voltada para as questões sociais, com vistas a 
uma participação organizada e ativa na democratização da sociedade; 
• Favorecer a gestão participativa, numa construção coletiva das decisões/ações, por parte dos 
diferentes segmentos da escola; 
• Valorizar o profissional de educação através de condições favoráveis para o aperfeiçoamento 
profissional, tratamento digno, ambiente respeitoso, recursos disponíveis para o exercício de sua 
função; 
• Favorecer o desenvolvimento de todas as capacidades, respeitando a diversidade e as 
possibilidades dos diferentes alunos; 
 
Todos os cursos oferecidos via educação a distância pelo CIP são desenvolvidos por uma equipe 
multidisciplinar e têm uma proposta pedagógica única, que combina momentos de interatividade online 
com a utilização de várias mídias. O CIP mantém uma completa infraestrutura de produção (própria e ou 
em parceria) especialmente voltada para o desenvolvimento de material de ensino permitindo que use da 
mais avançada tecnologia para utilizar o canal de comunicação e a linguagem mais adequados ao assunto 
proposto, o que confere uma dinâmica toda especial ao curso. 
Um dos grandes diferenciais do CIP é a variedade de meios de aprendizagem oferecidos: CD-
ROM, acesso a nossa PLATAFORMA ONLINE para tutoria, manual de orientação do aluno, caderno de 
atividades, exercícios disponibilizados e avaliados via online, chat e fóruns. 
• Contribuir para a realização de atividades com objetivos explicitamente educativos, criando 
um ambiente propício para a elaboração do saber e a boa convivência; 
• Avaliar de forma global e interativa as ações desempenhadas ao longo do ano letivo ou 
período letivo; 
• Valorizar os aspectos de desenvolvimento do discente na área motora, 
cognitiva e afetiva; 
• Divulgar e respeitar os direitos e deveres do cidadão dentro de uma visão crítica e 
responsável da realidade social; 
• Proporcionar aos alunos meios para construir novos conhecimentos, competências e 
habilidades o que o fará mais funcional, mais complexo e mais capaz de resolver problemas; 
• Favorecer o desenvolvimento de todas as capacidades, respeitando a diversidade e as 
possibilidades dos diferentes alunos; 
• Incentivar o processo contínuo de construção do conhecimento, que favoreça o 
prosseguimento de estudos; 
• Criar condições para que o aluno desenvolva habilidades e competências, para enfrentar os 
desafios do mercado profissional; 
• Planejar e avaliar a situação da prática educativa para direcionar as decisões e ações, que 
priorizam a qualidade da educação oferecida. 
 
 
Vejamos algumas informações importantes que nortearão seus estudos tanto em relação ao curso 
TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA, ao profissional da área e ao material didático do componente 
curricular INSTALAÇÕES ELÉTRICAS II. 
Sobre o eixo tecnológico 
O eixo tecnológico de CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS compreende tecnologias 
associadas a infraestrutura e processos mecânicos, elétricos e eletroeletrônicos, em atividades produtivas. 
Abrange proposição, instalação, operação, controle, intervenção, manutenção, avaliação e otimização de 
múltiplas variáveis em processos, contínuos ou discretos. 
A organização curricular dos cursos contemplade uma lâmpada neon em série com um resistor de valor elevado, instalados dentro de um 
tubinho com a forma de caneta ou ponta de prova. Encostando-o no pólo vivo, a lâmpada neon acende, 
e encostando-o no terra ou neutro, a lâmpada permanece apagada. 
 
 
Trata-se de uma lâmpada neon em série com um resistor de valor elevado, instalados dentro 
de um tubinho com a forma de caneta ou ponta de prova. Encostando-o no pólo vivo, a lâmpada neon 
acende, e encostando-o no terra ou neutro, a lâmpada permanece apagada. 
Na figura 25 temos os aspectos destas ferramentas. 
 
Figura 25: Algumas ferramentas e seus aspectos. 
A sigla EPI é derivada de equipamentos de segurança individual. Esses equipamentos são 
essenciais para garantir que os trabalhadores tenham um alto desempenho no serviço sem descartar a 
possibilidade de estarem seguros. Em obras, principalmente, a segurança é um fator essencial que deve 
ser levado em conta. Uma máscara para solda de qualidade, por exemplo, pode prevenir acidentes 
graves na região facial, por isso é sempre importante que elas contenham visor e que não sufoquem 
quem as utiliza. 
 
Botinas também têm uma importância muito grande quando o quesito é segurança, elas permitem que 
 
graves na região facial, por isso é sempre importante que elas contenham visor e que não sufoquem 
quem as utiliza. 
Botinas também têm uma importância muito grande quando o quesito é segurança, elas 
permitem que os pés não sofram incidentes indesejados. Luvas, assim como as botinas, são itens 
indispensáveis para os profissionais de obras e áreas semelhantes. Outro item que é indispensável para 
garantir a segurança é o capacete. Em obras, é muito comum que acabe caindo materiais, como tijolos 
por exemplo, de uma altura elevada, deixando os colaboradores em situação de risco, o capacete ajuda 
a evitar essa situação. 
Uma vez que possuem elevada capacidade cortante, estas ferramentas representam um sério 
risco à integridade física de quem as utiliza, podendo causar cortes e perfurações de variados níveis 
de gravidade. Por isso, é fundamental o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) por quem 
trabalha com as citadas ferramentas. 
EPIs para quem trabalha com ferramentas e equipamentos de corte: 
• Uniforme: embora não pareça ser um EPI, o uso de um uniforme grosso e com mangas 
compridas garante segurança em caso de desatenção no uso das ferramentas de corte; 
• Luvas de proteção: o funcionário que trabalha com ferramentas de corte deve sempre estar com 
as luvas adequadas durante o manuseio do equipamento. As mãos ficam bem próximas à 
lâmina e, por isso, o uso de luvas de proteção é fundamental para evitar cortes e amputações; 
• Óculos de proteção: estes EPIs são fundamentais para proteger o trabalhador de estilhaços de 
metal, pedra, vidro, madeira e qualquer outro que possa atingir os olhos durante o corte; 
• Capacete de proteção individual: assim como os óculos, o capacete protege o trabalhador 
contra pedaços de materiais; 
• Protetor auricular: por se tratar de ferramentas que exercem grande força contra materiais 
resistentes, o barulho provocado pelo atrito da lâmina com a superfície do objeto é muito alto, 
podendo inclusive prejudicar a audição da pessoa com o passar dos anos; 
• Cinto de materiais: carregar outras ferramentas junto ao corpo pode deixar o dia mais produtivo 
e evitar que o trabalhador se desloque para buscar outros objetos. Dessa forma, sua 
concentração se mantém intacta e o risco de contato com a lâmina do equipamento de corte é 
reduzido. 
Antes da eletricidade chegar à sua casa, ela percorre um longo caminho, vindo das usinas hidro-
elétricas de onde são geradas, e depois distribuídas através de redes de alta voltagem, que muitas vezes 
você vê quando viaja, passando através dos campos, montanhas, fazendas, até chegar às cidades. 
 
Quando chegam às cidades, são então redistribuídas após passarem por estações e sub-estações de luz 
 
elétricas de onde são geradas, e depois distribuídas através de redes de alta voltagem, que muitas vezes 
você vê quando viaja, passando através dos campos, montanhas, fazendas, até chegar às cidades. 
Quando chegam às cidades, são então redistribuídas após passarem por estações e sub-estações 
de luz e força, percorrendo mais caminhos através dos fios ligados aos postes das ruas da cidade, até 
chegar à sua casa. 
Os fios que conduzem a eletricidade normalmente chegam à sua casa pelo ar (rede de postes), 
e através de um ramal são ligados à um poste menor, que pertence à sua propriedade. 
Deste poste, a energia passa para uma painel de luz e força, contendo um relógio medidor que 
fica instalado de acordo com as normas da concessionária, geralmente na parte frontal da casa, e que 
seja de fácil acesso para medição e manutenção. 
Neste relógio medidor, existe também uma chave com disjuntor (em painéis mais antigos 
utilizava-se chave com fusível) que permite desligar a energia da casa inteira. 
E em caso de curto circuito ou sobrecarga, está chave ou disjuntor desliga automaticamente a luz de 
toda a casa por motivos de segurança 
Depois de passar por esta entrada de força, a energia elétrica segue para um painel ou quadro 
de distribuição. É nesse quadro que se distribuem os circuitos da casa, ou seja, ramais de eletricidade 
que servem para conduzir energia elétrica para os diversos setores da casa. Este painel de distribuição 
destes circuitos, dependendo do projeto elétrico, podem ficar próximos ou estar no mesmo quadro 
onde existe o disjuntor (chave geral) juntamente como medidor. 
Em cada circuito separado ou ramais, são ligadas as lâmpadas e as tomadas que uma chave ou 
disjuntor suporta, ou seja, cada circuito tem sua própria proteção. E neste quadro de distribuição deve 
ter a quantidade de circuitos necessários para alimentar todos os cômodos da casa. 
 
Como são divididas as instalações elétricas? 
As instalações elétricas podem ser divididas em relação a complexidade e tipos de 
necessidades específicas. Observe que atendendo as exigências da norma NBR 5410 podemos 
dividir o orçamento instalação elétrica para três situações distintas: 
Instalação Simples 
Instalação completa de fios, cabos, soquetes, lâmpadas, plafons, espelhos e disjuntores, 
tomadas, interruptores (linha simples tipo “Silentoc”); em sistema bifásico mais neutro, sem 
aterramento, sem DRs. 
 
Instalação Padrão 
 
Instalação completa de fios, cabos, soquetes, lâmpadas, plafons, espelhos e disjuntores, tomadas 
novo padrão brasileiro, interruptores (linhas tipo “Pial Plus” ou compatíveis); em sistema 
 
Instalação Padrão 
Instalação completa de fios, cabos, soquetes, lâmpadas, plafons, espelhos e disjuntores, 
tomadas novo padrão brasileiro, interruptores (linhas tipo “Pial Plus” ou compatíveis); em 
sistema bifásico mais neutro, com aterramento, com DRs. 
 
Instalação Extra 
Instalação completa de fios, cabos, soquetes, lâmpadas, plafons, espelhos e disjuntores, 
tomadas novo padrão brasileiro, interruptores (linhas tipo “Pial Plus” ou compatíveis); em 
sistema bifásico mais neutro, com aterramento, com DRs, terminais em todos os pontos, solda 
em derivações de potência, anilhamento de circuitos, Lay out completo das instalações em Auto 
Cad. 
Tendo como base o tempo presumido de diversos tipos de instalações, das mais simples 
ás de maior grau técnico, e a fim de facilitar o cálculo de mão de obra para instalações novas e 
reformas a fim de construir o orçamento instalações elétricas, eis duas tabelas que tipificam os 
valores referentes a diversos níveis de instalações calculados por “m²”, e a descritiva das mesmas 
respectivamente. 
 
Distribuição interna em circuitos separados 
 
Para que o circuito seja instalado, é necessário colcoar os eletrodutos por onde passarão a 
fiação. Geralmente existem circuitos de luz e força. Os eletrodutos podem ter espessuras diferentes, 
dependendo do bitola da fiação e quantidadede energia que passará em seu interior. 
Os circuitos de força são os de ar condicionado e chuveiro elétrico, que devem estar em 
circuitos separados e independentes para cada aparelho. Estes circuitos utilizarão fios mais grossos. 
Os circuitos de luz ou de menor potência são para as luzes da casa e tomadas comuns. Cada 
circuito tem uma capacidade máxima limite, para não existir necessidade fiação muito grossa e 
também para que a eletricidade não tenha que percorrer um longo caminho até chegar ao seu destino, 
e assim evitando maiores perdas. Geralmente os circuitos são separados por setores, como circuito 
para banheiro, cozinha e área de serviço, circuitos para áreas sociais, etc. 
Nas extremidades de cada condutor ou eletroduto são colocadas caixas para tomadas e 
interruptores nas paredes, e caixas de teto nas lajes para as lâmpadas. 
Em instalações residênciais de maior tamanho, ou onde sejam previstos muitos aparelhos, pode existir 
dois tipos de voltagem ou tensão eletrica, sendo 220 Volts e 110 (ou 127) Volts. 
 
Neste casos, a eletricidade é usada com voltagens diferentes para atender a determinados aparelhos 
que podem ser mais econômicos se funcionarem com 220 Volts como chuveiros e torneiras elétricas, 
 
dois tipos de voltagem ou tensão eletrica, sendo 220 Volts e 110 (ou 127) Volts. 
Neste casos, a eletricidade é usada com voltagens diferentes para atender a determinados 
aparelhos que podem ser mais econômicos se funcionarem com 220 Volts como chuveiros e torneiras 
elétricas, bombas de água, aparelhos de ar-condicionado, aquecedores elétricos, e fogão elétrico o que 
não é muito usual ter por gastar muita energia. 
No caso de lâmpadas e tomadas comuns, geralmente se utiliza 110 Volts. Em residências de 
menor porte, em local onde não está previsto ar-condicionado ou bomba elétrica, geralmente se utiliza 
110 Volts até para o chuveiro elétrico. 
Em função deste motivos, todos estes detalhes devem ser pensados quando o projeto elétrico 
for feito, para ver se compensa gastar mais tendo uma instalação com duas voltagens ou não. 
Pontos e Conselhos importantes 
A instalação elétrica deve ser bem planeja para que tudo funcione à contento no futuro, e para 
que a conta de luz não seja muito elevada. 
Pense em todo o tipo de aparelho que você pretende usar ou ter disponível em sua casa, para 
que durante o projeto tudo isto possa ser planejado e viabilizado da forma mais racional e prática 
possível. Planejando com antecedência, evita-se aborrecimentos futuros com sobrecargas, o 
acarretaria o desligamento dos disjuntores (corte de energia momentâneo). 
Penso no número de tomadas necessárias, para que depois você não tenha que ficar puxando 
extensões para ligar aparelhos, ou não tenha que sobrecarregar as tomadas com benjamins para ligar 
vários aparelhos no mesmo ponto, o que pode comprometer a segurança. 
Deve-se lembrar que a fiação é calculada para receber um determinado número de lâmpadas e 
tomadas, ou aparelhos ao mesmo tempo, e fazer acréscimos indiscriminados, ou sobrecarregar as 
tomadas não é aconselhável. 
O circuitos de cozinha e área de serviço devem ser planejados em função do número de 
aparelhos que virão a receber posteriormente. As normas de instalações elétricas já preveem uma 
potência mínima com tomadas para alguns aparelhos que se encontram presentes na maioria das 
residências modernas, como máquinas de lavar, uso de ferro elétrico e demais aparelhos. Entretanto, 
tudo deve ser revisado caso precise de mais tomadas. 
Se não existir um planejamento adequado, quantidade e divisão adequada de circuitos, existe 
a chance de acontecer sobrecargas, desligamento automático de disjuntores por proteção, ou até 
superaquecimento de fiação, e estes problemas são sérios e desagradáveis. 
 
Alguns aparelhos de cozinha e área de serviço, consomem diferentes carga de energia. A potência de 
um ferro de passar roupas é muito mais alta que a de uma geladeira, mixer ou liquidificador. Planeje 
onde deve ficar a tomada para cada equipamento. 
 
 
Instalações elétricas: entenda sua importância para a sua obra 
Um dos assuntos mais importantes durante a construção de uma obra são as instalações 
elétricas. Não somente por elas serem de extrema importância para a rotina da sua casa ou 
empreendimento comercial, já que a eletricidade é a principal fonte de luz, causando uma grande 
dependência desta para as mais diversas tarefas do nosso dia a dia, mas também para a segurança 
dos usuários. 
Instalações elétricas mal dimensionadas ou mau executadas podem trazer diversos transtornos 
durante a construção do projeto. Por isso é importante ter certeza que você está realizando esse processo 
com segurança para evitar futuros problemas. 
Continue a leitura e saiba mais sobre esse assunto e sua importância para o processo de construção de 
Alguns aparelhos de cozinha e área de serviço, consomem diferentes carga de energia. A 
potência de um ferro de passar roupas é muito mais alta que a de uma geladeira, mixer ou 
liquidificador. Planeje onde deve ficar a tomada para cada equipamento. 
No quadro de disjuntores, deve-se marcar os nomes de cada circuito com os respectivos 
cômodos que eles abrangem. E geralmente existe também um disjuntor para cada chuveiro elétrico e 
ar-condicionado se ouver. Estas indicações no quadro ou painel de distribuição facilita em muito a 
manutenção ou desligamento correto de um setor quando necessário. Portanto verifique ao final da 
instalação elétrica se o painel contém estas informações. 
 
Material elétrico 
 
Existem três tipos mais comuns de materiais elétricos para instalações, com fins de permitir a 
passagem dos fios dentro das paredes e lajes de uma casa ou edificação. 
Antigamente se utilizava tubos de ferro rígido ou corrugado, mas estes cairam no desuso. 
Atualmente os tubos mais utilizados são os eletrodutos de PVC rígido (geralmente de cor preta) ou 
eletrodutos flexíveis comuns (mangueiras na cor amarela) ou reforçados (na cor laranja). Os 
eletrodutos na cor amarela são usados para paredes, e os de cor laranja, mais reforçados para ser 
colocados em lajes e piso de concreto. Deve antes ver as especificações dos fabricantes, inclusive 
quanto à cor dos mesmos. 
Os tubos de ferro que eram usados antigamente, caíram em desuso porque além de serem mais 
caros, tinham menor durabilidade, apresentando corrosão em locais muito agressivos. 
Os eletrodutos de PVC rígido e flexíveis não propagam chama e podem ser utilizados em 
instalações de baixa tensão, tipo 110V - 220 Volts. Os eletrodutos de pvc rígidos são mais adequados 
para instalações onde existe muito esforço mecânico durante a concretagem, ou para ser usado na 
entrada de padrões de residências. 
 
Instalações elétricas mal dimensionadas ou mau executadas podem trazer diversos transtornos 
durante a construção do projeto. Por isso é importante ter certeza que você está realizando esse processo 
com segurança para evitar futuros problemas. 
Continue a leitura e saiba mais sobre esse assunto e sua importância para o processo de construção 
de uma obra. 
O que é um projeto elétrico? 
Esse projeto consiste na determinação de materiais, com todas as suas especificações e 
quantidades necessárias. Deve-se pensar onde serão instaladas os elementos que necessitam de energia, 
como tomadas e iluminação, por exemplo. 
Todo projeto de instalações elétricas devem estar de acordo com a Norma Brasileira. Projetos 
mais elaborados tem a exigência de ser realizado por Engenheiro Eletricista determinado pelo órgão 
regulamentador CREA, que exige também a emissão de uma ART – Atestado de Regulamentação 
Técnica). 
Conheça alguns dos documentos que devem estar composto no Projeto de instalações elétricas: 
• Desenhos: devem estar representados todos os pontos elétricas, assim como suas 
interligações em planta baixa, corte e detalhes executivo de instalação. Devem conter também 
os diagramas elétricos,de maneira que facilitará o entendimento geral da instalação. 
• Memorial Descritivo: devem estar detalhado: a lista de documentos, normas técnicas, 
considerações sobre as instalações elétricas e quanto aos equipamentos que serão conectados; 
sistema de entrada de energia e considerações sobre os cuidados que o construtor deve tomar 
na execução do projeto. 
• Memoriais de Cálculo: nesse documento deve conter os critérios de capacidade de condução 
de corrente, queda de tensão, níveis de curto-circuito e iluminâncias, sistemas e esquemas de 
aterramento, dentre outros. 
• Especificações técnicas: onde são apresentadas descrições dos materiais que foram citados 
nos desenhos e no memorial descritivo. 
Por que o projeto de instalações elétricas é importante para a sua obra? 
Evita transtornos futuros 
Algumas pessoas optam por cortar o acompanhamento profissional da instalação elétrica para 
economizar no valor final da construção. Porém, o prejuízo pode ser muito maior com um serviço mal 
executado, pois os gastos serão muito maiores para refazer a instalação elétrica depois do projeto já 
pronto. 
Além disso, o profissional especializado irá detalhar todo o material necessário para a construção 
específica, haverá um estudo e embasamento para tal. Sem isso projetado, como você irá realizar essa 
compra de maneira assertiva? Nesse cenário você pode acabar comprando material a menos ou a mais, o 
que pode exceder seus gastos e até mesmo atrasar as obras em caso de falta de algum item. 
 
Além disso, o profissional especializado irá detalhar todo o material necessário para a construção 
específica, haverá um estudo e embasamento para tal. Sem isso projetado, como você irá realizar essa 
compra de maneira assertiva? Nesse cenário você pode acabar comprando material a menos ou a mais, o 
que pode exceder seus gastos e até mesmo atrasar as obras em caso de falta de algum item. 
Conhecimento do esqueleto do projeto 
Com o projeto de instalações elétricas você tem a garantia de ter conhecimento de tudo aquilo que 
foi executado na sua obra, tendo acesso a todo seu esqueleto. Esse conhecimento é muito importante caso 
no futuro você se depare com a necessidade de realizar alguma manutenção nas instalações elétricas ou 
realizar alguma obra no local que necessite desse conhecimento. 
1. Segundo a NBR 14039, as linhas de média tensão, em vias de circulação de pedestres, devem 
estar a uma altura mínima de: 
a) 2 metros. 
b) 5 metros. 
c) 10 metros. 
d) 6 metros. 
e) 4 metros. 
2. Para que serve um aterramento elétrico? 
a) Proteger pessoas e equipamentos. 
b) Economizar energia. 
c) Aumentar a potência do circuito. 
d) Reduzir o consumo de energia. 
e) Atrair raios. 
 
3. Um sistema de aterramento oferece um caminho para o escoamento de: 
a) Água e esgoto. 
b) Correntes de fuga e descargas eletrostáticas. 
c) Tensão e corrente. 
d) Resistência e impedância. 
e) Potência e tensão. 
 
 
 
 
 Vídeos: 
▪ https://www.youtube.com › watch 
▪ https://www.saladaeletrica.com.br › projetos-eletricos-residenciais-
aula-1 
▪ https://youtu.be/WK2nC7LIyas 
Materiais complementares 
• https://www.mundodaeletrica.com.br/instalacoes-eletricas-o-que-sao/ 
• https://www.desterroeletricidade.com.br/blog/eletrica/importancia-do-quadro-de-
distribuicao/ 
• http://construindodecor.com.br/instalacoes-eletricas/ 
• http://www.ngeletrica.com.br/diversos/o-que-sao-instalacoes-eletricas 
• Eletricidade básica 
https://www.youtube.com/watch?v=1fdEgkVaNdY 
 
• História da eletricidade 
4. O esquema de aterramento no qual o neutro e o fio terra são condutores distintos, com o neutro 
aterrado e levado até a carga em paralelo a um condutor PE utilizado como terra e conectado à 
carcaça dos equipamentos é chamado de: 
a) TNT. 
b) NTN. 
c) TN – S. 
d) SN – T. 
e) TN – C – S. 
 
5. Dispositivos que monitoram a ocorrência de sobrecarga e de correntes de fuga em um circuito, 
são chamados de: 
a) Dispositivos de comando. 
b) Dispositivos de proteção. 
c) Dispositivos de monitoramento. 
d) Dispositivos de surto. 
e) Dispositivos elétricos. 
 
 
 
 
Esse item se trata de uma metodologia disponibilizada em nossa plataforma, a qual você 
poderá acessar e aprender sobre conceitos importantes referentes aos conteúdos abordados 
nesta apostila. 
Acesse nossa plataforma e veja a PÍLULA DO CONHECIMENTO sobre 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS II! 
 
QUESTÃO ALTERNATIVA 
1 B 
2 A 
3 B 
4 C 
5 B 
 
 
• COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas, Prentice Hall, São Paulo, 2003. 
 
• FILHO, J. M. Instalações Elétricas Industriais, LTC, Rio de Janeiro, 2001. 
 
• MACINTYRE, A. J.; NISKIER, J. Instalações Elétricas, LTC, Rio de Janeiro, 2000. 
 
• NISKIER, J. Manual de Instalações Elétricas, LTC, Rio de janeiro, 2005. 
 
• SEAP. Manual de Obras Públicas e Edificações. 
 
• DE CAMARGO, J. R. P. Notas de aula da disciplina de Instalações Elétricas de Baixa 
Tensão do Curso de Engenharia Elétrica do IME, 2000. 
 
• Norma ABNT NBR 5410, 2005. 
 
• Norma ABNT NR-10, 2008. 
 
• Norma ABNT NBR 5626/82 – Instalações Prediais de Água Fria. 
 
• Norma ABNT NBR 7198/82 – Instalações Prediais de Água Quente. 
 
• Norma ABNT NBR 8160/83 – Instalações Prediais de esgotos Sanitários. 
 
• Norma ABNT 611/81 – Instalações Prediais de Águas Pluviais. 
 
 
 
 
• Norma ABNT NBR 7198/82 – Instalações Prediais de Água Quente. 
 
• Norma ABNT NBR 8160/83 – Instalações Prediais de esgotos Sanitários. 
 
• Norma ABNT 611/81 – Instalações Prediais de Águas Pluviais. 
 
• Catálogos técnicos de materiais hidráulicos e elétricos. 
 
(61) 3083 9800 
 
Módulo I, Lotes 20/24, Residencial Santa Maria, Santa 
Maria – DF 
http://www.colegiopolivalente.com.br/ 
http://www.colegiopolivalente.com.br/conhecimentos relacionados a: 
• Leitura e produção de textos técnicos; 
• Estatística e raciocínio lógico; 
• Ciência, tecnologia e inovação; 
• Investigação tecnológica; empreendedorismo; 
• Tecnologias de comunicação e informação; 
• Desenvolvimento interpessoal; 
• Legislação; 
• Normas técnicas; 
• Saúde e segurança no trabalho; 
• Gestão da qualidade e produtividade; 
• Responsabilidade e sustentabilidade social e ambiental; 
• Qualidade de vida; 
• E ética profissional. 
Estruturação do curso 
Nosso curso possui uma carga horária total de 1.350 horas e está disponível na modalidade de Educação 
Profissional à Distância. Ele foi estruturado em 4 módulos contendo 15 componentes curriculares. 
MÓDULO I 
• Informática Básica 
• Matemátiva Básica 
• Desenho Técnico 
 
 
 
 
MÓDULO II 
• Princípios da Eletrecidade 
• Eletricidade Aplicada 
• Tecnologia dos Materiais 
• Noções de Segurança do Trabalho 
MÓDULO III 
• Eletrotécnica 
• Mecânica 
• Automação 
• Máquinas Elétricas 
MÓDULO IV 
• Geração e Distribuição de Energia 
• Instalações Elétricas I 
• Instalações Elétricas II 
• Análise de Circuitos 
Perfil profissional de conclusão 
• Projeta, instala, opera e mantém elementos do sistema elétrico de potência. 
• Elabora e desenvolve projetos de instalações elétricas industriais, prediais e 
• residenciais e de infraestrutura para sistemas de telecomunicações em edificações. 
• Planeja e executa instalação e manutenção de equipamentos e instalações elétricas. 
• Aplica medidas para o uso eficiente da energia elétrica e de fontes energéticas 
• alternativas. 
• Projeta e instala sistemas de acionamentos elétricos e sistemas de automação 
• industrial. 
• Executa procedimentos de controle de qualidade e gestão. 
Campo de atuação 
• Empresas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. 
• Empresas que atuam na instalação, manutenção, comercialização e utilização de 
• equipamentos e sistemas elétricos. 
• Grupos de pesquisa que desenvolvam projetos na área de sistemas elétricos. 
• Laboratórios de controle de qualidade, calibração e manutenção. 
• Indústrias de fabricação de máquinas, componentes e equipamentos elétricos. 
• Concessionárias e prestadores de serviços de telecomunicações. 
• Indústrias de transformação e extrativa em geral. 
• Possibilidades de certificação intermediária em cursos de qualificação profissional no 
• itinerário formativo 
• Instalador de Sistemas Elétricos Prediais. 
 
• Indústrias de transformação e extrativa em geral. 
Possibilidades de certificação intermediária em cursos de qualificação profissional no itinerário 
formativo 
• Instalador de Sistemas Elétricos Prediais. 
• Instalador de Sistemas Elétricos Industriais. 
• Instalador de Sistemas Elétricos de Potência. 
• Instalador de Sistemas de Acionamentos Elétricos. 
• Instalador de Sistemas de Automação Industrial. 
• Inspetor de Qualidade do Sistema Elétrico. 
• Eletricista de Veículos de Transporte de Cargas e de Passageiros. 
Possibilidades de formação continuada em cursos de especialização técnica no itinerário formativo 
• Especialização técnica em energias renováveis. 
Possibilidades de verticalização para cursos de graduação no itinerário formativo 
• Curso superior de tecnologia em automação industrial. 
• Curso superior de tecnologia em eletrônica industrial. 
• Curso superior de tecnologia em eletrotécnica industrial. 
• Curso superior de tecnologia em manutenção industrial. 
• Curso superior de tecnologia em mecatrônica industrial. 
• Curso superior de tecnologia em sistemas elétricos. 
• Bacharelado em engenharia eletrônica. 
• Bacharelado em engenharia elétrica. 
• Bacharelado em engenharia de automação. 
• Bacharelado em engenharia de controle e automação. 
• Bacharelado em engenharia de instrumentação. 
• Bacharelado em engenharia de manutenção eletrônica. 
• Bacharelado em engenharia de telecomunicações. 
• Bacharelado em engenharia mecatrônica. 
• Bacharelado em engenharia de computação. 
 
O componente curricular INSTALAÇÕES ELÉTRICAS II foi elaborado com alguns itens que 
precisam ser destacados para melhor compreensão de leitura e contextualização dos conteúdos abordados. 
 
Momento de atiçar a curiosidade do estudante, propondo conceitos, fatos e situações 
curiosas referente aos assuntos que estão sendo estudados. 
 
 
Momento de fazer o estudante refletir sobre algum tema específico que deve ser 
destacado, lembrado ou anotado como uma observação importante. 
 
Momento de mostrar algumas aplicações dos conceitos estudados no material, em que o 
estudante ao se tornar um profissional da área, perceberá que vários pontos abordados 
nesse item serão úteis durante suas atividades como Técnico em Telecomunicações. 
 
 
 
Momento destinado ao estudante para que ele possa pensar e tentar responder alguns exercícios 
propostos visando verificar parte de sua abstração após a leitura completa do material. 
 
 
 
 
Se trata das respostas dos exercícios propostos do item “PENSE E RESPONDA”. 
 
 
 
Momento de apresentar sugestões de estudos complementares, com intuito de 
propor um aprendizado contínuo e direcionado aos estudantes do curso. 
 
 
São pequenos componentes educacionais (textos, vídeos, áudios, animações) que 
disponibilizamos com intuito de agregar conteúdo, contextualizar o aprendizado e fortalecer a 
retenção do conhecimento de forma objetiva e orgânica, melhorando o desempenho de nossos 
estudantes e profissionais. Um recurso educacional utilizado para suportar um processo de 
aprendizagem rápido, porém constante. 
A pílula do conhecimento poderá ser aplicada como complementação teórica e prática 
dos nossos cursos, como ferramenta de memorização e revisão de conteúdo sobre os aspectos 
mais importantes do curso e/ou como reforço das ações de aprendizagem presenciais. 
Contém as principais referências utilizadas como fonte de pesquisa para elaboração do 
material. 
 
 
 
• Simbologia__________________________________________________________________ 
• Esquemas de aterramento_____________________________________________________ 
• Como equipotencializar o sistema______________________________________________ 
• Relação com norma NBR 5410_________________________________________________ 
• Tomadas____________________________________________________________________ 
• Cálculo prático para TUG’s____________________________________________________ 
• Dimensionamento de TUG’s e TUE’s____________________________________________ 
• O que é ligação em série?______________________________________________________ 
• O que é ligação em paralelo?___________________________________________________ 
• Qual o melhor tipo de ligação fazer?____________________________________________ 
• Ligações com lâmpadas______________________________________________________ 
• Tipos de lâmpadas____________________________________________________________ 
• Receptáculo ou Soquete_______________________________________________________ 
• Reator_____________________________________________________________________ 
• Luminária__________________________________________________________________ 
• Eletrodutos_________________________________________________________________ 
• Calhas_____________________________________________________________________ 
• Luvas, Buchas e Arruelas______________________________________________________ 
• Caixa de Passsagem__________________________________________________________ 
• As Ferramentas_____________________________________________________________ 
• Cálculo da Energia Elétrica___________________________________________________ _ 
• 
 
 
• Como são divididas as instalações elétricas?______________________________________ 
• Distribuição interna em circuitos separados______________________________________ 
• Pontos e conselhos importantes_________________________________________________• Material elétrico_____________________________________________________________ 
 
 
 
 
 
Um bom planejamento e execução são essenciais para o sucesso da instalação elétrica. Basta olhar 
ao nosso redor para perceber que tudo está cercando de eletricidade. Fica até difícil imaginar como seriam 
nossas vidas sem a energia elétrica. A eletricidade é invisível e impalpável, mas nós a percebemos quando 
ela se manifesta na forma de luz, calor e até de choque elétricos. Na engenharia elétrica, as instalações 
elétricas são as estruturas que lidam com o transporte da energia elétrica proveniente de uma fonte 
geradora, sua transformação e seus pontos de utilização.
O aterramento tem como função proteger os equipamentos elétricos, usuários e também garantir o 
bom funcionamento do circuito. Existem tipos de aterramento distintos, sendo alguns deles com variações. 
Aqui você irá aprender quais são esses tipos de aterramento, quando são usados e suas aplicações. 
Todos os sistemas de aterramento devem seguir a norma NBR – 5410, o não cumprimento dos itens 
contidos na norma pode colocar em risco os usuários e equipamentos além de poder ocorrer o mau 
funcionamento do circuito. 
Simbologia 
Primeira letra 
(Situação da alimentação em relação à terra) 
• T - Um ponto diretamente enterrado. 
• I - Isolação de todas as partes vivas em relação à terra ou aterramento através de uma impedância. 
 
Segunda letra 
 
(Situação das massas da instalação em relação à terra) 
• T - Massas diretamente aterradas, independentemente do aterramento eventual de um ponto de 
alimentação. 
• N - Massas ligadas diretamente ao ponto de alimentação aterrado o que em corrente alternada o 
ponto normalmente aterrado é o ponto neutro. 
 
Outras letras 
 
 
ponto normalmente aterrado é o ponto neutro. 
 
Outras letras 
(Disposição do condutor neutro e do condutor de proteção) 
 
• S - Função de neutro e de proteção asseguradas por condutores distintos. 
• C - Função de neutro e de proteção combinadas em um único condutor. 
 
Esquemas de aterramento 
 
Esquema TN 
 
Possui um ponto da alimentação diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a esse 
ponto através de condutores de proteção. Este esquema possui três variantes de acordo com a disposição 
do condutor neutro e do condutor de proteção, que são: 
 
Esquema TN-S 
 
O condutor neutro e o condutor de proteção são distintos, sendo o neutro aterrado logo na entrada 
e levado até a carga, em paralelo um outro condutor PE é utilizado como terra e é conectado à carcaça dos 
equipamentos. 
 
Figura 1: Esquema de aterramento TN-S. 
 
Esquema TN-C 
 
As funções de neutro e de proteção são combinadas em um único condutor em toda a instalação, dessa 
forma este esquema mesmo sendo normalizado não é indicado em certas instalações, uma vez que o terra 
 
Esquema TN-C 
As funções de neutro e de proteção são combinadas em um único condutor em toda a instalação, 
dessa forma este esquema mesmo sendo normalizado não é indicado em certas instalações, uma vez que o 
terra e o neutro são constituídos pelo mesmo condutor. 
 
 
Figura 2: Esquema de aterramento TN-C. 
Esquema TN-C-S 
 
A função do condutor neutro e de proteção são combinadas em um único condutor e em uma parte 
da instalação. 
 
Figura 3: Esquema de aterramento TN C-S. 
 
Esquema TT 
 
Este esquema possui um ponto da alimentação diretamente aterrado, estando as massas da instalação 
 
Esquema TT 
Este esquema possui um ponto da alimentação diretamente aterrado, estando as massas da 
instalação ligadas a um eletrodo de aterramento eletricamente distinto do eletrodo de aterramento da fonte, 
ou seja, os equipamentos são aterrados com uma haste própria, diferente da usada para o neutro. 
 
 
Figura 4: Esquema de aterramento TT. 
 
No caso da corrente de falta, o percurso da corrente fase massa inclui o terra, que limita o valor da 
corrente devido ao alto valor da resistência de terra, é importante lembrar que essa corrente não é suficiente 
para o seccionamento dos dispositivos de proteção, mas é uma corrente perigosa para os usuários. 
 
Esquema IT 
 
Este esquema é parecido com o TT, porém o aterramento da fonte é realizado através de uma 
impedância com um valor elevado. Com isso limita-se a corrente de modo a não permitir que a primeira 
falta desligue o sistema. As massas da instalação são aterradas com as seguintes possibilidades: 
Massas aterradas no mesmo eletrodo de aterramento da alimentação, se existente 
 
Figura 5: Esquema de aterramento IT. 
 
Massas aterradas em eletrodo de aterramento próprio, seja porque não há eletrodo de aterramento da 
alimentação, outra possibilidade é porque o eletrodo de aterramento das massas é independente do eletrodo 
de aterramento da alimentação. 
 
Massas aterradas em eletrodo de aterramento próprio, seja porque não há eletrodo de aterramento 
da alimentação, outra possibilidade é porque o eletrodo de aterramento das massas é independente do 
eletrodo de aterramento da alimentação. 
O aterramento elétrico é, basicamente a uma das formas mais segura de interferirmos na 
eletricidade de maneira a proteger e garantir um bom funcionamento da instalação elétrica, além, é 
claro, de atender exigências de normas. 
Segundo a ABNT, aterrar significa colocar instalações e equipamentos no mesmo potencial 
de modo que a diferença de potencial entre a terra e o equipamento seja zero. Isso é feito para que, 
ao operar máquinas e equipamentos elétricos ao realizar uma manutenção, o operador ou 
o profissional da área elétrica não receba descargas elétricas do equipamento que ele está 
manuseando, seja por corrente de falta (fuga para massa) ou por descarga eletrostática. 
Aterrar um dispositivo ou equipamento está relacionado a interliga-lo com a terra 
propriamente dita ou a uma grande massa que possa a substituir. Então quando nos referenciamos a 
um dispositivo aterrado estamos afirmando que pelo menos um de seus terminais estão 
propositalmente ligados a terra. 
Na maioria das vezes, um equipamento não necessita possuir aterramento elétrico para 
funcionar (Infelizmente), no entanto, quando nos referimos a um nível de tensão ou de um sistema 
de comunicação a referência é na maioria das vezes um potencial “zero”que tradicionalmente é a 
terra e a falha/falta desta referência causará o mau funcionamento do equipamento ou a perda de 
comunicação. 
Imagine então que um objeto sobre a terra está em seu potencial, ou seja, “Está Aterrado 
Eletricamente” 
Podemos pontuar o objetivo do aterramento em três: 
1) Proteção da integridade física do homem; 
2) Facilitar o funcionamento de dispositivos de proteção; 
3) Descarregar cargas eletrostáticas de carcaças de objetos e equipamentos. 
As normas de instalações elétricas e as boas práticas de engenharia fornecem diversas recomendações 
sobre como realizar sistemas adequados de aterramento e Adicionar ao dicionário para que sejam atingidos 
graus ótimos de proteção e operação das instalações e de seus equipamentos. No entanto, será que sabemos 
de fato qual a diferença entre aterrar e equipotencializar? 
 
Algumas definições 
Para entender essa diferença, nada melhor do que começar pelas definições a seguir: 
 
Terra 
 
Massa condutora da terra cujo potencial elétrico, em qualquer ponto, é convencionalmente considerado 
 
Terra 
Massa condutora da terra cujo potencial elétrico, em qualquer ponto, é convencionalmente 
considerado igual a zero. 
Aterramento 
Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra. Sistema de aterramento: conjunto 
de todos os condutores e peças condutas com o qual é constituído um aterramento, num dado local. 
 
Ligação equipotencial 
Ligação elétrica que coloca massas e elementos condutores praticamente no mesmo potencial. 
Massa 
Parte condutora que pode ser tocada e que normalmente não é viva, mas pode tornar-se viva em 
condições de falta deenergia. A carcaça metálica dos quadros elétricos, equipamentos elétricos (motores, 
por exemplo), equipamentos eletroeletrônicos, eletrodomésticos, etc., são bons exemplos de massas. 
 
Elemento condutor 
Elemento que não faz parte da instalação elétrica, mas que pode induzir nela um potencial, 
geralmente o da terra. Canalizações metálicas de água e esgoto, dutos metálicos de ar condicionado, pisos 
elevados metálicos e caixilhos metálicos de janelas, entre outros, são alguns exemplos de elementos 
condutores. 
Note que o conceito de aterramento envolve necessariamente algum tipo de contato das massas e 
elementos condutores com a terra, visando a levar todos os componentes do sistema de aterramento a ficar 
no potencial mais próximo possível da terra. Assim, por exemplo, quando aterramos um motor elétrico, 
queremos que sua massa fique idealmente no potencial da terra. 
Veja a figura abaixo: 
 
 
Figura 6: Exemplo que ilustra o conceito de aterramento: a massa M é colocada intencionalmente no 
potencial da terra. 
 
Por outro lado, o conceito de equipotencialização não envolve diretamente a terra, mas está relacionado 
ao objetivo de colocarmos todas as massas e elementos condutores no mesmo potencial entre si, 
independente de qual é este potencial em relação à terra (veja na figura a seguir). Aqui surge o exemplo 
 
Por outro lado, o conceito de equipotencialização não envolve diretamente a terra, mas está 
relacionado ao objetivo de colocarmos todas as massas e elementos condutores no mesmo potencial entre 
si, independente de qual é este potencial em relação à terra (veja na figura a seguir). Aqui surge o exemplo 
clássico do avião, onde todas as massas e elementos condutores da aeronave são interligados 
(equipotencializados), mas é obviamente impossível ligar tais massas e elementos condutores à terra 
propriamente dita. De qualquer forma, a equipotencialização realizada na aeronave é fundamental para a 
operação segura da instalação elétrica do avião, mesmo não existindo a figura do aterramento. 
 
 
Figura 7: Exemplo que ilustra o conceito de equipotencialização: as massas M são colocadas no mesmo 
potencial entre si, mas podem estar em um potencial diferente em relação à terra. 
 
No caso do avião, a existência de uma diferença de potencial entre o sistema elétrico do avião e a 
terra pode não ser importante – mas, na maioria das instalações elétricas, é muito importante que as massas, 
os elementos condutores e a terra estejam o mais próximo possível do mesmo potencial, evitando riscos 
de choques elétricos, mau funcionamento e danos aos equipamentos eletroeletrônicos. 
 
Aterramento, equipotencialização e a NBR 5410 
Uma vez entendido o conceito e a diferença entre aterrar e equipotencializar, a NBR 5410:2004, 
norma brasileira que rege as instalações elétricas de baixa tensão, prescreve a existência de: 
Medida 1: Uma “infra-estrutura de aterramento”, denominada “eletrodo de aterramento”, que está 
em contato direto com a terra. Este eletrodo pode ser constituído pelas armaduras de concreto das 
fundações; por fitas, barras ou cabos metálicos imersos no concreto das fundações; por malhas metálicas 
enterradas; por hastes, tubos, chapas metálicas enterradas. 
Medida 2: Uma equipotencialização principal que reúne, em um ponto chamado de Barramento de 
Equipotencialização Principal (BEP), entre outros, os seguintes elementos: armaduras de concreto e outras 
estruturas metálicas, tubulações metálicas de água, esgoto, etc., dutos metálicos de ar condicionado, 
condutos metálicos de linhas elétricas, condutor neutro da concessionária, etc. 
 
Medida 3: Um condutor de aterramento que interliga o eletrodo de aterramento ao BEP. Note que, com o 
uso deste condutor de aterramento, todas as massas e elementos condutores que estão equipotencializados 
(no mesmo potencial entre si) por meio da Medida 2 anterior são agora também colocados no mesmo 
 Medida 3: Um condutor de aterramento que interliga o eletrodo de aterramento ao BEP. Note que, 
com o uso deste condutor de aterramento, todas as massas e elementos condutores que estão 
equipotencializados (no mesmo potencial entre si) por meio da Medida 2 anterior são agora também 
colocados no mesmo potencial da terra obtido pela Medida 1. 
Medida 4: A partir do BEP, exige-se o uso de “condutores de proteção” que interligam as massas 
e os elementos condutores direta ou indiretamente ao BEP. Tais condutores de proteção, por força do 
costume, ainda hoje são chamados de fios terra, embora tal denominação não exista oficialmente. 
Em resumo, a NBR 5410 busca fazer com que todas as massas e elementos condutores estejam no 
mesmo potencial (equipotencialização) e que este potencial seja o mais próximo possível do potencial da 
terra (via sistema de aterramento). Com estas medidas, preservam-se a vida e o patrimônio. 
 
 
Figura 8: Exemplo de aplicação de um sistema de aterramento e equipotencialização num edifício de 
apartamentos. 
O termo “equipotencialização” representa o ato e o resultado obtido quando são colocadas em 
prática medidas para que a diferença de potencial entre dois ou mais corpos seja a mínima possível. 
Diferentemente do aterramento, que necessita que obrigatoriamente os elementos condutores tenham 
contato direto com a terra, a equipotencialização não envolve a ligação direta com a terra. Isso acontece 
devido à premissa básica desse processo de colocar os condutores no mesmo potencial entre si. 
É muito importante que em qualquer ligação os elementos condutores, as massas e a terra estejam o mais 
próximo possível de um mesmo potencial. Isso evita o risco de choques, o mau funcionamento dos 
equipamentos e danos aos equipamentos eletroeletrônicos. 
 
 
 
Como equipotencializar o sistema 
Para a realização da equipotencialização existe uma prática que é mais comum ser adotada. Ela 
consiste na interligação dos elementos metálicos não energizados que compõem o circuito em um mesmo 
potencial. Ou seja, a interligação das partes do circuito para que o potencial possa ser dividido nessas partes 
e, assim, ser igual entre elas. Normalmente, para a segurança dos envolvidos, essa ligação também envolve 
a terra, o que possibilita um potencial menor e o descarregamento do circuito. 
É importante ter atenção redobrada sobre alguns fatores: 
• Todas as massas de uma instalação devem estar ligadas aos condutores de proteção. 
• Em cada edificação deve ser realizada uma equipotencialização principal de todo o sistema, em 
condições especificadas, e tantas equipotencializações suplementares quantas forem necessárias 
das partes indivíduais do sistema. 
• Todas as massas da instalação situadas em uma mesma edificação devem estar vinculadas à 
equipotencialização principal da edificação e, dessa forma, a um mesmo e único eletrodo de 
aterramento. Isso sem prejuízo de equipotencializações adicionais que se façam necessárias, para 
fins de proteção contra choques e/ou de compatibilidade eletromagnética. 
• Massas simultaneamente acessíveis devem estar vinculadas a um mesmo eletrodo de aterramento, 
sem prejuízo de equipotencializações adicionais que se façam necessárias, para fins de proteção 
contra choques e/ou de compatibilidade eletromagnética. 
• Massas protegidas contra choques elétricos por um mesmo dispositivo, dentro das regras da 
proteção por seccionamento automático da alimentação, devem estar vinculadas a um mesmo 
eletrodo de aterramento, sem prejuízo de equipotencializações adicionais que se façam necessárias, 
para fins de proteção contra choques e/ou de compatibilidade eletromagnética. 
• Todo circuito deve dispor de condutor de proteção, em toda sua extensão. 
 
Relação com a norma NBR 5410 
Segundo a norma NBR 5410, um condutor de proteção em um sistema de equipotencialização pode 
ser comum a mais de um circuito. Além disso, um condutor de proteção pode ser comum a dois ou mais 
circuitos, desde que esteja instaladono mesmo conduto que os respectivos condutores de fase e sua seção 
seja dimensionados para a mais severa corrente de falta presumida e o mais longo tempo de atuação do 
dispositivo de seccionamento automático verificados nesses circuitos, ou em função da maior seção do 
condutor da fase desses circuitos. 
 
 Alguns elementos podem ser excluídos do processo de equipotencialização: 
• Suportes metálicos de isoladores de linhas aéreas fixados à edificação que estiverem fora da zona 
de alcance normal; 
• Postes de concreto armado em que a armadura não é acessível; 
• Massas que, por suas reduzidas dimensões (até aproximadamente 50 mm x 50 mm) ou por sua 
disposição, não possam ser agarradas ou estabelecer contato significativo com parte do corpo 
humano, desde que a ligação a um condutor de proteção seja difícil ou pouco confiável. 
 
Esse é um conceito fundamental para a definição da quantidade de luz mais adequada para cada 
situação. A iluminância é a quantidade de luz presente em um ambiente ou superfície e a unidade de medida 
utilizada é o LUX (lx). 
Existe uma Norma Técnica que determina o nível de Iluminância ideal para ambientes de acordo 
com as atividades que serão executadas no espaço. A norma é a NBR 5413 (Iluminância de Interiores) da 
ABNT. Conheça os principais níveis de iluminância residencial normatizados. 
 
 
Figura 9: Tabela relacionando Ambientes e suas quantidade de iluminância mínima. 
 
Para avaliar se um conjunto de iluminação artificial está bem dimensionado para o ambiente e para 
as tarefas que ali serão executadas você precisa calcular o nível de iluminância e confrontar com a tabela 
da norma ABNT. Mas, como calcular o nível de iluminância em um ambiente ou superfície? 
 
Esse cálculo é complexo e envolve uma série de fatores que interferem em maior ou menor grau na 
iluminância no ambiente. Os profissionais da Luminotécnica utilizam vários outros conceitos e ferramentas 
para definir com maior precisão a real necessidade de luz para cada ambiente. 
 
 
Esse cálculo é complexo e envolve uma série de fatores que interferem em maior ou menor grau na 
iluminância no ambiente. Os profissionais da Luminotécnica utilizam vários outros conceitos e ferramentas 
para definir com maior precisão a real necessidade de luz para cada ambiente. 
Aqui você encontra uma forma simplificada que vai te ajudar a ter uma ideia se a luminária e a 
lâmpada escolhidas fornecerão luz suficiente. 
A fórmula simplificada é: 
 
lm (fluxo luminoso da lâmpada) / m² do ambiente = lux 
Exemplo: 
Você tem um dormitório de 20 m² e quer instalar um plafon com três lâmpadas fluorescentes 
compactas de 11W (cada uma delas emite 700 lúmens). Qual a iluminância no ambiente? 
 
3 x 700 lm / 20 m² 
2.100 lm / 20 m² 
105 lux 
 
Segundo a norma ABNT um dormitório deve ter no mínimo 50 lux para a luz geral, portanto, 
concluímos que nesse caso, o plafon com três lâmpadas está superdimensionado. 
Outra forma de conduzir a análise é verificar primeiro a iluminância que a norma indica para 
determinado ambiente, para então, chegar à quantidade de fluxo luminoso necessária. 
 
X lm /20 m² = 50 lux 
X lm = 50 x 20 
X lm = 1.000 lúmens 
 
Para esse ambiente 1.000 lúmens é o ideal. A opção mais correta é um plafon com duas lâmpadas 
de 11W, que somam 1.400 lm. Podemos adotar esse padrão com mais lúmens, porque existe uma 
depreciação do fluxo luminoso basicamente por dois motivos: a existência de um difusor que reduz a 
emissão da luz para o ambiente e a depreciação do fluxo luminoso ao longo do tempo. 
A única maneira de conseguir uma avaliação precisa do nível de iluminância é com a utilização de 
um luxímetro ou fotômetro. 
Tomadas 
 
São dispositivos destinados às ligações de aparelhos eletrodomésticos e industriais e servem para fazer e 
desfazer as conexões com segurança e facilidade. Elas podem ser separada, por exemplo, uma sala de aula. 
 
Eel= 9 . 30 = 270 kWh 
 
São dispositivos destinados às ligações de aparelhos eletrodomésticos e industriais e servem para 
fazer e desfazer as conexões com segurança e facilidade. Elas podem ser fixadas nas paredes ou no piso. 
Diferem pela forma de sua aplicação, quantidade de seus contatos e por sua capacidade elétrica. Existem 
tomadas para instalações externas e embutidas. 
A forma dos contatos determina o tipo de pinos que a tomada pode receber. Há tomadas para pinos 
redondos, pinos chatos e também para ambos os pinos. A quantidade dos contatos determina a função da 
tomada, ou seja, limita o tipo de circuito em que a tomada pode ser instalada. Ela suporta correntes elétricas 
apenas até um certo valor. Se esse limite for ultrapassado, haverá perigo e os contatos podem-se queimar 
ou se fundir. Para evitar tais defeitos, cada tomada traz uma inscrição que mostra a carga máxima (tensão 
e corrente) que ela pode alimentar. 
Tomadas por ambiente 
Em uma residência, há uma quantidade mínima deste tipo de tomadas, que devem ser instaladas de 
acordo com a área dos cômodos. Para alguns ambientes, como a cozinha e o banheiro, há regras mais 
específicas e as tomadas devem ser posicionadas em locais pré-determinados (veja a tabela completa a 
seguir). 
Recomenda-se, porém, que a quantidade de tomadas seja maior do que o mínimo calculado. Dessa 
maneira é possível evitar o uso de extensões e benjamins, que consomem mais energia e podem 
comprometer a segurança da instalação elétrica. 
 
Residências: Casas e Apartamentos 
 
 
 Figura 10: Referenciais de norma para pontos de tomada de uso geral - Instalações 
elétricas de baixa tensão - (adaptado de NBR 5410). 
 
Cálculo prático para TUG’s 
Saiba como calcular a quantidade mínima de tomadas de uso geral (TUGs) para um apartamento 
com as características descritas a seguir: 
 
 
 
 com as características descritas a seguir: 
 
 
Figura 11: Esboço de uma planta baixa de um apartamento. 
 
1) Considere, quando necessário, a área e o perímetro (soma dos lados das paredes) de cada ambiente 
para identificar quantidade mínima de tomadas de uso geral. Depois, divida o perímetro pelo valor 
correspondente indicado na tabela da NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão. 
 
a) Área de serviço 
 
Perímetro = 1,5 m + 1,5 m + 1,5 m + 1,5 m = 6 m 
 
Quantidade mínima de tomadas = 6 / 3,5 = 1,71 
(o valor é sempre arredondado para o inteiro imediatamente acima) 
 
Quantidade mínima de tomadas = 2 
 
b) Cozinha 
 
Perímetro = 3,5 m + 1,5 m + 3,5 m + 1,5 m = 10 m 
 
Quantidade mínima de tomadas = 10 / 3,5 = 2,85 
 
Quantidade mínima de tomadas = 3 
(uma delas obrigatoriamente sobre a pia) 
 
Quantidade mínima de tomadas = 10 / 3,5 = 2,85 
Quantidade mínima de tomadas = 3 
(uma delas obrigatoriamente sobre a pia) 
 
c) Banheiro 
 
Pelo menos 1 tomada, junto ao lavatório 
 
d) Quarto 
 
Área = 2,5 m x 3 m = 7,5 m² 
(portanto, maior que 6 m²) 
 
Perímetro = 2,5 m + 3 m + 2,5 m + 3 m = 11 m 
 
Quantidade mínima de tomadas = 11 / 5 = 2,2 
 
Quantidade mínima de tomadas = 3 
 
e) Sala 
 
Área = 4,15 m x 3 m =12,45 m² 
(portanto, maior que 6 m²) 
 
Perímetro = 4,15 m + 3 m + 4,15 m + 3 m = 14,30 m 
 
Quantidade mínima de tomadas = 14,30 / 5 = 2,86 
 
Quantidade mínima de tomadas = 3 
 
2) Agora, some a quantidade mínima de tomadas em cada cômodo e descubra quantas tomadas, pelo 
menos, o apartamento deverá ter: 
Quantidade de tomadas no apartamento = tomadas na área de serviço + tomadas na cozinha + tomadas 
no banheiro + tomadas no quarto + tomadas na sala 
 
Quantidade de tomadas no apartamento = 2 + 3 + 1 + 3 + 3 
 
 
no banheiro + tomadas no quarto + tomadas na sala 
Quantidade de tomadas no apartamento = 2 + 3 + 1 + 3 + 3 
Quantidade de tomadas no apartamento = 12 
 
Portanto, o apartamento descrito no exemplo deverá ter, pelo menos, 12 tomadas de uso geral 
distribuídos por seus cômodos. 
Dimensionamento de TUG’s e TUE’s 
A NBR 5410 estabelece osseguintes critérios para a previsão do número mínimo de tomadas de Uso 
Geral (TUG’s): 
• Cômodos ou dependências com área igual ou inferior 6m² prever no mínimo um ponto de tomada. 
• Nas salas e dormitórios independe da área e cômodos ou dependências com mais de 6m² prever no 
mínimo um ponto de tomada para cada 5 metros ou fração de perímetro, espaçadas tão 
uniformemente quanto possível. 
• Nas cozinhas, copas, copas-cozinhas, área de serviço, lavanderias e locais semelhantes: prever uma 
tomada para cada 3,5 metro ou fração do perímetro, independente da área, e sobre o balcão da pia 
prever no mínimo duas tomadas. 
• -Halls, corredores, subsolos, garagens, sótãos e varandas, pelo menos 1 tomada. 
• Nos banheiros deve prever no mínimo um ponto de tomada junto ao lavatório com uma distância 
mínima de 60 cm do boxe. 
 
 
Figura 12: Esquema de ligação de tomadas de uso geral (TUG’s). 
 
Condições para se estabelecer a potência mínima de pontos de tomadas de uso geral: 
 
• Nos banheiros, cozinhas, copas, copas-cozinhas, área de serviço, lavandeira e locais semelhantes: 
 
Condições para se estabelecer a potência mínima de pontos de tomadas de uso geral: 
• Nos banheiros, cozinhas, copas, copas-cozinhas, área de serviço, lavandeira e locais 
semelhantes: Deve se prever o mínimo de 600 Volt-Ampere por ponto de tomada, até 3 
tomadas. Atribuir 100 Volt-Ampere para os pontos excedentes. 
• Nos demais cômodos pode ser prevista a potência de no mínimo 100 Volt-Ampere por ponto 
de tomada. 
• Condições para se estabelecer a quantidade de pontos de tomadas de uso específico (TUE’s): 
• De acordo com a NBR 5410, devem obrigatoriamente possuir circuitos exclusivos todos os 
equipamentos que solicitam corrente igual ou superior a 10 amperes, e os circuitos terminais 
que alimentam equipamentos de força motriz, como por exemplo, os aparelhos de ar-
condicionado. 
Para estabelecer a potência de pontos de tomadas de uso especifico devemos atribuir a potência 
nominal do equipamento a ser alimentado. 
 
 
Figura 13: Esquema de ligação de tomadas de uso especifico (TUE’s - monofásica). 
 
 
Figura 14: Esquema de ligação de tomadas de uso especifico (TUE’s - bifásica). 
 
 
Existem basicamente três maneiras de fazer associação de resistores, são elas: circuito com associação 
em série, circuito com associação paralelo e circuito com associação mista, que é formado pelo circuito 
em série e paralelo. Essas ligações são fundamentais na eletricidade, portanto através de um esquema 
de ligação mostramos como fazer uma ligação paralela e uma ligação em série, além de explicar o que 
 Existem basicamente três maneiras de fazer associação de resistores, são elas: circuito com 
associação em série, circuito com associação paralelo e circuito com associação mista, que é formado 
pelo circuito em série e paralelo. Essas ligações são fundamentais na eletricidade, portanto através de 
um esquema de ligação mostramos como fazer uma ligação paralela e uma ligação em série, além de 
explicar o que é circuito em série, circuito em paralelo e onde são mais usados, vamos lá pessoal! 
Podemos definir circuito como um caminho fechado, onde o fim e o início pertencem ao 
mesmo ponto. Já o termo circuito elétrico pode ser definido de forma simples como, um ou mais 
caminhos fechados onde a corrente elétrica percorre. Mas para que este conceito fique mais claro é 
necessário entender outros elementos presentes em um circuito elétrico e é isso que vamos explicar 
agora. 
Um circuito elétrico básico, que seja funcional é composto por uma fonte de tensão, podendo 
ser uma tomada, baterias, pilhas ou qualquer outra fonte onde haja uma diferença de potencial elétrico. 
Outro elemento básico em um circuito elétrico é a carga, que irá consumir a energia elétrica e 
transformá-la em outro tipo de energia, que posteriormente será utilizada como por exemplo, uma 
lâmpada, um resistor, um motor, equipamentos elétricos e etc. 
Por último, os condutores elétricos (cabos elétricos), que são fundamentais, pois são 
responsáveis em formar um caminho para conduzir os elétrons (corrente elétrica) entre a fonte que a 
produz e a carga que a consome, retornando para a fonte e iniciando um novo ciclo. 
 
O que é ligação em série? 
O circuito em série, também conhecido como ligação em série, é um circuito composto 
exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos ligados em sequência, ou seja, possuem 
apenas um ponto em comum entre eles. Sendo assim, a corrente elétrica será a mesma passando pelos 
componentes, independentemente da quantidade. 
 
 
Figura 15: Esquema de ligação com cargas em série. 
 
Esquema de um circuito com ligação em série. 
 
O que é ligação em paralelo? 
https://www.mundodaeletrica.com.br/o-que-e-um-circuito-eletrico/
 Esquema de um circuito com ligação em série. 
O que é ligação em paralelo? 
A ligação paralela, que também é conhecida como circuito paralelo, é um circuito composto 
somente por componentes elétricos ou eletrônicos ligados em paralelo, ou seja, possuem dois pontos 
em comum, sendo que a corrente elétrica se divide proporcionalmente ao valor de cada componente. 
 
Figura 16: Esquema de ligação com cargas em paralelo. 
 
Qual o melhor tipo de ligação fazer? 
Agora que sabemos um pouco sobre cada circuito, qual a melhor ligação a fazer? Série ou 
paralelo? É importante lembrar que além dessas duas ligações existe uma terceira, que é a ligação ou 
circuito misto, também conhecido como circuito série paralelo. Como o próprio nome já sugere, é um 
circuito cuja a sua composição é feita por elementos que estejam interligados em série e em paralelo. 
O circuito misto é o maior e mais complexo de todos eles, por ser composto de circuitos em 
série e circuitos em paralelo, cada circuito misto possui sua singularidade, por esse motivo só é 
possível analisar o comportamento da tensão e corrente elétrica por partes do circuito, fazendo a 
associação deles. 
Temos um clássico exemplo de ligação ou circuito em série, que é o pisca pisca! Em 
alguns modelos de pisca pisca, as malhas são ligadas entre si de forma paralela e as pequenas lâmpadas 
ligadas em série formam as malhas. Portanto, a maior evidência de que é uma ligação em série, é que 
quando queima ou retira uma das lâmpadas toda aquela malha (parte) para de funcionar, pois o fluxo 
de corrente é interrompido, não havendo um caminho alternativo para a corrente elétrica. 
A definição de onde é usada as ligações em série, paralelo e mista depende de muitos fatores! 
Por exemplo, dentro dos equipamentos e dispositivos elétricos e eletrônicos podem haver todos tipos 
de ligação, principalmente a mista. Já em instalações elétricas residenciais, prediais e industriais é 
usada a ligação paralela, porque a tensão deve ser a mesma em todos os circuitos da instalação, e ao 
contrário do que acontece na ligação em série do pisca pisca, quando você precisar trocar a lâmpada 
de uma ligação paralela, não haverá interrupção de energia para os demais equipamentos. 
 
https://www.mundodaeletrica.com.br/diferencas-entre-circuito-serie-e-paralelo/
 usada a ligação paralela, porque a tensão deve ser a mesma em todos os circuitos da instalação, e ao 
contrário do que acontece na ligação em série do pisca pisca, quando você precisar trocar a lâmpada 
de uma ligação paralela, não haverá interrupção de energia para os demais equipamentos. 
Podemos concluir que não existe uma ligação melhor que a outra ou que seja mais eficiente, é 
relativo! Cada uma das ligações se adéqua à necessidade de cada projeto ou esquema elétrico, como 
por exemplo, se será preciso entregar a mesma tensão para todas as cargas, se será necessário 
interromper o fluxo de corrente elétrica para a carga ou ambas as ações deverão ser realizadas em 
conjunto. 
Ligações com lâmpadas 
As ligações dos componentes em um circuito podem ser feitas de forma paralela ou em série. 
Um circuitoeletrônico contendo somente um componente é algo muito incomum, mesmo para 
o acionamento uma simples lâmpada, normalmente utiliza-se mais de um componente, geralmente 
uma fonte de energia, a lâmpada e um interruptor. 
Ligações em série 
 
Figura 17: Ligação em série com lâmpadas. 
 
Nas ligações em série, cada componente adicionado aumenta a resistência total do circuito, ou 
seja, a barreira entre as pontas do circuito eletrônico, sendo assim, a cada componente adicionado ao 
circuito, mais resistência será oferecida, então menos energia circulará, dividindo a tensão 
proporcionalmente a cada novo componente. 
 
Figura 18: Ligação em série com lâmpadas. 
 
Para as ligações em série, a tensão necessária para alimentar todo o circuito é soma da tensão de 
cada componente adicionado, logo: 
 
 
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 Para as ligações em série, a tensão necessária para alimentar todo o circuito é soma da tensão de 
cada componente adicionado, logo: 
 
 
Figura 19: Ligação em série com lâmpadas. 
 
No exemplo acima, se cada lâmpada consome 1A, o circuito consumirá apenas 1A total. 
As ligações em série tem como característica principal forçar a passagem da energia elétrica 
componente após componente, se um desses componentes queimar, todo o circuito será interrompido, 
a energia não circulará mais, e consecutivamente tudo para de funcionar: 
 
 
Figura 20: Ligação em série com lâmpadas. 
 
Ligações em paralelo 
 
 
Figura 21: Ligação em paralelo com lâmpadas. 
 
Para as ligações em paralelo, cada novo componente no circuito diminui a resistência total pois, como 
são ligados em paralelo, existem mais caminhos para a eletricidade percorrer, diminuindo assim a 
barreira entre o ponto de mais energia e o ponto de menos energia. 
 
 
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 Para as ligações em paralelo, cada novo componente no circuito diminui a resistência total 
pois, como são ligados em paralelo, existem mais caminhos para a eletricidade percorrer, diminuindo 
assim a barreira entre o ponto de mais energia e o ponto de menos energia. 
 
 
Figura 22: Ligação em paralelo com lâmpadas. 
 
Como a resistência diminui a cada novo componente, a tensão necessária para alimentar o 
circuito permanece inalterada, o que muda é a quantidade de energia que circulará devido à baixa 
resistência, ou seja, há um aumento de corrente. 
As ligações em paralelo tem como principal característica a independência de cada componente 
no circuito eletrônico, ou seja, se um componente queimar, os outros continuarão funcionando. 
 
 
Figura 23: Ligação em paralelo com lâmpadas. 
 
Nas ligações em paralelo, os componentes eletrônicos não podem operar a tensões diferentes, 
logo ao ligar em paralelo 2 lâmpadas de 110V e uma lâmpada de 36V, certamente a lâmpada de 36V 
queimará enquanto as outras funcionarão perfeitamente. 
 
 
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Figura 24: Ligação em paralelo com lâmpadas. 
 
Nos circuitos eletrônicos é muito comum mesclar ligações em série com ligações em paralelo, 
porém, deve-se precaver muito bem nesse tipo de ligação para evitar o mal funcionamento e prováveis 
queimas de componentes caso a combinação dessas ligações esteja incorreta. 
Dispositivo de manobra, de corpo termoplástico com furos para fixação, uma tecla ou alavanca 
que fecha e abre o circuito elétrico. No corpo estão indicadas, normalmente, a intensidade de corrente, 
10A, e a tensão, 250V. 
Eles podem se dividir em: 
• Interruptor de uma seção (simples) – possui dois bornes para ligação dos condutores. 
• Interruptor de duas seções – quatro bornes de ligação dos condutores e duas teclas ou alavancas 
que fecham e abrem os circuitos elétricos. 
• Interruptor paralelo – possui três bornes para ligação dos condutores. 
• Interruptor intermediário – possui quatro bornes para ligação dos condutores. 
• Interruptor bifásico – possui quatro bornes para ligação dos condutores. 
Tipos de lâmpadas 
Existem diversos tipos de lâmpada que cobrem praticamente todos os campos de 
aplicações. Toda esta variedade gera uma grande dúvida na hora da compra: qual é a função e 
indicação de cada uma? A seguir temos um guia prático dos principais modelos disponívei s no 
mercado: lâmpadas incandescentes, fluorescentes, halógenas, lâmpadas de LED e descarga. 
 
Lâmpadas incandescentes 
 
As lâmpadas incandescentes são as mais antigas no mercado e são indicadas para uso residencial 
e comercial, assim como também estão presentes na iluminação interna de geladeiras e fogões. 
 
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 As lâmpadas incandescentes são as mais antigas no mercado e são indicadas para uso 
residencial e comercial, assim como também estão presentes na iluminação interna de geladeiras 
e fogões. 
É um tipo de lâmpada com uma eficiência luminosa baixa (15 lm/W) e com o menor 
tempo de vida útil — em média cerca de 1000 horas —, sua luz é amarelada e emite calor. Por 
ser uma grande consumidora de energia este tipo de lâmpada está sendo substituída 
gradativamente e a principal alternativa têm sido as lâmpadas fluorescentes. 
 
Lâmpadas fluorescentes 
 
As lâmpadas fluorescentes, também conhecidas como lâmpadas eletrônicas, apresentam 
alta eficiência (de 50 a 80 lm/W), podem durar acima de 10 mil horas e têm baixo consumo de 
energia. São comercializadas em três modelos: tubular, compacta eletrônica e compacta não 
integrada. 
O modelo compacto possui praticamente a mesma eficiência do modelo tubular, porém 
com o tamanho reduzido. A diferença do modelo compacto eletrônico e compacta não integrada 
é que o primeiro apresenta o reator incorporado à base, já o segundo não, assim como o modelo 
tubular. 
São mais conhecidas nas cores branca ou azulada, mas também podemos encontrar outras 
opções semelhantes à luz da lâmpada incandescente comum. Na hora da compra procurar na 
embalagem onde estará presente a palavra Kelvin (K), unidade medida que expressa a aparência 
de cor da luz emitida. Quanto mais alta a temperatura de cor, mais clara é a tonalidade de cor da 
luz. 
As tonalidades mais claras (branca ou azulada) são indicadas para iluminação de 
ambientes dinâmicos, como áreas de trabalho, cozinhas e áreas de serviço. Já as tonalidades de 
luz suave (amarelada) são indicadas para ambientes aconchegantes, como quartos e salas. 
 
Lâmpadas halógenas 
As lâmpadas halógenas têm um funcionamento semelhante ao das incandescentes, mas 
são nomeadas assim por possuírem halogêneo em sua constituição. Apresentam a vantagem de 
conseguirem recuperar o calor libertado, reduzindo a necessidade de eletricidade para manter a 
sua iluminação, e assim também é considerada uma alternativa mais econômica para as 
lâmpadas incandescentes. 
 
Neste tipo de lâmpada é possível conseguir uma vida útil de até 4000 horas e um rendimento de 
cerca de 25 lm/W. Estão disponíveis no mercado em vários tamanhos e formatos para atender 
uma variedade de aplicações de iluminação. 
http://www.eletroenergia.com.br/293-2/
 
Neste tipo de lâmpada é possível conseguir uma vida útil de até 4000 horas e um 
rendimento de cerca de 25 lm/W. Estão disponíveis no mercado em vários tamanhos e forma tos 
para atender uma variedade de aplicações de iluminação. 
Este tipo de lâmpada emite uma claridade constante com autocontrole do facho de luz, 
sendo assim uma solução em iluminação dirigida, indicada para destacar objetos ou determinada 
área permitindo a criação de projetos que tornem o ambiente mais agradável e sofisticado. 
LâmpadasLEDs 
As lâmpadas de LED são consideradas o tipo de lâmpada mais tecnológica disponível no 
mercado. Sua tecnologia converte energia elétrica diretamente em energia luminosa, através de 
pequenos chips incorporados, seu consumo de energia é muito baixo e apresenta uma vida 
extremamente longa — aproximadamente 25 mil horas. Também são uma alternativa às 
lâmpadas incandescentes, com apenas 10 W iluminam o mesmo que a incandescente de 60 W, 
gerando uma redução de mais de 80%. 
Elas são comumente utilizadas como Iluminação de destaque em ambientes residenciais 
e comerciais, porém o preço é relativamente mais elevado se comparado aos outros tipos 
lâmpadas disponíveis. No entanto, vale ressaltar que elas são as mais adequadas por não 
poluírem o meio ambiente e proporcionarem um maior custo-benefício para quem as compra. 
Lâmpadas de descarga (HID) 
O princípio de funcionamento das lâmpadas de descarga baseia-se na condução de 
corrente elétrica em um meio gasoso. Por isso os modelos disponíveis no mercado se diferenciam 
pelo tipo de gás utilizado no processo de descarga. São eles: multivapores metálicos, vapor de 
sódio, vapor de mercúrio e lâmpadas mistas. 
Todos os modelos possuem baixo consumo de energia, têm o tamanho relativamente 
pequeno e a luz produzida é extremamente brilhante, possibilitando a iluminação de grandes 
áreas. São normalmente utilizadas em locais onde a reprodução de cor não é um fato importante, 
como em vias públicas, e também na iluminação interna de grandes lojas e fábricas. 
Agora que você já conhece os principais tipos de lâmpada, não deixe de comentar qual 
você utiliza na sua residência e ambiente de trabalho. 
Receptáculo ou Soquete 
Possui uma base de plástico ou porcelana, com rosca metálica interna, onde é atarraxada a 
lâmpada (incandescente, fluorescente compacta, led, mista, vapor de sódio e vapor de mercúrio), e os 
bornes nos quais são ligados os condutores. Serve como ponto de conexão entre a lâmpada e os 
condutores. Na base estão indicadas a intensidade da corrente e a tensão. Normalmente, as bases mais 
usadas são para roscas E-27 e a base E-40. 
http://www.eletroenergia.com.br/temperatura-da-cor-qual-a-lampada-de-led-ideal-para-seu-ambiente/
 
lâmpada (incandescente, fluorescente compacta, led, mista, vapor de sódio e vapor de mercúrio), e os 
bornes nos quais são ligados os condutores. Serve como ponto de conexão entre a lâmpada e os 
condutores. Na base estão indicadas a intensidade da corrente e a tensão. Normalmente, as bases mais 
usadas são para roscas E-27 e a base E-40. 
Para as lâmpadas fluorescentes tem-se o receptáculo composto de corpo de baquelita ou 
plástico, contatos, onde são introduzidos os pinos das lâmpadas, e bornes, para ligar os condutores. 
Reator 
Aparelho montado em caixa de chapa de ferro e imerso em massa isolante. Da caixa do reator 
saem os condutores em cores diferentes, a fim de facilitar sua ligação aos outros elementos da 
instalação. Há na caixa o esquema da ligação e características, tais como o número da lâmpada, tensão, 
potência, que devem ser obedecidas pelo instalador. Serve para proporcionar as duas tensões 
necessárias ao funcionamento da lâmpada. Há reatores próprios para cada tipo de lâmpada, como, por 
exemplo, convencionais, os de partida rápida e os eletrônicos. São utilizados em lâmpadas 
fluorescentes, vapor de mercúrio e vapor de sódio. 
Luminária 
Aparelho de iluminação composto de calha, receptáculos, lâmpada e acessórios. Algumas 
possuem o difusor, acessório que evita a luz direta e difunde a iluminação de maneira uniforme, 
fabricado em vidro, plástico ou acrílico. Ela é responsável pela proteção dos dispositivos elétricos da 
instalação de iluminação. Existem diversos tipos que podem ser embutidos, pendentes ou fixados 
diretamente à superfície. 
Eletrodutos 
São tubos de metal ou plástico, rígido ou flexível, utilizados com a finalidade de conter os 
condutores elétricos e protegê-los da umidade, ácidos, gases ou choques mecânicos. 
Há diferentes tipos de eletrodutos, que serão descritos a seguir: 
• Eletroduto rígido metálico – Tubo de aço dobrável ou ferro galvanizado, com ou sem costura 
longitudinal, fabricado com diferentes diâmetros e espessuras de parede, adquirido em vara de 
3 metros e dotado de rosca externa nas extremidades. 
• Eletroduto rígido plástico (PVC) – Tubo de plástico dobrável sem costura longitudinal, 
dotado de rosca externa na extremidade, fabricado com diferentes diâmetros e espessuras de 
parede, adquirido em vara de 3 metros. 
 
• Eletrodutos flexíveis metálicos (conduítes) – Estes eletrodutos não podem ser embutidos 
nem utilizados nas partes externas das edificações, em localizações perigosas. Devem 
constituir trechos contínuos e não devem ser emendados. 
 • Eletrodutos flexíveis metálicos (conduítes) – Estes eletrodutos não podem ser embutidos 
nem utilizados nas partes externas das edificações, em localizações perigosas. Devem 
constituir trechos contínuos e não devem ser emendados. 
Necessitam ser firmemente fixados por braçadeiras. Em geral, são empregados na instalação de 
motores ou de outros aparelhos sujeitos à vibração ou que tenham necessidade de ser deslocados em 
pequenos percursos. Também são utilizados em ligações de diversos quadros. Para a sua fixação, usa-
se o box reto ou curvo. São encontrados em diversos diâmetros, expressos em polegadas (1/2”, 3/4”, 
1”) e vendidos a metro. 
• Eletrodutos flexíveis plásticos (corrugado) – Tubo de plástico flexível, fabricado com 
diferentes diâmetros, sendo utilizados embutidos na parede. 
Calhas 
São canaletas de metal ou de material sintéticos utilizados para conter os condutores elétricos 
e protegê-los da umidade, ácidos, gases ou choques mecânicos. 
 
Luvas, Buchas e Arruelas 
• Luva – Peça de metal ou plástico, dotada de rosca interna com função de emendar eletrodutos. 
Ao se utilizarem as luvas para fazer junção de eletrodutos é importante observar o 
comprimento do tubo, que deve ser de 2cm para que a conexão seja perfeita. Se a tubulação 
ficar exposta ao tempo, é recomendável que se utilize veda-rosca, como material vedante entre 
roscas. Não utilize aperto excessivo, através do uso de chaves. 
• Luvas e conectores sem rosca – O uso de luvas e conectores sem rosca é prático e funcional 
nas instalações aparentes onde houver a utilização de conectores rígidos e demandam menor 
tempo de trabalho. Tanto luvas quanto conectores são encontrados com ou sem vedação, 
fabricados em borracha auto-extinguível. 
• Buchas e arruelas – Na montagem dos eletrodutos nas caixas, empregam-se porcas especiais, 
que existem em diferentes dimensões, adequadas aos eletrodutos com que devem trabalhar. As 
porcas que são colocadas pelo lado interno das caixas servem, principalmente, para proteger o 
isolamento dos condutores. As que são colocadas pelo lado externo das caixas servem para dar 
o aperto de fixação do eletroduto à caixa e são chamadas comumente de arruelas. 
• Curvas – utilizadas para o encaixe de eletrodutos, possibilitando um melhor acabamento. 
 
Caixa de Passagem 
 
Em todas as extremidades de eletrodutos em que há entradas, saídas ou emendas de condutores, 
ou nos pontos de instalação de aparelhos e dispositivos, devem ser usadas caixas que são fabricadas 
em chapas de aço, esmaltadas, galvanizadas ou em plástico, protegidas interna e externamente. 
As caixas possuem orelhas para a fixação de tampas, aparelhos ou dispositivos (interruptores 
e tomadas), assim como orifícios parcialmente abertos para a introdução e fixação dos eletrodutos. 
Nas instalações expostas, elas podem ser substituídas por conduletes. 
Caixa octogonal (ponto de luz) são caixas próprias para a utilização como pontos de luz. 
Algumas delas possuem fundo móvel, possibilitando a fixação de eletrodutos. Servem ainda como 
caixas de passagens e para conter emendas e derivações. 
O desenho abaixo mostra a localização de caixas,luvas, curvas, buchas, arruelas e tubos. A 
fixação dos eletrodutos e caixas é feita pela argamassa da estrutura ou por abraçadeiras. 
Conduletes roscáveis e sem rosca são usados para executar instalações com tubulações aparentes. 
Onde as condições de instalações exigem, utiliza-se fita veda-rosca como material vedante entre 
roscas. Não utilize aperto excessivo, através de uso de chaves. Obtém-se rosqueamento perfeito 
através de aperto manual. 
Conduletes sem rosca são um tipo de caixa de derivação sem rosca própria, para instalação 
aparente. Os eletrodutos são fixados às entradas por meio de parafuso. 
 
Fundamentais para diversos trabalhos dentro da construção civil e em diversos setores 
industriais, os equipamentos de corte garantem a realização de trabalhos como o acabamento de metais 
e corte de vidros, telhas, pedras, cerâmicas, tijolos e vários outros materiais. Os modelos mais 
populares de ferramentas são: serras normais ou de arco, serras de fita, furadeiras e fresadoras, 
motosserras, serrotes ou serra circulares. 
As Ferramentas 
Para poder trabalhar com eletricidade não podemos contar simplesmente com as nossas mãos. 
Precisamos de um certo número de ferramentas que, felizmente, não são das mais caras. 
Na verdade, existem algumas ferramentas sofisticadas que podem facilitar muito certos 
trabalhos, mas a relação custo/ benefício torna-as muito mais interessantes para os instaladores e 
eletricistas profissionais do que para os amadores. 
Por outro lado, existem as ferramentas obrigatórias, que são aquelas necessárias para realizar 
os mínimos trabalhos de reparação ou implantação numa instalação elétrica. 
A seguir, vamos dar uma relação dessas ferramentas obrigatórias que recomendamos que o leitor tenha 
à disposição, além de algumas que não são obrigatórias, mas que podem ajudar bastante. 
 
a) Chave de fenda 
 
à disposição, além de algumas que não são obrigatórias, mas que podem ajudar bastante. 
a) Chave de fenda 
Certamente esta é a ferramenta mais comum e a maioria das pessoas possui em casa. Para 
trabalhar com instalações elétricas é conveniente ter pelo menos duas chaves de fenda disponíveis. 
Uma pequena para fixar os pequenos parafusos que prendem, fios em terminais de interruptores 
e tomadas ou ainda de soquetes de lâmpadas. E uma grande, usada para os parafusos maiores e que 
exigem mais esforço, como, por exemplo, os que fixam os interruptores nas caixas embutidas ou 
isoladores em partes de madeira. 
 
b) Chave Philips 
Alguns dispositivos elétricos como disjuntores e aparelhos eletrodomésticos possuem partes 
presas com parafusos Philips. Para trabalhar com estes parafusos deve ser usada uma chave apropriada. 
O leitor deve ter pelo menos uma delas disponível. 
 
c) Alicate de corte lateral 
Esta é uma ferramenta muito importante, pois com ela cortamos os fios e, com habilidade, 
podemos até usá-la para descascá-los. 
Um alicate pequeno com o cabo isolado é indispensável nos trabalhos de eletricidade. 
Realmente, este alicate pode ser usado em muitas outras tarefas importantes relacionadas com as 
instalações elétricas. 
 
d) Alicate de ponta fina ou "bico de pato" 
Um alicate deste tipo será útil para dobrar ou puxar pontas de fios, ou mesmo segurar partes 
de componentes em determinadas posições. 
Trata-se de uma ferramenta importante no trabalho do eletricista e que não deve ser dispensada. 
 
e) Alicate de eletricista 
Este alicate é muito interessante possuindo algumas funções que ajudam especificamente o 
instalador. Conforme podemos ver pela figura 56, ele possui orifícios para encaixar fios e descascá-
los em dimensões que correspondem a diversos diâmetros. Com ele também podem ser cortados fios 
e feitas algumas outras operações importantes. 
 
f) Descascador de fios 
Se bem que o alicate de corte, uma lâmina ou ainda o alicate de eletricista possam ser usados 
para esta finalidade, existe uma ferramenta muito simples que consiste em duas lâminas que prendem 
firmemente a capa do fio e quando puxamos, a capa é removida a partir do ponto em que a ferramenta 
a prende. 
 
g) Lâmina ou canivete 
 
firmemente a capa do fio e quando puxamos, a capa é removida a partir do ponto em que a ferramenta 
a prende. 
g) Lâmina ou canivete 
Qualquer ferramenta de corte pode ser enquadrada nesta categoria, servindo para diversas 
finalidades como, por exemplo, raspar pontos de conexão oxidados, remover resíduos, cortar partes 
não metálicas de componentes de uma instalação, etc. 
h) Lima 
Uma lima plana pode ser de grande utilidade em muitos trabalhos. A remoção de oxidação de 
partes de uma peça de metal ou ainda, o acerto de uma superfície para encaixe podem ser feitos com 
ajuda desta ferramenta. O tamanho da lima não é importante, mas será bom para o eletricista dispor 
de uma pequena e uma grande. 
i) Cinzel 
Esta ferramenta pode ser muito útil, tanto para remover peças que estejam presas num local, 
como para fazer cortes em peças moles, etc. 
j) Martelo 
Algumas batidas podem ser necessárias à fixação ou retirada de certas peças, e para isso deve 
ser usado um martelo. O eletricista deve contar com esta ferramenta em sua maleta. 
k) Furadeira 
As furadeiras elétricas são comuns e relativamente baratas, e muitas pessoas as têm para uso 
geral em sua casa. Nos trabalhos de eletricidade esta ferramenta é importante. Um jogo de brocas para 
metal e para cimento ajuda em todos os trabalhos do eletricista. É claro que existe a opção barata da 
furadeira manual, que pode substituir a elétrica na maioria das operações. 
l) Serra de arco 
Uma serra de arco é importante para os trabalhos de corte de condutos de fios de metal, 
preparação de certas partes metálicas e muitos outros casos, em que seja necessário fazer o corte de 
partes de metal. 
m) Arame ou fita de passagem (passa-fios) 
Esta é uma ferramenta indispensável ao instalador. Trata-se de uma fita ou arame de aço que 
entra facilmente nos condutos elétricos e é usada para puxar os fios através deles quando se faz uma 
instalação. 
 
n) Teste de tensão 
 
 
n) Teste de tensão 
Este é um pequeno instrumento de grande utilidade para a verificação de existência de tensão 
num ponto de uma instalação. Ele consta de uma pequena lâmpada neon e duas pontas de prova que 
devem ser encaixadas no ponto em que se deseja fazer o teste. Uma variação deste tipo de teste é a 
chave de fendas com lâmpada neon interna. 
 
o) Lâmpada de prova 
Trata-se de uma lâmpada de 220 V num soquete com duas pontas de prova. Com ela podemos 
verificar se existe tensão num ponto qualquer de uma instalação e mais que isso: pelo brilho, podemos 
saber se a tensão no ponto analisado é de 110 V ou 220 V. Em 220 V ela acende com o brilho normal 
e 110 V ela acende com brilho reduzido. 
 
p) Teste de continuidade 
Trata-se de uma ferramenta que tem uma ponta de prova e uma garra-jacaré, e permite verificar 
a continuidade de circuitos, principalmente o funcionamento de interruptores. 
 
q) Multímetro 
Este pode ser considerado um instrumento "de luxo", se bem que seu preço seja relativamente 
baixo e pela sua utilidade compense plenamente tê-lo em casa. Na verdade, ele serve para testar 
praticamente qualquer aparelho que funcione com eletricidade e não somente a instalação. 
Dedicaremos um capítulo totalmente ao uso deste instrumento nas instalações elétricas. 
 
r) Lanterna ou farolete 
Um farolete de pilhas tem uma utilidade muito maior do que podemos imaginar: é só perder 
um parafuso ou uma pecinha pequena num canto escuro da instalação ou ter de ler a marcação de um 
valor de componente num local sem iluminação, para que o instalador entenda como esta ferramenta 
faz falta. 
 
s) Fita isolante 
Um rolo de fita isolante não pode faltar na maleta de trabalhos elétricos. Não importa a cor ou 
o tipo, pois a finalidade é a mesma e o eletricista não pode dispensá-la. 
 
t) Busca-pólo 
 
Trata-se

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