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UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA – UNAMA Curso de Serviço Social CHERLIANE MARIA ALMEIDA DA SILVA USO ABUSIVO DE ÁLCOOL E DROGAS POR POLICIAIS MILITARES: OS FATORES QUE INTERFEREM NA ADESÃO AO TRATAMENTO DE ALCOOLISMO E DEPENDÊNCIA QUÍMICA ENTRE POLICIAIS MILITARES ASSISTIDOS PELO CIPAS Belém-PA 2025 CHERLIANE MARIA ALMEIDA DA SILVA USO ABUSIVO DE ÁLCOOL E DROGAS POR POLICIAIS MILITARES: OS FATORES QUE INTERFEREM NA ADESÃO AO TRATAMENTO DE ALCOOLISMO E DEPENDÊNCIA QUÍMICA ENTRE POLICIAIS MILITARES Projeto apresentado ao Centro de Ciências Humanas e Social da Universidade da Amazônia na Disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso como requisito básico para a conclusão do curso de Bacharel em Serviço Social. Belém-PA 2025 1 APRESENTAÇÃO Este projeto de pesquisa visa abordar questões sobre alcoolismo e dependência química por policiais militares, cujo fenômeno é debatido de forma velada, e tem-se a necessidade de um olhar diferenciado para essa problemática, visto que o Policial Militar também está suscetível a ter problema com o uso de álcool e outras drogas O consumo de álcool e drogas pode prejudicar o trabalho de qualquer profissional. Na profissão Policial Militar o risco é inerente tendo o profissional a necessidade de portar arma de fogo atividades com alto grau de perigo. Além disso, a maioria das corporações contam com efetivo pequeno. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT,2005), os diversos problemas relacionados ao uso de drogas lícitas e ilícitas no local de trabalho fazem parte de um conjunto de assuntos que estão relacionados com a saúde do trabalhador, o bem-estar, a produtividade e responsabilidade junto a sociedade. Diversos ambientes laborais têm sido afetados pelo uso abusivo de álcool e drogas, ocorre na maioria das organizações e atinge todos os níveis, do topo da administração ao trabalhador de base e não é diferente na área de segurança pública. O consumo de álcool constitui um significante problema social, certo que o uso abusivo e os comportamentos de risco estão fortemente vinculados ao meio social de quem o consome sendo evidenciado pelas esferas mundiais de saúde devido a sua grande complexidade. 2 JUSTIFICATIVA A escolha do tema foi motivada pela experiência do Estágio Obrigatório I, realizada no Centro Integrado de Psicologia e Assistência Social – CIPAS. Através do contato com os usuários atendidos percebi a importância em entender os fatores que interferem na adesão do tratamento ao alcoolismo. Tomando ciência dessa problemática e da magnitude do tema e impulsionada pelo desafio de buscar respostas, visando atender o objeto de estudo surge como possibilidade de estudar atentamente essa problemática. Assim, recorremos a instrumentos que auxiliem e aprimorem os conhecimentos pertinentes ao tema. Nos dias atuais tem sido um grande desafio trabalhar certos temas especificamente na área da saúde, pelo fato da complexidade do fenômeno o que exige esforço em evitar simplificações reducionais. Como o caso da temática “álcool e outras substâncias psicoativas”, aponta a necessidade de um conhecimento amplo, mas para onde devam concorrer diferentes conhecimentos e aportes teórico-técnicos. No contexto histórico a questão do uso abusivo ou dependência de álcool e outras substâncias vem sendo trabalhada por uma ótica predominantemente psiquiátrica ou médica. Podemos observar que são evidentes as implicações que vem causando no meio social, psicológicas, econômicas e laborais, e que devem ser consideradas na compreensão global do problema. O Centro de Psicologia e Assistência Social – CIPAS atua na Instituição Polícia Militar há 11 anos, com ênfase na saúde e no bem-estar da tropa, sobretudo no acompanhamento as famílias de policiais que necessitam de atendimento especializado nas diversas esferas, laboral, saúde e familiar. O CIPAS tem como propósito estimular a consciência dos servidores militares da Corporação, que sofrem ou venham a sofrer com transtornos decorrentes do uso ou abuso de álcool e outras drogas, assim como orientá-los quanto a importância do reconhecimento de sua condição, direcionando-os para que busquem ajuda e adesão ao tratamento nas redes em atenção psicossocial disponíveis na localidade de Belém. Considerando a relevância na contribuição para entender os fatores que interferem na adesão ao tratamento de alcoolismo e dependência química por policiais militares, optou-se por conhecer de maneira aproximada, o trabalho desenvolvido no CIPAS. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2001), cerca de 10% da população dos centros urbanos de todo o mundo, fazem uso abusivo de substâncias psicoativa, independe da idade, sexo, nível de instrução e poder aquisitivo. Mesmo não sendo socialmente e juridicamente aceitável, ela está cada vez mais presente na sociedade contemporânea, vai além sobretudo em relação ao uso dos psicoativos lícitos, como álcool, estimulada por uma sedutora publicidade midiática e pelos psicotrópicos, largamente prescritos na prática médica. O uso indiscriminado dessas substâncias tem ultrapassado a vida privada do indivíduo e chegado ao seu ambiente de trabalho. Neste ambiente, considerado pelos altos índices estatísticos de violência como extremamente hostil e estressante, inevitavelmente policiais militares desencadeiam sintomas diversos na dinâmica pessoal e profissional, que culminam com prejuízos a sua saúde, e que influenciam de maneira decisiva no seu comportamento, dentro ou fora da corporação. Não obstante, os valores e princípios que cada policial traz imbuído na sua história de vida, que abrange sua formação educacional e o próprio forjamento aplicado no ambiente das academias militares. Este sujeito, ao decidir submeter-se a um concurso público para ser agente de segurança pública, não deixa de ser um ser humano vulnerável sob diversos aspectos. Logo, no início da carreira, ao longo de sua trajetória ou ao final desta poderá este policial militar, apresentar limites emocionais quanto ao enfrentamento do ambiente insalubre e violento com o qual trabalha e que requer das instituições policiais, e consequentemente dos seus agentes, uma participação sugada e constante do cumprimento da lei e da manutenção da ordem pública. Logo, em meio a dificuldade de enfrentamento da dinâmica do trabalho ou ainda por questões relacionadas a vulnerabilidade financeira, discriminação e preconceitos, conflitos familiares, fragilidades emocionais, diversão, prazer, decepções e traumas diversos, entre outro, vem aumentando nas corporações militares o quantitativo de dependentes de álcool e outras drogas, que na ocasião mostram-se como atenuantes, pontos de apoio ou válvulas de escape aparentemente inofensivas ou passíveis de controle por àquele que passa a fazer uso. Nas Instituições Militares encontram-se os policiais, profissionais com a complexa missão de assegurar a execução da política de Segurança Pública, colocando em risco a sua própria vida. Estudos atuais já revelaram que o trabalho policial é um dos mais estressantes que existe, haja vista a natureza do seu trabalho que o expõe a um constante desgaste físico, mental e emocional. E nesse contexto que o trabalho apresenta como questão investigativa: quais os fatores que interferem na adesão ao tratamento de alcoolismo e dependência química entre policiais militares e qual a compreensão dos policiais sobre o tratamento. 3 HIPóTESE 4 OBJETIVOS 4.1 GERAL Analisar os fatores que interferem na adesão ao tratamento de alcoolismo e dependência química entre policiais militares. 4.2 ESPECÍFICOS · Traçar o perfil dos militares acompanhados pelo CIPAS. · Realizar o levantamento dos militares assistidos pelo CIPAS nos anos de 2016 e 2017 que não estão aderindo ao tratamento de substâncias psicoativas. · Investigar os fatores que interferem na adesão ao tratamento entre os policiais militares assistidos pelo CIPAS. 5 REFERENCIAL TEÓRICO Tomando como parâmetro as reflexões acercada temática sobre o uso abusivo de alcool e drogas por policiais militares, em especial, com a não adesão ao tratamento, a seguir será apresentado brevemente as contribuições teóricas referentes ás categorias analiticas que irão ajudar em nossas reflexões, logo para um melhor da temática, escolhemos 3 categorias para subsidiar a pesquisa: 5.1 Breve considerações sobre Segurança Pública A política de segurança pública implantada pelo governo de Lula surgiu em 2001, a partir da elaboração, por parte da ONG Instituto da Cidadania, do Projeto de Segurança Pública para o Brasil, que serviu de base para o programa de governo durante a disputa eleitoral em 2002 ( CARVALHO & SILVA, 2011, P. 63) A segurança pública é uma atividade pertinente aos órgãos estatais, e à comunidade como um todo, realiza com o fito de proteger a cidadania, prevenindo e controlando manifestações da criminalidade da violência, efetivas ou potenciais, garantindo o exercício pleno da cidadania nos limites da lei. A política de segurança pública, consubstanciada a partir do processo de implantação do SUSP, com o objetivo de controle e redução da violência e da criminalidade, estabeleceu o planejamento de ações integradas por parte de órgãos da segurança pública [...] ( CARVALHO & SILVA, 2011, P. 63). A história da segurança pública no Pará não pode ser relatada sem antes esbarrar no surgimento e na evolução dos serviços policiais disseminados por todo o país, dando início ao processo de implantação de um sistema de segurança pública na sociedade, conforme preceitua até os dias de hoje, o artigo 144, da Constituição Federal do Brasil de 1988. Art. 144. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos: I - polícia federal; II - polícia rodoviária federal; III - polícia ferroviária federal; IV - polícias civis; V - polícias militares e corpos de bombeiros militares. As primeiras instituições policiais foram criadas antes da Independência do Brasil, em pleno período imperial (1822-1889). Por conta das disputas de poder, num cenário econômico conturbado e uma sociedade conservadora, surgiram as duas principais instituições policiais que até hoje atuam na linha de frente do novo modelo sistêmico de segurança pública - as Polícias Civil e Militar. 5.2 A Policia Militar e a ordem pública A Polícia Militar do Estado do Pará (PMPA) é uma instituição se segurança pública, criada em 1818, no governo de Conde Vila Flor, este recebeu inicialmente a denominação de “Corpo de Polícia”, sendo comandado por José Victorino de Amarante, o qual pertencia ao Corpo de Artilharia da Capitania do Grão-Pará e Rio Negro, logo para se chegar a um nome final tiveram que passar por vários outros, e somente com decreto 1516, de 09 de fevereiro de 1935, passa a ser reconhecida como Policia Militar do Pará. A Polícia Militar é um dos segmentos estatais presentes em todas as sociedades, seja na execução da atividade cotidiana de policiamento, seja em eventos ou nas grandes tragédias aliados à constante exposição na mídia por fatores positivos e negativos. Tal papel é desempenhado por seus agentes, sujeitos essenciais no desenvolvimento das atividades, quer seja do ponto de vista a nível administrativo, preventivo ostensivo, cuja práxis requer ação imediata numa sociedade complexa e extremamente variável de interações pessoais que envolve situações de conflito e dramáticas, onde as pessoas podem configurar-se de diferentes maneiras, ora como vítimas, ora como agressores, ora como espectadores diretos ou indiretos, outras vezes como parceiros ou adversários, ou as vezes necessitando de auxílio e proteção, mas todos com o objetivo de ter seus direitos resguardados pelos agentes de aplicação da lei, Em linhas gerais define-se Polícia como um mecanismo das forças públicas que tem o encargo de manter ou restabelecer a ordem pública, a fim de garantir a liberdade, a propriedade e a segurança individual e coletiva da sociedade como um todo, que compõe o Estado, dono do poder, da coerção para o cumprimento da matéria legal. (FERREIRA, 199, p. 274). O conceito da instituição Polícia indica sua própria função, e essa vem se moldando no decorrer da história, conforme o contexto sócio-econômico-cultural vigente. As polícias militares (PMs) foram criadas como “força auxiliar do exército” e, portanto seguiram os mesmos pressupostos de ação no que se refere à hierarquia e disciplina, adotando também a forma de treinamento, as técnicas de combate e o aperfeiçoamento tático desse segmento das Forças Armadas. Pode-se dizer que Polícia é a instituição que tem a legitimidade de agir, quando alguma coisa que não deveria acontecer, caso aconteça, algo tem que ser feito. 5.2 Álcool e drogas A dependência química está classificada entre os transtornos psiquiátricos, sendo considerada uma doença crônica que pode ser tratada e controlada simultaneamente como doença e como problema social, (OMS, 2001). Por se tratar de uma doença crônica leva a pessoa a uma progressiva mudança de comportamento, gerando uma adaptação a doença, a fim de proteger o uso da droga. Ainda na concepção da dependência química como doença, ela é caracterizada como progressiva, incurável, mas tratável, apesar de problemas significativos para o dependente. É uma doença de evolução própria, que pode levar à insanidade, prisão, morte ou ao tratamento. O Ministério da Saúde define o alcoolismo como: bebedor moderado, alguém que utiliza a bebida alcoólica sem dependência e sem problemas decorrentes de seu uso; o bebedor-problema, alguém problema que apresente qualquer tipo de problema (físico, psíquico ou social) decorrente do consumo de álcool; e o dependente do álcool, alguém que apresente estado psíquico e/ou físico caracterizado por relações que incluem uma ingestão excessiva de álcool, de modo contínuo ou periódico (BRASIL, 2012). Deste modo, o álcool e seu consumo abusivo é, certamente, um dos maiores fatores que contribuem para situações de risco para a população brasileira como também para o adoecimento. Esferas governamentais reforçam que o alcoolismo é uma doença e que se encontra em percentual elevado, sua separação de consumo por gênero encontra-se crescente em homens, um ano após a primeira pesquisa em 2010, é quase três vezes maior do que entre as mulheres – 26,2% e 9,1% (BRASIL, 2012). De acordo com o ministério da saúde a relação entre o uso do álcool, outras drogas e os eventos acidentais ou situações de violência, evidencia o aumento na gravidade das lesões, assim como diminui sua estimativa de vida, expondo a comportamentos de riscos A dependência das drogas é transtorno onde predomina a heterogeneidade, a que afeta as pessoas de diferentes maneiras, por diferentes razões, em diferentes contextos e circunstâncias. Muitos consumidores de drogas não compartilham da expectativa e desejo de abstinência dos profissionais de saúde, e abandonam os serviços. Outros sequer procuram tais serviços ou a práticas preventivas e de promoção é baixo, não contribuindo para a inserção social e familiar do usuário. Nos últimos anos, evidências científicas têm revelado a necessidade de conhecer o padrão de uso de álcool, que, dependendo da forma, elevaria o risco de desenvolvimento de problemas de saúde, familiares, ocupacionais, entre outros. Junto ao volume total de álcool consumido, a relevância do conhecimento do padrão de consumo como indicativo de problemas, tem sido bastante relatada. Por outro lado, algumas pesquisas têm apontado que o padrão de uso, especialmente de leve a moderado, pode assumir um papel protetor a saúde, especialmente quanto ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares (SILVEIRA et al, 2008). O II Levantamento domiciliar sobre o uso de álcool e drogas no Brasil, organizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), o qual encontrou que o uso de álcool na vida nas 108maiores cidades do País foi de 74,6%. O menor uso de álcool ocorreu na região Norte (53,9%) e o maior no Sudeste (80,4%). Apesar destes percentuais se vincularem à baixa frequência de consumo (uma vez na vida), deve-se ressaltar que, no Brasil, a estimativa de dependentes de álcool foi de 12,3%, sendo os dados para o Nordeste próximos de 14% (CARLINI et al. 007). 6 METODOLOGIA O método que deverá orientar a realização da pesquisa é o método marxista, pois o marxismo é a teoria que embasa o projeto profissional do Serviço Social, sendo que o método marxista permite conhecer a realidade social em sua totalidade (singularidade, universalidade e particularidade), e concebe a realidade social como um movimento contraditório, dotado de múltiplas determinações, sendo capaz de entender a essência do fenômeno pesquisado, ultrapassando o nível da aparência, do imediato (Pontes, 2010). A pesquisa deverá ser dividida em Pesquisa Bibliográfica, Documental e Empírica. A pesquisa bibliográfica será realizada a partir de autores que abordem essa temática. A pesquisa documental será feita a partir do levantamento de dados sobre a o quantitativo de militares que fazem uso abusivo de álcool e drogas, através de livros e processos de atendimento. Pretendo também realizar pesquisa empírica no CIPAS para a realização de entrevista com usuários, Assistentes Sociais e outros técnicos, para melhor compreender a dinâmica da instituição, bem como as dificuldades e os desafios a adesão ao tratamento de álcool e outras drogas. Essa pesquisa será importante para criar e compartilhar novos conhecimentos, tanto com os discentes do curso de Serviço Social, quanto os docentes e outros profissionais, não apenas assistentes sociais. 7 – ANÁLISE DOS RISCOS E BENEFÍCIOS DA PESQUISA: RISCOS: Não há riscos previsíveis. BENEFÍCIOS: Contribuir com as Assistentes Sociais do CIPAS e também as demais, como formar de aprofundar o conhecimento dos acadêmicos em relação a essa temática. 8 – CRONOGRAMA: Atividades Ano: 2018 ago Set out nov dez Elaboração do projeto de pesquisa Qualificação do projeto de pesquisa Submeter ao comitê de ética Aprovação ao comitê de ética X Pesquisa de campo X X Sistematização e análise dos dados X X Entrega da versão final do artigo X Apresentação oral à banca examinadora X 9 – ORÇAMENTO: Especificação Quant. Valor unitário R$ Valor total R$ Xerox 20 R$ 00,10 R$ 20,00 Caneta esferográfica 10 R$ 1,00 R$ 10,00 Papel A4 500 R$ 15,00 R$ 15,00 Pen Drive 01 R$ 40,00 R$ 40,00 Transporte 60 R$ 01,55 R$ 81,00 Total Geral 166,00 10 – REFERÊNCIAS: MINISTÉRIO DA SAÚDE. A Política do Ministério da Saúde para atenção integral a usuários de álcool e outras drogas. Brasília: Editora MF, 2003. SOUSA, Reginaldo; MORAIS, Maria. POLÍCIA E SOCIEDADE: uma análise da história da segurança pública brasileira. São Luiz- Maranhão, 2011. SILVA, Elvys. O Consumo de drogas ilícitas e ilícitas por policiais militares estaduais: Artigo Científico. Pós-Graduação Lato Sensu – Especialização em direito Militar Contemporâneo do Núcleo de Pesquisa em Segurança Pública e Privada da Universidade Tuiuti do Paraná – UTP, de Curitiba, 2013. COSTA, I.F., BALESTRERI, R.B. Segurança Pública no Brasil: um campo de desafios BRASIL. Ministério da Justiça. Texto Base. 1ª. Conferência Nacional de Segurança Pública. Brasília, 2009. COSTA, Ivone Freire. Polícia e sociedade: gestão da segurança pública, violência e controle social. Salvador: EDUFBA, 2005. SOARES, L. E. 2003. Novas políticas de segurança pública. Estudos Avançados, São Paulo, v 17, n. 47. PONTES, Lucia: BOVA, Silvacassio. As Ongs e as políticas públicas na construção do estado democrático. Secretaria de Estado de Segurança e Defesa Social – SEGUP. O contexto histórico da Segurança Pública no Pará. Disponível em: http://www.segup.pa.gov.br/node/169 Acesso em: 04 de Dezembro de 2017. CORRÊA Rosália et al. OS PRINCÍPIOS QUE ORIENTAM AS INSTITUIÇÕES POLICIAIS E A RELAÇÃO COM OS DIREITOS HUMANOS. Belém – PA. SENADO. Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas. Disponível em: https://www.senado.gov.br/atividade/const/con1988/CON1988_05.10.1988/art_144_.asp . Acesso em: 04 de dezembro de 2017.