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RESUMO MECANISMO DE AGRESSÃO E DEFESA 
Introdução ao Estudo do sistema imunológico e aos órgãos linfoides 
· O conjunto de células, tecidos e moléculas responsáveis pela defesa do organismo, a partir do reconhecimento (self e non-self) e eliminação de patógenos e da reparação tecidual e celular, com o intuito de manter a hemeostasia 
· Rede eunâmica e altamente interativa 
· Resposta coletiva e coordenada 
Competentes do sistema imunológicos 
	barreiras
	barreiras
	Barreiras
	Físicas 
	Químicas
	Microbiológicas
· Peles 
· Muco
· Reflexo de piscar 
· Pelos e muco das narinas 
· Cílios traqueais e pulmonares 
· Reflexos de tosse e espirro 
· Sebo e suor 
· HC1 e enzimas digestivas 
· Lisozima e fosolipase A nas lágrimas e saliva
· PH ácida na vagina 
· B defensinas produzidas pelos epitélios 
· Enzimas protedilicas e peptídeos antimicrobianos no intestino delgado 
· Microbiota residente
1. Pele 
2. Boca
3. TGL
4. Vagina 
Neutrófilo 
· Leucócitos mais abundantes no sangue periférico 
· Especializados em fagocitose 
· Citotoxidade mediada por anticorpos 
· Secreção de lisozimas, defensivas e proteínas catiônicas 
· Localização: sangue – tecidos 
Monócitos 
· Maior de todos os leucócitos (15 a 50mn)
· Presença de um ou mais nucléolos 
· Especializados em fagocitose e apresentação de santígenos
Eosinófico 
· Representam de 3 a 5% dos leucócitos 
· Núcleo bilobulada e granulações citoplasmáticas 
· Secreção de peroxidades, arilsufatase, fosfatase ácida e fosfolipase 
· Doenças alérgicas, paraistárias e neoplásicas 
· Localização: sangue – tecidos 
Basófilo 
· Gramulócitos (80 grânulas grandes por células) 
· Núcleo bilobulado ou irregular 
· Presença de grânulos secretores de histomina 
· Doenças alérgicas mediadas por IgE
· Localização: sangue - tecidos 
Mastócito
· Maior que o basófilo/menor resposta em relação dos basófilos 
· Gramulócitos (100 grânulos pequenos por células) 
· Núcleo redondo e regular 
· Presença de grânulos secretores de histomia e heparina 
· Reações inflamatórias e alérgicas 
· Localização: tecidos 
CÉLULAS DENDRÍFICAS 
· Conexão entre resposta imune inata e adquirida 
· Apresentadores de antígeneo a linfócitos T mais 
· Regulação da resposta imunológica 
· Migram de tecidos periféricos para os gânglios linfáticos 
· Localização: órgãos linfoide e tecidos 
LINFÓCITOS T 
· Alta capacidade de alteração morfológica 
· Núcleo grande e denso/fina camada de citoplasma 
· Regulação da resposta imune, ativação de fagocitose e linfócitos B 
· Imunidade celular – produção de citocinas 
· Podem ser tipo CDH (Th) ou CD8 (TC) 
· Localização: órgãos linfoides e sangue – tecidos 
LINFÓCITOS B 
· Alta capacidade de alteração morfológica 
· Núcleo grande e denso/fina camada de citoplasma 
· Imunidade humoral – produção de anticorpos (imunoglobinas) 
· Localização: órgãos linfoides e sangue 
NATURAL KILLER 
· Constituem 10 a 20% dos leucócitos no sangue 
· Citoplasma granular 
· Maturação timo – independente 
· Respostas rápida – citotoxidade e síntese de citocinas 
· Distrução de células tumorais e infectadas por vírus 
· Localização: sangue – tecidos 
	Órgãos Linfoides 
	Medula Óssea 
	Primários
	
Estroma: tecido responsável pela sustentação, nutrição, proliferação e diferenciação das células hemato poéticas 
Células hemato poiética: células sanguíneas em desenvolvimento 
Vermelha: produção de células sanguíneas 
Amarela: constituídas principalmente por tecido adiposo presente apenas em adultos 
ESTÍMULO = estacdo que inicia para o estado de diferenciação 
· Formação dos pré- linfócitos T
· Formação de linfócitos B maduros 
TIMOS 
· Maturação dos linfócitos T ( pró-linfócitos) produzidos na medula óssea. Por meio da produção de fatores de desenvolvimento e proliferação do linfócitos T 
· Timosina alfa 
· Timopetina 
· Timulina 
· Fator tímica humoral 
ÓRGÃOS LINFOIDES SECUNDÁRIOS 
· Linfonodos 
· Baço 
· Tonsilas e adenoide 
· Agregados de linfócitos e células apresentadoras de antígenos
· Pulmões 
· Mucosa do trato digestório 
NALT- tecido linfoide associado à mucosa 
GALT- tecido linfoide associado ao TGI 
· BALTA – tecido linfoide associado os brônquios 
· NALT – tecido linfoide associado as mucosas nasais 
· SALT – tecido linfoide associado á pele 
· VALT – tecido linfoide associado aos vasos 
· CALT – tecido linfoide associado ao olho (conjuntivite) 
· GALT 0 tecido linfoide associado ao TGE
FUNÇÃO DE BARREIRA 
· Enzimas proteolíticas gástricas, intestinais e pancreáticas 
Peristaltismo 
· Mucima: glicoproteína responsável pela viscosidade do muco 
· Tighnt jucotins 
· Células dendrificas, macrófagos e linfócitos T e B presentes na placas de Peyer e nos linfonodos mesentéricos 
· Células de Panath; secretam lesozimas TNT-a criptidinas (antimicrobianas) e hormônios que regulam a secreção, a mobilidade, o fluxo sanguíneo intestinal e a diferenciação celular 
· Microbiota; secreção de substancias antimicrobianas (ciolicinas), produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) e competição por sítios de adesão 
RESPOSTA INFLAMATÓRIA 
Imunidade inata 
· Neutrófilas, macrófagos, essiófilos, basófilos, mastócitos e células NK 
· Sistema complemento e citocinas derivados de macrófagos (TNT-a) 
· Baixo especificidade 
· Não possui memória 
 Imunidade adaptativa 
· Linfócitos T (TN e TC) e B 
· Anticorpos e citocinas (IFN-y) 
· Alta especifidad 
· Possui memória 
RESPOSTA IMUNE INATA E INFLAMAÇÃO 
Mecanismo de reconhecimento de patógenos 
· Quando agentes infecciosos ultrapassam as barreiras do sistema imune alcançando os tecidos subjacentes, entram em contato com populações de células da imunidade inata 
· A interação dessas células com os agentes infecciosos ocorre por intermédio de Padrão (PRR), Receptores de reconhecimento os padrões em respostas à inflamação moleculares associados a Patógenos (PAMP)
PAMP 
· Estruturas comuns conservadas evolutivamente e essenciais para a sobrevivência dos microorganismos 
· Flageliva – componente do flagelo bacteriano 
· LPS – lipossacarídeo da parede de bactérias Gram – negativos 
· Zimosan – componente da parede celular de fungos 
· DS RNA- RNA dupla fita, comum em alguns vírus 
PRR 
· Encontrados em diferentes populações celulares e pode estar presente tanto na membrana plasmáticas ou citoplasmas 
· Receptores tipo Tell (TLR) 
· Receptores tipo RIG- (RLR) 
· Receptores tipo Nod (NLR)
· Quando ocorre a interação PAMP-PRR, há ativação de sinais intracelulares que culminam na indução da transcrição de genes importantes para a ativação celular, produção de mediadores inflamatórios e a indução da fagocitose 
· Diferentes PRR são expressos numa mesma célula, o que faz que esta tenha capacidade de reconhecer várias desses de microorganismos 
COMPONENTES DA IMUNIDADE INATA 
· Classe de proteínas, sintetizadas no fígado, cujo concentração no soro ou no plasma aumenta (+) ou diminui (-) em resposta inflamatória 
PFA POSITIVO 
· Proteína – C reativa 
· Amilóide A 
· Ceruloplasmina 
· Haptoglobina 
· Proteína ligadora de manose 
· Ativação do sistema complemento 
· Quimotaxia do neutrófilos e macrófagos 
· Opsonização de microorganismos 
PFA NEGATIVOS
· Pré-albumina 
· Albumina 
· Transferrina 
ALBUMINA síntese diminuída pelas citocinas pró-inflamatórias, aumento da permeabilidade vascular, com consequente saída para os espaços extravasculares 
TRANSFERINA consequências da produção diminuída por danos hepatócitos decorrentes da inflamação 
PROTEÍNAS DE ALIMENTO 
· Série de pró-enzimas plasmáticas, sitentizada pelo fígado e por macrófagos, que podem ser ativadas por microrganismos e complexos antígeneo- anticorpo. Quando ativadas, isso cascota enzimática resulta na quimitáxia de leucócitos, lise de microrganismos e no aumento do processo de fagocitose devido à opsonização (MACRAÇÃO) 
CITOCINAS 
· Proteínas secretadas por leucócitos em resposta a microrganismos ou antígenos que se ligam a receptores específicos e influenciam a atividade, a diferenciação e influenciam a atividade, a diferenciação a proliferação e a sobrevida das células imunológicas, assimcomo regulam a produção e a atividade de outras citocinas 
· Existem em grande variedade e atuam no organismo de forma autocrina parócrima ou endócrina 
· Podem ter ações:
1. Polietropica 
2. Redundante 
3. Sunérgica 
4. Antagônica 
· Pró-inflamtória 
1. IL – 1 
2. IL – 2 
3. IL – 6 
4. IL – 7 
5. TNF – A 
· Anti- inflamatórias 
1. IL – 4 
2. IL – 10 
3. IL – 13
4. TGF – B
QUIMIOXINAS 
· Classe de citocinas secretadas por leucócitos com a finalidade exclusiva de recrutar leucócitos para os sítios da infecção e tecidos linfoides. Também atuam via ligação a receptores específicas na superfície celular e possuem ação autocrina e parácrina 
Pró-inflamtórias 
· Liberação induzida durante a resposta inflamatória em sítios de infecção 
HEMEOSTÁTICAS 
· Controle da migração celular durante o desenvolvimento e manutenção dos tecidos 
Quimioxinas CC (B) 
· Estimulam a quimiotaxia de monócitos basófilos, eosinófilos, linfócitos T e células NK 
Quimioxinas CXC (a) 
· Estimulam a quimiotaxia de neurotrófilos 
Moléculas de adesão 
· Responsáveis pela transmigração dos leucócitos para o local da inflamação. Ativadas por citocinas e quimioxinas 
· Leigam-se a moléculas de oligossacarídeos do tipo lialil- lewis x e promovem o ROLAMENTO dos leucócitos 
· L- SELECTINAS = expressas em leucócitos 
· P – SELECTINAS = expressas no endotélio vascular 
· E – SELECTINAS = expressas no endotélio vasculas 
INTEGRINAS
· Ligam-se aos ligantes de integrinas no endotélio vascular e promovem a ADESÃO dos leucócitos 
· Tipos de ligantes de integrinas 
· ICAM – 1: molécula 1 de adesão intercelular 
· VCAM – 1 : molécula 1 de adesão da célula vascular 
PECAM 
· Moléculas de adesão expressa nos leucócitos e no endotélio vascular e promovem a TRANSMIGRAÇÃO dos leucócitos (dia pedese) 
· PECAM-1: molécula de adesão celular endotelial aloquetária 
FAGOCITOSE 
1. Fagocitose do patógeno 
2. Formação do fagossame e fusão com o lisossomo celular 
3. Degradação do patógemo 
· Enzimas proteolíticos 
· Espécies reativas de oxigênios 
· Ânion superóxidos 
· Peróxido de hidrogênio 
· Espécies reativas de nitrogênio
· Acido nítrico 
4. Conversão de antígeneos em fragmentos de peptídeos 
5. Exocitose 
RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA 
Apresentação de antígeneos 
Sinal 2
CD80/CD86 – GRUPAMENTO DE DIFERENCIAÇÃO 
· Moléculas co-estimulatórios 
· Induzem a proliferação dos linfócitos 
· Funcionam juntamente com a secreção de citocinas, envolvidas dos linfócitos 
CD28 – GRUPAMENTO DE DIFERENCIÇÃO 
· Molécula co-receptores 
· Interagem com o CD80 e CD/86
Sinal 1 
MHC – COMPLEXO PRINCIPAL DE HISTOCOMPATIBILIDADE 
· Classe de moléculas que apresentam antígeneos proteixos 
· Tipo I (todas as células) e tipo FF (APCs profissionais – B,MO, DC) 
· Pouco especifidade 
Sinal 1 
TCR – RECEPTORES DE CÉLULAS T 
· Classe de moléculas que reconhecem antígeneos proteicos 
· Alta especificidade 
· Co- receptores CD4+ ou CD8+
M HC I – CD8+ T citotóxico
Antígeneos intracelulares – células infectadas 
 T auxiliar 
 “ T helperTH)”
MMHC – CDH +
· Antigeneos extracelulares – oriundos da fagocitose 
LINFÓCITOS T 
Linfócitos T CD8 citotóxicos 
· Reconhecem antígeneos intracelulares apresentados por moléculas MHC I (em células fagocíticas ou em células imunes infectadas pelo mecanismo de escape). Possuem ação citolítica 
· Ativam linfócitos T CD4
· Reconhecem células infectadas por vírus e células tumorais 
· Após o primeiro reconhecimento de MHC associado ao antígeneo específico, independente da presença de moléculas coestimulatórias 
Induzem a via de morte celular programada (apoptores) na célula alvo pela ação de perforinas e granzimas 
LINFÓCITOS T CD8 CITOTÓXICOS 
· As membranas do linfócitos e da célula alvo se fundem e, por um processo de excocitose, o linfócito T CD8+ transfere o conteúdo dos grânulos citoplasmáticos (perforina e granzima) que levam à, lise celular 
· A perforina é uma proteína formadora de horas em membrana celular e as granzimas são serino- proteases que entram na célula alvo através dos poros formados pela perforina e induzem a apoptose – “golpe letal” ou “beijo da morte”
LINFPOCITOS TCD4 AUXILIARES (TH)
· Mediadores o estimulo pela APC (MHC III) podem se diferenciar em:
THS, TH2, TH1 ou Treg 
LINFÓCITOS TH1 – INDUZEM POR IL – I2 
· Proliferação (autócrina) e a proliferação e o aumento da capacidade citotóxica dos linfócitos T CD8 
· Produzem IFN-Y, envolvido na ativação de macrófagos infectados em patógenos intracelulares como mucobactérias, protozoários e fungos, além de desempenhar papel importante na ativação de linfócitos TCD8 
· O IFN-Y faz retroalimentação positiva sobre outro LTH0, induzindo sua polarização para a via de diferenciação TH1 e iniciando a via THH2 
LINFÓCITOS T CD4 AUXILIARES (TH) 
· Mediante o estimulo pela APC (MHC II) podem se diferenciar em;
TH1, TH2, TH17 OU Treg
 LINFÓCITOS TH2 – INDUZIDO POR TL – 4 
· Produzem IL – 4 , IL – 5, IL C6 E IL – 10L, favorecendo a produção de anticorpos por linfócitos B 
· Estão associados com as doenças alérgicas e infecções por helmintos, pois a IL -4 induz a classe de imunoglobulinas IGE e a IL – 5 induz a proliferação e ativação de cosinófilos 
· A IL – 4 também promove retroalimentação positiva para a via TH2 e suprime a via TH1 
LINFÓCITOS TH17
· Produzem citocinas IL – 22, IL – 26 e citocinas da família IL – 17 
· As citocinas da família IL – 17 são potentes indutoras da inflamação, induzindo a infiltração celular e produção de outras citocinas pró- inflamatórias 
· Importantes para a proteção contra infecção por microorganismos extracelulares 
LINFÓCITOS TREG (CD4- CDR5 + 2) 
· Expressam a molécula CD25 + e o fator nuclear EOXP3 
· Induzem a supressão das células T efetoras, bloqueando a ativação e a função destes linfócitos, sendo a ativação e a função no controle da resposta imunológica o AG próprios e não- próprios 
· Liberação de citocinas inibitórias como IL – 10 E TGF – B 
CÉLULAS NATURAL KILLER – ATIVADAS POR IFN – AS IFN – BE, IL – 12 (MACRÓFAGOS) 
· Produzem IFN – Y que participa da ativação de macrófagos, levando a produção de IL – 12 (ativadores de TH1(
· Secretam assim como linfócitos TCD8+, perforinas e granzimas
· Participam da resposta inflamatória desde o inicio (inata e adaptativa) 
· Reconhecem as células infectadas pela baixa expressão de MMC I, complementando a ação dos linfócitos TCD8+ 
· Participam da vigilância imunológica, especialmente se tratando de tumores 
RESPOSTAS IMUNE ADAPTATIVA HUMORAL 
Anticorpos ou imunoglobinas 
· Glicoproteínas produzidas pelos linfócitos B, a partir do reconhecimento do antígeno
· pelo receptor de células B (BCR) 
· Reconhecem antigenos proteicos (LT dependente) e não proteicos (LT independente) 
· Estão presentes nos fluidos humorais: plasma, linfa, liquido peritoneal, lágrima e saliva 
· Se ligam à antígenos livres 
· Neutralização de toxinas (barreiras físicas ou alteração conformacional) 
· Oponização de antígenos ( via clássica do SC – IGG e IGM)
RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA 
Anticorpos ou imunoglobinas 
· Constituídos por duas cadeias polipeptídicas leves (cadeias L – light ) e duas cadeias pesasdas (cadeias H – heavey) 
· Constituídos por duas regiões: 
1. Região variável: correspondem à parte da molécula que se liga ao antígeno e estão localizados na porção amino-terminal do anticorpo (VL e VH) 
2. Região constante: inclui a porção carbomxi- terminal da molécula (CCECH) 
· As cadeias se unem às cadeias pesadas por pontes dissulfeto, e a união entre as duas cadeias pesadas também é feita por pontes dissulfeto 
· Divindades em cinco classes;
1. IgA 
2. IgD
3. IgE
4. IgG
5. IgM]
IGD
· Presentes na superfície de célula B atuando como receptores 
· Função efetora ainda não descrita 
IGM 
· Presentes na superfície de células B atuando como receptores 
· Produzida e secretadora pelos linfócitos B, principalmente no baço, linfonoide e medula óssea 
· Primeira a ser produzida frente a um estímulo antigênico específico,associado à infecção aguda (recente ou ainda curso)
· Secretada por linfócitos B presentes nas mucosas: paredes dos tratos intestinais, respiratórias, genituário, pele e glândulas mamárias 
· Principal imunoglobulina contida no colestro e no leite 
IGE 
· Produzida por linfócitos B localizados principalmente, abaixo das superfícies corpósais como pele e mucosas 
· Relacionada à indução da inflamação e à resposta imune efetora contra helmintos e doenças alérgicas (mastócitos, basófilos e lonsinófilos) 
IGG
· Principal tipo presente no sangue e mais ativa nos mecanismos de defesa mediado por anticorpos 
· Neutralização de toxinas, imobilização de bactérias, sensibilização NK, ativação de complemento e opsonização 
· Única capaz atravessar a barreira plancetária em humanos 
REAÇÕES DE HIPERNSENSIBILIDADE E AUTOIMUNIDADE 
Hipersensibilidade 
· Reações excessivas e indesejáveis, produzidas pelo sistema imune normal 
· São donosas desconfortáveis e as vezes fatais 
· Conhecido como “alegria” 
· Categorizando em 4 tipos 
1. Tipo I 
2. Tipo II 
3. Tipo III 
4. Tipo IV 
Hipersensibilidade tipo I, imediata ou hipersensibilidade anafilítica 
Antígeneos ambientais
· Pode acometer diversos sistemas; 
· Pele – urticária e eczema 
· Olhos – conjuntivite 
· Naso faringe – rimovéia e rinite 
· Tecidos broncopulmonares – asma 
· Trato gastroinstetinal – gastroenterinal 
· Pode causar uma cavidade de sintomas desde inconveniência mínima até a morte 
· Leva 15-30 minutos após a exposição ao antígeneo, embora as vezes possa ter inicio mais demorado (10-12 horas) 
· Individuo deve ter sido sensibilizado pelo antigeneo previamente (IgE de memória) 
· Mediada por IgE, mastócitos e basófilos 
· Amplificado ou modificada pelas plaquetas, netrófilos e eosinófilos 
1. Fagocitose do antígeno 
2. Magração das APC2 para apresentação e desenvolvimento de resposta imunológica especifica 
3. Apresentação de antígeneo via MHC II pra LT naive 
4. Ativação de linfócito TCD4 
5. Diferenciação para Th 2 – liberação de citocinas ativadoras de LB 
6. Ativação de LB para produção de IgE 
7. Sensibilização de mastócitos com anticorpos IgE 
8. Segunda exposição ao mesmo alérgeno: reação cruzada com IgE + células e degranulação de mastócitos com liberação de várias substâncias farmacologicamente ativas (histaminas, quimioxinas, fator atividaa plaquetório, prostaglandinas e leucotrineos) 
HIPERSENSIBILIDADE TIPIO II OU HIPERNSENSIBILIDAE CITOTÓXICA
Antigeneos de superfície celular ou matriz extracelular 
· Mediada por IgG e IgM 
· Dependente do sistema complemento 
· Participação de células NK 
· Ocorre em: 
· Anemas hemolíticas auto-imune 
· Estroblastose fital (sistema RH) 
· Transfusões incompatíveis 
· Trambocitopenia auto-imune (deficiência de plaquetas trombocitos ) 
COMPLEXOS IMUNES (AG : AC) 
· Anticorpos IgG, poucos IgM 
· Antigeneos exógenos (microrganismos) ou endógenas (autoimunidade) 
· Complexos antígeneo: anticorpo são solúveis no plasma podendo ser destruídas e eliminados (fagocitose) 
· Quando ocorre maior formação de complexos do que eliminação destes, ocorre a reação de HS III 
· Precipitação dos complexos no endotélio vascular em locais como glomérulos, membrana sinoval e membrana basal da epiderme 
· Recrutamento de células imunes com inflamação local 
PRINCIPIO DE IMUNOLNAIS 
1. Sensibilização com AC de captura 
2. Adição do Ag de interesse 
3. Adução do AC secundário conjugado com enzima 
4. Adição de substrato 
Glomiculonefrite
Inflamação, acomapnhanda de proteinúria, hiperproteinemia e edema – insuficiência renal 
 5 consumos do substrato com liberação de produto flurescente colorido 
HIPERSENSIBILIDADE TIPO III OU HIPERSENSIBILIDADE TARSIA
Media por LT a antígenos exógenos
· Envolvidos na patogênese de muitas doenças autoimunes e infecciosas – tuberculose, lepra, lasbtomicose, Histoplasmose, toxoplasmose, leichmanoise, etc 
· Determottite de contato – para venosas, agentes químicos, metais pesados, etc 
· Doença celíaca – gliadina presente no gluten 
MHC 
· Representa o conjunto de genes responsável por codificar as moléculas de histocompatibilidade em uma determinada espécie, sendo chamado no ser humano sistema HLA 
HIPERSENSIBILIDADE 
· O MHC no ser humano está localizado no braço curto do cromossomo 6, e sendo esse genes reunidos em 3 grupos 
CLASSE I 
· Codificam as moléculas clássicas de histocompatibilidade HLA – A, B E C 
CLASSE II 
· Codificam as moléculas clássicas HLA – DR, DO E DP
CLASSE III 
· No codificam moléculas de histocompotibilidade, e sim outras moléculas, algumas delas fazendo parte do sistema imune outras não – proteínas de complementos fatores de necrose tumoral, proteínas de choque e térmico e chaperonas 
· MHC é bastante variável entre os indivíduos 
· Herança genética (HLA do pai + HLA da mãe ) 
· Algumas genes apresentam uma mesma sequência de ácidos nucléicos em todos os membros de uma população – genes não polimórficos – os microglobulinos 
· Outros genes apresentam alelos variantes no mesmo locus – genes HLA-B com variantes HLA- B com variantes HLA – B7, HLA – BB, HLA – B27, HLA – B51
DOENÇA CELÍACA
· A molécula de MHC será codificada pelos genes do HLA que são inúmeros. No grupo que codifica os genes de classe II, encontram-se os HLA – D2 , que codificarão proteínas para o MMCII chamado HLA – D2 
· Os indivíduos que codificam os HLA do tipo DO2 e DO8 apresentam a doença celíaca pois esses MHC II se ligam fortemente a gliadina e desencadeam a resposta imune 
Alelo forma alternativa de um mesmo gene que ocupa o mesmo locus em cromossomos homólogos 
Gene sequência de DNA que codifica a determina as características dos organismos 
Locus associação que um gene ocupa em um cromossomo 
PROCESSO DE SELEÇÃO; O COMPONENTE DE LINFOCITOS T 
1. Não reconhecem e sofrem apoptose por falta de estimulo 
2. Reconhecem avidamente e sofrem apoptose por serem autoreativos 
3. Reconhecem pouco e são selecionados para maturação nos órgãos linfoides periféricos 
PROCESSO DE SELEÇÃO; O COMPORTAMENTO DE LINFÓCITOS B 
1. Não respondem nem proliferam em resposta 
2. Integram a partir de IgM com antígenos próprios na medula óssea e sofrem mudanças de classe de Ig ou morte por apoptose 
TOLERANCIA AO PRÓPRIO
· O sistema imune tem a capacidade de distinguir o próprio do mão-próprio, ou seja, de tolerar os antígenos do hospedeiro e responder o antígenos estranhos 
· Para isso, existem vários processos adquiridos ativamente, em que linfócitos auto-reativos são excluídos ou inativados após encontrar antígenos próprios 
AUTOIMUNIDADE
· A autoimunidade é uma falha no mecanismo de tolerância ao próprio que ocorre pelos seguintes mecanismos: 
1. Sobrevivência LT que reconhecem MHC + autoantígeneos ou apenas MHC 
2. Falha na mudança de classe das Ig ou na indução de apoptose dos LB 
3. Falha no mecanismo de energia funcional 
· Destruicao do próprio como se fosse não – próprio 
Tireoide de Hashrmeto 
· Infiltração de LT na tiroide causando a destruição das células tireodinas resultando no hipertireoidismo 
Diabetes meleitus tipo I 
· Infiltração de linfócitos T nas ilhotos pancreáticas causando a destruição das células B, impossibilitando a produção de insulinas 
Gastrite autoimune 
· Anticorpos se ligam às células parietais, bloqueando a bomba de H+, e ao fator intrínseco, impedindo a ativação da B12 levando a anemia perniciosa 
Lupus eritematoso sistêmico 
· Anticorpos contra constituintes, nucleares (DNA, RNA, histomas) formam complexos imunes (HST II) e se depositam nos tecidos 
Artrite reumatoide 
· Infiltração de LT, neutrófilos, macrófagos e DC e produzem metaloproteínas nas promovendo a quebra do colágemo e dos proteoglicanos 
UNIDADE 2
Bactérias: estruturas, morfologia, genética e fatores de virulência 
BACTÉRIA: MORFOLOGIA 
· Unicelulares (exceto magnetoglobus multicelulares)
· Procariontes 
· Ausência de membrana celular (carioteca) – região nucleoide 
· DNA cromossomial circular, segmentos de DNA independentes (plasmídeos) 
· Ausência de organelas especificas, possuem apenas ribossomos 
· Citoplasmasdesprovidos de citoesqueletos, sendo a forma mantida pela rigidez da parede celular (peptidoglicano) 
· Capsula (patogênicas), confere proteção física e contra a fagocitose, adesão ao meio externo e adesão a outras bactérias para a formação de colônias, formadas por glicoproteínas e polissacarídeos 
· Presença de flagelos (flagelina – PAMP) para locomoção 
· Presença de fímbrias de adesão e fímbrias sexuais (PILI) 
TÉCNICAS DE GRAM- HENS CHRISTITAN GRAM (1883)
· Gram – positivo ficam com coloração violeta ou azul escura 
· Gram – negativo são incapazes de ficar a violeta retendo em seu lugar corante de contraste que lhes dá a tonalidade vermelha ou roxa 
MICOPLASMA 
· Menores orgnaismos livres, tanto em tamanho quanto em numero de genes 
· Não possuem parede celular 
· Extremamente dificl de isolar visualizados apenas por microscopia eletrônica
· Psicrófilas – 45 graus 
· Acidófilas – 2 a 5 graus 
· Neutras – 6 a 0 7 graus 
· Alcalifílicas – 8 a 10 graus 
· Enzimas protetoras 
· Catalose 
· Peroxidase 
· Superóxido dismitase (superior nos gram)
· Transferência de fragmentos de DNA – transformação transdução e conjugação 
· Duplicação de DNA bacteriano e uma posterior divisão em duas células
+ comum 
+ rápido 
ESPORILAÇÃO 
· Desidratação da célula bacteriana 
· Decorrente da escassez de nutrientes e água 
BACTÉRIAS – REPRODUÇÃO 
· Fragmentos de DNA são transferidos de uma bactéria a outra usando bacteriófagos como vetores. Se a bactéria sobrevive à infecção viral, pode passar a incluir o DNA transferido em seu genoma 
TRANSFORMAÇÃO 
· A bactéria absorve moléculas de DNA dispersas no meio, oriundas de bactérias mortas, que são incorporadas ao DNA da bactéria viva. Processo espontâneo 
BACTÉRIA – ENGENHARIA
GENÉTICA – DNA RECOMBINANTE 
· Como exemplo, a pode ser usado na produção de insulina para pacientes com clonagem de genes humanos em Escherichia coli 
· DNA humano é ligado ao plasmático vetor 
· Plasmídio recombinante é introduzido na bactéria hospedeira 
· Duplicação de DNA recombinante na bactéria hospedeira 
· Extração e purificação das proteínas 
· Administração 
· Isolamento do RNA mensageiro do gene que codifica a insulina 
· Obtenção do DNA complementar e inserção deste em um plasmídeo 
· Reprodução do E. coli e produção de elevado número de proteínas (insulinas) 
REPRODUÇÃO 
· Transferência de plasmídeo de uma bactéria deodora (macho) para uma receptora (fêmea) utilizando os pili 
BACTÉRIAS – MECANISMOS DE RESISTÊNCIA BACTERIANA À ANTIBIÓTICOS 
IMPERMEABILIDADE
· Modificação da parede celular 
DESTRUICAO ENZIMÁTICA 
· Agentes B-lactômicos pelas enzimas B – lactomanes 
BOMBA DE EFLUXO 
· Evita o acúmulo dos antibióticos 
INATIVAÇÃO 
· Adição de grupos fosfatos aos antibióticos impedindo a ligação aos ribossomos 
· A absorção de elementos genéticos móveis (fagos, plasmídeos de vioulência, ilhas de patogenicidade), e perda de porções de DNA – cromossômico em linhagens de E code, possibilitam surgimento de clones de diferentes 
PATOTIPOS 
· De E. Coli associados de doenças especificas 
POSTULADOS DE HENLE- KOCH (1877) 
· Os seus postulados devem ser comprovados antes de se poder estabelecer e aceitar uma relação causal entre uma dada bactéria – ou agente de doença transmissível – e a doença em questão 
1. O organismo patogênico suspeito deve estar presente em todos os casos da doença e ausente em animais sadios 
2. O organismo suspeito deve ser cultivado em cultura pura 
3. Células de uma cultura pura do organismo suspeito devem provocar a doença em um animal sadio 
4. O organismo deve ser isolado e caracterizado como o mesmo encontrado originalmente 
BACTÉRIAS – FATOR DE VIRULÊNCIA E MECANISMO DE PATOGENIDADE
Patogenicidade = qualitativa capacidade de um microrganismo causar dano (doença) em um hospedeiro 
Virulência = quantitativa característica expressas por uma bactéria que aumentam sua patogenicidade e “driblam” o SI
· Adquirir genes de virulência 
· Sentir o ambiente 
· Ligar e desligar (on/off) genes de virulência 
· Deslocar-se para o tecido 
· Fixar-se no tecido 
· Conseguir nutrientes 
· Evitar e fugir do sistema imune (cápsula) 
· Sobreviver ao stress no local da infecção 
· Suportar as defesas do organismos e revidar a isto 
· Provocar lesões no tecido hospedeiro 
· Interferir com sistema de sinalização e citoesqueleto das células do hospedeiro 
· Dispersão para outras células 
MECANISMO DE PATOGENICIDADE
INVASÃO E ADERÊNCIA 
· Acesso as cevidades (parte de entrada) e abduência às células do hospedeiro 
· Fímbrias 
· Glicocálice (envolvitório externo da membrana celular) 
· Flagelo 
· Componentes da parede celular 
PENETRAÇÃO
· Expressão de fatores de invasão de superfície (INVASINAS) 
· Provocam alterações no citoesqueleto de células não – fagocítica que emitem uma projeção da membrana plasmática semelhante a pseudópedos, fagocitando a bactéria 
COLONIZAÇÃO 
· Normalmente a quantidade de células do agente que penetrou no hospedeiro é pequena para produzir sintomas diretamente (período de incubação) , logo, começam a se multiplicar (período prodrômico). Dependem da disponibilidade de nutrientes no tecido infectado do hospedeiro 
SOBREVIVÊNCIA 
· Secreção de toxinas 
EXOTOXINAS 
· Típico de Gram – positivas 
· Inibir síntese proteica (toxina diftérica); 
· Perda de fluido ao nível instentinal (eterotoxina)
· Ação sobre SN (neurotoxinas)
· Lise de células (citotoxinas = citolisinas, hemoclisinas
· Integrantes na parede de Gram – negativas (LPs) 
· Em baixas concentrações – reações de alarme 
· Em alta concentrações – choque e morte 
BACTÉRIAS – MECANISMO DE AÇÃO DE ENDOTOXINAS 
1. A bactéria produz e lbera a exotoxina 
2. O componente B (de ligação) da exotoxina se liga ao receptor da célula do hospedeiro e a exotoxina penetra na célula 
3. O componente A (ativo) do exotoxina altera a função celular ao inibir a síntese proteica (febre)
1. Um macrófago ingere uma bactéria Gram negativa 
2. A bactéria é degradada em um raxulo, liberando endoxinas, que induzem o macrófago a produzir interleucina (IL – 1 ) 
3. A IL – 1 é liberada pelo macrófago na corrente sanguínea, através da qual ela viaja até o hipotálamo no cérebro 
4. A IL – 1 induz o hipotálamo a produzir prostglandinas, que reajustam o “termostratos” corporal para uma temperatura mais elevada, produzindo febre. 
ESTÁGIO DA INFECÇÃO 
PERÍODO DE INCUBAÇÃO 
· É o intervalo entre a infecção inicial e o surgimento dos primeiros sintomas 
PERÍODO PRODÔMICO 
· Fase que se caracteriza pelos sintomas iniciais da doença 
PERÍODO DA DOENÇA 
· Fase em que a doença se manifesta por completo
PERÍODO DE DECLÍNIO 
· Os sinais da doença diminuem 
PERÍODO DE CONVALISCÊNCIA 
· fase do retorno da normalidade do corpo 
TIPOS DE TRANSMISSÃO
· direto = pessoa a pessoa – DST, turbeculose, lepra, difteria, etc 
· indireto = fômites – tétano 
TRANSMISSÃO POR VEÍCULOS 
· alimentos, água, terra, ar.
TRANSMISSÃO POR VATORES ARTRÓPODES 
· pulgas (peste) e carrapatos (febre musculosa brasileira) 
TRANSMISSÃO POR ANIMAIS 
· roedores (leptospirose), aves (salmonella), etc
VÍRUS
EUCARIOTES OU PROCARIONTES?
· Não são organismo celulares 
· Não se reproduzem independentemente 
· Não se produzem a própria energia 
· Não produzem as próprias proteínas 
· Muito, mas muito pequenos 
· Vírus apenas se reproduzem dentro de células, pois não podem produzir sua própria energia e proteína 
MORFOLOGIA 
Envelope viral 
· Membrana hiproteica com glicoproteínas de superfície (FV) 
· Confere instabilidade ao vírus – mais sensesiveis ao calor, ao deslocamento e aos detergentes e solventes lipídicos 
· Vírus NÃO envelopados: MAIS RESISTENTES 
· Transmissão foco-oral – hepatite A, poliovirus, rotovírus
· Vírus envelopados: MENOS RESISTENTES 
· Transmissão direta (sangue, peraligato ou contato sexual) – HIV, herpe – vírus, hepatite B e C, influenza, saramoo, rubéola, varicela – zoster 
CASPÍDEO VIRAL 
· A forma é determinada pelo arranjo de subunidade repetitivas que forma o caspídeo (cobertura proteica do DNAou RNA) 
· Capsômero – copsídeo + RNA OU DNA – nucleocapsídeo 
· Nucleocapsídeo existe em duas formas: helicoidade ou icosaérdrica
PROTEÍNAS VIRAIS 
· Proteínas do capsídeo protegem o genoma da degradação por nucleases 
· Proteínas da matriz: medeiam a interação entre as proteínas do capsídeo e o envelope 
· Proteínas de superfície: medeiam a ligação do vírus a receptores específicos no hospedeiro (FV) – classificação de acordo com os antígenos de superfície: sorotipos 
· Proteínas de superfície 
· Classificação de acordo com os antígenos de superfície: sorotipos – sorotipo x cepa?
· Sorotipos: imunidade para sorotipo 1, mas contrair a doenças pelos sorotipos 2 e 3 
· Vacinas: devem conter todos os sorotipos 
GENOMA 
· DNA ou RNA 
· Fita simples 
· Linear ou circular 
· DNA é sempre uma molécula única 
· RNA pode ser única ou fragmentada 
· Vúrion: forma completa (infectante) do vírus – caspídeo + DNA ou RNA 
REPLICAÇÃO 
· Os vírus não infectam qualquer célula, existem critérios: 
Permissividade capacidade de uma célula replicar ou não determinado vírus 
Célula permiasiva célula cuja maquinaria consegue não somente replica o genoma viral, mas também ter como produto a montagem de partículas virais infecciosas 
Célula susceptível célula em cuja superfície ocorre a presença de receptores que são reconhecidos pelas proteínas virais 
Período da eclipse 
· A partir da inoculação, a particular viral desaparece, deixando apenas o ácido nucleico no interior da célula 
 Período de latência 
· Tempo do início da infecção até o aparecimento do vírus extracelularmente 
Período de crescimento 
· Um vírion – centenas de vírions 
Efeito citopático 
· Alteração funcionais e morfológicas promovidas na céluça do hospedeiro ao final do período de latência 
· Eventos do ciclo replicativo viral 
Absorção e penetração 
· Vírion parental liga-se a membrana celular e penetra na célula hospedeira (glicoproteínas do envelope ou ponte do capsídeo) 
Desnudamento 
· O genoma viral é desmudado pela remorcao de proteínas do capsídeo, deixando-o livre para funcionar 
Síntese de mRNA precoce 
· Síntese do próprio genoma e de proteínas estruturais, como as do capsídeo 
Montagem da progêne 
· União do mRNA replicado a partir do progenitor + proteínas do capsídeo. Podem “roubar” fosfolípides da membrana celular para o envelope. São liberados da célula
· Absorção, penetração e desnudamento
A. Fusão com a membrana plasmática 
B. Fusão após endocitose mediada por cavelina 
C. Penetração após endocitose mediada por lipídeos 
Ciclo lítico 
· O fago infecta a bactéria, apodera-se dela para sintetizar inúmeros fagos, e então mata a célula por explosão (LISE) 7
Clico lisogênico 
· O fago infecta uma bactéria e insere seu DNA no cromossomo bacteriano, permitindo que o DNA do fago (agora chamado de prófago) seja copiado e transmitido pelo próprio DNA da célula 
· Em resposta a determinados estímulos, como luz VV, o DNA do prófago é excisado do DNA da bactéria e o fogo entra no ciclo lítico 
Variação em vírus 
· Recombinação: Os vírus trocam segmentos de material genético (DNA ou RNA) por crossing over quando infectam a mesma célula hospedeira 
· Comum nos vírus da gripe (influenza) 
· Mutuação aleatória: ocorre uma alteração espontânea na sequência de DNA ou RNA de um vírus 
· Comum no HIV 
FUNGOS 
Estruturas fúngicas, morfológicas tipos de micose, prevenção e resposta imune frente a fungos 
Plantas
· Não sintetizam clorofila 
· Não tem celulose (exceto alguns aquáticos) 
· Não armazenam amido (subst. De reserva)
Animais 
· Presença de quitina 
· Armazenam glicogênio 
· Maiores organismos vivos do planeta (armielaria ostoyae ou armilaria solidipes)
· Domínio eucaraya 
· Reino fungi 
· Ubiquos 
· Uni ou pluricelulares 
· Micro ou macroscópicos (colônias) 
ESTRUTURAS
· Parede celular composta por quitina (polissacarídeo) 
· Membrana citoplasmática e nuclear 
· Ribossomos 
· Mitocôndrias 
· Reticulo endoplasmático 
· Complexo de golgi 
· Cápsula de mucopolissacarídeos (patogênicos) 
Mananas: polissacarídeos de manose
B-glicanas: polissacarídeos de monômeros de D-glicose úmidos por ligações glicosídicos B
Quitina: polissacarídeos constituído por um polímero de cadeia longa de N-acetilglicosamina 
Membrana celular: ergosterol 
DNA CROMOSSOMIAL
· Cromossomos lincares 
· DNA dupla fita em hélice 
· Histonas associados ao DNA cromossomial 
· Nucléolo contendo DNA, RNA e proteínas 
PLASMIDEOS 
· Estruturas circulares de DNA dupla fita 
· Localização extra cromossômica 
· Capacidade de autoduplicação de modo independe dos cromossomos 
· Raramente evidenciados em leveduras
FILAMENTOS 
· Bolores ou mofos 
· Pluricelulares 
· Hifas 
· Mulnucleados 
LEVEDURAS
· Unicelulares 
· Células esféricas ou ovais 
· Núcleo único 
HIFAS CENOCITICAS 
· Sem divisões transversais 
· Filamentos preenchidos por citoplasmas e numerosos núcleos 
HIFAS SEPTADA
· Possuem divisões transversais 
· Filamentos comportimentados com orifício central (troca) 
· Um ou dois núcleos por compartimento 
MICÉLIO 
· Conjunto de hifas
Micélio vegetativo 
· Sustentação e absorção de nutrientes, se desenvolvendo no interior ou sobre e substrato 
Micélio aéreo 
· Projeta-se na superfície e cresce acima do meio cultivo 
Micélio reprodutivo 
· Diferenciação do micélio aéreo para sustentar os corpos de frutificação 
· Colônios de aspectos seco, aveludadas, algodonosas, pulverilentas 
Leveduras 
· Colônias de aspecto úmido, remosa ou pastora 
Dimórficos 
· Apresentam-se nas formas de hifas e leveduras características de fungos patogênicos 
· Cândida albica, histoplasma capsulatum, Sporothrix schincki 
· Colônias mistas 
22-28 grau filamentos 
35-37 graus leveduras
MECANISMOS EFETORES 
Frente a fungos 
Resposta imune 
· Embora seham estimados em 250 mil espécies, menos de 150 foram descrito como patógenos aos seres humanos 
Leveduras 
· Colonizam os seres humanos, fazendo parte da microbiota residente. Podem se comportar como patógenos oportunistas 
Filamentos (bolores e mofo) 
· Não fazem parte da microbiota humana e portanto o homem não e um reservatório importante para esse grupo de fungos 
Causas de infecções fúngicas 
· Fungos patogênicos primários – conseguem invadir o tecido de um hospedeiro normal 
· Fungos patogênicos oportunistas – somente são invasores de tecido indivíduos imunocomprometidos (disbiose) 
Vias de penetração no corpo
· Via inalatória 
· Ruptura de barreiras no organismo 
· Embora sejam estimados em 250 mil espécies, menos de 150 foram descritos como patógenos aos seres humanos 
· Após a penetração, sofrem alteração morfológica passando de filamentoso para levedura, e vice e versa 
Micetismo 
· Intoxicação causada pela ingestão de fungos macroscópicos toxígenos (termolabieis e termoresistentes) 
Micotoxicose 
· Intoxicação causada pela ingestão de alimentos contaminados com fungos microscópicos (micotoxinas) 
· Aflaloxinas 
· Ocratoxina 
· Resultando da ingestão de toxinas de Aspergillus, Penicillium e Fusarium 
Candidiáse 
· Resultando da infecção por cândida SP (especialmente cândida albicans) 
Meningite fúngica 
· Resultante de infecção por cryptococcus neoformans 
Aspergitose pulmonar
· Resultante de infecção por Aspergillus fumigatus 
Mananas 
· Polissacarídeos de manose – lectina ligadora de manose, TLRH e 2 – citocinas pró-inflamatórias, fagocitose 
B-glicanas (zimosan) 
· Polissacarídeos de D-glicose unidos por ligações glicosídicas B – dectin 1, TLR1 – citocinas pró-inflamatória, EROs e fagocitose 
Quitina
· Polissacarídeos de N-aceliglicosamina – receptor de manose – fagocitose e citocinas anti-inflamatórias 
Glactomanas 
· Polissacarídeos de galactose e monose – lectina ligadora de manose, dectina –2 e anticorpos – citocinas pró-inflamatórias e R02 e fagocitose 
A glucanos e B- glucanas: 
· Polissacarídeos de D-glicose unidos por ligações glicosídicos a e B – decten-1, TLR2 – citocinas pró-inflmatórias Er02 e fagocitose 
Quitina 
· Polisscarideo de N-acetilglicosamino – IgG 0 cuticubas pró-inflamatórias 
PARASITAS
· A parasitologia estuda os organismosque vivem no interior ou exterior de outro hospedeiro, obtendo alimento às expensas de seu hospedeiro, consumindo-lhe os tecidos e humores ou conteúdo intestinal 
· Relacionamento com base nutricional não podendo lesar drasticamente o hospedeiro, evitando alterações comprometedoras, o que o faria perder seu hospedeiro 
· O parasitismo é a interação entre indivíduos de espécies diferentes, em que se estabelecem relações intimas e duradouras com certos graus de dependência metabólica (nutrientes)
· Dependendo das necessidades individuas de cada parasito, ele utilizará determinada espécie de hospedeiro (estenoxenos) ou um grupo de diferentes espécies ou mais (euxerinos) 
CLASSIFICAÇÃO 
Quanto ao número de hospedeiro
· Monoscenos/monogenéticos: realizam o seu ciclo evolutivo em um único hospedeiro 
Exemplos: ascarias lumbricoides (lombriga) enterobuis vermiculareis (osciúrio) 
· Heteroxenos/digenético: só completam o seu ciclo evolutivo passando, pelo menos, em dois hospedeiros 
Exemplos: leishmania (esquistossomo), trupanosoma cruzi (tripanossama) 
· Estedoxenos: Capazes de infectar uma única espécie de hospedeiro (ou espécies muito próximas na escala zoológicas)
· Antroparanoses: infecções que circulam exclusivamente entre seres humanos 
· Eucariontes: capazes de infectar uma ampla gama de hospedeiros distintos 
Quanto à localização nos hospedeiros 
ECTOPARASITAS: localizam-se nas partes externas dos hospedeiros, sem penetrar profundamente (INF FESTAÇÃO) – sanguessuga , piolho, pulga 
ENDOPARASITAS: localizam nas partes internas dos hospedeiros (INFECÇÃO - parasitos cavitários e teciduais) – têmias solitórios, lombriga, esquistossomo 
ECTOPASITAS
· Artrópodes 
· Moscas 
· Ácaros 
· Pulgas 
· Piolhos 
· Carrapatos 
 DERMATOBIOSE 
· A larva da mosca entra debaixo da pele, através de feridas de arranhões, o surgimento de uma ferida na pele que pode coçar, provocar dor ou inchaço e vermelhidão na pele 
ESCABIOSE 
· Sarcoptes
· Sintomas intesos pruido locla 
PULGAS 
· Funga penetrans (bicho do pé) 
PEDICULOSE 
· Pediculus humanus e pediculus humanus corporais
· Sintomas intensos prurido

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