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RESUMO MECANISMO DE AGRESSÃO E DEFESA Introdução ao Estudo do sistema imunológico e aos órgãos linfoides · O conjunto de células, tecidos e moléculas responsáveis pela defesa do organismo, a partir do reconhecimento (self e non-self) e eliminação de patógenos e da reparação tecidual e celular, com o intuito de manter a hemeostasia · Rede eunâmica e altamente interativa · Resposta coletiva e coordenada Competentes do sistema imunológicos barreiras barreiras Barreiras Físicas Químicas Microbiológicas · Peles · Muco · Reflexo de piscar · Pelos e muco das narinas · Cílios traqueais e pulmonares · Reflexos de tosse e espirro · Sebo e suor · HC1 e enzimas digestivas · Lisozima e fosolipase A nas lágrimas e saliva · PH ácida na vagina · B defensinas produzidas pelos epitélios · Enzimas protedilicas e peptídeos antimicrobianos no intestino delgado · Microbiota residente 1. Pele 2. Boca 3. TGL 4. Vagina Neutrófilo · Leucócitos mais abundantes no sangue periférico · Especializados em fagocitose · Citotoxidade mediada por anticorpos · Secreção de lisozimas, defensivas e proteínas catiônicas · Localização: sangue – tecidos Monócitos · Maior de todos os leucócitos (15 a 50mn) · Presença de um ou mais nucléolos · Especializados em fagocitose e apresentação de santígenos Eosinófico · Representam de 3 a 5% dos leucócitos · Núcleo bilobulada e granulações citoplasmáticas · Secreção de peroxidades, arilsufatase, fosfatase ácida e fosfolipase · Doenças alérgicas, paraistárias e neoplásicas · Localização: sangue – tecidos Basófilo · Gramulócitos (80 grânulas grandes por células) · Núcleo bilobulado ou irregular · Presença de grânulos secretores de histomina · Doenças alérgicas mediadas por IgE · Localização: sangue - tecidos Mastócito · Maior que o basófilo/menor resposta em relação dos basófilos · Gramulócitos (100 grânulos pequenos por células) · Núcleo redondo e regular · Presença de grânulos secretores de histomia e heparina · Reações inflamatórias e alérgicas · Localização: tecidos CÉLULAS DENDRÍFICAS · Conexão entre resposta imune inata e adquirida · Apresentadores de antígeneo a linfócitos T mais · Regulação da resposta imunológica · Migram de tecidos periféricos para os gânglios linfáticos · Localização: órgãos linfoide e tecidos LINFÓCITOS T · Alta capacidade de alteração morfológica · Núcleo grande e denso/fina camada de citoplasma · Regulação da resposta imune, ativação de fagocitose e linfócitos B · Imunidade celular – produção de citocinas · Podem ser tipo CDH (Th) ou CD8 (TC) · Localização: órgãos linfoides e sangue – tecidos LINFÓCITOS B · Alta capacidade de alteração morfológica · Núcleo grande e denso/fina camada de citoplasma · Imunidade humoral – produção de anticorpos (imunoglobinas) · Localização: órgãos linfoides e sangue NATURAL KILLER · Constituem 10 a 20% dos leucócitos no sangue · Citoplasma granular · Maturação timo – independente · Respostas rápida – citotoxidade e síntese de citocinas · Distrução de células tumorais e infectadas por vírus · Localização: sangue – tecidos Órgãos Linfoides Medula Óssea Primários Estroma: tecido responsável pela sustentação, nutrição, proliferação e diferenciação das células hemato poéticas Células hemato poiética: células sanguíneas em desenvolvimento Vermelha: produção de células sanguíneas Amarela: constituídas principalmente por tecido adiposo presente apenas em adultos ESTÍMULO = estacdo que inicia para o estado de diferenciação · Formação dos pré- linfócitos T · Formação de linfócitos B maduros TIMOS · Maturação dos linfócitos T ( pró-linfócitos) produzidos na medula óssea. Por meio da produção de fatores de desenvolvimento e proliferação do linfócitos T · Timosina alfa · Timopetina · Timulina · Fator tímica humoral ÓRGÃOS LINFOIDES SECUNDÁRIOS · Linfonodos · Baço · Tonsilas e adenoide · Agregados de linfócitos e células apresentadoras de antígenos · Pulmões · Mucosa do trato digestório NALT- tecido linfoide associado à mucosa GALT- tecido linfoide associado ao TGI · BALTA – tecido linfoide associado os brônquios · NALT – tecido linfoide associado as mucosas nasais · SALT – tecido linfoide associado á pele · VALT – tecido linfoide associado aos vasos · CALT – tecido linfoide associado ao olho (conjuntivite) · GALT 0 tecido linfoide associado ao TGE FUNÇÃO DE BARREIRA · Enzimas proteolíticas gástricas, intestinais e pancreáticas Peristaltismo · Mucima: glicoproteína responsável pela viscosidade do muco · Tighnt jucotins · Células dendrificas, macrófagos e linfócitos T e B presentes na placas de Peyer e nos linfonodos mesentéricos · Células de Panath; secretam lesozimas TNT-a criptidinas (antimicrobianas) e hormônios que regulam a secreção, a mobilidade, o fluxo sanguíneo intestinal e a diferenciação celular · Microbiota; secreção de substancias antimicrobianas (ciolicinas), produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) e competição por sítios de adesão RESPOSTA INFLAMATÓRIA Imunidade inata · Neutrófilas, macrófagos, essiófilos, basófilos, mastócitos e células NK · Sistema complemento e citocinas derivados de macrófagos (TNT-a) · Baixo especificidade · Não possui memória Imunidade adaptativa · Linfócitos T (TN e TC) e B · Anticorpos e citocinas (IFN-y) · Alta especifidad · Possui memória RESPOSTA IMUNE INATA E INFLAMAÇÃO Mecanismo de reconhecimento de patógenos · Quando agentes infecciosos ultrapassam as barreiras do sistema imune alcançando os tecidos subjacentes, entram em contato com populações de células da imunidade inata · A interação dessas células com os agentes infecciosos ocorre por intermédio de Padrão (PRR), Receptores de reconhecimento os padrões em respostas à inflamação moleculares associados a Patógenos (PAMP) PAMP · Estruturas comuns conservadas evolutivamente e essenciais para a sobrevivência dos microorganismos · Flageliva – componente do flagelo bacteriano · LPS – lipossacarídeo da parede de bactérias Gram – negativos · Zimosan – componente da parede celular de fungos · DS RNA- RNA dupla fita, comum em alguns vírus PRR · Encontrados em diferentes populações celulares e pode estar presente tanto na membrana plasmáticas ou citoplasmas · Receptores tipo Tell (TLR) · Receptores tipo RIG- (RLR) · Receptores tipo Nod (NLR) · Quando ocorre a interação PAMP-PRR, há ativação de sinais intracelulares que culminam na indução da transcrição de genes importantes para a ativação celular, produção de mediadores inflamatórios e a indução da fagocitose · Diferentes PRR são expressos numa mesma célula, o que faz que esta tenha capacidade de reconhecer várias desses de microorganismos COMPONENTES DA IMUNIDADE INATA · Classe de proteínas, sintetizadas no fígado, cujo concentração no soro ou no plasma aumenta (+) ou diminui (-) em resposta inflamatória PFA POSITIVO · Proteína – C reativa · Amilóide A · Ceruloplasmina · Haptoglobina · Proteína ligadora de manose · Ativação do sistema complemento · Quimotaxia do neutrófilos e macrófagos · Opsonização de microorganismos PFA NEGATIVOS · Pré-albumina · Albumina · Transferrina ALBUMINA síntese diminuída pelas citocinas pró-inflamatórias, aumento da permeabilidade vascular, com consequente saída para os espaços extravasculares TRANSFERINA consequências da produção diminuída por danos hepatócitos decorrentes da inflamação PROTEÍNAS DE ALIMENTO · Série de pró-enzimas plasmáticas, sitentizada pelo fígado e por macrófagos, que podem ser ativadas por microrganismos e complexos antígeneo- anticorpo. Quando ativadas, isso cascota enzimática resulta na quimitáxia de leucócitos, lise de microrganismos e no aumento do processo de fagocitose devido à opsonização (MACRAÇÃO) CITOCINAS · Proteínas secretadas por leucócitos em resposta a microrganismos ou antígenos que se ligam a receptores específicos e influenciam a atividade, a diferenciação e influenciam a atividade, a diferenciação a proliferação e a sobrevida das células imunológicas, assimcomo regulam a produção e a atividade de outras citocinas · Existem em grande variedade e atuam no organismo de forma autocrina parócrima ou endócrina · Podem ter ações: 1. Polietropica 2. Redundante 3. Sunérgica 4. Antagônica · Pró-inflamtória 1. IL – 1 2. IL – 2 3. IL – 6 4. IL – 7 5. TNF – A · Anti- inflamatórias 1. IL – 4 2. IL – 10 3. IL – 13 4. TGF – B QUIMIOXINAS · Classe de citocinas secretadas por leucócitos com a finalidade exclusiva de recrutar leucócitos para os sítios da infecção e tecidos linfoides. Também atuam via ligação a receptores específicas na superfície celular e possuem ação autocrina e parácrina Pró-inflamtórias · Liberação induzida durante a resposta inflamatória em sítios de infecção HEMEOSTÁTICAS · Controle da migração celular durante o desenvolvimento e manutenção dos tecidos Quimioxinas CC (B) · Estimulam a quimiotaxia de monócitos basófilos, eosinófilos, linfócitos T e células NK Quimioxinas CXC (a) · Estimulam a quimiotaxia de neurotrófilos Moléculas de adesão · Responsáveis pela transmigração dos leucócitos para o local da inflamação. Ativadas por citocinas e quimioxinas · Leigam-se a moléculas de oligossacarídeos do tipo lialil- lewis x e promovem o ROLAMENTO dos leucócitos · L- SELECTINAS = expressas em leucócitos · P – SELECTINAS = expressas no endotélio vascular · E – SELECTINAS = expressas no endotélio vasculas INTEGRINAS · Ligam-se aos ligantes de integrinas no endotélio vascular e promovem a ADESÃO dos leucócitos · Tipos de ligantes de integrinas · ICAM – 1: molécula 1 de adesão intercelular · VCAM – 1 : molécula 1 de adesão da célula vascular PECAM · Moléculas de adesão expressa nos leucócitos e no endotélio vascular e promovem a TRANSMIGRAÇÃO dos leucócitos (dia pedese) · PECAM-1: molécula de adesão celular endotelial aloquetária FAGOCITOSE 1. Fagocitose do patógeno 2. Formação do fagossame e fusão com o lisossomo celular 3. Degradação do patógemo · Enzimas proteolíticos · Espécies reativas de oxigênios · Ânion superóxidos · Peróxido de hidrogênio · Espécies reativas de nitrogênio · Acido nítrico 4. Conversão de antígeneos em fragmentos de peptídeos 5. Exocitose RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA Apresentação de antígeneos Sinal 2 CD80/CD86 – GRUPAMENTO DE DIFERENCIAÇÃO · Moléculas co-estimulatórios · Induzem a proliferação dos linfócitos · Funcionam juntamente com a secreção de citocinas, envolvidas dos linfócitos CD28 – GRUPAMENTO DE DIFERENCIÇÃO · Molécula co-receptores · Interagem com o CD80 e CD/86 Sinal 1 MHC – COMPLEXO PRINCIPAL DE HISTOCOMPATIBILIDADE · Classe de moléculas que apresentam antígeneos proteixos · Tipo I (todas as células) e tipo FF (APCs profissionais – B,MO, DC) · Pouco especifidade Sinal 1 TCR – RECEPTORES DE CÉLULAS T · Classe de moléculas que reconhecem antígeneos proteicos · Alta especificidade · Co- receptores CD4+ ou CD8+ M HC I – CD8+ T citotóxico Antígeneos intracelulares – células infectadas T auxiliar “ T helperTH)” MMHC – CDH + · Antigeneos extracelulares – oriundos da fagocitose LINFÓCITOS T Linfócitos T CD8 citotóxicos · Reconhecem antígeneos intracelulares apresentados por moléculas MHC I (em células fagocíticas ou em células imunes infectadas pelo mecanismo de escape). Possuem ação citolítica · Ativam linfócitos T CD4 · Reconhecem células infectadas por vírus e células tumorais · Após o primeiro reconhecimento de MHC associado ao antígeneo específico, independente da presença de moléculas coestimulatórias Induzem a via de morte celular programada (apoptores) na célula alvo pela ação de perforinas e granzimas LINFÓCITOS T CD8 CITOTÓXICOS · As membranas do linfócitos e da célula alvo se fundem e, por um processo de excocitose, o linfócito T CD8+ transfere o conteúdo dos grânulos citoplasmáticos (perforina e granzima) que levam à, lise celular · A perforina é uma proteína formadora de horas em membrana celular e as granzimas são serino- proteases que entram na célula alvo através dos poros formados pela perforina e induzem a apoptose – “golpe letal” ou “beijo da morte” LINFPOCITOS TCD4 AUXILIARES (TH) · Mediadores o estimulo pela APC (MHC III) podem se diferenciar em: THS, TH2, TH1 ou Treg LINFÓCITOS TH1 – INDUZEM POR IL – I2 · Proliferação (autócrina) e a proliferação e o aumento da capacidade citotóxica dos linfócitos T CD8 · Produzem IFN-Y, envolvido na ativação de macrófagos infectados em patógenos intracelulares como mucobactérias, protozoários e fungos, além de desempenhar papel importante na ativação de linfócitos TCD8 · O IFN-Y faz retroalimentação positiva sobre outro LTH0, induzindo sua polarização para a via de diferenciação TH1 e iniciando a via THH2 LINFÓCITOS T CD4 AUXILIARES (TH) · Mediante o estimulo pela APC (MHC II) podem se diferenciar em; TH1, TH2, TH17 OU Treg LINFÓCITOS TH2 – INDUZIDO POR TL – 4 · Produzem IL – 4 , IL – 5, IL C6 E IL – 10L, favorecendo a produção de anticorpos por linfócitos B · Estão associados com as doenças alérgicas e infecções por helmintos, pois a IL -4 induz a classe de imunoglobulinas IGE e a IL – 5 induz a proliferação e ativação de cosinófilos · A IL – 4 também promove retroalimentação positiva para a via TH2 e suprime a via TH1 LINFÓCITOS TH17 · Produzem citocinas IL – 22, IL – 26 e citocinas da família IL – 17 · As citocinas da família IL – 17 são potentes indutoras da inflamação, induzindo a infiltração celular e produção de outras citocinas pró- inflamatórias · Importantes para a proteção contra infecção por microorganismos extracelulares LINFÓCITOS TREG (CD4- CDR5 + 2) · Expressam a molécula CD25 + e o fator nuclear EOXP3 · Induzem a supressão das células T efetoras, bloqueando a ativação e a função destes linfócitos, sendo a ativação e a função no controle da resposta imunológica o AG próprios e não- próprios · Liberação de citocinas inibitórias como IL – 10 E TGF – B CÉLULAS NATURAL KILLER – ATIVADAS POR IFN – AS IFN – BE, IL – 12 (MACRÓFAGOS) · Produzem IFN – Y que participa da ativação de macrófagos, levando a produção de IL – 12 (ativadores de TH1( · Secretam assim como linfócitos TCD8+, perforinas e granzimas · Participam da resposta inflamatória desde o inicio (inata e adaptativa) · Reconhecem as células infectadas pela baixa expressão de MMC I, complementando a ação dos linfócitos TCD8+ · Participam da vigilância imunológica, especialmente se tratando de tumores RESPOSTAS IMUNE ADAPTATIVA HUMORAL Anticorpos ou imunoglobinas · Glicoproteínas produzidas pelos linfócitos B, a partir do reconhecimento do antígeno · pelo receptor de células B (BCR) · Reconhecem antigenos proteicos (LT dependente) e não proteicos (LT independente) · Estão presentes nos fluidos humorais: plasma, linfa, liquido peritoneal, lágrima e saliva · Se ligam à antígenos livres · Neutralização de toxinas (barreiras físicas ou alteração conformacional) · Oponização de antígenos ( via clássica do SC – IGG e IGM) RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA Anticorpos ou imunoglobinas · Constituídos por duas cadeias polipeptídicas leves (cadeias L – light ) e duas cadeias pesasdas (cadeias H – heavey) · Constituídos por duas regiões: 1. Região variável: correspondem à parte da molécula que se liga ao antígeno e estão localizados na porção amino-terminal do anticorpo (VL e VH) 2. Região constante: inclui a porção carbomxi- terminal da molécula (CCECH) · As cadeias se unem às cadeias pesadas por pontes dissulfeto, e a união entre as duas cadeias pesadas também é feita por pontes dissulfeto · Divindades em cinco classes; 1. IgA 2. IgD 3. IgE 4. IgG 5. IgM] IGD · Presentes na superfície de célula B atuando como receptores · Função efetora ainda não descrita IGM · Presentes na superfície de células B atuando como receptores · Produzida e secretadora pelos linfócitos B, principalmente no baço, linfonoide e medula óssea · Primeira a ser produzida frente a um estímulo antigênico específico,associado à infecção aguda (recente ou ainda curso) · Secretada por linfócitos B presentes nas mucosas: paredes dos tratos intestinais, respiratórias, genituário, pele e glândulas mamárias · Principal imunoglobulina contida no colestro e no leite IGE · Produzida por linfócitos B localizados principalmente, abaixo das superfícies corpósais como pele e mucosas · Relacionada à indução da inflamação e à resposta imune efetora contra helmintos e doenças alérgicas (mastócitos, basófilos e lonsinófilos) IGG · Principal tipo presente no sangue e mais ativa nos mecanismos de defesa mediado por anticorpos · Neutralização de toxinas, imobilização de bactérias, sensibilização NK, ativação de complemento e opsonização · Única capaz atravessar a barreira plancetária em humanos REAÇÕES DE HIPERNSENSIBILIDADE E AUTOIMUNIDADE Hipersensibilidade · Reações excessivas e indesejáveis, produzidas pelo sistema imune normal · São donosas desconfortáveis e as vezes fatais · Conhecido como “alegria” · Categorizando em 4 tipos 1. Tipo I 2. Tipo II 3. Tipo III 4. Tipo IV Hipersensibilidade tipo I, imediata ou hipersensibilidade anafilítica Antígeneos ambientais · Pode acometer diversos sistemas; · Pele – urticária e eczema · Olhos – conjuntivite · Naso faringe – rimovéia e rinite · Tecidos broncopulmonares – asma · Trato gastroinstetinal – gastroenterinal · Pode causar uma cavidade de sintomas desde inconveniência mínima até a morte · Leva 15-30 minutos após a exposição ao antígeneo, embora as vezes possa ter inicio mais demorado (10-12 horas) · Individuo deve ter sido sensibilizado pelo antigeneo previamente (IgE de memória) · Mediada por IgE, mastócitos e basófilos · Amplificado ou modificada pelas plaquetas, netrófilos e eosinófilos 1. Fagocitose do antígeno 2. Magração das APC2 para apresentação e desenvolvimento de resposta imunológica especifica 3. Apresentação de antígeneo via MHC II pra LT naive 4. Ativação de linfócito TCD4 5. Diferenciação para Th 2 – liberação de citocinas ativadoras de LB 6. Ativação de LB para produção de IgE 7. Sensibilização de mastócitos com anticorpos IgE 8. Segunda exposição ao mesmo alérgeno: reação cruzada com IgE + células e degranulação de mastócitos com liberação de várias substâncias farmacologicamente ativas (histaminas, quimioxinas, fator atividaa plaquetório, prostaglandinas e leucotrineos) HIPERSENSIBILIDADE TIPIO II OU HIPERNSENSIBILIDAE CITOTÓXICA Antigeneos de superfície celular ou matriz extracelular · Mediada por IgG e IgM · Dependente do sistema complemento · Participação de células NK · Ocorre em: · Anemas hemolíticas auto-imune · Estroblastose fital (sistema RH) · Transfusões incompatíveis · Trambocitopenia auto-imune (deficiência de plaquetas trombocitos ) COMPLEXOS IMUNES (AG : AC) · Anticorpos IgG, poucos IgM · Antigeneos exógenos (microrganismos) ou endógenas (autoimunidade) · Complexos antígeneo: anticorpo são solúveis no plasma podendo ser destruídas e eliminados (fagocitose) · Quando ocorre maior formação de complexos do que eliminação destes, ocorre a reação de HS III · Precipitação dos complexos no endotélio vascular em locais como glomérulos, membrana sinoval e membrana basal da epiderme · Recrutamento de células imunes com inflamação local PRINCIPIO DE IMUNOLNAIS 1. Sensibilização com AC de captura 2. Adição do Ag de interesse 3. Adução do AC secundário conjugado com enzima 4. Adição de substrato Glomiculonefrite Inflamação, acomapnhanda de proteinúria, hiperproteinemia e edema – insuficiência renal 5 consumos do substrato com liberação de produto flurescente colorido HIPERSENSIBILIDADE TIPO III OU HIPERSENSIBILIDADE TARSIA Media por LT a antígenos exógenos · Envolvidos na patogênese de muitas doenças autoimunes e infecciosas – tuberculose, lepra, lasbtomicose, Histoplasmose, toxoplasmose, leichmanoise, etc · Determottite de contato – para venosas, agentes químicos, metais pesados, etc · Doença celíaca – gliadina presente no gluten MHC · Representa o conjunto de genes responsável por codificar as moléculas de histocompatibilidade em uma determinada espécie, sendo chamado no ser humano sistema HLA HIPERSENSIBILIDADE · O MHC no ser humano está localizado no braço curto do cromossomo 6, e sendo esse genes reunidos em 3 grupos CLASSE I · Codificam as moléculas clássicas de histocompatibilidade HLA – A, B E C CLASSE II · Codificam as moléculas clássicas HLA – DR, DO E DP CLASSE III · No codificam moléculas de histocompotibilidade, e sim outras moléculas, algumas delas fazendo parte do sistema imune outras não – proteínas de complementos fatores de necrose tumoral, proteínas de choque e térmico e chaperonas · MHC é bastante variável entre os indivíduos · Herança genética (HLA do pai + HLA da mãe ) · Algumas genes apresentam uma mesma sequência de ácidos nucléicos em todos os membros de uma população – genes não polimórficos – os microglobulinos · Outros genes apresentam alelos variantes no mesmo locus – genes HLA-B com variantes HLA- B com variantes HLA – B7, HLA – BB, HLA – B27, HLA – B51 DOENÇA CELÍACA · A molécula de MHC será codificada pelos genes do HLA que são inúmeros. No grupo que codifica os genes de classe II, encontram-se os HLA – D2 , que codificarão proteínas para o MMCII chamado HLA – D2 · Os indivíduos que codificam os HLA do tipo DO2 e DO8 apresentam a doença celíaca pois esses MHC II se ligam fortemente a gliadina e desencadeam a resposta imune Alelo forma alternativa de um mesmo gene que ocupa o mesmo locus em cromossomos homólogos Gene sequência de DNA que codifica a determina as características dos organismos Locus associação que um gene ocupa em um cromossomo PROCESSO DE SELEÇÃO; O COMPONENTE DE LINFOCITOS T 1. Não reconhecem e sofrem apoptose por falta de estimulo 2. Reconhecem avidamente e sofrem apoptose por serem autoreativos 3. Reconhecem pouco e são selecionados para maturação nos órgãos linfoides periféricos PROCESSO DE SELEÇÃO; O COMPORTAMENTO DE LINFÓCITOS B 1. Não respondem nem proliferam em resposta 2. Integram a partir de IgM com antígenos próprios na medula óssea e sofrem mudanças de classe de Ig ou morte por apoptose TOLERANCIA AO PRÓPRIO · O sistema imune tem a capacidade de distinguir o próprio do mão-próprio, ou seja, de tolerar os antígenos do hospedeiro e responder o antígenos estranhos · Para isso, existem vários processos adquiridos ativamente, em que linfócitos auto-reativos são excluídos ou inativados após encontrar antígenos próprios AUTOIMUNIDADE · A autoimunidade é uma falha no mecanismo de tolerância ao próprio que ocorre pelos seguintes mecanismos: 1. Sobrevivência LT que reconhecem MHC + autoantígeneos ou apenas MHC 2. Falha na mudança de classe das Ig ou na indução de apoptose dos LB 3. Falha no mecanismo de energia funcional · Destruicao do próprio como se fosse não – próprio Tireoide de Hashrmeto · Infiltração de LT na tiroide causando a destruição das células tireodinas resultando no hipertireoidismo Diabetes meleitus tipo I · Infiltração de linfócitos T nas ilhotos pancreáticas causando a destruição das células B, impossibilitando a produção de insulinas Gastrite autoimune · Anticorpos se ligam às células parietais, bloqueando a bomba de H+, e ao fator intrínseco, impedindo a ativação da B12 levando a anemia perniciosa Lupus eritematoso sistêmico · Anticorpos contra constituintes, nucleares (DNA, RNA, histomas) formam complexos imunes (HST II) e se depositam nos tecidos Artrite reumatoide · Infiltração de LT, neutrófilos, macrófagos e DC e produzem metaloproteínas nas promovendo a quebra do colágemo e dos proteoglicanos UNIDADE 2 Bactérias: estruturas, morfologia, genética e fatores de virulência BACTÉRIA: MORFOLOGIA · Unicelulares (exceto magnetoglobus multicelulares) · Procariontes · Ausência de membrana celular (carioteca) – região nucleoide · DNA cromossomial circular, segmentos de DNA independentes (plasmídeos) · Ausência de organelas especificas, possuem apenas ribossomos · Citoplasmasdesprovidos de citoesqueletos, sendo a forma mantida pela rigidez da parede celular (peptidoglicano) · Capsula (patogênicas), confere proteção física e contra a fagocitose, adesão ao meio externo e adesão a outras bactérias para a formação de colônias, formadas por glicoproteínas e polissacarídeos · Presença de flagelos (flagelina – PAMP) para locomoção · Presença de fímbrias de adesão e fímbrias sexuais (PILI) TÉCNICAS DE GRAM- HENS CHRISTITAN GRAM (1883) · Gram – positivo ficam com coloração violeta ou azul escura · Gram – negativo são incapazes de ficar a violeta retendo em seu lugar corante de contraste que lhes dá a tonalidade vermelha ou roxa MICOPLASMA · Menores orgnaismos livres, tanto em tamanho quanto em numero de genes · Não possuem parede celular · Extremamente dificl de isolar visualizados apenas por microscopia eletrônica · Psicrófilas – 45 graus · Acidófilas – 2 a 5 graus · Neutras – 6 a 0 7 graus · Alcalifílicas – 8 a 10 graus · Enzimas protetoras · Catalose · Peroxidase · Superóxido dismitase (superior nos gram) · Transferência de fragmentos de DNA – transformação transdução e conjugação · Duplicação de DNA bacteriano e uma posterior divisão em duas células + comum + rápido ESPORILAÇÃO · Desidratação da célula bacteriana · Decorrente da escassez de nutrientes e água BACTÉRIAS – REPRODUÇÃO · Fragmentos de DNA são transferidos de uma bactéria a outra usando bacteriófagos como vetores. Se a bactéria sobrevive à infecção viral, pode passar a incluir o DNA transferido em seu genoma TRANSFORMAÇÃO · A bactéria absorve moléculas de DNA dispersas no meio, oriundas de bactérias mortas, que são incorporadas ao DNA da bactéria viva. Processo espontâneo BACTÉRIA – ENGENHARIA GENÉTICA – DNA RECOMBINANTE · Como exemplo, a pode ser usado na produção de insulina para pacientes com clonagem de genes humanos em Escherichia coli · DNA humano é ligado ao plasmático vetor · Plasmídio recombinante é introduzido na bactéria hospedeira · Duplicação de DNA recombinante na bactéria hospedeira · Extração e purificação das proteínas · Administração · Isolamento do RNA mensageiro do gene que codifica a insulina · Obtenção do DNA complementar e inserção deste em um plasmídeo · Reprodução do E. coli e produção de elevado número de proteínas (insulinas) REPRODUÇÃO · Transferência de plasmídeo de uma bactéria deodora (macho) para uma receptora (fêmea) utilizando os pili BACTÉRIAS – MECANISMOS DE RESISTÊNCIA BACTERIANA À ANTIBIÓTICOS IMPERMEABILIDADE · Modificação da parede celular DESTRUICAO ENZIMÁTICA · Agentes B-lactômicos pelas enzimas B – lactomanes BOMBA DE EFLUXO · Evita o acúmulo dos antibióticos INATIVAÇÃO · Adição de grupos fosfatos aos antibióticos impedindo a ligação aos ribossomos · A absorção de elementos genéticos móveis (fagos, plasmídeos de vioulência, ilhas de patogenicidade), e perda de porções de DNA – cromossômico em linhagens de E code, possibilitam surgimento de clones de diferentes PATOTIPOS · De E. Coli associados de doenças especificas POSTULADOS DE HENLE- KOCH (1877) · Os seus postulados devem ser comprovados antes de se poder estabelecer e aceitar uma relação causal entre uma dada bactéria – ou agente de doença transmissível – e a doença em questão 1. O organismo patogênico suspeito deve estar presente em todos os casos da doença e ausente em animais sadios 2. O organismo suspeito deve ser cultivado em cultura pura 3. Células de uma cultura pura do organismo suspeito devem provocar a doença em um animal sadio 4. O organismo deve ser isolado e caracterizado como o mesmo encontrado originalmente BACTÉRIAS – FATOR DE VIRULÊNCIA E MECANISMO DE PATOGENIDADE Patogenicidade = qualitativa capacidade de um microrganismo causar dano (doença) em um hospedeiro Virulência = quantitativa característica expressas por uma bactéria que aumentam sua patogenicidade e “driblam” o SI · Adquirir genes de virulência · Sentir o ambiente · Ligar e desligar (on/off) genes de virulência · Deslocar-se para o tecido · Fixar-se no tecido · Conseguir nutrientes · Evitar e fugir do sistema imune (cápsula) · Sobreviver ao stress no local da infecção · Suportar as defesas do organismos e revidar a isto · Provocar lesões no tecido hospedeiro · Interferir com sistema de sinalização e citoesqueleto das células do hospedeiro · Dispersão para outras células MECANISMO DE PATOGENICIDADE INVASÃO E ADERÊNCIA · Acesso as cevidades (parte de entrada) e abduência às células do hospedeiro · Fímbrias · Glicocálice (envolvitório externo da membrana celular) · Flagelo · Componentes da parede celular PENETRAÇÃO · Expressão de fatores de invasão de superfície (INVASINAS) · Provocam alterações no citoesqueleto de células não – fagocítica que emitem uma projeção da membrana plasmática semelhante a pseudópedos, fagocitando a bactéria COLONIZAÇÃO · Normalmente a quantidade de células do agente que penetrou no hospedeiro é pequena para produzir sintomas diretamente (período de incubação) , logo, começam a se multiplicar (período prodrômico). Dependem da disponibilidade de nutrientes no tecido infectado do hospedeiro SOBREVIVÊNCIA · Secreção de toxinas EXOTOXINAS · Típico de Gram – positivas · Inibir síntese proteica (toxina diftérica); · Perda de fluido ao nível instentinal (eterotoxina) · Ação sobre SN (neurotoxinas) · Lise de células (citotoxinas = citolisinas, hemoclisinas · Integrantes na parede de Gram – negativas (LPs) · Em baixas concentrações – reações de alarme · Em alta concentrações – choque e morte BACTÉRIAS – MECANISMO DE AÇÃO DE ENDOTOXINAS 1. A bactéria produz e lbera a exotoxina 2. O componente B (de ligação) da exotoxina se liga ao receptor da célula do hospedeiro e a exotoxina penetra na célula 3. O componente A (ativo) do exotoxina altera a função celular ao inibir a síntese proteica (febre) 1. Um macrófago ingere uma bactéria Gram negativa 2. A bactéria é degradada em um raxulo, liberando endoxinas, que induzem o macrófago a produzir interleucina (IL – 1 ) 3. A IL – 1 é liberada pelo macrófago na corrente sanguínea, através da qual ela viaja até o hipotálamo no cérebro 4. A IL – 1 induz o hipotálamo a produzir prostglandinas, que reajustam o “termostratos” corporal para uma temperatura mais elevada, produzindo febre. ESTÁGIO DA INFECÇÃO PERÍODO DE INCUBAÇÃO · É o intervalo entre a infecção inicial e o surgimento dos primeiros sintomas PERÍODO PRODÔMICO · Fase que se caracteriza pelos sintomas iniciais da doença PERÍODO DA DOENÇA · Fase em que a doença se manifesta por completo PERÍODO DE DECLÍNIO · Os sinais da doença diminuem PERÍODO DE CONVALISCÊNCIA · fase do retorno da normalidade do corpo TIPOS DE TRANSMISSÃO · direto = pessoa a pessoa – DST, turbeculose, lepra, difteria, etc · indireto = fômites – tétano TRANSMISSÃO POR VEÍCULOS · alimentos, água, terra, ar. TRANSMISSÃO POR VATORES ARTRÓPODES · pulgas (peste) e carrapatos (febre musculosa brasileira) TRANSMISSÃO POR ANIMAIS · roedores (leptospirose), aves (salmonella), etc VÍRUS EUCARIOTES OU PROCARIONTES? · Não são organismo celulares · Não se reproduzem independentemente · Não se produzem a própria energia · Não produzem as próprias proteínas · Muito, mas muito pequenos · Vírus apenas se reproduzem dentro de células, pois não podem produzir sua própria energia e proteína MORFOLOGIA Envelope viral · Membrana hiproteica com glicoproteínas de superfície (FV) · Confere instabilidade ao vírus – mais sensesiveis ao calor, ao deslocamento e aos detergentes e solventes lipídicos · Vírus NÃO envelopados: MAIS RESISTENTES · Transmissão foco-oral – hepatite A, poliovirus, rotovírus · Vírus envelopados: MENOS RESISTENTES · Transmissão direta (sangue, peraligato ou contato sexual) – HIV, herpe – vírus, hepatite B e C, influenza, saramoo, rubéola, varicela – zoster CASPÍDEO VIRAL · A forma é determinada pelo arranjo de subunidade repetitivas que forma o caspídeo (cobertura proteica do DNAou RNA) · Capsômero – copsídeo + RNA OU DNA – nucleocapsídeo · Nucleocapsídeo existe em duas formas: helicoidade ou icosaérdrica PROTEÍNAS VIRAIS · Proteínas do capsídeo protegem o genoma da degradação por nucleases · Proteínas da matriz: medeiam a interação entre as proteínas do capsídeo e o envelope · Proteínas de superfície: medeiam a ligação do vírus a receptores específicos no hospedeiro (FV) – classificação de acordo com os antígenos de superfície: sorotipos · Proteínas de superfície · Classificação de acordo com os antígenos de superfície: sorotipos – sorotipo x cepa? · Sorotipos: imunidade para sorotipo 1, mas contrair a doenças pelos sorotipos 2 e 3 · Vacinas: devem conter todos os sorotipos GENOMA · DNA ou RNA · Fita simples · Linear ou circular · DNA é sempre uma molécula única · RNA pode ser única ou fragmentada · Vúrion: forma completa (infectante) do vírus – caspídeo + DNA ou RNA REPLICAÇÃO · Os vírus não infectam qualquer célula, existem critérios: Permissividade capacidade de uma célula replicar ou não determinado vírus Célula permiasiva célula cuja maquinaria consegue não somente replica o genoma viral, mas também ter como produto a montagem de partículas virais infecciosas Célula susceptível célula em cuja superfície ocorre a presença de receptores que são reconhecidos pelas proteínas virais Período da eclipse · A partir da inoculação, a particular viral desaparece, deixando apenas o ácido nucleico no interior da célula Período de latência · Tempo do início da infecção até o aparecimento do vírus extracelularmente Período de crescimento · Um vírion – centenas de vírions Efeito citopático · Alteração funcionais e morfológicas promovidas na céluça do hospedeiro ao final do período de latência · Eventos do ciclo replicativo viral Absorção e penetração · Vírion parental liga-se a membrana celular e penetra na célula hospedeira (glicoproteínas do envelope ou ponte do capsídeo) Desnudamento · O genoma viral é desmudado pela remorcao de proteínas do capsídeo, deixando-o livre para funcionar Síntese de mRNA precoce · Síntese do próprio genoma e de proteínas estruturais, como as do capsídeo Montagem da progêne · União do mRNA replicado a partir do progenitor + proteínas do capsídeo. Podem “roubar” fosfolípides da membrana celular para o envelope. São liberados da célula · Absorção, penetração e desnudamento A. Fusão com a membrana plasmática B. Fusão após endocitose mediada por cavelina C. Penetração após endocitose mediada por lipídeos Ciclo lítico · O fago infecta a bactéria, apodera-se dela para sintetizar inúmeros fagos, e então mata a célula por explosão (LISE) 7 Clico lisogênico · O fago infecta uma bactéria e insere seu DNA no cromossomo bacteriano, permitindo que o DNA do fago (agora chamado de prófago) seja copiado e transmitido pelo próprio DNA da célula · Em resposta a determinados estímulos, como luz VV, o DNA do prófago é excisado do DNA da bactéria e o fogo entra no ciclo lítico Variação em vírus · Recombinação: Os vírus trocam segmentos de material genético (DNA ou RNA) por crossing over quando infectam a mesma célula hospedeira · Comum nos vírus da gripe (influenza) · Mutuação aleatória: ocorre uma alteração espontânea na sequência de DNA ou RNA de um vírus · Comum no HIV FUNGOS Estruturas fúngicas, morfológicas tipos de micose, prevenção e resposta imune frente a fungos Plantas · Não sintetizam clorofila · Não tem celulose (exceto alguns aquáticos) · Não armazenam amido (subst. De reserva) Animais · Presença de quitina · Armazenam glicogênio · Maiores organismos vivos do planeta (armielaria ostoyae ou armilaria solidipes) · Domínio eucaraya · Reino fungi · Ubiquos · Uni ou pluricelulares · Micro ou macroscópicos (colônias) ESTRUTURAS · Parede celular composta por quitina (polissacarídeo) · Membrana citoplasmática e nuclear · Ribossomos · Mitocôndrias · Reticulo endoplasmático · Complexo de golgi · Cápsula de mucopolissacarídeos (patogênicos) Mananas: polissacarídeos de manose B-glicanas: polissacarídeos de monômeros de D-glicose úmidos por ligações glicosídicos B Quitina: polissacarídeos constituído por um polímero de cadeia longa de N-acetilglicosamina Membrana celular: ergosterol DNA CROMOSSOMIAL · Cromossomos lincares · DNA dupla fita em hélice · Histonas associados ao DNA cromossomial · Nucléolo contendo DNA, RNA e proteínas PLASMIDEOS · Estruturas circulares de DNA dupla fita · Localização extra cromossômica · Capacidade de autoduplicação de modo independe dos cromossomos · Raramente evidenciados em leveduras FILAMENTOS · Bolores ou mofos · Pluricelulares · Hifas · Mulnucleados LEVEDURAS · Unicelulares · Células esféricas ou ovais · Núcleo único HIFAS CENOCITICAS · Sem divisões transversais · Filamentos preenchidos por citoplasmas e numerosos núcleos HIFAS SEPTADA · Possuem divisões transversais · Filamentos comportimentados com orifício central (troca) · Um ou dois núcleos por compartimento MICÉLIO · Conjunto de hifas Micélio vegetativo · Sustentação e absorção de nutrientes, se desenvolvendo no interior ou sobre e substrato Micélio aéreo · Projeta-se na superfície e cresce acima do meio cultivo Micélio reprodutivo · Diferenciação do micélio aéreo para sustentar os corpos de frutificação · Colônios de aspectos seco, aveludadas, algodonosas, pulverilentas Leveduras · Colônias de aspecto úmido, remosa ou pastora Dimórficos · Apresentam-se nas formas de hifas e leveduras características de fungos patogênicos · Cândida albica, histoplasma capsulatum, Sporothrix schincki · Colônias mistas 22-28 grau filamentos 35-37 graus leveduras MECANISMOS EFETORES Frente a fungos Resposta imune · Embora seham estimados em 250 mil espécies, menos de 150 foram descrito como patógenos aos seres humanos Leveduras · Colonizam os seres humanos, fazendo parte da microbiota residente. Podem se comportar como patógenos oportunistas Filamentos (bolores e mofo) · Não fazem parte da microbiota humana e portanto o homem não e um reservatório importante para esse grupo de fungos Causas de infecções fúngicas · Fungos patogênicos primários – conseguem invadir o tecido de um hospedeiro normal · Fungos patogênicos oportunistas – somente são invasores de tecido indivíduos imunocomprometidos (disbiose) Vias de penetração no corpo · Via inalatória · Ruptura de barreiras no organismo · Embora sejam estimados em 250 mil espécies, menos de 150 foram descritos como patógenos aos seres humanos · Após a penetração, sofrem alteração morfológica passando de filamentoso para levedura, e vice e versa Micetismo · Intoxicação causada pela ingestão de fungos macroscópicos toxígenos (termolabieis e termoresistentes) Micotoxicose · Intoxicação causada pela ingestão de alimentos contaminados com fungos microscópicos (micotoxinas) · Aflaloxinas · Ocratoxina · Resultando da ingestão de toxinas de Aspergillus, Penicillium e Fusarium Candidiáse · Resultando da infecção por cândida SP (especialmente cândida albicans) Meningite fúngica · Resultante de infecção por cryptococcus neoformans Aspergitose pulmonar · Resultante de infecção por Aspergillus fumigatus Mananas · Polissacarídeos de manose – lectina ligadora de manose, TLRH e 2 – citocinas pró-inflamatórias, fagocitose B-glicanas (zimosan) · Polissacarídeos de D-glicose unidos por ligações glicosídicas B – dectin 1, TLR1 – citocinas pró-inflamatória, EROs e fagocitose Quitina · Polissacarídeos de N-aceliglicosamina – receptor de manose – fagocitose e citocinas anti-inflamatórias Glactomanas · Polissacarídeos de galactose e monose – lectina ligadora de manose, dectina –2 e anticorpos – citocinas pró-inflamatórias e R02 e fagocitose A glucanos e B- glucanas: · Polissacarídeos de D-glicose unidos por ligações glicosídicos a e B – decten-1, TLR2 – citocinas pró-inflmatórias Er02 e fagocitose Quitina · Polisscarideo de N-acetilglicosamino – IgG 0 cuticubas pró-inflamatórias PARASITAS · A parasitologia estuda os organismosque vivem no interior ou exterior de outro hospedeiro, obtendo alimento às expensas de seu hospedeiro, consumindo-lhe os tecidos e humores ou conteúdo intestinal · Relacionamento com base nutricional não podendo lesar drasticamente o hospedeiro, evitando alterações comprometedoras, o que o faria perder seu hospedeiro · O parasitismo é a interação entre indivíduos de espécies diferentes, em que se estabelecem relações intimas e duradouras com certos graus de dependência metabólica (nutrientes) · Dependendo das necessidades individuas de cada parasito, ele utilizará determinada espécie de hospedeiro (estenoxenos) ou um grupo de diferentes espécies ou mais (euxerinos) CLASSIFICAÇÃO Quanto ao número de hospedeiro · Monoscenos/monogenéticos: realizam o seu ciclo evolutivo em um único hospedeiro Exemplos: ascarias lumbricoides (lombriga) enterobuis vermiculareis (osciúrio) · Heteroxenos/digenético: só completam o seu ciclo evolutivo passando, pelo menos, em dois hospedeiros Exemplos: leishmania (esquistossomo), trupanosoma cruzi (tripanossama) · Estedoxenos: Capazes de infectar uma única espécie de hospedeiro (ou espécies muito próximas na escala zoológicas) · Antroparanoses: infecções que circulam exclusivamente entre seres humanos · Eucariontes: capazes de infectar uma ampla gama de hospedeiros distintos Quanto à localização nos hospedeiros ECTOPARASITAS: localizam-se nas partes externas dos hospedeiros, sem penetrar profundamente (INF FESTAÇÃO) – sanguessuga , piolho, pulga ENDOPARASITAS: localizam nas partes internas dos hospedeiros (INFECÇÃO - parasitos cavitários e teciduais) – têmias solitórios, lombriga, esquistossomo ECTOPASITAS · Artrópodes · Moscas · Ácaros · Pulgas · Piolhos · Carrapatos DERMATOBIOSE · A larva da mosca entra debaixo da pele, através de feridas de arranhões, o surgimento de uma ferida na pele que pode coçar, provocar dor ou inchaço e vermelhidão na pele ESCABIOSE · Sarcoptes · Sintomas intesos pruido locla PULGAS · Funga penetrans (bicho do pé) PEDICULOSE · Pediculus humanus e pediculus humanus corporais · Sintomas intensos prurido