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APA AUDIOLOGIA

Material de introdução à Avaliação Audiológica Básica que aborda anamnese, meatoscopia e audiometria básica. Apresenta objetivos, metodologia e discussão de resultados, com atividades práticas: meatoscopia em colega, preenchimento de anamnese, criação de audiograma simulado e parecer.

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Introdução a Avaliação Audiológica Básica
Debora Luana Pinheiro Siqueira Santiago 
1
ANAMNESE E MEATOSCOPIA
OBJETIVOS
Conhecer a anamnese audiológica e quais dados são mais relevantes.
 Aprender e treinar a visualização do conduto auditivo por meio da meatoscopia.
METODOLOGIA
Passo 1: O (a) aluno (a) irá ler todas as etapas da anamnese audiológica;
Passo 2. O preceptor, no dia da Prática em Mega polo, dará suporte para o passo 1;
Passo 3: O (a) aluno (a) realizará a meatoscopia em seu colega;
2
ANAMNESE E MEATOSCOPIA
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Após a execução das atividades realizadas em MegaPolo, os alunos deverão realizar a atividade prática baseada no embasamento teórico do Projeto Integrador.
Todas as perguntas foram elaboradas a partir do material teórico. Entretanto, você também pode traçar seu raciocínio clínico para respondê-las
ATIVIDADE
1) Com base no material teórico e, por meio de sua reflexão pessoal, comente sobre a importância da anamnese audiológica para levantamento da história clínica do paciente.
2) Adicione outras informações que considere relevantes e que não constam na ficha de anamnese audiológica.
3) Descreva sobre a Meatoscopia realizada em seu colega.
Respostas. 
A anamnese audiológica é um componente fundamental na avaliação e diagnóstico auditivo, desempenhando um papel crucial no levantamento da história clínica do paciente. Através da anamnese, o profissional de saúde auditiva obtém informações detalhadas sobre a saúde geral do paciente, seus sintomas auditivos, e outros fatores que podem influenciar a função auditiva.
2) Informações maiores sobre o histórico da paciente, dados da família, dados de identificação e Endereço.
3) Foi feito a meatoscopia em uma mulher de aparentemente 40 anos de idade, na orelha direita: o conduto auditivo externo estava permeável, sem sinais de obstrução ou secreção significativa. As paredes do conduto apresentavam-se normais, com ausência de edema ou eritema. Na esquerda: o tímpano apresenta-se perfurado. A perfuração está localizada na parte central do tímpano. Não há evidência de corpos estranhos no conduto auditivo externo.
FOTOS
ANAMNESE E MEATOSCOPIA
CONCLUSÕES
Apresente aqui suas conclusões no formato de tópicos.
Neste item, demonstre o seu entendimento sobre a atividade prática desenvolvida e o assunto correlato. Apresente a conclusão, ou as conclusões, que seus resultados dão suporte. R: A aula pratica foi de extrema importância para que tenhamos base de como elaborar uma meatoscopia e conhecer toda cavidade da orelha.
Neste item, você irá descrever se os objetivos foram alcançados ou não. R: Não foi tirado todas as duvidas, mas nos deu um norte de por onde ir. Seria Importante ter outros encontros e debater sobre o mascaramento. 
Apresente também as limitações da experimentação e quais outros experimentos poderiam ampliar o entendimento do assunto. Aqui você pode ainda apresentar possíveis aplicações práticas dos seus resultados. R: A professora não teve tempo de ficar ao lado de cada um para ver e tirar as dúvidas ou explicar se estávamos certos, mas a grande maioria dos alunos foram já tendo uma noção de como realizar e o que necessitava identificar, higienização e procedimentos. 
AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA BÁSICA
OBJETIVOS
Capacitar o aluno a realizar uma audiometria básica.
Identificar os tipos de perda auditiva em uma avaliação audiológica.
Capacitar o aluno a interpretar uma audiometria básica.
METODOLOGIA
Passo 1: Com auxílio do material criado e, a partir da prática elaborada, crie um audiograma simulando uma perda auditiva neurossensorial de qualquer grau. Para isso, imprima a folha de audiograma e, realize o preenchimento das marcações. Você pode optar por desenhar o audiograma (de ambas as orelhas) e, após fazer o preenchimento do seu caso, insira uma foto que apareça as marcações e o parecer audiológico.
Passo 2: Realize o parecer audiológico da simulação de caso clínico acima. Identifique o tipo, grau, lateralidade e configuração da perda auditiva.
7
AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA BÁSICA
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Na avaliação audiológica básica, além do manuseio de cada aparelho, é importante que você saiba compreender um exame audiológico, considerando a execução correta, o raciocínio clínico juntamente com a anamnese para que possa elaborar o parecer fonoaudiológico.
AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA BÁSICA
ATIVIDADE PROPOSTA
Registre fotos do preenchimento da anamnese, realização da meatoscopia e interpretação dos casos clínicos. FOTOS SERA ENVIADA A PARTE DA APA
Para treinamento do raciocínio clínico, descreva todas as etapas da avaliação audiológica básica. ANMESE, MEATOSCOPIA E AUDIOMETRICA COM O PARECER. 
Cite a avaliação que mais lhe chamou atenção e descreva sua função e importância dentro da Avaliação Audiológica Básica. A que mais me chamou a atenção foi a primeira avaliação pois nela tinha o caso clinico e apesar de suas queixas foram de zumbidos o tempo inteiro, o parecer fonoaudiológico deu: Perda auditiva sensorioneural de grau leve e configuração descendente na orelha direita e limiares auditivos dentro do padrão da normalidade com configuração descendente acentuadas nas frequencias (3,4,5 e 8 khz) na orelha esquerda. 
AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA BÁSICA
CONCLUSÕES
Apresente aqui suas conclusões no formato de tópicos
Neste item, demostre o seu entendimento sobre a atividade prática desenvolvida e o assunto correlato. Apresente a conclusão, ou as conclusões, que seus resultados dão suporte. 
Neste item, você irá descrever se os objetivos foram alcançados ou não. 
Apresente também as limitações da experimentação e quais outros experimentos poderiam ampliar o entendimento do assunto. Aqui você pode ainda apresentar possíveis aplicações práticas dos seus resultados. 
Conclusões:
Em resumo, a avaliação audiológica básica é um processo abrangente que fornece informações cruciais para o diagnóstico, tratamento e manejo da perda auditiva. É um componente vital na promoção da saúde auditiva e na melhoria da qualidade de vida dos pacientes com problemas auditivos.
A importância de um diagnostico bem feito, é crucial para que o paciente tenha um bom resultado em seu tratamento. Então devemos está atentos a qualquer informação coletada desde a ANMESE que está deve ser preenchida com detalhes todas as informações da pessoa, a meatoscopia que é feita a visualização e identificar se naquele momento o paciente está apto para realizar a audiometria ou se caso houver intercorrência como ouvido tampado, perfurado, corpo estranho na cavidade do tímpano entre outras possibilidades, este deverá procurar outro especialista (otorrinolaringologista). Caso contrário é encaminhado para a realização da audiometria. 
Os objetivos foram alcançados, apesar de ainda sentir a falta de uma abordagem mais especifica, teve algumas atividades erradas na Apa que levei para a coordenação do curso avaliar. 
As limitações se definem pelo tempo e quantidade de aulas suficientes para aprender completamente. 
Audiometria Aérea 
Objetivo: Avaliar a capacidade do ouvido externo e médio para transmitir sons ao ouvido interno.
Procedimento: O paciente usa fones de ouvido (em alguns casos, fones de inserção) que emitem sons em diferentes frequências e intensidades. Os sons são apresentados em forma de tons puros em uma faixa de frequências (geralmente de 250 Hz a 8000 Hz).
Sinalização: O paciente deve sinalizar, geralmente levantando a mão ou pressionando um botão, quando ouvir o som.
Procedimento: O teste é realizado em uma cabine silenciosa para minimizar a interferência do ambiente.
Interpretação dos Resultados:
Curva Audiométrica: Os resultados são plotados em um gráfico chamado audiograma, que mostra o limiar auditivo em decibéis (dB HL) para cada frequência.
Normal: Limiar auditivo dentro da faixa de 0 a 25 dB HL.
Perda Auditiva: Se os limiares estiverem acima de 25dB HL, indica perda auditiva. A gravidade pode ser leve, moderada, severa ou profunda, dependendo dos valores obtidos.
Significado Clínico:
Identificação de Perda Auditiva Condutiva: Se a audiometria aérea mostrar perda auditiva e a audiometria óssea estiver dentro dos limites normais, a perda auditiva é geralmente condutiva, indicando problemas no ouvido externo ou médio.
Detecção de Perda Auditiva Sensorioneural: Se a audiometria aérea e a audiometria óssea mostrarem perda auditiva em níveis semelhantes, a perda auditiva pode ser sensorioneural, indicando problemas na cóclea ou no nervo auditivo.
Audiometria Óssea (BC)
Objetivo: Avaliar a capacidade do ouvido interno e do nervo auditivo para detectar sons, ignorando a condução do som pelo ouvido externo e médio.
Método:
Procedimento: Um vibrador ósseo é colocado sobre o osso mastoide ou na testa, transmitindo vibrações diretamente ao ouvido interno. Essas vibrações estimulam a cóclea e o nervo auditivo sem passar pelo ouvido externo e médio.
Sinalização: O paciente deve sinalizar quando perceber o som transmitido pelo vibrador.
Interpretação dos Resultados:
Curva Audiométrica: Também é plotado um gráfico para a audiometria óssea, comparando com a audiometria aérea.
Normal: Limiar auditivo dentro da faixa de 0 a 25 dB HL.
Análise dos Resultados: A diferença entre os limiares de condução aérea e óssea ajuda a determinar o tipo de perda auditiva.
Significado Clínico:
Perda Auditiva Condutiva: Se a audiometria aérea mostrar perda auditiva e a audiometria óssea estiver dentro dos limites normais, sugere-se que a perda auditiva seja condutiva.
Perda Auditiva Sensorioneural: Se a perda auditiva for semelhante nas medições de condução aérea e óssea, indica uma perda auditiva sensorioneural.
Perda Auditiva Mista: Se ambos os limiares de audiometria aérea e óssea estiverem elevados, pode haver uma combinação de perda auditiva condutiva e sensorioneural.
Comparação e Diagnóstico
Comparação entre AC e BC:
Se a perda auditiva é maior na condução aérea do que na óssea, isso sugere que há um problema no ouvido externo ou médio (perda auditiva condutiva).
Se a perda auditiva é similar em ambas as medições, indica que o problema pode estar na cóclea ou no nervo auditivo (perda auditiva sensorioneural).
Curvas Audiométricas:
Audiograma Normal: Audiometria aérea e óssea dentro da faixa normal.
Perda Auditiva Condutiva: Diferença significativa entre condução aérea e óssea, com condução aérea pior.
Perda Auditiva Sensorioneural: Sem diferença significativa entre condução aérea e óssea, com ambos os tipos de condução afetados.
Perda Auditiva Mista: Ambas as medições são comprometidas, com a condução aérea mais afetada do que a óssea.
Conclusão
A audiometria aérea e óssea fornecem uma compreensão detalhada da função auditiva e ajudam a identificar a natureza da perda auditiva. Juntas, essas avaliações permitem:
Diagnóstico Acurado: Identificar o tipo e a gravidade da perda auditiva.
Plano de Tratamento: Orientar decisões sobre tratamento e reabilitação auditiva.
Acompanhamento: Monitorar a progressão da perda auditiva e ajustar o tratamento conforme necessário.
A integração dos resultados de audiometria aérea e óssea é crucial para uma avaliação completa e para o desenvolvimento de um plano de manejo eficaz para o paciente.
Simulação da meatoscopia
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