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Benefícios do Bacillus aryabhattai na agricultura 
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ÍNDICE 
Capítulo 1 - Como o Bacillus aryabhattai atua na promoção de crescimento de plantas 
Capítulo 2 - como a rizobactéria Bacillus aryabhattai controla os agentes causadores dos estresses bióticos em 
plantas 
Capítulo 3 - Como os estresses abióticos podem ser mitigados pela ação do Bacillus aryabhattai 
Capítulo 4 – Como o Bacillus aryabhattai auxilia na biorremediação do solo 
Capítulo 5 - Como o Bacillus aryabhattai melhora a disponibilidade de nutrientes para as plantas 
A rizobactéria Bacillus aryabhattai apresenta um papel muito importante para melhorar a nutrição de plantas 
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CAPÍTULO 1 - COMO O BACILLUS ARYABHATTAI ATUA NA PROMOÇÃO DE CRESCIMENTO DE 
PLANTAS 
Identificado pela primeira vez em 2009, o Bacillus aryabhattai é um microrganismo promotor de crescimento de plantas que tem 
demonstrado um amplo potencial nos sistemas agrícolas. 
O sucesso que vem sendo obtido com o uso dessa rizobactéria no meio agrícola pode ser relacionado à sua grande adaptabilidade em 
diversos ambientes, muitas vezes desfavoráveis ao crescimento de outras espécies de microrganismos. 
Estudos indicam que o B. aryabhattai é capaz de tolerar certos níveis de salinidade no solo e ainda fazer a biorremediação de diversos 
resíduos de compostos tóxicos que podem estar presentes no solo, como moléculas de herbicidas. 
Além disso, pesquisas indicam que essa rizobactéria benéfica é capaz de colonizar rapidamente o sistema radicular de algumas culturas 
agrícolas. 
No artigo Bacillus aryabhattai SRB02 tolerates oxidative and nitrosative stress and promotes the growth of soybean by modulating the 
production of phytohormones, por exemplo, Yeon-Gyeong Park e outros pesquisadores observaram que, 2 dias após a inoculação, o Bacillus 
aryabhattai já havia colonizado as raízes da soja. 
Essas, dentre outras características do B. aryabhattai, tornam essa rizobactéria um microrganimo muito resiliente no ambiente agrícola e 
faz com que todos os benefícios promovidos por ela para promoção de crescimento de plantas sejam potencializados. 
Nesse mesmo estudo, Yeon-Gyeong Park e os demais pesquisadores observaram que a inoculação de uma cepa do B. aryabhattai 
promoveu um aumento significativo do tamanho dos brotos, folhas e nós das plantas, mesmo quando sob condições de estresse. 
Em outras culturas, como o arroz e o milho, o mesmo efeito da promoção de crescimento de plantas, mesmo em condições de estresse, 
tem sido observado com a inoculação da rizobactéria B. aryabhattai. 
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https://blog.verde.ag/nutricao-de-plantas/bacillus-aryabhattai-na-agricultura/
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É o que observaram, respectivamente: 
• Pallab Kumar Ghosh e outros pesquisadores, no artigo The role of arsenic resistant Bacillus aryabhattai MCC3374 in promotion of rice 
seedlings growth and alleviation of arsenic phytotoxicity; 
• Chao Deng e outros pesquisadores, no artigo Bacillus aryabhattai LAD impacts rhizosphere bacterial community structure and 
promotes maize plant growth. 
 
Efeitos da inoculação do Bacillus aryabhattai em diferentes tratamentos na cultura da soja. (Fonte: PARK et al., 2017) 
Esses diferentes relatos da promoção de crescimento de plantas promovido pela inoculação do Bacillus aryabhattai estão relacionados a 
diversas funções que essa rizobactéria apresenta quando associada às plantas, assim como as mudanças benéficas que ela pode promover 
no solo. 
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Quando em associação com as plantas, o B. aryabhattai é capaz de aumentar a taxa de transcrição de RNA ligado a expressão de diversos 
genes responsáveis pela produção de enzimas e substâncias relevantes para o crescimento das plantas, tais como: 
• Proteína de superfamília semelhante a repetições tetratricopeptídicas (TPR); 
• Proteína da família GH3 responsiva a auxina; 
• Álcool cinamílico desidrogenase; 
• Proteína contendo domínio TAZ; 
• Benzaldeído desidrogenase; 
• Tiorredoxina; 
• Apirase. 
É o que observaram Hongli Xu e outros pesquisadores, no artigo Endophytic bacterium Bacillus aryabhattai induces novel transcriptomic 
changes to stimulate plant growth. 
Outros compostos que também promovem o crescimento das plantas e são produzidos e/ou têm sua atividade modulada pela presença 
dessa rizobactéria são os ácidos orgânicos e os hormônios vegetais. 
Muitos ácidos orgânicos estão envolvidos com processos metabólicos que afetam diretamente o crescimento e desenvolvimento das 
plantas. 
Esse é o caso do ácido oxálico, do ácido malônico, do ácido cítrico e do ácido succínico, que são produzidos em grandes quantidades pelo 
Bacillus aryabhattai. 
É o que relatam Chun Song e outros pesquisadores, no estudo Growth promotion ability of phosphate-solubilizing bacteria from the 
soybeanrhizosphere under maize–soybeanintercropping systems. 
Assim como no caso dos ácidos orgânicos, muitos hormônios vegetais também estão envolvidos com os processos de regulação fisiológica 
da planta, que interferem diretamente ou indiretamente no crescimento das plantas dependendo da sua concentração. 
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Diretamente, a alta concentração da auxina, denominada ácido indolacético (AIA) pode, por exemplo, levar à formação de raízes 
secundárias e pelos radiculares ou à elongação das raízes primárias, quando em baixas concentrações. 
Já indiretamente, o ácido abscísico (ABA) contribui para o crescimento das plantas tornando-as mais resistentes às condições de estresse 
térmico. 
Isso porque esse fitormônio regula a abertura e fechamento dos estômatos das plantas, a principal estrutura pela qual as plantas podem 
perder água para o ambiente. 
Estudos indicam que ambos hormônios vegetais citados acima, juntamente como as citocininas, as giberelinas, as auxinas e o etileno, 
acabam tendo a sua atividade modulada pela interação das plantas com o B. aryabhattai. 
É o que observaram Yeon-Gyeong Park e seus colegas, na pesquisa Bacillus aryabhattai SRB02 tolerates oxidative and nitrosative stress and 
promotes the growth of soybean by modulating the production of phytohormones 
Além das contribuições diretas dessa rizobactéria para a promoção do crescimento de plantas, existem outros benefícios promovidos pelo 
B. aryabhattai que também tem um reflexo positivo sobre o desenvolvimento das culturas. 
Esse é o caso da melhoria da tolerância das plantas inoculadas com esse microrganismo a estresses bióticos e abióticos, a biorremediação 
de compostos tóxicos no solo e a melhoria da disponibilidade de nutrientes no solo para as plantas. 
Pesquisas recentes têm apontado que esse microrganismo é capaz de melhorar a tolerância das plantas a seca e a salinidade, ao mesmo 
tempo em que promove o controle de pragas, como os nematoides, e doenças fúngicas. 
Benefícios esses que, muitas vezes acabam sendo bem relevantes para as culturas de safrinha, como o milho, uma vez que eles sofrem com 
condições severas de estresse hídrico e térmico durante os veranicos. 
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Efeito da inoculação do Bacillus aryabhattai para mitigação dos efeitos do estresse térmico nas plantas de soja (Fonte: Park et al., 2017) 
Outro benefício do B. aryabhattai em sistemas agrícolas que também tem mostrado uma contribuição significativa para promoção de 
crescimento de plantas é a biorremediação de compostos tóxicos que teriam um efeito depressivo no desenvolvimento das plantas. 
Resíduos de herbicidas, como o glifosato, e compostos tóxicos para as plantas, como o arsênico, estão entre as substâncias estudadas 
pelos pesquisadores nos últimos anos que foram biorremediadas pela ação do B. aryabhattai. 
Por fim, não podemos deixar de destacar a contribuição que essa rizobactéria tem apresentado para melhorar a disponibilidade de 
nutrientes que têm um papel essencial no crescimento das plantas, como também na produtividade e qualidade das culturas. 
Macronutrientes primários, como o potássio e o fósforo, e micronutrientes, como o zinco e o ferro, estão dentre os nutrientes que 
apresentaram uma maior disponibilidade, absorção ou mobilização com a inoculação do B. aryabhattai. 
Portanto, podemos concluir que os mecanismos do B. aryabhattai associados à promoção de crescimento de plantas podem ser 
relacionados tanto com as alterações fisiológicas que essa rizobactéria promove nas plantas quanto aos benefícios indiretos que ela 
promove no agroecossistema, que acabam tendo um impacto positivo nas culturas. 
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CAPÍTULO 2 - COMO A RIZOBACTÉRIA BACILLUS ARYABHATTAI CONTROLA OS AGENTES 
CAUSADORES DOS ESTRESSES BIÓTICOS EM PLANTAS 
 
Na natureza, as plantas estão constantemente sendo submetidas a condições que não são favoráveis ao seu desenvolvimento. Quando isso 
acontece, essas condições acabam provocando uma interferência negativa sobre a produtividade e qualidade das plantas, causando um 
fenômeno conhecido como estresse. 
Plantas sob condições de estresse normalmente apresentam um desempenho bem inferior quando comparadas aquelas cultivadas em 
condições ideais, já que tanto a sua estrutura quanto a sua fisiologia e metabolismo acabam sendo afetados negativamente nessas 
condições. 
Quando a origem dessas condições desfavoráveis são agentes biológicos, como as pragas e fitopatógenos, dizemos que a planta está sob o 
efeito dos estresses bióticos. 
De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), as pragas e doenças estão entre os principais 
fatores que causam grandes perdas na agricultura, juntamente com a seca, as inundações e os incêndios. 
Por isso, é muito importante fazer o controle adequado das pragas e doenças das culturas para evitar os efeitos negativos que os estresses 
bióticos causam na cadeia de produção agrícola. 
a melhoria da resistência das plantas a estresses bióticos promovida pelo Bacillus aryabhattai está relacionada a diferentes mecanismos 
que essa rizobactéria apresenta para o controle de algumas pragas e doenças. 
Um caso de sucesso do uso do B. aryabhattai para o controle de fitopatógenos foi relatado por Sonam Antil e seus colegas pesquisadores, 
no artigo On the potential of Bacillus aryabhattai KMT-4 against Meloidogyne javanica. 
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https://youtu.be/vlI8OGrrZRs
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Nesse estudo, os pesquisadores observaram que o Bacillus aryabhattai se mostrou eficaz para controlar o nematoide das galhas 
(Meloidogyne javanica) na cultura do tomate. 
Em outras culturas, como a soja e o milho, essa rizobactéria também foi identificada como um agente de controle biológico efetivo para o 
controle do nematoide do cisto (Heterodera glycines) e outra espécie do nematoide das galhas (Meloydogyne inconita), respectivamente. 
É o que relataram: 
• Ornelle C. N. Ndoung e Maria A. dos Santos, no artigo Potencial de Bacillus aryabhattai para o controle de Meloidogyne incognita na 
cultura do milho; 
• Jing Zhao e outros estudiosos, no artigo Evaluation of Bacillus aryabhattai Sneb 517 for control of Heterodera glycines in soybean. 
De acordo com os estudos realizados por esses pesquisadores, o Bacillus aryabhattai apresenta uma atividade nematicida que pode reduzir 
os danos causados nas lavouras por esses nematoides. 
Eles explicam que essa atividade nematicida pode estar associada à capacidade dessa rizobactéria em produzir alguns metabólitos 
secundários específicos, como enzimas, antibióticos e compostos tóxicos. 
Apesar dos metabólitos secundários com efeito nematicida produzidos por algumas cepas de B. aryabhattai ainda não terem sido 
totalmente caracterizados, as pesquisas têm revelado que a inoculação dessa rizobactéria pode: 
• Diminuir o número de cistos nas raízes das plantas; 
• Aumentar a mortalidade de nematoides juvenis; 
• Reduzir a taxa de eclosão dos juvenis. 
Além dos nematoides, estudos realizados fora do Brasil também já observaram que o Bacillus aryabhattai tem mostrado uma boa eficiência 
para o controle de larvas e adultos de Cassida vittata, um inseto-praga pertencente à ordem Coleoptera. 
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É o que mostra o estudo New record of entomophatoghenic bacteria, Bacillus aryabhattai Strain B8W 22, isolated from Cassida vittata vill. 
and its pathogenicity against this insect in egyptian sugar beet fields, conduzido por Kamal G.I. Bazazo e outros pesquisadores.Todavia, como essa praga é de pouca relevância no Brasil, ainda são necessários mais estudos para observar se essa rizobactéria é capaz 
de ser utilizada como agente de biocontrole de mais pragas relevantes para o agronegócio brasileiro. 
Já no âmbito dos estresses bióticos causados por doenças, pesquisas recentes relatam que o Bacillus aryabhattai tem demonstrado 
capacidade de produzir compostos que auxiliam na inibição do desenvolvimento de diversos fungos fitopatogênicos. 
A restrição do crescimento do fungo patogênico promovido pelo B. aryabhattai vem sendo associada à capacidade que essa rizobactéria 
tem para modular a síntese de hormônios vegetais, e regular a produção de aminoácidos, como a tirosina, a lisina e a prolina. 
No artigo Evaluation potential of PGPR to protect tomato against Fusarium wilt and promote plant growth, Rizwana Begum Syed Nabi e 
outros pesquisadores observaram que as plantas tratadas com o B. aryabhattai e inoculadas com o fungo patogênico apresentaram um 
maior acúmulo de ácido salicílico, um hormônio vegetal. 
De forma similar, plantas tolerantes tratadas com o B. aryabhattai e inoculadas com o fungo patogênico também apresentaram maiores 
níveis de tirosina e lisina. Tal comportamento também foi observado na produção de prolina para plantas susceptíveis tratadas com essa 
rizobactéria. 
Outros estudos, como o trabalho Enhanced Tolerance of Chinese Cabbage Seedlings Mediated by Bacillus aryabhattai H26-2 and B. siamensis 
H30-3 against High Temperature Stress and Fungal Infections, realizado por Young Hee Lee e outros pesquisadores, também vêm 
observando a produção desses compostos que auxiliam na inibição do desenvolvimento de fungos fitopatogênicos. 
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Efeito da inoculação de uma cepa da rizobactéria Bacillus arybhattai em plantas de tomate susceptíveis (esquerda) e tolerantes (direita) a doença fúngica causada pelo 
patógeno Fusarium oxysporum, um agente causador de estresses abióticos em plantas (Fonte: Nabi et al., 2021) 
Portanto, podemos concluir que o Bacillus aryabhattai é capaz de evitar parte dos estresses bióticos em plantas, ao promover o controle de 
nematoides e de doenças fúngicas, através: 
• Da sua atividade nematicida, que promove o controle dos nematoides de galhas (Meloydogyne inconita e Meloidogyne javanica) e 
nematoide do cisto (Heterodera glycines); 
• Da modulação da síntese de hormônios vegetais, como ácido jasmônico e o ácido salicílico, que tem um efeito positivo para a 
inibição do desenvolvimento de fungos fitopatogênicos; 
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• Da regulação da produção de aminoácidos, como a tirosina, a lisina e a prolina, que também promovem o controle de doenças de 
origem fúngica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO 3 - COMO OS ESTRESSES ABIÓTICOS PODEM SER MITIGADOS PELA AÇÃO DO BACILLUS 
ARYABHATTAI 
a melhoria da resistência das plantas a estresses abióticos está relacionada aos mecanismos que essa rizobactéria tem, tanto para 
favorecer a produção de metabólitos específicos nas plantas quanto para promover algumas transformações biológicas nos solos. 
Estudos demonstram que plantas inoculadas com B. aryabhattai podem apresentar valores mais significativos da atividade de enzimas 
antioxidantes e do acúmulo de compostos que conferem às plantas maior resistência ao estresse salino, como a prolina e o ácido abscísico. 
É o que explicam Sung-Je Yoo e outros pesquisadores, no artigo Induced Tolerance to Salinity Stress by Halotolerant Bacteria 
Bacillusaryabhattai H19-1 and B. mesonae H20-5 in Tomato Plants. 
Além desses benefícios diretos do B. aryabhattai para resistência das plantas ao estresse salino, os pesquisadores também apontaram que 
essa rizobactéria ainda exerce efeitos secundários que também melhoram a tolerância das plantas às condições dos estresses abióticos. 
Nesse mesmo estudo, os pesquisadores observaram que as plantas inoculadas apresentaram um melhor crescimento e produção de 
clorofila em relação à testemunha. 
E isso é muito benéfico para as culturas, uma vez que permite uma melhor assimilação do carbono pelas plantas e o desenvolvimento de 
um sistema radicular e vegetativo mais robusto e tolerante as condições adversas no campo. 
Normalmente, plantas com sistemas radiculares mais bem desenvolvidos e profundos conseguem apresentar uma tolerância ao estresse 
hídrico superior as demais, por terem acesso à água disponível em camadas mais profundas do solo. 
Contudo, os benefícios proporcionados pelo B. aryabhattai para a maior tolerância das plantas ao estresse hídrico vão muito além da 
promoção do crescimento das plantas. 
Essa rizobactéria é capaz de produzir compostos chamados de exopolissacarídeos que, quando em associação com as raízes das plantas, 
proporcionam a formação de uma espécie de biofilme que promove a diminuição da desidratação das plantas em períodos de seca. 
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São diversos estudos que comprovam essa ação do B. aryabhattai. Entre eles, podemos citar: 
• Screening of Brazilian cacti rhizobacteria for plant growth promotion underdrought, realizado por Vanessa Nessner Kavamura e 
outros pesquisadores; 
• Draft Genome Sequence of Plant Growth-Promoting Drought-Tolerant Bacillus sp. Strain CMAA 1363 Isolatedfrom the Brazilian 
Caatinga Biome, de autoria de Vanessa Nessner Kavamura e outros pesquisadores; 
• Resistance to water deficit during the formation of sugarcane seedlings mediated by interaction with Bacillus sp, conduzido por 
Michelli de Souza dos Santos e outros pesquisadores; 
• Effect of Bacillus aryabhattai H26-2 and B. siamensis H30-3 on Growth Promotion and Alleviation of Heat and Drought Stresses in 
Chinese Cabbage, realizado por Jeong Shin e outos pesquisadores. 
Além dos mecanismos do B. aryabhattai que atuam diretamente sobre as culturas, existem outros mecanismos que estão associados ao 
aumento da tolerância das plantas aos estresses abióticos. 
Esse é o caso daqueles estresses causados pela presença e acúmulo de compostos tóxicos ou indesejados no solo, que podem causar 
efeitos deletérios capazes de limitar a produtividade e qualidade das culturas. 
O B. aryabhattai está incluso dentro de um grupo de microrganismos que atuam na biorremediação de compostos tóxicos ou indesejados 
do solo, que se utilizam dos processos biológicos para degradar ou indisponibilizar essas substâncias para as plantas. 
Para isso, essa rizobactéria conta com enzimas que atuam na degradação de herbicidas, como o glifosato e o Paraquat. É o que relatam: 
• Nagwa I. Elarab e outros pesquisadores, no artigo Bacillus aryabhattai FACU: A promising bacterial strain capableof manipulate the 
glyphosate herbicide residues; 
• Phatcharida Inthama e seus colegas pesquisadores, no artigo Plant Growth and Drought Tolerance-Promoting Bacterium for 
Bioremediation of Paraquat Pesticide Residues in Agriculture Soils. 
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Outra enzima produzida pelo B. aryabhattai capaz de atenuar os efeitos negativos do estresse abiótico em plantas é a arsenato redutase, 
uma enzima responsável por fazer a biorremediação de solos contaminados com arsênico. 
O arsênico é uma substância cancerígena que pode ser encontrada no solo. As formas mais biodisponíveis do arsênio correspondem ao As 
(V) e As (III), sendo esse último considerado mais móvel e mais tóxico aos seres vivos. 
Mesmo assim, pesquisas indicam que o B. aryabhattai é capaz de realizar a conversão dessa substância tóxica e ainda se mantendo viável e 
metabolicamente ativo durante todo o processo. 
É o que descrevem Pallab Kumar Ghosh e outros pesquisadores, no artigo The role of arsenic resistant Bacillus aryabhattai MCC3374 in 
promotion of rice seedlings growth and alleviation of arsenic phytotoxicity. 
Dessa forma, podemos concluir que essa rizobactéria possui múltiplos mecanismos para amenizar os estresses abióticos nas culturas, seja 
atuando diretamente sobre o metabolismo vegetal, seja através do seu papel na biorremediação de compostos tóxicos ou indesejáveis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO 4 – COMO O BACILLUS ARYABHATTAI AUXILIA NA BIORREMEDIAÇÃO DO SOLO 
A biorremediação do solo pode ser considerada uma importante solução para a descontaminação de solos que recebem uma alta carga de 
poluentes e compostos tóxicos indesejados, uma vez que ela tem por objetivo a degradação ou remoção dessas substâncias do ambiente. 
Segundo a pesquisadora Arlete Moyses Rodrigues, no artigo Produção do espaço e ambiente urbano, a industrialização agrícola nas últimas 
décadas acabou provocando o aumento dos fluxos de resíduos nos sistemas agrícolas, bem como o aumento da frequência de acidentes 
com diferentes poluentes. 
Portanto, a biorremediação do solo tem se tornado uma técnica chave para lidar com os diversos desafios advindos da poluição do solo 
com diferentes tipos de resíduos contaminantes. 
Diferentemente de outras técnicas usadas para o tratamento de solos contaminados, a biorremediação pode ser considerada uma das 
mais economicamente acessíveis e ambientalmente sustentáveis. 
Isso porque uma das formas de executá-la é com melhoria da qualidade biológica do solo, uma vez que os agentes que permitem a 
degradação ou remoção de substâncias contaminantes do ambiente são os processos biológicos realizados pelos microrganismos 
benéficos. 
Além dos benefícios que o B. aryabhattai pode promover nos sistemas agrícolas para o crescimento, nutrição e melhoria da resistência das 
plantas a estresses, estudos indicam que essa rizobactéria é capaz de fazer a biorremediação de resíduos herbicidas, como o glifosato e o 
Paraquat, e de inseticidas organofosforados, como o Paration, dentre outras substâncias. 
O glifosato (N-(fosfonometil)glicina) e o Paraquat estão entre os herbicidas não seletivos mais usados na agricultura, visto o seu amplo 
espectro para controle de uma grande variedade de plantas daninhas. 
Devido a elevada toxicidade dos produtos, ambos estão associados a diversos problemas para a saúde humana, que incluem 
hipotireoidismo, doenças renais crônicas, câncer e defeitos congênitos. 
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No caso do Paraquat, o aumento dos incidentes de contaminação humana pelo mau uso da tecnologia de aplicação do herbicida foi tão 
acentuado que acabou levando ao banimento do seu ingrediente ativo no ano de 2017 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária 
(Anvisa). 
Por isso, a biorremediação de solos contaminados com os resíduos desses herbicidas ganhou uma grande importância nos últimos anos. 
Dependendo da substância contaminante, o Bacillus aryabhattai pode utilizar diferentes mecanismos para sua degradação. No caso do 
glifosato, existem duas principais rotas metabólicas. 
A primeira delas depende da atividade da enzima C-P liase, que cliva a ligação de carbono e fósforo presente na molécula do glifosato ou 
degrada o glifosato em sarcosina, que será posteriormente oxidada. 
Já a segunda rota envolve a presença da enzima glifosato oxidorredutase (GOX), que é capaz de clivar a ligação de carbono e nitrogênio ao 
lado da carboxila, produzindo AMPA (ácido aminometilfosfônico) e o glioxilato. 
No caso da rizobactéria Bacillus aryabhattai, foi constatada a atividade da enzima GOX através de pesquisas envolvendo diferentes 
ferramentas de bioinformáticas. 
É o que explicam Nagwa I. Elarabi e outros pesquisadores, no artigo Bacillus aryabhattai FACU: A promising bacterial strain capable of 
manipulate the glyphosate herbicide residues. 
Nesse mesmo estudo, os pesquisadores ainda observaram que essa rizobactéria apresentou inclusive melhores taxas de crescimento sobre 
diferentes concentrações de glifosato do que quando sob condições naturais. 
No caso da biorremediação dos resíduos de inseticidas organofosforados, como o Paration, estudos indicam que essa substância é 
degradada pela ação de dois principais metabólitos produzidos pelo B. aryabhattai: o 4-nitrofenol e 4-nitrocatecol. 
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No estudo Degradation of organophosphate insecticide by a novel Bacillus aryabhattai strain SanPS1, isolated from soil of agricultural field in 
Burdwan, West Bengal, India, os pesquisadores observaram que a degradação do Paration por essa rizobatéria acontecia 
concomitantemente com a formação desses metabólitos. 
Além de herbicidas e inseticidas, outras pesquisas mostram que essa rizobactéria é capaz de fazer a biorremediação de solos 
contaminados com outros tipos de compostos indesejados, como o arsênico e materiais lignocelulósicos, como corantes. 
O arsênico é uma substância cancerígena que pode ser encontrada no solo. As formas mais biodisponíveis do arsênio correspondem ao As 
(V) e As (III), sendo esse último considerado mais móvel e mais tóxico aos seres vivos. 
Mesmo assim, pesquisas indicam que o B. aryabhattai é capaz de realizar a conversão dessa substância tóxica e ainda se mantendo viável e 
metabolicamente ativo durante todo o processo. 
É o que descrevem Pallab Kumar Ghosh e outros pesquisadores, no artigo The role of arsenic resistant Bacillus aryabhattai MCC3374 in 
promotion of rice seedlings growth and alleviation of arsenic phytotoxicity. 
Já no caso da biorremediação de solos contendo materiais lignocelulósicos, como corantes, estudos relacionam a capacidade de 
degradação desse material pelo B. aryabhattai à produção de algumas enzimas específicas. 
A celulase, lacase, peroxidase e pectinase estão entre as principais enzimas produzidas por essa rizobactéria que apresentam capacidade 
para degradar compostos dessa natureza. 
Entretanto, algunsestudos destacam que a produção dessas enzimas depende do atingimento de um limiar mínimo da substância 
contaminante no solo, para que a resposta desse microrganismo seja provocada. Por isso, o uso de substâncias que aumentam a 
biodisponibilidade do material contaminante nesse caso, como surfactantes ou tensoativos, pode ser bastante viável. 
É o que explicam Alicia Paz e outros pesquisadores, no artigo Biotransformation of phenolic compounds by Bacillus aryabhattai. 
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Portanto, podemos concluir que a rizobactéria B. aryabhattai é um excelente microrganismo para ser utilizado na técnica de 
biorremediação do solo, visto a sua grande resiliência nos agroecossistemas e a grande diversidade de substâncias contaminantes que 
podem ser degradadas ou imobilizadas pela sua atuação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO 5 - COMO O BACILLUS ARYABHATTAI MELHORA A DISPONIBILIDADE DE NUTRIENTES PARA 
AS PLANTAS 
Dentre os benefícios proporcionados pela rizobactéria Bacillus aryabhattai, a melhoria da disponibilidade de nutrientes no solo tem atraído 
a atenção de muitos agricultores. 
Estudos genômicos sobre essa espécie de rizobactéria identificaram que ela é capaz de expressar genes relacionados à produção de ácidos 
orgânicos, como: 
• Ácido glucônico; 
• Ácido fórmico; 
• Ácido acético; 
• Ácido málico; 
• Ácido cítrico. 
A produção de ácido málico, por exemplo, depende da presença de genes como malato desidrogenase mdh e fosfoenolpiruvato 
carboxilase (PEPC) ppc. Enquanto, a síntese de ácido cítrico depende da presença dos genes ácido acético quinase ackA e ácido cítrico 
sintase gltA. 
É o que observaram Yifan Chen e outros pesquisadores, no artigo Whole-Genome Sequencing and Potassium-Solubilizing Mechanism of 
Bacillus aryabhattai SK1-7. 
Os ácidos orgânicos, como o próprio nome sugere, contemplam um grupo de substâncias produzidas naturalmente por plantas, animais e 
microrganismos que possuem propriedades ácidas. 
Por isso, ao entrarem em contato com os minerais presentes no solo eles conseguem desestabilizar a sua estrutura e promover a 
disponibilização dos nutrientes contidos nele, apresentando também um efeito secundário de liberação dos nutrientes adsorvidos nas 
partículas do solo e de complexação de íons indesejáveis. 
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Grande parte dos ácidos orgânicos tem caráter aniônico, ou seja, apresentam carga negativa. Assim, ao interagir com a fase sólida do solo, 
eles conseguem competir diretamente pelos sítios de adsorção nos quais os nutrientes aniônicos estão retidos e liberá-los, aumentando a 
disponibilidade de nutrientes no solo. 
Além disso, os ácidos orgânicos também apresentam a capacidade de formar complexos organometálicos estáveis com ferro e alumínio, 
dois íons que têm um efeito indesejado de retenção de nutrientes no solo e que podem levar à expressão de sintomas de toxicidade nas 
plantas. 
No estudo Potassium-solubilizing activity of Bacillus aryabhattai SK1-7 and its growth-promoting effect on Populus alba, Yifan Chen e outros 
pesquisadores destacaram que essa produção de ácidos orgânicos esteve entre os principais fatores que permitiram a disponibilização de 
mais de 30% do potássio avaliado no experimento. 
Outros estudos também observaram que o B. aryabhattai é capaz de reduzir a adsorção indesejada do fósforo no solo e ainda melhorar a 
disponibilidade de zinco e nitrogênio para as plantas. 
No artigo Effect of organic acids on release of phosphorus from phosphate rocks, K. Kpomblekou-A e outros pesquisadores explicam que a 
melhor disponibilidade de fósforo, associada à produção de fitormônios, promove a melhor atividade de uma enzima relacionada à 
nodulação das plantas. 
A nodulação é uma etapa importante do processo de crescimento vegetal, durante a qual o nitrogênio é fixado e absorvido pelas plantas. 
Além dos mecanismos do B. aryabhattai que atuam diretamente sobre os reservatórios de nutrientes no solo, também existem aqueles que 
indiretamente favorecem a absorção de nutrientes pelas plantas. 
O Bacillus aryabhattai é uma rizobactéria que apresenta diferentes benefícios que contribuem para melhor nutrição das lavouras, que incluem 
a melhoria da disponibilidade de nutrientes no solo. 
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De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), quando as bactérias tolerantes à seca, como o B. aryabhattai, 
colonizam o sistema radicular das plantas sob estresses abióticos, elas produzem substâncias que hidratam as raízes, chamadas 
exopolissacarídeos. 
Com as raízes mais hidratadas, o conteúdo relativo de água das plantas aumenta e elas conseguem lidar melhor com condições de estresse 
hídrico, podendo inclusive apresentar um desempenho superiores àquelas não inoculadas. 
No artigo Potential of phosphate solubilizing bacillus strains for improving growth and nutrient uptake in mugbean and maize crops, 
Maqshoof Ahmad e seus colegas relatam que as plantas de milho co-inoculadas com Bacillus aryabhattai S10 e outra espécie do gênero 
Bacillus tiveram um incremento de 32% no conteúdo relativo de água. 
Benefício esse que é muito relevante para as culturas de safrinha, já que elas passam por períodos de veranico que acabam acentuando 
esse tipo de estresse nas plantas. 
Outra influência positiva que o B. aryabhattai exerce sobre as raízes das plantas, melhorando a sua capacidade de aproveitamento de 
nutrientes do solo, é a promoção do crescimento das plantas e a melhoria da sua proteção contra pragas do solo. 
Normalmente, plantas com sistemas radiculares mais bem desenvolvidos e profundos conseguem explorar um maior volume do solo e, 
consequentemente, acessar aquelas reservas de água e nutrientes de camadas mais profundas do solo. 
Já no caso da proteção das pragas dos solos, estudos indicam que B. aryabhattai é capaz de exercer o controle de diferentes espécies de 
nematoides fitoparasitas, utilizando mecanismos que vão desde a produção de enzimas para degradação da parede celular dos ovos à 
competição por recursos da área. 
Assim, a sua presença consegue evitar os danos que essas pragas causam no sistema radicular das plantas, que podem acabar 
comprometendo a capacidade de absorção de água e nutrientes pelas culturas. 
Portanto, podemos concluir que o Bacillus aryabhattai é capaz de promover tanto a melhoria da disponibilidade denutrientes no solo 
quanto da absorção de nutrientes pelas culturas agrícolas. 
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A RIZOBACTÉRIA BACILLUS ARYABHATTAI APRESENTA UM PAPEL MUITO IMPORTANTE PARA MELHORAR A 
NUTRIÇÃO DE PLANTAS 
Em resumo, a disponibilidade de nutrientes no solo pode ser afetada por diferentes propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. Por 
isso, saber manejá-las é muito importante para alcançar um melhor desempenho e otimização das diferentes fontes de nutrientes que 
podem ser encontradas no solo. 
Para aumentar a disponibilidade de nutrientes através da melhoria da qualidade biológica do solo, o agricultor pode buscar utilizar 
espécies de microrganismos capazes de promover esse benefício. 
Uma dessas espécies é o Bacillus aryabhattai, uma rizobactéria capaz de melhorar a disponibilidade de nutrientes no solo, como o 
potássio, fósforo, zinco e nitrogênio, e ainda contribuir com a capacidade de absorção de nutrientes pelas plantas através da promoção de 
diferentes benefícios. 
Para aplicá-lo em sua lavoura, o agricultor hoje já encontra no mercado fertilizantes minerais que podem ser aditivados com o Bacillus 
aryabhattai, como o K Forte®. 
Esse fertilizante multinutriente de liberação progressiva, através da exclusiva tecnologia Bio Revolution, consegue aliar os benefícios dos 
seus nutrientes àqueles promovidos pelo B. aryabhattai. Tonando-se, assim, uma solução inovadora para nutrição das plantas! 
 
 
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Em parceria com a natureza, 
fazemos a agricultura mais 
saudável, produtiva e rentável.
Fornecemos fertilizantes multinutrientes, do Brasil para o mundo, a partir de tecnologia agrícola de ponta que 
supera em muito a performance dos fertilizantes químicos tradicionais.
Tecnologia inovadora e exclusiva de aditivação de fertilizantes minerais com microrganismos. K Forte® é o primeiro fertilizante 
da Terra a utilizar a tecnologia, e o já consagrado Bacillus aryabhattai o primeiro microrganismo a ser adicionado.
Aumento da resistência a estresses abióticos.
Melhoria da resistência a estresses bióticos.
Promoção do crescimento das plantas.
Disponibilização de macro e micronutrientes.
Uso na biorremediação de poluentes
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	A rizobactéria Bacillus aryabhattai apresenta um papel muito importante para melhorar a nutrição de plantas
	CAPÍTULO 2 - COMO A RIZOBACTÉRIA BACILLUS ARYABHATTAI CONTROLA OS AGENTES CAUSADORES DOS ESTRESSES BIÓTICOS EM PLANTAS
	CAPÍTULO 3 - COMO OS ESTRESSES ABIÓTICOS PODEM SER MITIGADOS PELA AÇÃO DO BACILLUS ARYABHATTAI
	CAPÍTULO 5 - COMO O BACILLUS ARYABHATTAI MELHORA A DISPONIBILIDADE DE NUTRIENTES PARA AS PLANTAS
	A RIZOBACTÉRIA BACILLUS ARYABHATTAI APRESENTA UM PAPEL MUITO IMPORTANTE PARA MELHORAR A NUTRIÇÃO DE PLANTAS

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