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SCAPS ________________________ O SUS foi regulamentado em 2 leis 8080 e 8142 População → concelho e conferência Definida pela Lei nº 8.142/1990 e regulamentada pela Resolução nº 453/2012 do Conselho Nacional de Saúde (CNS) Votações Frequência: conselho é mensal X conferência máx. 4 anos Composição - paritário 50% Usuários + 25% Trabalhadores + 25% Gestores/Prestadores metade é a população ¼ trabalhadores da área da saúde ¼ área adm/política etc Conselho de saúde É deliberativo – tudo tem que ser aprovado e fiscaliza as contas Atuar de forma permanente Também tem a união Transferência de recursos → capital (investimento) ou de custeio Plano de cargo de carreira de salário Lei 8080 / 1990 Lei Orgânica da Saúde Todos os serviços de saúde, SUS e Privado Regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado Regulamenta o SUS Sistema privado entra como caráter complementar A promoção, prevenção e controle de doenças Atribuições do SUS: Controle e fiscalização de serviços e produtos de saúde. Vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental. 2 agências: anvisa (Controle de bens de consumo e serviços) e ans Assistência terapêutica integral, incluindo medicamentos. Organização de sistemas públicos de saúde em níveis federal, estadual e municipal. Formação e capacitação de recursos humanos para o SUS. Saúde como um Bem-estar físico, mental e social Identificar e divulgar agravos em saúde, NÃO é atuar sobre Princípios - Art 7 Universalidade - todo mundo ter acesso (não divide a pop entre quem tem e quem não tem assistência/convênio) Integralidade - trabalho preventivo e curativo (média e alta complexidade) Atendimento completo e integrado A forma de organização da média e alta complexidade no SUS é centrada principalmente na oferta de procedimentos e não no critério das necessidades de saúde, através de indicadores epidemiológicos. Equidade/igualitário - É olhar de forma diferente os diferentes (políticas públicas específicas) Não é tratar de forma igual é tratar de forma a atender as necessidade de cada um Diretrizes organizativos Descentralização e comando único → Mapear áreas de atuação das equipes de saúde Redistribuição quanto às ações e serviços Responsabilidades divididas entre municípios, estados e União. Regionalização e hierarquização Ponto de atenção da RAS (rede de atendimento básico) Recorte espacial estratégico Organização de pontos de atenção no território Hierarquização Estruturação dos pontos de atenção por níveis de complexidade. Participação popular e todos os outros Participação, a orientação de saúde e a competência cultural Melhor descrito na lei 8142 Art 10 Formação de consórcios intermunicipais → empresa entre municípios Art 12 Atuar sobre coisas que não são da saúde, mas impactam na saúde → discussões temáticas Art 14 Cooperação com as instituições de ensino superior Comissões intergestores regional Comissão intergestores tripartite Comissão intergestores Saúde indígena Aldeia indigena - não respeita limites geográficos Indígena = cidadão brasileiro Como o SUS, descentralizado, hierarquizado e regionalizado Responsabilidade do governo federal Atendimento e internação domiciliar Indicação médica + concordância da família + Equipe multidisciplinar Acompanhante da mulher A mulher é uma potencial vítima de abuso Se a mulher não tiver alguém, o serviço indica alguém Acompanhante E doula Implantação do SUS → 2006 PACTO pela vida // defesa pelo SUS // gestão do SUS (referencia/contra referencia, encaminhamentos, organização do sistema) O Pacto pela Saúde foi estabelecido em 2006 por meio de portarias do Ministério da Saúde, como uma estratégia para reorganizar e fortalecer o SUS. Ele é composto por três pactos principais: 1. Pacto pela Vida: ● Define prioridades de saúde a serem enfrentadas por todos os níveis de gestão do SUS (União, Estados e Municípios). ● Ex.: Redução da mortalidade infantil e materna, controle de doenças endêmicas, saúde do idoso, etc. 2. Pacto em Defesa do SUS: ● Promove a mobilização social em defesa do SUS e seu fortalecimento como um sistema público e universal. ● Incentiva a melhoria da gestão pública e o financiamento adequado. 3. Pacto de Gestão: ● Propõe uma nova forma de organização da gestão do SUS, focando na descentralização e regionalização. ● Estabelece responsabilidades claras para cada nível de governo (União, Estados e Municípios). ● Propõe Contratos Organizativos da Ação Pública da Saúde (COAP) como instrumentos de planejamento. ● O Pacto explicita a alocação de recursos; reforça mecanismos de transferência fundo a fundo; integra em grandes blocos o financiamento e estabelece relações contratuais Decreto nº 7.508/2011 O Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011, regulamenta a Lei nº 8.080/1990 e estabelece regras mais detalhadas para a organização e funcionamento do SUS. 1. Organização do SUS: ● Institui a Região de Saúde, um agrupamento de municípios que se organizam para garantir acesso integral aos serviços de saúde. ● Define o Mapa da Saúde, que identifica a oferta de ações e serviços disponíveis em cada Região de Saúde. 2. Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP): ● Instrumento que formaliza a integração das ações e serviços de saúde entre os entes federados (União, Estados e Municípios). ● Define responsabilidades, metas e critérios de avaliação dos serviços de saúde. 3. Portas de Entrada do SUS: Promoção da saúde e prevenção de doenças. Estabelece que o acesso ao SUS deve ocorrer prioritariamente pelos seguintes serviços: ● Atenção Básica (UBS e Saúde da Família). ● Atenção de Urgência e Emergência (UPAs e SAMU). ○ SAMU: O complexo regulador é macrorregional, pois funciona 24h por dia, sob gestão Municipal ● Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). ● Atenção Especializada (hospitais e ambulatórios especializados). 4. Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde (RENASES): ● Define os serviços que devem ser oferecidos de forma obrigatória pelo SUS. 5. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME): ● Lista os medicamentos que devem ser fornecidos pelo SUS, garantindo acesso integral aos tratamentos. O Pacto pela Saúde buscou melhorar a gestão e organização do SUS, enquanto o Decreto nº 7.508/2011 consolidou e detalhou essas diretrizes, criando ferramentas como o COAP e estabelecendo claramente as portas de entrada e as regiões de saúde. mapa região de saúde - partilhamento da saúde consorcio (?) rede de saúde: não tem hierarquia → nó = pontos de saúde trabalho entre os estabelecimentos Linha de cuidado = atender em todos os nível de atenção no tema rede de atendimento psicossocial // rede cegonha A Constituição brasileira estabelece que a saúde é um dever do Estado e a Lei nº 8.080/1990 dispõe sobre as atribuições e competências de cada ente da federação. Assinale a afirmativa que contém informações verdadeiras a respeito da competência dos municípios, de acordo com a Lei Orgânica da Saúde. A - Coordenar e participar na execução das ações de vigilância epidemiológica. Essa competência é atribuída principalmente aos Estados, que têm a função de coordenar e participar na execução das ações de vigilância epidemiológica e sanitária, não sendo especificidade exclusiva dos municípios. B - Acompanhar, controlar e avaliar as redes hierarquizadas do SUS. Essa competência é mais ampla e envolve todos os entes federativos. Acompanhar, controlar e avaliar as redes hierarquizadas do SUS é uma função compartilhada entre União, Estados e Municípios, não sendo exclusiva de um único ente. C - Controlar e fiscalizar os procedimentos dos serviços privadosde saúde. Essa é a competência específica dos municípios. Os municípios têm a responsabilidade de controlar e fiscalizar os serviços de saúde privados em seu território, garantindo que estes estejam de acordo com as normativas sanitárias. D - Definir e coordenar os sistemas de vigilância epidemiológica. Essa função é principalmente da União, que define as diretrizes e coordena o sistema de vigilância epidemiológica em âmbito nacional, embora os Estados e Municípios também participem na execução destas ações. E - Fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde. Essa competência é atribuída principalmente aos Estados e à União. A fiscalização de procedimentos, produtos e substâncias é uma função que demanda uma estrutura mais abrangente e recursos que, geralmente, estão sob responsabilidade dos Estados e da União. Financiamento do SUS Sistema único de saúde Ministério da saúde + ministério da previdência = Integralidade → SUS MS - Saúde preventiva coletiva M Previdência - Curativa individual HJ - integralidade, ser atendido como todo Revolta da vacina → imposição para uma reforma sanitária, além de dar a vacina 2ª GM - Vargas - ditadura 1937 - Vargas da golpe - “nazista” Alinhamento com o Eixo → geograficamente proximo a africa, onde tinha nazismo forte, nessa época, Brasil produzia borracha e ferro década de 70 - vacinação obrigatória → meningite Ministério da previdência 1ª GM - Brasil passa por uma industrialização de substituição ⅓ da cidade de São Paulo é italiana → foi proibido falar não falar PT Italianos vêm para substituir escravos, a europa passa a proibir a vinda Começa a imigração árabe / japonesa Reforma agrária → europeu vem com terras 2ª GM - importação do modelo Hospitalocêntrico dos EUA modelo verticalizado e especializado Hospital particular → saúde SUPLEMENTAR Formas de organização de saúde Cooperativa Seguradora Filantrópica Medicina de Grupo INAMPS → assistência médica da previdência Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social quando ele morre, em 93 Movimento pela reforma sanitária Acesso à saúde Empregado (com algum seguro) e desempregado tem acesso = acesso universal 8ª conferência de saúde Nasce o SUS Dalson → determinantes funcionantes Não é só a ausência de doença que determina a saúde Ser humano como um ser bio-psico-social, que é afetado pela violência, ambiente… Modelo inglês de saúde → National Health Service (NHS), 1948, nas reformas de Beveridge subsidiar o sistema através dos impostos Tratamento prévio Financiamento direto Unidade básica - flexter → modelo americano Orçamento da seguridade social Pis e cofins (década de 70) → só para empresas Lei 8.142/1990 (Participação da Comunidade e Transferências Financeiras) ● Estabelece a participação da comunidade através das Conferências de Saúde (a cada quatro anos) e dos Conselhos de Saúde (permanentes e deliberativos). ● Define a alocação de recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) para estados e municípios de forma regular e automática. ● A descentralização do SUS Os gastos públicos com saúde, oriundos de impostos e contribuições sociais, representam aproximadamente 43% dos gastos totais com saúde no Brasil e o restante é gasto privado, com planos de saúde, compra de medicamentos e gastos diretos de indivíduos e famílias. Emenda 29 / 2000 Quantidade mínima de recursos que deve ser posta à saúde Lei Complementar 141/2012 União - sob variações Estado 12% de sua Receita Corrente Líquida (RCL) → + para alta/média complexidade Município 15% de sua Receita Corrente Líquida (RCL) → atenção básica Emenda 86 / 2015 → só sobre a contribuição da união 15% recursos mínimos da receita corrente líquida Emenda 95 / 2016 → O congelamento dos investimentos em saúde Novo regime fiscal, determinando um teto, o valor de 2017 corrigido pelo IPCA Estabelece um teto para os gastos públicos, reduzirá o repasse de recursos do Governo Federal para a saúde. Emenda 126 / 2022 → deixa de ter teto para saúde Lei complementar 200/2023 valor de 2017 corrigido pelo IPCA (inflação), mínimo Obs.: cada emenda anula a anterior, e fala sobre a contribuição da da união Blocos de financiamento O dinheiro que a União e o estado repassam para o município Custeio + investimento O dinheiro vem, principalmente da Seguridade Social, especialmente com recursos provenientes de contribuições sociais (COFINS, CSLL, etc.) e impostos gerais da União. Blocos de investimentos: Atenção básica Média e alta complexidade Assistência farmacêutica Vigilância em saúde Gestão do SUS Atenção primária ou básica Captação ponderada → vai ter variantes de acordo com a situação de cada município Previne Brasil modificado → componente de vínculo/cadastro e acompanhamento Componente de qualidade e indução de boas práticas Montar e manter equipes Valor proporcional NASF → equipe multi (eMulti) Teleatendimento - montar e manter Pode ocorrer em cooperação entre municípios Apoia as equipes de Saúde da Família Modelos de saúde 1. Modelo Beveridge (Saúde Pública Universal) ● Países que adotam: Reino Unido (NHS), Cuba, Espanha, e outros países escandinavos como Suécia e Noruega. ● Características: O sistema de saúde é financiado por impostos e administrado pelo governo. A saúde é considerada um direito universal, e os serviços são oferecidos de maneira gratuita ou com um custo muito baixo no ponto de uso. O governo controla a maioria dos hospitais e clínicas. ● Vantagens: Acesso universal e equidade no atendimento. ● Desvantagens: Pode levar a longas filas para tratamentos, já que os serviços são muitas vezes sobrecarregados. 2. Modelo Bismarck (Seguro de Saúde Obrigatório) ● Países que adotam: Alemanha, França, Japão, Bélgica, e outros países europeus. ● Características: O sistema é baseado em um seguro de saúde obrigatório, onde os empregadores e empregados contribuem com uma porcentagem do salário para financiar o sistema. O governo regula os planos de saúde e garante que todos os cidadãos tenham acesso a seguros de saúde. A prestação de serviços pode ser pública ou privada. ● Vantagens: Boa qualidade de atendimento e acesso universal à saúde. ● Desvantagens: Pode ser caro para os empregadores e para o governo, já que envolve um sistema de seguros e administrações diversas. 3. Modelo Nacional de Saúde (Sistema de Saúde Universal) ● Países que adotam: Canadá, Austrália, e alguns países da Europa. ● Características: O governo paga por todos os serviços de saúde, mas o atendimento é prestado por profissionais privados ou semi-privados. O sistema é geralmente financiado por impostos gerais. A maioria dos tratamentos é gratuita ou muito acessível para os cidadãos, com uma pequena taxa em alguns casos. ● Vantagens: Acesso universal e sem custos diretos no ponto de uso. ● Desvantagens: Pode haver tempo de espera para tratamentos não emergenciais, já que o governo controla o orçamento. 4. Modelo de Mercado Livre (Privado ou Seguro de Saúde) ● Países que adotam: Estados Unidos, parcialmente no Brasil, e em várias partes da América Latina. ● Características: O sistema é predominantemente privado, com seguros de saúde sendo a principal forma de cobertura. Nos Estados Unidos, por exemplo, a maioria das pessoas depende de seguros de saúde privados, muitas vezes fornecidos pelos empregadores. O governo tem programas públicos como o Medicare (para idosos) e o Medicaid (para pessoas de baixa renda), mas a saúde privada domina. ● Vantagens: Inovação e rapidez no atendimento, com o paciente podendo escolher livremente seus provedores de saúde. ● Desvantagens: Acesso desigual, pois as pessoas sem seguro ou com seguros insuficientes podem ter dificuldades em obter tratamento de qualidade. Custos muito elevados, tantopara os pacientes quanto para o governo. 5. Modelo Misturado ● Países que adotam: Brasil, França, Itália, e outros países que combinam os modelos públicos e privados. ● Características: O sistema combina uma rede pública de saúde financiada por impostos e uma rede privada de saúde que pode ser acessada por meio de seguros de saúde privados. No Brasil, por exemplo, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece acesso público gratuito, mas também há uma forte presença de planos de saúde privados. ● Vantagens: A combinação pode proporcionar maior cobertura e reduzir a sobrecarga no sistema público. ● Desvantagens: Pode haver desigualdade no acesso, com aqueles que podem pagar por serviços privados recebendo melhor atendimento. 6. Modelo de Saúde Baseado em Comunitário ● Países que adotam: Índia, partes da África, algumas regiões da América Latina. ● Características: Sistema de saúde comunitário onde os cuidados básicos são prestados diretamente pelas comunidades, com a ajuda de organizações não governamentais (ONGs) ou outras formas de assistência local. ● Vantagens: Envolvimento comunitário direto e foco na saúde preventiva. ● Desvantagens: Capacidade limitada para lidar com problemas de saúde complexos ou graves. PNAB e APS 1923 - Caixa de aposentadoria e pensão Caixa não tem participação do governo Inicialmente dos ferroviários Institutos são 3 partiti → possuem participação do governo Inicialmente com muito dinheiro (+/- 10 primeiros anos) INPS - todo mundo que é CLT Equipe Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde e dentistas. Definição A Portaria nº 7.581/2006 é uma norma do Ministério da Saúde que trata da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) e estabelece diretrizes para a organização e o funcionamento da Atenção Básica no SUS. Princípios ● Equidade, acesso universal, integralidade, longitudinalidade, coordenação do cuidado (referência e contra-referência), ordenação das redes e participação da comunidade. Atenção Básica como Porta de Entrada: ● Define a Atenção Básica como a principal porta de entrada do SUS, sendo responsável pela maior parte das necessidades de saúde da população. ● Foca na promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde. Criação e Fortalecimento das Equipes de Saúde da Família (ESF): ● Regulamenta a atuação das Equipes de Saúde da Família e sua ampliação como estratégia prioritária para a organização da APS. ● Determina a composição mínima das equipes: médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde. ● A Estratégia de Saúde da Família → Regulamentada pela: Portaria GM/MS nº 2.436/17 ○ Médico generalista ou especialista em saúde da família e comunidade, enfermeiro generalista ou especialista em saúde da família e comunidade, auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde Vinculação e Territorialização: ● Estabelece que as equipes devem ser responsáveis por um território específico, facilitando o acompanhamento contínuo e integral da população. Participação da Comunidade: ● Incentiva a participação popular na gestão e no controle social dos serviços de saúde. Financiamento e Incentivos: ● Define critérios para o financiamento da Atenção Básica e dos programas vinculados, como o Programa Saúde da Família (PSF). No Brasil, essa política regulamenta nacionalmente o nível primário de atenção. De modo a definir a organização da Atenção Básica em território nacional. Sendo que, o nível da atenção básica resolve aproximadamente 80% dos problemas de saúde Determinantes Sociais da Saúde (DSS) ● Fatores: Econômicos, culturais, raciais, comportamentais, psicossociais. ● Iniquidades: Desigualdades evitáveis e injustas em saúde. Genograma vs. Ecomapa ● Genograma: Representação gráfica da dinâmica familiar (três gerações). ● Ecomapa: Relações da família com instituições e grupos da comunidade Saúde suplementar Alternativa a assistência médica da previdência, financiamento público particular, para dar assistência médica aos trabalhadores, de forma a desafogar o sistema público A saúde suplementar no Brasil é regulamentada exclusivamente pela Lei nº 9.656/1998 e trata das operadoras de planos privados de saúde Tipos de sistemas de saúde suplementar: Cooperativa Seguradora Filantrópica Medicina de Grupo Autogestão saúde complementar → trabalha com o sus saúde suplementar → não trabalha com o SUS Filantrópica→ Isenção das contribuições/impostos das Entidades Beneficentes: I – sobre as contribuições sociais dos empregadores; II – sobre o faturamento; III – sobre o lucro, e IV – sobre importação de bens ou serviços do exterior. Sem fins lucrativos → todo o lucro é revertido nela própria Agências - anvisa e ans A saúde suplementar no Brasil é regulamentada pela ANS, com regras específicas para planos de saúde privados, garantindo controle de preços e qualidade dos serviços. Lei 8080 / 1990 Implantação do SUS → 2006 1. Pacto pela Vida: 2. Pacto em Defesa do SUS: 3. Pacto de Gestão: Decreto nº 7.508/2011 1. Organização do SUS: 2. Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP): 3. Portas de Entrada do SUS: 4. Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde (RENASES): 5. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME): Financiamento do SUS Ministério da previdência Lei 8.142/1990 (Participação da Comunidade e Transferências Financeiras) Modelos de saúde 1. Modelo Beveridge (Saúde Pública Universal) 2. Modelo Bismarck (Seguro de Saúde Obrigatório) 3. Modelo Nacional de Saúde (Sistema de Saúde Universal) 4. Modelo de Mercado Livre (Privado ou Seguro de Saúde) 5. Modelo Misturado 6. Modelo de Saúde Baseado em Comunitário PNAB e APS Saúde suplementar