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UVA – UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA 
CAMPUS – RIO DAS OSTRAS 
GESTÃO DE RISCOS 
 
 
Criptografia e Segurança: Análise de Vulnerabilidade de Risco 
 
 
O teletrabalho, mais conhecido como home-office, teve um crescimento por 
causa da pandemia do covid-19, em que as pessoas exerciam suas atividades 
exclusivamente em seu ambiente residencial. Com isso, as empresas 
começaram a sentir a necessidade em investir ainda mais em segurança da 
informação, pois dados passaram a trafegar de forma mais robusta fora das 
dependências das empresas. 
Como forma de garantir a segurança da informação, os bancos de dados das 
empresas passaram a ser acessados remotamente através da tecnologia VPN 
“virtual private network ”, onde a identidade e os dados são criptografados em 
tempo real, protegendo os dados para que estes não sejam acessados por 
terceiros. 
Outra forma de proteção de acesso aos dados é voltada na autenticação de 
usuários, configuração das regras de senha, dos grupos de acesso e permissão 
de acesso para cada colaborador com suas respectivas senhas, as quais devem 
ter alto grau de segurança, baseadas em sequências alfanuméricas, contendo 
letras maiúsculas e minúsculas, com caractere especial e com mínimo de 8 
caracteres, além de não conter sequencias inseguras, além da assinatura digital 
em que documentos são assinados remotamente com alto grau de segurança, 
essas implementações são importantes tendo em vista a garantia que quem 
realmente está acessando o sistema e assinando o documento é o real usuário. 
A empresa deve criar uma política de segurança da informação, pautada em 
normas e diretrizes de segurança, as quais devem amplamente divulgadas e ser 
seguidas por todos, garantido assim a segurança da informação, evitando que 
pessoas alheias ao cotidiano da empresa tenham acesso à informação, 
Sabe-se que não só de tecnologia a segurança da informação é composta, 
devendo ser amplamente divulgada aos colaboradores e por vezes aos clientes, 
as técnicas utilizadas pelos “hackers”, como a engenharia social por exemplo. 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943. Aprova a Consolidação 
das Leis do Trabalho. Brasília, DF: Presidência de República, [1943]. Disponível 
em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm, acessado em 
12 jun. 2025. 
 
BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Lei Geral de Proteção de 
Dados Pessoais (LGPD). Brasília, DF: Presidência de República, [2018]. 
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-
2018/2018/lei/l13709.htm, acessado em 12 jun. 2025. 
 
CASTELLÓ, Thiago; VAZ, Verônica. Assinatura digital: funcionamento da 
assinatura digital. UFRJ, [s. d.]. Disponível 
em: https://www.gta.ufrj.br/grad/07_1/ass-
dig/ComocriarumaAssinaturaDigital.html, acessado em 12 jun. 2025. 
 
ALTURA, Tipos de autenticação: senha, token, JWT e dois fatores, 
disponível em: https://www.alura.com.br/artigos/tipos-de-autenticacao, 
acessado em 12 jun.2025. 
 
 
 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm
https://www.gta.ufrj.br/grad/07_1/ass-dig/ComocriarumaAssinaturaDigital.html
https://www.gta.ufrj.br/grad/07_1/ass-dig/ComocriarumaAssinaturaDigital.html
https://www.alura.com.br/artigos/tipos-de-autenticacao

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