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Contemporânea Contemporary Journal 3(11): 24395-24406, 2023 ISSN: 2447-0961 Artigo TRANSTORNO DEPRESSIVO: MAL EMERGENTE DA SOCIEDADE DEPRESSIVE DISORDER: THE EMERGING EVIL OF SOCIETY DOI: 10.56083/RCV3N11-214 Recebimento do original: 27/10/2023 Aceitação para publicação: 29/11/2023 Pedro Augusto Resende da Fonseca Graduando em Psicologia Instituição: Pitágoras Anhanguera Endereço: Av. dos Vinhedos, 1200, Morada da Colina, Uberlândia MG, CEP: 38411-159 E-mail: RESUMO: presente trabalho teve como objetivo realizar uma revisão bibliográfica sobre a evolução constante do Transtorno Depressivo na sociedade brasileira e no mundo, a fim de aumentar a gama de artigos científicos e, consequentemente, contribuir para a pesquisa nessa área da saúde mental e para atualizar à sociedade a respeito do problema. Com esse intuito, trabalho baseou-se na coleta de informações e na pesquisa de artigos científicos produzidos desde 1995 até 2023, utilizando como principais fontes de consulta Google Acadêmico, Catálogo de Teses da CAPES e a biblioteca digital Scielo. PALAVRAS-CHAVE: Transtorno Depressivo, Saúde Mental, Psicologia. ABSTRACT: The present work aimed to carry out a bibliographical review on the constant evolution of Depressive Disorder in Brazilian society and in the world, in order to increase the range of scientific articles and, consequently, contribute to research in this area of mental health and to update the society regarding the problem. With this aim, the work was based on the collection of information and research on scientific articles produced from 1995 to 24395 Revista Contemporânea, V. 3, n. 11, 2023. ISSN 2447-09612023, using Google Scholar, the CAPES Theses Catalog and the Scielo digital library as main sources of consultation. KEYWORDS: Depressive Disorder, Mental Health, Psychology. Artigo está licenciado sob forma de uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional. 1. Introdução A depressão é popularmente conhecida por causar um aspecto de grande tristeza no indivíduo que a apresenta. Entretanto a depressão é muito mais complexa do que apenas uma tristeza ou uma falta de vontade da pessoa: caracteriza-se pelo grande sofrimento psíquico imposto, abrangendo desde os mais complexos afazeres até as questões pessoais mais básicas. Na Psicologia, tanto quanto na Psiquiatria Clínica, termo depressão não se refere somente a um humor deprimido, mas sim a um complexo sindrômico caracterizado por alterações de humor e de psicomotricidade, e ainda por uma variedade de distúrbios somáticos (Assumpção-Junior, 1998). Mas antes de ganhar de fato um nome, a depressão já foi notada em escritos antigos, mais precisamente entre os gregos, que a chamavam de Bílis Negra. Um dos grandes filósofos de sua época, Aristóteles, discípulo de Platão, caracterizava-a, no Século IV a.C., como uma enfermidade que acometia filósofos, poetas e artistas; homens que de alguma forma se destacavam pelos pensamentos filosóficos, poemas e dramaturgias que exprimiam uma tristeza. Tratava-se, portanto, de um estado que afetava a mente da pessoa, em aspectos como imaginação e memória (Klibansky, Panofsky & Saxl, 1964/1989; Prigent, 2005). Transtorno Depressivo Unipolar tem suas características definidas como: humor deprimido na maior parte do dia, diminuição considerável do 24396 Revista Contemporânea, V. 3, n. 11, 2023. ISSN 2447-0961interesse ou do prazer em relação a atividades rotineiras do dia a dia, insônia ou hipersonia diariamente, perda ou ganho de peso sem motivo aparente, fadiga ou perda de energia, sentimento de culpa e de inutilidade, baixa concentração e pensamentos recorrentes de morte. Tendo duração de no mínimo duas semanas, caracteriza-se como Transtorno Depressivo Maior. Já no caso do Transtorno Depressivo Persistente, todos esses sintomas se intensificam no mínimo por dois anos, durando vários anos ou a vida toda de acordo com Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais 5-TR (DSM 5-TR). Diante desse fenômeno que é observado desde os tempos antigos, presente trabalho visa ao estudo de dados relativos aos últimos trinta anos, a fim de avaliar a progressão histórica do estudo da doença com passar do tempo, mostrando a grande urgência que tem se tornado Transtorno Depressivo. 2. Metodologia A pesquisa foi realizada a partir de referencial bibliográfico, utilizando materiais publicados em livros, artigos e dissertações, encontrados na Internet, mas restringindo a busca mediante acesso apenas a sites de comprovada relevância científica, como Google Acadêmico, Scielo e Catálogo de Teses da CAPES. objetivo foi analisar esses materiais e correlacioná-los com a temática apresentada, a fim de contribuir com a comunidade acadêmica e com a sociedade de modo geral. Foram utilizados materiais científicos dos anos de 1995 a 2023, englobando assim uma vasta gama, a fim de abordar o tema de forma mais ampla e eficiente. Tornou-se critério para exclusão de materiais, a abordagem de outro tema que não fosse a depressão de modo geral. 24397 Revista Contemporânea, V. 3, n. 11, 2023. ISSN 2447-09613. Resultado e Discussão A depressão pode ser causada tanto por uma pré-disposição genética quanto pelo ambiente, ou pela soma dos dois fatores, em qualquer idade e sexo. Alguns autores denominam as diferentes formas de desenvolver a depressão. A depressão situacional é determinada, essencialmente, por processos conflituosos, traumatizantes, ou por ambos, configurando uma situação de longa duração e persistência. Refere-se ao modo essencial da relação existente entre a pessoa e seu ambiente, tendo como causas a situação conflitante nessa relação mútua, perda efetiva, sobrecarga emocional, isolamento ou inatividade (Corrêa, 1995). 3.1 Depressão Endógena e Sintomática A depressão endógena é caracterizada por uma determinação genética, provavelmente produzida por um gene autossômico dominante simples. Normalmente é observada pela ocorrência em consanguíneos de primeiro e segundo graus, afetados por depressão bipolar e unipolar e, em geral, com uma forte sobrecarga familiar depressiva (Corrêa, 1995). A depressão sintomática é decorrente de algum transtorno do organismo, produzido por uma doença orgânica ou física, ou pela administração de algum medicamento. (Corrêa, 1995; Vilela, 1996). A depressão é um transtorno cada vez mais visível e de recorrente preocupação para a saúde pública. Estima-se que, entre os adultos, 9% das mulheres e 5% dos homens, ao longo de suas vidas, apresentem esse tipo de transtorno. É uma das principais causas de internação psiquiátrica e de busca por atendimento médico (Assunção et al, 1998; Cordas, Sassi-Junior, 1998). As estatísticas indicam que é o transtorno mental que mais afeta a 24398 Revista Contemporânea, V. 3, n. 11, 2023. ISSN 2447-0961população mundial, e que será a doença mais comum em nosso século (World Health Organization WHO, 2006). A probabilidade de um indivíduo desenvolver depressão ao longo da vida varia de 10% a 25% em mulheres e de 5% a 12% em homens, havendo uma certa predominância em indivíduos entre 20 e 40 anos de idade, mas que não exclui a possibilidade de ser observada em qualquer outra faixa etária (Baptista, Carneiro, 2006). 3.2 Depressão em Mulheres As mulheres tendem à depressão cerca de duas vezes mais frequentemente que os homens (Carlson, 2002). As principais diferenças, que contribuem para a taxa aumentada de depressão em mulheres, são os fatores hormonais, particularmente associados a elementos como mudanças do ciclo menstrual, gravidez, aborto, período pós-parto, pré- menopausa e menopausa. Muitas mulheres também enfrentam estresses adicionais, tais como responsabilidades no trabalho e em casa, ser mãe solo, cuidados com crianças e com pais idosos (National Institute of Mental Health, 2004a, b). A depressão unipolar em mulheres ganha ainda mais destaque quando falamos em consanguinidade, pois risco de morbidade nos parentes de primeiro grau varia entre 5,9% e 18,4% nos parentes masculinos e entre 7,1% e 31,9% nos parentes femininos. Constata-se que metade dos depressivos bipolares e dos maníacos, por exemplo, tem um pai afetado por uma depressão bipolar ou unipolar, que reforça ainda mais a ligação genética que existe, de acordo com os estudos sobre o surgimento da depressão. (Winokur apud Corrêa, 1995) 24399 Revista Contemporânea, V. 3, n. 11, 2023. ISSN 2447-09613.3 Depressão em Homens A depressão no homem é geralmente mascarada pelo uso de álcool ou drogas, ou pelo hábito socialmente aceitável de trabalhar horas a mais, por períodos excessivamente longos. Tipicamente, a depressão aparece em homens, não como desamparo ou desesperança, mas como irritação, raiva e desencorajamento; portanto, a depressão pode ser difícil de reconhecer como tal em homens. Além disso, se um homem percebe que está deprimido, ele pode estar menos disposto do que uma mulher a procurar ajuda (Baptista, Carneiro, 2006). Mesmo nos tempos atuais, quando a divulgação está mais ativa, esse estigma ainda é visto, o que dificulta e mascara efetivamente a identificação da prevalência da doença nos homens. 3.4 Pesquisas Desenvolvidas 3.4.1 Primeira pesquisa Um estudo de 2019, feito pela Global Burden of Disease (GBD), estima que mais de 270 milhões de pessoas apresentavam transtornos depressivos, que representava, à época, aproximadamente 3,8% da população mundial. No Brasil, a prevalência de transtornos depressivos está estimada em 4,3%. O componente brasileiro do Estudo Mundial de Saúde Mental (World mental health survey), São Paulo Megacity mental health survey, realizado entre os anos de 2005 e 2007, identificou que a prevalência de depressão ao longo da vida e nos últimos 12 meses anteriores à entrevista, para todos os estudos, foi de 16,9% e 9,4%, respectivamente, entre adultos residentes na Região Metropolitana de São Paulo. (Brito, Valéria Cristina de Albuquerque, et al). 24400 Revista Contemporânea, V. 3, n. 11, 2023. ISSN 2447-09613.4.2 Segunda pesquisa Um artigo publicado em 2019, intitulado Prevalência de Depressão Autorreferida no Brasil: Pesquisa Nacional de Saúde 2019 e 2013, realizou uma pesquisa transversal da prevalência de diagnóstico médico de depressão autorreferido no Brasil, empregando dados da PNS das edições de 2019 e 2013, a fim de comparar os dados dos respectivos anos por região. A PNS é um inquérito nacional representativo da população brasileira adulta domiciliada, conduzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde (Brito, Valéria Cristina de Albuquerque, et al). Participaram do estudo 90.846 indivíduos com idade ≥ 18 anos na PNS 2019; e 60.202 na PNS 2013. Os resultados são relatados a seguir. A prevalência global de depressão autorreferida em adultos domiciliados no Brasil, em 2019, foi de 10,2% (IC95% 9,9;10,6). Entre as regiões brasileiras, a Região Sul apresentou a maior prevalência (15,2%; IC95% 14,2;16,2) e, entre os estados, a maior prevalência foi observada no Rio Grande do Sul (17,9%; IC95% 16,2;19,6). As menores prevalências foram observadas na Região Norte (5,0%; IC95% 4,4;5,6) e no estado do Pará (4,1%; IC95% 3,0;4,1). Verificaram-se maiores taxas para o ano de 2019 entre as pessoas do sexo feminino (14,7%; IC95% 14,1;15,4; p-valorObservou-se um aumento da prevalência de depressão autorreferida para todas as categorias das variáveis sociodemográficas analisadas, entre 2013 e 2019, de 7,6% (IC95% 7,2;8,1) para 10,2% (IC95% 9,9;10,6), respectivamente. Esse aumento mostrou-se mais acentuado entre pessoas do sexo feminino, raça/cor da pele branca, com ensino superior completo e residentes na zona urbana. Observou-se, ainda, um aumento significativo na prevalência de indivíduos que receberam atendimento médico nos últimos 12 meses, de 46,4% (IC95% 43,75;49,1), em 2013, para 52,8% (IC95% 50,7;55,0), em 2019, especialmente entre jovens adultos (18 a 29 anos) e residentes na zona urbana. Entre esses indivíduos, a maioria (47,5%; IC95% 44,7;50,2) utilizou-se de atendimento em consultórios ou clínicas privadas; ou em ambulatórios de hospitais privados. Entre 2013 e 2019, verificou-se também uma redução nas proporções de indivíduos que receberam atendimento em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em ambulatórios de hospitais públicos. (Brito, Valéria Cristina de Albuquerque, et al). 3.5 Suicídio Anualmente, um milhão de pessoas se suicidam no mundo, sendo que, a cada 45 segundos, uma pessoa se suicida em algum lugar do planeta. Os índices mais altos de suicídio são observados nos países da Europa Oriental, da América Central e da América do Sul. Quanto à tentativa de suicídio, segundo a Organização Mundial de saúde OMS (2011), supera número de suicídios em pelo menos dez vezes, sendo que cerca de 15 a 25% das pessoas que tentam suicídio tentarão se matar novamente. (BARBOSA; MACEDO; SILVEIRA, 2011). suicídio tem uma relação íntima com transtornos mentais, principalmente com transtorno depressivo. A literatura mostra que a 24402 Revista Contemporânea, V. 3, n. 11, 2023. ISSN 2447-0961associação entre suicídio e transtornos mentais é de mais de 90%. Entre os transtornos mentais associados ao suicídio, a Depressão Maior se destaca (McGirr, A. et al, 2007). Este tipo de depressão, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria ABP (2009), é responsável por 35,8% dos casos de suicídio. Cardoso (2012) analisa 53 artigos publicados entre os anos 2000 a 2010, para tentar compreender essa ligação entre suicídio, ideação e tentativa de suicídio. Em suas análises, o autor conclui que, dos 53 artigos, 41 relacionaram 0 suicídio à depressão, que ocupou primeiro lugar nos construtos (BAPTISTA; BORGES; BIAGI et al CARDOSO). Segundo dados da OMS, estima-se que, em 2020, aproximadamente 1,53 milhão de pessoas no mundo morrerão por suicídio. Além disso, um número 10 a 20 vezes maior de pessoas tentará suicídio. Isso representa um caso de morte por suicídio a cada 20 segundos e uma tentativa de suicídio a cada 1 ou 2 segundos (Bertolote e Fleishnann, 2002). Portanto, o diagnóstico e o acompanhamento do quadro depressivo são essenciais para evitar a tentativa ou mesmo a auto aniquilação bem-sucedida. 4. Considerações Finais Transtorno Depressivo sempre acometeu homem, sendo que a primeira menção de sua presença na sociedade, de que se tem conhecimento, encontra-se nos escritos de Aristóteles. Ao longo do tempo, diversos nomes foram usados para expressar o sentimento da pessoa afligida, tais como Bílis Negra e melancolia, sendo que termo mais usado atualmente é tristeza: uma tristeza profunda e às vezes sem explicação, que vem e vai, como movimento de um pêndulo, mas às vezes assenta, como um lodo profundo e enraizado. Conforme exposto neste trabalho, a depressão não é apenas uma tristeza, e sim uma doença mental que causa grande sofrimento para a 24403 Revista Contemporânea, V. 3, n. 11, 2023. ISSN 2447-0961pessoa que a apresenta. Daí a importância do diagnóstico precoce e da busca imediata por ajuda de profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras. Mais importante ainda é o reconhecimento, por parte dos familiares e da própria pessoa, da necessidade de ajuda, deixando de lado preconceito, às vezes imposto a si mesmo, outras vezes proveniente de pessoas que não entendem a gravidade da doença. A depressão incapacita, tira o prazer de viver. Porém existe tratamento e uma rede de apoio disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), como também nas redes particulares, além de ações sociais como rodas de conversa e de apoio emocional. A pesquisa deixou evidente que a depressão se tornou uma necessidade de saúde pública, tanto para descrição da doença como para pesquisas de campo. Com passar do tempo, observa-se que os casos vêm crescendo muito. Por um lado, com o acesso cada vez maior à informação, cada vez mais pessoas estão buscando ajuda, que é positivo. Mas, ao mesmo tempo, é preocupante a quantidade de pessoas afligidas. Este trabalho teve como objetivo apresentar dados de estudos sobre Transtorno Depressivo, para aumentar o acervo bibliográfico sobre o tema nos anais científicos e, mais importante, conscientizar a população sobre o mal emergente que é Transtorno Depressivo, pois a principal função de um artigo é trazer informação e conhecimento para a sociedade. 24404 Revista Contemporânea, V. 3, n. 11, 2023. ISSN 2447-0961Referências ANDRADE LH, Wang Y-P, Andreoni S, Silveira Alexandrino-Silva C, Siu ER, et al. Mental Disorders in Megacities: findings from the São Paulo Megacity Mental Health Survey, Brazil. PLoS One [Internet] 2012;7(2):e31879. doi: 10.1371/journal.pone.0031879. Disponível ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA. Comportamento suicida: conhecer para prevenir. 1. ed. Rio de Janeiro: ABP, 2009. Disponível em: pdf ASSUMPÇÃO, G. L. S., Oliveira, L. & Souza, F. S. de. (2018). DEPRESSÃO E SUICÍDIO: UMA CORRELAÇÃO. 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