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Aula 12 – Economia Aberta – 
IS-LM-BP e Política Econômica
Profª Me. Débora de Lima Braga Penha
LOPES, L. M. & VASCONCELLOS, M A S. Manual de Macroeconomia Básico e Intermediário. São Paulo: Atlas, 2000.
Capítulo 6 – Economia Aberta
Recapitulando política econômica no IS-LM
Política Fiscal expansionista : elevação de G ou redução de T
Política monetária expansionista: aumento oferta de moeda 
O balança de pagamentos do país é o fluxo de caixa sob a forma de pagamentos recebidos e pagos pelo país.
 No caso da balança de pagamentos ativa, a demanda por moeda nacional aumenta, e sua taxa também se fortalece. 
No caso da balança de pagamentos passiva, aumenta a demanda por uma moeda estrangeira, portanto, a taxa de uma moeda nacional diminui.
As reservas internacionais são os ativos do Brasil em moeda estrangeira e funcionam como uma espécie de seguro para o país fazer frente às suas obrigações no exterior e a choques de natureza externa , tais como crises cambiais e interrupções nos fluxos de capital para o país.
Essas reservas, administradas pelo Banco Central, são compostas principalmente por títulos, depósitos em moedas (dólar, euro, libra esterlina, iene, dólar canadense e dólar australiano), direitos especiais de saque junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI), depósitos no Banco de Compensações Internacionais (BIS), ouro, entre outros ativos.
Como se determina o valor da taxa de câmbio nominal?
Oferta e demanda por moeda doméstica.
Excesso de demanda por divisas leva a depreciação da moeda local
Excesso de oferta de divisas leva apreciação da moeda local
Determinação dos equilíbrios interno e externo e impacto das políticas econômicas sob diferentes regimes cambiais
O objetivo da aula será discutir, com base no referencial IS-LM-BP, como se dará a determinação do nível de renda em uma economia aberta e como a política econômica podem afetar o equilíbrio sob diferentes regimes cambiais.
Relembrar: no sistema de câmbio fixo, o Banco Central compromete- se a vender e comprar divisas à taxa estipulada, para manter em equilíbrio no mercado de divisas. 
Já no regime de câmbio flutuante, o Banco Central não intervém e a taxa de câmbio se ajusta de modo a igualar a oferta e a demanda de divisas.
Também devemos lembrar que, com a introdução do setor externo, da curva BP, o equilíbrio pleno passa a ser obtido quando ocorre o equilíbrio simultâneo no mercado de bens, no mercado monetário, e no setor externo, isto é, no ponto de intersecção das três curvas - IS/LMIBP.
A análise para as três situações destacadas anteriormente será feita: sem mobilidade de capitais (economia sem acesso ao mercado internacional de capitais), com perfeita mobilidade de capitais (economia pequena com acesso ao mercado internacional de capitais) e com mobilidade imperfeita de capitais (economia grande com acesso ao mercado internacional de capitais).
Caso de uma economia com mobilidade perfeita de capitais
BP é horizontal
r=r*
2 regimes cambiais: fixo ou flutuante
Política fiscal expansionista – PFE
Política monetária expansionista - PME
PFE – Câmbio Fixo
O equilíbrio vai do ponto A para B – deslocamento IS devido expansão fiscal
O ponto B está em região de superávit (devido a entrada de capitais em razão do aumento dos juros). Há aumento da demanda por ativos (porque os juros está acima do equilíbrio.
Esses fatos levam a uma apreciação cambial porque a taxa de juros está maior que a taxa de juros que equilibra o BP .Mas o câmbio é fixo. O BC não pode deixar isso acontecer.
Como esta alta, BC precisa então ofertar moeda local, Assim aumenta e desloca LM para direita. (ponto C)
Resultado: Y aumenta, câmbio é fixo, mesma taxa de juros
a política fiscal é extremamente eficiente para afetar o nível de produto. Nessa situação, com câmbio fixo e livre mobilidade de capitais, o resultado da política fiscal é melhor do que no caso do modelo IS-LM com economia fechada. 
Desvalorização cambial – cambio fixo
inicialmente que, como é o movimento de capitais que determina o equilíbrio da Balança de Pagamentos, a desvalorização não provocará qualquer deslocamento na BP. 
O impacto dessa medida será o deslocamento da IS pela ampliação das exportações.
 Esse deslocamento, semelhante ao caso da política fiscal expansionista, pressionará a taxa de juros para cima, induzindo uma entrada de recursos no país. 
Como o regime é de câmbio fixo, o Banco Central comprará esse excesso de divisas ampliando a oferta de moeda, o que deslocará a LM até o ponto em que não existam mais pressões para a elevação da taxa de juros interna.
PFE – Câmbio Flutuante
IS vai para direita (de A para B)
Em B, está elevada porque taxa de juros esta maior que taxa de juros de equilíbrio. Isso vai fazer o fluxo de capital vir para país.
Quando há aumento de teremos apreciação da moeda local. Como câmbio é flutuante isso de fato acontece. Leva a contração de NX (produtos mais caros cai exportação)
Como NX diminui, a IS se desloca para equilíbrio inicial // novo padrão de demanda com câmbio apreciado
Y= C + I+ G+ NX (NX diminui e G aumenta)
Resultado: Y e r são mesmos, câmbio apreciado.
2. PME – Câmbio Fixo
Expansão monetária – de A para B – deslocamento LM
Em B: déficit / juros menor que juros de equilíbrio / fuga de capitais para resto do mundo/ aumento demanda divisa estrangeira/ pressão para depreciar câmbio
BC deve oferecer moeda externa para equilibrar câmbio/ troca moeda externa por reais, na prática ele reduz a quantidade de reais em circulação/ isso desloca LM para esquerda (contração monetária). O equilíbrio será no ponto inicial. 
“A maior procura por moeda estrangeira terá de ser atendida pelo Banco Central, desfazendo-se das reservas internacionais, para poder manter a taxa de câmbio fixa, o que provocará a retração da oferta de moeda até que a LM volte à posição original, restabelecendo a condição de igualdade entre as taxas interna e externa de juros, cessando a fuga de capitais.” 
Resultado: renda e juros mesmos, câmbio fixo.
 
Percebe-se que a política monetária é totalmente inoperante neste caso, uma vez que o Banco Central não tem nenhum controle sobre o agregado monetário, que terá que se ajustar para garantir a igualdade entre as taxas de juros. 
2. PME – Câmbio Flutuante
Política monetária expansionista – de A para B
Em B há pressão para depreciação cambial por conta do déficit em BP (queda juros, maior procura moeda exterior, desvalorização moeda nacional)
O câmbio deprecia , e como consequência, NX aumenta. Esse aumento em NX corresponde a uma expansão da curva IS (ponto C)
Resultado: renda aumenta, taxa de juros é a mesma, câmbio deprecia.
Nesse caso, a política monetária é plenamente eficaz, pois ao induzir a desvalorização da moeda nacional, melhora o saldo em Transações Correntes, ampliando a demanda por produto doméstico e portanto ampliando a renda. 
Conclusões com Perfeita mobilidade
Sob câmbio fixo:
PM não é independente e é refém da PF
PF super eficaz 
Sob Câmbio flutuante:
PF é completamente ineficaz
PM super eficaz
Trindade impossível: mobilidade de capitais, taxa de câmbio fixa e PM independente.
Caso de uma economia sem mobilidade de capitais
BP é vertical
BP=TC , só existe um nível de renda que zera TC
2 regimes cambiais: fixo e flutuante
PFE
PME
PFE – câmbio fixo
Nível de renda não muda
De A para B (deslocamento IS)
Em B temos renda maior que renda de equilíbrio / Déficit BP (maior M) / pressão para depreciação cambial (fuga capitais devido juros maior). 
BC precisa oferecer dólares para equilibrar câmbio porque a demanda por dólares está muito alta. Compra reais oferece dolares. Está enxugando moeda doméstica. LM contrai (de B para C)>
Resultado: aumento juros, mesmo nível de câmbio e renda.
Percebemos que nesse processo existe uma perda de reservas internacionais em virtude dos déficits temporários,
PFE – câmbio flutuante
A para B devido política fiscal expansionista
Equilíbrio temporário em B / déficit temporário do BP (porque estamosnum nível de renda acima daquele que equilibra as contas externas). O déficit aumenta demanda por moeda estrangeira. 
Câmbio se deprecia 
A IS tem uma nova rodada de ajuste porque NX tende a aumentar com depreciação
Se câmbio depreciou, a curva irá mudar uma vez que depende do câmbio (Y*,Ꜫ). 
Ꜫ deprecia – exportações aumentam e importações diminuem/ melhora saldo externo que desloca BP para BP’
Resultado: juros será maior, renda será maior e o câmbio depreciou
desvalorização cambial decorrente levará a uma nova onda de crescimento em virtude da melhora do setor externo.
2. PME - câmbio fixo
Expansão monetária – de A para B
Em B: aumento de renda (Y) gera aumento importações o que gera déficit / aumento demanda moeda estrangeira/pressão para depreciar câmbio / oferece moeda estrangeira e retira moeda nacional
LM contrai 
Como estamos considerando um regime de câmbio fixo, o Banco Central terá que atender esta maior demanda por moeda estrangeira, vendendo-a aos agentes, o que provocará uma redução no nível de reservas internacionais e a uma redução na oferta de moeda (a LM se desloca para a esquerda).
Resultado: renda e juros serão os mesmos, câmbio não se altera porque é fixo
Esse processo de contração monetária persistirá até que o déficit de BP seja eliminado, o que só ocorrerá quando o nível de renda voltar ao inicial.
2. PME – câmbio flutuante
De A para B devido expansão monetária
Em B temos déficit temporário do BP. Esse déficit pressiona câmbio para depreciação 
Câmbio deprecia
a curva irá mudar uma vez que depende do câmbio (Y*,Ꜫ). Ꜫ deprecia – exportações aumentam e importações diminuem/ melhora saldo externo que desloca BP para BP’
IS também se desloca devido melhora em NX.
Resultado: renda aumenta, câmbio deprecia, juros ambíguo
Dessa forma, tanto a BP quanto a IS se deslocarão para a direita. Isso provocará novo aumento na renda. Nesse processo, conforme a taxa de câmbio vai-se desvalorizando, a O processo de desvalorização cambial persiste até que a IS e a BP se interceptem sobre a nova LM
Desvalorização cambial – cambio fixo
deslocando a curva BP para a direita.
deslócamento da IS para a direita, 
Considerando-se que o deslocamento da IS seja inferior ao da BP, 8 haverá neste novo equilíbrio interno um superávit na balança de pagamentos.
 Como estamos considerando o sistema de câmbio fixo, o Banco Central adquirirá essa oferta excedente de divisas emitindo moeda, o que provoca o deslocamento da LM para a direita, 
até que seja eliminado o superávit, 
Conclusões sem mobilidade de capitais
Sob câmbio fixo
PM não é independente e é refém da PF
Nenhuma política econômica é eficaz
Sob câmbio flutuantes
Curva IS/BP se ajustam a depreciação/apreciação cambial
Ambas políticas são eficazes
Caso de mobilidade imperfeita de capitais
BP positivamente inclinada
2 casos: BP mais ou menos inclinada que LM
2 regimes cambiais fixo ou flutuante
O principal fator a afetar a inclinação dessa curva é a elasticidade do movimento de capitais em relação à taxa de juros 
Uma segunda variável a afetar a inclinação da BP será a propensão marginal a importar. Quanto maior a propensão marginal a importar, maior a inclinação da BP.
PFE – câmbio fixo
Esquedo: vai de A p/ B devido PFE (elevação juros e renda). Em B déficit (pois a deterioração do saldo em Transações Correntes provocado pelo aumento da renda superou a melhora da conta de capital propiciada pelo aumento da taxa de juros) / pressão p/ depreciação/ BC deve oferecer dólares e recolhe reais/ LM contrai (C).
Resultado: renda e juros aumentam, câmbio se mantém
Direito: vai de A p/ B devido PFE. Superávit (pois a entrada de capitais induzida pela maior taxa de juros será maior que a deterioração do saldo em Transações Correntes decorrente da expansão da renda). Pressão p/ apreciação (esta alta)/ ofertam moeda/ LM expande
Resultado: aumento renda e juros. Câmbio não muda.
PFE – câmbio flutuante
Esquerdo: de A p/ B devido deslocamento IS. Em B há déficit temporário BP/ causa depreciação/ isso desloca novamente IS e BP.
Resultado: renda e juros aumentam, câmbio deprecia.
Direito: de A p/ B devido deslocamento IS. Em B há superávit(a taxa de juros e a renda são mais elevadas que na situação inicial)/ pressão apreciação/ reduz NX e desloca IS para IS”. Também desloca BP para esquerda (ponto C).
Resultado: aumento tímido renda, aumento juros, câmbio aprecia.
2. PME – Câmbio fixo
Esquerdo: 
De A p/ B deslocamento LM devido PME/ déficit (a queda da taxa de juros, a elevação da renda) /pressão depreciação/oferece divisas recolhe moeda doméstica/ contração LM/ volta equilíbrio inicial.
Resultado: renda, juros e câmbio permanecem os mesmos
Direito: mesma análise e resultados
A única diferença existente em considerarmos a BP mais ou menos inclinada em relação à LM é a velocidade com que esta última volta à posição inicial. 
Quanto menor a inclinação da BP, isto é, quanto maior a elasticidade da conta de capital em relação à taxa de juros, maior a velocidade de volta da LM.
2. PME câmbio flutuante
Esquerdo: De A p/ B há deslocamento LM/ em B região de déficit/ pressão p/ depreciação/ BP desloca e IS desloca (ponto C)
Resultado: renda aumenta, câmbio depreciou, juros incerto/ambíguo
Direito: de A p/ B/ em B déficit/ depreciação/ IS e BP se deslocam (ponto C)
Resultado: renda aumenta, câmbio deprecia, juros incerteza.
Conclusões mobilidade imperfeita de capitais 
Sob câmbio fixo
PF aumenta, porém PM prejudica se inc(BP) for maior que incl(LM)
PM ineficaz, independente das inclinações
Sob câmbio flutuante
PF aumenta renda, porém PM prejudica de inc(LM) for maior que inc(BP)
PM é super eficaz, independente das inclinações
Conclusões finais olhar livro
A primeira conclusão importante é sobre a ineficácia da política monetária em um sistema de taxa de câmbio fixa. Neste regime a política monetária fica prisioneira do desempenho do setor externo e o Banco Central perde o controle dos agregados monetários, que passam a depender basicamente do comportamento das reservas internacionais.
Quanto à política fiscal, o resultado é extremamente dependente do grau de mobilidade do capital. Em uma situação de plena mobilidade de capital, a política fiscal é totalmente eficaz. Já em uma situação em que não haja mobilidade de capital, a política fiscal perde toda eficácia.
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