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Profª Drª Aida Carla Santana de Melo Costa Aracaju - 2020 ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA NA REABILITAÇÃO NEUROFUNCIONAL CURSO ONLINE Fisioterapeuta (UNIT-SE) Pós-graduada em Fisioterapia Neurofuncional (UGF-RJ) Socorrista pela American Heart Association (AHA) Mestre em Ciências da Saúde (UFS) Doutora em Ciências da Saúde (UFS) Fisioterapeuta estatutária do HUSE (Internamento Pediátrico e Pronto-Socorro Infantil) Professora Titular da Universidade Tiradentes – UNIT (Socorros Urgentes, Órteses e Próteses, Reeducação Funcional, Fisioterapia na Saúde da Criança, Fisioterapia Neurofuncional, Projeto de Pesquisa) Professora de Pós-graduação do Instituto Especializado em Saúde (IES) Professora de Pós-graduação da Faculdade Estácio – SE (FASE) Professora de Pós-graduação da Faculdade INSPIRAR (SE) Coordenadora do Projeto de Humanização Hospitalar “Risos da Fisio” Coordenadora da LAFISC (Liga Acadêmica de Fisioterapia na Saúde da Criança) Membro do Conselho Científico da Revista Brasileira de Queimaduras (RBQ) Membro do Conselho Científico da Revista Feridas Instrutora de Ballet Pilates, atividade pioneira em Aracaju-SE SÍNDROMES NEUROLÓGICAS Síndrome Piramidal Síndrome Extra Piramidal Síndromes Medulares Síndromes Cerebelares SÍNDROME PIRAMIDAL • Via Corticoespinhal. • Etiologia: AVE, EM, ELA, TCE, TRM Sinais deficitários ou negativos • Perda ou redução da FM • Hipotonia • Arreflexia profunda • Regride em dias ou semanas ou poucos meses e evoluiu para os sinais de liberação • Atrofia muscular aparece após semanas ou meses Sinais de liberação ou positivos • Sinal de Babinski • Exagero do reflexo de automatismo ou de defesa • Hiperreflexia profunda • Espasticidade – hipertonia elástica (sinal do canivete) • Sincinesia • Distúrbio motor caracterizado pelo aumento do tônus muscular; • É velocidade dependente • Hiperexcitabilidade reflexa (componente da Síndrome do NMS - Lesão do primeiro neurônio). • Avaliação clínica quantitativa e qualitativa. • Etiologia, tempo de instalação, fatores precipitantes, fatores benéficos e deletérios, variabilidade diurna, espasmos. • Padrão do MS e MI. Espasticidade - Gânglios da Base:- Núcleo Caudado, Putâmen, Globo Pálido, Núcleo Subtalâmico e Substância Negra. Função: Modulação, ajuste fino e automatização do movimento. SÍNDROME EXTRAPIRAMIDAL Síndromes Hipercinéticas • Coréia • Atetose • Balismo • Distonias • Tremor • Tiques Síndromes Hipocinéticas • Síndromes Parkinsonianas • Doença de Parkinson (70%) • Outras causas (30%) (Drogas, doença cerebrovascular, doença de Wilson, neoplasias) SÍNDROME MEDULARES TRANSECÇÃO DA MEDULA HEMISECÇÃO DA MEDULA SÍNDROME CORDONAL POSTERIOR SÍNDROME MEDULAR CENTRAL TRANSECÇÃO DA MEDULA FASE AGUDA Choque medular Paralisia flácida Arreflexia Perda total da sensibilidade Ausência de função autonômica Bexiga atônica Relaxamento dos esfíncteres FASE CRÔNICA Paralisia espástica (hipertonia) Hiperreflexia Perda total da sensibilidade Alterações autonômicas Sudorese exagerada Piloereção exacerbada Hipertonia vesical e dos esfíncteres HEMISECÇÃO DA MEDULA Síndrome de Brown-Séquard Do mesmo lado: • Paralisia espástica ipsilateral • Sinal de Babinski • Perda da propriocepção consciente e tato epicrítico (discriminativo) Do lado oposto: • Perda da sensibilidade térmica e dolorosa (trato espino-talâmico lateral) SÍNDROME CORDONAL POSTERIOR Tabes dorsalis (complicação tardia da sífilis) • Perda da propriocepção consciente • Perda do tato epicrítico • Perda da sensibilidade vibratória • Perda da estereognosia SÍNDROME MEDULAR CENTRAL (Síndrome Siringomiélica) • Perda da sensibilidade superficial bilateral e simétrica no nível da lesão (dissociação siringomiélica = alteração da sensibilidade superficial e preservação da profunda) • Demais sintomas dependem da abrangência da lesão SÍNDROMES CEREBELARES Modular as reações vestibulares Controle do tônus muscular Coordenação do movimentos FUNÇÕES: SÍNDROMES CEREBELARES MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: Cefaleia Náuseas e Vômitos Diplopia Tontura Fraqueza muscular Palavra escandida Disbasia Marcha atáxica cerebelar Dismetria Tremor cinético Disadiadococinesia Nistagmo PATOLOGIAS NEUROLÓGICAS ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO Aterotrombótico Pequenos Vasos Aterotrombótico Grandes Vasos Embólico Hemorragia intraparenquimatosa Hemorragia subaracnoidea AVCI – 83% AVCH – 17% ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO Fatores de Risco: • Não Modificáveis: - Idade (avançada) - Sexo (masculino) - Raça (negros) - Presença de história familiar, materna ou paterna • Modificáveis: - Hipertensão arterial - Diabetes mellitus - Dislipidemia - Doença cardiovascular prévia - Obesidade - Tabagismo - Ingestão abusiva de álcool - Vida sedentária - Uso de anticoncepcionais orais Características Gerais do AVE Flacidez Espasticidade Padrão Patológico típico Marcha Ceifante Padrões sinérgicos anormais Clônus, Babinski, hiperreflexia Distúrbio de controle postural e equilíbrio Disartria / Disfagia Distúrbio de esquema corporal Disfunção cognitiva (atenção, memória, confusão, labilidade emocional) Disfunção esfincteriana DOENÇA DE ALZHEIMER (DA) - Doença neurodegenerativa, progressiva e irreversível, de aparecimento insidioso, que acarreta perda da memória e diversos distúrbios cognitivos. - Forma mais comum de demência (50 a 70%) - DA de acometimento tardio: Incidência por volta dos 60 anos; ocorre de forma esporádica. - DA de acometimento precoce: Incidência por volta dos 40 anos, tem recorrência familiar. PATOGENIA DA DOENÇA DE ALZHEIMER Atrofia cortical difusa Placas senis Emaranhados neurofibilares Degenerações grânulo-vacuolares Perda neuronal Acúmulo da proteína b-amilóide nas placas senis (tóxicas) Transtornos da transmissão da acetilcolina e acetiltransferases ÁREAS DE ACOMETIMENTO Córtex Cerebral (linguagem e consciência) Hipocampo (memória) Quadro Clínico Dificuldades de memória Perda de capacidades intelectuais Dificuldades com as AVD`s Dependência de Terceiros FATORES DE RISCO: - Idade: maior que 65 anos. - Gênero: mulheres mais acometidas que homens. - Fatores Genéticos/Hereditariedade: ligação entre o cromossomo 21 e a DA. - Traumatismos Cranianos: risco maior se a pessoa tiver mais de 50 anos, se tiver um gene específico (Apo E4) e se tiver perdido os sentidos logo após o acidente. - Outros Fatores: muitos dados sugerem que pessoas com elevado nível de educação têm risco menor do que as que possuem nível baixo de educação. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Perda de Memória Memória Episódica (relacionada aos significados) Memória de Procedimento (como utilizar um determinado objeto) Apraxia (incapacidade para efetuar movimentos voluntários e propositados) Afasia (dificuldade ou perda da capacidade para falar ou compreender a linguagem falada, escrita ou gestual) MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Agnosia (perda da capacidade para reconhecer os objetos e para que servem) Mudanças de Personalidade (agressividade, com mudanças bruscas de humor) Comportamento (incontinência e desorientação no tempo e no espaço) Disfagia Efeitos do imobilismo ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO DA DOENÇA Estágio I: problemas moderados de memória, dificuldades de atenção, vocabulário curto, desorientação espacial. Estágio II: problemas acentuados de memória, dificuldade em reconhecer a própria família, perda de apetite, alucinações visuais/auditivas, insônia, dependência para as AVD’s, movimentos menos coordenados, postura corporal mais instável, diplopia, incontinência, agitação, problemas de linguagem. Estágio III: demência grave. O paciente perde a capacidade de entender ou utilizar a linguagem e pode simplesmente repetir os finais das frases, sem compreender o significado das palavras. A incontinência passa a ser total e perde-se a capacidade para andar, sentar,sorrir e engolir. Etiologia: Desconhecida Diagnóstico: Avaliação neuropsicológica TCC RMN Tratamento Clínico: Medicamentos colinérgicos Antidepressivos Ansiolíticos/Antidepressivos Prognóstico: O curso da doença varia entre 5 e 10 anos DOENÇA DE PARKINSON (DP) Doença neurodegenerativa, crônica e idiopática Ocorre pela perda de neurônios do SNC (na substância negra) Os neurônios dessa região sintetizam dopamina Bradicinesia Tremor Alterações Posturais Rigidez MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Tremor de Repouso (membros, mandíbula, língua) Alteração Postural Déficit de Equilíbrio e Coordenação Rigidez Muscular (adutores e abdutores mais contraídos) Rigidez em cano de chumbo ou em roda denteada Bradicinesia/Acinesia Marcha festinante Pouca expressão facial (Hipomimia – face em máscara) Depressão (acomete 40% dos pacientes) Alterações Cognitivas MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Alteração na qualidade da voz (↓ na intensidade) Distúrbios Autonômicos Micrografia Distúrbios do sono Atrofia muscular Artralgia Déficit de mastigação e deglutição (Sialorreia) Deformidade de mãos e pés Camptocormia (postura anormal com flexão pronunciada do tronco, que desaparece em supinação e agrava com a marcha) MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS PATOGENIA Gânglios da base Na DP, há ↓ da dopamina, por isso o corpo estriado torna-se excessivamente ativo, dificultando o controle dos movimentos. É causada pela deficiência de Dopamina (neurotransmissor) - na via nigroestriatal e cortical, interferindo principalmente no sistema motor. Maior frequência nos homens e na idade de 60 anos. ETIOLOGIA - Fator genético (pouco representativo) - Uso exagerado e contínuo de medicamentos - Trauma craniano repetitivo - Isquemia cerebral - Frequentar ambientes tóxicos (manganês, derivados de petróleo, inseticidas) ESTÁGIOS DA DOENÇA (Classificação de Hoehn e Yahr - modificada) 0- Nenhum sinal da doença. 1- Doença Unilateral 1,5- Envolvimento unilateral e axial 2- Doença bilateral sem déficit de equilíbrio 2,5- Doença bilateral leve 3- Doença bilateral leve a moderada; instabilidade postural; independência funcional. 4- Incapacidade grave, ainda capaz de caminhar ou permanecer de pé sem ajuda. 5- Confinado à cama ou cadeira de rodas. • Agressão ao cérebro, não de natureza degenerativa ou congênita, mas causada por uma força física externa, que pode produzir alteração de consciência, resultando em comprometimento das habilidades cognitivas ou motoras. TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO ETIOLOGIA: - Acidente de trânsito (60 a 70%) - Quedas (20%) - Agressões - Projétil de arma de fogo INCIDÊNCIA • Maior para homens que para mulheres (mais de 2:1) • Mais de 50% com idade entre 15 e 24 anos (jovens) • 1 morte para cada 3 sobreviventes MECANISMOS DO TRAUMA • Impacto: Certa quantidade de energia é aplicada sobre uma área relativamente pequena, sendo dependente da intensidade e do local do impacto. • Inercial: O cérebro sofre em condições de mudança abrupta de movimento: aceleração ou desaceleração por absorver esta energia cinética. TIPOS DE TCE FECHADO LESÃO FOCAL Subdural Extradural Intracerebral LESÃO DIFUSA (Concussão ou LAD) ABERTO (Fratura de Crânio) FRATURA DA BASE DE CRÂNIO Sinais Clínicos • Por fístula liquórica (otorréia e rinorréia) • Equimose periorbital (“olhos de guaxinim”) • Equimose retroauricular (“sinal de Battle”) • Disfunção do VII (paralisia facial) ou VIII par (perda de audição) QUADRO CLÍNICO • Alteração da consciência • Alteração de tônus • Transtorno sensorial • Transtorno de linguagem e comunicação • Alteração da personalidade • Transtornos visuais (diplopia, nistagmo, perda de acuidade) • Crise convulsiva • Incontinência • Disfunção autonômica • Padrões posturais anormais COMPLICAÇÕES • Lesões vasculares • Infecções • Rinorreia liquórica • Otoliquorreia • Lesão de nervos cranianos • Complicações decorrentes do imobilismo ESCALA DE COMA DE GLASGOW Pontuação de 0 a 15 Leve (G 14 – 15) Moderada (G 9 – 13) Grave (G 3 – 8) TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR Predomínio do Sexo Masculino Faixa etária entre 15 e 40 anos CAUSAS PRINCIPAIS: Acidentes Automobilísticos: 45% Queda de Altura/ Mergulho: 20% Acidentes Esportivos: 15% Atos de Violência: 15% Outros: 5% TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR Localização Anatômica: Cervical - 56% Transição Toracolombar (T11-L2) – 24% Lombar - 20% Déficits sensitivos motores Alterações viscerais sexuais tróficas Nível da lesão Grau de lesão Tempo de lesão AS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DEPENDEM DE: 1- NÍVEL DA LESÃO Acima de T1 = Tetraplegia Abaixo de T1 = Paraplegia 2- GRAU DE LESÃO Completa= toda movimentação ativa e sensibilidade abaixo da lesão ausentes Incompleta= alguma motricidade e/ou sensibilidade preservada. Paresia. CLASSIFICAÇÃO ASIA (American Spinal Injury Association) DICAS IMPORTANTES!!! Lesão (T6): compromete a função da musculatura dos MMII e tronco. Lesões acima de T8: complicações pulmonares Lesões acima de T6: hipotensão postural (interrupção simpática) Lesões em T11 e T12: comprometimento do centro miccional. Lesões acima de S2-S4: complicações gastrointestinais. ATENÇÃO!!! Lesões torácicas ou cervicais desenvolvem escoliose, progressiva e incapacitante, devido à compressão das vísceras e alteração do padrão respiratório. DICA!!! A postura ortostática, seja na prancha ou em outros dispositivos auxiliares, é um meio eficaz na prevenção de deformidades. ATENÇÃO!!! Na fase inicial, os exercícios devem ser passivos, progredindo para ativo-assistidos, ativos livres e resistidos. DICA!!! Enfatizar, sempre que possível, o fortalecimento do músculo tríceps braquial, pois será essencial para as transferências. ATENÇÃO!!! Observar, durante as atividades e mudanças de postura, a presença de sinais de hipotensão: palidez cutânea, sudorese, turvação visual, vertigem ou perda da consciência. DICA!!! Elevar gradativamente a prancha ortostática para que o organismo possa se adaptar à posição vertical. ATENÇÃO!!! O treino de marcha só deve ser iniciado após o paciente dominar as atividades de pré-deambulação. DICA!!! O importante, em qualquer tipo de lesão, é que o treino de marcha seja feito de modo progressivo, inicialmente realizado nas barras paralelas, em seguida com andador e posteriormente com muletas. ESTRATÉGIAS PARA O INCREMENTO DO CONTROLE MOTOR C O M P O R TA M EN TO M O TO R Processamento de informação sensorial Integração e tomada de decisões pelos centros de controle neural Execução das respostas motoras apropriadas Receptores Sensitivos Informação Sensorial SNCResposta Motora Fases do Aprendizado Motor • Compreensão geral da habilidade. • Requer grande quantidade de impulsos corticais. Fase Cognitiva ou Inicial • Refinamento do programa motor alcançado através da prática. • O movimento evolui para um padrão coordenado. Fase Associativa ou Intermediária • Os movimentos tornam-se refinados e altamente coordenados. • Concentra-se em outras tarefas enquanto desempenha o movimento. Fase Final ou Autônoma ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA • Prioriza a permeabilidade das vias aéreas, assistindo a ventilação e a circulação corpórea do mesmo, visando à estabilização do paciente. INICIAL OU INTRA- HOSPITALAR Parâmetros clínicos para iniciar e manter um protocolo de mobilização de forma segura: ■ Hemoglobina > 7g/dL; ■ Alterações da coagulação (plaquetas > 20.000); ■ Temperatura corporalé globalizado e tem como objetivos principais: - Prevenir deformidades; - Adequar o tônus postural; - Melhorar habilidades cognitivas e de memória; - Diminuir padrões patológicos; - Prevenir instalação de acometimentos respiratórios; - Estimular vias sensoriais; - Manter ou aumentar a amplitude de movimento; - Estimular as atividades de vida diária e funcionalidade; - Otimizar a qualidade de vida do paciente; - Reintegrar o paciente a sociedade. ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA -Força Muscular - Postura - Coordenação - Reações de Equilíbrio - Treino de equilíbrio postural - Marcha - Cuidados com a pele - Estímulo sensorial - Treino de AVD’s - Cinesioterapia global - Treino de transferências - Adequação de tônus - TCI - FES - Fisioterapia Aquática - Treino de Marcha ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA Treino bilateral Treino de marcha Realidade Virtual Conceito Bobath Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva Método ROOD Órteses ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA ALTERAÇÕES NO OMBRO HEMIPLÉGICO Sub-luxação de ombro Instabilidade glenoumeral Ombro Doloroso Dor – Imobilidade – atrofia – contratura – Incapacidade Síndrome Ombro-Mão Dores em ombro e mão, com presença de edema em dedos; Insuficiência no retorno linfático Alteração Tônus Fraqueza muscular Alteração Sensibilidade Alteração Postural TRONCO ITENS IMPORTANTES PARA CONTROLE DE TRONCO - Capacidade de dissociar, - Reações de retificação, equilíbrio e balanço - Simetria - Amplitude de movimento - Capacidade de ajuste postural INTEGRAÇÃO SENSORIAL TREINAMENTO LOCOMOTOR Treino de marcha na esteira com suporte de peso corporal. É um sistema de suspensão que reduz a carga sobre o aparelho musculoesquelético durante o treino de marcha em esteira. MÉTODO KABAT Técnica de terapia manual que utiliza estímulos internos e externos com o objetivo de melhorar o controle motor, controle postural, aumentar a força, flexibilidade e coordenação, melhorando a qualidade do movimento e recuperando a estabilidade articular. MÉTODO ROOD ESCOVAÇÃO TAPPING ALONGAMENTO MASSAGEM APROXIMAÇÃO ARTICULAR TRAÇÃO ARTICULAR GELO ÓRTESES TREINO – SENTAR SEM APOIO NECESSITA: • O paciente participe ativamente; • Desafiar o paciente a mover o seu centro de massa; • O terapeuta desequilibre o paciente; • Atividades que envolvem os terapeutas a jogarem bolas para o paciente. REINTEGRAÇÃO Nobre objetivo da atenção fisioterapêutica após uma terapia resolutiva É reinserir o indivíduo à sociedade Fase final do processo de reabilitação • Quando o seu paciente te olha, o que ele vê? • Você está dando valor ao tempo que está dedicando a ele? • O que você tem preparado para doar para seu paciente? Email: aida-fisio@hotmail.com Canal no Youtube: Fisioterapia com Dra Aida Carla