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As galáxias e o Universo
Colégio Padrão
Professor: Gustavo Paulino		Página: 4
Disciplina: Ciências 			Turma: 9º Ano
A melhor definição de Universo é que ele engloba tudo o que existe, dentro e fora da Terra. É absolutamente tudo que existe no espaço e no tempo, sob forma de matéria e de energia.
O universo é composto de um número gigantesco de galáxias (por volta de dois trilhões!), e em uma delas se encontra o nosso Sistema Solar.
Tá, e nossa galáxia, a Via Láctea?
As teorias atuais sobre a formação do Sistema Solar se baseiam em algumas das seguintes características:
1) os planetas orbitam o Sol praticamente
em um mesmo plano;
2) as órbitas são aproximadamente circulares
A mais aceita delas propõe que o Sistema Solar se formou há cerca de 4,6 bilhões de anos.
A Via Láctea ou Galáxia é aquela na qual o Sistema Solar se encontra. Ela recebeu este nome sui generis porque na Antiguidade grega era chamada de “ciclo do leite” (galáxias kyklos).
A Via Láctea é uma galáxia espiral, pois apresenta uma estrutura em forma de hélice espiralada, se observada perpendicularmente ao seu plano. Estima-se que ela abrigue em torno de 100 a 400 bilhões de estrelas.
De um extremo ao outro de seus braços espiralados a Via Láctea tem um diâmetro de 100 000 anos-luz, o que significa dizer que a luz levaria 100 mil anos para atravessá-la, viajando à velocidade de 300 000 km/s.
Todos os corpos que compõem a Via Láctea executam rotação em torno do centro de gravidade da galáxia. o Sistema Solar se desloca com uma velocidade de cerca de 225 km/s, com um período de rotação em torno de 240 milhões de anos.
O Sistema Solar fica localizado sobre um dos braços espiralados da Via Láctea, o braço de Órion, distante 26 000 anos-luz do centro da Via Láctea, entre a borda e o centro da galáxia.
A estrela vizinha mais próxima do Sistema Solar é a Proxima Centauri, da constelação do Centauro, distante do Sol cerca de 4,22 anos-luz ou 40 trilhões de quilômetros.
A galáxia anã Canis Major, que está a 25 000 anos-luz do Sistema Solar, e a 42 000 anos-luz do centro da Via Láctea, é a nossa vizinha mais próxima.
Entende-se por sistema planetário um conjunto constituído por uma ou mais estrelas centrais com planetas, satélites e asteroides orbitando ao seu redor.
O nosso Sistema Solar não é o único no universo, nem mesmo em nossa galáxia.
O Sistema Solar é um conjunto constituído pelo Sol e por todos os corpos que orbitam ao seu redor, que se mantém em sua respectiva órbita, devido à força gravitacional que o Sol exerce sobre cada um deles.
Os planetas giram em torno do Sol percorrendo órbitas elípticas, ou seja, semelhantes a uma circunferência com pequena excentricidade.
A teoria mais aceita sobre a formação do Sistema Solar é chamada teoria da nebulosa solar.
Segunda ela, o sistema teve sua origem há cerca de 4,6 bilhões de anos, a partir de uma nuvem constituída de poeira e de gás, que apresentava um movimento de rotação em torno de si própria.
Regiões dessa nuvem que apresentavam rotação pouco significativa, sob a ação de intensas forças gravitacionais, achatou-se e acabou se transformando em um disco, no centro do qual se formou o Sol.
No interior desse disco, sob o efeito da força gravitacional, materiais sólidos iniciaram um processo de aglomeração, colidindo uns contra os outros.
Mais distante do Sol, onde as temperaturas eram mais baixas, os planetas agregaram muito mais matéria gasosa do que sólida.
Nos planetas mais próximos do Sol, onde as temperaturas eram muito mais elevadas, a matéria neles congelada evaporou-se, restando apenas metais e rochas
O Sistema Solar é constituído por uma infinidade de corpos: planetas, satélites, milhares de asteroides, cometas, meteoroides e outros corpos, e por uma estrela central: o Sol.
Com um diâmetro de 1,4 milhão de quilômetros, o volume solar é enorme, tão grande que em seu interior caberiam cerca de 1 milhão de planetas do tamanho da Terra.
A superfície do Sol encontra-se a uma temperatura de 5 500 °C, enquanto seu núcleo arde a uma temperatura de 15 milhões de graus Celsius.
É nesse ambiente que ocorrem reações termonucleares chamadas de fusão nuclear, por meio das quais átomos de hidrogênio (H) se fundem, formando átomos de hélio (He), com uma liberação gigantesca de energia.
Na Astronomia é comum se utilizar a magnitude absoluta para especificar o brilho verdadeiro de um astro independentemente da distância que ele se encontre da Terra.
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