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Parada Cardiorrespiratória 
CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU
MARCELO FIGUEIREDO MARQUES 
Profº. /Enfermeiro Emergencista
 
DEFINIÇÕES ETÁRIAS
Para a finalidade do SBV, as definições etárias são as 
seguintes: 
Adultos : Adolescentes (isto é, após o início da puberdade)
Crianças : 1 ano de idade à puberdade
Lactentes: Menos de 1 ano de idade ( excluindo recém-
nascidos na sala de parto)
*Os sinais de puberdade incluem pelos no peito ou nas axilas 
nos meninos e desenvolvimento de seios nas meninas.
EPIDEMIOLOGIA DA DOENÇA CARDÍACA
• No Brasil, ocorrem aproximadamente 160.000 mortes por 
ano. 
• É a principal causa de morte no mundo.
• São mais de 17 milhões de mortes por ano.
• As doenças cardiovasculares provocam mais mortes do que 
todas as formas de câncer juntas.
• Uma vítima em parada cardiorrespiratória começa a sofrer 
lesões irreversíveis em apenas 5minutos. 
ATENÇÃO
•O reconhecimento precoce e a RCP 
são fundamentais para sobreviver a 
uma PCR.
•RCP de alta qualidade salva vidas.
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
 
• É a cessação das funções cardíacas e respiratória, na prática, 
o termo é também aplicado para a disfunção 
cardiorrespiratória grave e aguda;
• Disfunção grave do sistema cardíaco ou respiratório que 
resultará na falência de ambos, se não for rapidamente 
corrigida.
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
Epidemiologia:
• No Brasil ocorrem cerca de 300.000 PCR por ano segundo o 
MS;
• Metade dos casos ocorre em instituições de assistência à 
saúde (hospitais, unidades básicas, devido à patologia ou 
complicações de quadros);
• A outra metade ocorre no ambiente extra-hospitalar.
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
Causas:
• Respiratórias: obstrução da vias aéreas, e falência 
respiratória, afogamento;
• Cardíacas: Infarto e Arritmias
• Outras causas: traumas, infecções, drogas, alterações nos 
níveis de glicose no sangue.
O FOCO PRINCIPAL EM EVENTOS DE PCR:
• Reconhecimento rápido e precoce
• Fornecimento imediato de RCP
• Desfibrilação de ritmos malignos passíveis de choque 
• Cuidados de Suporte Pós- RCE
• Tratamento das Causas subjacentes 
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
Causas Reversíveis: 5H`s
• Hipovolemia 
• Hipóxia
• Hidrogênio, ion (acidose)
• Hipo/hipercalemia
• Hipotermia
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
Causas Reversíveis: 5 T`s
• Tensão no pneumotórax
• Tamponamento (cardíaco)
• Toxinas
• Trombose ( pulmonar)
• Trombose (coronária)
SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)
CONSISTE EM: 
Verificar se o paciente responde, acionar o serviço médico de 
emergência, verificar o pulso carotídeo e a respiração e aplicar 
desfibrilação com o uso do DEA (Desfibrilador externo 
automático.
Observação: Leigos não devem checar pulso, apenas checam a 
respiração.
VISÃO GERAL DA AVALIAÇÃO DE SBV
• A avaliação de SBV é uma abordagem sistemática que qualquer 
profissional de saúde treinado pode realizar. Essa abordagem 
enfatiza a RCP precoce e a desfibrilação precoce. Ela não inclui 
intervenções avançadas, tais como técnicas de via aérea 
avançada ou administração de fármacos.
• Uma boa avaliação do SBV é de suma importância para as ações 
posteriores do Suporte avançado de vida cardiovascular.
PASSO A PASSO DA AVALIAÇÃO DE SBV
• Verifique resposta do paciente. ( se inconsciente)
• Chame ajuda ( SAMU - 192) e busque um DEA próximo ao local.
• Verifique Respiração e Pulso simultaneamente ( se pulso ausente, 
inicie a RCP começando com as compressões).
• Use o DEA assim que disponível.
Para reforçar: socorrista leigo não checa pulso, somente checam a 
respiração.
PASSO A PASSO DA AVALIAÇÃO DE SBV.
 REFORÇANDO PARA NÃO ESQUECER
1-Verifique resposta. 2- Chame ajuda 3-Verifique respiração e pulso
 simultaneamente
4-Verifique pulso carotídeo 5- RCP de alta qualidade 6- Desfibrilação Precoce
REALIZANDO UMA RCP DE ALTA QUALIDADE
• Comprimir o tórax pelo menos 5cm e no máximo 6cm (adultos)
• Comprimir a uma velocidade de 100 a 120/min.
• Permita o retorno do total do tórax após cada compressão.
• Minimize as interrupções nas compressões 
• Evite ventilação excessiva.
• Troque o socorrista que está realizando compressões a cada 5 
ciclos ou em 2 minutos.
IMPORTÂNCIA DE MINIMIZAR AS INTERRUPÇÕES
Quando você cessa as compressões torácicas, o fluxo sanguíneo 
para o cérebro e o coração se interrompe.
A pressão de perfusão coronária(PPC) é a pressão aórtica de 
relaxamento (“diastólica”) menos a pressão atrial direita de 
relaxamento (“diastólica”). Durante a RCP, a PPC está 
correlacionada ao fluxo sanguíneo miocárdico e ao RCE. Em um 
estudo com humanos, o RCE só ocorreu após a obtenção de uma 
PPC maior ou igual a 15mmhg durante a RCP.
CALMA VAMOS ENTENDER!!!
LOCAL PARA REALIZAR AS COMPRESSÕES CARDÍACAS
• Técnica para Adultos : Uma mão sobre a outra, com região
hipotenar sobre a metade inferior do esterno no centro do
tórax.
LOCAL PARA REALIZAR AS COMPRESSÕES CARDÍACAS
RELAÇÃO COMPRESSÃO E VENTILAÇÃO
PROFUNDIDADE DAS COMPRESSÕES 
CARDÍACAS
ABERTURA DE VIA AÉREA - SBV
Para as ventilações de resgate serem eficazes, é necessário 
abrir a via aérea . Dois métodos para abrir a via aérea são: 
• Inclinação da cabeça- elevação do queixo.
• Anteriorização da mandíbula.
ABERTURA DE VIA AÉREA - SBV
 A- obstrução pela língua B-Inclinação da cabeça
Como ventilar um paciente em PCR?
Os dispositivos de barreira, como máscara de bolso, são um 
dos equipamentos de proteção individual ou pessoal, usados na 
administração de ventilações. O profissional só deve fazer uso 
se ele estiver sozinho.
DISPOSITIVO BOLSA-VÁLVULA-MÁSCARA
Mais conhecido como AMBÚ, porém é bom frisar que AMBÚ é 
marca.
Tem a finalidade de fornecer ventilação com pressão positiva 
para uma vítima que não esta respirando ou cuja a respiração 
não está normal. 
Variações no Uso do dispositivo Bolsa-válvula-
máscara
DISPOSITIVO BOLSA-VÁLVULA-
MÁSCARA
• Área correta do rosto para a aplicação da máscara facial. 
Note que nenhuma pressão é aplicada aos olhos.
TÉCNICA “C e E” COM BOLSA VÁLVULA 
MÁSCARA
OS QUATRO RÍTMOS DE PCR
CHOCÁVEIS
• Fibrilação Ventricular (FV)
• Taquicardia Ventricular Sem Pulso (TVSP) 
 
 NÃO CHOCÁVEIS
• Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP)
• Assistolia 
NÃO CONFUNDIR OS RÍTIMOS DE PCR 
FIBRILAÇÃO VENTRICULAR TAQUICARDIA VENTRICULAR SEM PULSO
 
 AESP ASSISTOLIA ECG NORMAL
DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO 
(DEA/DAE) ADULTO E CRIANÇAS DE 8 ANOS DE 
IDADE E ACIMA.
• O DEA é um dispositivo leve e portátil que pode identificar um 
ritmo cardíaco anormal que necessita de choque.
Passo a Passo de como usar o DEA.
1- Ligue o DEA
2- Colocar as pás do DEA na vítima e depois conecta os 
eletrodos no tórax.
3- O operador do DEA isola a vítima antes da analise do ritmo.
4- Operador do DEA isola a vítima antes de aplicar o choque.
5- Quando todos estão afastados da vítima, 
DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO 
(DEA/DAE) ADULTO E CRIANÇAS DE 8 
ANOS DE IDADE E ACIMA.
• 5- Quando todos estão afastados da vítima, o operador do 
DEA pressiona o botão choque. Se indicado, o fornecer um 
choque de 200J (bifásico)
• 6- Se não houver necessidade de choque, ou imediatamente 
após a administração de qualquer choque, os socorristas 
iniciarão a RCP pelas compressões torácicas. 
OPÇÕES DE POSICIONAMENTO DE 
PÁS DE DEA
• As pás do DEA devem ser aplicadas de acordo com as 
ilustrações nas pás. Duas formas de posicionamento comuns 
são anterolateral e anteroposterior.
Posicionamento anterolateral:
Ambas as pás serão colocadas no tórax desnudo da vítima.
• Coloque uma pá imediatamente abaixo da clavícula direita.
• Coloque a outra pá ao ladodo mamilo esquerdo, com a 
borda superior da pá alguns centímetros na linha média 
axiliar.
OPÇÕES DE POSICIONAMENTO DE 
PÁS DE DEA
Posicionamento anteroposterior:
Uma pá será colocada no tórax desnudo da vítima ( anterior) e 
a outra será colocada nas costas da vítima (posterior).
• Aplique uma pá do DEA no lado esquerdo do tórax, entre o 
lado esquerdo do esterno da vítima e o mamilo esquerdo.
• Aplique a outra pá no lado esquerdo das costas da vítima , 
próximo a coluna.
OPÇÕES DE POSICIONAMENTO DE 
PÁS DE DEA
CUIDADO
O DEA pode incluir pás menores destinadas a crianças abaixo 
de 8 anos. Porém, você não deve usar pás pediátricas em 
adultos. A carga de choque fornecida por pás pediátricas é 
muito pequena para um adulto e provavelmente não terá efeito. 
É melhor administrar RCP de alta qualidade do que tentar 
administrar choque em uma vítima adulta com pás pediátricas.
SEQUÊNCIA DE SBV PARA LACTENTES E 
CRIANÇAS COM UM SOCORRISTA 
• Verificar a segurança do local
• Verificar se a vítima responde. Toque no ombro da criança ou 
no calcanhar do lactente e pergunte se ela está bem. 
• Se a vítima não responder grite por ajuda para alguém 
próximo. Acione o serviço médico de emergência por telefone 
celular ( se possível).
• Verifique a respiração
• Verificar o pulso braquial no lactente e carotídeo ou femoral 
na criança.
LOCAIS DE VERIFICAÇÃO DO PULSO 
EM LACTENTES E CRIANÇAS
TÉCNICA DE COMPRESSÃO TORÁCICA
Para a maioria das crianças uma ou duas mãos podem ser 
usadas para administrar compressões torácicas. Na maioria 
das vezes a técnica de compressão será igual à de adultos.
Pode-se usar também em caso de uma criança pequena a 
compressão usando apenas uma mão obtendo uma 
profundidade de compressões adequadas em torno de 5cm a 
cada compressão.
TÉCNICA DE COMPRESSÃO TORÁCICA
Para lactentes com um único socorrista, deve-se usar a técnica 
de dois dedos. Se houver vários socorristas, a técnica a técnica 
de envolvimento do tórax com as mãos e compressões com os 
polegares é preferível.
TÉCNICA DE COMPRESSÃO TORÁCICA
A técnica dos dois polegares- mãos circundando todo o tórax é 
a técnica preferida com dois socorristas porque melhora o fluxo 
sanguíneo para o músculo cardíaco; ajuda a garantir 
compressões torácicas com profundidade e força consistentes 
e pode gerar pressões arteriais mais altas.
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
 
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
São medidas que auxiliam no tratamento de PCR que 
requerem a presença do médico.
As principais são: intubação orotraqueal (IOT); medicações, 
desfibrilador manual; tratamento das causas e cuidados pós 
PCR.
O SUPORTE BÁSICO BEM FEITO É MAIS IMPORTANTE DO 
QUE QUALQUER MEDIDA EXCLUSIVA DO SUPORTE 
AVANÇADO
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
Vantagens do desfibrilador manual:
• Pode avaliar os ritmos pela tela do aparelho
• Permite a monitorização através dos eletrodos
• Tem uma rápida análise do ritmo.
Vantagem da :Intubação Orotraqueal ( via aérea avançada)
• Não há necessidade de sincronizar
• Protege a via aérea 
• Impede a distensão gástrica 
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
DESFIBRILAÇÃO
Adultos: 
120-200J ( Bifásico)
360J (Monofásico) 
Criança:
1º choque: 2J/KG
2º choque: 4J/KG
3º choque: ≥ 4J/KG - máximo 10J/KG ou dose de adulto.
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
A Ventilação durante uma PCR com via aérea avançada:
O socorrista pode administrar 1 ventilação a cada 6 segundos 
(10 respirações por minuto), enquanto são aplicadas 
compressões torácicas contínuas.
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
TERAPIA MEDICAMENTOSA (AHA)
Adrenalina ou Epinefrina: Administrar 1ml a cada 3 a 5 minutos 
EV (em bolus) + flush 20ml SF. Deve-se elevar o membro (se 
AVP).
Ação: Aumenta a contratilidade miocárdica, eleva a pressão de 
perfusão gerada durante compressão cardíaca. Deve ser 
usada em todos os casos de PCR.
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
TERAPIA MEDICAMENTOSA 
AMIODARONA - Antiarrítmico: Prolonga o intervalo de 
repolarização.
Cuidados: -Não administrar por via traqueal 
Ampolas de 3ml com 50mg/ml 
Primeira dose: 300mg 
Segunda dose: 150mg 
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
TERAPIA MEDICAMENTOSA:
LIDOCAÍNA (Cloridrato de lidocaína 2%) Antiarrítmico 
Vasoconstritor leve.
Cuidados: Pode-se administrar por via traqueal.
 Ampolas de 20ml com 400mg cada.
 1º Dose: 1,0-1,5mg/kg peso.
 2º Dose : 0,5 – 0,75mg/kg peso
 Dose máxima: 3,0mg/kg peso.
 
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA – SAV
CUIDADOS PÓS PCR
• Tratar causas reversíveis ( 5H`s e 5T`s
• Monitorizar Paciente
• Realizar fixação do tubo endotraqueal e o seu posicionamento.
• Titular O2 para saturação de 92-98%
• Verificar Pressão Arterial (Manter PAS > 90mmHg)
• Drogas (vasoativas/antiarrítmicas em BIC)
• Preparar pacientes para exames
• PCREH → Manter temperatura corpórea (Não resfriar)
• PCRIH → Controle Direcionado de Temperatura 32-36ºC por > 
24h para todos os Comatosos;
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA – SAV
CUIDADOS PÓS PCR
• Transporte com Monitor/Desfibrilador
• Fixação de tubos, cateteres, drenos e afins.
• Transferir para a UTI
• Realizar ECG de 12 derivações.
• PaCo2 35 a 45mmhg
Dúvidas?? 
	Slide 1
	Slide 2: DEFINIÇÕES ETÁRIAS
	Slide 3: EPIDEMIOLOGIA DA DOENÇA CARDÍACA
	Slide 4: ATENÇÃO 
	Slide 5: PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA 
	Slide 6: PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
	Slide 7: PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
	Slide 8: O FOCO PRINCIPAL EM EVENTOS DE PCR:
	Slide 9: PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
	Slide 10: PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
	Slide 11: SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)
	Slide 12: VISÃO GERAL DA AVALIAÇÃO DE SBV
	Slide 13: PASSO A PASSO DA AVALIAÇÃO DE SBV
	Slide 14: PASSO A PASSO DA AVALIAÇÃO DE SBV. REFORÇANDO PARA NÃO ESQUECER
	Slide 15: REALIZANDO UMA RCP DE ALTA QUALIDADE
	Slide 16: IMPORTÂNCIA DE MINIMIZAR AS INTERRUPÇÕES
	Slide 17: CALMA VAMOS ENTENDER!!!
	Slide 18: LOCAL PARA REALIZAR AS COMPRESSÕES CARDÍACAS
	Slide 19: LOCAL PARA REALIZAR AS COMPRESSÕES CARDÍACAS
	Slide 20: RELAÇÃO COMPRESSÃO E VENTILAÇÃO
	Slide 21: PROFUNDIDADE DAS COMPRESSÕES CARDÍACAS
	Slide 22: ABERTURA DE VIA AÉREA - SBV
	Slide 23: ABERTURA DE VIA AÉREA - SBV
	Slide 24: Como ventilar um paciente em PCR?
	Slide 25: DISPOSITIVO BOLSA-VÁLVULA-MÁSCARA
	Slide 26: Variações no Uso do dispositivo Bolsa-válvula-máscara
	Slide 27: DISPOSITIVO BOLSA-VÁLVULA-MÁSCARA
	Slide 28: TÉCNICA “C e E” COM BOLSA VÁLVULA MÁSCARA
	Slide 29: OS QUATRO RÍTMOS DE PCR
	Slide 30: NÃO CONFUNDIR OS RÍTIMOS DE PCR 
	Slide 31: DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO (DEA/DAE) ADULTO E CRIANÇAS DE 8 ANOS DE IDADE E ACIMA.
	Slide 32: DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO (DEA/DAE) ADULTO E CRIANÇAS DE 8 ANOS DE IDADE E ACIMA.
	Slide 33
	Slide 34: OPÇÕES DE POSICIONAMENTO DE PÁS DE DEA
	Slide 35: OPÇÕES DE POSICIONAMENTO DE PÁS DE DEA
	Slide 36: OPÇÕES DE POSICIONAMENTO DE PÁS DE DEA
	Slide 37: CUIDADO
	Slide 38: SEQUÊNCIA DE SBV PARA LACTENTES E CRIANÇAS COM UM SOCORRISTA 
	Slide 39: LOCAIS DE VERIFICAÇÃO DO PULSO EM LACTENTES E CRIANÇAS
	Slide 40: TÉCNICA DE COMPRESSÃO TORÁCICA
	Slide 41: TÉCNICA DE COMPRESSÃO TORÁCICA
	Slide 42: TÉCNICA DE COMPRESSÃO TORÁCICA
	Slide 43
	Slide 44: SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
	Slide 45: SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
	Slide 46: SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
	Slide 47: SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
	Slide 48: SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
	Slide 49: SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
	Slide 50: SUPORTE AVANÇADO DE VIDA - SAV
	Slide 51: SUPORTE AVANÇADO DE VIDA – SAV CUIDADOS PÓS PCR
	Slide 52: SUPORTE AVANÇADO DE VIDA – SAV CUIDADOS PÓS PCR
	Slide 53
	Slide 54

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