Logo Passei Direto
Buscar

Slides de aula sobre sistema de piso (ABNT NBR 15573-3:2013) para Engenharia Civil: definições de camadas, isolamento térmico/acústico, contrapiso — funções, traços de argamassa por revestimento e execução (preparação da base, definição de níveis, colocação de taliscas).

User badge image
pedro rech

em

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

08/09/2015 
1 
Processos Construtivos II 
 
Sistema de Piso 
1 Curso de Engenharia Civil 
Prof. Vinício Cecconello 
Email: vcecconello@ucs.br 
 2 
Função 
Principal 
 
 
 
Secundária 
Curso de Engenharia Civil 
• Suporte do Usuário 
• Proteção da estrutura 
• Auxiliar na vedação horizontal e no 
comportamento global da edificação 
• Valorizar esteticamente a edificação 
3 
Definição (ABNT NBR 15573-3:2013) 
• Sistema de piso 
Sistema horizontal ou inclinado composto por um conjunto parcial 
ou total de camadas (por exemplo, camada estrutural, camada de 
contrapiso, camada de fixação, camada de acabamento) destinado 
a cumprir a função de estrutura, vedação e tráfego. 
Curso de Engenharia Civil 4 
Definição (ABNT NBR 15573-3:2013) 
• Isolamento térmico do sistema de piso 
Conjunto de operações e técnicas construtivas (serviços), composto 
por uma ou mais camadas que tem por finalidade proteger as 
construções contra a ação dos efeitos de variações de temperatura. 
• Isolamento acústico do sistema de piso 
Conjunto de operações e técnicas construtivas (serviços), composto 
por uma ou mais camadas que tem por finalidade atenuar a 
passagem de ruídos. 
Curso de Engenharia Civil 
5 
Definição (ABNT NBR 15573-3:2013) 
• Camada de contrapiso 
Estrato com as funções de regularizar o substrato, proporcionando uma 
superfície uniforme de apoio, coesa, aderido ou não e adequada à 
camada de acabamento, podendo eventualmente servir como camada de 
embutimento, caimento ou declividade. 
Curso de Engenharia Civil 6 
Definição (ABNT NBR 15573-3:2013) 
• Camada de acabamento do sistema de piso 
Composta por um ou mais componentes (por exemplo, laminados, placas 
cerâmicas, vinílicos, revestimentos têxteis, rochas ornamentais, madeiras, 
etc) destinado a revestir a superfície do sistema de piso e cumprir funções 
de proteção e acabamento estético e funcional. 
Curso de Engenharia Civil 
08/09/2015 
2 
7 
Contrapiso 
 O contrapiso é uma camada de piso produzida a partir de 
uma ou mais camadas de argamassa, lançadas diretamente sobre 
uma base estrutural (laje estrutural ou lastro de concreto) ou 
sobre uma camada intermediária (de impermeabilização ou de 
isolamento térmico). 
Curso de Engenharia Civil 8 
Contrapiso 
Principais funções: 
• Possibilitar a aplicação de revestimentos de piso; 
• Proporcionar declividade às áreas molháveis e permitir o eventual 
embutimento de instalações. 
• Proporcionar desníveis necessários entre ambientes; 
 
 
OBS.: Todos os detalhes construtivos especificados para o piso devem ser 
observados também na execução do contrapiso, principalmente os níveis, 
declividades, juntas de movimentação ou de controle e arredondamento de 
cantos para aplicação de impermeabilização. 
 
Curso de Engenharia Civil 
9 
Contrapiso 
Curso de Engenharia Civil 
(Figura: PCC/USP) Desníveis entre ambientes 
10 
Contrapiso: Traço de argamassa em função do tipo 
de revestimento 
Curso de Engenharia Civil 
Tipo de revestimento 
Traço da Argamassa 
(cimento : areia média) 
Água 10% 
Carpetes, madeira, vinílicos e têxteis 1:4 a 1:5 
Base para manta de 
impermeabilização 
1:3 a 1:4 
Cerâmicas e pedras 1:5 a 1:6 
11 
Execução do Contrapiso 
Preparação da base 
Em função do projeto de piso, deve-se marcar os níveis do contrapiso 
acabado. Entretanto, antes da demarcação dos níveis e consequente 
assentamento das taliscas, os ambientes deverão ser completamente 
limpos, retirando-se entulhos, restos de argamassa ou outros materiais 
aderidos à base. 
A base deverá estar isenta de pó e outras partículas soltas. Produtos 
químicos (óleos, graxas, tintas, colas, etc.) deverão ser completamente 
removidos . 
12 
Execução do Contrapiso 
Definição dos níveis 
Após a completa limpeza do local, os níveis do contrapiso deverão ser 
transferidos a partir do ponto origem que constitui o nível de referência, 
utilizando-se o aparelho de nível ou mangueira de nível, assentando-se as 
taliscas nas posições previamente definidas . 
08/09/2015 
3 
13 
Execução do Contrapiso 
Definição dos níveis 
14 
Execução do Contrapiso 
Colocação das taliscas 
As taliscas podem ser feitas com pequenos tacos de madeira ou cacos 
cerâmicos e deverão ser assentadas ao longo do perímetro do ambiente, a 
uma distância máxima de 3,0m, ou de acordo com o comprimento da régua 
utilizada para o sarrafeamento. Em ambientes maiores, deve-se assentar 
taliscas ao longo da linha média do comprimento ou da largura. 
Os pontos de assentamento deverão ser devidamente limpos e 
umedecidos, polvilhando-se cimento para que se forme uma nata a fim de 
garantir a aderência da argamassa de assentamento das taliscas à base, já 
que essa argamassa ficará incorporada ao contrapiso. 
15 
Execução do Contrapiso 
Colocação das taliscas 
16 
Execução do Contrapiso 
Colocação das taliscas 
O assentamento das taliscas deverá ser feito com antecedência mínima de 
dois dias da execução do contrapiso, preferencialmente com equipe única, 
para maior produtividade, possibilitando também a prévia verificação do 
nivelamento final. Para assentar as taliscas com o aparelho de nível, basta 
que se tome a espessura do contrapiso previamente definida executando-a 
sobre a laje com o auxílio de escala móvel. 
17 
Execução do Contrapiso 
Colocação das taliscas 
O assentamento das taliscas deverá ser feito com antecedência mínima de 
dois dias da execução do contrapiso, preferencialmente com equipe única. 
18 
Execução do Contrapiso 
Colocação das taliscas 
Para assentar as taliscas com o aparelho de nível, basta que se tome a 
espessura do contrapiso previamente definida executando-a sobre a laje 
com o auxílio de escala móvel. 
08/09/2015 
4 
19 
Execução do Contrapiso 
Colocação das taliscas 
 Não se dispondo de aparelho de nível, o assentamento poderá ser 
feito da maneira tradicional, isto é: toma-se o nível de referência da laje no 
ponto de origem, transferindo-o para a parede do cômodo onde serão 
assentadas as taliscas, utilizando-se o nível de mangueira. Para essa 
atividade são necessários dois operários. A partir da referência da parede, 
define-se o nível das taliscas utilizando o metro articulado. 
 Após o assentamento das taliscas o local deverá ser limpo uma vez 
mais, retirando-se os resíduos. Em seguida, deve-se impedir o trânsito de 
pessoas e equipamento pelo local, evitando danos às taliscas ou sujeira na 
área. 
20 
Execução do Contrapiso 
Colocação das taliscas 
21 
Execução do Contrapiso 
Preparo da camada de aderência 
Com a superfície completamente limpa 
a base deve ser molhada (lavada) com 
água em abundância, removendo-se o 
excesso de água imediatamente antes 
da execução do contrapiso. 
22 
Execução do Contrapiso 
Preparo da camada de aderência 
Inicia-se o preparo da camada de aderência entre o contrapiso e a base. A 
execução desta camada consiste no polvilhamento de cimento com o 
auxílio da peneira. O cimento deverá ser aplicado num quantidade 
aproximada de 0,5kg/m2 de superfície e imediatamente espalhado com 
vassoura, criando uma fina película de ligação entre a base e a argamassa 
semi seca que será aplicada. 
23 
Execução do Contrapiso 
Preparo da camada de aderência 
24 
Execução do Contrapiso 
Execução das mestras 
08/09/2015 
5 
25 
Execução do Contrapiso 
Execução das mestras 
26 
Execução do Contrapiso 
Acabamento da superfície 
27 
Execução do Contrapiso 
Acabamento da superfície 
28 
Execução do Contrapiso 
Cuidados após a execução do contrapiso 
 
• A cura deverá ser feita em ambiente normal, um vez que se trata de 
contrapisos interioresao edifício, os quais estão protegidos da ação 
agressiva externa; 
• O contrapiso deverá ser isolado do trânsito de pessoas e equipamentos 
durante um prazo mínimo de três dias. Não sendo desejável sua 
utilização constante. 
• Deve-se respeitar um prazo de, no mínimo, 28 dias para a secagem do 
contrapiso, antes da colocação dos revestimentos. 
29 
Execução do Contrapiso 
Principal patologia 
Processos Construtivos II 
 
Revestimento de Pisos 
 
2ª Parte 
30 Curso de Engenharia Civil 
Prof. Vinício Cecconello 
Email: vcecconello@ucs.br 
 
08/09/2015 
6 
TIPOS 
• Aderentes (Assentados com argamassa e 
assentados com adesivos) 
 
• Fixados com dispositivos 
 
• Não aderentes 
 
Revestimentos de piso 
Assentados com argamassa 
Cerâmico 
Pétreo 
Tacos 
Elastomérico 
Ladrilhos hidráulico 
ADERENTES 
Revestimentos de piso - Tipos 
Assentados com adesivos 
Vinílico 
Elastomérico 
Textil 
Tacos e parques 
 
ADERENTES 
Revestimentos de piso - Tipos 
Monolíticos 
Cimentados 
Granilite 
piso de alta resistência 
ADERENTES 
Monolíticos 
Assoalho FIXADOS COM DISPOSITIVOS 
Revestimentos de piso - Tipos 
Sobre o terreno 
Pedras 
Blocos de concreto 
Placas de concreto 
NÃO 
ADERENTES 
Pisos elevados 
Carpetes 
Sobre laje 
Revestimentos de piso - Tipos 
Histórico: 
 
• Na virada do século XIX para o XX, até o fim dos anos 20, devido à 
ascenção da República, o Brasil desenvolve o setor industrial. Um 
exemplo disso é a abertura de fábricas em Santa Catarina, uma das 
primeiras a produzirem cerâmicas de revestimento. 
 
• A presença de Le Corbusier no Brasil, em 1929 e 1936, foi um dos 
grandes estímulos ao emprego da cerâmica de revestimento entre 
nós. 
 
 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
36 
08/09/2015 
7 
37 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Figura – Principais produtores Mundiais (em 21/03/2013 
site:http://www.anfacer.org.br/site/default.aspx?idConteudo=160&n=Mundo). 
Introdução: 
Revestimentos cerâmicos constitui-se de um sistema em que a qualidade 
de seu funcionamento está atrelado aos seguintes itens: 
 
• Qualidade da base ou substrato 
• Qualidade do chapisco (caso de revestimento vertical) 
• Qualidade da placa em função do local 
• Correta especificação de todo o sistema 
• Correto assentamento (argamassa de assentamento, rejunte e 
treinamento) 
 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
38 
39 
Sistema de 
revestimento 
em piso e 
Parede 
Vantagens da utilização de revestimentos cerâmicos: 
 
• Adequados ao clima brasileiro (regiões); 
• Facilidade de limpeza, tornando-o anti-alérgico (15% da população 
sofre de algum tipo de alergia); 
• Excelente durabilidade (desde que bem empregados); 
• Empregados como proteção estrutural; 
• Possibilidade de decoração e design; 
• Custo relativamente baixo; 
 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
40 
Características Geométricas: 
ABNT NBR 13818:1997, estabelece tolerâncias 
dimensionais das placas cerâmicas. 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Características 
41 
Figura – Tolerâncias permitidas conforme ABNT (Sichieri 
e Lima, 1998 apud Gastaldini e Sichieri, 2010). 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Características 
42 
Figura – Esquema de uma placa 
cerâmica. As específicações, em 
função do local de uso, devem 
começar pelas características da 
base (Sichieri, 2003 apud 
Gastaldini e Sichieri, 2010). 
Características Técnicas: 
08/09/2015 
8 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Características 
43 
Absorção de água: 
 
• Indica a quantidade de água absorvida pela placa cerâmica, determinada ABNT 
NBR 13818:1997 e ABNT NBR 15463:2007 para porcelanatos. 
• Expansão por unidade e congelamento. 
Figura – Nomenclatura comercia associada aos grupos de absorção 
(Gastaldini e Sichieri, 2010). 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Características 
44 
Resistência à abrasão: 
 
• Consiste na resistência ao desgaste superficial que a placa cerâmica apresenta 
devido ao movimento de pessoas e objetos. 
 
• Placas esmaltadas: avaliação realizada PEI (Porcelain Enamel Institute). É 
apresentado uma escala que varia de 0 a 5. 
 
• Placas não esmaltadas: avaliação ABNT NBR 13818:1997. São apresentados 
valores de abrasão profunda para os grupos de absorção. 
Em peças não esmaltadas quanto menos absorção maior é a resistência ao 
desgaste. 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Características 
45 
Resistência à abrasão: 
Figura – Classe de abrasão para placas esmaltadas (Gastaldini e Sichieri, 
2010). 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Características 
46 
Resistência a manchas e ataques químicos: 
 
• São relacionados ao comportamento da placa no contato com produtos 
químicos ou manchantes (sujeiras decorrentes do uso). 
 
• Classificação quanto a facilidade de remoção de manchas, segundo ABNT NBR 
13817:1997: 
– Classe 5 – máxima facilidade na remoção de manchas; 
– Classe 4 – mancha removível com produto de limpeza fraco; 
– Classe 3 – mancha removível com produto de limpeza forte; 
– Classe 2 – mancha removível com ácido clorídrico, hidróxido de potássio; 
– Classe 1 – impossível de remoção 
 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Características 
47 
Resistência a manchas e ataques químicos: 
 
• Com relação a ataques químicos os revestimentos são divididos em duas 
categorias: domésticos e industriais. 
 
• Classificação quanto a resistência química, segundo ABNT NBR 13817:1997: 
– G – esmaltado (glazed); 
– U – não esmaltado (unglazed); 
 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Características 
48 
Resistência a manchas e ataques químicos: 
Ex.: Revestimento com classificação GLA: 
 Revestimento esmaltado (G) com baixa concentração (L) e resistência química alta 
(A). 
 
Figura – Codificação dos níveis de resistência química (ABNT NBR 
13817:1997). 
08/09/2015 
9 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Características 
49 
• Carga de ruptura e módulo de resistência à flexão; 
(associado a absorção) 
• Dureza 
• Resistência ao choque térmico; 
• Resistência a gretagem; 
(pequenas fissuras, que ocorrem no esmalte) 
• Resistência ao chumbo e ao cádmio; 
• Coeficiente de atrito; 
Se
le
çã
o
 d
e
 R
ev
es
ti
m
en
to
 
50 
51 52 
53 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Características Gerais e Aplicações 
54 
08/09/2015 
10 
55 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Rejunte 
56 
Figura – Largura das juntas em função do tamanho das peças . 
Recomendações: Início do rejunte após 72 horas do assentamento, devido a 
retração da argamassa colante (Campante e Baía, 2003). 
• AC-l (INTERIOR) - resistência às solicitações mecânicas e termohigrométricas 
típicas de revestimentos internos, exceção saunas, churrasqueiras, estufas, outros 
revestimentos especiais. 
• AC-II (EXTERIOR) - absorver os esforços existentes em revestimentos de pisos e 
paredes externas decorrentes de ciclos de flutuação térmica e higrométrica, da 
ação da chuva e/ou vento, da ação de cargas como as decorrentes do movimento 
de pedestres em áreas públicas e de máquinas ou equipamentos leves. 
• AC- III (ALTA RESISTÊNCIA) - resistir a altas tensões de cisalhamento nas 
interfaces substrato/adesivo e placa cerâmica/adesivo, juntamente com uma 
aderência superior entre as interfaces em relação às argamassas dos tipos I e II: é 
especialmente indicada para uso em fachadas que durante o assentamento não 
estejam submetidas à insolação direta, em saunas, em piscinas e em ambientes 
similares. 
• AC-III-E (ESPECIAL) - Argamassa queatende aos requisitos dos tipos I e II, com 
tempo em aberto estendido. Especialmente indicada para fachadas que durante o 
assentamento estejam submetidas à insolação direta. 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Argamassa Colante 
57 
Materiais cerâmicos para acabamentos 
Patologias 
58 
Figura 21 – Representação. Figura 22 – Deficiência à abrasão. 
Execução de piso cerâmico 
59 
Execução de piso cerâmico 
60 
08/09/2015 
11 
Execução de piso cerâmico 
61 
Execução de piso cerâmico 
62 
Execução de piso cerâmico 
63 
Execução de piso cerâmico 
64 
Execução de piso cerâmico 
65 
Execução de piso cerâmico 
66 
Após 72h do piso assentado. 
08/09/2015 
12 
Tacos 
• Piso aderente composto por peças de madeira de 
pequenas dimensões, retangulares, assentes em 
diversas posições; 
• Espessura: 10mm a 20 mm; 
• Larguras mais comuns: 5, 7 e 10 cm; 
• Comprimentos variáveis: 21 a 70 cm; 
• Taco tradicional: 7x21 cm; 
 
Pisos de madeira - Tacos 
Pisos de madeira - Tacos 
Tábuas de 15 cm e 20 cm Tábuas de 10 cm 
Pisos de madeira – 
Assoalho ou Tábua Corrida 
Pisos de madeira – Laminado 
PISO ELASTOMÉRICO 
Anti-derrapante 
Amortece Ruídos 
Resistência à abrasão 
Resistência química 
Estética 
Limpeza 
Pisos elastoméricos 
08/09/2015 
13 
Tipos 
Grão de Arroz 
Canelado 
Lavrado 
Moeda 
Anti - Fadiga 
Grão de feijão e Café 
* O material é oferecido em 
placas de 500X500mm ou 
rolos de 1m². 
RESINAS DE PVC + PLASTIFICANTES + PIGMENTOS 
E = 1,6 a 3,0 mm 
SEMI-FLEXÍVEIS 
FLEXÍVEIS 
Mantas com l = 2,0 m Placas 
Resistência à Compressão 
Perda de Brilho 
Resist. a agentes químicos 
Fácil Limpeza 
Mancha 
Dureza 
Juntas soldadas 
Pisos vinílicos 
• Decorativo 
 
• Boa durabilidade 
 
• Higiênico 
 
• Bom conforto acústico 
Pisos vinílicos 
• Piso plano, resistente e limpo 
Revestimento têxtil (Carpete) 
Paredes Pintadas 
• Revestimento com grande variedade de cores e texturas; 
• As mantas devem ser sempre da mesma partida de 
produção para evitar variações de tonalidade do produto; 
 
Processos Construtivos II 
 
Sistema de Piso 
77 Curso de Engenharia Civil 
Prof. Vinício Cecconello 
Email: vcecconello@ucs.br

Mais conteúdos dessa disciplina