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Condutos  Livres Rodolfo & Lloret

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que defini a submergência. 
 
 
A vazão escoada pela escada é função da profundidade crítica. Quando a 
submergência: 10 y/yS = , situa-se no intervalo igual a 00,1S80,0 ≤≤ , há uma 
perda de capacidade de dissipação de energia em função do degrau, 
preferindo-se o escoamento livre. No escoamento livre, as características 
hidráulicas podem ser determinadas considerando-se o Número de Queda, D, 
pelo método RAND. 
 
L
Z
y
Z
y*6
Z
L
LdD*30,4
Z
Ld
yD*00,1
Z
y
yD*66,1
Z
y
yD*54,0
Z
y
g*Z
qD
12
27,0
P
22,0P
2
27,02
1
425,01
3
→


∆
−
∆
=
∆
→=
∆
→=
∆
→=
∆
→=
∆
∆
=
 
 
 
onde: Ld= comprimento de queda; yP= profundidade no pé do degrau; y1 e y2= 
profundidades conjugadas do ressalto; ∆Z= altura do degrau. 
 
É usual utilizar o valor da profundidade inicial do primeiro degrau, yC=0,8* yC. 
Para que o ressalto fique contido no pé do degrau, pode utilizar as formulações 
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( )12
81,0
C2
275,0
C
C
1
009,0
C
275,1
C1
yy*90,6L
Z
y*66,1
Z
y;
Z
y*54,0
y
y
Z
y*30,4
Z
Ld;
Z
y*54,0
Z
y
−=



∆
=
∆


∆
=



∆
=
∆


∆
=
∆
 
 
 
5.3.4 Macrorugosidade 
 
 
5.3.4.1 Rampa com blocos para impacto 
 
 
C
3
a
3
y*8,0a
5,1q*gV
m*s/m6,5q
≥
−≤
<
 
 
 
 
5.3.4.2 Vertedor em degraus 
 
 
Utilizam-se os vertedores em degraus nas barragens onde o layout, a 
disponibilidade de material e equipamentos permitem a utilização do Concreto 
Compactado a Rolo – CCR, assim a altura vertical do degrau coincide com a 
altura de compactação do concreto, dissipando a energia do escoamento com 
as macrorugosidades formadas nos degraus. 
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O escoamento comporta-se como um conduto com grandes rugosidades, 
podendo utilizar a expressão de Tozzi para calcular o fator de atrito e a energia 
dissipada. 
 



 


−−=
n
m h
k
10
1log*2
f
1 
 
Valor do parâmetro 
Declividade da calha n m 
Energia 
Residual 
(%) 
1V:0,75H 1,742 0,620 40 
1V:2H 8,333 0,195 65 
1V:6,69H 13,143 0,140 40-60 
 
 
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6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
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Estática”, Editora Universidade de São Paulo, 1970. 
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Fluidodinâmica”, Editora Universidade de São Paulo, 1970. 
[6] Vieira, Rui Carlos de Camargo: “Atlas de Mecânica dos Fluidos, 
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Científicos SA 
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Brothers Publishers, New York, EUA, 1952. 
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Livros Técnicos e Científicos SA, 1997. 
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Editora McGraw-Hill Ltda, 1978; 
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Editora Ltda, Lisboa, Portugal, 1985; 
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Editora Mir Moscovo, 1989; 
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Ambiente. Faro, Portugal, fevereiro, 2001; 
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Book Company, 1985, 
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Gulbenkian, Lisboa, Portugal, 1981; 
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Editora Universidade de São Paulo, 1978, 
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Harper & Brothers Publishers, New York, 
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International Book Company, 1986. 
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da Universidade Federal do Rio Grande do Sul & ABRH, 1995. 
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resumo de aula, PHD-727, 2000.