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APELAÇÃO – Protocola na 1º instancia 
· Precisa ter nome e qualificação das partes (art. 1010 cpc)
· Fato
· Fundamento
· Razões da reforma 
· Cassação
· Pedido de nova decisão
Ao Juízo da 1ª Vara Cível da Comarca de São Paulo
Processo nº ...
Apelante, estado civil ..., profissão ..., CPF ..., e-mail ..., residente e domiciliado ..., nos autos do processo é movido (move) por apelado ..., estado civil ..., profissão ..., CPF ..., e-mail ..., residente e domiciliado ..., vem por intermédio de seu advogado, com procuração a qual consta a sua qualificação em anexo, não se conformando com a sentença de folhas ..., vem com base no art. 1009 caput CPC, interpor 
RECURSO DE APELAÇÃO
Requer ainda que o apelado seja intimado para querendo contrarrazoar, conforme art. 1010, §1º do CPC, que os autos sejam remetidos para o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, sem juízo de admissibilidade, conforme art. 1010, §3º do CPC.
Termos em que 
Pede deferimento
Local, data
Advogado/OAB
Razões recursais Tribunal de Justiça 
Nobres Julgadores
Processo de Origem: 1ª Vara Civel de São Paulo
Apelante:
Apelado: 
I – DO CABIMENTO
A decisão recorrida trata de sentença, nos termos do art. 1009 caput do CPC, da sentença cabe apelação, portanto, cabível o presente recurso. 
II – DA TEMPESTIVIDADE E PREPARO
A apelação deve ser interposta em 15 dias uteis conforme art. 1003 caput §5º e 219 CPC.
A sentença foi publicada no dia ..., o prazo teve início no dia ... e o último dia ..., portanto, tempestivo. 
Segue em anexo, a guia de recolhimento e o comprovante do preparo recursal, em razão do art. 1007 caput.
III – DAS PRELIMINARES
IV – DOS FATOS
V – DAS RAZOES (do direito, reforma, cassação)
VI – DOS PEDIDOS 
Diante do exposto, requer o conhecimento do recurso o acolhimento da preliminar para ... e no mérito a reforma (cassação) para ...
Que seja invertido o ônus sucumbencial (que seja o apelado, condenado em custas e honorários advocatícios)
Termos em que
Pede deferimento
Local, data
Advogado/OAB
Do apartamento 2302 situado no 23° andar do Condomínio Edifício PG, com frente para a Rua Balneário Camboriú n° 23 localizado no centro, locado por Isabela a Pedro, mediante contrato a prazo certo, caiu um vaso sobre Luiza, jovem estudante de 12 anos que transitava na via pública, causando-lhe a morte, por perda da massa encefálica. A mãe da vítima Gabriela, viúva, demandou Isabela e Pedro, pleiteando perdas e danos, morais e materiais pelo fato da morte, sendo, que ambos foram citados, e em sua defesa apresentaram inexistência de culpabilidade pela morte.
Considerando que o juiz em decisão interlocutória concedeu gratuidade de justiça a Pedro, e logo após proferiu sentença, após regular tramitação do processo, com produção de provas, atendida em sua pretensão, com a condenação dos corréus, em caráter solidário, ao pagamento das despesas com funeral, danos morais de 50 salários mínimos e materiais correspondentes à prestação alimentar mensal equivalente a 10 salários mínimos, pelo tempo de duração provável da vida do menor, estimado em 65 anos, além de honorários à taxa de 20% sobre o valor total da condenação, tudo sob a égide dos preceitos dos artigos 186, 948, incisos I e II e 942, segunda parte do C. Civil.
Considerando que Isabela te procura e informa que Pedro tem mais de 15 imóveis e servidor público fato que comprova mediante comprovante retirado do portal da transparência com renda de mais de 20 mil por mês, e informa que a sentença foi publicada no dia 30 de setembro (segunda-feira) de 2024 faça a medida cabível no último dia do prazo sabendo que não houve omissão, obscuridade ou contradição
	
PEÇA EM SALA
Ao Juízo da ... Vara Cível da Comarca de ...
Processo nº ...
Isabela, estado civil ..., profissão ..., CPF ..., e-mail ..., residente e domiciliado ..., nos autos do processo é movido por Gabriela, viuva ..., profissão ..., CPF ..., e-mail ..., residente e domiciliado ..., e em face de Pedro, estado civil ..., servidor público ..., CPF ..., e-mail ..., residente e domiciliado vem por intermédio de seu advogado, com procuração a qual consta a sua qualificação em anexo, não se conformando com a sentença de folhas ..., vem com base no art. 1009 caput CPC, interpor 
RECURSO DE APELAÇÃO
Requer ainda que os apelados sejam intimados para querendo contrarrazoar, conforme art. 1010, §1º do CPC, que os autos sejam remetidos para o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, sem juízo de admissibilidade, conforme art. 1010, §3º do CPC.
Termos em que 
Pede deferimento
Local, 21/10/24
Advogado/OAB
Razões recursais Tribunal de Justiça 
Nobres Julgadores
Processo de Origem: 
Apelante:
Apelado: 
I – DO CABIMENTO
A decisão recorrida trata de sentença, nos termos do art. 1009 caput do CPC, da sentença cabe apelação, portanto, cabível o presente recurso. 
II – DA TEMPESTIVIDADE E PREPARO
A apelação deve ser interposta em 15 dias uteis conforme art. 1003 caput §5º e 219 CPC.
A sentença foi publicada no dia 30/09/24, o prazo teve início no dia 01/10/24 e o último dia 21/10/24, portanto, tempestivo. 
Segue em anexo, a guia de recolhimento e o comprovante do preparo recursal, em razão do art. 1007 caput.
III – DAS PRELIMINARES
III – 1 da indevida concessão da gratuidade de justiça
A decisão interlocutória que deferiu a gratuidade de justiça a Pedro, não cabia de forma imediata, art. 1015, V CPC. 
Tal decisão não fica preclusa, pois pode ser arguida em preliminar de apelação, nos termos do art. 1009, §1º CPC
Pedro e servidor público e aufere renda mensal de mais de 20mil, logo não merece o benefício concedido, pois, não atende os requisitos legais do art. 98 do CPC, conforme documento em anexo. 
Ademais, Pedro possui mais de 15 imóveis, logo o seu benefício deve ser cassado, sob pena de não ter qualquer diligência atendida em razão do art. 102, parágrafo único do CPC, e ao final, pague a sucumbência.
III – 2 da ilegitimidade 
Importante considerar que Isabela apenas locou o seu imóvel a Pedro.
No imóvel de andar 23º foi lançado um vaso que acertou Luisa, tal fato foi praticado sendo possível identificar quem lançou, logo comprovando a ilegitimidade passiva de Isabela.
Portanto, requer a extinção sem resolução de mérito por ilegitimidade em face de Isabela, conforme art. 485, VI CPC. 
IV – DOS FATOS
V – DAS RAZOES (do direito, reforma, cassação)
V – 1 da ausência de responsabilidade
Isabela alugou o imóvel a Pedro. E no imóvel ora mencionado, foi lançado um vaso que acertou Luisa. Tal fato comprova que Isabela não participou dos fatos, portanto, conforme art. 938 do CPC não pode ter responsabilidade pelos danos. 
O ato ilícito foi praticado por Pedro e este e quem deve responder. Os prejuízos ocasionados não foram praticados pela apelante. 
Nos termos dos arts. 186 e 927 CC, quem causou deve indenizar, no caso demonstrado que não houve fato praticado pela apelante que pudesse gerar tal dano. Requer a reforma da sentença para que Isabela não seja responsável pelas despesas com o funeral, danos morais de 50 salarios-minimos e os danos materiais atribuídos. 
Caso este juízo entenda de forma diversa, o que não espera que ocorra, que os danos sejam reduzidos em razão dos princípios da proporcionalidade e razoabilidade. 
V – 2 da inexistência de solidariedade
O juiz que proferiu a sentença determinou a solidariedade, e tal decisão deve ser reformada.
Deve ser observar que a solidariedade não se presume decorrer de lei ou da vontade das partes art. 942 do CC, o que não se aplica no presente caso. 
V – 3 da redução dos honorários 
A sentença arbitrou em 20% da condenação. Tal valor deve ser reduzido, em razão do art. 85, §2º do CPC, o juiz deve considerar a complexidade da causa, o trabalho do advogado e o tempo do processo. 
Considerando o acima exposto requer a redução para 10%.
VI – DOS PEDIDOS 
Diante do exposto, requer o conhecimento do recurso o acolhimento da preliminar, revogando a indevida concessão a gratuidade de justiça a Pedro sob pena de indeferimento de qualquer diligência solicitada e que ao final Pedro seja condenado pelo ônus desucumbência, e que a ação seja extinta em mérito em face da apelante por ilegitimidade passiva, art. 485, V CPC, e no mérito a procedência do recurso para reformar a sentença considerando a improcedência da ação art. 487, I ou a procedência parcial 
Que seja invertido o ônus sucumbencial (que seja o apelado, condenado em custas e honorários advocatícios)
Termos em que
Pede deferimento
Local, data
Advogado/OAB

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