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Disciplina: Historiografia Contemporânea-AD1 Aluna: Adriana da Silva Gonçalves Matrícula: 1621.6090.150 Pólo: Resende. Curso: História NOTA 60 A AD1 consistirá no fichamento do texto de Tiago de Melo Gomes sobrea obra de Marc Bloch. Deverá ser seguido o modelo de fichamento apresentado abaixo. O prazo limite para a entrega da atividade é 19 de agosto de 2017. Abraços e bom estudo, Equipe da disciplina REFERÊNCIA: GOMES,Tiago de Melo.A força da tradição: a persistência do Antigo Regime historiográfico na obra de Marc Bloch. In: Varia Historia, Belo Horizonte, vol.22, n.36, 2006. FORMATAÇÃO: Times New Roman 12, espaço 1,5. 3cm margens inferior e superior, esquerda e direita. MODELO DE FICHAMENTO: O fichamento deverá obrigatoriamente conter cada uma destas etapas. Abaixo, elasestão indicadas e definidas. Cada uma delas valerá 2,0 pontos. Fichamento 1. Tema Explicação: aqui o aluno deverá mencionar brevemente o assunto geral do texto. Análise da obra de Marc Bloch, enfatizando sua visão e produção fazendo [CUIDADO COM O ‘GERUNDISMO’] paralelos importantes com a Escola de Annales e a Historiografia. O TEMA NÃO BEM ISSO. DEVERIA SE REFERIR A ANÁLISE DA OBRA DE BLOCH FEITA POR GOMES. 0,8 2. Tese central Explicação: aqui você deve reproduzir a perspectiva do autor sobre o tema, sobre o assunto geral. NESTE TRECHO, VOCÊ FEZ O ADEQUADO AO TEMA. AQUI DEVERIA DESCREVER COMO O AUTOR ENTENDE A QUESTÃO. 1,0 A persistência do Antigo Regime histórico nas obras de Marc Bloch. O artigo foca na obra de Marc Bloch, em especial em seu livro tido como mais importante, a sociedade Feudal (1939), argumentando que mesmo no trabalho de um dos mais importantes do século XX ainda é possível encontrar elementos associados a uma historiografia mais tradicional.na SSSS 3. Lógica interna Explicação: aqui você deve mostrar qual o caminho argumentativo que o autor percorreu para comprovar a sua tese. É a estrutura do texto. Destacou elementos do Antigo Regime da Europa, fez levantamentos das influências das Guerras, levantou questionamentos sobre a produção historiográfica das épocas e analisou a obra de Marc Bloch levando em conta seus conceitos restritivos sobre a Europa e sua visão sobre a migração dos povos. Com isso traçou comparativos com as ideias e tendências de outros autores e a Escola de Annales de forma crítica, contextualizando-as no tempo e espaço. PODERIA DESENVOLVER MAIS. 1,2 4. Interlocução Nesta parte você deverá indicar que outros autores são abordados no texto, e como o autor se posiciona perante eles: ele concorda, ele discorda, ele aponta suas influencias, etc; Arno Mayer, Marc Bloch, Jacques Revel, Fernand Braudel, Jacques Le Goff, Lucien Febvre, Fustil de Coulanges, Charles Segnobos, Leopoldo von Ranke, Gerald Noiriel.O autor inicia uma analise da obra de Marc Bloch e estabelece comparativos entre as tendências desses autores salientando e apontando influências, críticas, similaridades e concordância de ideias sobre a produção e, a importância e contribuição da historiografia e da Escola de Annales, levando em conta sobretudo o Antigo Regime e seus elementos. NÃO NECESSITA CITAR TODOS OS NOMES DO TEXTO. DEVERIA CITAR APENAS OS PRINCIPAIS NOMES E DIZER DE FORMA DIRETA COMO GOMES SE REFERE A ELES. 1,4 5.Trechos de destaque Aqui você deverá indicar até 5 trechos que ilustrem o argumento do autor. INDIQUE AS PÁGINAS DOS TRECHOS CITADOS – 1,6 “Independente da opinião que se possa ter sobre o assunto, é essencial lembrar a existência de autores de outras tendências que vêem no grupo uma grande importância, mas colocam-no como fenômeno paralelo ao Marxismo e outras tendências contemporâneas que contribuíram para a superação da historiografia do século XIX, e não como uma novidade que superou as demais visões de História,o que nos lembra que a visão apologética veiculada pelos membros dos Annalesestá longe de ser a única possível sobre o assunto.” “No entanto, o caso mais claro de permanência de elementos das tradições historiográficas anteriores na obra de Marc Bloch está nos primeiros capítulos A Sociedade Feudal(1939). Se o livro tem sido desde seu lançamento sido saudado com inteira justiça, é certo que a obra não deixa de pagar seu tributo aos historiadores do século XIX. Por exemplo, parece claro que em seu estudo da “Europa feudal”, Bloch utiliza uma formulação bastante restritiva do conceito de “Europa”.” “Pode-se comparar, por exemplo, a postura de Bloch com o estudo contemporâneo de Febvre sobre o Reno, que despertoua fúria dos colegas alemães, sendo ainda hoje censurado por sua germanofobia.assim, tal argumento pode ter sido uma mensagem pacifista, em especial quando lembramos que o livro foi publicado em 1939, às vésperas da Segunda Guerra.” “A comparação de tais passagens de Ranke com o textode Bloch sobre Alfredo aponta importantes semelhanças e diferenças. Parece bastante claro que, diferente de Bloch, Ranke identifica explicitamente a nação ao ocupante do trono, um elemento bastante característico da historiografia do século XIX. Por outro lado, a concepção de que os monarcas deveriam ser avaliados não apenas por suas qualidades pessoais mas por sua capacidade de encarnar o espírito de seu povo parece perfeitamente compatível com o ponto de vista expresso por Bloch quando lembra o rei Alfredo. “Trata-se de um ponto de vista bastante justificável: a historiografia se desenvolve não através de bruscas rupturas, mas da contradição entrediferentes pontos de vista, sendo freqüente que a própria qualidade de um trabalho proponha novas questões cuja resolução leve à sua superação. O problema é se pensar em Bloch e seus colegas dos Annalessob a ótica de Le Goff, como indivíduos que negaram os historiadores que lhes antecederam, se inspirando apenas em outras ciências sociais, tais como a sociologia Durkheimiana e a geografia lablachiana.” REFERÊNCIA: GOMES, Tiago de Melo. A força da tradição: a persistência do Antigo Regime historiográfico na obra de Marc Bloch. In: Varia Historia, Belo Horizonte, vol.22, n.36, 2006.