Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PERIMETRIA: Método usado para medir circunferências corporais em pontos 
específicos. Auxilia na identificação e no monitoramento de alterações como: 
Edema pós-traumático, atrofia muscular por desuso e hipertrofia durante o 
processo de reabilitação. 
Objetivos na Traumato: Identificar diferenças volumétricas causadas por: 
• Lesões articulares ou musculares. 
• Edemas (inflamação ou linfedema). 
• Alterações pós-fraturas ou imobilizações. 
• Avaliar a progressão funcional durante a reabilitação. 
• Comparar bilateralmente os membros lesionados e não lesionados. 
Procedimento de Avaliação: Usar a fita métrica inelástica. 
• Pontos Anatômicos de Referência: Proeminências ósseas ou marcas 
anatômicas palpáveis (ex.: patela, maléolo, epicôndilo). 
• Medição Segmentar: Determinar distâncias fixas a partir de um ponto 
anatômico (ex.: 10 cm acima e abaixo da patela para coxa e perna). 
• Posição do Paciente: sentado, em pé ou deitado. 
O aumento de Circunferência indica: edema traumático, inflamação ou 
acúmulo linfático. É frequente em lesões articulares (ex.: entorse de tornozelo) 
ou musculares. 
Redução de Circunferência: atrofia muscular decorrente de imobilização ou 
inatividade. Comum em membros pós-fratura ou com limitações de movimento. 
Aplicações Clínicas: 
• Edema em Lesões Traumáticas: Monitorar o volume em entorses, 
contusões ou pós-cirúrgicos. 
• Fraturas e Pós-Imobilização: Avaliar atrofia muscular nos segmentos 
afetados. 
• Doenças Articulares: Verificar edemas crônicos ou agudos em condições 
como artrite traumática. 
• Reabilitação Funcional: Acompanhar a recuperação de volume muscular 
durante o fortalecimento e a fisioterapia. 
TESTE DE FORÇA MUSCULAR: 
0 – ausência total de força muscular 
1 – esboço de contração, mais não movimenta 
2 – movimento da articulação, mais não contra a gravidade 
3 – movimento contra a gravidade, mais sem resistência 
4 – contração com movimento contra resistência leve 
5 – contração com movimento contra resistência (proporcional ao 
paciente) 
Testes Ortopédicos 
Coluna Cervical 
• Teste de Spurling: Compressão radicular cervical. 
• Teste de Distração Cervical: Alívio da dor sugere compressão 
radicular. 
• Teste de Flexão-Rotação: Avaliação da mobilidade C1-C2. 
• Teste de Compressão de Jackson: Compressão neural ou radicular. 
Coluna Lombar 
• Teste de Lasègue (SLR): Compressão radicular lombossacral 
(principalmente ciático) ou hernia. Teste de Bragard: Diferencia dor 
radicular de outras causas. 
• Teste de Schober: Restrição da mobilidade lombar. 
• Teste de Quadrante: Compressão facetária ou radiculopatia. 
• Teste de Adams: Escoliose 
Ombro 
• Teste de Neer: impacto subacromial (impacto do ombro). 
• Teste de Hawkins-Kennedy: impacto subacromial (impacto do ombro). 
• Teste de Jobe (Empty Can): Lesão do supraespinhal 
• Teste de O'Brien: Lesão do lábio gleinodal. 
• Teste de Speed: Tendinite do bíceps. 
• Teste de Apprehension: Instabilidade anterior. 
• Teste queda de braço: patologia do manguito rotador 
• Teste de youcun: bursite 
• Teste de yergason: lesões no tendão da cabeça longa do bíceps 
braquial 
• Teste de apley: tendinite degenerativa do manguito rotador 
Cotovelo 
• Teste de Cozen: Epicondilite lateral (cotovelo de tenista). 
• Teste de Mill: Confirmação da epicondilite lateral. 
• Teste de golfista: epicondilite medial. 
• Teste de Valgo/Varo: Instabilidade dos ligamentos colateral medial ou 
lateral. 
• Teste de Tinel no cotovelo: Neuropatia ulnar 
Punho e Mão 
• Teste de Phalen: Síndrome do túnel do carpo. 
• Teste de Tinel no punho: Compressão do nervo mediano/ síndrome do 
túnel do carpo. 
• Teste de Finkelstein: Tenossinovite de De Quervain. 
• Teste de Allen: Avaliação da circulação colateral (artérias radial e 
ulnar). 
Quadril 
• Teste de FABER (Patrick): Patologias do quadril (anterior) ou 
sacroilíacas (posterior). 
• Teste de Thomas: encurtamento de flexores do quadril. 
• Teste de Trendelenburg: Fraqueza do glúteo médio. 
• Teste de Ober: Tensão da banda iliotibial. 
• Teste de ely: encurtamento do reto femoral 
 
Joelho 
• Teste de Lachman: Lesão do ligamento cruzado anterior (LCA). 
• Teste de McMurray: Lesão meniscal. 
• Teste de Apley: Diferencia lesão ligamentar de meniscal. 
• Teste de Gaveta Anterior/Posterior: Lesões dos ligamentos cruzados. 
• Teste de Valgo/Varo em flexão/extensão: Estabilidade dos ligamentos 
colaterais. 
Tornozelo e Pé 
Teste da Gaveta Anterior: Lesão do ligamento talofibular anterior. 
Teste de Talar Tilt: Instabilidade ligamentar lateral. 
Teste de Thompson: Ruptura do tendão de Aquiles. 
Teste de Homan: Possível trombose venosa profunda

Mais conteúdos dessa disciplina