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MELIPONÍCOLA
 
PASTO
 
VOL.3 - VEGETAÇÃO HERBACEA
 
GUIA ILUSTRADO DE 
 
ABELHANDO MUNDO AFORA
 
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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SENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
As informações contidas neste material são resultantes de pesquisas contínuas e de
experiências pessoais com a meliponicultura ao longo de muito tempo de estudos. Nada
obstante, todo a esforço para garantir a precisão e a mais alta qualidade dessas informações,
acreditando que todas as informações aqui oferecidas sejam altamente efetivas para
qualquer pessoa que deseja iniciar suas práticas com a meliponicultura, desde que seguidos
com responsabilidade, nenhum tipo de promessa de sucesso é ofertado por mim ou qualquer
um dos documentos apresentados. 
Cada espécie vegetal é um ser em particular e sua situação e/ou condição individual pode não
se adequar perfeitamente aos conteúdos apresentados neste guia. Assim, você deverá utilizar
e ajustar as informações deste guia de acordo com sua situação e necessidades.
Todos os artigos, nomes de marcas, produtos e serviços mencionados neste guia são
propriedades de seus respectivos donos e são usados somente como referência. Além disso,
em nenhum momento neste guia há a intenção de difamar, desrespeitar, insultar, humilhar ou
menosprezar você leitor ou qualquer outra pessoa, cargo ou instituição. Caso qualquer escrito
seja interpretado dessa maneira, gostaria de deixar claro que não houve intenção nenhuma de
minha parte em fazer isso. Contudo, se entender que alguma parte deste guia seja de alguma
forma desrespeitosa ou indevida e deva ser removida ou alterada, pode entrar em contato
diretamente comigo através do e-mail suporteabelhando@gmail.com
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Qualquer tipo de violação dos direitos autorais estará sujeita a ações legais.
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
INTRODUÇÃO
O pasto meliponícola equilibrado é a peça chave no desenvolvimento ideal das
colônias de abelhas nativas. As espécies vegetais que fornecemos para nossas
abelhas devem ser diversas, pois só assim teremos o pasto ideal para todas as
espécies que iremos manter em nossos meliponários.
E foi pensando nisso que desenvolvemos esse material! Pois acreditamos que o
pasto equilibrado é a base para o crescimento da meliponicultura consciente no
nosso país!
Nesse guia de pasto meliponícola do Projeto Abelhando Mundo Afora você
encontra 43 espécies herbácias e trepadeiras para composição de um pasto
meliponícola equilibrado. 
Esse é o volume 3 de 3 e-books que compõe o guia completo. 
Aqui você encontra o nome popular e científico das plantas, além de sua área de
ocorrência natural. 
Estão descritas as informações principais de identificação e dicas de plantio. 
Abaixo você pode identificar o recurso floral disponível para as abelhas bem
como a época de floração. Lembrando que tanto a ocorrência natural quanto a
época de floração são variáveis de acordo com a região e indivíduo. 
Se você não tem espaço para plantar grande árvores esse guia vai te ajudar
muito. 
No volume 1 você vai encontrar espécies arbóreas para locais com maiores
espaços. Já no volume 2 estão descritas espécies arbustivas nativas da flora
Brasileira.
Escolha com sabedoria. Fuuuuui! 
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O PROJETO
O Projeto Abelhando mundo Afora é uma iniciativa criada por apaixonados pelo
meio ambiente que traz conteúdo de qualidade e embasado científicamente sobre
as abelhas nativas do Brasil, em especial as abelhas sem ferrão. 
Iniciado em 2019, o projeto tem o objetivo de divulgar e preservar a
biodiversidade e o trabalho desses polinizadores tão essenciais para a
sobrevivência de toda a vida do planeta como a conhecemos. 
Hoje o Projeto Abelhando Mundo afora conta com milhares de seguidores nas
mídias e alunos das formações de meliponicultores conscientes pelo método
"AMA", desenvolvendo incríveis projetos de meliponicultura comercial, hobbista
e/ou conservacionista por todos os cantos do Brasil.
IDEALIZADORES
Gabriel Benoski
Técnico em Meio Ambiente e
apaixonado pelas asf. Criou e
mantém o projeto com o intuito
de levar a importância da
preservação das abelhas
nativas para o mundo.
Giulia Forjaz
Co-fundadora do projeto,
administradora da empresa,
artista, copywriter e o cérebro
por trás de todo o alcance do
projeto.
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SUMÁRIO 
- Penicilina(Alternanthera brasiliana)............................................................................................................1
- Ruélia-azul (Ruellia bahiensis)......................................................................................................................3
- Justicia (Justicia fragilis)..............................................................................................................................5
- Jacquemontia (Jacquemontia ferruginea)................................................................................................7
- Trapoeraba (Commelina erecta).................................................................................................................9
- Vassoura (Corchorus hirtus).......................................................................................................................11
- Botão de bacharel (Gomphrena celosioides)..........................................................................................13
- Guanxuma (Sida rhombifolia).....................................................................................................................15
- Malva (Melochia pyramidata)......................................................................................................................17
- Serralhinha (Emilia sonchifolia)..................................................................................................................19
- Dorme-dorme (Neptunia plena).................................................................................................................21
- Dormideira (Mimosa pudica)......................................................................................................................23
- Angelônia (Angelonia sp.)............................................................................................................................25
- Vassourinha-de-botão (Spermacoce verticillata)................................................................................27
- Beldroega (Portulaca umbraticola)..........................................................................................................29
- Palma-do-campo (Chamaecrista ramosa)...............................................................................................31
- Mela-bode (Herissantia tiubae)...............................................................................33
- Picão-preto-liso (Bidens laevis)..............................................................................35
- Apaga-fogo (Alternanthera tenella)........................................................................37
- Picão-vermelho (Bidens gardneri)...........................................................................39
- Erva-de-são-joão (Ageratum conyzoides)..............................................................41
- Sangue-de-tatu (Chresta sphaerocephala)............................................................43
- Espinhento (Acanthospermum hispidum)................................................................45
- Vedélia (Sphagneticola trilobata)...........................................................................47amazonicum. Embrapa Florestas-Circular
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df
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https://www.jardineiro.net/plantas
http://www.unirio.br/ccbs/ibio/herbariohuni/portulaca-oleracea-l
https://www.meucantinhoverde.com/search?q=chamaecrista
https://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/guaco#:~:text=%C3%A9%20uma%20tr
epadeira%20vol%C3%BAvel%2C%20glabra,superior%2C%20mais%20p%C3%A1lidas%20n
a%20inferior.
https://www.passeidireto.com/arquivo/50011041/alternanthera-tenella-colla
https://ruygripp.com.br/2018/11/08/insulina-vegetal-planta-ornamental-medicinal/
http://publish.plantnet-project.org/project/plantinvasivekruger/search?
q=Melochia+pyramidata
Referências Bibliográficas 92
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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https://www.meucantinhoverde.com/search?q=chamaecrista
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https://www.meucantinhoverde.com/search?q=chamaecrista
https://www.meucantinhoverde.com/search?q=chamaecrista
http://equilibrioflorestal.com.br/ftp/EquilibrioManualErvasDaninhas.pdf
https://www.floresefolhagens.com.br/caliandra-calliandra-brevipes/
https://sites.google.com/site/florasbs/asteraceae/baccharis-23?authuser=0#h.p_40DsoCfhkvek
https://www.floresefolhagens.com.br/dormideira-mimosa-pudica/
https://frutadesabia.com.br/loja-online
https://www.meucantinhoverde.com/search?q=chamaecrista
https://www.jardineiro.net/plantas
http://www.unirio.br/ccbs/ibio/herbariohuni/portulaca-oleracea-l
https://www.meucantinhoverde.com/search?q=chamaecrista
https://www.meucantinhoverde.com/search?q=chamaecrista
https://www.passeidireto.com/arquivo/50011041/alternanthera-tenella-colla%20https:/ruygripp.com.br/2018/11/08/insulina-vegetal-planta-ornamental-medicinal/
https://www.passeidireto.com/arquivo/50011041/alternanthera-tenella-colla%20https:/ruygripp.com.br/2018/11/08/insulina-vegetal-planta-ornamental-medicinal/
http://publish.plantnet-project.org/project/plantinvasivekruger/search?q=Melochia+pyramidata- Caruru (Amaranthus viridis)....................................................................................49
- Maria-mole (Senecio brasiliensis)............................................................................51
- Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)............................................................53
- Poaia (Richardia grandiflora)...................................................................................55
- Malva-branca (Sida cordifolia)................................................................................57
- Douradinha (Waltheria americana)..........................................................................59
- Bamburral (Hyptis suaveolens..................................................................................61
- Cajuí (Anacardium humile).......................................................................................63
- Carqueja (Baccharis trinervis).................................................................................65
- Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus)......................................................................67
- Erva-botão (Eclipta prostrata)................................................................................69Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
SUMÁRIO 
- Corda-de-viola (Ipomoea hederifolia)......................................................................................................71
- Cipó-de-leite (Forsteronia pubescens)...................................................................................................73
- Cipó-de-são-joão (Pyrostegia venusta).................................................................................................75
- Insulina-vegetal (Cissus sicyoides)...........................................................................................................77
- Flor-da-paixão (Passiflora alata)..............................................................................................................79
- Cipó-uva (Serjania lethalis).........................................................................................................................81
- Guaco (Mikania glomerata)........................................................................................................................83
- Ora-pro-nobis (Pereskia aculeata)..........................................................................................................85
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A penicilina é a uma planta herbácea e ereta, com qualidades medicinais e ornamentais,
nativa de regiões tropicais das Américas. Aprecia locais úmidos como áreas de restinga e matas
ciliares. Sua ramagem ereta e ramificada é pubescente quando jovem, e gradativamente vai se
tornando glabra. Apresenta folhas opostas, lanceoladas, acuminadas, de cor vermelho
vibrante ou profundo como vinho e crescimento compacto, espalhando-se e fechando
rapidamente o solo. 
Suas flores são pequenas, distribuídas em inflorescências com formato de pompom e cor
branca-creme, produz pequenos frutos marrons, com apenas uma semente.
É rústica, com rápido crescimento e exige poucos cuidados. Deve ser cultivada sob sol pleno
ou meia sombra, em diversos tipos de solo, mas preferencialmente ricos em matéria
orgânica e com boa umidade. Seu cultivo pode ser feito em vasos.
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Recursos Oferecidos
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Penicilina
(Alternanthera brasiliana)
Características Principais
Época de Floração
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2Penicilina
(Alternanthera brasiliana)
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A Ruélia-azul é uma planta amplamente difundida em algumas regiões do nordeste,
principalmente no estado da Bahia. É um subarbusto com flores roxas, caule esparso e
densamente ramificado. A planta tem geralmente de 10-30cm de altura. O diâmetro da flor é de
cerca de 2.5-3cm e sua coloração pode variar de um azul arroxeado até um roxo intenso.
Possui geralmente 3 sementes planas de aproximadamente 2 mm de comprimento.
As folhas são simples, opostas e cruzadas, apresentando pilosidades que cobrem a parte
adaxial ou superior da folha, sendo que a parte abaxial, ou seja, embaixo da folha, tem
ausência dessa pilosidade. 
Seu cultivo é facilitado, já que é uma planta relativamente resistente. Ela pode ser cultivada
com mais sucesso em solos umidos, em regiões de sombra parcial, sendo importante manter a
rega periódica diária ou a cada dois dias. Pode ser cultivada em vasos sem problemas. 
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Ruélia-azul
(Ruellia bahiensis)
Características Principais
Época de Floração
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4Ruélia-azul
(Ruellia bahiensis)
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Planta perene, de caule reptante, ou seja, rasteira. É florífera e de folhagem ornamental, de
15-30cm de altura. Suas folhas são opostas, lanceoladas, acuminadas, apresentando formato
lanceolado, com "pontas pronunciadas", são glabras com a nervura central sulcada na face
superior e verde-arroxeada na inferior. Suas flores são apresentadas em Inflorescências
terminais, contendo flores pequenas, esparsas, de cor branco-rosada, podendo variar para
tons arroxeados e são formadas no verão.
Tem origem em regiões sombreadas de sub-bosques com clima úmido, como, por exemplo,
na América Tropical e está sendo cultivada em diversas regiões. É uma planta silvestre de
terrenos montanhosos. Está presente em bosques, beiras de rios e áreas interveniadas e
silvestres. Devem ser cultivadas a pleno sol ou a meia sombra, em vasos e jardineiras, bem
como em grupos formando maciços isolados ou em bordaduras, com solo rico em matéria
orgânica e mantido sempre úmido. Planta tipicamente tropical, não tolera frio. Multiplica-
se por sementes e por estacas.
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Justicia
(Justicia fragilis)
Características Principais
Época de Floração
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6Justicia
(Justicia fragilis)
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Trepadeira nativa, apresenta as folhas com ápice acuminado, ou seja, tem as pontas bem
pronunciadas, suas sépalas são glabras a glabrescentes, ou seja, sem presença de pilosidades.
Ocorre preferencialmente em bordas de remanescentes de Floresta Ombrófila e Floresta
Estacional Semidecídual. 
Suas flores se apresentam em inflorescências terminais, tem coloração azul-claro, podendo se
apresentar em tons arroxeados. Suas folhas são axiais, de aparência fosca e couriácea. Sua
parte superior tem coloração mais escuro que a parte inferior, que apresenta uma
coloração mais esbranquiçada.
Seu cultivo é facilitado se as condições estiverem favoráveis a sua propagação. O ideal é que
seja plantada em vasos, deixados em locais de meia-sombra, com terra bem adubada e
regas periódicas, mantendo a terra sempre umida. Seu cultivo pode ser feito em vasos.
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Jacquemontia
(Jacquemontia ferruginea)
Características Principais
Época de Floração
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8Jacquemontia
(Jacquemontia ferruginea)
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A trapoeraba é uma herbácea florífera originária dos trópicos, mas que possui grande
capacidade de adaptação e hoje em dia pode-se vê-la em climas subtropicais e temperados. Ela
apresenta folhas lanceoladas ou lineares, glabras, verdes, macias e de margens arroxeadas,
onduladas e com cílios brancos.As hastes são eretas a ascendentes, com cerca de 40 cm de
altura e facilmente enraizam quando os nós tocam o solo. As flores são axilares e
apresentam duas pétalas azuis, grandes e vistosas e uma terceira pequena, branca e discreta. 
É uma planta muito rústica, mas que não tolera períodos muito secos. Adequada para a
formação de maciços e renques junto a muros, sendo excelente para cobrir o solo em torno do
tronco das árvores, como forração de meia-sombra. Pode ser plantada em vasos e jardineiras
também.
Devem ser cultivadas sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com
muita matéria orgânica, mantido úmido. Multiplica-se por estaquia e por sementes. 
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Trapoeraba
(Commelina erecta)
Características Principais
Época de Floração
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9Trapoeraba
(Commelina erecta)
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Planta herbácea comum em áreas degradadas e margem de estradas. variando de 0,5 a 1 metro
de altura. Apresenta folhas simples, alternas, de margem serreada, pilosas e pecioladas. Possui
inflorescência axial e terminal apresentando de uma a quatro flores por inflorescência. 
As flores são actinomorfas, apresentando simetria radial, são pedunculadas, ou seja,
apresentam o pedúnculo, que é a haste que sustenta as peças florais, são pentâmeras,
apresentando pétalas e sépalas organizadas em grupos de 5 e são hermafroditas, além disso,
apresentam coloração amarela acentuada.
Seu cultivo pode ser realizado através de vasos ou recipientes de tamanho médio a grande. O
solo para cultivo precisa ser bem adubado, rico em nutrientes, o local para plantio precisa ser
parcialmente sombreado e as regas devem ser periódicas, pelo menos a cada 2 dias.
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Vassoura
(Corchorus hirtus)
Características Principais
Época de Floração
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11Vassoura
(Corchorus hirtus)
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É uma espécie de erva daninha anual ou perene de vida curta. Possui caule ereto ascendendo a
10 a 20 cm de comprimento, pouco ramificada e recoberta com pelos brancos sedosos. As
folhas são oblongo-lanceoladas, ou seja, tem formato afinado, com pontas pronunciadas,
além disso elas tem de 1,5 a 4,5 cm de comprimento e 0,5 a 1,3 cm de largura. As flores são
terminais e axilares com pontas cilíndricas, medindo 1 a 2 cm de comprimento.
É uma planta medicinal nativa em várias partes do mundo e tem muitos usos populares,
incluindo o tratamento de cálculos renais e desordens do trato urinário.
Seu cultivo pode ser realizado através de vasos ou recipientes de tamanho médio a grande.
O solo para cultivo precisa ser bem adubado, rico em nutrientes, o local para plantio precisa
ser parcialmente sombreado e as regas devem ser periódicas, pelo menos a cada 2 dias.
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Botão de bacharel
(Gomphrena celosioides)
Características Principais
Época de Floração
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13Botão de bacharel
(Gomphrena celosioides)
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Arbusto de vida curta (base lenhosa e ramos herbáceos), atingindo uma altura de 60-100
cm, ocasionalmente até 1,5 m. Tem uma haste principal de até 1 cm de diâmetro ou
ramificação próxima à base; tanto o caule quanto os galhos são flexíveis e difíceis de cortar ou
arrancar. Suas folhas são alternadas, estípulas (par de folhas pequenas encontradas na base do
pecíolo) subuladas (estreitamente triangulares), de 5 a 6 mm de comprimento. 
Suas flores são solitárias, localizadas nas axilas das folhas, sendo que suas pétalas tem um
tamanho de 7 a 9 mm de comprimento, e coloração amarela ou amarelo-alaranjado.
É uma planta perene com vida curta (cerca de 3 anos), embora possa ser portada como
anual em ambientes infestantes ou climas muito sazonais. Seu cultivo é facilitado por se
tratar de uma planta invasora bem resistente, certifique-se apenas de manter um solo fértil
e regas periódicas, além de plantá-la em local com incidência de luz solar! Seu cultivo pode ser
feito em vasos.
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Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Características Principais
Época de Floração
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15Guanxuma
(Sida rhombifolia)
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É uma planta nativa das Américas com altura de 0,5 e mais comum em torno de 1 m,
ocasionalmente até 1,5 m. Atualmente é distribuído do sul dos Estados Unidos à Argentina. É
uma espécie relativamente fácil de reconhecer devido ao seu fruto piramidal com asas
pontiagudas, folhas oval-lanceoladas e distais, pétalas rosa, lilás ou púrpura e pouca
pilosidade; a inflorescência em uma umbela solta oposta às folhas.
Folhas simples, oval-lanceoladas (em forma de lança), mais largas e menores em direção à
base dos ramos, cerca de 3,5 e até 8 cm de comprimento por 1,5 e até 5 cm de largura. Suas
flores são pediceladas (com suporte), actinomórficas (com mais de um eixo de simetria),
com pétalas com 5, 6-9 mm de comprimento, espatuladas, livres umas das outras,
apresentando uma variação de cores entre lilás, rosa ou roxo. 
Seu cultivo não é complicado, necessitando apenas de solo fértil e rega a cada 2 ou 3 dias.
Seu cultivo pode ser feito em vasos.
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Malva
(Melochia pyramidata)
Características Principais
Época de Floração
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17Malva
(Melochia pyramidata)
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Planta anual, herbácea, ereta, pouco ramificada, levemente pubescente, de até 1 m de
altura. As folhas do caule e dos ramos que carregam as inflorescências são alternadas,
possuem limbo de forma variável, com bordas denteadas ou irregularmente lobadas, com
bases que envolvem o caule. As folhas inferiores possuem pecíolo parcialmente alado.
Essa espécie apresenta flores róseas e invólucro 3 a 4 vezes mais longo que largo. Os frutos
formam uma estrutura globosa, constituída por aquênios providos de uma coroa de pêlos
finos, sedosos e de coloração branca.
Seu cultivo é facilitado, já que é uma planta considerada daninha. Quando avistamos um
pé nascendo espontaneamente, podemos retirá-lo e levá-lo até um vaso ou recipiente de
plantio sem muitos problemas para a planta! O solo deve ser minimamente fértil e sempre
umido, sendo necessária uma rega sem encharcar constante. Seu cultivo pode ser feito
em vasos.
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Serralinha
(Emilia sonchifolia)
Características Principais
Época de Floração
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19Serralinha
(Emilia sonchifolia)
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Planta perene, aquática, natural das américas, podendo chegar a uma altura de até 30
cm. Suas folhas são compostas, bipinadas, dispostas em pares opostos. Suas flores tem o
formato globular, de coloração amarela viva na parte superior e branco-amarelado na
parte inferior, e normalmente se apresentam durante o período de verão.
Seus frutos são folículos que quando secos se abrem em uma só fenda. Seu tronco é formado
por densas hastes entrelaçadas, que principalmente na época das chuvas se deslocam em
partes, indo se acomodar em novos locais.
Prefereclima quente e umido, sendo facilmente cultivada em beiras de lagos, tanques,
córregos, etc. Sua propagação é facilitada, feita normalmente por sementes ou divisão de
planta. Seu cultivo pode ser feito em vasos.
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Dorme-dorme
(Neptunia plena)
Características Principais
Época de Floração
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21Dorme-dorme
(Neptunia plena)
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Planta herbácea perene, de 50-70 cm altura, originária da América tropical, pertencente à
família das ervilhas. Suas Hastes serrilhadas com nervuras, às vezes eretas, de até 1 m de
comprimento e cobertas de espinhos. Suas folhas são compostas de pares de folíolos de forma
oblonga que possuem pelos minúsculos em suas superfícies, bem como ao longo das margens.
Suas flores são delicadas, de cor rosa pálido ou lavanda, que se assemelham a pompons.
Já seus frutos são do tipo lomento, conhecido popularmente como baga, e os pedacinhos que
soltam são um tanto aderentes às roupas e pelos de animais.
Este nome, dormideira, é devido à forma como os folíolos das folhas se juntam quando ela é
tocada ou exposta ao calor, fenômeno chamado de sismonastia. Ela deve ser cultivada a meia
sombra, em solos com pouca adubação, desde que sejam bem drenáveis. É uma planta
resistente e cresce rápido, mas precisa de regas abundantes para um bom desenvolvimento.
Seu cultivo pode ser feito em vasos.
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Dormideira
(Mimosa pudica)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
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23Dormideira
(Mimosa pudica)
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Planta florífera, de textura herbácea e ramagem ereta. Suas folhas são lanceoladas, em
formato de lança, acuminadas, com pontas bem presentes e com margens denteadas. As
inflorescências se apresentam em espigas eretas, carregam numerosas florzinhas
semelhantes às de boca-de-leão ou pequenas orquídeas. As flores apresentam aroma
frutado, que lembra maçã e uva, e são de cores variadas, sendo que as mais comuns são
branca, rósea, azul, roxa e salmão, além de flores mescladas.
Deve ser cultivada sob sol pleno em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria
orgânica e irrigado regularmente. A angelônia é uma planta rústica, vigorosa, resistente à
curtos períodos de estiagem e calor intenso. Não tolera encharcamento, frio ou sombra.
Multiplica-se por sementes, estaquia e divisão da ramagem enraizada dependendo da
variedade. Existem muitas variedades, de muitas cores diferentes, mas em geral, a maioria é
melifera.
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Angelônia
(Angelonia sp.)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
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25Angelônia
(Angelonia angustifolia)
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Planta perene de caule ramificado e raiz pivotante, alcançando grandes profundidades no solo. 
A planta é semiprostrada ou ereta, podendo atingir até 80 cm de altura. 
Suas folhas são lanceoladas, de textura lisa. A venação central é bem aparente, o que facilita
sua identificação. Suas flores são dispostas em inflorescências globulares, tem coloração
branca. Seus frutos são cápsulas globulares de aspecto seco, que quando maduros se rompem
liberando as sementes.
É considerada muito rústica e tolera solos ácidos e pobres em nutrientes. Sua reprodução
é exclusiva por sementes e deve ser feita em local de meia sombra, com solo minimamente
adubado, com rega constante. Seu cultivo pode ser feito em vasos.
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Vassourinha-de-botão
(Spermacoce verticillata)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
27Vassourinha-de-botão
(Spermacoce verticillata)
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Apresenta-se como uma erva, suculenta, com caules semi-prostrados a eretos, bastante
ramificados, alcançando até 30 cm de altura. Suas folhas são carnosas, de formato obovado,
com cerca de 2 ou 3 cm. As inflorescências são terminais, com 3 a 5 flores, podendo ter
corola branca, amarela, laranja ou vermelha, com múltiplos estames, bastante visíveis.
Seu fruto é tipo pixídio, ou seja, um fruto globular que se abre por uma espécie de tampa
liberando as sementes, contendo até 30 sementes minúsculas, esféricas e escuras. 
É facilmente encontrada em jardineiras suspensas, tornando-se pendente, bem como em
jardins ou compondo ambientes externos com função paisagística.
Seu cultivo é facilitado, se propagando por sementes e facilmente por estaquia. Deve ser
cultivada em solo fértil, bem drenado, em ambientes sombreados. A rega deve ser constante,
para manter sempre o solo úmido, o que facilita o seu desenvolvimento ideal. Seu cultivo
pode ser feito em vasos.
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28
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Portulaca umbraticola)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Beldroega
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(Portulaca umbraticola)
Beldroega
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
No Brasil ocorrem 256 espécies das quais 207 são endêmicas e boa parte delas é visitada pelas
abelhas para coleta de recursos florais. A Chamaecrista ramosa é um subarbusto
decumbente, ou seja, de comportamento rasteiro, tem hábito bianual, e seu tamanho
varia entre 10-20 cm. É densamente ramificado e glabro, ou seja, com ausência de pilosidades,
de aparência lisa. 
Suas folhas tem 2 pares de folíolos. Suas flores são isoladas, heteromorfas, ou seja,
apresenta formatos diferentes em sua disposição, tem 15-17 mm comprimento, e uma
coloração amarela intensa.
Seu cultivo é realizado em solo fértil, semisombreado. A rega deve ser constante, o suficiente
para manter a terra sempre umida e facilitar o bom desenvolvimento da planta. Seu
cultivo pode ser feito em vasos.
,
30
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Chamaecrista ramosa)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Palma-do-campo
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(Chamaecrista ramosa)
Palma-do-campo
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Herissantia tiubae, conhecida popularmente como mela-bode ou também como malva-de -bode,
é uma espécie perene, subarbustiva e bastante frequente nas regiões semiáridas do
nordeste brasileiro, ocorrendo principalmente em locais abertos.
Suas folhas são de aspecto oblongo-lanceolado, com presença de muitas pilosidades em sua
extensão, dando o aspecto de uma penugem, de coloração esbranquiçada. Suas flores
possuem pétalas brancas com anteras amarelas dispostas no centro da flor. O seu pólen é
um recurso muito atrativo para as abelhas. 
Seu cultivo é relativamente facilitado, sendo uma espécie pouco exigente com relação a
qualidade do solo, portanto manter um solo minimamente fértil e bem irrigado é suficiente
para o seu bom desenvolvimento. Deve ser cultivada em locais com boa incidência de sol e
pode ser mantida em vasos.
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32
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Herissantia tiubae)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Mela-bode
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Herissantia tiubae)
Mela-bode
Conteúdo licenciado para Rodrigo CalabresiMachado - 284.046.728-30
É uma espécie de planta da família das margaridas. É uma erva anual ou perene que cresce
mais de 20 centímetros de altura e às vezes pode chegar a alturas maiores, ultrapassando
um metro de altura. 
As folhas são estreitas, lanceoladas, têm de 5 a 15 centímetros de comprimento, com bordas
bem dentadas e pontas pronunciadas. Suas pétalas são grandes, lisas e de coloração
amarelo-vibrante. A inflorescência apresenta uma ou mais flores que se dobram à medida que
ficam carregadas de frutos após a floração. Cada corola tem um centro de pequenas flores
de coloração amarela com estigmas amarelados ao centro, cada uma com até 3
centímetros de comprimento. A fruta é um aquênio seco com farpas pontiagudas que aderem
aos pelos e roupas.
Seu cultivo é fácil, sendo aconselhado que ela seja plantada em regiões de meia-sombra, com
umidade alta, portanto as regas diárias são importantes! Pode ser cultivada em vasos
34
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Bidens laevis)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Picão-preto-liso
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Bidens laevis)
Picão-preto-liso
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Planta perene , herbácea , prostrada ou ascendente. Caule glabro, ou seja, de aspecto
liso, de 80-120 cm de comprimento. Folhas de tamanho e forma bastante variáveis.
Apresenta caule prostrado com os ramos terminais ascendentes. No início do 
 desenvolvimento, o caule principal apresenta ramificação radial e esta se ramifica em 
 dicotomia ou 3 ramos. Suas folhas são simples, desprovidas de pecíolo, filotaxia 
 oposta, oblongo lanceolado, de aspecto lanugíneo, contendo pilosidades por toda
cobertura da folha, com margem inteira, e apículo terminal. Sua inflorescência é
disposta em glomérulos contendo sépalas brancas, secas e livres entre si. Os estames são
soldados, formando um tubo, o qual possui no ápice parte dos filetes com anteras, 
 alternando-se com peças semelhantes a estaminoides, desprovidos de anteras.
Propaga-se por meio de sementes, no entanto a planta consegue alastrar-se com
facilidade por meio da formação de raízes junto aos nós dos ramos. Pode ser cultivada em
vasos, desde que seja mantida em locais de sol pleno com solo fértil e rega periódica.
36
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Alternanthera tenella)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Apaga-fogo
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Alternanthera tenella)
Apaga-fogo
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Planta perene, herbácea, de ramos cilíndricos, estriados, esparsamente pilosos. Folhas
simples, opostas, inteiras ou lobadas, deltoides, lâmina com cerca de 8 cm de comprimento e 4
cm de largura, base atenuada e ápice agudo, margem serreada. Capítulos radiados vistosos,
com flores do raio alaranjadas e as flores do disco amarelas. Fruto cipsela fusiforme, que
são aqueles frutos compostos por sementes esvoaçantes, como os de dente de leão
(Taraxacum officinale).
Ocorre em fisionomias campestres, savânicas e florestais, sendo vista normalmente em
terrenos mais secos. 
Seu cultivo é simples, sendo pouco exigente, bastando um solo minimamente fértil e rega
constante. Deve ser cultivada em locais com boa incidência solar e pode ser cultivada em
vasos ou jardineiras. 
38
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Bidens gardneri)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Picão-vermelho
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Bidens gardneri)
Picão-vermelho
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Planta ereta, herbácea, anual, com 30-80cm de altura, caules e folhas cobertos com pelos
brancos, folhas opostas, pecíolos longos púberes, ou seja, coberto de pelos, com tricomas
glandulares, que são estruturas responsáveis pela proteção da planta. Suas flores são
dispostas em inflorescências terminais próximas com 30-50 flores rosadas a roxas
dispostas em corimbo, onde as inflorescências diferentes se elevam a um mesmo nível. O
fruto é um aquênio, fruto simples e seco, facilmente disperso pelo vento. 
Possui grande variação morfológica, adaptável a diferentes condições morfológicas. Cresce
geralmente na proximidade de habitações, prospera em solos de jardim, e é comum em
locais de ruínas. Possui odor peculiar, comparado ao de um bode, por isso seu outro nome
popular é catinga-de-bode. Cultivo é facilitado se tratando de uma planta resistente, portanto
manter um solo relativamente fértil e bem irrigado já trará bons resultados. Pode ser
cultivada em vasos.
40
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Ageratum conyzoides)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Erva-de-são-joão
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Ageratum conyzoides)
Erva-de-são-joão
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Espécie herbácea ereta e perene, atingindo de 1 - 2,5 m de alt. Suas folhas são alternas,
pecioladas, apresentando pecíolo, são atenuadas, ou seja, se apresentam mais estreitas
quando próximo da base. Suas flores são dispostas em inflorescências, de corola papilada,
apresentando inúmeras pequenas flores de coloração roxa intensa.
É uma planta comum e se dispersa em pequenas colônias entre campo sujo seco, campo limpo
úmido, cerradão, cerrado, mata de galeria e campo rupestre. Ocorre em 575-2400 m de alt.
em áreas que apresentam sinais de incêndios periódicos. Esta espécie é bem conhecida
pelos nativos, os quais a chamam de "sanguede tatu" e "chapéu-de-couro".
Seu cultivo pode ser feito em vasos ou floreiras desde que o solo seja bem irrigado e fértil. O
ideal é que a irrigação seja periódica, a ponto de manter o solo relativamente úmido.
Cultivar em locais com incidência de raios de sol. 
42
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Chresta sphaerocephala)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Sangue-de-tatu
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Chresta sphaerocephala)
Sangue-de-tatu
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É uma planta anual, ereta, com caule de folhas densamente pubescentes atingindo até 1 metro
de altura. Apresenta uma raiz principal com até 20 cm de comprimento. Este conjunto
desprende aroma suave, característico, levemente adocicado. O caule está ornado com pelo
delgados, com folhas de sabor amargo, simples e opostas, medindo em média 6 x 3 cm. As
inflorescências são axilares, em capítulos, com pequenas flores amarelas. 
Os frutos são do tipo aquênio, de forma triangular, compridos, recobertos por cerdas
irregulares, lhe conferindo vários outros nomes populares, como carrapicho-de-carneiro ou
carrapicho-de-três-pontas.
Seu cultivo deve ser realizado em solo fértil, em um local semi-sombreado e pode ser
cultivada em vasos ou floreiras. A rega deve serperiódica, mantendo sempre a terra
umida.
44
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Acanthospermum hispidum)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Espinhento
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Acanthospermum hispidum)
Espinhento
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
A vedélia é uma margaridinha nativa do litoral brasileiro, muito vistosa e rústica. A
ramagem rasteira e ramificada apresenta folhas trilobadas de coloração verde-escura,
que acentuam ocontraste com as pequenas inflorescências completamente amarelas.
Como outras flores da família Asteraceae, as flores verdadeiras são muito numerosas e se
apresentam em capítulos solitários. Devido ao seu comportamento estolonífero e rasteiro, é
muito utilizada como forração, para proteger taludes e barrancos. Mas também pode
embelezar canteiros e bordaduras, assim como vasos e jardineiras.
Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, regada a intervalos
regulares. Muito rústica, tolera umidade excessiva, alagamentos ou seca, sendo bastante
apropriada para jardins praianos. Multiplica-se por divisão da planta, preservando a
estrutura das mudas.
46
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Sphagneticola trilobata)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Vedélia
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
47
(Sphagneticola trilobata)
Vedélia
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
É planta herbácea, ereta, de caule cilíndrico, estriado longitudinalmente, liso ou com
escassa pilosidade e de pouca ramificação quando ereto. Nas folhas podem ocorrer manchas
acinzentadas ou castanho-avermelhadas na parte mediana. As inflorescências formam
espigas densas de cor verde pálida, com possibilidade de pigmentação vermelha, na parte
terminal dos ramos.
Planta invasora muito frequente em solos com bom teor de matéria orgânica. Possui grande
capacidade reprodutiva e um curto ciclo vegetativo.
Seu cultivo é facilitado, por ser bem resistente, sendo realizado em vasos ou jardineiras
com solo fértil e rega constante para manter o substrato bem umido. Ambientes semi-
sombreados são os melhores para o seu bom desenvolvimento.
48
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Amaranthus viridis)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Carurú
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Amaranthus viridis)
Carurú
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Planta perene, ereta, muito ramificada, atingindo de 80 a 1,60 m de altura. As folhas têm a
margem profundamente recortada e são de coloração verde escura. As flores se concentram na
parte terminal da planta, são de coloração amarela, saindo de alturas variadas dos ramos.
Apresenta- se muito ereto, com caule ramificado, sem pelo e estriado. A parte inferior da
planta é lisa, enquanto a parte superior é peluda e as folhas se aglomeram no ponto mais
alto com os caules das flores (corimbos). Sementes pequenas com cabelos brancos que
aproveitam o vento para se locomover.
Seu cultivo é simples. Necessita de solo minimamente fértil e rega periódica, visando manter o
solo sempre úmido. Deve ser cultivado em locais de boa incidência solar e pode ser
cultivado em vasos e floreiras. 
50
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Senecio brasiliensis)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Maria-mole
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
51
(Senecio brasiliensis)
Maria-mole
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Planta herbácea anual, atingindo de 30- 80 cm de altura, com folhas de vários formatos, desde
simples largo-lanceoladas, assimétricas, oblongas, obovadas até ovaladas. O limbo pode
apresentar pigmentação avermelhada na base, pecíolo curto de coloração verde ou
avermelhada, margem podendo ser ondulada, recortada, serrada e íntegra. A espécie pode ser
reconhecida em campo pelas seguintes características: apresenta látex, heterofilia
(folhas diferentes) muito evidente dentro da mesma planta e glândula nectarífera em
forma de taça.
É uma planta bastante frequente em todo país, ocorrendo principalmente em lavouras anuais e
perenes.
Seu cultivo é facilitado. Necessita de solo minimamente fértil e rega periódica, visando
manter o solo sempre úmido. Deve ser cultivado em locais de boa incidência solar e pode ser
cultivado em vasos e floreiras.
52
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Euphorbia heterophylla)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Amendoim-bravo
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
53
(Euphorbia heterophylla)
Amendoim-bravo
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Apresenta caule prostrado com ramos ascendentes, recoberto por pilosidade branca e
densa, coloração verde e contorno quadrangular com os ângulos em linha acentuada, em
tom avermelhado. Suas folhas são simples, opostas cruzadas, pubescentes, ou seja,
aporesentam pilosidades, são curtamente pecioladas ou sésseis. Limbo, ou seja, parte frontal
da folha, carnosa, em formato lanceolado, com as margens inteiras.
Sua inflorescência é terminal do tipo glomérulo. Flores sésseis com cálice de seis sépalas
soldadas, corola com seis pétalas brancas ou róseas, também soldadas, formando um tubo que
se alarga em direção ao ápice. Diferencia-se das demais espécies do gênero pelo tamanho
da flor.
Seu cultivo é simples, mas exige solo minimamente fértil e rega periódica para se desenvolver
bem. Deve ser cultivada em locais de meia-sombra a sol direto. Propaga-se por meio de
sementes e pode ser plantado em vasos e floreiras. 
54
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Richardia grandiflora)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Poaia
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
55
(Richardia grandiflora)
Poaia
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
É uma espécie perene e subarbustiva. Esse arbusto ocorre principalmente em pastagens,
culturas agrícolas e em terrenos baldios com solos arenosos. 
Suas folhas tem textura macia e apresentam pequenas pilosidades, tem nervura bem aparente
e coloração verde mais claro. Suas flores são grandes, com pétalas de coloração amarela e a
região central alaranjada. Os grãos de pólen ficam expostos nas flores e atraem muitas
espécies de abelhas. Seus recursos florais, pólen e néctar, são muito importantes para abelhas
e principalmente para as espécies de abelhas solitárias. Devido à sua importância melífera
essa planta pode ser utilizada em jardins de flora melífera.
Seu cultivo é relativamente facilitado já que é uma espécie mais rústica. Basta ter solo fértil e
irrigação periódica diária para ter um bom desenvolvimento da planta. Pode ser plantada
em vasos. 
56
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Sida cordifolia)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Malva-Branca
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
57Malva-branca
(Sida cordifolia)
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
É uma espécie conhecida popularmente também como malva-branca. É subarbustiva, perene
e muito comum em áreas de pastagens e pomares. 
Suas folhas apresentam pequenas pilosidades, dando aspecto de penugem e a coloração
levemente esbranquiçada. Tem formato lanceolado e nervuras aparentes. Suas
inflorescências são compostas por flores pequenas e amarelas. Ela fornece recursos florais
importantes para muitas espécies de abelhas sociais e solitárias. A abelha jandaíra
(Melipona subnitida) é um visitante frequente de suas flores. As flores de Douradinha
aumentam a oferta de recursos para as abelhas e podem ser utilizadas para fortalecer a
criação de abelhas nativas.
Seu cultivo é mais específico. Sendo necessário soo bem drenado, com um pouco de areia na
mistura. Deve receber bastante incidência solar e as regas devem ser periódicas sem
encharcar muito o solo. 
58
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Waltheria americana)
CaracterísticasPrincipais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Douradinha
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
59
(Waltheria americana)
Douradinha
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Hyptis suaveolens, conhecida popularmente como bamburral, é uma espécie
subarbustiva, anual e pode atingir até 1,3 m de altura. Ocorre principalmente em áreas
abertas, formando grandes manchas uniformes. 
Suas folhas apresentam pilosidades bem pequenas, dando aspecto de camurça ao toque.
Apresentam as bordas denteadas e formato lanceolado. Suas flores são axiais e pequenas,
com coloração lilás. Muitas espécies de insetos, e principalmente as abelhas, visitam suas
flores para coletar néctar. 
O bamburral pode ser utilizado para aumentar a disponibilidade de recursos alimentares
utilizados pelas abelhas e é facilmente cultivado, sendo necessário apenas solo fértil, bom
espaço, local semi-sombreado e rega constante.
60
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Hyptis suaveolens)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Bamburral
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
61
(Hyptis suaveolens)
Bamburral
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Subarbusto pequeno e lenhoso, com caule subterrâneo, a parte aérea ereta, com altura
ao redor de 30 cm. O sistema radicular geralmente emite vários caules independentes,
agrupados. Suas folhas são simples, alternas, espatuladas, com cerca de 20 cm de comprimento
e 5 cm de largura, base aguda e ápice obtuso a arredondado, margens usualmente largo-
onduladas, as nervuras secundárias partindo da nervura central quase em ângulo reto. Suas
flores se apresentam em Inflorescência, panícula terminal, ou seja, naturalmente as
flores se apresentam nas pontas dos galhos, no fim da brotação de folhas. Seus frutos são
bem parecidos com o do seu primo, o cajú (Anacardium occidentale), porém são menores. 
Ocorre em fisionomias campestres e savânicas, em terrenos secos. Portanto, seu plantio não
exige muita água, mas exige um vaso bem grande caso você não tenha espaço em solo. A
terra deve ser minimamente fértil e a planta deve ser mantida em local com incidência de raios
solares. 
62
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Anacardium humile)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Cajuí
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
63
(Anacardium humile)
Cajuí
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Subarbusto, de altura em torno de 50 cm. Suas folhas são alternas, sésseis, ou seja, não
apresentam suporte, são obovadas, elípticas ou oblanceoladas, esparsamente denteadas no
ápice, tem base aguda a atenuada, seu ápice pode ser arredondado a agudo. Já suas flores
tem coloração creme, são ordenadas em capítulos axilares, em forma de espiga. Seu fruto
cipsela, ou seja, um fruto seco, como o fruto do Dente-de-leão (Taraxacum officinale) por
exemplo. 
Essa planta ocorre em fisionomias campestres e savânicas, em terrenos secos. Seu cultivo é
relativamente facilitado. Ela necessita de solo fértil, bem drenado e vasos grandes para
um bom desenvolvimento. As regas devem ser constantes, a ponto de manter a terra sempre
úmida porém não encharcada. 
64
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Baccharis trinervis)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Carqueja
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
65
(Baccharis trinervis)
Carqueja
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
66
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Phyllanthus tenellus)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Quebra-pedra
Espécie herbácia, anual, de tamanho variável, entre 30 e 50 cm. É facilmente reconhecida
pelas flores pistiladas, com pedicelo, que é a estrutura de suistentação da flor, longo. Suas
folhas são ovaladas, bipinadas, de coloração verde intenso, sendo que as folhas mais novas
apresentam uma coloração mais clara que as demais. Suas flores são bem pequenas, de
coloração esverdeada, tendendo a ser esbranquiçadas e seus frutos são pequenas
bolinhas dispostas ao longo dos ramos de onde surgem as folhas. 
Essa espécie é facilmente confundida com outras duas espécies de Phyllanthus, a
Phyllanthus amarus e a Phyllanthus niruri. Sendo distinta basicamente no seu caule arroxeado
Seu cultivo é facilitado, já que ela nasce espontâneamente durante o ano. Sendo necessário
apenas o transporte para vasos ou jardineiras. Foram avistadas jataís (Tetragonisca
angustula) forrageando nas flores dessa espécie, por isso, é uma espécie indicada para
fornecimento de pasto.
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(Phyllanthus tenellus)
Quebra-pedra
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68
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Eclipta prostrata)
Características Principais
Época de Floração
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Erva-botão
Erva anual ou perene, de até 1 m de altura. A base da planta é rizomatosa. Suas folhas são
opostas, elípticas ou lanceoladas, até 10 cm de comprimento e 3 cm de largura, mas
geralmente menores, estreitas na base, ligeiramente serrilhadas na margem, um tanto ásperas
ao toque. A sua inflorescência é disposta em cabeças solitárias, em pedúnculos curtos
localizados nas pontas dos caules e nas axilas das folhas. 
Embora tenha o aspecto de uma flor, é na verdade uma inflorescência formada por pequenas
flores sésseis dispostas sobre um receptáculo plano, providas na sua superfície de brácteas
(paleas) muito finas, semelhantes a cerdas cobertas de pelos e que eles permanecem no
recipiente depois que os frutos caem; O conjunto de flores é circundado externamente por 8 a
9 brácteas dispostas em 2 ou 3 séries não muito evidentes, que constituem o invólucro, é
cilíndrico ou alargado, as brácteas são estriadas e têm pelos reclinados.
Seu cultivo é simples e pode ser plantada em vasos. Precisa de sol direto e rega constante. 
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(Eclipta prostrata)
Erva-botão
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Planta herbácea, trepadeira, glabra, de caules muito ramificados, com 90 a 180 cm de
comprimento. Suas folhas tem nervuras aparentes, de coloração mais escura. A flor é
composta por 5 sépalas e corola vermelho intenso. Apresenta estames bem visíveis, de
coloração mais amarelada na base e mais clara nas pontas. O estigma fica localizado
juntamente com os estames. 
É uma planta relativamente comum, é invasora de terrenos baldios, beira de estradas e
culturas anuais. Onde podemos encontrá-la facilmente. 
O seu cultivo nãoé complicado. Necessita de solo minimamente fértil e rega periódica, visando
manter o solo sempre úmido. Deve ser cultivado em locais de boa incidência solar e pode
ser cultivado em vasos e floreiras.
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Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Ipomoea hederifolia)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Corda-de-viola TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Ipomoea hederifolia)
Corda-de-viola TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Trepadeira lenhosa muito ramificada, glabra, ramos delgados de coloração marrom, folhas
simples, opostas, elípticas, cerca de 4 cm de comprimento e 2 cm de largura, verde-escuras e
lustrosas na face superior, mais claras na face inferior, ápice e base agudos, nervação terciária
conspícua especialmentena face inferior, presença de domácias, pequenos furinhos, nas axilas
das nervuras secundárias. Suas flores tem uma coloração variando de creme a branco,
dispostas em tirso terminal, cônico. Seu fruto é um folículo moniliforme, ou seja, de
formato cilíndrico, lembrando as contas de um rosário.
Ocorre em fisionomias campestres, savânicas e florestais, em terrenos secos. E pode ser
cultivada em vasos, desde que tenha solo fértil e a irrigação seja ideal, mantendo a terra
sempre umida. 
72
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Forsteronia pubescens)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Cipó-de-Leite TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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TREPADEIRA
(Forsteronia pubescens)
Cipó-de-Leite
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Trepadeira muito utilizada na decoração das festividades de São João em todo o Brasil. Produz
muitas inflorescências, compostas de pequenas flores alongadas e alaranjadas em pleno
inverno destacando-se. A folha é composta de dois ou três folíolos opostos e uma gavinha.
Suas flores são tubulares (4 a 7 cm) de cor alaranjada ou vermelha alaranjada, raramente
amarela.
É uma planta interessante quando queremos ter flores vistosas nos meses frios. Cobre muito
bem pérgolas, cercas, treliças, muros e caramanchões. É frequente observá-la nas matas a
beira das estradas. 
Devem ser cultivadas em solo fértil com regas regulares, sempre a sol pleno. Uma boa
adubação com farinha de ossos e cinzas estimula uma floração abundante. Multiplica-se por
sementes e por estaquia.
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Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Pyrostegia venusta)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Cipó-de-São-João TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Pyrostegia venusta)
Cipó-de-São-João TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Planta trepadora, perene, com ramos cilíndricos ou subretangulares (retangulares)
glabros (sem pelos), com casca pardo esverdeada. As gavinhas são sempre opostas às folhas
e surgem no ápice dos ramos, estas são perenes, fixando bem a planta como se estivessem
amarradas por arames. As folhas são simples, ovais, ou triangulares de textura cartácea (de
cartulina) sob pecíolos (haste ou suporte) de 1 a 8 cm de comprimento, glabro (sem pelo) ou
pubérulo (com pelos densos) e canaliculado (como calha). Essa espécie é facilmente
identificada pelas raízes adventícias que saem do cipó e que parecem linhas descendo ao chão.
As flores são brancacentas de 1 a 2 mm de comprimento e produzem grande quantidade
de pólen e néctar atraindo diversas espécies de abelhas. O fruto é uma baga preta redonda
de 1 cm de comprimento. 
Pode ser cultivada em qualquer altitude. No sol ou na sombra. É muito rústica e adapta-se
a qualquer tipo de solo. Pode ser cultivada em vasos desde que tenha apoio para seu
crescimento.
76
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Cissus sicyoides)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Insulina-vegetal TREPADEIRA
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(Cissus sicyoides)
Insulina-vegetal TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Passiflora alata é uma planta trepadeira semi-lenhosa, com propriedades alimentícias
semelhantes ao maracujá comum (Passiflora edulis). As folhas são ovais ou oblongas, com
10–15 cm de comprimento e 1-10 de largura. As flores com até 7 cm de largura possuem um
perfume muito agradável e coloração vinho intensa. Ainda sobre suas flores, os estames e
estigmas estão presentes em estruturas ao centro da flor, contornadas por uma coroa de
filamentos arroxeados, que protegem as estruturas reprodutivas. O fruto tem a forma de ovo,
de cor amarela a laranja brilhante, com 8-15 centímetros de comprimento e 5–10 cm de
diâmetro, pesando de 90 até 300 gramas. Este fruto é cultivado em algumas partes do Brasil
e é altamente valorizado.
Seu cultivo deve ser realizado em locais de pleno sol, próxima de cercas, muros ou em
sistema de condução (espaldeira), para que os ramos da planta possam se escorar a medida
que vão crescendo. A rega deve ser constante e ela pode ser cutivada em vasos grandes. 
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Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Passiflora alata)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Flor-da-paixão TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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(Passiflora alata)
Flor-da-paixão TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
Trepadeira glabra, ou seja, de aspecto liso, com corpo lenhoso composto, caule triangular,
ramos cilíndricos ou pouco triangulares, sendo um ramo central maior e três a quatro
periféricos menores, com duas gavinhas na base da inflorescência. Possuem folhas
compostas, biternadas, ou seja, uma folha é composta de 3 pecíolos, cada um com 3
folíolos de formato lanceolado-elítico, possuindo até 27 cm de comprimento. Suas
inflorescências são dispostas em tirsos axiliares ou reunidas em pequenas panículas apicais,
com flores alvas, ou seja, de aspecto sedoso e esbraquiçado, além de apresentar estames
de coloração amarelada. Ainda as flores contam com 8 mm diâmetro, cálice de sépalas
lanuginosas, ou seja, com aparência de lã. Frutos cordado-triangulares, como podemos ver na
imagem da próxima página. E suas sementes são subglobosas.
Seu cultivo é simples, podendo ser cultivaso em vasos, sendo necessário terra fértil e rega
constante, além disso, a planta deve ser mantida em local semi-sombreado.
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Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
TREPADEIRA
(Serjania lethalis)
Cipó-Uva
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
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TREPADEIRA
(Serjania lethalis)
Cipó-Uva
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
É uma trepadeira volúvel, ou seja, se enrola facilmente, pode chegar a ter de 2 a 5 metros de
altura, é glabra, apresentando folhas lisas. Suas folhas são simples, opostas, ovadas e oblongo-
lanceoladas, de base obtusa e ápice agudo, sendo que tem até 15cm de comprimento e
aproximadamente 7cm de largura. Possuem três nervuras bem evidentes, são pecioladas,
coriáceas, verde-brilhantes na face superior e mais pálidas na inferior.
Suas flores hermafroditas, são reunidas em número de quatro capítulos, iguais entre si,
de coloração branca-creme. Seus frutos são do tipo aquênio, glabro. ou seja, lisos.
Seu cultivo deve ser realizado entre setembro e outubro ou em épocas chuvosas. Para o
plantio, recomenda-se solo arenoso e rico em matéria orgânica. A rega deve ser constante,
mantendo a terra sempre úmida e há necessidade de algum suporte para que a planta
escore com o seu desenvolvimento. Pode ser plantada em vasos.
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82
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Mikania glomerata)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Guaco TREPADEIRA
T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T
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Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
83
(Mikania glomerata)
Guaco TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
A ora-pro-nobis é caracterizada por ser um arbusto do tipo trepadeira, podendo atingir
uma altura de até 6 metros, possui folhas suculentas e comestíveis, além de muito
nutritivas. Suas flores são pequenas, de pétalas brancas ou rosadas e estames alaranjados,
são aromáticas e atraem muitos insetos polinizadoires, principalemente abelhas, o que nos
permite uma identificação clara da espécie. Seus frutos são amarelos, em forma de bagas. Seu
caule possui espinhos recurvos, bem afiados, sendo aconselhado seu manuseio com luvas
apropriadas. Suas folhas são ricas em vitaminas A, C e B, cálcio e ferro e são muito
apreciadas na culinária como condimento.
Sua rusticidade permite que seja cultivada em diversos tipos de solo, inclusive não exige
que eles sejam férteis. Se desenvolve em ambientes com incidência de sol ou meia-sombra. É
propagada por meio de estacas. Pode ser plantada em vasos. 
84
Recursos Oferecidos
PÓLEN NÉCTAR RESINA
(Pereskia aculeata)
Características Principais
Época de Floração
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Ora-pro-Nobis TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
85
(Pereskia aculeata)
Ora-pro-Nobis TREPADEIRA
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
RODRIGUES, I. M. C. et al. Anatomia e histoquímica das folhas de Senna alata. Planta
daninha, v. 27, n. 3, p. 515-526, 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?
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Referências Bibliográficas 86
Conteúdo licenciado para Rodrigo Calabresi Machado - 284.046.728-30
https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-83582009000300012&script=sci_abstract&tlng=pt
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http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/315040
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SANTOS, F. et al. Apícolas. Embrapa Semiárido-Capítulo em livro científico (ALICE), 2005.
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https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/157062/1/Artigo.pdf
LOPES, Monique Cristina Simão et al. Propagação vegetativa por estaquia em
marmeleiro (Croton sonderianus) submetido a diferentes indutores de enraizamento.
AGROPECUÁRIA CIENTÍFICA NO SEMIÁRIDO, v. 10, n. 2, p. 111-116, 2014. Disponível em:
http://revistas.ufcg.edu.br/acsa/index.php/ACSA/article/view/552/pdf
Grogan, J. et al. 2002. Mogno na Amazônia brasileira: ecologia e perspectivas de
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CARVALHO, P. E. R. Paricá-Schizolobium