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1) sobre o que significa a cadeia de suprimentos: 
a cadeia de suprimentos do leite é o conjunto de etapas que vai 
da produção nas fazendas até o consumidor final, envolvendo 
ordenha, resfriamento, transporte, processamento industrial e 
distribuição. Cada elo precisa estar bem coordenado para manter 
a qualidade, evitar perdas e garantir a segurança alimentar. 
Além da logística, a cadeia exige controle de temperatura, 
gestão de insumos e rastreabilidade, o uso de tecnologias e a 
integração entre produtores, cooperativas e indústrias são 
fundamentais para eficiência e competitividade no mercado 
lácteo. 
2) sobre tendências mundiais para o mercado de carnes: 
O mercado da carne está em constante transformação, 
impulsionado pelo desejo do consumidor, que desempenha 
papel central na determinação das tendências de consumo e 
produção, a análise da cadeia e da qualidade produtiva animal 
precisa estar alinhada a essas expectativas para garantir 
competitividade e sustentabilidade. 
qualidade p/ diferenciação e agregação: consumidores valorizam 
produtos diferenciados e com valor agregado exigido controle 
rigoroso de qualidade. 
Segurança alimentar e alimento seguro: rastreabilidade e 
alimentos livres de contaminantes são essenciais para atender à 
demanda por segurança do consumidor. 
sustentabilidade ambiental máxima: sistemas de produção 
sustentáveis, com menor impacto ambiental, são cada vez mais 
exigidos. 
bem-estar animal: práticas humanitárias e manejo ético são 
prioridades para consumidores conscientes. 
bem-estar social: produções que promovem desenvolvimento 
social e relações justamente ganham destaque no mercado. 
basear-se em ciência de pesquisa: inovações científicas em 
genética, manejo e nutrição garantem eficiência e qualidade. 
 investir em pessoas: a capacitação de profissionais é crucial 
para atender às exigências do mercado. 
o mercado externo ditará critérios: atender aos padrões globais é 
essencial para a competitividade internacional. 
assim, a integração dessas tendências na análise de cadeia e na 
qualidade animal produtiva não atende apenas ao desejo do 
consumidor, mas também estabelece um diferencial competitivo 
para o setor. 
 
3) sobre tendências mundiais buscadas pelos consumidores: 
As tendências de consumo de produtos de origem animal 
refletem os desejos claros do consumidor, influenciando 
diretamente a análise de cadeia e a qualidade produtiva. 
sensorialidade e prazer: buscam experiências únicas de sabor e 
textura, destacando a importância de processos que garantem 
características sensoriais superiores na produção. 
saudabilidade e bem-estar: preferências por alimentos que 
promovem saúde e qualidade de vida exige práticas que 
garantem o equilíbrio entre valor nutricional e bem-estar animal. 
conveniência e praticidade: produtos simples de preparar e 
consumir impulsionam a inovação na cadeia produtiva, que 
deve atender à demanda por soluções rápidas e eficazes. 
qualidade e confiabilidade: a rastreabilidade e a padronização 
são fundamentais para transmitir segurança e fortalecer a 
confiança no consumidor. 
sustentabilidade e ética: práticas que respeitam o meio 
ambiente, os animais e as comunidades envolvidas são cruciais 
para atender às expectativas de um consumo responsável e 
consciente. 
integrar essas tendências e análise de cadeia e à qualidade 
produtiva é essencial para atender às demandas do consumidor 
moderno e garantir a competitividade no mercado. 
4) sobre a similaridade observada nas tendências da 3 e da 4. 
as tendências do primeiro texto (qualidade, segurança, 
sustentabilidade, bem-estar animal e social, ciência, capacitação 
e mercado externo) estão diretamente conectadas ao segundo 
texto. qualidade e confiabilidade se relacionam com 
diferenciação e rastreabilidade; sustentabilidade e ética abrange 
práticas ambientais e sociais; sensorialidade de prazer dialogam 
com o valor agregado; e saudabilidade está alinhado ao alimento 
seguro. já ciência, capacitação e critério do mercado externo 
apoiam inovação, conveniência e padronização. no entanto, 
investir em gente é uma tendência mencionada no primeiro 
texto que não é abordada explicitamente no segundo. 
5) sobre o organograma da cadeia produtiva : 
os agentes da cadeia são: ind. insumo → fazenda (prod. animal) 
→ ind. processadora (consumidor 
externo)→distribuição/comercialização (supermercado) → 
consumidor (interno) 
é uma sequência de processamento para beneficiar o produto até 
chegar no consumidor. nessa cadeia complexa, há o ambiente 
institucional, que regem a cadeia por meio de leis e normativas 
(mapa, mma, mctic, me, mec, ms, mre) e o ambiente 
organizacional, composto pelos diferentes tipos de organização 
que a sociedade cria para suprir e usar uma cadeia de forma 
eficiente. 
 4 exemplos: 
 ind insumo – sindicatos 
 fazenda – farsul 
 ind processadora – ccgib 
dist./super – aba supermercados 
consumidor – emater, ifrs, uni. 
entre os agentes, há o fluxo que pode ser de informação (duas 
vias: vai e volta), bens e serviços (via única, direção ao 
consumidor), exigência e capital (via única, direção ao início da 
cadeia). 
essa análise demonstra compreensão de como os diversos 
componentes interagem para maximizar a produtividade e 
atender tanto ao mercado interno quanto externo. é crucial 
entender que, para otimizar essa cadeia, é necessário garantir a 
qualidade em todas as etapas e uma comunicação eficiente entre 
os elos, além de atender às regulamentações estabelecidas pelo 
ambiente institucional. 
6) sobre a modernização da agricultura: a modernização da 
agricultura brasileira intensificou-se a partir da década de 1960, 
com a introdução de insumos como sementes selecionadas, 
fertilizantes e defensivos, além da mecanização do campo, 
impulsionada pelo crédito rural. essa transformação levou à 
criação do complexo agroindustrial (cai), integrando a produção 
agrícola à indústria e aumentando significativamente a 
produtividade e as exportações. a pesquisa e a zootecnia 
também avançaram nesse contexto, especialmente a partir da 
década de 1970 (teixeira, 2005). 
por outro lado, o processo foi marcado por forte exclusão social 
e concentração fundiária. pequenos produtores foram 
marginalizados, pois não conseguiram acompanhar os custos da 
modernização, enquanto grandes proprietários expandiram suas 
áreas e lucros. a modernização também causou sérios impactos 
ambientais, como desmatamento e contaminação por 
agrotóxicos, especialmente nas regiões sul e sudeste, onde o 
processo foi mais intenso (teixeira, 2005). 
 
7) sobre o conceito e seus primeiros pesquisadores: 
o texto de marafon aborda a formação do complexo 
agroindustrial (cai) no brasil, destacando as transformações que 
integraram agricultura e indústria a partir das décadas de 1970 e 
1980. esse processo resultou na industrialização da agricultura 
por meio da articulação com setores industriais a montante 
(máquinas e insumos) e a jusante (agroindústrias). 
as bases teóricas desse conceito remontam à noção de 
agribusiness, proposta por davis e goldberg nos estados unidos 
na década de 1950, e à de filière, desenvolvida por malassis na 
frança na década de 1960. ambas as abordagens enfatizam a 
cadeia de produção integrada e interdependente entre os setores 
agrícolas e industriais. 
autores como müller, kageyama e graziano da silva contribuíram 
para adaptar essas teorias ao caso brasileiro, diferenciando entre 
os "macro" e "micro" complexos agroindustriais. a análise 
brasileira considera tanto os encadeamentos produtivos quanto 
os aspectos históricos e sociais da agricultura nacional. 
 
8) sobre a revolução verde: 
a) a rev. verde foi um conjunto de inovações tecnológicas e 
práticas agrícolas, implementadas entre 1940 e 1950, para 
aumentar a produtividade. essas inovações incluem o uso de 
sementes melhoradas, fertilizantes químicos, agrotóxicos, 
irrigação, contribuindo para a expansão agrícola, especialmente 
em países em desenvolvimento. b) aumentodo uso de 
agrotóxicos e fertilizantes, que causaram degradação ambiental 
e problemas de saúde. além disso, a mecanização agrícola 
intensiva resultou na desigualdade econômica, evasão rural com 
a monocultura, diminuiu a diversidade de culturas. 
c) aumento produtivo e redução da fome. a introdução de 
sementes de alto rendimento junto com as tecnologias 
modernas, permitiu que muitos países alcançassem a segurança 
alimentar e impulsionaram a economia. 
d) promover práticas agrícolas mais sustentáveis, focando na 
conservação do solo e na redução do uso de produtos químicos. 
além disso, políticas de apoio a pequenos agricultores e investir 
em infraestrutura rural auxiliando a mitigar os impactos sociais 
e econômicos. 
e) a ausência da revolução verde provavelmente resultaria em 
um cenário agrícola menos intensivo em tecnologia, mas 
também com menor produtividade, o que poderia ter levado a 
crises alimentares em várias partes do mundo. 
9) sobre os índices da unidade 3 e 4: 
A unidade 3 refere-se aos indicadores zootécnicos das criações 
ligadas ao desempenho da criação. nas unidades produtivas é 
necessário ter eficiência e esses índices devem ter boa margem 
de lucro, por exemplo, del médio para rebanho em lactação, 
partos por porca ano.etc. A unidade 4 refere-se aos cenários de 
produção/consumo/mercado por países e regiões. estatísticas 
globais que representam as cadeias produtivas, exemplos: 
consumo de carne por habitante, maiores produtores de leite, 
etc. 
10) sobre a palestra que analista roppa ministrou no mundo: 
luciano roppa analisou o mercado mundial de carnes destacando 
três fatores que impulsionam sua expansão: o crescimento 
populacional, o aumento do poder aquisitivo e a melhora da 
alimentação. ele mostrou que a demanda por carnes cresce 
principalmente nos países em desenvolvimento, onde há mais 
espaço para consumo e produção. 
o brasil aparece como um dos protagonistas no cenário futuro, 
com grande potencial de exportação. roppa alerta, porém, que 
doenças animais e questões sanitárias podem afetar esse 
crescimento, exigindo atenção à qualidade e segurança dos 
produtos. 
11) sobre a produção e consumo mundial de milho e de carne 
o artigo de leonardo sologuren analisa o mercado global de 
grãos e carnes usando gráficos com esferas para representar a 
produção, exportação e consumo dos principais países. os 
estados unidos são destacados como líderes em exportação de 
grãos, enquanto a china cresce em produção e consumo interno, 
mas exporta pouco. o brasil emerge como um importante 
exportador desde os anos 2000. a análise das carnes mostra o 
aumento do consumo per capita em países emergentes, 
impulsionado pelo crescimento da renda, com destaque para o 
consumo chinês. sologuren também aborda a expansão da 
"safrinha" de milho no brasil e o impacto dos preços 
internacionais sobre o mercado nacional, explorando cenários 
futuros influenciados por fatores climáticos e econômicos. 
 
12) sobre o intercambio comercial entre países: 
o documento "intercâmbio comercial do agronegócio – edição 
2017", do mapa, analisa as exportações agropecuárias brasileiras 
para os dez principais mercados, que representam quase 70% do 
valor exportado. ele avalia produtos, demandas internacionais, 
barreiras comerciais e perspectivas regionais, destacando a 
importância da diversificação e de agregar valor às exportações 
para aumentar a competitividade. o texto reforça a relevância do 
agronegócio brasileiro no mercado global e a necessidade de 
políticas públicas para superar barreiras e promover a 
sustentabilidade e a segurança alimentar, além disso, 
enfatiza a necessidade de políticas públicas e estratégias 
comerciais distintas para superar barreiras técnicas e 
promover a sustentabilidade e a segurança alimentar, 
essenciais para atender às exigências dos mercados 
globais 
 
13) sobre os censos agropecuários: 
o censo agropecuário é uma pesquisa abrangente que 
coleta dados sobre a produção animal e agrícola no brasil, 
servindo como base para planejamento, análises e 
decisões no setor. realizado pelo ibge, o primeiro ocorreu 
em 1920, consolidando-se como prática regular a cada 10 
anos, embora tenha enfrentado atrasos devido a crises 
políticas ou econômicas. assim, fornecem informações 
sobre o tamanho e distribuição das propriedades rurais, o 
uso do solo e tecnologias empregadas, a produção vegetal 
e animal, entre outros, para que esses dados coletados, 
tanto por entrevista quanto complementados pela 
tecnologia, possam gerar informações para o planejamento 
público e combate às desigualdades, o monitoramento 
ambiental e promoção da sustentabilidade e a prevenção 
de crises de abastecimento entretanto, o censo enfrenta 
desafios como altos custos, logística complexa e 
resistência de produtores. dada a rápida evolução do setor 
agropecuário, a atualização deveria ser mais frequente. 
com o avanço tecnológico, espera-se que esses 
levantamentos se tornem cada vez mais eficientes e 
detalhados. 
14) sobre o texto panorama mundial das carnes 
texto do moodle 4.1.4 
 
a) o primeiro gráfico colorido: o primeiro gráfico colorido 
mostra o consumo mundial de carnes entre 2000 e 2020, 
discriminando por tipo de carne (bovina, suína, de aves, 
ovina e outras). a partir disso, é notório que, o consumo de 
carne de suínos e bovinos vem diminuindo e reduzindo, 
enquanto, o consumo de carne de aves está aumento e 
representa a principal responsável pelo aumento da 
produção total. 
b) O motivo das estatísticas terem esse comportamento? 
As estatísticas apresentadas no gráfico têm esse 
comportamento devido a fatores como 1. o aumento da 
população mundial, gerando maior demanda por 
alimentos, especialmente proteínas. 2. elevação da renda 
per capita, que possibilita maior acesso à carne, embora a 
relação renda-consumo varie por região e contexto 
cultural. 3. eficiência de produção da carne de frango, que 
tem menor custo e maior acessibilidade, impulsionando 
sua demanda em comparação com outras carnes. 4. 
preferências culturais e regionais, como a forte aceitação 
de carne em países como brasil e argentina, contrastando 
com menor consumo em regiões como índia e partes do 
oriente médio. 
c) no gráfico que mostra os 10 itens de habilidades mais 
importantes dentre 39 pesquisados aparecem 2 em 
primeiro lugar. quais são e porque são estes os itens? 
“habilidade para reduzir custos” 
“habilidade para fazer boa gestão de compras”. 
15) sobre o vídeo “dilema civilizatório” : 
 a) o vídeo "dilema civilizatório", apresentado pelo 
professor xico graziano, discute o impacto do crescimento 
populacional e da agricultura no planeta. ele destaca que, 
enquanto a população aumenta, especialmente na ásia e na 
áfrica, a área agricultável per capita diminui desde 1960, 
chegando atualmente a 0,35 hectares por pessoa. esse 
cenário é mitigado pelo avanço tecnológico e pela 
elevação da produtividade rural. graziano também aponta 
que o aumento da renda global amplia a demanda por 
alimentos mais nobres, como carnes e frutas, pressionando 
ainda mais a produção agrícola. com vasta área 
agricultável, o brasil tem grande potencial de expansão e 
eficiência, posicionando-se como protagonista no 
suprimento alimentar mundial. 
b) concordo com o professor graziano. a crescente 
demanda por alimentos representa tanto um desafio 
quanto uma oportunidade para o setor agrícola. o aumento 
da renda incentiva a produção de itens de maior valor 
agregado, impulsionando inovação e eficiência nas 
cadeias produtivas. tecnologias sustentáveis serão 
essenciais para elevar a produtividade sem expandir áreas 
agrícolas, equilibrando o suprimento global com a 
preservação ambiental. 
16) sobre as integrações nas cadeias de suínos e aves; 
Uma cadeia produtiva é o conjunto de etapas e agentes 
envolvidos na produção, processamento, distribuição e 
comercialização de um produto, desde a matéria prima até 
o consumidor final. ela abrange produtores, fornecedores 
de insumos, processadores,distribuidores e varejistas, 
sendo essencial para conectar as diferentes fases da 
produção de forma eficiente e sustentável. essa estrutura 
permite a coordenação entre os elos, garantindo qualidade, 
regularidade na oferta e competitividade no mercado. nos 
sistemas integrados de produção de suínos e aves, as 
cadeias funcionam por meio de parcerias entre produtores 
rurais e empresas integradoras. a empresa fornece os 
insumos principais, como rações, medicamentos e os 
animais jovens, além de assistência técnica. o produtor, 
por sua vez, disponibiliza as instalações, a mão de obra e 
cuida do manejo diário. após o ciclo de engorda, a 
empresa coleta os animais para abate e comercialização. 
esse modelo assegura maior eficiência produtiva, reduz 
riscos ao produtor e garante qualidade padronizada para o 
mercado. 
17) sobre consumo brasileiro de produtos/proteína animal: 
a) o consumo de carne bovina caiu no brasil 
principalmente por causa do alto preço, que a tornou 
menos acessível para a população, especialmente durante 
períodos de crise econômica. em contrapartida, carnes de 
frango e suína subiram no consumo por serem mais 
baratas, práticas e amplamente disponíveis, tornando-se 
alternativas mais viáveis para as famílias. 
b) a alta de 10% no consumo de peixes pode ser real em 
um período específico ou região, especialmente com o 
crescimento da aquicultura e campanhas de incentivo. no 
entanto, o consumo de peixe no brasil ainda é baixo 
comparado a outras proteínas e enfrenta limitações como 
preço elevado, menor oferta e hábitos alimentares que 
priorizam outras carnes. 
c) sim, o consumo de leite vem caindo, pressionado pelo 
aumento de preços, mudanças nos hábitos alimentares e 
crescimento de dietas que evitam laticínios. por outro 
lado, o consumo de ovos tem subido de forma contínua, já 
que são baratos, nutritivos e cada vez mais valorizados na 
alimentação saudável e no dia a dia dos brasileiros.

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