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utilização de acidos graxos como substrato energetico, que contribui para redução de medidas (BRAZ et al., 2017). 3.3 Microbiota, simbiose e disbiose em estética o intestino é O órgão responsável pela digestão e absorção de nutrientes que são essenciais para a saúde. Além disso, intestino faz parte também do sistema imunológico, uma vez que apresenta uma permeabilidade seletiva, funcionando como uma barreira contra patógenos (TORTORA; DERRICKSON, 2016). Contudo, vale ressaltar que funcionamento desse órgão depende, entre outros fatores, do equilíbrio entre diferentes micro-organismos que habitam. Quando número de bactérias patogênicas aumenta, há aumento da permeabilidade e redução da seletividade, que pode causar alterações na resposta imunológica, além de desordens estéticas. 3.3.1 Conceitos em microbiota intestinal De acordo com Wagner e outros (2018), a microbiota intestinal consiste em diversos micro-organismos que habitam esse órgão, interagindo com hospedeiro de forma simbiótica: Modula a inflamação e o sistema imunológico. Participa da biotransformação de xenobióticos. Auxilia na absorção de micronutrientes. Fermenta substratos energéticos. Fornece resistência a patógenos. Desse modo, a alteração na composição da microbiota, com aumento do número da proporção de bactérias patogênicas, em detrimento das protetoras, leva a alterações na permeabilidade intestinal e permitem a passagem de várias substâncias que hiperestimulam sistema imune. Entre as causas para esse desequilíbrio estão estresse fisiológico e psicológico, hospitalização, medicamentos e dieta desequilibrada (WAGNER et al., 2018). 3.3.2 Disbiose e sua relação com a estética A disbiose intestinal provoca sintomas como gases, diarreia ou constipação, estando também associada a doenças cardiovasculares, síndrome metabólica e até mesmo problemas neurológicos. Ademais, existe uma associação entre a disbiose intestinal e as alterações dermatológicas, como acne, dermatite e rosácea, uma vez que há passagem de toxinas, bactérias e peptídeos que estimulam uma reação inflamatória exacerbada (MORAES et al., 2017).

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