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Citogenética - Aula 01 
> DNA e Divisão Celular: 
- O DNA é a molécula mais estável dos 
cromossomos, e a ela associam-se 
proteínas chamadas de histonas e 
protaminas, e são o que define a 
estrutura do cromossomo. 
-> A fita de DNA (composta por Adenina, 
Timina, Citosina e Guanina) se associa e 
se enrola em histonas (H1, H2, H3 e H4), 
que são ricas em lisina e arginina. Essa 
junção de DNA com proteínas (histonas) 
vão formar a cromatina. Essa cromatina 
começa a se juntar e se enrolar formando 
as nucleossomas, que é a primeira 
estrutura de condensação composta 
pelas histonas. Essa fita de nucleossoma 
é chamada de solenoide, que se 
condensam e formam uma fibrila. Essa 
fita de fibrila se associa com um 
arcabouço proteico, que viram alças e 
quando condensadas formam um 
cromossomo. 
- As cromatinas podem ser diferenciadas 
em duas formas, a Eucromatina e a 
Heterocromatina. 
-> Eucromatina: regiões cromossômicas 
que coram normalmente, onde 
encontramos genes que normalmente são 
funcionantes. 
-> Heterocromatina (no geral): é a região 
densamente corada do cromossomo 
devido a grande condensação de DNA. 
-> Heterocromatina Constitutiva: é 
quando está sempre inativa e 
condensada, é encontrada na região 
próxima ao centrômero. Possui um papel 
estrutural, são sequencias repetidas de 
DNA. 
-> Heterocromatina Facultativa: são as 
que se encontram ativadas em algumas 
células, e em outras não participam da 
síntese de proteínas. 
 
 
 
 
 
 
 
- Divisão Celular: o processo de divisão 
celular leva a formação de duas células, 
geneticamente equivalentes na mitose. 
-> A maior fase da divisão celular na 
mitose é a intérfase. A intérfase é 
dividida em 3 fases, a G1 que é onde 
ocorre a síntese de lipídeos, proteínas e 
glicídios, a fase S que ocorre a síntese de 
DNA e histonas, e a fase G2 que repara o 
DNA. 
-> A menor fase, é chamada de fase M 
(mitose), onde ocorre 4/5 etapas. Essas 
etapas seriam: prófase, prometáfase, 
metáfase, anáfase e telófase. 
-> Os tipos de Células da divisão celular 
são: 
+ Diploides (2n): são as células que 
possuem dois conjuntos cromossômicos 
(46), ou seja, os cromossomos são 
encontrados em pares. Exemplo: células 
sanguíneas, óssea e fibroblastos. 
+ Haploides (n): são as células que 
possuem apenas um conjunto 
cromossômico (23). Exemplo: Gametas 
- A meiose é uma forma de divisão 
celular, no entanto, aqui, são formadas 4 
células filhas. 
-> Meiose I: a meiose I começa com uma 
célula diploide, e passa pelas fases de 
prófase I, metáfase I, anáfase I e telófase 
I, que geram 2 células haploides. 
-> Meiose II: a meiose II começa com as 
duas células haploides e passa pelas 
fases Prófase II, metáfase II, anáfase II e 
termina na telófase II 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Citogenética – Aula 02 
> Doenças genéticas: são as doenças 
causadas por alguma alteração feita no 
DNA, de forma permanente, que 
compromete o gene e consequentemente, 
uma proteína, que afetam o 
desenvolvimento e/ou funcionamento do 
organismo. 
Essas doenças podem ser genéticas 
(mutações no DNA), hereditárias 
(mutações passadas de geração em 
geração), congênitas (se manifesta no 
nascimento ou na gestação) ou de novo. 
*nem toda doença congênita é genética* 
> Etiologia das doenças congênitas: 
-> Ambiental: podem ocorrer por agentes 
teratógenos (físico, químico ou biológico). 
-> Genético: podem ser cromossômicas, 
multifatoriais ou mendeliana. 
> Quando suspeitar de uma doença 
genética? 
-> Caso haja um conjunto de 
características dismórficas 
-> Quando há um histórico familiar 
positivo 
-> Quando o desenvolvimento 
neurológico apresenta alguma suspeita 
durante a primeira infância 
-> Quando há infertilidade e aborto 
recorrente. 
> Características dismórficas: 
-> As características dismórficas são 
anomalias leves que não atrapalham a 
vida, por isso, anomalias. 
-> Faciais e membros: são anomalias que 
afetam o rosto e os membros. 
+ Pode ser os olhos mais afastados ou 
mais pertos. 
 
 
 
 
 
 
+ Podem causar pregas epicânticas mais 
acentuadas. 
 
+ Podem ser a presença de fenda 
palatina ou fenda palpebral obliqua. 
 
+ Podem apresentar macroglossia (língua 
em um tamanho maior que o normal). 
 
+ Podem haver alterações no mento (na 
face). Pode ser prognatismo ou 
retrognatismo. 
 
+ Podem ocorrer polidactilia (presença 
adicional de dedos) nas mãos e nos pés 
(congênita). 
 
+ Podem ocorrer oligodactilias (falta de 
dedos) nas mãos e nos pés. 
 
+ Pode ocorrer pectus excavatum, que é 
quando há uma deformidade na parede 
torácica, que gera um “fundo no peito”. 
 
+ Pectus carinatum: é quando há uma 
deformidade torácica que eleva a 
cartilagem do esterno. 
 
 
> Histórico Familiar Positivo: é 
importante saber do seu histórico 
familiar pois muitas doenças são 
hereditárias. Sabendo sobre este 
histórico, é possível que durante o pré 
natal, isso seja monitorado. 
 
 
> Desenvolvimento neurológico durante a 
primeira infância: Na primeira infância, 
ocorrem avanços notáveis na formação 
de circuitos cerebrais. Durante esse 
período, as crianças desenvolvem 
habilidades fundamentais, como a 
aquisição da linguagem, habilidades 
motoras e capacidades sociais. Sabendo 
disso, a percepção e o acompanhamento 
do desenvolvimento da criança são 
essenciais. 
 
> Importância do conhecimento da 
citogenética: a citogenética possibilita a 
correlação entre a clínica do paciente e 
as alterações cromossômicas que podem 
estar presentes. Uma vez que uma 
doença é diagnosticada, pode se buscar 
tratamentos e formas de melhorar a 
qualidade de visa do paciente. 
> DNA e condensação do cromossomo: 
- As mulheres possuem 46 pares de 
cromossomos, sendo os sexuais XX – 46, 
XX 
- Os homens possuem 46 pares de 
cromossomos, sendo os sexuais XY – 46, 
XY 
- Os gametas masculinos são 23 pares 
cada, sendo 23, X e 23, Y 
- Os gametas femininos são 23 pares, 
sendo 23, X 
- O conjunto de cromossomos é chamado 
de cariótipo, e são 22 pares de 
cromossomos homólogos e 2 sexuais. 
 
> Identificação dos cromossomos: 
- Os cromossomos possuem uma 
constrição primária, que é denominada 
de centrômero. Os centrômeros dividem 
os cromossomos em dois braços curtos 
(p) e braço longo (q). 
- Os cromossomos são identificados 
morfologicamente através da posição do 
centrômero. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Citogenética – Aula 03 
> Identificação dos cromossomos: 
- A identificação dos cromossomos é feita 
com base no centrômero, no tamanho, e 
de acordo com as bandas. 
- A classificação dos centrômeros é 
dividida da seguinte forma: 
+ Metacêntrico: é quando o centrômero 
está no meio, em posição mediana, no 
cromossomo. 
+ Submetacêntrico: quando está acima 
da posição mediana. 
+Acrocêntrico: próximo da extremidade, 
com os braços curtos muito pequenos. 
 
 
> Técnicas de bandeamento: 
- Método de coloração Q (mostarda de 
quinacrina): são os primeiros métodos de 
diferenciação longitudinal. Essa 
coloração é feita com um corante 
fluorescente (mostarda de quinacrina) 
que irá se ligar a regiões do DNA ricas 
em AT. A observação é feita através da 
fluorescência emitida usando a luz 
ultravioleta. Os cromossomos irão se 
corar e formar um padrão específico de 
bandas brilhantes ou turvas. Os 
cromossomos não necessitam de 
nenhum tratamento prévio o que 
possibilita a melhor 
preservação da sua morfologia, o que 
torna esta técnica útil na identificação de 
heteromorfismos 
 
 
que são alterações genéticas entre 
indivíduos de uma mesma espécie. 
Entretanto, a fluorescência desvanece 
muito rapidamente, dificultando a 
visualização. 
 
 
- Bandeamento G (Giemsa): no 
bandeamento G os cromossomos são 
submetidos a ação de uma enzimaproteolítica, como a tripsina e logo em 
seguida são corados com a coloração 
Giemsa. Assim teremos um padrão de 
bandas clara e escuras, sendo as bandas 
escuras definidas como bandas G. Essa 
coloração é a mais utilizada em 
laboratórios, pois é um método simples e 
a sua coloração é permanente. 
 
- Bandeamento R (reverse): é o oposto do 
bandeamento G. Neste caso, ocorre uma 
desnaturação do DNA, nas regiões ricas 
em AT (adenosina e timina) através do 
calor e em solução salina, somente 
depois são corados pelo Giemsa. Assim é 
obtido bandas claras e escuras típicas de 
cada cromossomo, inverso do que ocorre 
no bandeamento G. 
 
 
 - Bandeamento C: o bandeamento C 
evidencia a heterocromatina constitutiva, 
presente nas regiões centroméricas dos 
cromossomos. Há uma desnaturação dos 
cromossomos com a solução de hidróxido 
de bário e depois utiliza-se à coloração 
de Giemsa. Normalmente utiliza-se desta 
técnica quando querem estudar o 
polimorfismo região justa-centromérica . 
 
- Bandeamento Nor: neste bandeamento, 
os cromossomos são corados em regiões 
satélites dos cromossomos acrocêntricos. 
Para corara são utilizados Prata como 
corante, denominando o método como 
Ag-NOR-banding. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Citogenética – Aula 04 
> Tipos de amostras utilizadas: 
- Sangue Periférico: é o mais utilizado em 
testes pós-natais, devido a simplicidade 
de seu cultivo e a grande variedade de 
casos clínicos que podem ser elucidados. 
+ São utilizados, mais especificamente, 
os linfócitos. 
+ É um exame de baixo custo, e não é 
invasivo. 
-> Mosaicismo: é uma condição genética 
que um indivíduo recebe dois materiais 
genéticos diferentes provindos do mesmo 
zigoto. Considerado alta frequência 
quando há um índice maior que 50%, e 
baixa frequência quando é menor do que 
10%. 
 
- Quimerismo: O quimerismo acontece 
devido à fusão de dois zigotos (embriões 
no início do desenvolvimento humano) 
em um só. É quando uma pessoa possui 
células originadas de duas fontes 
distintas, resultando em dois tipos 
diferentes de DNA no corpo humano. 
 
 
 
- Medula óssea: utilizamos a medula 
quando há suspeita de leucemias, 
síndromes mielodisplásicas, linfomas, 
mielomas, plaquetopenia, e outras 
desordens hematológicas. 
+ O exame é feito a partir do aspirado 
medular. 
+ Auxilia na classificação, no 
diagnóstico, prognóstico; monitoramento 
terapêutico e do transplante. 
- Fibroblastos (pele): são utilizados 
quando há casos de mosaicismo 
cromossômico de baixa frequência, ou de 
doença genética confinada ao tecido, ou 
em casos de óbito neonatal. 
+ É utilizada células de fibroblastos do 
tecido conjuntivo. 
+ Utilizado para diagnóstico da Síndrome 
de Pallister-Killian. 
- Vilosidade Coriônica: é uma amostra 
coletada na idade gestacional entre 11 e 
14 semanas de gestação. 
+ As células analisadas são do 
trofoblastos. 
+ Esse exame é indicado quando 
mulheres grávidas já tem idade 
avançada, quando há alterações na 
ultrassonografia ou translocação 
cromossômica no casal, em casos de 
doenças genéticas em gestações 
anteriores ou em histórico de perdas 
fetais. 
 
 
- Líquido Amniótico (Amniocentese): 
Esse exame corre na idade gestacional 
entre 15 e 20 semanas de gestação. 
+ São obtidas células suspensas no 
líquido amniótico por descamação do 
epitélio (fibroblastos). 
+ Esse exame é indicado quando são 
observadas anomalias na 
ultrassonografia fetal ou transluscência 
nucal, pais com rearranjo cromossômico, 
histórico familiar ou filho anterior com 
cromossomopatia, idade materna 
avançada (35 anos ou mais). 
 
- Cordocentese: A cordoncentese é a 
punção feita do cordão umbilical a partir 
da 18ª semana de gestação. 
+ Aqui também se utiliza dos linfócitos. 
+ Faz se este exame quando há suspeita 
de alguma síndrome genética ou doenças 
que não foram identificadas através da 
ultrassonografia ou da amniocentese. 
+ A cordoncentese é um exame invasivo, 
que apresenta muitos riscos como o 
aborto, a perda de sangue, diminuição 
nos batimentos cardíacos e risco de 
parto prematuro. 
 
- Material de aborto: 
-> Quando o aborto ocorre até a 11ª 
semana de gestação, o material coletado 
para a análise é a vilosidade coriônica, 
ou o saco gestacional; 
-> Quando o aborto ocorre da 12ª 
semana até a 16ª de gestação, o material 
coletado para a análise é a vilosidade 
coriônica, ou um pequeno fragmento de 
pele fetal/cordão umbilical; 
-> Quando o aborto a partir da 17ª 
semana de gestação, o material coletado 
para a análise é um fragmento de pele ou 
um fragmento do cordão umbilical; 
+ O feto deve pesar até 499g e é 
analisado os fibroblastos ou os 
trofoblastos. 
 
> Processo de coleta e confecção da 
lâmina (análise do cariótipo de sangue): 
- 1º passo - Coleta: É coletado sangue 
venoso, em uma seringa heparinizada ou 
com um tubo à vácuo com heparina 
sódica. A heparina vai impedir que esse 
sangue coagule. 
+ Em adultos o volume coletado é de 5 a 
10ml 
+ Em crianças o volume coletado é de 2 a 
5ml 
+ Assim que coletado, a amostra tem até 
72h para chegar ao laboratório 
+ Ser transportada na temp. de 2 – 8ºC 
- 2º passo – Recebimento da amostra: as 
amostras devem ser identificadas com 
um código único que acompanhará as 
amostras por todo processo. Também 
deve acompanhar um formulário de 
requisição de exames com o máximo de 
informações possíveis. 
+ Pode ser rejeitadas amostras com 
anticoagulante inadequado, amostras 
congeladas, ou amostra insuficiente. 
+ Pode ser restringidas amostras com 
excesso de anticoagulante, com volume 
inferior ao solicitado, com a temperatura 
de transporte inadequada, amostra sem 
a correta identificação, falta de 
requisição médica ou sem dados clínicos; 
- 3º passo – Cultura: 
-> Em suspensão: para a cultura é 
utilizada linfócitos de sangue periférico, 
cordão ou medula. A cultura dura em 
média de 48 a 72 horas. 
 
-> Cultura de camada única ou 
dependente de ancoragem: para essa 
cultura é utilizada células epiteliais, 
fibroblastos ou tumores sólidos. É uma 
cultura de longa duração, dura em média 
de 10 a 15 dias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Citogenética – Aula 05 
> Continuação Aula 04: 
- Fitohemaglutinina: ocorre por agente 
miogênico, adiciona-se a amostra ao 
meio RPMI1640 na hora que irá entrar 
em cultura. Essa forma estimula os 
linfócitos a fazerem desdiferenciação. 
+ A amostra fica em uma estufa a 37º 
(temperatura aproximada do corpo 
humano) durante 72h. 
+ 30min antes de terminar o 
período/ciclo de incubação, adiciona-se a 
Colchicina. 
- 4º passo – Hipotônica: é a etapa onde 
as células irão ser expostas a uma 
solução salina para aumentar o seu 
volume, o que permitirá um melhor 
espalhamentos destes cromossomos na 
lâmina. 
+ O tempo que a amostra fica exposta é 
crítico. Se ficar um tempo muito elevado, 
irá lisar as células antes do 
espalhamento. Quando o tempo é muito 
baixo a célula não vai turgir e o 
espalhamento será de muita baixa 
qualidade. 
+ Apesar de existir uma enorme 
variedade de soluções hipotônicas, a 
mais utilizada é a de cloreto de potássio 
(KCl). 
+ A maioria das células utilizadas 
costumam ter uma boa resposta entre 10 
e 20 minutos de exposição. 
- 5º passo – Fixação: A fixação ocorre 
com Metanol e Ácido Acético. 
+ Dessa forma a água da célula é 
removida, as células morrem através da 
desidratação. Isso irá preservar e 
endurecer as membranas e a cromatina, 
preparando assim os cromossomos para 
bandeamento. 
+ Após o primeiro fixador, as células 
devem ficar em repouso overnight para 
endurecerem. 
 
 
+ Depois de 24h as células são lavadas 
com no mínimo 3 trocas de fixador. 
+ Após o processo defixação, as células 
podem ser armazenadas por longos 
períodos, se necessário, a 4ºC. 
- 6º passo – Lâminas: Primeiro 
controlamos a temperatura e a umidade 
do ambiente onde a lâmina será feita. 
+ Lava-se as lâminas e resfria em água 
fria ou em um recipiente com gelo seco. 
+ As células frágeis e turgidas entram em 
contacto com a lâmina, o fixador começa 
a espalhar-se e a evaporar. 
+ A velocidade de evaporação é crítica 
para um espalhamento de qualidade: 
• Temperatura elevada e baixa umidade: 
aumenta a velocidade e vai deteriorar o 
espalhamento e a lâmina fica suja com 
fundo citoplasmático. 
• Temperatura baixa e elevada umidade: 
diminui a velocidade, pode favorece o 
espalhamento, mas pode quebrar a 
metáfase e estreita-las. 
- 7º passo – Coloração: normalmente, 
utiliza-se o bandeamento G, por ser um 
método simples e que deixa as lâminas 
durarem por meses. 
+ É utilizado uma solução de tripsina 
(enzima) aquecida até 37ºC que vai 
digerir as proteínas cromossômicas 
(lisina-arginina). 
+ Para que interrompa a ação da 
tripsina, as lâminas são mergulhadas em 
uma solução tampão fosfato, com ph 6,8 
à 37ºC e lavadas com água destilada. 
+ Posteriormente as lâminas são coradas 
com Giemsa, diluído com água destilada 
(20%) de 3 a 5 minutos. 
- O que analisar no cariótipo de sangue? 
-> Anomalias cromossômicas, maiores 
que 5Mb, alterações constitucionais, 
alterações numéricas. 
- Resultam na variação do número de 
cromossomos: 
-> Alterações estruturais que são 
originadas por quebras cromossômicas 
que causam alteração morfológica do 
cromossomo. 
> Morfologia do cromossomo: 
- O cromossomo metafásico é constituído 
por duas cromátides irmãs. 
 
- Podem ser distinguidos em: 
-> Centrômeros 
 
-> Regiões organizadoras de nucléolos 
(NOR) 
 
-> Telômeros 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Citogenética – Aula 06 
 
> Como identificar as bandas: 
+ A numeração das bandas e regiões é 
realizada de forma crescente do 
centrômero para as extremidades; 
+ O centrômero é designado como a 
região 10, a direção voltada ao braço 
curto é designada como p10 e a região 
voltada para o braço longo q10; 
+ As regiões cromossômicas referem-se 
às áreas situadas entre dois marcos 
distintos (bandas bem marcadas) e são 
divididas em bandas, que são 
subdivididas em subbandas. 
+ Para descrever uma localização 
específica de uma alteração ou gene, 
deve-se considerar o número do 
cromossomo, o símbolo do braço, o 
número da região e o número da banda 
dentro dessa região.

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