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10
IFNMG – CÂMPUS JANUÁRIA
BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO
ÉLLIDA SUANY DE SOUZA LIMA
JANE KELLY GOMES FERNANDES
MARILENE ALVES GONÇALVES
VALDECI RAMOS COSTA JUNIOR
RUY CHAGAS RAMOS SOBRINHO 
WALTER RIBEIRO DE ASSIS
TRABALHO DE FUNDAMENTOS DA INFORMÁTICA
SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL
JANUÁRIA
2016
ÉLLIDA SUANY DE SOUZA LIMA
JANE KELLY GOMES FERNANDES
MARILENE ALVES GONÇALVES
VALDECI RAMOS COSTA JUNIOR
RUY CHAGAS RAMOS SOBRINHO 
WALTER RIBEIRO DE ASSIS
TRABALHO DE FUNDAMENTOS DA INFORMÁTICA
SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL
							Trabalho apresentado no curso de 								graduação ao IFNMG – Campus Januária, 							Bacharelado em Administração.								Área de concentração: Fundamentos da 							Informática.
							Prof. Ricardo de Oliveira Melo
JANUÁRIA
2016
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO__________________________________________________________4
2. HISTÓRIA______________________________________________________________5
3. O QUE SE ESPERA DO ERP? _____________________________________________6
4. O QUE O ERP REALMENTE FAZ? ________________________________________6
5. PRINCIPAIS TIPOS E ORGANIZAÇÕES___________________________________7
6. IMPORTÂNCIA DO ERP NAS ORGANIZAÇÕES____________________________7
7. PRINCIPAIS VANTAGENS_______________________________________________8
8. PRINCIPAIS DESVANTAGENS___________________________________________8
9. EXEMPLOS_____________________________________________________________9
9.1. TIPOS DE EXEMPLOS___________________________________________________9
10. CONCLUSÃO__________________________________________________________9
11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS________________________________________________________10
1. INTRODUÇÃO
A evolução tecnológica, o aquecimento - e até mesmo o desaquecimento - da economia, o aumento da oferta de crédito e o alcance de novos mercados estão entre os fatores que elevam significantemente a competitividade das empresas. Para se manter nesse patamar ou para continuar crescendo, as companhias precisam contar com gerenciamento adequado de seus recursos, dados e procedimentos. Um dos caminhos mais utilizados para isso é a adoção de soluções de E.R.P. (Enterprise Resource Planning), isto é, de sistemas de gestão empresarial. 
Ele é um sistema de informação que integra todos os dados e processos de uma organização em um único sistema. A integração pode ser vista sob a perspectiva funcional (sistema de finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing, vendas, compras etc) e sob a perspectiva sistêmica (sistema de processamento de transações, sistemas de informações gerenciais, sistemas de apoio a decisão, etc).
O E.R.P. é uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa, possibilitando a automação e armazenamento de todas as informações do negócio.
É uma arquitetura de transações que liga todas as funções de uma empresa, por exemplo, de processamento de pedido de vendas, controle e processamento de estoque, planejamento de produção, distribuição e finanças.
O E.R.P. é um sistema amplo de soluções e informações. Um banco de dados único, operando em uma plataforma comum que interage com um conjunto integrado de aplicações consolidando todas as operações do negócio em um simples ambiente computacional. Idealmente, a vantagem de um sistema S.G.E. é a habilidade de necessitar a entrada de informações de uma única vez. 
O mesmo emprega a tecnologia cliente/servidor. Isto significa que o usuário do sistema (cliente) roda uma aplicação (rotina de um módulo do sistema) que acessa as informações de um sistema de gerenciamento de uma base de dados única (servidor). Isto, ao contrário do antigo sistema de mainframe reflete o conceito de computação descentralizada.
O sistema opera então com uma base de dados comum, no coração do sistema. O banco de dados interage com todos os aplicativos do sistema, dessa forma, elimina-se a redundância e redigitação de dados, o que assegura a integridade das informações obtidas.
2. HISTÓRIA
No fim da década de 1950, quando os conceitos modernos de controle tecnológico e gestão corporativa tiveram seu início, a tecnologia vigente era baseada nos gigantescos mainframes que rodavam os primeiros sistemas de controle de estoques – atividade pioneira de interseção entre gestão e tecnologia. A automatização era cara, lenta – mas já demandava menos tempo que os processos manuais – e para poucos.
No início da década de 1970, a expansão econômica e a maior disseminação computacional geraram o planejamento dos recursos de manufatura (Material Requirement Planning –M.R.P.), antecessores dos sistemas E.R.P.. Eles surgiram já na forma de conjuntos de sistemas, também chamados de pacotes, que conversavam entre si e que possibilitavam o planejamento do uso dos insumos e a administração das mais diversas etapas dos processos produtivos.
Seguindo a linha evolutiva, a década de 80 marcou o início das redes de computadores ligadas a servidores – mais baratos e fáceis de usar que os mainframes – e a revolução nas atividades de gerenciamento de logística. O M.R.P. se transformou em M.R.P. II (que significava Manifacturing Resource Planning ou planejamento dos recursos de manufatura), que agora também controlava outras atividades como mão-de-obra e maquinário. 
Na prática o M.R.P. II já poderia ser chamado de E.R.P. pela abrangência de controles e gerenciamento. Porém, não se sabe ao certo quando o conjunto de sistemas ganhou essa denominação.
O próximo passo, já na década de 1980, serviu tanto para agilizar os processos quanto para estabelecer comunicação entre essas “ilhas” departamentais. Foram então agregados ao ERP novos sistemas, também conhecidos como módulos do pacote de gestão. As áreas contempladas seriam as de finanças, compras e vendas e recursos humanos, entre outras, ou seja, setores com uma conotação administrativa e de apoio à produção ingressaram na era da automação.
A nomenclatura E.R.P. ganharia muita força na década de 1990, entre outras razões pela evolução das redes de comunicação entre computadores e a disseminação da arquitetura cliente/servidor – microcomputadores ligados a servidores, com preços mais competitivos – e não mais mainframes. E também por ser uma ferramenta importante na filosofia do controle e gestão dos controles dos setores corporativos, que ganhou aspectos mais próximos da que conhecemos atualmente.
As promessas eram tantas e tão abrangentes que a segunda metade daquela década seria caracterizada pelo “boom” nas vendas dos pacotes de gestão. E, junto com os fabricantes internacionais, surgiram diversos fornecedores brasileiros, empresas que lucraram com a venda do S.G.E. como um substituto dos sistemas que poderiam falhar com o bug do ano 2000 – o problema na data de dois dígitos nos sistemas dos computadores. 
O crescimento atual deles é inevitável devido a necessidade de pequenas empresas fazerem uso destes para tornarem-se mais competitivas.
3. O QUE SE ESPERA DO E.R.P.?
As empresas em geral, possuem alta expectativa em relação a um sistema S.G.E.. Antecipa-se que o sistema impulsionará o desempenho das atividades da noite para o dia. As companhias querem um pacote de software entrelaçado que cubra todos os aspectos do negócio, o que é uma percepção distorcida.
4. O QUE O E.R.P. REALMENTE FAZ?
Ele é a espinha dorsal do empreendimento. Permite que a empresa padronize seu sistema de informações. Dependendo das aplicações, o S.G.E. pode gerenciar um conjunto de atividades que permitam o acompanhamento dos níveis de fabricação em balanceamento com a carteira de pedidos ou previsão de vendas. O resultado é uma organização com um fluxo de dados consistente que flui entre as diferentes interfaces do negócio. Na essência, ele propicia a informação correta, para a pessoa correta e no momento correto.
5. PRINCIPAIS TIPOS E CATEGORIAS
Existem algumas categorias e tipos de sistemas distintos de gestão empresarial. Muitas vezes, todos estão integrados sob as asas de um mesmo sistema E.R.P., mas podem vir também separados, dependendo dasnecessidades:
· Sistema de Gestão Patrimonial (Consistem em sistemas de catalogação e patrimônio das empresas);
· Sistema de Gestão Eletrônica de Documentos (Consistem em sistemas de catalogação de dados, mas com outro enfoque: nos sistemas de gestão eletrônica de documentos os dados armazenados são relativos ao acervo de documentos da empresa);
· Sistemas de Controle de Estoque (Se encontram em uma categoria mais simples, em geral instalados em empresas de manufatura);
· Sistemas de Controle da Produção (Trabalham geralmente integrados com os sistemas de controle de estoque);
6. A IMPORTÂNCIA DO S.G.E OU E.R.P. NAS ORGANIZAÇÕES
Entre as mudanças mais palpáveis que um sistema de E.R.P. proporciona a uma corporação está a maior confiabilidade dos dados, agora monitorados em tempo real, e a diminuição do retrabalho. Algo que é conseguido com o auxílio e o comprometimento dos funcionários, responsáveis por fazer a atualização sistemática dos dados que alimentam toda a cadeia de módulos do E.R.P. e que, em última instância, fazem com que a empresa possa interagir. Assim, as informações trafegam pelos módulos em tempo real, ou seja, uma ordem de vendas dispara o processo de fabricação com o envio da informação para múltiplas bases, do estoque de insumos à logística do produto. Tudo realizado com dados orgânicos, integrados e não redundantes.
Para entender melhor como isto funciona, o E.R.P. pode ser visto como um grande banco de dados com informações que interagem e se realimentam. Assim o dado inicial sofre uma mutação de acordo com seu status, como a ordem de vendas que se transforma em produto final alocado no estoque da companhia.
Ao desfazer a complexidade do acompanhamento de todo o processo de produção, venda e faturamento, a empresa tem mais subsídios para se planejar, diminuir gastos e repensar a cadeia de produção. Um bom exemplo de como o E.R.P. revoluciona uma companhia é com uma melhor administração da produção, um investimento, como uma nova infra-estrutura logística pode ser repensado ou simplesmente abandonado. Neste caso, ao controlar e entender melhor todas as etapas que levam a um produto final, a companhia pode chegar ao ponto de produzir de forma mais inteligente, rápida e melhor, o que, em outras palavras, reduz o tempo que o produto fica parado no estoque.
7. PRINCIPAIS VANTAGENS
· Eliminação de custos relativos a processos manuais e aumento da produtividade devido a automatização;
· Automatização do fluxo interno de informação e integração entre os distintos departamentos das empresas;
· Otimização do processo de tomada de decisões;
· Diminuição da redundância das atividades, já que os processos passam a ser automatizados;
· Aumento da precisão de informações e relatórios, já que os dados passam a ser armazenados;
8. PRINCIPAIS DESVANTAGENS
· A organização passa a sofrer uma forte dependência da empresa que forneceu e implantou o sistema de E.R.P.;
· Muitas vezes o custo alto que um E.R.P. pode não trazer um benefício compatível (baixo custo/benefício);
· O aumento de controle sobre os processos pode gerar resistência, com funcionários que não querem mudar seu método de trabalho;
· A integração dos departamentos da empresa pelo sistema muitas vezes não se reflete em uma integração real da companhia;
9. EXEMPLOS
	SOFTWARE
	LICENÇA
	PLATAFORMAS
	ORIGEM
	IDIOMAS
	KCMS Intelligent Solutions
	Proprietária
	Multiplataforma
	Brasil
	Português
	Compiere
	GPL (General Public License)
	Multiplataforma
	Estados Unidos
	Inglês
9.1 TIPOS DE EXEPMPLOS
KCMS Intelligent Solutions é uma desenvolvedora brasileira de software de gestão empresarial. Inova e desenvolve soluções de gestão para o varejo como franquias, restaurantes, supermercados, panificadoras, conveniência, entre outros.
Compiere É um sistema de gestão, que integra as informações das áreas de negócio de uma empresa. Foi desenvolvido pela Compiere Inc., e é composto por módulos como Contas a Pagar, Contas a Receber, Gestão de Relacionamento com Clientes, Análise de Desempenho. Vem sendo utilizado por empresas de todos os portes, no mundo todo. Por ser de código aberto o software pode ser customizado para atender às necessidades específicas dos clientes.
10. CONCLUSÃO
O Sistema de Gestão Empresarial foi evoluindo junto com a evolução dos computadores facilitando para que haja competitividade nas empresas, principalmente as pequenas. Embora as vantagens sejam muitas, os custos e riscos também são consideráveis.
11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_software_ERP. Acesso em 06 de jul. de 2016;
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_integrado_de_gestão_empresarial. Acesso em 06 de jul. de 2016;
Disponível em: http://www.guiadacarreira.com.br/carreira/sistemas-gestao-empresarial-empresas/. Acesso em 06 de jul. de 2016;
Disponível em: http://portalerp.com/erp/5-entenda-erp. Acesso em 06 de jul. de 2016;
Disponível em: http://www.infowester.com/erp.php. Acesso em 06 de jul. de 2016.

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