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DESIGN DO 
MOBILIÁRIO
Camila de Cássia 
das Dores Ogava
Projeto executivo de espaços 
externos: planta baixa, 
elevação, cortes e 
detalhamento
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 Desenvolver o desenho técnico de plantas, elevações e detalhamento
de móveis.
 Aplicar as normas de representação de plantas, elevações e detalha-
mento de mobiliário para espaços externos.
 Desenvolver projetos de mobiliário para espaços externos por meio
de maquetes.
Introdução
Neste capítulo, você vai estudar a parte técnica do projeto de mobiliários 
para área externa. É nessa etapa que a comunicação do projeto mobili-
ário é feita de maneira mais formal e objetiva. Para tanto, os elementos 
de linguagem passam a ser linhas, cortes, cotas, entre outros, tudo 
baseado em desenhos técnicos, uma vez que não pode haver erros 
de execução, para evitar desperdício de tempo e recursos. Essa fase é 
tão crucial para o projeto que conta com normas específicas para seu 
desenvolvimento, o que facilita e incentiva uma comunicação clara 
entre os profissionais envolvidos.
Assim, neste capítulo, você vai analisar o desenho técnico de plantas, 
elevações e detalhamento de móveis, além da aplicação de normas de 
representação a esses desenhos. Por fim, você vai verificar as técnicas de 
maquetaria para o desenvolvimento do projeto de mobiliário de espaços 
externos e suas principais formas de representação. 
Linguagem técnica do projeto de mobiliário
Passada a fase do anteprojeto, na qual a criatividade e as tomadas de decisão 
estão mais presentes, inicia-se a etapa do projeto executivo do mobiliário, 
que possui uma abordagem técnica. A comunicação passa a ser clara e 
objetiva, não permitindo compreensões subjetivas. É nessa etapa que todas 
as decisões tomadas são transmitidas à equipe executora (marceneiros, 
montadores, eletricistas, vendedores, etc.), e a linguagem utilizada passa a 
ser a dos desenhos técnicos, que contam com plantas baixas, cortes, vistas 
e detalhamentos.
Planta baixa
A planta baixa é um tipo de desenho técnico de edifi cação que se caracte-
riza por representar a estrutura cortada a uma altura de aproximadamente 
1,50 m do piso, que é uma medida sufi ciente para apresentar o corte das 
paredes, portas e esquadrias e alcançar as janelas. O corte é horizontal e, 
portanto, revela o comprimento e a largura da construção. O observador, 
portanto, tem uma vista superior da construção, sem o teto, tendo a 
possibilidade de ver o piso como plano principal, bem como a delimitação 
dos ambientes e todos os móveis e objetos que estão sobre ele, conforme 
aponta Carboni (2015).
Na Figura 1, você pode observar o corte da planta baixa na construção e 
a vista que proporciona ao observador.
Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento2
 Figura 1. (a) Corte da planta baixa; (b) vista da planta baixa.
Fonte: (a) Adaptada de 2.png ([2018]); (b) Adaptada de Bardocz Peter/Shutterstock.com.
Por meio da planta baixa, é possível observar como os ambientes se in-
tegram, dimensionar e posicionar os móveis, compreender os espaços de 
circulação, além de verificar as entradas e saídas da construção para o terreno, 
o que é pertinente para projetar áreas externas.
A planta baixa pode ser executada manualmente ou por meio de softwares, 
como o CAD (do inglês computer aided design, ou desenho assistido por com-
3Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento
putador). Todos os profissionais envolvidos no projeto usarão a planta baixa 
para elaborar a representação do seu projeto; ela poderá ser totalmente técnica, 
traduzindo todos os elementos da construção em linhas, ou humanizada. A hu-
manizada consiste na planta baixa em que os objetos, mobiliários, pisos, jardins 
e todos os demais elementos da construção são coloridos, para gerar maior grau 
de identificação e facilitar a compreensão do projeto por pessoas leigas, ou seja, 
sem conhecimento técnico. Habitualmente, a planta baixa é executada na escala 
de 1:50. Na Figura 2, observe a diferença entre os dois tipos de planta baixa.
Figura 2. (a) Planta baixa técnica e (b) planta baixa humanizada.
Fonte: (a) Ching (2017, p. 56); (b) Adaptada de Bardocz Peter/Shutterstock.com.
Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento4
Corte
O corte também é um recurso usado no projeto executivo e consiste em sec-
cionar o objeto ou a construção em um ou mais planos virtuais ou secantes 
(UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, [2018]). O corte permite a visualização 
do interior do móvel, objeto ou construção, revelando detalhes de componentes 
ou montagens importantes para sua compreensão e/ou execução, conforme 
mostra a Figura 3.
Figura 3. (a) Armário de cozinha com corte; (b) representação de corte em edificação.
Fonte: (a) Adaptada de 4.jpg ([2018]); (b) Ching (2014, p. 344).
Nem sempre o mobiliário de área externa necessitará de um corte para apre-
sentar o seu interior, a menos que haja muita complexidade em algum detalhe 
de execução ou montagem que não tenha aparecido no desenho em vistas.
Vistas
As vistas são a projeção do objeto em um plano, e a sua representação sem 
distorções é chamada de projeção ortográfi ca. Nesta, pode-se representar o 
detalhamento do objeto sem deformar as suas linhas, ou seja, em verdadeira 
grandeza. Para que todos os detalhes do objeto sejam vistos, é comum que 
a projeção do mesmo seja rebatida em ao menos três planos, gerando a vista 
frontal, a vista lateral esquerda e a vista superior, uma vez que no Brasil é 
5Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento
recomendado o uso do 1º diedro para executar as vistas, conforme leciona 
Catapan (2015). A partir do desenho de vistas é possível gerar a cotagem 
do objeto. 
No link a seguir, você pode compreender melhor o princípio da projeção ortográfica 
e dos diedros por meio do método mongeano.
https://goo.gl/XzimBo
Cotas
As cotas são as indicações de medidas numéricas das dimensões reais do 
objeto inseridas no desenho técnico por meio de linhas guias, conforme 
lecionam Vilseke et al. (2018). Na Figura 4, observe a relação das cotas 
com o desenho.
Figura 4. Cotas em representação do objeto.
Fonte: Adaptada de 463.gif ([2018]).
Na Figura 5 observa-se uma chaise long em três vistas, com a indicação 
das cotas.
Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento6
Figura 5. Chaise long humanizada em vista (a) frontal, (b) lateral e (c) superior.
Elementos da cotagem
A relação das cotas com o desenho técnico é de extrema importância para o 
entendimento e a execução correta do projeto. É nas cotas que são inseridas 
as medidas numéricas das dimensões. Para a inscrição correta das cotas nos 
desenhos, são necessários quatro elementos: linhas de cota, linhas auxiliares 
(ou de extensão), números (chamados de cotas) e os limites das linhas de cota, 
que podem ser traços oblíquos, setas, pontos, entre outros.
  Linha de cota — é a linha onde se insere o valor numérico da dimensão; 
ela deve ficar posicionada entre 7 e 10 milímetros do contorno do desenho.
  Linhas auxiliares (ou de extensão) — são as linhas que ligam o contorno do 
desenho até a linha de cota; são elas que delimitam o espaço que será cotado.
7Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento
  Limites da linha de cota — são os acabamentos das linhas de cota; 
geralmente são usadas setas ou traços oblíquos, conforme aponta 
Rossi ([2018]).
Veja, na Figura 6, cada um desses elementos.
Figura 6. (a). Linhas de cota em relação ao contorno do desenho; (b) todos os elementos 
posicionados e nomeados.
Fonte: (a) Adaptada de GzP_Design/Shutterstock.com; (b) Adaptada de abaaabpz8ad-0.png ([2018]).
As cotas devem ser usadas de modo a deixar bem claras as medidas do 
desenho. Elas devem ser precisas e estar representadasdiretamente no dese-
Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento8
nho, devendo estar posicionadas na vista ou no corte que melhor represente 
o objeto, tendo como base as normas pertinentes.
No link a seguir, você pode conferir um vídeo que demonstra como fazer a cotagem.
https://goo.gl/fuQr9t
Todos esses recursos do desenho técnico — planta baixa, vistas, cortes e 
cotas — são inerentes ao projeto executivo de qualquer projeto, inclusive o 
de um mobiliário que necessita ser fabricado.
Normas e técnicas de apoio ao desenho técnico
No Brasil, toda a parte de desenho técnico é normatizada pela Associação 
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), visto que o desenho técnico precisa 
ser uma linguagem uniforme entre todos os profi ssionais que o utilizam — 
arquitetos, engenheiros, designers, etc.
Confira, a seguir, todas as normas de desenho técnico empregadas no 
Brasil, que abrangem desde os tamanhos dos papéis até os aspectos gerais 
que devem ser levados em consideração.
  NBR 10582:1988 — Apresentação da folha para desenho técnico.
  NBR 8403:1984 — Aplicação de linhas em desenho — Tipos de linhas 
— Largura das linhas.
  NBR 10068:1987 — Folha de desenho — Leiaute e dimensões.
  NBR 13142:1999 — Desenho técnico — Dobramento de cópia.
  NBR 8196:1999 — Desenho técnico — Emprego de escalas.
  NBR 8402:1994 — Execução de caracter para escrita em desenho 
técnico.
  NBR 10126:1987 — Cotagem em desenho técnico.
  NBR 10067:1995 — Princípios gerais de representação em desenho 
técnico.
9Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento
As normas técnicas podem sofrer alterações com frequência. Busque sempre infor-
mações sobre as suas vigências e erratas no site da ABNT, disponível no link abaixo.
https://goo.gl/6akn6w
Escalas
A representação do mobiliário no desenho técnico deve seguir uma padroniza-
ção do tamanho do desenho. As escalas são um tipo de relação entre o tamanho 
real do móvel, do objeto ou da edifi cação e o tamanho da representação no 
desenho. Essa escala é representada com base na seguinte fórmula: 
Ou seja, se, no desenho técnico, a escala estiver representada como 1:25, 
significa que cada 1 cm (considerando a unidade de medida em centímetros) 
medido no papel corresponde a 25 cm do objeto real.
Na escala de redução, as medidas do desenho são menores do que as 
medidas reais. Nesse caso, a representação 1:50 significa que as medidas 
reais foram diminuídas 50 vezes. Na escala de ampliação, as medidas do 
desenho são maiores do que as do objeto real, sendo representada como 
50:1, significando que as medidas reais foram ampliadas 50 vezes. A 
escala real, representada por 1:1, significa que as medidas do objeto real 
e as medidas do desenho são iguais, conforme apontam Ferreira, Faleiro 
e Souza (2008).
As proporções de escalas recomendadas no Brasil podem ser conferidas 
no Quadro 1.
Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento10
Fonte: Adaptado de images.png ([2018]).
Escalas padronizadas para desenho técnico
Redução Natural Ampliação
1:2 1:1 2:1
1:5 5:1
1:10 10:1
1:20 20:1
1:100 100:1
1:200 200:1
1:500 500:1
1:1000 1000:1
Quadro 1. Recomendações de escalas no Brasil
Todos esses recursos do desenho técnico servem para facilitar a comu-
nicação do projeto entre os profissionais envolvidos e otimizar o uso dos 
recursos. O mobiliário do espaço externo precisa ter seu projeto perfeitamente 
detalhado e claro.
Todo esse processo de desenhos técnicos faz parte do detalhamento do 
projeto. Nessa fase, além dos desenhos técnicos, outro documento essencial 
é o memorial descritivo. O memorial descritivo é um documento que des-
creve textualmente todos os pormenores de um projeto. Ele tem a função de 
detalhar materiais, aplicações, estruturas, acabamentos e quantidades; ou 
seja, deve informar tudo o que será executado. Esse documento esclarece por 
escrito detalhes que podem ter ficado de alguma forma subentendidos nas 
demais etapas, conforme leciona Paixão (2015). Possui também a função de 
documentar o projeto, podendo explanar a respeito dos conceitos utilizados, 
as necessidades a serem supridas pelo mobiliário, as decisões tomadas junto 
ao cliente e todas as demais especificações sobre o objeto a ser executado. 
11Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento
No memorial descritivo, devem constar itens como: nome do cliente, indi-
cação da área do projeto (p. ex.: área externa, jardim), indicação métrica dos 
espaços (m²), descrição das etapas do projeto, nomenclatura dos mobiliários 
elaborados (p. ex.: poltronas para área de piscina, balcões, mesas de apoio), 
especificação de materiais, especificações de acabamentos, como pinturas 
(p. ex.: portas de armário em MDF de 15mm, com acabamento em pintura 
laqueada na cor verde bandeira), etc. 
Maquetes de estudo
Maquete é um termo usado para designar um modelo tridimensional do es-
boço, unindo considerações técnicas e processo criativo, e tem por objetivo 
a verifi cação e o processo de melhoria, conforme leciona Basso (2005). As 
maquetes são consideradas ferramentas de estudo, independentemente de sua 
categoria, podendo ser primárias ou secundárias, segundo Mills (2007). Elas 
podem ser consideradas como extensões do desenho técnico, uma vez que 
permitem a clara percepção de escalas, proporções e volumetrias.
As maquetes primárias possuem diferentes categorizações de acordo 
com o estágio do projeto, podendo estar presentes desde em estágios pre-
liminares até na apresentação do projeto. As maquetes primárias são mais 
utilizadas pelo design de interiores em projetos de mobiliários, por permi-
tirem a verificação de conceitos, volumes e estruturas e o desenvolvimento 
e a apresentação final do projeto. Tendem a ser elaboradas em pequenas 
escalas e com materiais simples nas etapas de verificação e podem rece-
ber acabamentos mais refinados quando utilizadas para apresentações de 
projeto para clientes, por exemplo. As maquetes chamadas de secundárias 
são muito utilizadas na área da arquitetura e engenharia, visto que buscam 
analisar aspectos específicos de terrenos, relevos, urbanismos, entre outros, 
conforme aponta Mills (2007).
Na Figura 7 você pode observar exemplos de maquetes preliminares de 
mobiliários.
Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento12
 Figura 7. (a) Modelo de escrivaninha feito em papel; (b) modelos de mobiliários feitos em 
madeira; (c) maquete de ambiente externo.
Fonte: (a) Adaptada de Maria Symchych/Shutterstock.com; (b) Adaptada de No-Te Eksarunchai/Shut-
terstock.com; (c) Adaptada de Por-Carlos-Augusto-Pereira-Maquete.jpg ([2018]).
13Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento
As maquetes podem ser desenvolvidas nas etapas iniciais do projeto, para 
que se possa verificar se determinados conceitos corresponderão às necessida-
des estéticas do espaço, bem como compreender a volumetria do móvel dentro 
do ambiente e elaborar formas. Posteriormente podem ser usadas para avaliar 
a aplicação de materiais, cores e texturas ao móvel, entre outros aspectos. Em 
etapas finais, as maquetes servem para averiguar estruturas, funcionalidades, 
escalas e a correspondência volumétrica.
Veja na Figura 8 a maquete de um móvel com acabamentos.
 Figura 8. Maquete de sofá com aplicação de tecidos.
Fonte: Adaptada de B5es-com-Maquetes-10.jpg ([2018]).
As maquetes de apresentação podem conter todo o espaço do projeto em 
escala, mobiliado e decorado (Figura 9). Elas trazem a intenção de apresentar 
o projeto ao cliente de forma que o mesmo sofra o impacto do encantamento e 
da precisão tátil do projeto bem diante dos seus olhos. Além disso, a maquete 
física gera a possibilidade de tocar, sentir texturas, observar a cor e o pigmento 
dos itens, diferentemente da maquete eletrônica.
Projeto executivo de espaços externos:planta baixa, elevação, cortes e detalhamento14
 Figura 9. Ambiente completo feito em maquete.
Fonte: Adaptada de 644e5baafe41e822c6391d55983025b5.jpg ([2018]).
Já as maquetes eletrônicas são desenvolvidas por meio de softwares de 
computador especializados. Esses softwares tiveram início com o sistema CAD 
e evoluíram na velocidade da tecnologia, resultando em softwares específicos 
para o desenvolvimento de movelaria planejada. Esses programas contêm bi-
bliotecas inteiras de desenhos de mobiliários que são encaixados nos ambientes, 
podendo-se realizar as alterações de dimensão necessárias com facilidade.
Essas maquetes são muito úteis para todas as etapas do projeto, devido à 
rapidez e à precisão de sua elaboração. Cada alteração no modelo pode ser 
rapidamente reproduzida na maquete, permitindo uma evolução rápida do 
projeto. Possuem recursos visuais elaborados (Figura 10), com a possibilidade 
de rotação das câmeras, que geram o efeito de estar dentro dos ambientes, com 
liberdade de movimentação entre os cômodos de uma edificação, por exemplo.
15Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento
Figura 10. Maquete residencial eletrônica desenvolvida tridimensionalmente.
Fonte: jafara/Shutterstock.com.
As maquetes, sejam elas físicas ou eletrônicas, tendem a melhorar a percep-
ção do designer sobre o projeto, possibilitando verificar elementos e aspectos 
projetuais, estimular a progressão do projeto em busca de criatividade e novas 
soluções, reduzir as chances de erros, otimizar recursos e, por fim, encantar o 
cliente e permitir que o mesmo tenha diante dos seus olhos a ideia do projeto 
executada em pequena escala.
1. Ler e interpretar desenhos técnicos 
e ter conhecimento das normas e 
técnicas que regem seu desenvol-
vimento é tão importante quanto 
saber fazê-los. Suponha que, na 
elaboração de um projeto de uma 
poltrona, o desenho técnico tenha 
sido feito reduzindo-se 25 vezes o 
tamanho real da peça. Qual sentença 
numérica representa corretamente 
essa escala? 
a) 25:1.
b) 25 × 1.
c) 1:25.
d) 1 × 25.
e) 1:1.
2. No processo de cotagem de um de-
senho técnico, apenas as dimensões 
estritamente necessárias para seu 
entendimento devem ser incluídas 
no desenho. Quais os principais 
elementos para a execução da 
cotagem?
a) Linhas de observação, traço 
oblíquo e representação gráfica.
b) Linha de plenitude, escalas e 
limites de número.
c) Linha de extensão, linha de corte 
e linha secante.
d) Ponto de fuga, linha do horizonte 
e traço visual.
e) Linha de cota, linhas auxiliares e 
limites da linha de cota.
3. O projeto executivo é composto 
por uma série de documentos do 
projeto, dentre eles, o memorial 
Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento16
descritivo. Assinale a alternativa que 
apresenta duas funções do memorial 
descritivo no projeto executivo.
a) Padronizar medidas e estabelecer a 
relação entre executores e cliente.
b) Ocultar demandas de recursos e 
dissertar sobre os benefícios do 
projeto.
c) Apresentar tomadas de decisões 
e maquetes físicas do projeto.
d) Documentar e descrever tex-
tualmente o detalhamento do 
projeto.
e) Documentar e estabelecer condi-
ções de pagamento do projeto.
4. As projeções ortográficas são capazes 
de representar o detalhamento de 
um objeto em verdadeira grandeza. 
As projeções devem ser rebatidas em 
ao menos três planos para que todo 
o contorno do objeto seja conhecido. 
Como são chamados os três princi-
pais rebatimentos usados em dese-
nhos técnicos no Brasil?
a) Primeiro diedro, segundo diedro 
e terceiro diedro.
b) Linha de comprimento, linha de 
altura e linha de largura.
c) Perspectiva isométrica, perspec-
tiva cônica e perspectiva simples.
d) Vista frontal, vista lateral es-
querda e vista superior.
e) Vista formal, vista paralela e vista 
oblíqua.
5. De acordo com Mills (2007), as 
maquetes de estudo podem ser se-
paradas em duas categorias básicas, 
sendo uma delas mais voltada para 
a verificação de conceitos, volume-
trias, processo criativo, entre outros 
aspectos, e a outra mais voltada para 
análises de aspectos de terrenos, 
relevos, urbanismos, etc. Assinale a 
alternativa que nomeia corretamente 
as duas categorias.
a) Maquetes primárias e maquetes 
secundárias.
b) Maquetes primárias e maquetes 
evoluídas.
c) Maquetes físicas e maquetes 
eletrônicas.
d) Maquetes internalizadas e ma-
quetes externalizadas.
e) Maquetes profundas e maquetes 
externas.
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17Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento
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VILSEKE, A. J. et al. Desenho técnico mecânico. Porto Alegre: SAGAH, 2018.
19Projeto executivo de espaços externos: planta baixa, elevação, cortes e detalhamento
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