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AULA 2 - COMO SE DÁ O PROCESSO DE PLANEJAMENTO, EXECUÇÃO E CONTROLE NAS EMPRESAS • Conhecer os conceitos acerca do processo de gestão e tomada de decisão a partir da Controladoria como área responsável por gerar informações e orientar os gestores nesses processos. CONTEXTUALIZANDO A APRENDIZAGEM Ao estudarmos a Controladoria, na Aula anterior, seus conceitos e suas funções, fica evidente que ela foi criada para, entre outras funções, prestar informações úteis ao processo de gestão. Dessa maneira, podemos entender que uma das principais funções da Controladoria no processo de gestão é fornecer informações sobre o desempenho e os resultados econômicos das corporações, tendo como suporte um monitoramento do processo de elaboração do Orçamento Empresarial, uma das ferramentas de gestão implementadas pela Controladoria. Neste sentido, como você utilizaria os fundamentos da Controladoria num processo de gestão? Como as informações provenientes da Controladoria podem auxiliar os gestores? Podemos também afirmar que o planejamento é a mais básica de todas as funções gerenciais propostas pela Controladoria na busca pelo sucesso de todas as operações. É com base nessa fundamentação teórica que desenvolveremos essa Aula, na qual ficará evidente o processo de tomada de decisão. Vamos iniciar nossos estudos? Empenhe-se e lembre-se: o seu sucesso só depende de você. Então, seja bem-vindo(a) a mais uma Aula e bons estudos! Mapa mental panorâmico Para contextualizar e ajudá-lo(a) a obter uma visão panorâmica dos conteúdos que você estudará na Aula 2, bem como entender a inter- relação entre eles, é importante que se atente para o Mapa Mental, apresentado a seguir: COMO SE DÁ O PROCESSO DE PLANEJAMENTO, EXECUÇÃO E CONTROLE NAS EMPRESAS 1 PLANEJAMENTO E CONTROLE 1.1 PROCESSO DE GESTÃO 1.2 PLANEJAMENTO 1.3 ORGANIZAÇÃO 1.4 CONTROLE 1.5 COMUNICAÇÃO 1.6 MOTIVAÇÃO 2 INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO 2.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2.2 CONTROLE GERENCIAL 2.3 CONTROLE OPERACIONAL 3 SENTIDO AMPLO DO CONTROLE COMO SE DÁ O PROCESSO DE PLANEJAMENTO, EXECUÇÃO E CONTROLE NAS EMPRESAS 1 PLANEJAMENTO E CONTROLE Diferentemente do que algumas pessoas acreditam, realizar um sistema de Planejamento e Controle não é um luxo reservado apenas às grandes organizações, mas sim uma necessidade, independentemente do tamanho ou setor de atuação da empresa. O elevado nível de competitividade, imposto pelo mercado, exige das empresas cada vez mais o aprimoramento de seus processos de planejamento, análise e controle, tendo em vista à necessidade de tomada de decisões rápidas e de melhor qualidade que lhe assegurem o atendimento de seus objetivos de continuidade, expansão e lucratividade. E não há como realizar um bom sistema sem alinhar as metas e os objetivos ao orçamento empresarial, que é uma importante ferramenta, não só de planejamento, mas eficiente também para controle das operações da empresa no decorrer do período planejado. Costuma-se dizer que o orçamento empresarial é a tradução do planejamento em números e que, por meio dele, é possível estabelecer metas da forma mais precisa possível, estimando como se espera que transcorram os negócios da empresa e proporcionando uma visão bem aproximada da situação futura. 1.1 PROCESSO DE GESTÃO Ao iniciarmos o estudo desta Aula, devemos considerar que existem, teoricamente, duas escolas de pensamento que conflitam entre si, no que se refere à profundidade da responsabilidade da empresa em relação aos rumos que deve seguir. De um lado temos a Teoria de Mercado que determina que as empresas estão, constantemente, à mercê das forças econômicas e sociais predominantes no mercado. Nessa linha de pensamento, o sucesso depende da habilidade dos gestores em entender o cenário e trabalhar com a realidade apresentada. É do conhecimento de todos que o sucesso, bem como a longevidade das companhias estão pautados numa boa gestão empresarial. Para que isso ocorra de maneira eficaz, é imprescindível que os gestores estejam antenados com o que há de mais atual no mundo corporativo. Sendo assim, a Teoria de Mercado está intimamente ligada ao setor de marketing que traz um desenvolvimento saudável aos negócios. Por outro lado, a Teoria do Planejamento e Controle apresenta uma visão que proporciona aos gestores autonomia e poder de controlar o futuro da empresa, pois seu destino pode ser manipulado. Na verdade, o que vemos é algumas empresas adotando uma linha de pensamento e demais empresas seguindo outro caminho quanto à gestão dos negócios. 1.2 PLANEJAMENTO É a mais básica das funções gerenciais, sendo que a habilidade com que é desempenhada determina o sucesso de todas as demais operações. Isso porque, ao definir o planejamento, sabemos que ele consiste num processo de reflexão que precede a ação, direcionando-a à tomada de decisões mais assertivas e com vistas para o futuro. Teoricamente, a função de planejar pode ser considerada como um aperfeiçoamento qualitativo no processo decisório, visto ser uma ação cuidadosa, em que todos os fatores são considerados relevantes e a decisão a ser tomada deve estar em conformidade com uma estratégia racional, segundo a qual o futuro da empresa deverá ser traçado. O planejamento pode ser observado de acordo com os cinco estágios a seguir: Figura 1: Estágios do planejamento Fonte: Elaborada pela Autora/ Equipe NEAD. No processo de planejamento, a importância dos fatores conjunturais é óbvia, sendo igualmente claro que as informações a esse respeito não devem estar sujeitas a um tratamento menos rígido do que as informações analíticas internas produzidas pela empresa. Muitas vezes, a qualidade destas informações analíticas é considerada inadequada diante do propósito de uma decisão eficiente. Nesse contexto, vemos que os sistemas de informação têm, presentemente, migrado de uma pesada ênfase na informação analítica para a incorporação de dados ambientais. Tem sido observado que um exame nos dados ambientais fornece aos gestores interessantes informações sobre níveis potenciais de mercado, de linhas de produtos novos, assim como das linhas de produtos já existentes, sobre novos processos e tecnologias disponíveis, sobre a ação dos concorrentes, a regulação das vendas, sobre os recursos e suprimentos disponíveis, ações e políticas. O cenário aponta três espécies distintas relativas à função de planejamento, como vemos na Figura 2. Figura 2: Espécies distintas relativas à função de planejamento Fonte: Elaborada pela Autora/ Equipe NEAD. O orçamento anual é, então, dividido em meses e, em alguns casos, em semanas para estabelecer as tarefas de um futuro imediato. 1.3 ORGANIZAÇÃO O processo de organização envolve toda a conceituação referente à estrutura administrativa, na qual as decisões estratégicas são implementadas. A configuração da área administrativa procura estabelecer a estrutura e a forma da corporação, definindo responsabilidades e linhas de autoridade. Isso envolve a definição das tarefas necessárias para se alcançar as metas estratégicas, definindo quem irá desempenhar tarefas e assumir responsabilidades. A função da organização é coordenar as tarefas, de modo que a corporação esteja apta a trabalhar eficientemente e alcançar seus objetivos. Deve ser desenvolvida através do processo de departamentalização, no qual diferentes especialistas são divididos em departamentos distintos, os quais se relacionam hierarquicamente, o que viabiliza uma transição e o trâmite de informações tanto de cima para baixo como de baixo para cima. Vale destacar que, desde que a administração possa ser definida como o processo de transformar informação em ação, a organização deve ser delineada de acordo com o fluxo de informação. No processo, cada ponto de decisão é um subsistema de informação que possui seus próprios inputs , seu processamento e seus outputs . Assim, a rede de informação é que define a estrutura da organização. 1.4 CONTROLE Alguns autores, quando discutem sobre controle,não fazem distinção entre planejamento e controle, dando, assim, um significado mais amplo ao conceito de controle. No entanto, é necessário haver essa distinção, pois ela habilitará o exame do processo administrativo como um ciclo de atividades. O controle, portanto, está intimamente ligado à função de planejamento, quando se propõe assegurar que as atividades da companhia estejam em conformidade com os planos. Efetivamente, controle é um sistema de feedback que possibilita ao gestor determinar o progresso que foi feito em busca da realização dos objetivos de Longo Prazo, especificados no planejamento. Permite também rever estes objetivos à luz de novas circunstâncias que, presumivelmente, poderão ter se tornado irreais. Na prática, à medida que uma maior ênfase é dada ao controle das operações, mais próximo estarão de ser cumpridos os objetivos descritos no Orçamento Anual, que deve ser visto como parte do planejamento a Longo Prazo. O feedback de informações é parte integrante dos procedimentos de controle orçamentário, dirigidos para detectar as variações que porventura possam aparecer, evidenciando os desvios do plano orçamentário tão cedo quanto possível para que ações corretivas sejam implementadas. Um pré-requisito para o desempenho satisfatório da função controle é um eficiente sistema de informações que revele a necessidade de ações corretivas em tempo apropriado, possibilitando aos gestores julgar se seu plano ainda é apropriado diante de mudanças ambientais acontecidas mês a mês, ano a ano. 1.5 COMUNICAÇÃO A comunicação é uma troca de fatos, ideias e opiniões por duas ou mais pessoas. A troca é bem-sucedida somente quando resulta num real entendimento. O processo de comunicação relaciona a organização com seu meio ambiente, por ligá-la a seus fornecedores e aos consumidores para quem seu produto é direcionado. Em qualquer organização, a especialização das tarefas e a consequente divisão do trabalho criam situações nas quais um fluxo de ideias e de fatos é necessário em função da eficiência. O alto grau de comunicação agrega os vários membros da organização, unindo-os na busca das metas organizacionais. Assim, uma empresa pode ser vista não somente como um sistema de tomada de decisão, mas também como um sistema de comunicação. Os principais componentes de um sistema de comunicação são: o emissor, a mensagem e o receptor. Figura 3: Componentes de comunicação Comunicação = Emissor + Mensagem + Receptor Fonte: Elaborada pela Autora/ Equipe NEAD. Do ponto de vista gerencial, a comunicação escrita possui vantagens especiais, pois, através dela, a informação pode ser planejada e incorporada aos procedimentos formais, nos quais a comunicação se efetiva. O princípio de comunicar apenas informações significativas a respeito das variações do plano predeterminado, e que requerem mais atenção, é um modelo de sucesso de um sistema de comunicação. Entretanto, a frequência da comunicação deve ser considerada à luz das necessidades do receptor, com vistas à ação efetiva que pode resultar da comunicação. Ocasionalmente, o contexto da situação que cerca a comunicação pode afetar a transmissão e a recepção. Isso ocorre quando interfaces, como problemas em uma mensagem no rádio, impedem a mensagem de ser transmitida ou distorcem a maneira pela qual ela é recebida. As falhas ou barulhos são fatores que causam distorções ou perda de significado e uma das tarefas dos planejadores de um sistema de informação é minimizar esse barulho e prevenir que haja falha na comunicação. 1.6 MOTIVAÇÃO A motivação traduz-se no envolvimento total dos membros da organização e na busca de maneiras de melhorar a performance individual. Dizer não é bastante, quem recebe a informação precisa entender a mensagem que o emissor está tentando comunicar. A comunicação, portanto, ocorre quando o receptor da informação entende o que o emissor pretende comunicar. Ela supõe uma ligação de todas as funções gerenciais pela transmissão de informações e instruções internas da organização. Alguns fatores motivacionais são basicamente biológicos ou psicológicos e podem ser vistos como naturais e inerentes, como a necessidade de ar, água, alimentação, sono, moradia. Alguns fatores motivacionais são adquiridos, por exemplo, a combinação de necessidades associadas ao ego individual e a uma correta avaliação de si mesmo. Outros fatores motivacionais estão relacionados a necessidades sociais e são influenciados pela organização da situação do trabalho. Muitos estudos têm examinado os efeitos dessas necessidades e mostram como o tamanho, a coesão e a finalidade do grupo atuam no controle dos membros, através de suas próprias razões. Assim, a organização deve criar uma situação em que os objetivos pessoais e do grupo tenham grandes possibilidades de coincidirem. Como vimos, a comunicação é uma ferramenta que promove sinergia para alcançar os resultados almejados e, quando bem trabalhada, auxilia na integração entre os colaboradores. Mas o processo somente é bem-sucedido quando o destinatário recebe, compreende e interpreta a mensagem. A isso chamamos de um bom processo de comunicação interna. Por outro lado, um fator de igual importância é a motivação, visto que, sem ela, ou seja, desmotivado, o colaborador não produz o quanto se espera dele. Veja, clicando aqui, como se dá o processo de comunicação interna e como ele pode ajudar para o sucesso corporativo. Já clicando aqui, fica claro o impacto da motivação no ambiente de negócios. Após realizar a leitura dos artigos e assistir aos vídeos propostos, você compreendeu o que é comunicação interna? Compreendeu como se dá o processo de comunicação interna e como ele pode contribuir para o sucesso corporativo.? Compreendeu como a motivação impacta no ambiente de negócios? Muito interessante, não é mesmo? 2 INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO Em anos recentes, a tomada de decisão tem recebido crescente atenção: alguns estudiosos têm afirmado que administração e tomada de decisão são sinônimos. Com efeito, existem poucas atividades gerenciais que não envolvem, de certa maneira, a tomada de decisão. Desde que a qualidade da informação disponível seja essencial para a qualidade da decisão, um sistema de informação adequado e eficiente é pré-requisito do sucesso gerencial. O ponto de partida de uma administração eficiente pode, desse modo, ser visto pela habilidade de especificar corretamente as necessidades informacionais e esta habilidade é propriamente função da definição dos objetivos, traduzidos no planejamento, na capacidade de controle e nas determinações organizacionais satisfatórias. A informação é a força integradora que combina os recursos organizacionais num plano corretamente direcionado para a realização dos objetivos organizacionais. Uma vez que a informação afeta a sorte da organização de maneira fundamental, é importante que ela seja efetivamente organizada e eficientemente manipulada e isso é alcançado através de um sistema de informações gerenciais. Um sistema de informações gerenciais fornece aos gestores, individualmente, as informações necessárias para a tomada de decisão, no que diz respeito à sua área de atuação e responsabilidade. Este sistema pode ser ligado ao sistema nervoso central por um só organismo. Com efeito, o sistema consiste em um fluxo contínuo de informações em tempo real, com que cada decisão seja relatada. Dentro desta rede de informações, os pontos de decisão podem ser identificados em três níveis: Planejamento Estratégico, Controle Gerencial e Controle Operacional. Entenda cada um, a seguir. https://deskfy.io/comunicacao-interna-corporativa/ https://www.comunicacaointegrada.com.br/motivacao 2.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO O planejamento estratégico envolve-se com a determinação dos objetivos e das metas da corporação, assim como com o desenvolvimento de padrões, políticas e estratégias através das quais eles serão alcançados. Essa atividade baseia-se fortemente em informaçõesa respeito do meio ambiente e tem padrões irregulares. 2.2 CONTROLE GERENCIAL O controle gerencial é a atividade seguinte que se ocupa com a implementação do plano estratégico e assegura que os recursos necessários foram obtidos e também que estão sendo usados de maneira eficiente. Essa atividade é rítmica e segue um padrão semanal, mensal ou quadrimestral. O Controle é o mecanismo pelo qual é medido o resultado de um processo comparando com um valor desejado e atuando no mesmo, de forma a alterar o resultado, medindo novamente o resultado e assim sucessivamente. No Controle, estão presentes o processo, a medição (feedback), o valor desejado (setpoint), a comparação e a ação de controle. 2.3 CONTROLE OPERACIONAL Já o controle operacional é o processo que assegura que tarefas específicas estão sendo desempenhadas com eficiência e efetividade. É uma atividade que focaliza o trabalho e as transações individuais, além de operar em tempo real. É exercido sobre o sistema operacional, ou seja, inclui registro de estoques, registro pessoal, manuseamento de dados e manutenção de registro. As decisões de planejamento estratégico são baseadas em dados derivados de ambos os sistemas, externos e internos, e informações analíticas e ambientais. As primeiras decisões identificam os pontos fortes e pontos fracos da organização e as outras habilitam a formulação de suas estratégias. As restrições impostas às decisões de controle gerencial emanam das decisões estratégicas incorporadas aos planos estratégicos e, para a finalidade das decisões de controle gerencial. Essas restrições estão incorporadas aos planos de curto e longo prazo. Estes planos são divididos em programas detalhados em vários subsistemas e em informações específicas para propósitos e controle operacional. Assim, decisões de controle gerencial estão baseadas em informações resumidas que comparam o desempenho real dos centros de custos e de lucro com seu desempenho planejado. Por isso, os gestores não devem ser criticados acerca de informações irrelevantes, pois os demonstrativos gerenciais devem ser em forma de variações do plano orçamentário e devem explicitar as razões por que essas variações ocorreram. Os fundamentos, expressados na visão e na missão, formam a base, o ponto de partida para o desdobramento de objetivos e estratégias que movem a empresa de forma organizada e segura. O controle gerencial exercido desse modo é conhecido por administração por exceção. As decisões de controle gerencial são dirigidas para investigações das variações e para a indicação de instruções aos gerentes operacionais sobre qual tratamento a ser dado a essas variações. Alternadamente, a administração deve reconhecer que as variações são inevitáveis e incontroláveis e é recomendado que o plano estratégico seja alterado. Neste caso, a decisão tornará a forma de uma recomendação de ajustamento do plano estratégico. Decisões de controle operacional são tomadas no ponto de encontro das informações específicas com as operacionais associadas com vários subsistemas. Informações específicas estabelecem padrões de desempenho em termos de volume e custo de produção e tempo gasto. E as informações operacionais evidenciam os resultados sob a forma de itens produzidos e desempenho na produção em tempo realmente gasto. As decisões de controle operacional, diferentemente das decisões de controle gerencial, preocupam-se com as variações ocorridas no dia a dia das operações. 3 SENTIDO AMPLO DO CONTROLE O termo controle tem adquirido uma variedade de usos em nossa linguagem corrente. Diz-se, por exemplo, controle de tráfego, controle de armas, controle de doenças. É evidente que, nestas aplicações do termo controle, pensa-se em diferentes tipos de ações. Assim, quando se fala em controle de tráfego, pensa-se em regulamentação de tráfego. Uma flexibilização similar ao uso do termo controle é observada na maneira como ele é empregado no contexto dos negócios empresariais. O controle é utilizado para descrever funções importantes, como controle de produção, controle de qualidade e controle orçamentário. Estas funções, entretanto, representam tipos bem diferentes de atividades. Muito bem, ao final dessa Aula, você compreendeu os conceitos acerca do processo de gestão e tomada de decisão a partir da Controladoria como área responsável por gerar informações e orientar os gestores nesses processos? Caso você consiga responder a esta questão, parabéns! Você atingiu o objetivo desta Aula. Caso tenha dificuldades para respondê-la, aproveite para reler o conteúdo da Aula, e acessar o UNIARAXÁ Virtual e interagir com seus colegas e Tutor(a) a fim de sanar todas as suas dúvidas. Você não está sozinho(a) nessa caminhada! Conte conosco! Chegou o momento de complementar seu conhecimento. Vá até seu Ambiente Virtual de Aprendizagem e acesse esta aula para assistir a Video Aula RECAPITULANDO Nessa Aula, observamos que o planejamento ocorre em todos os níveis da administração. O sucesso das outras funções depende da qualidade do planejamento o qual se ocupa com fatores controláveis e incontroláveis que afetam a organização. Os fatores controláveis devem ser manipulados para a vantagem da organização, e os efeitos dos fatores incontroláveis devem ser minimizados. Vimos que a administração também se preocupa com outras funções, como controle e motivação. Desde que a decisão seja a característica chave de todas as funções administrativas, decidir tornou-se sinônimo de administrar. Logo, entendemos que a informação é necessária para a tomada de decisão, e a qualidade da informação afeta a qualidade da decisão. Assim, um sistema de informação adequado e eficiente direciona ao sucesso. Na próxima Aula, estudaremos um pouco sobre a aplicação da Contabilidade por Responsabilidade. E aí, preparado(a) para mais uma jornada de conhecimento? Vamos lá! REFERÊNCIAS DESKFY. Comunicação interna: a sua importância no meio corporativo. c2021. Disponível em: . Acesso em: 27 de mai. de 2021. FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo César. Controladoria: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2004. MORANTE, A. Salvador; JORGE, F. Timaco. Controladoria: Análise Financeira Planejamento e Controle Orçamentário. São Paulo: Atlas, 2008. OLIVEIRA, L. Martins; PEREZ Jr., J. Hernandez; SILVA, C. A. Santos. Controladoria Estratégica: Textos e Casos Práticos com Solução. 11 ed. São Paulo: Atlas, 2015. PIMENTEL, Isabela. Motivação: Receita de sucesso? 2014. Disponível em: . Acesso em: 27 de mai. de 2021. https://deskfy.io/comunicacao-interna-corporativa/ https://deskfy.io/comunicacao-interna-corporativa/ https://www.comunicacaointegrada.com.br/motivacao Inputs Outputs Feedback Inputs – É uma expressão da língua inglesa que significa entrada. Outputs – É um conceito da língua inglesa, de uso frequente principalmente no âmbito da informática para se referir aos dados resultantes de um processo. Feedback é uma palavra inglesa que significa realimentar ou dar resposta a uma determinado pedido ou acontecimento. O termo é utilizado em áreas como Administração de Empresas, Psicologia ou Engenharia Elétrica.