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Plasmodium sp. Plasmodium sp. A malária é causada por quatro plasmódios: Plasmodium vivax, Plasmodium ovale, Plasmodium malariae e Plasmodium falciparum. P. vivax e P. falciparum são causas mais comuns de malária. Malária é uma das doenças infecciosas mais comuns – principalmente nos trópicos. O vetor e hospedeiro definitivo de plasmódios é o mosquito Anopheles fêmea (somente a fêmea é hematófaga). O ciclo evolutivo dos Plasmodium é heteroxênico. Existem duas fases no ciclo de vida: o ciclo sexuado, que ocorre principalmente em mosquitos, e o ciclo assexuado, que ocorre em humanos, os hospedeiros intermediários. O ciclo sexuado é denominado esporogonia, uma vez que são produzidos esporozoítos / trofozoítos. O ciclo assexuado é denominado esquizogonia, uma vez que são produzidos esquizontes. Plasmodium sp. O ciclo de vida em humanos é iniciado com a introdução de esporozoítos/ trofozoítos no sangue a partir da saliva contida na picada do mosquito anofelino. O ciclo sexuado inicia-se nas hemácias humanas quando alguns merozoítos desenvolvem-se em gametócitos masculinos e outros em gametócitos femininos. As hemácias contendo gametócitos são ingeridas pelo mosquito Anopheles fêmea. No interior do intestino (TGI) do mosquito, produzem um macrogameta feminino (macrogametócitos) e oito microgametas masculinos (microgametócitos) similares a espermatozoides. Após a fertilização, o zigoto diploide diferencia-se em um oocineto móvel, se desenvolve em um oocisto. No interior do oocisto são produzidos vários esporozoítos haploides. Os esporozoítos são liberados e migram para as glândulas salivares, estão prontos para completarem o ciclo. Plasmodium sp. – Ciclo Biológico Picada da fêmea do mosquito Anopheles infectada Inoculação de ESPOROZOÍTOS /TROFOZOÍTOS no sangue • Especializado em invadir hepatócitos; • FORMA INFECTANTE PARA O HOMEM. HEPATÓCITOS ESQUIZONTES • Reprodução assexuada - esquizogonia • Fase assintomática; • Ciclo Hepático; • P. vivax e P. ovale param o ciclo nesta fase – latência. MEROZOÍTOS • Especializado em invadir hemácias; • Ciclo eritrocítico; • Manutenção da infecção em vertebrados. MICROGAMETÓCITO MACROGAMETÓCITO • Presentes no sangue periférico; • FORMA INFECTANTE PARA O INVERTEBRADO - VETOR Fêmea do Anopheles alimenta-se de sangue • MICROGAMETA E MACROGAMETAS • zigoto diploide ZIGOTO OOCINETO OOCISTO • Reprodução assexuada ESPOROZOÍTOS Hospedeiro definitivo – Vetor (fêmea Anopheles). Hospedeiro intermediário - Homem • Invade a parede do TGI do inseto • Saem do TGI do inseto; • Migram para o aparelho sugador/picador Plasmodium sp. – Ciclo Biológico Esquizontes Ciclo Eritrocítico Oocineto Oocistos Esporozoítos Patogênese e epidemiologia: a maioria dos achados patológicos da malária resulta da destruição de hemácias. As hemácias são destruídas pela liberação dos merozoítos. A malária causada por P. falciparum é mais grave que aquela causada por outros plasmódios. A malária manifesta-se pelo estabelecimento súbito de febre e calafrios, acompanhados de cefaleia, mialgias e artralgias, cerca de duas semanas após a picada do mosquito. A duração do ciclo de febre é de 72 horas para P. malariae e 48 horas para os demais plasmódios. A esplenomegalia é observada na maioria dos pacientes, enquanto a hepatomegalia é menor, a anemia é intensa. Plasmodium sp. Diagnóstico: o parasitológico da malária baseia-se na demonstração do parasito no sangue periférico do paciente através da confecção de esfregaços sanguíneos em gota espessa ou camada delgada corados pelo Giemsa, com boas sensibilidade e especificidade - técnicos bem treinados - definindo a espécie de Plasmodium - pois são morfologicamente distintas e distinguíveis. Testes sorológicos são feitos apenas para triagem de doadores e em inquéritos epidemiológicos. Tratamento: é eliminar os estágios assexuados sanguíneos e interromper as esquizogonias sanguíneas evitando os acessos maláricos. O tratamento deve levar em conta a espécie de Plasmodium e a possível resistência ao antimalárico escolhido. Os fármacos atualmente disponíveis são: cloroquina, primaquina, mefloquina, quinina em associação com doxiciclina, tetraciclina ou clindamicina, artemisina e derivados (artemeter e artesunato) em combinação com lumefantrina ou mefloquina. Plasmodium sp. Medidas de prevenção e controle: devem levar em conta o diagnóstico precoce e tratamento dos infectados, que são fontes de infecção para o vetor ao possuírem gametócitos circulantes. Medidas relacionadas ao controle vetorial. A quimioprofilaxia da malária para indivíduos que viajam a regiões onde P. falciparum resistentes à cloroquina são endêmicos consiste em mefloquina ou doxiciclina. Plasmodium sp. Slide 1: MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA Slide 2 Slide 3: Plasmodium sp. Slide 4: Plasmodium sp. Slide 5: Plasmodium sp. – Ciclo Biológico Slide 6: Plasmodium sp. – Ciclo Biológico Slide 7: Plasmodium sp. Slide 8: Plasmodium sp. Slide 9 Slide 10: Plasmodium sp. Slide 11 Slide 12: Leishmania sp. Slide 13: Leishmania sp. Slide 14: Leishmania sp. Slide 15 Slide 16 Slide 17: Leishmania sp. Slide 18: Leishmania sp. Slide 19: Leishmania sp. - Ciclo Biológico Slide 20 Slide 21 Slide 22: Trypanosoma cruzi Slide 23: Trypanosoma cruzi Slide 24: Trypanosoma cruzi Slide 25: Trypanosoma cruzi Slide 26: Trypanosoma cruzi - Ciclo Biológico Slide 27 Slide 28 Slide 29: Toxoplasma gondii Slide 30: Toxoplasma gondii Slide 31: Toxoplasma gondii – Ciclo Biológico Slide 32: Toxoplasma gondii Slide 33: Toxoplasma gondii Slide 34: Toxoplasma gondii Slide 35: Toxoplasma gondii – Ciclo Biológico Slide 36 Slide 37: Toxoplasma gondii Slide 38 Slide 39: Cestódeos Slide 40: Cestódeos Slide 41: Cestódeos Slide 42: Cestódeos Slide 43: Cestódeos Slide 44: Cestódeos Slide 45: Cestódeos – Ciclo Biológico Slide 46