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<p>Plasmodium sp</p><p>Profª Mª Patrícia Benvenuti Mendes</p><p>Biomédica – Analista Clínica</p><p>Mestra em Ciências da Saúde</p><p>patricia.benvenuti81@gmail.com</p><p>Protozoário causador da malária.</p><p>A doença é transmitida pelos mosquitos do</p><p>gênero Anopheles e ocorre principalmente nas</p><p>zonas equatoriais e tropicais do globo, sendo</p><p>considerada a doença parasitária de maior</p><p>letalidade mundial.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Mosquito Anopheles</p><p>No Brasil, ocorrem dezenas de milhares de casos</p><p>de malária por ano, e 99% se localizam na</p><p>Amazônia.</p><p>Existem quase 100 espécies de plasmódios,</p><p>porém aquelas que habitualmente parasitam o</p><p>homem são quatro: P. falciparum, P. malariae, P.</p><p>vivax, P. ovale (não encontrado no Brasil).</p><p>Plasmodium sp.</p><p>P. falciparum é o mais patogênico, produz uma</p><p>febre terçã (ciclo de 48 horas) maligna e causa a</p><p>morte.</p><p>P. vivax, causa a febre terçã benigna, raramente</p><p>produz infecções fatais (África).</p><p>P. ovale é responsável por outra forma de febre</p><p>terçã benigna (África).</p><p>P. malariae causa febre quartã (ciclo de 72 horas)</p><p>encontrado no mundo todo.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>P.vivax P.falciparum P.malarie</p><p>A morfologia é considerada diversificada:</p><p>hospedeiro vertebrado</p><p>• Esporozoíta</p><p>• Trofozoíta</p><p>• Esquizonte</p><p>• Merozoíta</p><p>• Gametócitos</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>hospedeiro invertebrado:</p><p>• Micro/macrogameta</p><p>• Ovo / Zigoto</p><p>• Oocineto</p><p>• Oocisto</p><p>• Esporozoíta</p><p>• Esporozoíta: Forma infectante do parasito,</p><p>presente na glândula salivaria do mosquito;</p><p>• Trofozoíta: Forma encontrada dentro das</p><p>hemácias</p><p>• Esquizonte: Forma encontrada dentro das</p><p>hemácias, possui citoplasma irregular, núcleo</p><p>ja se apresenta dividido;</p><p>• Merozoíta: Forma ovalada contando com um</p><p>núcleo, células preparadas para perfurar</p><p>hemácias</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>Macrogametócito: célula feminina;</p><p>Microgametócito: célula masculina;</p><p>Ovo/ Zigoto: Forma esférica, encontrada na luz</p><p>do estômago do mosquito, forma a fecundação</p><p>do macrogameta com microgameta;</p><p>Oocineto: forma alongada e móvel, no estomago</p><p>do mosquito,</p><p>Oocisto: é quando o oocineto se originará em</p><p>esporozoíto.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>dentro das</p><p>hemácias</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>Esporozoíto</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>Microgameta / Macrogameta</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>Possui o ciclo de vida em duas fases:</p><p>• fase sexual exógena (esporogônica), na qual</p><p>ocorre a multiplicação dos parasitos no</p><p>mosquito.</p><p>• fase assexuada endógena (esquizogônica),</p><p>onde ocorre a multiplicação no hospedeiro</p><p>vertebrado em células parenquimatosas do</p><p>fígado (esquizogonia hepática) ou nos</p><p>eritrócitos (esquizogonia eritrocitária).</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>Essa dinâmica do ciclo demonstra que sua</p><p>grande complexidade está relacionada à</p><p>habilidade do parasito em alterar suas</p><p>características celulares e moleculares e em</p><p>desenvolver-se nos ambientes intra- e</p><p>extracelular, tanto do hospedeiro vertebrado</p><p>quanto do mosquito vetor.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>No mosquito:</p><p>Após picarem um hospedeiro infectado, fêmeas</p><p>de anofelinos ingerem juntamente com o</p><p>sangue as formas gametocíticas do parasito.</p><p>No lúmen do intestino se iniciará a fase sexual</p><p>do ciclo com a diferenciação em</p><p>microgametócitos (masculino) e</p><p>macrogametócitos (femininos) e, após a</p><p>fecundação, formarão um zigoto diploide.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>Esse zigoto diferencia-se em oocineto, uma</p><p>forma móvel do parasito, e esse</p><p>desenvolvimento pode durar entre 16 a 24</p><p>horas variando de acordo com as diferentes</p><p>espécies de Plasmodium.</p><p>O oocineto formado atravessa a matriz</p><p>peritrófica e atinge a parede do epitélio</p><p>intestinal onde se transforma em oocisto.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>Após atravessar o epitélio, o oocineto se aloja</p><p>entre a lamina basal e o epitélio intestinal do</p><p>mosquito e se diferencia em oocisto, e entre 12</p><p>a 15 dias após a infecção ocorre o rompimento</p><p>do oocisto maduro e a liberação de</p><p>esporozoítos na hemolinfa.</p><p>Esses esporozoítos liberados migram e invadem</p><p>a glândula salivar, tornando esse inseto apto a</p><p>infectar um novo hospedeiro vertebrado na</p><p>próxima alimentação sanguínea.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>No homem:</p><p>O mosquito inocula na pele juntamente com a</p><p>saliva formas esporozoítas que alcançam a</p><p>corrente sanguínea do hospedeiro vertebrado,</p><p>migram para células do fígado e atingem os</p><p>hepatócitos, iniciando o ciclo exoeritrocítico.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>Uma vez alcançado o fígado, os esporozoítos</p><p>migram por várias células hepáticas até se</p><p>estabelecer no hepatócito final, formando em</p><p>volta desse parasito um vacúolo parasitóforo.</p><p>Com a ocorrência de diferenciação e divisões</p><p>celulares origina-se as formas esquizontes que</p><p>ao se romperem liberam milhares de</p><p>merozoítos.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>São liberados centenas de merozoítos para a</p><p>corrente sanguínea e inicia-se o ciclo</p><p>eritrocítico da doença.</p><p>Ao alcançar a corrente sanguínea os merozoítos</p><p>interagem com as proteínas presentes na</p><p>superfície dos eritrócitos e por adesão o</p><p>parasito invade ativamente as hemácias.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>Após a invasão, os merozoítos se desenvolvem</p><p>em trofozoítos e estes dão origem a</p><p>esquizontes por meio de múltiplas divisões</p><p>nucleares.</p><p>Novos merozoítos são formados no interior dos</p><p>esquizontes e são liberados pela ruptura destes,</p><p>dando início a uma nova etapa de invasões de</p><p>eritrócitos e completando-se o ciclo assexuado</p><p>do parasito.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Ciclo biológico</p><p>Alguns trofozoítos passam por um</p><p>desenvolvimento diferencial resultando na</p><p>formação de células sexuais especializadas, os</p><p>gametócitos masculino (microgametócito) e o</p><p>feminino (macrogametócito), que ao serem</p><p>ingeridos pelos mosquitos seguirão seu</p><p>desenvolvimento sexuado no vetor.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Morfologia</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Transmissão</p><p>• Vetorial (picada do mosquito)</p><p>• Congênita</p><p>• Transfusão sanguinea</p><p>• Troca / compartilhamento de seringas</p><p>contaminadas</p><p>• Acidente laboratorial</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Imunidade</p><p>A imunidade à malária envolve uma resposta</p><p>celular e humoral, onde as células T são</p><p>essenciais na regulação da produção de</p><p>anticorpos e na indução da imunidade celular.</p><p>Um dos aspectos mais marcantes da infecção</p><p>malária é a hipergamaglobulinemia, que se</p><p>caracteriza por uma produção aumentada de</p><p>IgG e IgM.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Imunidade</p><p>Os mecanismos pelos quais os linfócitos T</p><p>participam da destruição dos plasmódios</p><p>compreendem células auxiliares que ativam os</p><p>linfócitos B aumentando a resposta humoral e</p><p>ativando macrófagos ou células NK (natural</p><p>killer cells), ou pela produção de substâncias</p><p>capazes de agir sobre os esquizontes, no</p><p>interior das hemácias.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Imunidade</p><p>Na fase exo-eritrocítica os mecanismos efetores</p><p>específicos do antígeno compreendem a</p><p>citotoxicidade direta dos hepatócitos infectados</p><p>promovida por células T CD8+ (linfócitos T</p><p>citotóxicos).</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Patogenia</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Patogenia</p><p>A patogênese da malária resulta de três eventos</p><p>principais fisiopatológicos:</p><p>• resposta inflamatória excessiva</p><p>• destruição de células vermelhas do sangue</p><p>• adesão de eritrócitos infectados às veias</p><p>capilares</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Patogenia</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Patogenia</p><p>A patogênese da malária resulta de três eventos</p><p>principais fisiopatológicos:</p><p>• resposta inflamatória excessiva</p><p>• destruição de células vermelhas do sangue</p><p>• adesão de eritrócitos infectados às veias</p><p>capilares</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Patogenia</p><p>O balanço entre respostas pró e anti-</p><p>inflamatórias contra o parasito é critico para se</p><p>ter proteção clínica, ou seja, pouca ativação</p><p>imune pode não inibir o crescimento do</p><p>parasito, enquanto a ativação exacerbada pode</p><p>levar à imunopatologia.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Patogenia</p><p>Três tipos de mecanismos (não excludentes)</p><p>explicam o desenvolvimento de uma anemia:</p><p>• aumento da destruição de hemácias pelo</p><p>parasita</p><p>• emoção de eritrócitos</p><p>infectados ou</p><p>alterados por células fagocíticas</p><p>• déficit na reposição de novos eritrócitos</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Patogenia</p><p>A destruição de células vermelhas do sangue</p><p>corresponde à uma fase intra-eritrocítica onde</p><p>parasitos digerem a hemoglobina, produzindo</p><p>metabólitos potencialmente tóxicos, refletindo</p><p>em quadros severos de anemia.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Sintomatologia</p><p>A principal manifestação clínica da malária em</p><p>sua fase inicial é a febre, associada ou não a</p><p>calafrios, tremores, suores intensos, dor de</p><p>cabeça e dores no corpo.</p><p>A febre na malária corresponde ao momento</p><p>em que as hemácias estão se rompendo.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Sintomatologia</p><p>A pessoa que contraiu a doença pode ter</p><p>também, dentre outros sintomas:</p><p>• Vômitos,</p><p>• Diarréia,</p><p>• Dor abdominal,</p><p>• Falta de apetite,</p><p>• Tonteira</p><p>• Sensação de cansaço.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Sintomatologia</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Sintomatologia</p><p>É o tempo transcorrido entre a picada do</p><p>mosquito infectado e o aparecimento dos</p><p>primeiros sintomas.</p><p>Ele pode variar de 8 a 30 dias ou até mais,</p><p>dependendo da espécie de Plasmodium, da</p><p>carga parasitária injetada pelo mosquito no</p><p>momento da picada e do sistema de defesa do</p><p>paciente.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Epidemiologia</p><p>A Malária continua causar significante</p><p>morbidade e mortalidade nas áreas onde é</p><p>prevalente.</p><p>Mais de 40% da população mundial vive em</p><p>áreas endêmicas.</p><p>Há uma estimativa de 300 a 500 milhões de</p><p>casos e 1,5 a 2,7 milhões de mortes por ano,</p><p>decorrentes da Malária.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Epidemiologia</p><p>No Brasil, a região endêmica para a Malária é a</p><p>Amazônia Legal, compreendendo os estados do</p><p>Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato</p><p>Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia,</p><p>Roraima e Tocantins.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Epidemiologia</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Diagnóstico</p><p>O padrão-ouro no diagnóstico da infecção</p><p>continua sendo as colorações de sangue</p><p>periférico- "gota espessa", coradas com</p><p>Giemsa, Wright ou Field .</p><p>Os esfregaços permitem tanto a identificação</p><p>quanto a quantificação da carga parasitária.</p><p>Malária só pode ser excluída quando há pelo</p><p>menos 3 esfregaços negativos dentro de 48</p><p>horas de observação da febre.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Diagnóstico</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Diagnóstico</p><p>Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) é</p><p>sensível (mais de 90%) e altamente específica</p><p>(quase 100%), e pode detectar níveis muito</p><p>baixos de parasitas, útil quando o esfregaço é</p><p>negativo, e é espécie-específica.</p><p>Porém, pela inacessibilidade técnica,</p><p>permanece como instrumento de pesquisa.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Diagnóstico</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Diagnóstico</p><p>Métodos sorológicos como o ELISA e a</p><p>imunofluorescência indireta não têm papel no</p><p>diagnóstico da Malária aguda.</p><p>Recentes avanços nos testes para diagnóstico são</p><p>a PCR real-time, extração de DNA, a coloração</p><p>com Acridina laranja e a citometria de fluxo.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Profilaxia</p><p>Não frequentar locais próximos a criadouros</p><p>naturais de mosquitos, como beira de rio ou</p><p>áreas alagadas no final da tarde até o amanhecer,</p><p>pois nesses horários há um maior número de</p><p>mosquitos transmissores de malária circulando.</p><p>Utilizar repelentes em áreas endêmicas.</p><p>Não há vacina contra esse protozoário.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Tratamento</p><p>Para cada espécie do plasmódio é utilizado</p><p>medicamento ou associações de medicamentos</p><p>específicos em dosagens adequadas à situação</p><p>particular de cada doente, e que deve considerar</p><p>os padrões de resistência do plasmódio nas</p><p>diversas regiões endêmicas do mundo.</p><p>Plasmodium sp.</p><p>Tratamento</p><p>As drogas utilizadas são:</p><p>• Cloroquina</p><p>• Atovaquona</p><p>• Sulfato de quinino</p><p>• Quinidina</p><p>• Doxiciclina</p><p>• Clindamicina</p><p>• Mefloquina</p>

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