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patologia pulpar 
e periŴadicular
patologia pulpar
e periŴadicular
Ana Luiza Paschoal
 diagnostico endodontico
exame extra-oral
- inspeção
- palpação
exame intra-oral
- inspeção
- palpação
- percussão vertical
- teste de sensibilidade pulpar
teste de sensibilidade pulpar
testes térmicos
frio - gás refrigerante (endo ice)
calor - guta-percha aquecida
classificacao dos sintomas
quanto a intensidade: quanto a duração
- intensa. - intermintente
- moderada. - contínua
- suave
quanto a origem: quanto a localização:
- espontânea - localizada
- provocada - difusa
diagnostico por imagem
radiografia - panorâmica, periapical.
proximidade da cárie com a polpa, adaptação de 
restaurações, alterações perirradiculares.
tomografia computadorizada por feixe cônico.
causas da inflamacao
pulpite reversivel
“leve alteração inflamatória inicial da polpa”
sinais: cáries, restaurações com infiltrações, retração 
gengival, tratamento recente.
sintomas: sensibilidade provocada (doce ou frio) de 
declínio rápido.
palpação: negativo percussão: negativo
térmico: calor - tardia a aplicação
 frio - aguda, rápida e localizada
tratamento: remoção do agente agressor
pulpite irreversivel
“processo inflamatório grave e irreversível que 
acomete a polpa exposta, que progride para necrose.”
sinais: cáries, restaurações com infiltrações, retração 
gengival, tratamento recente.
sintomas: dor intensa, contínua, pulsátil, irradiada.
palpação: negativo percussão: negativo/positivo
térmico: calor - exacerbada -» vasodilatação
frio - inicial: positiva/demora; avançado: negativa/
alívio da dor 
radiográfico: LP ligeiramente espessado 
tratamento: tratamento radical (pulpectomia)
necrose pulpar
“morte celular do tecido pulpar”
sinais: alterações cromáticas (dentes hígidos - 
trauma), cáries, restaurações extensas.
sintomas: assintomático (pode ter dor prévia)
palpação: negativo percussão: negativo/positivo
térmico: não responde ou responde tardiamente
tratamento: remoção do tecido necrosado, tratamento 
endodôntico
periodontite apical aguda
“resposta inflamatória intensa que acomete lig. 
periodontal, com consequente edema”
inspeção: escurecimento da coroa
palpação: pode ser positiva percussão: dor extrema
térmico: não responde
radiográfico: LP espessado; sem reabsorção óssea
abcesso perirradicular agudo
“exacerbação da resposta dos tecidos perirradiculares, 
resultando em inflamação purulenta”
- classificações: inicial, em evolução e evoluído.
- presença de liquefação tecidual - formação de pus
- dura de 72 a 96h
➵ intraósseo subperiostal (abcesso em evolução)
 edema difuso pastoso/duro
pode não haver drenagem do conteúdo via canal
➵ estágio evoluído edema flutuante
 pode não haver drenagem via canal -» conteúdo nos 
tecidos moles.
Depende da relação anatômica do ápice com as inserções 
musculares
- intraoral ou extraoral
- vestibular ou palatina
drenagem menor resistência 
• dor intensa, espontânea, localizada ou difusa 
exacerbada pela mastigação.
• dor mais pronunciada abcesso intraósseo e 
subperiostal
• na fase evoluída alívio da dor
• manifestações sistêmicas febre, miastenia, trismo, 
privação de sono e dificuldades na alimentação
abcesso fenix e flare-up
abcesso dentoalveolar agudo inicial, em evolução e 
evoluído
diagnóstico diferencial e baseado na imagem radiográfica
 
lesão periapical abcesso fênix
ausência de lesão ou leve espessamento flare up 
(entre sessões)
inspeção: extrusão e mobilidade dentária; tumefação 
intra ou extraoral
palpação: positiva percussão: positiva 
vertical
térmico: calor - pode responder (falso -) 
radiográfico: LP espessado sem LD; imagem 
radiolúcida difusa
manifestações sistêmicas: febre, miastenia, trismo, 
privação de sono e dificuldades na alimentação.
tratamento: • drenagem via canal / incisão da 
mucosa ou pele
 • evitar o escoamento para o meio oral
 • prescrição de analgésicos e AINES
 • retirar o dente de oclusão alívio da 
dor
periodontite apical cronica
 resposta perirradicular crônico-adaptativa
 
inflamação crônica sem aguda baixa intensidade
assintomático episódio prévio de dor
início da formação de granuloma sem reab. óssea
inspeção: lesão de cárie profunda / rest. 
desadaptada 
palpação: negativa percussão: negativa
térmico: negativa radiográfico: LP espessado
granuloma perirradicular
“patologia perirradicular mais comum, 
caracterizado por infiltrado inflamatório crônico, 
com formação de tecido granulomatoso.”
tecido granulomatoso, predomínio de macrófagos, 
seguidos por linfócitos, plasmóticos e neutrófilos.
pode haver epitelização 
patologia perirradicular mais comum (48%)
periodontite apical não tratada 
mediadores químicos indução da reabsorção óssea
acomodação do tecido granulomatoso 
inspeção: lesão de cárie profunda / rest. desadaptada
palpação: negativa percussão: negativa + apical
térmico: negativa 
radiográfico: lesão radiográfica circunscrita com perda 
de integridade da lâmina dura
cisto perirradicular
“lesão formada a partir da epitelização de um granuloma, 
com formação de cavidade cística.”
cavidade contendo material líquido/semissólido
revestido por epitélio pavimentoso estratificado
envolto por tecido granulomatoso e cápsula de conjuntivo 
classificado em verdadeiro ou bolsa
advém de um granuloma
aspecto clínico radiográfico semelhante ao granuloma
distinguíveis apenas histologicamente
tratamento: endodôntico convencional
 cirurgia perirradicular
classificação: baia - cisto contíguo ao canal radicular
 verdadeiro - sem contato com o canal
 
palpação: negativa ou + crepitação cística
percussão: negativa + apical térmico: negativa
radiográfico: lesão radiográfica circunscrita com perda 
de integridade da lâmina dura
aceso perirradicular cronico
“lesão formada a partir do egresso gradual de irritantes 
para os tecidos, com formação de exsudato purulento.”
presença de fístula intra ou extra oral
realizar rastreamento radiográfico
inspeção: fístula de drenagem intermitente
palpação: negativa percussão: negativa
térmico: não responde radiográfico: lesão radiolúcida
tratamento: pulpectomia + endo
 
 sessão múltipla + MIC HPG
 
 regressão da fístula 7-30 dias 
obturação 
cisto proservação / pode não regredir