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Alocação de Tráfego

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ALOCAÇÃO DO TRÁFEGO
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1)Introdução
Parcela de tráfego que utilizará o sistema rodoviário→ Alocação destes fluxos a rede viária existente ou a ser projetada.
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O problema da alocação é tipicamente rodoviário, uma vez que a sua maior densidade de malha, em relação aos dos outros sistemas, cria uma série de opções ao usuário.
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 Além disso é mais usualmente encontrado em áreas urbanas, uma vez que nelas a densidade da rede cresce mais ainda, aumentando as possibilidades para alternativa para o escoamento do tráfego.
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2)Métodos para Alocação do Tráfego
Objetivos:
 a) Estabelecer os volumes de tráfego que utilizarem os diferentes trechos da rede:
b) Assinalar as deficiências que atualmente existem no sistema viário, principalmente falta de capacidade para acomodar o tráfego;
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c)Analisar o efeito de melhoramentos que sejam executados na rede rodoviária;
d) Escalonar as prioridades de execução de obras no sistema viário;
d)Determinar volumes horários de projeto;
e)Determinar o volume de tráfego que será desviado para a nova estrada.
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Os processos de alocação se baseiam no fato de a escolha de determinado percurso, por parte dos usuários do sistema de transporte, estará condicionada por uma série de fatores, como: 
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a)distância dos percursos;
b) tempo de viagem; 
c)existência ou não de pedágios; 
d)limitações quanto ao peso, altura ou largura dos veículos; 
e) custo de viagem; 
f)composição do tráfego;
g) existência ou não de facilidades ao longo do trajeto(postos de serviço, oficinas, hotéis, etc...);
h)além de uma série de elementos subjetivos.
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Vários estudos indicam que o tempo de viagem como o parâmetro que mais influi na escolha de uma rota.
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A maioria dos processos de alocação é baseada em economia de custo de viagem, redução de tempo ocupado nos deslocamentos ou distâncias dos percursos.
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3.Processo do “Tudo ou Nada”
Este processo é baseado no fato de que os motoristas preferem efetuar suas viagens pelas vias que oferecem menor resistência aos deslocamentos. A resistência pode ser medida em termos de tempo, distância, custo de viagem ou alguma combinação destes elementos.
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 Este modo de alocação é feito com o seguinte procedimento:
1°) Descrição completa da rede rodoviária identificando os trechos e nós;
 Os nós podem ser centrais ou nós de interseção e estes últimos são definidos pelo cruzamento de duas ou mais vias. Os nós devem ser numerados, de modo a permitir a identificação dos trechos;
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2°) Determinação dos caminhos de menor resistência. No caso de vias urbanas a resistência deve ser medida em termos de tempo de viagem;
3°) Alocação de tráfego pelos caminhos de menor resistência.
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 Este método é de fácil aplicação, porém não considera a capacidade das vias, nem os acréscimos de tempo de viagem que ocorrem, devido ao aumento de volume de tráfego nas vias escolhidas, além de não considerar preferências pessoais na escolha da rota.
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4) Alocação Baseada na Atratividade das Vias
 É um processo semelhante ao anterior, pois a atratividade de uma via é definida como o valor inverso de custo ou tempo de viagem por dia.
 
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O tráfego será alocado aos trechos de maior atratividade.
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5)Método das Curvas de Desvio
São métodos baseados na comparação de duas rotas alternativas, sendo uma delas “free-way”. Determina-se a porcentagem de tráfego que caberá a cada caminho. Estas “curvas” foram desenvolvidas para vários parâmetros, sendo que os principais são:
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Economia de percurso;
Relação de tempo e distância de viagem;
Economia de tempo de viagem;
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Curva em forma de “S” que permite determinar o número de usuários de uma “free-way”, em função da relação entre tempos de viagens;
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6. Método Californiano
Neste método são desenvolvidas curvas que indicam a percentagem de usuários que preferem a “ free-way”, em função das diferenças de distâncias e tempo de viagem, entre esta via e outra alternativa.
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