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INCENTIVOS FISCAIS E SUBSÍDIOS.
Apresentação
As políticas públicas possuem papel fundamental na vida das pessoas, uma vez que, além de 
regularem as relações entre as pessoas e entre elas e as instituições, também buscam solucionar os 
problemas da sociedade, promovendo o seu bem-estar. Os incentivos fiscais e os subsídios são 
outros benefícios concedidos pelo governo para promover o bem-estar social e estimular a 
atividade econômica.
Nesta Unidade de Aprendizagem, você vai estudar as fases do processo de políticas públicas, o 
conceito de incentivos fiscais e algumas leis brasileiras de incentivo e o conceito de subsídios.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Reconhecer as fases de implementação das políticas públicas.•
Explicar o conceito de incentivos fiscais e sua aplicação.•
Diferenciar o conceito de incentivo fiscal e subsídio.•
Desafio
Você é o controlador financeiro da empresa SuperCompany, empresa exportadora e líder de 
mercado no varejo de materiais de construção. Seus analistas tributários identificaram duas 
excelentes oportunidades para a empresa:
1. Investir R$1.000.000,00 no Programa Influencriançando, um engenhoso modelo que prevê a 
aquisição de brinquedos fabricados por pessoas com necessidades especiais, os quais são 
entregues a crianças carentes em datas festivas, como o Dia das Crianças e o Natal. De acordo com 
a legislação vigente, o valor investido no programa pode ser deduzido diretamente do valor do 
imposto de renda a ser pago pela SuperCompany.
2. Pleitear subsídios com base no Programa Exportaozão, que permite reduzir R$1.000.000,00 no 
montante a ser pago pela SuperCompany em Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), 
tributo federal brasileiro criado pela Lei n.o 7869/1988.
Como foi informado a você, os benefícios não podem ser cumulativos. Portanto, você deve optar 
por somente um deles. Qual você escolhe?
Infográfico
Veja, no Infográfico, como os incentivos fiscais e os subsídios podem colaborar para o bem-estar 
social e o aquecimento da economia.
 
Aponte a câmera para o 
código e acesse o link do 
conteúdo ou clique no 
código para acessar.
 
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/a436f55d-dc10-4e77-9b72-ecba6c029974/f11afee6-06a5-476d-8162-5e5650090ff1.jpg
Conteúdo do livro
No capítulo Incentivos fiscais e subsídios, da obra Elaboração e implementação de políticas públicas, 
você verá que as políticas públicas são promovidas pelo governo, visando ao bem-estar da 
sociedade e ao interesse público. Os incentivos fiscais contribuem nesse sentido, uma vez que 
estimulam as empresas a investirem em projetos sociais em diversas áreas, como saúde, educação, 
cultura e esporte. Os subsídios por sua vez, visam a estimular ou proteger determinadas indústrias 
instaladas no país, aquecendo o mercado interno e internacional e reduzindo as desigualdades 
sociais regionais.
Boa leitura!
ELABORAÇÃO E 
IMPLEMENTAÇÃO 
DE POLÍTICAS 
PÚBLICAS
Lígia Maria
Fonseca Affonso
Revisão técnica:
Luciana Bernadete de Oliveira
Graduada em Ciências Políticas e Econômicas
Especialista em Administração Financeira
Mestre em Desenvolvimento Regional
Catalogação na publicação: Poliana Sanchez de Araujo – CRB 10/2094
E37 Elaboração e implementação de políticas públicas / Guilherme
 Corrêa Gonçalves ... [et al.] ; [revisão técnica: Luciana
 Bernadete de Oliveira]. – Porto Alegre : SAGAH, 2017.
 324 p. il. ; 22,5 cm.
 ISBN 978-85-9502-194-5
 1. Políticas públicas. I. Gonçalves, Guilherme Corrêa.
CDU 304
Incentivos fiscais 
e subsídios
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
  Reconhecer as fases de implementação das políticas públicas.
  Explicar o conceito de incentivos � scais e sua aplicação.
  Diferenciar o conceito de incentivo � scal e subsídio.
Introdução
As políticas públicas possuem papel fundamental na vida das pessoas, 
uma vez que, além de regular as relações entre elas e entre elas e as 
instituições, também buscam solucionar os problemas da sociedade 
promovendo o seu bem-estar. Os incentivos fiscais e os subsídios são 
outros benefícios concedidos pelo governo para promover o bem estar 
social e estimular a atividade econômica. 
Neste texto você vai estudar as fases do processo de políticas públicas; 
o conceito de incentivos fiscais e algumas leis brasileiras de incentivo; e 
o conceito de subsídios.
Fases do processo de políticas públicas
Sabemos que o papel do Estado é promover o bem-estar da sociedade e que, para 
isso, é necessário o desenvolvimento de ações em diversas áreas como saúde, 
educação, meio ambiente, segurança, etc. Para tal os governos fazem uso de 
políticas públicas, defi nidas como um conjunto de ações e decisões do governo, 
com a fi nalidade de solucionar problemas da sociedade, ou seja, as políticas 
públicas são todas as ações, metas e planos traçados pelos governos, nas três 
esferas de atuação, para promover o bem-estar da sociedade e o interesse público. 
Cabe ressaltar que quem escolhe as ações e a ordem de prioridade dessas 
ações são os gestores públicos, uma vez que a sociedade ainda não consegue 
se expressar de forma integral, ficando essa tarefa para os representantes por 
ela escolhidos, bem como para os sindicatos, as entidades de representação 
empresarial, as asso ciações de moradores e patronais e as Organizações Não 
Governamentais (ONGs) em geral, chamados de So ciedade Civil Organizada 
(SCO) (CALDAS, 2008). 
Na verdade, esses grupos se formam para defender os interesses que pos-
suem em comum, uma vez que não há recursos disponíveis para atender a todas 
as demandas. Essa escassez gera disputas e conflitos que, dentro dos limites da 
lei, impulsionam mudanças e melhorias na sociedade. Dessa forma, a disputa 
entre diversos grupos da sociedade recebe o nome de interesse público, que 
são, na verdade, as deman das e as expectativas da sociedade. Para priorizar 
as demandas e expectativas da sociedade é preciso compreender cada uma 
delas. É claro que as respostas não atenderão a todas as demandas. Isso quer 
dizer que alguns grupos serão contemplados e outros não. Para os grupos 
contemplados o governo formula e desenvolve ações que atendam integral 
ou parcialmente as demandas priorizadas. Assim, diz-se que o governo está 
atuando em favor do interesse público e promovendo o bem-estar social.
Veja algumas características das políticas públicas (SARAVIA, c2017):
  É institucional, uma vez que quem elabora ou decide é uma autoridade 
formal, legalmente constituída no âmbito de sua competência. 
  É decisória, pois se constitui em um conjunto e uma sequência de 
decisões para escolher os meios e fins que respondam aos problemas 
e às necessidades.
  É comportamental, uma vez que uma política é um curso em ação. 
  É causal, pois as ações resultam em produtos que afetam o sistema 
político e social.
De forma mais simples, uma política pública envolve um conjunto de 
decisões; recursos a serem alocados; um plano geral de ação; um público alvo 
ou vários públicos; e metas e objetivos a serem atingidos, definidos em função 
de normas e valores (THOENIG, 1998 apud SARAVIA, c2017).
Veja, agora, as etapas do processo de política pública (CALDAS, 2008; 
SARAVIA, c2017):
  Formação da agenda. 
  Elaboração.
  Formulação de políticas.
  Implementação.
Incentivos fiscais e subsídios218
  Execução.
  Acompanhamento.
  Avaliação.
A formação da agenda é o primeiro momento do processo de política 
pública, no qual as demandas ou necessidades da sociedade são incluídas na 
agenda do poder público. Nesse processo, estão envolvidos a emergência e 
o reconhecimento das questões e a definição das prioridades, ou seja, quais 
questões serão tratadas e quais ficarão de lado. Alguns fatores são determi-
nantes para entrarem na agenda do governo como, por exemplo,indicadores 
que apontem problemas graves, como o alto índice de mortalidade por doenças 
crônicas ou falhas em outros programas do governo que chegaram ao fim e 
que devem ser ajustadas. 
A elaboração das políticas é o segundo momento do processo e envolve 
a identificação e a delimitação do problema. Esse é o momento de definir 
quais ações serão adotadas para solucioná-lo, avaliar os custos, os recursos 
necessários, os riscos de cada alternativa e os efeitos de cada ação, ou seja, 
se essas ações serão eficientes e eficazes para o atingimento do objetivo da 
política e atendimento dos interesses sociais.
A formulação envolve a seleção e especificação da alternativa escolhida 
e a declaração, explicitando a decisão adotada e seus objetivos, expressas em 
leis, decretos, normas, resoluções e ou tros atos da administração pública. Para 
que o processo de elaboração de uma política pública seja eficaz, é preciso 
fazer uso de dados estatísticos como informação, analisar as preferências dos 
atores envolvidos e utilizar o conhecimento adquirido para formular as ações. 
É importante que o responsável pela elaboração da política se reúna com os 
interessados solicitando propostas e opiniões e que elas sejam analisadas 
objetivamente, considerando a viabilidade técnica, legal, financeira, política 
e outros aspectos que podem influenciar na elaboração das políticas. 
No cenário da criação e execução das políticas públicas existem dois tipos de atores: 
os estatais (políticos e servidores públicos) e os privados (imprensa, associações da 
sociedade civil organizada, grupos de pressão, grupos de interesse, lobbies e outros que 
não possuem vínculo dire to com a estrutura administrativa do Estado) (CALDAS, 2008).
219Incentivos fiscais e subsídios
A implementação é a quarta etapa do processo e consiste em planejamento 
e organização do aparelho administrativo e dos recursos necessários para 
executar uma política. Nessa etapa, também é necessário o recrutamento e 
treinamento das pessoas responsáveis por execução, coordenação, seguimento 
e avaliação da política.
A execução é a quinta etapa do processo de uma política. É o momento em 
que todos os planos, programas e projetos são executados, e a política pública 
é colocada em prática. Esse é o momento mais delicado, pois as coisas podem 
não sair como planejado. É importante estudar os obstáculos que se opõem 
aos resultados, principalmente a burocracia que permeia a máquina pública. 
O acompanhamento é a sexta etapa do processo e consiste na supervisão 
da execução da política e de todos os elementos que a compõem. O acompa-
nhamento tem a finalidade de fornecer informações que permitam realizar 
eventuais ajustes, assegurando que os objetivos da política sejam alcançados. 
A avaliação é a última etapa do processo de uma política pública, no entanto, 
tem papel fundamental, não somente quando termina o ciclo da política, mas 
durante todos os momentos de sua atuação. Avaliar todo o ciclo da política 
permite ajustes, correção e prevenção de falhas, identificação de barreiras que 
impedem o sucesso do programa e, dessa forma, contribuir para a maximiza-
ção dos resultados esperados. Além disso, a avaliação pode ser uma fonte de 
aprendizado, uma vez que o gestor pode identificar as melhores ações e seus 
efeitos, gerando informações que podem ser uteis em futuras políticas públicas.
Alguns fatores podem comprometer a execução e o sucesso das políticas 
públicas. Entre eles podemos destacar a natureza dos problemas; o contexto 
político, econômico, tecnológico e social em que estão inseridos; a forma 
como os aparatos administrativos estão organizados; os recursos políticos e 
econômicos do público-alvo; e o apoio político disponível (SARAVIA, c2017). 
Outros fatores que podem influenciar o andamento e a eficácia das políticas 
públicas são (CALDAS, 2008):
  A disputa de poder entre as organizações: quanto maior for o número 
de organizações envolvidas na execução de uma política, maior será a 
quantidade de ordens expedidas, o que acarreta em um maior tempo 
para a realização das tarefas.
  Fatores internos como recursos humanos, financeiros, materiais, preparo e 
treinamento do quadro administrativo encarregado da execução de políticas. 
  Alterações na implementação das políticas públicas acarretadas pela 
insuficiência de cooperação entre as organi zações e a lealdade da bu-
rocracia entre os formuladores. 
Incentivos fiscais e subsídios220
  Fatores externos como a opinião pública, con dições econômicas e sociais 
da população, e posição de grupos privados que podem dificultar a 
execução das políticas. 
  A resistência e indiferença contra as medidas que podem prejudicar a 
aplicação dos objetivos e metas propostas na política.
É importante reconhecer e entender as principais limitações de todo o ciclo 
das políticas públicas. A participação e colaboração dos stakeholders ao processo 
das políticas públicas são fundamentais para a democracia, caso contrário, as 
deficiências acumuladas podem levar a um grande fracasso (RUA, 2009).
Acesse o link ou o código a seguir para aprender 
ainda mais sobre políticas públicas (QUEIROZ, 2016): 
https://goo.gl/MGrL3G
Incentivos fiscais
Há mais de vinte anos o Brasil dispõe de mecanismos de incentivo fi scal que 
permitem às pessoas jurídicas destinarem impostos para realizar projetos. O 
conceito de responsabilidade social empresarial foi um fator importante para 
estimular a conscientização de empresários brasileiros, que aos poucos foram 
se engajando em projetos sociais e têm contribuído de forma signifi cativa para 
transformações na vida de muitas pessoas, comunidades e regiões, de forma 
sistemática e sustentável. Nesse sentido, as leis de incentivo são uma oportuni-
dade que as empresas têm de, além de promover o bem-estar social investindo 
em projetos culturais, sociais e esportivos, construir e consolidar sua marca 
de forma positiva junto à sociedade. Esses investimentos são estimulados pelo 
Governo, a título de doação ou patrocínio para esses projetos, chancelados 
pelos órgãos competentes, chamado de incentivo fi scal (ASSOCIAÇÃO DA 
INDÚSTRIA FARMACÊUTICA DE PESQUISA, 2015; FEDERAÇÃO DAS 
INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2015). 
221Incentivos fiscais e subsídios
Podemos conceituar incentivo fiscal como um instrumento utilizado pelo 
governo para estimular pessoas físicas ou jurídicas a desenvolverem projetos 
culturais, sociais e esportivos para a sociedade, e que em troca têm redução ou 
isenção de alguns impostos e contribuições. Isso significa que o poder público 
deixa de receber parte de recursos tributários para incentivar iniciativas sociais, 
culturais, educacionais, de saúde e esportivas, que beneficiam várias pessoas, 
ao passo que os investidores apoiam causas nas quais acreditam. 
Com essa iniciativa, o governo, além de estimular projetos que beneficiem a 
sociedade, permite que as empresas invistam em suas operações, gerando mais 
empregos e movimentando a economia. Essas reduções, isenções, eliminação 
(direta ou indireta), compensação e outros modelos que diminuem a carga 
tributária são reguladas por leis, decretos ou medidas provisórias e oferecidas 
nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal. São concedidos de acordo com o 
regime tributário adotado pela empresa. No âmbito Federal, cujas deduções 
são feitas a partir do Imposto de Renda (IR), apenas as empresas optantes 
pelo lucro real é que podem fazer uso dos incentivos fiscais, ou seja, empresas 
optantes pelo lucro presumido, arbitrado ou pelo Simples Nacional, não podem 
se valer desse benefício. Nos âmbitos Estadual e Municipal, o tipo de tributação 
adotado pelas empresas não é relevante, pois não causa impacto na apuração 
de impostos estaduais e municipais (FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2015). 
Lucro real: é o lucro líquido do período de apuração, ajustado pelas adições, exclu-
sões e compensações autorizadas pela Lei. É regra geral para apuração doimporto de 
renda de pessoa jurídica (IRPJ) e da contribuição social sobre lucro líquido (CSLL), exige 
completa escrituração contábil e fiscal e livros que garantam controle e segurança 
das informações declaradas.
Lucro presumido: é uma forma de tributação simplificada para determinação da 
base de cálculo do IR e da CSLL das pessoas jurídicas; não é um regime obrigatório e, 
por isso, é muito utilizado; podem optar pelo regime, pessoas jurídicas que possuam 
receita bruta total inferior a 78 milhões, ou seja, aquelas que não são obrigadas ao 
regime de tributação pelo lucro real.
Lucro arbitrado: é adotado pelo Fisco para arbitrar o percentual a ser pago pelas 
empresas; utilizado quando não é possível apurar a receita tributável da pessoa jurídica 
por meio do lucro presumido ou real (FABRETTI, 2007).
Incentivos fiscais e subsídios222
Você verá, a seguir, quais são os tributos atingidos pelos incentivos fiscais 
no Brasil, nos três níveis de governo:
  CSLL e IRPJ, ambos federais.
  Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), estadual.
  Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto Sobre Serviços 
(ISS), ambos municipais.
Para requerer o benefício, as empresas devem apresentar certidão negativa 
de débito, ou seja, devem comprovar que estão em dia com a Receita Federal, 
lembrando que as certidões devem ser requeridas de acordo com o tipo de lei 
utilizada, ou seja, se for utilizada uma lei federal, a certidão deve ser reque-
rida junto a Receita Federal; se for lei estadual deve ser requerida em âmbito 
estadual e, se for municipal, deve ser requerida em âmbito municipal. Outros 
documentos podem ser requeridos, dependendo da lei e de cada ministério, 
conselho ou secretaria (ASSOCIAÇÃO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA 
DE PESQUISA, 2015). 
As empresas podem escolher em que área querem investir (cultura, edu-
cação, esporte ou saúde) sendo que o ideal seria que combinassem áreas 
temáticas ou todas as áreas ao mesmo tempo privilegiando mais pessoas. 
Cabe destacar que existem incentivos focados em grupos específicos de be-
neficiados, como crianças e adolescentes, idosos ou pessoas com deficiência. 
Após a escolha da área e do público a ser beneficiado, é preciso encontrar 
um projeto devidamente registrado em um ministério (Cultura, Esporte ou 
Saúde), conselho (Criança e Adolescência ou Idoso) ou secretarias estaduais 
e municipais (Cultura ou Esporte).
Veja, na Figura 1 algumas Leis de Incentivo.
223Incentivos fiscais e subsídios
Figura 1. Principais Leis de Incentivo brasileiras.
Fonte: Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (2015). 
Empresas com apuração pelo lucro real podem deduzir o investimento 
realizado utilizando o incentivo fiscal federal das seguintes formas (ASSO-
CIAÇÃO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA DE PESQUISA, 2015): 
  Deduzir a base de cálculo do IR como despesa operacional, ou seja, 
o investimento realizado é deduzido do lucro operacional da empresa 
como sendo uma despesa operacional, antes de calcular o IR e a CSLL. 
Ao deduzir o investimento como despesa, o lucro é reduzido fazendo 
o IR incidir sobre uma base de cálculo menor.
  Deduzir o investimento diretamente do valor do IR devido pela pessoa 
jurídica, ou seja, deduzir do valor do imposto a pagar.
  Unir as duas formas acima, ou seja, por lucro operacional e também 
por IR devido. 
Incentivos fiscais e subsídios224
No entanto, pela lei, alguns incentivos fiscais podem aparecer em despesa 
operacional e outros, não. Por isso, a importância de o contador da empresa 
discriminar tudo com detalhes, inclusive as leis utilizadas. As empresas 
devem informar o incentivo dado em seu período de apuração do imposto, 
seja ele qual for. O valor a ser resgatado do incentivo fiscal será descontado 
do imposto no mesmo ano-base em que ele foi aplicado no projeto escolhido, 
ou seja, se a doação for feita em 2017, deverá constar no ano-base 2017. Já em 
relação às leis estaduais e municipais de incentivo, os cálculos e as declarações 
contábeis são realizadas de acordo com cada período de vencimento de ICMS 
e de ISS e/ou IPTU, dependendo do prazo estipulado pelos governos. 
Os incentivos fiscais estão previstos na Constituição Federal (CF), de 1988 
(BRASIL, 1988), ou seja, estão legalmente amparados para cumprir com os 
objetivos aos quais se destinam: fortalecer os direitos individuais e sociais da 
sociedade, promovendo o bem comum e o desenvolvimento nacional, tanto no 
âmbito público como no privado. Dessa forma, além de ser uma contribuição 
do Estado, constituem-se como instrumento de desenvolvimento e crescimento 
econômico de uma sociedade, uma vez que promovem melhor qualidade de 
vida aos seus cidadãos, seja por meio do acesso à cultura, educação, lazer, 
saúde, aumento de empregos, distribuição de renda e outros.
O Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC) retribui o in-
vestimento que recebe das empresas que o ajudaram na ampliação de sua rede 
hospitalar em São Paulo, gravando placas com o nome delas e expondo-as nas alas, 
andares e elevadores do novo prédio, como forma de reconhecimento (ASSOCIAÇÃO 
DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA DE PESQUISA, 2015). 
Subsídios
Os subsídios econômicos, assim como os incentivos fi scais, compõem o con-
junto de políticas econômicas do país. O subsídio é concedido a empresas 
ou particulares como um auxílio ou benefício para algo de interesse público, 
que tenha papel signifi cativo para a nossa economia, ou seja, visa promover 
uma atividade econômica de interesse social. Ele pode ocorrer por meio da 
isenção de impostos, contribuição fi nanceira, fi scal ou cambial, oferecidos 
225Incentivos fiscais e subsídios
pelo governo a alguns setores da economia, visando o desenvolvimento e a 
competitividade deles. Ou seja, os subsídios são “[...] toda ajuda ofi cial de 
governo, seja de natureza comercial, fi nanceira, cambial ou fi scal, com o fi m 
de estimular a produtividade de indústrias instaladas no país.” (PIRES, 2003, 
p. 1114). Portanto, constituem-se em instrumentos de estímulo tributário, ajuda 
comercial, fi nanceira e cambial.
Sob o ponto de vista macroeconômico, os subsídios têm a finalidade de 
equalizar e padronizar preços, pois têm ligação direta com o preço final 
de venda de um bem; reduzir as desigualdades sociais regionais; e corrigir 
distorções do mercado. Isso significa que eles não estão restritos apenas à 
modalidade fiscal, mas também, são um meio de estimular ou proteger de-
terminadas indústrias instaladas no país. Para Pires (2001, p. 201) subsídio é:
Toda ajuda oficial do governo com o fim de estimular a produtividade 
de indústrias, tendo como objetivo promover o desenvolvimento de 
setores estratégicos sob o ponto de vista econômico, ou de regiões mais 
atrasadas, além de servir como instrumento de incentivo às exportações, 
sobretudo em países em desenvolvimento.
O subsídio é um incentivo que tem gerado preocupação cada vez maior para o Governo, 
uma vez que sua ligação com a formação de preços no mercado internacional acaba 
exigindo a criação e o desenvolvimento de mecanismos de defesa comercial. Cabe 
ressaltar que esse incentivo possui grande relevância para o comércio internacional 
e sua prática é regulada pelo ordenamento interno e pelas regras da Organização 
Mundial do Comércio (OMC) (PIRES, 2001). 
O subsídio é praticado em todo o mundo, não sendo privilégio do Brasil. O 
subsídio agrícola, por exemplo, é pago ao produtor por unidade produzida ou 
exportada, por meio de financiamentos com juros abaixo do mercado, isenção 
ou redução de impostos, financiamentos para compra de adubos, defensivos 
agrícolas, maquinário e outros, com o objetivo de baratear a produção, tornando 
os produtores mais competitivos, veja a Figura 2.
Incentivos fiscais e subsídios226
Figura 2. Colheita de soja.
Fonte: Aprosoja Brasil (2014).
Conforme a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico 
(OCDE) o Brasil é um dos países que menos concede subsídios para seusagricultores, representando 5% do valor bruto das receitas agrícolas, abaixo 
da média de 30% concedida por países como França, Itália, Estados Unidos 
e Reino Unido (BRASIL, c2017). Estudos realizados pela Organização das 
Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) (c2017) apontam 
que os subsídios agrícolas concedidos pela União Europeia reduzem o custo 
de produção do trigo em 30 ou 35% e do açúcar de 60 a 75%. Nos Estados 
Unidos, o custo do milho é reduzido de 5 até 35% e do algodão, de 15 a 20%. 
Juntos, os Estados Unidos e a União Europeia investem US$ 350 bilhões 
por ano para proteger demais produtos agrícolas como laticínios, arroz e 
carne, o que impede uma competição de igual para igual entre outros países 
produtores. Isso é uma barreira para a expansão agrícola de países pobres ou 
em desenvolvimento, que dependem da extração primária de riquezas para 
sobreviverem, pois sua economia não é baseada na industrialização. Os países 
em desenvolvimento, por sua vez, precisam de subsídios para tornar seus 
produtos competitivos no mundo exterior, pois a demanda interna também 
não é suficiente para que se mantenham (DIAS, 2016). 
No Brasil, a principal ferramenta de subsídio para a safra são os emprés-
timos para financiamento, custeio e investimentos, com taxas de juros abaixo 
do praticado pelo mercado. Assim, subsidiar a agricultura é fundamental 
para proteger o mercado interno, uma vez que o agronegócio atualmente é 
responsável por 20% do produto interno bruto (PIB) nacional, responsável 
pela geração de empregos diretos e indiretos em 46% e, responsável por 90% 
do saldo positivo da balança comercial (DIAS, 2016).
227Incentivos fiscais e subsídios
Outros exemplos de subsídios aqui no Brasil são os voltados para a indústria 
automobilística, de eletrônicos e para a compra da casa própria para pessoas de 
baixa renda. Na verdade, a concessão de subsídios ainda gera muitas polêmicas 
em todo o mundo, uma vez que como já apresentado acima, dependendo do 
montante concedido, favorece alguns mercados e prejudica outros. 
Ainda sobre a polêmica da concessão de subsídios ao 
setor automobilístico no Brasil, você pode saber mais 
a respeito no link ou código a seguir (LAPORTA, 2017):
https://goo.gl/SmeqVJ
1. Políticas públicas 
são definidas como: 
a) um conjunto de ações e 
decisões do público, com 
a finalidade de solucionar 
problemas do governo.
b) um conjunto de ações e 
decisões da sociedade, com 
a finalidade de solucionar 
problemas do público.
c) um conjunto de ações e 
decisões do governo, com 
a finalidade de solucionar 
problemas da sociedade.
d) um conjunto de ações e decisões 
dos gestores, com a finalidade 
de solucionar problemas 
das empresas públicas.
e) um conjunto de ações e 
decisões do governador, com 
a finalidade de solucionar 
problemas do Estado.
2. Quem escolhe as ações e a ordem 
de prioridade das ações referentes às 
políticas públicas? 
a) A sociedade.
b) Os gestores públicos.
c) Os indivíduos.
d) Os empregados.
e) Os donos das empresas públicas.
3. Sobre as etapas das políticas 
públicas, qual é o segundo 
momento do processo e que 
envolve a identificação e a 
delimitação do problema? 
a) A elaboração das políticas.
b) A formação da agenda.
c) A formulação.
d) A implementação.
e) A execução.
Incentivos fiscais e subsídios228
4. Por que nos âmbitos estadual e 
municipal o tipo de tributação do 
imposto de renda adotado pelas 
empresas não é relevante? 
a) Porque não causa impacto 
na apuração de impostos 
estaduais e municipais.
b) Porque elas não pagam 
imposto de renda.
c) Porque elas recolhem 
pelo Simples.
d) Porque elas optam entre pagar 
o imposto de renda ou os 
impostos estaduais e municipais.
e) Porque as empresas estaduais 
e municipais são isentas 
de imposto de renda.
5. O que são subsídios? 
a) Um instrumento utilizado 
pelo governo para estimular 
pessoas físicas ou jurídicas 
a desenvolverem projetos 
culturais, sociais e esportivos 
para a sociedade, em troca da 
redução ou isenção de alguns 
impostos e contribuições.
b) São todas as ações, metas e 
planos traçados pelos governos, 
nas três esferas de atuação, 
para promover o bem-estar da 
sociedade e o interesse 
público.
c) O poder público abre mão 
de uma parte dos recursos 
que receberia para incentivar 
a execução de iniciativas 
sociais, culturais, educacionais, 
de saúde e esportivas, em 
benefício de várias pessoas.
d) Toda ajuda oficial de governo, 
seja de natureza comercial, 
financeira, cambial ou 
fiscal, com a finalidade de 
estimular a produtividade de 
indústrias instaladas no país
e) Um conjunto de decisões; 
recursos a serem alocados; 
um plano geral de ação; 
um público alvo ou vários 
públicos; e metas e objetivos a 
serem atingidos, definidos em 
função de normas e valores.
APROSOJA BRASIL. A história da soja. Brasília, DF, 2014. Disponível em: . Acesso em: 09 out. 2017.
ASSOCIAÇÃO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA DE PESQUISA. Cartilha sobre uso de 
incentivos fiscais. São Paulo: INTERFARMA, 2015.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. 
Brasília, DF, 1988. Disponível em: . Acesso em: 14 dez. 2016.
BRASIL. Ministério da Fazenda. Organização para a Cooperação e Desenvolvimento 
Econômico – OCDE. Brasília, DF, c2017. Disponível em: . Acesso em: 10 out. 2017.
CALDAS, R. W. (Coord.). Políticas públicas: conceitos e práticas. Belo Horizonte: Sebrae, 
2008.
DIAS, D. Subsídio não é coisa de gente preguiçosa! É praticado pelo mundo inteiro: en-
tenda essa ferramenta. [S.l.]: Blog do Daniel Dias, 2016. Disponível em . Acesso em: 
06 out. 2017.
FABRETTI, L. C. Contabilidade tributária. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Manual das leis de 
incentivo: estratégias de investimento social. Rio de Janeiro: Sistema FIRJAN, 2015.
LAPORTA, T. OMC pede que Brasil retire subsídios à indústria em até 90 dias. G1, Rio de 
Janeiro, 30 ago. 2017. Disponível em: . Acesso 
em: 06 out. 2017.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A ALIMENTAÇÃO E A AGRICULTURA. 
Brasil. Roma: FAO, c2017. Disponível em: . Acesso 
em: 10 out. 2017.
PIRES, A. R. Incentivos fiscais e o desenvolvimento econômico. In: SCHOUERI, L. E. 
(Coord.). Direito tributário: homenagem a Alcides Jorge Costa. São Paulo: Quartier 
Latin, 2003.
PIRES, A. R. Práticas abusivas no comércio internacional. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
QUEIROZ, A. A. Políticas públicas e o ciclo orçamentário. Brasília, DF: DIAP, 2016. (Série 
Educação Política).
RUA, M. G. Políticas públicas. Florianópolis: UFSC, 2009.
SARAVIA, E. J. Gestão e avaliação de políticas públicas. Rio de Janeiro: FGV, c2017.
Leitura recomendada
HOWLETT, M.; RAMESH, M.; PERL, A. Política pública: seus ciclos e subsistemas: uma 
abordagem integral. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
Incentivos fiscais e subsídios230
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
Conteúdo:
 
Audiodescrição do Capítulo do Livro:
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Dica do professor
Os incentivos fiscais, além de contribuírem para fazer o bem a um grupo de pessoas ou à sociedade, 
colaboram para a construção de uma boa imagem da empresa que doa. Ovídeo a seguir apresenta 
um exemplo de por que somente as empresas que adotam o regime tributário pelo lucro real 
podem utilizar os incentivos fiscais federais e deduzi-los do imposto de renda.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
 
Audiodescrição da Dica do Professor
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https://creator-files.plataforma.grupoa.education/learning-unit//12898audiodescrio__1_-2025-02-13T15:39:33-03:00.docx
Exercícios
1) 
Políticas públicas são definidas como:
A) a) Um conjunto de ações e decisões do público, com a finalidade de solucionar problemas do 
governo.
B) b) Um conjunto de ações e decisões da sociedade, com a finalidade de solucionar problemas 
do público.
C) c) Um conjunto de ações e decisões do governo, com a finalidade de solucionar problemas da 
sociedade.
D) d) Um conjunto de ações e decisões dos gestores, com a finalidade de solucionar problemas 
das empresas públicas.
E) e) Um conjunto de ações e decisões do governador, com a finalidade de solucionar problemas 
do Estado.
2) 
Quem escolhe as ações e a ordem de prioridade das ações referentes às políticas públicas?
A) a) A sociedade.
B) b) Os gestores públicos.
C) c) Os indivíduos.
D) d) Os empregados.
E) e) Os donos das empresas públicas.
3) 
É o segundo momento do processo de política pública e envolve a identificação e 
delimitação do problema. Estamos falando de qual etapa?
A) a) A elaboração das políticas.
B) b) A formação da agenda.
C) c) A formulação.
D) d) A implementação.
E) e) A execução.
4) 
Por que, nos âmbitos estadual e municipal, o tipo de tributação do imposto de renda 
adotado pelas empresas não é relevante?
A) a) Porque não causa impacto na apuração de impostos estaduais e municipais.
B) b) Porque elas não pagam imposto de renda.
C) c) Porque elas recolhem pelo Simples.
D) d) Porque elas optam entre pagar o imposto de renda ou os impostos estaduais e municipais.
E) e) Porque as empresas estaduais e municipais são isentas de imposto de renda.
5) 
O que são subsídios?
A) a) Instrumentos utilizados pelo governo a fim de estimular pessoas físicas ou jurídicas a 
desenvolverem projetos culturais, sociais e esportivos para a sociedade e terem em troca 
redução ou isenção de alguns impostos e contribuições.
B) b) Todas as ações, metas e planos traçados pelos governos, nas três esferas de atuação, para 
promover o bem-estar da sociedade e o interesse público.
C) c) Ato do poder público quando abre mão de uma parte dos recursos que receberia para 
incentivar a execução de iniciativas sociais, culturais, educacionais, de saúde e esportivas, em 
benefício de várias pessoas.
D) d) Toda ajuda oficial de governo, seja de natureza comercial, financeira, cambial ou fiscal, com 
o fim de estimular a produtividade de indústrias instaladas no país.
E) e) Conjunto de decisões, recursos a serem alocados, um plano geral de ação, um público-alvo 
ou vários públicos, metas e objetivos a serem atingidos, definidos em função de normas e 
valores.
Na prática
O que você acha de montar uma fábrica em plena floresta amazônica, longe de fornecedores, longe 
dos mercados consumidores, sem mão de obra disponível e com enormes dificuldades e altíssimos 
custos para receber os insumos necessários e entregar seus produtos aos consumidores?
Não acha tal investimento promissor?
 
 
A política tributária vigente na Zona Franca de Manaus é diferenciada do restante do país, 
oferecendo benefícios locacionais, com o objetivo de minimizar os custos amazônicos. Além de 
vantagens oferecidas pelo Governo Federal, o modelo é reforçado por políticas tributárias estadual 
e municipal. Veja a seguir os dados sobre os tributos federais e as vantagens locacionais divulgados 
pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa): 
 
Tributos federais: 
 
• redução de até 88% do Imposto de Importação (I.I.) sobre os insumos destinados à 
industrialização; 
 
• isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (I.P.I.); 
 
• redução de 75% do imposto de renda de pessoa jurídica, inclusive adicionais de 
empreendimentos classificados como prioritários para o desenvolvimento regional, calculados com 
base no Lucro da Exploração até 2013; 
 
• isenção da contribuição para o PIS/PASEP e da Cofins nas operações internas na Zona Franca de 
Manaus. 
Tributos estaduais: 
 
• restituição parcial ou total, variando de 55% a 100% – dependendo do projeto – do Imposto 
sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de 
Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).
Vantagens locacionais: 
 
No parque industrial de Manaus, o investidor tem à disposição terreno a preço simbólico, com 
infraestrutura de captação e tratamento de água, sistema viário urbanizado, rede de abastecimento 
de água, rede de telecomunicações, rede de esgoto sanitário e drenagem pluvial. A área industrial é 
de 3,9 mil hectares, sendo que as empresas instaladas atualmente ocupam menos de 1,7 hectare. 
Há mais de 2,2 hectares disponíveis para receber novos empreendimentos. 
 
O governo brasileiro, por meio da Suframa e de outros organismos governamentais, realiza 
elevados investimentos em infraestrutura a fim de que o investidor tenha atendidas todas as 
condições para instalar seu empreendimento no Polo Industrial de Manaus.
Saiba mais
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Leia o artigo a seguir para saber mais sobre os mecanismos de 
promoção da inovação tecnológica nas empresas, dentre eles: 
financiamentos reembolsáveis, não reembolsáveis e incentivos 
fiscais.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Por meio da leitura do artigo a seguir, você verá como a política 
nacional de ciência, tecnologia e inovação tem contribuído para 
o setor de energia a fim de construir um ambiente favorável à 
inovação.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
O artigo a seguir apresenta um mapeamento dos atores 
envolvidos na formulação e implementação do Programa Mais 
Médicos e busca compreender as dinâmicas e contribuições 
desses atores.
https://www.revistas.usp.br/rai/article/view/100276
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512016000700506&lng=en&nrm=iso
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Leia o artigo a seguir, que reconstitui a trajetória da análise de 
políticas públicas no Brasil, com base na literatura que 
distingue policy studies e policy analysis na teoria do campo 
científico.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512016000700593&lng=en&nrm=iso
http://www.scielo.br/pdf/rap/v50n6/0034-7612-rap-50-06-00959.pdf