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1 PEAK - Sistema de Treinamento Relacional Avaliação e Tratamento para Autismo baseado em evidência Módulo de Equivalência 2 SOBRE O AUTOR O Dr. Mark R. Dixon, BCBA-D, recebeu seu Doutorado em Psicologia na Universidade de Nevada, e é um Board Certified Behavior Analyst por mais de uma década. Ele é o Presidente Fundador da Associação para Análise do Comportamento de Illinois, e também deteve a posição de Presidente na Associação Centro- Americana de Análise do Comportamento. Atualmente, ele é membro do Conselho Executivo da Associação Internacional de Análise do Comportamento. Os interesses de Mark compreendem o campo da Análise do Comportamento, incluindo: o estudo de comportamentos operantes complexos; comportamento verbal; o desenvolvimento da linguagem; e comportamento organizacional. Seus interesses o levaram à publicação de 5 livros, mais de 130 artigos em periódicos com revisão de pares, e mais de 400 apresentações nacionais e internacionais. Em serviço adicional ao campo, Mark atua como Editor do Behavior Analysis in Practice, e como Editor Associado do Journal of Applied Behavior Analysis e do Journal of Organizational Behavior Management. O Dr. Dixon é responsável por gerar pesquisas e financiamentos de serviços que totalizam mais de 1.5 milhão de dólares para infundir a Análise do Comportamento em escolas, locais de educação alternativos, e outras instalações que atendem aqueles com autismo ou outros transtornos de desenvolvimento, e para criar uma clínica de terapia comportamental para a análise e tratamento para jogo patológico (Transtorno de Jogo) e obesidade. Suas opiniões de especialista e pesquisas têm sido exibidas em Newsweek, Time, The New York Times, National Public Radio, This American Life, e afiliadas regionais de ABC, CBS e PBS. 3 AGRADECIMENTOS Se A é igual a B, e B é igual a C, C é o mesmo que A? Responder essa pergunta com uma confirmação de que C e A são iguais oferece uma grande ameaça para a ciência da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) tradicional. E ainda mais do que uma ameaça ao tratamento de déficits cognitivos e de linguagem em pessoas com transtornos. A ameaça é, ambos, conceitual e prática. Quando se trata de entender como as pessoas aprendem a se comportar da maneira que se comportam, a Análise do Comportamento têm repousado confortavelmente sobre a noção de que o reforçamento direto para comportamentos anteriores aumenta a probabilidade daquele mesmo comportamento ocorrer no futuro. Tal conceitualização funciona bem, exceto quando explicando como você pode ter solucionado o problema acima. Sem uma história de reforçamento, você aprende a criar uma relação entre dois estímulos, eventos, e experiências, por conta de sua relação com outros estímulos, eventos, e experiências. Em termos práticos, esse achado sugere que a aprendizagem tem lugar para além das oportunidades instrucionais programadas que uma pessoa pode experenciar. Como um clínico, você pode não ter tanto poder quanto pensa quando se trata de entender o quanto uma pessoa pode aprender. Ademais, você pode ter um discernimento limitado no que diz respeito às relações mal adaptativas que uma pessoa pode ter entre seu comportamento e o ambiente. Nada disso parece importar, a menos que a pessoa seja verbal, utilize linguagem de sinais, uma lousa comunicativa, ou outros meios de se comunicar. Dado que esse repertório de pré-requisito descreve, basicamente, todo ser humano, a ABA tem um desafio em suas mãos se manter-se nos métodos explorados e exaustivos de tentar ensinar cada habilidade possível a um indivíduo. Considere, por um momento, que, em média, um estudante de 16 anos de idade possua um vocabulário de 38.000 palavras e, na idade da Universidade, de 60.000 palavras. Como nós devemos começar a ensinar todos esses tatos, mandos, e intraverbais? Nós poderíamos apenas começar com 1 e ir até o 60.000. Isso parece uma tarefa assustadora e boba. Pessoalmente, eu não me lembro de ter minha educação estruturada de tal maneira. Parecia que eu aprendia novas palavras, relações, e conceitos, de uma maneira similar à questão que eu coloquei acima. Eu fazia conexões entre conhecimentos anteriores para adquirir novos conhecimentos. Muitas vezes, essa aprendizagem aconteceu independentemente de outra pessoa me elogiar por estar correto. O sentimento reconfortante sobre a minha asserção é que uma margem de seção da ABA sabe sobre a capacidade de aprender por inferência pelos últimos 40 anos. Infelizmente, nenhum desses analistas de comportamento a descreveu para o público geral, terapeutas de linha de frente, pais e cuidadores – até agora. O Módulo de Equivalência do PEAK simboliza uma ruptura radical com todos os outros currículos embalados em ABA que tem sido delineados para melhorar as habilidades de linguagem e aprendizagem de pessoas com transtornos. Esse distanciamento está muito atrasado, dadas as centenas de artigos em publicações revisadas por pares que têm documentado o fenômeno da equivalência de estímulos por décadas. Na conceitualização mais básica, a equivalência de estímulos pode acelerar os ganhos de aprendizagem organizando determinadas tentativas de treino, de tal modo que elas produzem a emergência de novas respostas e relações entre estímulos. Na conceitualização mais otimista, a equivalência de estímulos fornece o quadro de trabalho para produzir consciência de ordem mais alta a respeito do mundo ao nosso redor. O Módulo de Equivalência do PEAK reúne, ambas, essas expectativas e tudo entre elas. Eu não tenho dúvidas de que quando novos estudantes, terapeutas, e pais forem expostos ao potencial que esse Módulo tem, eles o adotarão dentro de um programa de tratamento compreensivo desde o dia um. No entanto, convencer os praticantes existentes será desafiador. Os conceitos, técnicas e linguagem encontradas dentro desse Módulo serão novos para a maioria, e contém uma complexidade que não é encontrada nem no Módulo Direto ou de Generalização do PEAK. Alguns acharão esse Módulo uma opção 4 luxuosa que requer muita energia quando tudo estiver indo bem em determinado momento. Para os duvidosos que tenho encontrado, frequentemente os tenho pedido o seguinte: “Imagine dar uma mordida em uma laranja suculenta madura. Sinta o suco escorrer pela sua garganta. Sinta a doçura. Cheire o suco em sua boca. Oh, e eu esqueci de te dizer que essa laranja está podre.”. Então, eu pergunto a eles se eles puderam “ver”, “cheirar” e “saborear” aquela laranja. E se eles tiveram uma resposta emocional quando eu disse que ela estava podre. Finalmente, eu pergunto a eles quanto tempo levaria para um programa com abordagem de ABA tradicional fazer um aprendiz adquirir todas aquelas mesmas experiências. E, após nós conseguirmos fazer todas essas coisas interessantes acontecerem após a descrição da laranja, quais das milhares de outras palavras nós deveríamos mover adiante. Gradualmente, os duvidosos foram convertidos. O Módulo de Equivalência do PEAK levou anos para ser formalizado. Ele começou com alguns programas sendo integrados a minutos de tratamento em ABA existentes para crianças na educação especial, e a programas diários para adultos em arranjos de cuidado supervisionado. Eu me esforcei muito com a tradução dos jargões laboratoriais para termos práticos, e das premissas esotéricas de pesquisa em resultados clinicamente relevantes. Muitos praticantes se esforçaram muito junto comigo através das incontáveis variações dos 184 programas finais que compõem esse Módulo do PEAK. Ainda assim, como resultado, nós vimos ganhos incríveis florescerem nos aprendizes com quem trabalhamos. Alguns desses dados já estão publicados em periódicos revisados por pares, e muito mais demonstrações estão vindo.quatro tipos de relação renderá um total entre 0 e 48 no Formulário de Registro da Pré- Avaliação. Essas pontuações são, então, plotadas no Perfil de Pontuação Relacional, permitindo uma avaliação visual da capacidade do aprendiz de demonstrar cada relação. Uma alternativa para testar todos os 24 programas na pré-avaliação relacional é apresentada, através da qual o avaliador pode escolher completar uma versão curta, em que apenas o primeiro programa por tipo de relação e dificuldade na habilidade é avaliado. Uma vez que a versão curta utiliza apenas metade dos programas da pré-avaliação, ela pode não ser tão sensível ou precisa quanto a versão completa. No entanto, ela pode ser utilizada se restrições de tempo ou outras variáveis externas não permitirem que a pré-avaliação completa seja administrada. No caso de a versão curta ser utilizada, as pontuações relacionais são 26 multiplicadas por 2, para produzirem pontuações relacionais completas, que sejam comparáveis aos resultados da pré-avaliação em formato longo. Sistema de Treinamento Relacional PEAK Formulário de Registro da Pré-Avaliação do Módulo de Treinamento de Equivalência Aprendiz: ___________________________________________ Data: _______________________________ Instrutor(es): _______________________________________ Local: ______________________________ Versão da Pré-Avaliação: Longa Curta Estímulos alternativos foram utilizados para qualquer dos programas? Sim Não Tipo de relação Dificuldade da habilidade Pontuação no modelo longo (x 1.0) Pontuação no modelo curto (x 2.0) Pontos totais Básica Intermediária Avançada Reflexividade 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 Simetria 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 Transitividade 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 Equivalência 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 Pontuação Perfil de Pontuação Relacional 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 Reflexividade Simetria Transitividade Equivalência Uma alternativa para testar todos os 24 programas na pré-avaliação relacional é apresentada, através da qual o avaliador pode escolher completar uma versão curta, em que apenas o primeiro programa por tipo de relação e dificuldade na habilidade é avaliado. Uma vez que a versão curta utiliza apenas metade dos programas da pré-avaliação, ela pode não ser tão sensível ou precisa quanto a versão completa. No entanto, ela pode ser utilizada se restrições de tempo ou outras variáveis externas não permitirem que a pré-avaliação completa seja administrada. No caso de a versão curta ser utilizada, as pontuações relacionais são 1 2 1 2 1 2 1 2 Pontuação total: ________ max. 48 27 multiplicadas por 2, para produzirem pontuações relacionais completas, que sejam comparáveis aos resultados da pré-avaliação em formato longo. Completando o PEAK: Planilha de Trabalho Interpretativa da Pré-Avaliação de Equivalência Após conduzir a pré-avaliação e o Formulário de Registro correspondente, a Planilha de Trabalho Interpretativa da Pré-Avaliação pode ser utilizada para determinar quais habilidades da Avaliação de Equivalência do PEAK devem ser avaliadas. Testar se um aprendiz consegue, ou não, se engajar em um responder relacional derivado requer a avaliação direta da habilidade para determinar que ele pode, com sucesso, responder a, ambos, o treinamento direto e a testagem de relações derivadas. No entanto, ao utilizar a pré-avaliação para determinar se a capacidade de responder a relações derivadas já está presente no repertório do aprendiz, o avaliador também pode, então, indiretamente, mensurar programas na Avaliação que incluam relações que o aprendiz já demonstrou a capacidade de produzir. Isso é resumido dentro da Planilha de Trabalho Interpretativa da Pré-Avaliação. As pontuações relacionais do Formulário de Registro da Pré-Avaliação são adicionadas à Planilha de Trabalho Interpretativa para indicar com qual programa iniciar na avaliação completa. Por exemplo, uma pontuação de 5 na relação de simetria denota que o avaliador deve começar com o programa 4B, e avaliar diretamente esse programa, e os programas subsequentes, até que 5 consecutivos tenham sido pontuados com “não”. 28 Sistema de Treinamento Relacional PEAK Planilha de Trabalho Interpretativa da Pré-Avaliação do Módulo de Treinamento de Equivalência Aprendiz: ___________________________________________ Data: _______________________________ Instrutor(es): _______________________________________ Local: ______________________________ Versão da Pré-Avaliação: Longa Curta Estímulos alternativos foram utilizados para qualquer dos programas? Sim Não Tipo de relação Pontuação Relacional da Pré-Avaliação Instruções de Avaliação Programa de Início Reflexividade 0 Pontuar todos os itens que são Reflexivo na Avaliação como “não” 1A 1 – 11 Avaliar diretamente até que 5 programas consecutivos sejam pontuados como “não” 12 Avaliar indiretamente e avaliar diretamente quaisquer pontuações “?” Simetria 0 Pontuar todos os itens que são Simétrico na Avaliação como “não” 4B 1 – 11 Avaliar diretamente até que 5 programas consecutivos sejam pontuados como “não” 12 Avaliar indiretamente e avaliar diretamente quaisquer pontuações “?” Transitividade 0 Pontuar todos os itens que são Transitivo na Avaliação como “não” 9N 1 – 11 Avaliar diretamente até que 5 programas consecutivos sejam pontuados como “não” 12 Avaliar indiretamente e avaliar diretamente quaisquer pontuações “?” Equivalência 0 Pontuar todos os itens que são Equivalência na Avaliação como “não” 10L 1 – 11 Avaliar diretamente até que 5 programas consecutivos sejam pontuados como “não” 12 Avaliar indiretamente e avaliar diretamente quaisquer pontuações “?” Conduzindo o PEAK: Avaliação de Equivalência A Avaliação de Equivalência de Estímulos é uma pesquisa referenciada por critério utilizada para determinar o repertório atual do aprendiz e para identificar programas em potencial para alvejar para instrução. Essa lista de verificação de 184 itens permite aos instrutores ou cuidadores indicar se o aprendiz consegue se engajar corretamente nas habilidades cobertas por esse Módulo do PEAK. Como cada um dos items incluídos nessa avaliação corresponde diretamente a um programa no currículo do PEAK, os itens que são determinados como ausentes no repertório do participante podem ser ensinados utilizando o programa do PEAK correspondente. Para cada item na avaliação, o avaliador deve indicar “Sim”, se a habilidade estiver no repertório do aprendiz, “Não”, se o aprendiz não demonstrar a habilidade especificada, ou “?”, se uma avaliação da habilidade não foi possível. 29 AVALIAÇÃO DO PROGRAMA PEAK PROGRAMAS DE EQUIVALÊNCIA Escolha um para cada: S = Sim / N = Não / ? = Desconhecido # Nome Descrição S N ? 1A Reflexividade: figura para figura Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com uma figura idêntica (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra idêntica (B) com a figura original (A) (B-A). 1B Reflexividade: combinação textual Quando ensinado a combinar um texto de amostra(A) com um texto idêntico (B) (A-B), o participante combinará o texto de amostra (B) com o texto de amostra idêntico (A) (B-A). 2A Reflexividade: figuras Quando fornecida uma figura de amostra (A) e ensinado a selecionar uma figura idêntica apresentada sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecida a figura de amostra idêntica (B), selecionando a figura original apresentada sequencialmente (A) (B-A). 2B Reflexividade: objetos Quando fornecido um objeto de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto idêntico apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecido o objeto idêntico de amostra (B), selecionando o objeto original apresentado sequencialmente (A) (B-A). 3A Reflexividade: dinheiro Quando fornecida uma unidade de dinheiro de amostra (A) e ensinado a selecionar uma unidade de dinheiro idêntica apresentada sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecida a unidade de dinheiro de amostra idêntica (B), selecionando a unidade de dinheiro original apresentada sequencialmente (A) (B-A). 3B Reflexividade: palavras auditivas Quando fornecida uma palavra falada de amostra (A) e ensinado a selecionar uma palavra falada idêntica apresentada sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecida a palavra falada idêntica de amostra (B), selecionando a palavra falada original apresentada sequencialmente (A) (B-A). O Módulo de Equivalência de Estímulos do PEAK se ocupa da capacidade do aprendiz de responder a estímulos que estão relacionados através de relações diretamente treinadas e entre estímulos que são relacionados indiretamente através de uma classe relacional. Esse tipo de aprendizagem, portanto, necessita que o aprendiz seja, primeiro, exposto a instruções específicas das quais é esperado que eles derivem as relações vindouras. Por essa razão, os itens da avaliação, em geral, incluem o que se espera que o avaliador ensine primeiro e o que se espera que o aprendiz seja capaz de responder no segundo momento. Por exemplo, a descrição da avaliação para 11I – Equivalência: Meses afirma “Quando ensinado a combinar o nome de um mês falado de amostra (A) com um nome de um mês escrito (B) (A-B), e a combinar o nome do mês escrito de amostra (B) com um número de um mês falado (C) (B-C), o participante é capaz de responder quando fornecido o número do mês falado (C), afirmando o nome do mês falado (A) (C-A)”. Dentro dessa sentença, está uma especificação de instrução para duas relações diretas entre estímulos a serem ensinadas. A primeira instrução é ensinar a seleção de nome de mês escrito dado o seu nome falado (por exemplo, selecionar um cartão em que se lê “MARÇO”, quando dito “Março”). A segunda instrução é ensinar a afirmação de um número quando mostrado um cartão com a palavra de um mês (por exemplo, dizer “três” quando mostrado o cartão “MARÇO”). A segunda metade da descrição da avaliação especifica uma resposta derivada que o aprendiz deve fornecer a fim de receber um “Sim” para essa habilidade, nesse caso, ser capaz de afirmar o nome do mês que corresponde a um número dado (por exemplo, respondendo à pergunta “Qual é o terceiro mês?” com “Março”). 30 Os códigos de estímulos alfanuméricos também são fornecidos na declaração da avaliação, a fim de ajudar os instrutores a determinar os estímulos corretos a serem utilizados em cada passo. Após cada estímulo, está uma letra de designação que indica sua posição na rede relacional a ser estabelecida, e sua posição no quadro de estímulos para cada programa. No final de cada segmento instrucional, uma relação entre os estímulos declarados é fornecida. Ela assume o formato de (amostra – comparação). Por exemplo, a relação (A-B) indica que o estímulo A deve ser a amostra e o arranjo de comparação deve consistir no estímulo B. Também é importante que o avaliador determine se, ou não, as respostas dadas pelo aprendiz são produto se uma relação derivada e não o produto de uma resposta diretamente treinada previamente. Por exemplo, é completamente possível que um aprendiz tenha sido previamente ensinado a dizer, “Março”, quando questionado, “Qual é o terceiro mês?”. Uma vez que as relações da pré-avaliação podem ter sido ensinadas, o avaliador pode precisar, primeiro, estabelecer que as relações a serem derivadas não estão, atualmente, no repertório do aprendiz. Isso pode ser feito fornecendo, primeiro, o segmento do teste da declaração da avaliação. Se o aprendiz conseguir fornecer as respostas específicas que devem ser derivadas antes de ser ensinado as relações diretas, então o avaliador deve selecionar novos estímulos para testar. Por exemplo, se o aprendiz já souber dizer “Março” quando perguntado “Qual é o terceiro mês?”, então o avaliador pode perguntar, “Qual é o décimo mês?”. Se um programa for limitado no número de classes de estímulos disponíveis, como no caso de 11O – Equivalência: Planetas, em que apenas planetas estão dentro do nosso sistema solar, o avaliador pode escolher incluir estímulos mais esotéricos, tais como outros corpos astronômicos (por exemplo, estrelas ou asteroides). Como o responder equivalente é considerado um operante generalizado, os estímulos específicos utilizados são, frequentemente, menos importantes do que a maneira pela qual os estímulos estão relacionados. Alterações desse tipo devem, no entanto, ser observadas em qualquer relatório acerca dos resultados da avaliação. Uma vez que a Avaliação de Equivalência do PEAK é focada em relações derivadas, é altamente recomendado que ela seja conduzida utilizando observação direta. Há um desafio prático no que tange ao tempo que tal esforço pode tomar e, desse modo, o método de avaliação indireta permanece, simplesmente, refletindo de volta a história assumida do aprendiz e o repertório atual. Tenha cuidado, todavia, porque simplesmente observar que o aprendiz “sabe” as respostas envolvidas não necessariamente significa que o aprendiz também é capaz de derivar relações quando uma história de aprendizagem direta não está presente. Quando conduzindo a avaliação indiretamente, é melhor tomar o lado conservador e iniciar a programação em níveis mais baixos. Como no exemplo de 11O – Equivalência: Planetas, o aprendiz pode ter sido previamente ensinado todos os nomes de planetas, mas pode não ser capaz de etiquetar, com sucesso, o nome de um planeta quando apresentado à sua figura até ser ensinado a identificar a figura do planeta quando dado o seu nome. É útil pensar em cada item da avaliação como tendo dois componentes: Treino Direto e Resposta Derivada. Esses componentes refletem os passos de “Treino” e “Teste” encontrados dentro dos programas do currículo. • Componente de Relações de Treino: essa primeira porção da declaração da avaliação especifica o que o clínico deveria treinar diretamente no aprendiz antes da testagem de relações derivadas. Esse passo é importante porque sem uma relação diretamente treinada, o aprendiz não terá base para inferir as relações derivadas apropriadas. O treino direto é conduzido da mesma maneira que a aprendizagem por contingência direta. O avaliador apresentará ao aprendiz os estímulos apropriados e um estímulo discriminativo (SD)/questão. O clínico, então, dará ao aprendiz até 3 segundos para 31 responder. Se o aprendiz responder corretamente, o reforçamento deve ser fornecido e o avaliador deve seguir adiante para o componente do “Teste”, se outras relações diretas não foram requeridas. Se o aprendiz responder incorretamente, o SD deve ser reapresentado, seguido imediatamente de uma dica apropriada (por exemplo, uma dica vocal para uma resposta nominal ou uma dica gestual para uma resposta de seleção). Elogio deve ser fornecido se a dica for seguida. Uma vez que o aprendiz tenha seguido a dica e o elogiotenha sido fornecido, o SD deve ser repetido uma terceira vez e 3 segundos devem ser permitidos para que o aprendiz forneça uma resposta. Se o aprendiz não responder corretamente após essa apresentação do SD, então o avaliador deve marcar o item da avaliação como “Não”. Uma vez que todas as relações diretamente treinadas especificadas no Componente de Relações de Treino tenham sido ensinadas, o avaliador deve seguir adiante para o Componente de Relações de Teste. • Componente de Relações de Teste: o componente de Teste é similar ao componente de Treino, com a exceção de que nenhum reforçamento ou dicas são fornecidos como resultado de um responder correto ou incorreto. O propósito de retirar tal feedback é manter a utilidade dos estímulos como estímulos de teste e, desse modo, não reforçar acidentalmente as respostas que devem ser testadas como derivadas. Esse componente é análogo aos passos de “Teste” no Currículo de Equivalência. As respostas derivadas a serem testadas nesse componente da avaliação são denotadas na segunda metade da declaração de avaliação. Novamente, se referir ao programa do Currículo de Equivalência correspondente pode auxiliar na elaboração dos detalhes das relações a serem testadas. A fim de testar cada relação derivada, o clínico deve, primeiro, apresentar ao aprendiz os estímulos apropriados e um SD/questão. Deve ser fornecido ao aprendiz, então, até 3 segundos para responder. Se uma resposta correta for fornecida, o avaliador deve registrar um “Sim” para o item da avaliação, ou seguir adiante para testar qualquer outra relação derivada especificada na declaração de relações derivadas. Se o aprendiz fornecer uma resposta incorreta, o avaliador deve registrar um “Não” para o item da avaliação. Dois métodos de pontuação diferentes podem ser utilizados para determinar se as habilidades alvejadas pela avaliação estão presentes: a Avaliação de Classe Única ou a Avaliação de Classes Múltiplas. • Avaliação de Classe Única: esse método de avaliação utiliza somente uma classe ou conjunto de estímulos, e fornece uma marcação de “Sim” na avaliação somente se o aprendiz responde corretamente as tentativas de respostas derivadas na primeira tentativa. Se o aprendiz falhar em responder corretamente a todas as relações derivadas ou diretamente treinadas, uma pontuação “Não” é registrada para aquele item da avaliação. Uma vez que somente uma oportunidade é utilizada, esse método de avaliação pode ser rapidamente administrado mas é mais suscetível a falsos positivos, devido à possibilidade de adivinhação por respostas baseadas em seleção, comportamentos de não conformidade ou disruptivos, e por qualquer conhecimento prévio do material de avaliação. Falsos negativos também são possíveis se o aprendiz não estiver familiarizado com a maneira com a qual a pergunta foi feita. Em qualquer um dos casos, a superestimação, ou subestimação, das habilidades do aprendiz pode ser solucionada por uma atenção cuidadosa à programação através dos programas do currículo, e pela avaliação de desempenho contínua da performance do aprendiz. Se o aprendiz parecer adquirir domínio em determinado programa do currículo de maneira imediata e sem instrução, uma subestimação pode ter ocorrido. Nesse caso, seguir adiante para programas mais avançados pode ser necessário. Se o progresso do aprendiz parecer estagnado, é provável que os programas selecionados foram resultado da superestimação das habilidades do aprendiz. Em tais casos, se mover de trás para frente ou reciclar programas previamente dominados do currículo pode ser necessário. 32 • Avaliação de Classes Múltiplas: esse método de avaliar as habilidades do aprendiz envolve apresentar, sistematicamente, os componentes das Relações Diretas e das Relações Derivadas repetidamente, de modo que uma porcentagem geral do responder correto durante as Fases de Teste Derivado possa ser determinada. Isso incluirá apresentações das fases de Treino Direto e Teste Derivado através de 5-10 classes de estímulos diferentes. Por exemplo, utilizando o item de avaliação 11I – Equivalência: Meses, o avaliador pode, primeiro, treinar diretamente as respostas relevantes e testar as relações apropriadas para Março, seguido dos componentes diretos e derivados para Dezembro, Julho, e Janeiro. Ao conduzir múltiplas tentativas através de um número de classes ou conjuntos de estímulos, o avaliador pode obter uma mensuração mais sensível da capacidade do aprendiz de responder à habilidade relacional alvejada. A pontuação utilizando esse método é baseada no número de classes as quais o aprendiz respondeu corretamente, dividido pelo número de classes testadas, multiplicado por 100. Por exemplo, se o aprendiz respondeu corretamente a, ambos, os componentes de Treino e Teste especificados por Março, Janeiro, e Julho, mas não a Fevereiro ou Abril, então o avaliador determinaria a porcentagem de pontuação como sendo de 60%. Quando utilizando o método de porcentagem, uma pontuação “Sim” é fornecida quando o aprendiz responde a 80%, ou mais, de todas as tentativas de relação de teste. Uma pontuação “Não” é fornecida se o aprendiz não atingir esse critério. Uma vez que o método de porcentagem fornece mais oportunidades de o aprendiz responder, a adivinhação possui menos probabilidade de produzir uma resposta correta. Não obstante, esse método requer mais tempo e mais conjuntos de estímulos de teste. Com ambos os métodos de avaliação, uma pontuação “?” ou “Desconhecido” pode ser fornecida se o avaliador não for capaz de administrar o item de avaliação ou se o aprendiz apresentar comportamento disruptivo, levando o avaliador a acreditar que a tentativa de avaliação não é representativa das habilidades do aprendiz. Outros motivos para fornecer a pontuação “?” podem incluir que os estímulos da avaliação não estejam presentes, ou que as tentativas da avaliação possam estar contaminadas por administração incorreta. Isso pode ocorrer se as relações derivadas forem acidentalmente reforçadas pelo clínico. Nesses casos, os itens pontuados com “?” devem ser reavaliados em um momento posterior. Também é altamente recomendado que múltiplos indivíduos sejam solicitados a completar essa avaliação independentemente com o aprendiz, uma vez que os resultados podem diferir baseado na experiência e relacionamento de cada pessoa. Nos casos em que os avaliadores discordem com relação a o que pontuar em um item específico, esse item deve ser testado utilizando o método de Avaliação de Classes Múltiplas. As habilidades na avaliação estão, em geral, organizadas em uma ordem crescente de dificuldade, mas ainda é possível que alguns aprendizes possam demonstrar habilidades em níveis maiores enquanto falham em demonstrar habilidades menos complicadas. Por conta disso, nós recomendamos que cada avaliador determine critérios para descontinuar a avaliação após um número determinado de habilidades terem sido encontradas como ausentes no repertório do aprendiz. Tais critérios devem ser referenciados em qualquer avaliação escrita utilizando a avaliação PEAK. Nós recomendamos conduzir essa avaliação a cada 3-6 meses, para ajustar a programação para a aquisição de novas habilidades, e para dar suporte à identificação de déficits em habilidades que podem precisar ser revisitadas para intervenção. Preenchendo o Triângulo da Matriz de Desempenho Como um meio de organizar visualmente os resultados da avaliação, as habilidades e os programas incluídos no Módulo de Equivalência do PEAK estão organizados na forma de um triângulo. Enquanto, em geral, a complexidade das habilidades no triângulo pode ser vista como crescente conforme você ascende através das etiquetas alfanuméricas do triângulo, a ordem dos programas está arranjada, primariamente, para 33 facilitar a seleção de habilidades alvo para aquisição. Alguns participantes podem ter que se esforçarmuito com formas de respostas diferentes (por exemplo, alguns aprendizes têm repertórios receptivos mais desenvolvidos do que os expressivos e, portanto, podem demonstrar domínio de habilidades fora da ordem esperada). 34 14A 14B 14C 14D 14E 14F 14G 14H 14I 14J 14K 14L 14M 14N 14O 14P 14Q 14R 14S 14T 14U 14V 14W 14X 14Y 14Z 13A 13B 13C 13D 13E 13F 13G 13H 13I 13J 13K 13L 13M 13N 13O 13P 13Q 13R 13S 13T 13U 13V 13W 13X 12A 12B 12C 12D 12E 12F 12G 12H 12I 12J 12K 12L 12M 12N 12O 12P 12Q 12R 12S 12T 12U 12V 11A 11B 11C 11D 11E 11F 11G 11H 11I 11J 11K 11L 11M 11N 11O 11P 11Q 11R 11S 11T 10A 10B 10C 10D 10E 10F 10G 10H 10I 10J 10K 10L 10M 10N 10O 10P 10Q 10R 9A 9B 9C 9D 9E 9F 9G 9H 9I 9J 9K 9L 9M 9N 9O 9P 8A 8B 8C 8D 8E 8F 8G 8H 8I 8J 8K 8L 8M 8N 7A 7B 7C 7D 7E 7F 7G 7H 7I 7J 7K 7L 6A 6B 6C 6D 6E 6F 6G 6H 6I 6J 5A 5B 5C 5D 5E 5F 5G 5H 4A 4B 4C 4D 4E 4F 3A 3B 3C 3D 2A 2B 1A 2B 35 Para cada avaliação que você completar, utilize a cor listada à direita do nome do avaliador na planilha da Matriz de Desempenho para destacar os programas no triângulo em que o aprendiz recebeu um “Sim” durante a avaliação. Utilizar marcadores coloridos diferentes em cada nova avaliação permitirá a você mensurar visualmente a taxa de habilidades adquiridas durante cada intervalo entre avaliações. 36 SISTEMA DE TREINAMENTO RELACIONAL PEAK Matriz de Desempenho do Módulo de Equivalência Data de avaliação Nome do aplicador Cor 10/08/2014 JD 15/11/2014 JD 10/02/2015 AS 10/05/2015 KR 14A 14B 14C 14D 14E 14F 14G 14H 14I 14J 14K 14L 14M 14N 14O 14P 14Q 14R 14S 14T 14U 14V 14W 14X 14Y 14Z 13A 13B 13C 13D 13E 13F 13G 13H 13I 13J 13K 13L 13M 13N 13O 13P 13Q 13R 13S 13T 13U 13V 13W 13X 12A 12B 12C 12D 12E 12F 12G 12H 12I 12J 12K 12L 12M 12N 12O 12P 12Q 12R 12S 12T 12U 12V 11A 11B 11C 11D 11E 11F 11G 11H 11I 11J 11K 11L 11M 11N 11O 11P 11Q 11R 11S 11T 10A 10B 10C 10D 10E 10F 10G 10H 10I 10J 10K 10L 10M 10N 10O 10P 10Q 10R 9A 9B 9C 9D 9E 9F 9G 9H 9I 9J 9K 9L 9M 9N 9O 9P 8A 8B 8C 8D 8E 8F 8G 8H 8I 8J 8K 8L 8M 8N 7A 7B 7C 7D 7E 7F 7G 7H 7I 7J 7K 7L 6A 6B 6C 6D 6E 6F 6G 6H 6I 6J 5A 5B 5C 5D 5E 5F 5G 5H 4A 4B 4C 4D 4E 4F 3A 3B 3C 3D 2A 2B 1A 2B Estudante: M. Johnson Localização: Escola Elementar West Shore Instrutor(es): JD 37 Utilizando o Currículo PEAK Um dos benefícios do sistema PEAK é que todos os itens da avaliação correspondem diretamente a um programa do currículo. Cada um desses programas descreve os objetivos, materiais, e procedimentos necessários para promover a aprendizagem da habilidade específica listada no programa. Em adição, cada programa inclui tabelas para rastrear estímulos discriminativos relevantes, respostas, e o progresso dentro de um programa. Selecionando programas para instrução O PEAK torna a seleção de programas para aquisição fácil. Simplesmente identifique os itens na avaliação, ou unidades que não estão destacadas no triângulo, e selecione os programas correspondentes no Currículo de Equivalência. A complexidade das habilidades aumenta conforme você se move mais alto pelo triângulo. Nós recomendamos selecionar habilidades que estão próximas umas das outras no triângulo, ou que seguem a sequência alfanumérica dos programas. Por exemplo, conduza 12A antes de 12B ou 12C. O número de programas que você escolher incluir como alvos atuais deve depender do nível de funcionamento do aprendiz e do tempo disponível para conduzir os programas. Aprendizes precoces, que requerem reforçamento frequente e que tenham dominado poucas habilidades, podem ser mais bem sucedidos com menos programas ativos. Para esses indivíduos, nós recomendamos que não mais do que 5 programas devam ser conduzidos simultaneamente. Por outro lado, um aprendiz mais avançado pode ser capaz de simultaneamente fazer progresso em múltiplos programas. Para esses aprendizes, nós recomendamos 5-10 programas. Outra consideração na determinação do número de programas a incluir é o nível de conformidade ou apresentação de comportamentos disruptivos. Pode ser importante focar em menos habilidades se o seu aprendiz requer um grau maior de gerenciamento de comportamento. Recomendações para o gerenciamento do livro de programas Conduzir programas do PEAK pode parecer muito pesado no início; no entanto, manter a organização acelera amplamente a entrega de instrução e diminui a dificuldade de monitorar o progresso. Para cada aprendiz, nós recomendamos criar uma pasta de três aneis que contenha a Matriz de Desempenho atualizada do aprendiz, o currículo de programas, planilhas de dados, gráficos, e outras informações relevantes, tais como menus de preferência. Separar os programas com abas de índice é uma maneira fácil de garantir que o instrutor possa encontrar materiais para os programas rapidamente. Dentro das seções de programas, é frequentemente útil organizar as páginas dos programas, de modo que as instruções para os programas estejam visíveis do lado esquerdo, e as planilhas de dados, do lado direito. Conforme os aprendizes dominarem os estímulos, destacar os estímulos dominados na página de programas pode ajudar a atrair a atenção para os alvos dominados e os atuais. Soluções computadorizadas fornecem um método alternativo para a manutenção de registros. Nós também recomendamos manter uma caixa que contenha todos os estímulos requeridos e os reforços necessários para conduzir os programas selecionados. Quanto menos tempo for gasto procurando estímulos durante uma sessão, mais tempo pode ser desenvolvido e direcionado para o ensino ideal. A Estratégia Treino/Teste Uma vez que a equivalência de estímulos é um tipo de aprendizagem que é demonstrada quando um aprendiz é capaz de responder a estímulos em termos de outros estímulos sem ser diretamente treinado para fazê-lo, a capacidade de um aprendiz de apresentar relações derivadas não pode ser assumida baseado, unicamente, na aprendizagem bem sucedida de alvos diretamente treinados (o responder equivalente deve 38 ser observado, e não assumido). Por essa razão, o Módulo de Equivalência utiliza uma estratégia de Treino/Teste, na qual o aprendiz é diretamente ensinado relações entre estímulos específicos mas, então, testado na emergência de relações derivadas. Como cada habilidade pode incluir múltiplas relações a serem treinadas e testadas, a seção de Instruções para Cuidadores inclui uma série sequencial de passos para, ambos, treinar e testar relações. As relações devem sempre ser treinadas ou testadas na ordem especificada pelo programa. Relações de Treino: relações derivadas requerem que relações diretamente treinadas sejam estabelecidas através do aprendizado generalizado ou por contingência; portanto, cada programa listará, primeiro, uma série de relações de Treino que devem ser ensinadas utilizando estratégias de dicas e reforçamento. As relações de Treino serão designadas pela palavra “Treino” na seção de instrução, seguido pela relação a ser ensinada (por exemplo, A-B, B-C, etc.). Instruções posteriores se seguirão, que especificam como apresentar estímulos e o que o instrutor deve dizer ao aprendiz. Por exemplo, 5A – Simetria: Figura para Textual, inclui o passo “Apresente uma figura de amostra (A) e um arranjo de textos (B). Diga, ‘Combine com aquele que é igual’”. Quando os passos requererem comparaçãoou distratores dentro do arranjo, os estímulos devem ser selecionados de outras classes que também se encaixam com a designação da letra (por exemplo, se treinamento A-B, uma tentativa poderia incluir A1 como amostra, e B1, B2 e B3 como comparações. Relações de Teste: para testar a emergência de relações derivadas, o aprendiz será solicitado a responder a relações que não foram ensinadas nos passos de treino. Por exemplo, o passo 1 de 5A – Simetria: Figura para Textual inclui uma instrução para “Teste B-A: apresente um texto de amostra (B) e um arranjo de figuras (A). Diga, ‘Combine com aquele que é igual’”. Uma vez que o aprendiz apenas foi ensinado a selecionar um texto (B) na presença de uma figura (A), o aprendiz somente seria capaz de selecionar uma figura (A) na presença de uma palavra em texto (B) se ele tivesse derivado a relação simétrica com sucesso. As relações de teste não devem ser apresentadas com elogios, dicas, ou qualquer outro tipo de feedback. Isso é feito para preservar as respostas derivadas como relações de teste. Se você fornecer feedback quando apresentando tentativas de teste, então a relação aprendida resultante pode ser produto de aprendizagem por contingência direta, e não por um responder equivalente. Lembre-se, relações de treino e teste envolvem os mesmos estímulos, mas em diferentes arranjos; manter os estímulos etiquetados e as planilhas de dados organizadas ajudará a reduzir a confusão. Apresentando tentativas utilizando o Treino por Tentativas Discretas (DTT) O Módulo de Equivalência do sistema PEAK é delineado para fornecer instrução utilizando instruções por contingência direta para promover relações treinadas e, então, avaliar a emergência de um responder derivado, apresentando tentativas de relação de teste para as quais o feedback não é fornecido. Isso significa que a qualidade da instrução e do feedback deve ser alta quando apresentando relações de treino, ou o aprendiz pode falhar em derivar as relações aprendidas durante as tentativas de teste. Por essa razão, a estratégia de instrução recomendada pelo PEAK é o Treino por Tentativas Discretas (DTT, em inglês), uma vez que ele permite um controle maior sobre a apresentação de estímulos e feedback imediato. A característica primária do DTT é que as respostas a estímulos específicos são organizadas em apresentações individuais, chamadas de tentativas, e um feedback para cada tentativa é fornecido imediatamente após uma resposta ser dada. Por exemplo, ao invés de completar dez problemas de matemática de uma só vez antes de receber correções, o Treino por Tentativas Discretas faria com que você apresentasse cada questão por vez, de modo que as respostas corretas possam ser reforçadas imediatamente e as respostas incorretas possam ser corrigidas imediatamente. Essa abordagem possui a vantagem de minimizar o tempo entre as 39 apresentações de estímulos e o reforçamento de respostas corretas, oferecendo, desse modo, feedback explícito para cada tentativa. Quando múltiplas tentativas são apresentadas uma após a outra, o grupo de tentativas é chamado de bloco de tentativas. Cada tentativa no DTT é apresentada utilizando uma sequência idêntica. Isso garante que os aprendizes compreendam a relação entre as apresentações de estímulos e o feedback para suas respostas. A sequência do DTT inclui o estabelecimento de motivação, a apresentação do estímulo, o reforçamento para as respostas corretas, e dicas mais a repetição da entrega do estímulo para respostas incorretas. Lembre-se que apenas as tentativas de treino são apresentadas com reforçamento ou dicas. As relações de teste não são apresentadas com feedback, a não ser que sejam convertidas em uma classe exemplar, a fim de preservar a utilidade da relação como um teste para a aprendizagem derivada. Estabelecendo motivação: como as tentativas por DTT se apoiam no reforçamento, é importante estabelecer que o aprendiz esteja motivado a trabalhar pelos reforçadores que você tem antes de apresentar a tentativa. Há diversas maneiras de estabelecer motivação. Em alguns casos, simplesmente perguntar ao aprendiz, “Você quer trabalhar por isso?”, é suficiente. Se instruindo um aprendiz precoce, frequentemente é necessário, primeiro, fornecer o reforçador ao indivíduo para ver se ele se engajará com ele. Se o aprendiz estender os braços para o reforçador ou continuar a se engajar com o item, você pode presumir que ele está motivado a trabalhar por aquele item. Ao fazer isso, você também se certificará de que detém a atenção do aprendiz quando estiver em posse do reforçador. Apresentando o estímulo discriminativo (SD): uma vez que você tenha determinado que o indivíduo está disposto a trabalhar pelo reforçador, apresente a pergunta e os estímulos relevantes para o aprendiz. Garanta que, ambos, a questão e os estímulos relacionados estejam claros (por exemplo, certifique-se de que apenas os estímulos relevantes estejam sobre a mesa). Também é muito importante que você apresente o SD apenas uma vez. Não repita o SD de novo e de novo, uma vez que isso pode desassociar o SD da resposta correta, e levar a uma não-conformidade crescente. Fornecendo dicas durante as relações de treino: fornecer dicas é uma parte muito importante da sequência do DTT, uma vez que o responder correto na presença da questão apropriada é necessário para que o reforçamento seja entregue. Dicas são métodos para produzir uma resposta apropriada quando o estímulo discriminativo ou a questão não possuem probabilidade de produzi-la por si só. Uma orientação mão-sobre- mão, o fornecimento de uma pista vocal, ou a apresentação de uma figura relacionada, são exemplos de dicas que possuem probabilidade de ajudar um aprendiz a apresentar uma resposta em particular, mesmo quando a questão relacionada não o fizer. Como tal, as dicas servem ao propósito de produzir, artificialmente, a resposta correta após a questão, de modo que o reforçamento possa ser fornecido. Uma vez que aprendizes diferentes podem precisar de dicas diferentes, hierarquias de dicas podem ser utilizadas para aumentar sistematicamente ou esvanecer as dicas. Conforme o aprendiz se tornar menos dependente de uma dica, a dica pode ser diminuída em sua intrusividade e completude. Por exemplo, quando ensinando um aprendiz a imitar um movimento motor grosso, pode ser necessário, primeiro, fornecer dicas mão-sobre-mão. Uma vez que ele tenha, consistentemente, permitido as dicas mão-sobre- mão, você pode esvanecer a dica para o antebraço, seguido de apontar para as mãos do aprendiz, etc. Dicas vocais podem ser diminuídas pelo grau de completude com respeito à resposta final. Por exemplo, “Diga, Elefante” pode representar a dica mais completa, enquanto “Elefan”, “Ele”, e “E”, podem representar um esvanecimento sistemático. Quando fornecendo dicas, você deve sempre reafirmar o SD ou a questão antes de cada dica. Isso é muito importante, porque os efeitos do reforçamento são maiores quando o atraso entre o SD e a resposta correta 40 é mínimo. Evite fornecer quaisquer estímulos adicionais ou instruções até que as dicas sejam seguidas (por exemplo, evite dizer “Boa tentativa” ou “Quase” para respostas incorretas). Fornecendo reforçamento para relações de treino: uma vez que uma resposta correta for alcançada, forneça elogio e reforçamento imediatamente. Como o Módulo de Equivalência também busca potencializar a capacidade do aprendiz de aprender utilizando reforçadores generalizados e simbólicos, elogio social ou fichas devem ser fornecidos durante tentativas de treino, quando disponíveis. Esses reforçadores generalizados devem ser emparelhados com reforçadores primários com frequência suficiente para manter o efeito reforçador dos reforçadores generalizados, mas, então, devem ser gradualmente afinados, de tal modo que nenhum reforçador primário seja necessário para a maioria das tentativasem um bloco. Uma vez que a maioria das tentativas será conduzida em blocos de dez, os instrutores devem ambicionar por fornecer apenas reforçadores primários após a 10ª tentativa. Se utilizando uma economia de fichas para fornecer reforçamento generalizado, lembre-se de que as economias de fichas funcionam melhor quando: • As fichas apenas forem fornecidas para respostas corretas; • O reforçador de apoio apenas for disponibilizado em troca de fichas; • A agenda de trocas pelos reforçadores de apoio for previsível; • O número de fichas requeridas para ganhar um reforçador de apoio for constante. Endereçando comportamentos desafiadores: comportamentos inapropriados podem diminuir amplamente a aquisição de habilidades, uma vez que esses comportamentos distraem, ambos, o aprendiz e o instrutor da tarefa em mãos. O estilo DTT de ensino é delineado para diminuir comportamentos inapropriados fornecendo instruções explícitas, dicas frequentes, e altas taxas de reforçamento. Se comportamentos desafiadores continuarem a ser apresentados durante as sessões de DTT, é recomendado que o instrutor entre em contato com um Board Certified Behavior Analyst (BCBA, em inglês), ou consulte um recurso analítico-comportamental a respeito da diminuição de comportamentos inapropriados no ambiente de aprendizagem. O Módulo de Equivalência busca expandir repertórios de relações derivadas e, portanto, alguns aprendizes podem apresentar comportamentos problema quando confrontados com questões desconhecidas ou difíceis. Ademais, uma vez que as porções de teste dos programas são fornecidas na ausência de reforçadores programados, os aprendizes podem se tornar frustrados quando não receberem feedback. Se o seu aprendiz apresentar dificuldades com o fato de não receber feedback, considere utilizar tentativas mistas, nas quais questões de teste sejam fornecidas dentro do mesmo bloco de tentativas, conforme previamente dominado, mas com habilidades não-relacionadas. Também pode ser dito ao aprendiz que ele receberá um reforçador uma vez que tiver completado o bloco de tentativas completo. Para aprendizes precoces, pode ser útil utilizar uma pista contextual, tal como um jogo americano colorido, sempre que blocos de tentativa de teste estiverem sendo conduzidos. Isso ajudará o aprendiz a identificar que o reforçamento está sendo retido até o final do bloco de tentativas. Acomodações e ajustes: não é incomum que indivíduos com déficits de comunicação apresentem transtornos psicológicos ou físicos co-ocorrendo. As recomendações a seguir são feitas para indivíduos que podem apresentar dificuldade em expressar respostas ou em interagir com estímulos em função de tais transtornos. • Deficiências visuais – muitas das habilidades do PEAK envolvem a interação com objetos físicos ou a identificação de características específicas em estímulos visuais. Se o indivíduo conseguir enxergar mas possuir dificuldade em discernir detalhes, o instrutor pode considerar escolher estímulos 41 maiores, com características exageradas. Outras acomodações podem permitir ao aprendiz uma quantidade maior de tempo para inspecionar os objetos (por exemplo, permitindo 15-30 segundos antes de requerer uma resposta, ao invés de 3-5). Nos casos em que discriminações visuais não sejam possíveis, os estímulos que possuam características táteis ou auditivas distintas devem ser selecionados. Uma vez que muitos itens de avaliação ou tentativas de programas no PEAK são apresentados utilizando arranjos de estímulos, um procedimento “Vai/Não vai” pode precisar ser utilizado. Em um procedimento “Vai/Não vai”, os estímulos são apresentados um por vez, e o aprendiz é solicitado a indicar se o item atual é correto ou incorreto. Por exemplo, se sendo solicitado a combinar um item a itens idênticos, o aprendiz deve, primeiro, ser apresentado ao estímulo de amostra e, então, apresentado a cada opção por vez. O aprendiz pode, então, indicar quando ele receber o item idêntico. Alternativamente, o indivíduo pode ser solicitado, primeiro, a interagir com todos os itens no arranjo e, então, a indicar se o item idêntico foi o primeiro, o segundo, ou o terceiro item. • Deficiências auditivas – muitas habilidades cobertas no PEAK envolvem a utilização de pistas auditivas, questões, ou estímulos discriminativos. Tais pistas fornecem informações contextuais importantes ao aprendiz e, portanto, acomodações devem ser instituídas para fornecer acesso apropriado a pistas modificadas para aqueles com déficits auditivos. Em alguns casos, o uso de linguagem de sinais ou de pistas escritas pode ser adotado. Por exemplo, ao invés de dizer, “Combine com aquele que é igual”, o sinal para “Combinar” pode ser utilizado. Adicionalmente, a atenção pode ser atraída para movimentos labiais ou pistas escritas. • Deficiências físicas – para aprendizes com dificuldades de movimento ou que tenham déficits motores finos, as acomodações devem envolver o fornecimento de métodos alternativos para indicar respostas corretas. Por exemplo, ao invés de requerer que um indivíduo pegue uma figura e coloque- a em cima de uma figura idêntica, poderia ser permitido ao aprendiz, simplesmente, apontar para a imagem de combinação. Uma atenção especial deve ser dada a como os indivíduos respondem a instruções para movimentos físicos. Por exemplo, se solicitado a mostrar como alguém acena um sinal de “Olá”, qualquer resposta que se aproxime de um “Olá” do aprendiz físico pode ser aceita. Nesses casos, o instrutor deve estar procurando por uma resposta discreta que seja apresentada apenas quando a instrução apropriada é dada, e que se aproxime da resposta correta. É muito importante que os gestores dos programas tenham consciência a respeito de transtornos co- ocorrentes. Itens de avaliação ou programas de habilidades que sejam inapropriados para o aprendiz devem ser modificados para avaliar ou ensinar a habilidade apropriada por um meio com o qual o aprendiz possa interagir. Se isso não for possível, a habilidade específica deve ser classificada como “N/A”, e uma nova habilidade alvo deve ser identificada. 42 PEAK: MÓDULO DE EQUIVALÊNCIA FLUXOGRAMA DO TREINO POR TENTATIVAS DISCRETAS (DTT) PREPARAR OS ESTÍMULOS ESTABELECER MOTIVAÇÃO APRESENTAR OS ESTÍMULOS (SD) PERMITIR AO APRENDIZ 3 SEGUNDOS PARA RESPONDER RESPOSTA CORRETA FORNECER ELOGIO SOCIAL FORNECER REFORÇO TANGÍVEL RESPOSTA INCORRETA REAPRESENTAR O SD FORNECER DICA TREINO E TESTE APENAS TREINO E TENTATIVAS EXEMPLARES 43 Programando a emergência de relações derivadas Há diversos procedimentos descritos na literatura científica para desenvolver e promover relações derivadas e responder equivalente. Nós incorporamos muitos desses achados de pesquisas em uma série de procedimentos que podem ser utilizados para desenvolver repertórios relacionais derivados que, por outro lado, falharam em emergir dentro de condições de aprendizagem de linguagem típicas. Enquanto esses procedimentos são sugeridos como um método padronizado para incentivar o responder relacional derivado, os procedimentos detalhados aqui não devem ser considerados exaustivos. Às vezes, pode ser necessário desviar para além dessas estratégias a fim de obter os resultados mais efetivos para cada aprendiz. Para o propósito de gerenciamento de programas e registro de dados, nós organizamos os procedimentos a seguir em quatro níveis sequenciais. As planilhas de programas incluem uma área específica para registrar quando cada nível é introduzido e dominado. Os quatro níveis a seguir estão delineados para serem entregues sequencialmente; no entanto, cada instrutor deve considerar quais métodos funcionam melhor para cada aprendiz. Nível 1 – Abordagem padrão: a primeira razão pela qualo responder derivado pode estar ausente é devido à falta de domínio com a aprendizagem por contingência direta ou generalização, que é requerida para estabelecer as “Relações de Treino” iniciais. Isso pode ser visto quando um aprendiz falha em responder corretamente durante os passos de “Relações de Treino” da avaliação, ou aos passos “Treino” nos currículos de programas. O domínio desses passos é pivotal para a emergência de relações derivadas recíprocas. Isso fornece a base para a primeira estratégia da promoção de relações derivadas, a Abordagem Padrão. Uma vez que o domínio das relações treinadas deve estar presente a fim de promover a emergência das relações derivadas, o Nível 1 simplesmente envolve fornecer instruções sobre os passos de Treino até que eles sejam dominados. Os instrutores devem selecionar 4 classes com as quais começar e, então, conduzir, ambos, os passos de Treino e Teste até que esteja claro que o aprendiz está a) ganhando domínio das relações de Treino e b) começando a demonstrar relações derivadas. Se o aprendiz parece estar se esforçando muito com os passos de Treino, o instrutor deve avaliar a eficácia das dicas sendo utilizadas, e a força dos reforçadores selecionados. Se o aprendiz estiver dominando as relações de Treino mas não demonstrar nenhuma relação derivada, então o instrutor deve considerar seguir adiante para o Nível 2. Nível 2 – Apresentação reduzida de classes: a segunda razão pela qual o aprendiz pode não ter adquirido relações derivadas é porque o aprendiz pode estar tendo dificuldade em manter registro de todos os estímulos sendo utilizados. Portanto, a segunda estratégia recomendada envolve reduzir o número de classes sendo revisadas durante os blocos de tentativas. Para essa estratégia, nós recomendamos colocar todas, exceto duas, classes em espera e treinar essas duas classes como de costume. Como no Nível 1, o instrutor deve focar em garantir que as dicas e reforçadores sejam, ambos, efetivos. As tentativas de Treino e Teste devem continuar a ser conduzidas de modo que a emergência de relações derivadas possa ser monitorada. Se o aprendiz começar a demonstrar relações derivadas nas duas classes ativas, reintroduza as duas classes iniciais utilizadas durante o Nível 1 – Abordagem padrão. Nível 3 – Treino de múltiplos exemplares: uma terceira razão pela qual um aprendiz pode falhar em adquirir relações derivadas é que o aprendiz pode ainda requerer mais exposição à instrução direta sobre como os estímulos podem se relacionar uns com os outros e como essas relações podem ser invertidas. Um exemplo simples desse déficit pode ser visto em 4C – Simetria: mandos derivados. Primeiro, você instruiria o aprendiz a apontar para uma bola (B1) quando você diz “bola” (A1), e forneceria reforçamento apropriado (A-B). Depois, você pediria ao aprendiz para nomear a “bola” quando apresentado ao objeto (B1) (B-A). Uma vez 44 que o aprendiz nunca foi exposto a relações simétricas, ou à reversão da identificação receptiva para etiquetar, é improvável que o aprendiz saberá como responder. Para estabelecer tal repertório, o instrutor ensinaria diretamente a relação simétrica, fornecendo dicas ao aprendiz para dizer “bola” quando apresentado à bola (B-A). Até agora, ambas as relações, nome (A) para objeto (B) e objeto (B) para nome (A), foram diretamente ensinadas, mas estariam limitadas ao objeto bola (B1) e à palavra “bola” (A1), uma vez que nenhum outro estímulo foi ensinado em tal contexto. Em outras palavras, é improvável que o aprendiz responda as relações derivadas com outros estímulos, porque inverter as relações de nomeação, até agora, foi ensinado apenas para a classe de “bola”. A fim de generalizar a inversão das relações de uma classe de estímulos para qualquer classe de estímulos que compartilha de um arranjo similar, o aprendiz deve ser ensinado a desempenhar o inverso com muitos outros exemplos. O instrutor deveria, então, introduzir mais duas classes de estímulos, tais como um avião de brinquedo (B2) e a palavra “avião” (A2), ou um cachorro de pelúcia (B3) e a palavra “cachorro” (A3). O instrutor treinaria cada relação de A para B e, então, testaria a relação de B-A. Se o aprendiz falhar em derivar a relação, a relação B-A é, então, ensinada diretamente e novas classes são adicionadas. Após muitos exemplos de relações A-B e B-A diretamente ensinadas, o aprendiz deve começar a reconhecer que a mesma palavra utilizada para discriminar um objeto também é utilizada para nomear o objeto. Desde que essa habilidade não é mais específica para uma classe única de estímulos e, ao invés disso, pode ser aplicada para qualquer estímulo, o comportamento de relacionar simetricamente nomes a objetos, e objetos a nomes, pode emergir com novas classes de estímulos. O treino de múltiplos exemplares deve ser utilizado quando o aprendiz tiver dominado, com sucesso, os passos de Treino para 4 classes, mas ainda tiver falhado em derivar relações durante os passos de Teste. O treino de múltiplos exemplares envolve a designação de determinadas classes como “Classes exemplares”, que serão, então, ensinadas inteiramente através de aprendizagem por contingência direta. Para fazer isso, coloque as primeiras quatro classes em espera (não as conduza no tempo corrente), e selecione as quatro classes novas. Depois, designe duas das classes novas como classes exemplares. Desse ponto em diante, o instrutor deve tratar todos os passos nas classes exemplares como “passos de Treino” (fornecer dicas e reforçamento para os passos de Teste, mas somente para a classe exemplar). O instrutor deve continuar a ensinar as duas classes restantes como de costume durante essa fase. Isso permitirá uma testagem continuada das relações derivadas. Se o aprendiz dominar todos os passos na classe exemplar e ainda não apresentar um responder correto durante os passos de Teste das classes regulares, o instrutor deve designar uma das 2 classes regulares como uma classe exemplar. Continue a designar classes exemplares conforme necessário, ou até que o aprendiz comece a responder aos passos de Teste em classes não-exemplares. Nós recomendamos conduzir tentativas com classes exemplares em blocos de tentativa separados de classes padrão. Isso é feito a fim de ajudar os instrutores a lembrar quais tentativas de Teste agora recebem dicas e feedback, de modo que o aprendiz não fique confuso quando algumas tentativas de Teste receberem feedback e reforçamento enquanto outras não. Se o aprendiz começar a demonstrar relações derivadas na classe não-exemplar, reintroduza as quatro classes iniciais utilizando o Nível 1 – Abordagem padrão. Nível 4 – Revisão de classe isolada: se, após três classes exemplares terem sido ensinadas, o aprendiz ainda não tiver começado a demonstrar um responder correto durante as tentativas de Teste das classes não- exemplares restantes, o instrutor pode considerar o procedimento de revisão de classe isolada. Nesse procedimento, o instrutor tentará tornar os aspectos reversíveis das relações de Teste mais salientes justapondo-os com as relações de Treino dentro dos mesmos blocos de tentativa. Por exemplo, se a relação de Treino é de A para B e a relação de Teste é de B para A, então o instrutor apresentaria um bloco de tentativas que consiste de, ambas, as tentativas A-B e B-A. Ao fazê-lo, o tempo entre o treinamento e a testagem das relações é minimizado. 45 Quando conduzindo o procedimento de revisão de classe isolada, comece com as classes exemplares dominadas do procedimento de treino de múltiplos exemplares. Conduza cada classe individualmente e com cada passo de Treino e Teste de cada classe dentro de um bloco de tentativas. Uma vez que o aprendiz estiver respondendo corretamente a essas classes, apresente a classe não-exemplar restante utilizando o procedimento de revisão de classe isolada (conduza os passos de Treinoe Teste dentro do mesmo bloco de tentativas). Como essa classe não é uma classe exemplar, as tentativas de Teste não devem ser acompanhadas de reforçamento ou dicas. Se o aprendiz começar a responder corretamente as relações de Teste para essa classe, reintroduza, então, as quatro classes iniciais que estavam em espera, e teste a emergência de relações derivadas. Alguns aprendizes podem achar difícil derivar relações mesmo após esses procedimentos terem sido utilizados. Em alguns casos, isso pode ser devido a um déficit em uma habilidade de pré-requisito e a uma falta de fluência com as topografias específicas das respostas requeridas. Adicionalmente, alguns aprendizes podem simplesmente não ser suficientemente maduros, em termos de desenvolvimento, para se engajar em algumas das respostas delineadas no currículo PEAK (por exemplo, sendo mais jovens do que a idade em que a habilidade possui probabilidade de emergir em uma amostra normativa). Quando um aprendiz falha em adquirir o responder relacional derivado alvejado em um determinado programa, o gerenciador do programa pode considerar testar novamente as habilidades dominadas previamente, para garantir que as habilidades de pré-requisito tenham sido mantidas. Às vezes, pode ser benéfico colocar um programa particularmente desafiador em espera, enquanto outras habilidades são fortalecidas. Os programas que foram colocados em espera devem ser reavaliados e ensinados novamente de maneira periódica. 46 PEAK: MÓDULO DE EQUIVALÊNCIA ESTRATÉGIAS DE NÍVEL Nível 1 – Abordagem padrão • Introduzir 4 classes; • Conduzir todos os passos de Treino; • Conduzir todos os passos de Teste. SE Relações de Treino dominadas Relações de Teste emergentes SE Relações de Treino limitadas dominadas Nenhuma relação de Teste emergiu Nível 2 – Apresentação reduzida de classes • Colocar 2 classes em espera; • Conduzir todos os passos de Treino; • Conduzir todos os passos de Teste. SE Relações de Treino dominadas Relações de Teste emergentes SE Relações de Treino limitadas dominadas Nenhuma relação de Teste emergiu Nível 3 – Treino de múltiplos exemplares • Colocar, primeiro, 4 classes em espera; • Introduzir 4 classes novas; • Conduzir todos os passos de Treino; • Conduzir todos os passos de Teste com feedback. SE Relações de Treino dominadas Relações de Teste emergentes SE Relações de Treino limitadas dominadas Nenhuma relação de Teste emergiu Nível 4 – Revisão de classe isolada • Colocar todas as classes em espera, exceto 1; • Conduzir todos os passos de Treino; • Conduzir passos de Teste com feedback; • Conduzir passos de Teste com feedback; • Conduzir todas as tentativas em um bloco de tentativas. SE Relações de Treino dominadas Relações de Teste emergentes SE Relações de Treino limitadas dominadas Nenhuma relação de Teste emergiu 47 Planilhas de dados e registro Coletar e avaliar dados sobre desempenho é um componente essencial de qualquer bom programa instrucional. O sistema PEAK fornece planilhas de dados que incluem tabelas representando 10 blocos de tentativas de treinamento. Cada tabela na planilha de dados permite ao instrutor indicar as relações ou passos do programa sendo ensinados, e cada linha dentro da planilha permite a indicação da classe de estímulos específica a ser utilizada. Iniciais: _________ Data: ____________ Passo(s): _________________________ Relação(s): _______________________ Treino: Teste: Tentativa Classe Pontuação 1 0 2 4 8 10 2 0 2 4 8 10 3 0 2 4 8 10 4 0 2 4 8 10 5 0 2 4 8 10 6 0 2 4 8 10 7 0 2 4 8 10 8 0 2 4 8 10 9 0 2 4 8 10 10 0 2 4 8 10 Total: Nós recomendamos apresentar blocos de tentativas em massa que incluam apenas relações de Treino e Teste. Combinar tentativas de Treino e Teste no mesmo bloco de treinamento pode se tornar confuso para os instrutores e, frequentemente, resultar no reforçamento acidental de tentativas de Teste. Outro motivo para essa recomendação é que relações diretamente treinadas, geralmente, devem ser dominadas antes da emergência de relações derivadas e, portanto, esse processo permite ao instrutor repetir blocos de treinamento diretos, ao invés de gastar tempo em tentativas de Teste para as quais é improvável que se responda corretamente. A exceção a essa recomendação é quando conduzindo o Nível 4 – Revisão de classe isolada, no qual as tentativas de Treino e Teste são conduzidas alternativamente, a fim de aumentar a probabilidade de estabelecer relações derivadas. Quando conduzindo revisões de classe isoladas, nós sugerimos utilizar dois blocos de dados separados, a fim de manter o rastreio sobre quais tentativas são tentativas de Treino e quais são tentativas de Teste. Antes de iniciar um bloco de tentativas, atribua, randomicamente, classes para cada tentativa dentro de um bloco. Randomizar a ordem das classes a cada vez é importante, uma vez que isso reduzirá a probabilidade de memorização por repetição da parte do aprendiz. Como uma maneira adicional de lembrar a si mesmo quais blocos de tentativas ou relações devem ser treinadas versus testadas, nós também recomendamos riscar as opções de pontuação de 2, 4, e 8 em todas as tentativas de Teste antes de iniciar o bloco de tentativas. As tentativas de Treino e de Teste são registradas utilizando o mesmo sistema de pontuação de respostas dos Módulos de Treino Direto e de Generalização do Sistema de Treinamento Relacional PEAK. Nesse sistema de pontuação, o desempenho em tentativas de Treino é classificado baseado no número de dicas e ajustes requeridos para eliciar a resposta apropriada. Por exemplo, se um aprendiz requereu 2 dicas antes de apresentar a resposta correta, o instrutor registraria um 4 pela tentativa. Ao pontuar as tentativas dessa maneira, o sistema PEAK permite ao instrutor detectar mudanças sutis no responder independente e na dependência de dicas. Por sua vez, isso permite que os instrutores ajustem os programas e reforcem 48 diferencialmente aproximações sucessivas em direção a um responder independente. Por exemplo, um instrutor pode fornecer uma magnitude maior de reforçamento para pontuações de 8 ou 10, enquanto reduzindo o reforçamento para pontuações de 2 ou 4. Esse processo de reforçar diferencialmente o desempenho pode ajudar a destacar a resposta desejada para o aprendiz e aumentar grandemente a efetividade da instrução. Pontuação das Respostas 0 = nenhuma resposta após múltiplas tentativas com dicas; 2 = múltiplas dicas ou um arranjo de estímulos reduzido eventualmente produziram uma resposta; 4 = duas dicas, no máximo, produziram a resposta com um arranjo de estímulos completo; 8 = uma única dica, de natureza verbal ou visual; 10 = acurácia independente na resposta. Conforme cada aprendiz se tornar mais preciso e independente em suas respostas aos estímulos de Treino, também o deveria no que diz respeito ao responder as tentativas de Teste. Na verdade, não é incomum que um aprendiz que tenha se esforçado muito com estímulos de Teste através do tempo repentinamente domine todos os estímulos de Teste e Treino de uma só vez. Isso ocorre porque a equivalência não é uma resposta a um estímulo específico, mas, ao invés disso, um operante generalizado em si e de si mesmo. Abaixo de cada tabela há um espaço para registrar a soma das pontuações das respostas. Some as pontuações de respostas para o bloco completo. Essa pontuação pode ser utilizada para resumir o desempenho e determinar quando um estudante tiver dominado a habilidade alvejada pelo programa. Monitoramento de progressoO progresso de todo aprendiz através do sistema PEAK será unicamente dependente do nível de funcionamento do indivíduo, do ambiente de aprendizagem, e dos estímulos. Por essas razões, os instrutores são incentivados a desenvolver e a implementar estratégias para determinar os critérios de domínio que melhor se encaixam nas particularidades de seus aprendizes e ao ambiente de aprendizagem. Determinando os estímulos e o critério de domínio do programa O propósito do Módulo de Equivalência é promover um responder relacional derivado e transformações nas funções de estímulos através de quaisquer estímulos que forem ensinados. Portanto, um programa deve apenas ser considerado dominado quando o aprendiz puder, independentemente, fornecer respostas apropriadas para muitas classes de estímulos dentro do contexto de um determinado programa. Por essa razão, o domínio de um programa pode ser difícil de determinar, já que o domínio deve ser baseado na presença de um responder equivalente, ao invés de em um número específico de relações de Teste adquiridas. Por exemplo, um aprendiz pode ser capaz de responder apropriadamente a todas as 10 relações de Teste através de diversas classes; no entanto, pode ainda se esforçar muito quando novas classes de estímulos são apresentadas. Além disso, os aprendizes podem ser capazes de responder a relações de Teste apropriadamente somente quando apresentados a tentativas temporalmente próximas as tentativas de treinamento. Por essas razões, nós recomendamos que os instrutores determinem o domínio dos programas conforme baseado nos conceitos a seguir: • Como as relações de Treino e Teste, ambas, utilizam os mesmos estímulos e as relações de Teste são dependentes das relações de Treino, o aprendiz deve ser capaz de responder corretamente a todas as habilidades de Treino e Teste com 90% de acurácia por mais do que blocos de tentativa sucessivos. 49 • O aprendiz deve ser capaz de responder a relações de Teste acuradamente, sem a necessidade do mesmo instrutor ou contexto ambiental (nem sempre com a mesma pessoa, na mesma sala, ou na mesma mesa). Ajustando programas para potencializar a aprendizagem O sistema PEAK está delineado para ser modificável, de modo que ajustes possam ser feitos quando os aprendizes se esforçam muito para fazer um progresso adequado. A fim de fazer o ajuste apropriado, o instrutor deve, primeiro, identificar se o aprendiz está se esforçando muito com as tentativas de Treino ou as tentativas de Teste. Ajustando as tentativas de Treino: como as tentativas de Treino são, essencialmente, habilidades “diretamente ensinadas” delineadas para destacar uma relação entre estímulos, os ajustes devem focar em atrair a atenção para estímulos discriminativos, aumentando a efetividade das dicas para produzir a resposta esperada, e entregando reforçadores mais potentes. Considere os seguintes ajustes quando o seu aprendiz estiver tendo dificuldades durante as tentativas de Treino: • Diminua a complexidade dos estímulos ou do arranjo de estímulos sendo utilizado. Por exemplo, se o programa pedir para que um aprendiz combine uma figura a um de cinco estímulos em um arranjo, considere reduzir o arranjo para 3 estímulos; no entanto, lembre-se de referenciar o sistema de pontuação de respostas quando ajustando arranjos de estímulos, uma vez que apenas uma pontuação de 0 ou 2 deve ser dada para um arranjo reduzido. • Avalie sua estratégia de reforçamento. Reforce frequentemente e lembre-se de emparelhar reforçadores generalizados, tais como fichas, com reforçadores primários. Se o aprendiz não parecer “procurar” por seus reforçadores generalizados, considere aumentar a frequência do emparelhamento. Certifique-se de que a entrega do reforçador ocorra tão rapidamente quanto possível e somente após respostas corretas. Se essas sugestões falharem, considere administrar uma avaliação de preferências. Se o seu aprendiz não estiver interessado nos seus reforçadores, ele não estará interessado em aprender com você. • Certifique-se de que os seus procedimentos de dicas podem produzir a resposta desejada. Se o seu aprendiz nunca for ajudado a apresentar a resposta correta, você nunca terá a oportunidade de reforçar um responder correto. Às vezes, isso pode significar que você deve utilizar dicas mão-sobre- mão. Se o seu aprendiz estiver tendo muitos problemas para desempenhar a resposta correta, considere fornecer reforçamento para uma aproximação com a resposta. Conforme o aprendiz melhorar em apresentar a aproximação, reforce apenas respostas que estejam mais próximas da resposta esperada. Ao fazer isso, você pode moldar uma resposta para a qual pode ser muito difícil fornecer dicas sozinhas. • Considere diminuir o número de classes ou relações sendo incluídas em cada bloco de tentativas. Ao invés de incluir 5 classes diferentes, tente apresentar apenas 2 ou 3. Se o seu aprendiz continuar a apresentar dificuldades, tente apresentar a mesma classe e relação de estímulos através de todas as 10 tentativas dentro de um bloco de tentativas. Ajustando as tentativas de Teste: se um aprendiz não estiver respondendo apropriadamente a tentativas de Teste, isso sugere um déficit no operante generalizado do responder equivalente. Se o aprendiz ainda estiver apresentando dificuldades após ser exposto à estratégia do Nível 4 – Revisão de classe isolada, considere os ajustes a seguir: • Certifique-se de que as relações treinadas estejam dominadas e mantidas através das sessões. 50 • Converta mais classes em classes exemplares, a fim de aumentar o número de relações simétricas diretamente treinadas e relações transitivas. • Introduza novas classes, de modo que mais exemplos de, ambos, estímulos de Treino e de Teste possam ser fornecidos. • Se o aprendiz não responder a todas as tentativas de Teste, o responder do aprendiz pode ter sido extinguido ou diminuído devido à falta de reforçamento. Em tais casos, tente interpor os blocos de tentativas de Teste com habilidades previamente dominadas, tais como imitações ou respostas ecóicas. Isso aumentará a frequência geral de reforçamento e tomará vantagem do momento comportamental. Às vezes, você pode achar necessário colocar um programa em esperar e seguir adiante para outros programas. Nesses casos, os programas colocados em espera devem ser reavaliados em todas as atualizações de programas, a fim de determinar se eles precisam ser reintroduzidos. Boletim de progresso O Currículo de Equivalência do PEAK inclui um formulário de boletim para facilitar a apresentação e a comunicação do progresso do aprendiz em cada um dos programas sendo ensinados. O relatório inclui uma série de tabelas nas quais os programas atuais podem ser indicados, juntamente com as pontuações iniciais e atuais para, ambas, as relações de Treino e de Teste. Ao destacar a pontuação média do PEAK para o primeiro dia e a pontuação média do PEAK atual para ambas as relações, o instrutor pode facilmente criar uma representação visual do progresso feito desde a introdução do programa. 51 CARTÃO DE RELATÓRIO DO PEAK: PROGRAMAS DE EQUIVALÊNCIA Aprendiz: M. Johnson Título do programa: Simetria – Mandos Derivados Número: 4C Data de início Treino: 14/07 Data atual Treino: 13/05 Data de início Teste: 14/07 Data atual Teste: 15/03 0 25 50 75 100 Título do programa: Simetria – Mitologia Número: 4D Data de início Treino: 14/07 Dataatual Treino: 13/05 Data de início Teste: 14/07 Data atual Teste: 15/03 0 25 50 75 100 Análise de dados A análise do progresso do aprendiz é um aspecto importante da boa instrução. Se o aprendiz estiver fazendo um progresso notável, você pode desejar proceder conforme usual com o treinamento, ou seguir adiante para novos programas. Se o aprendiz não estiver avançando, pode ser o momento de fazer alguns ajustes. Decidir quando adicionar, remover, ou modificar programas, requer consideração cuidadosa, e a melhor ferramenta para ajudar você com essas decisões é uma representação visual das pontuações do aprendiz que facilite visualizar o nível de desempenho em andamento. A estratégia Treino/Teste do Módulo de Equivalência do PEAK combina a apresentação de exemplos instrucionais e tentativas de avaliação dentro e através de blocos de tentativas. Uma vez que as tentativas de Treino e de Teste são baseadas em diferentes modalidades de aprendizagem (por exemplo, contingência direta e aprendizagem por equivalência), é melhor visualizar os resultados desses tipos de tentativas de maneira separada durante a análise visual. Quando revisando pontuações de blocos de tentativas, lembre- 52 se de que as tentativas de Teste não recebem dicas e nem reforço e, portanto, contribuem ou com 10 pontos, por uma resposta correta, ou com 0, para uma resposta incorreta. Criar tabelas ou gráficos pode ser muito útil na determinação da tendência dos dados do aprendiz. Resumo do mês AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR 4C – Simetria: Mandos derivados Tentativas de Treino 60 74 76 83 88 100 100 100 Tentativas de Teste 10 20 30 50 60 80 100 100 4D – Simetria: Mitologia Tentativas de Treino 30 33 46 70 78 85 90 100 Para fazer isso, crie uma tabela utilizando um programa de planilhas de dados, tal como o Excel. Na primeira coluna, adicione o nome de um programa em toda outra célula. Na segunda coluna, insira “Tentativas de Treino” em toda outra célula. Abaixo da célula de tentativa de Treino, adicione “Tentativas de Teste”. No topo de cada coluna subsequente, coloque uma data ou número da sessão. Para cada programa, preencha as pontuações das tentativas de Treino e de Teste obtidas para as datas e programas relevantes. Se os períodos de tempo que você estiver utilizando incluírem blocos de tentativas múltiplas, tais como dias, semanas, ou meses, diversas estratégias para resumir pontuações podem ser utilizadas. Por exemplo, quando visualizando pontuações através dos dias, é frequentemente útil incluir somente a primeira pontuação obtida para aquele dia (representando uma abordagem de sondagem fria), uma vez que ela representa a estimativa mais conservadora da capacidade do aprendiz de responder as relações sendo examinadas. Quando olhando para dados semanais ou mensais, é frequentemente mais útil calcular as pontuações médias obtidas durante esses períodos de tempo. Uma vez que você tenha criado uma tabela de dados apropriada, um gráfico de linhas pode ser utilizado para inspecionar os dados visualmente. Quando visualizadas como uma série temporal, as tendências nos dados podem ser facilmente identificadas. Quando as pontuações apresentam tendência crescente, o progresso em direção ao domínio pode ser visto. Desde que as relações de Treino e de Teste ocupam linhas individuais na planilha de dados, seu gráfico de linhas mostrará duas séries de dados ou linhas por programa. Nós recomendamos formatar ambas as linhas para terem uma cor similar e o mesmo formato de marcador, mas com os marcadores de Teste sendo abertos e os marcadores de Treino sendo fechados. Isso permite uma inspeção facilitada o progresso das pontuações dentro do programa. Quando as pontuações apresentarem tendência para baixo ou permanecerem estáveis, o instrutor deve considerar modificar o nível, as estratégias de dicas, reavaliar as preferências do aprendiz, ou fornecer mais exemplares. A presença de comportamentos inapropriados do aprendiz também pode contribuir para uma tendência decrescente ou pontuações estáveis, e pode precisar ser endereçada. 53 De qualquer maneira que você escolher analisar os dados do seu aprendiz, é importante lembrar que os dados somente são úteis quando forem atualizados e levados em consideração regularmente. Atualizações de programas A avaliação frequente e contínua do progresso deve ser conduzida para identificar quando um aprendiz está pronto para novos programas ou quando uma modificação nos programas é necessária. As revisões de programas podem ser administradas de diversas maneiras: 0 20 40 60 80 100 120 Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar P o n tu aç ã o m éd ia d o P EA K Sessão 4C - SIMETRIA: MANDOS DERIVADOS Relações de Treino Relações de Teste 0 20 40 60 80 100 120 Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar P o n tu aç ã o m éd ia d o P EA K Sessão 4D - SIMETRIA: MITOLOGIA Relações de Treino Relações de Teste 54 • Avaliação contínua: típica de ambientes de aprendizagem nos quais a pessoa implementando as sessões de treinamento também é o gestor dos programas ou a pessoa responsável pela atualização dos programas do aprendiz. Quando conduzindo uma avaliação contínua, os programas devem ser substituídos por novos programas conforme o aprendiz atingir o critério de domínio. A Matriz de Desempenho deve ser atualizada nesse momento para indicar a completude dos programas. • Avaliação periódica: esse tipo de avaliação é frequentemente utilizado quando um especialista ou consultor especialista está no comando do gerenciamento do programa do aprendiz e um cuidador ou terapeuta de linha está no comando de conduzir as sessões. Na avaliação periódica, o gestor dos programas observa as sessões em uma base agendada e determina, naquele momento, se os alvos atuais devem ser alterados. A Matriz de Desempenho é, desse modo, completada nesses intervalos agendados. Independente de qual método for utilizado, a determinação de mudar um programa deve ser feita baseada nos dados. Utilize a avaliação PEAK para testar os programas atuais para domínio. Se o aprendiz agora receber um “sim” para o seu programa atual, continue a avaliar cada item sequencial na avaliação até que o aprendiz falhe em pontuar um “sim”. Substitua o programa prévio com o programa recém-identificado para aquisição. A falta de progresso deve ser endereçada através da determinação de com qual passo ou relação o aprendiz está se esforçando muito. Se um programa em particular não se elevar através de blocos de tentativas dentro das sessões (o aprendiz não melhorar ao longo de diversas horas de instrução), considere revisar os procedimentos de dicas ou reavaliar os seus reforços. Se as pontuações de resposta diminuírem dentro de uma sessão (o aprendiz iniciar com uma pontuação alta e a pontuação piora conforme o dia avança), considere intercalar tentativas de habilidades previamente dominadas entre tentativas de programa ou diminuir a duração geral das sessões. Às vezes, pode ser necessário colocar um programa em espera, a fim de revisar os programas previamente dominados ou até que uma habilidade relacionada seja dominada. Integrando o Módulo de Equivalência com outros Módulos do PEAK A resposta para quando introduzir o Módulo de Equivalência aos programas existentes para uma pessoa com transtornos é bastante direta. Se o seu aprendiz possui a capacidade de combinar itens visualmente idênticos, etiquetar objetos ou figuras com acurácia, utilizar enunciados de palavras únicas de maneira expressiva, ou seguir instruções de um passo, você está pronto para começar a integrar os programas de Equivalência encontrados nesse Módulo. Um nível de julgamento clínico seráA fim de esse Módulo se tornar uma realidade, três de meus estudantes de Doutorado foram requeridos a passar horas incontáveis lendo 40 anos de pesquisas laboratoriais e translacionais, decodificando os termos e nomenclaturas em um formato de fácil compreensão, e se aventurando comigo enquanto eu mudava de ideia pelo menos 20 vezes a respeito de como dispor, visualmente, as folhas de instrução de programas. Jacob Daar, Kyle Rowsey, e Jordan Belisle todos compartilham comigo uma visão de que grandes mudanças em intervenções de ABA são possíveis utilizando a tecnologia de equivalência de estímulos. Eu vejo grandes futuros adiante, conforme eles se tornarem a próxima geração de porta-vozes para um programa de tratamento ABA pós-Skinner inspirado e baseado em evidência. Eu também preciso agradecer ao vários pesquisadores de equivalência de estímulos conhecidos mundialmente a seguir, que se mantiveram em verificação para garantir que eu estava fazendo justiça ao campo científico conforme eu delineava o protocolo de tratamento final. Eles incluem: Tom Critchfield, Steven Hayes, Dermot Barnes-Holmes, Yvonne Barnes-Holmes, Ruth Anne Rehfeldt, e Carol Murphy. Procure por qualquer um desses nomes no Google e você verá, rapidamente, que eles são muitos dos pioneiros do movimento de equivalência. Eu aprendi muito com as contribuições deles. Finalmente, eu devo uma gratidão extrema aos vários funcionários de escolas distritais através do Estado de Illinois que apostaram comigo que uma pesquisa de meio século certamente poderia ter valor para os seus estudantes. Eles incluem: Bambi Bethel, Linda Kowalski, Pamela Tyler, Jennifer Seacrest, Alison Storm, Christina Denman, Kristin Korte, Cindy Penrod, e Mike Weger. Eu penso que todos eles concordariam que a aposta valeu a pena. A ameaça da equivalência à abordagem tradicional em ABA é real, e nada poderia ser mais animador. C e A são, de fato, iguais, mas a ABA nunca será a mesma novamente. 5 O Módulo de Equivalência do PEAK Aprender a relacionar conceitos que não foram diretamente reforçados ocorre diversas vezes por dia na vida do ser humano verbal. Nós reunimos informações de um conjunto de eventos, as aplicamos a outros, e agimos de acordo. Em uma perspectiva comportamental, nós possuímos um repertório reforçado diferencialmente que estabelece a ocasião para a transferência de funções de estímulos para novos estímulos discriminativos ou a combinação de novos estímulos. Essas funções se tornam “equivalentes” umas com as outras, e nós respondemos às condições novas de uma maneira similar a que fizemos na situação prévia reforçada. Embora isso possa soar semelhante às maravilhas da generalização, não há dúvidas de que não é. A generalização requer uma similaridade formal entre condições ou respostas treinadas e testadas. O responder equivalente não requer que nada formalmente similar esteja presente no ambiente. Considere uma história de aprendizagem pela qual você é treinado em que a palavra “GATO” é igual a uma figura de gato e não às figuras de um cachorro ou porco. A mesma palavra “GATO” também poderia ser treinada para ser igual ao texto G-A-T-O e não ao texto C-A-C-H-O-R-R-O ou P-O-R-C-O. Agora, na presença do texto G-A-T-O e um arranjo de figuras que inclua um gato, cachorro, e porco, você seleciona a figura do gato na ausência de qualquer história de reforçamento direto para fazê-lo. Sua capacidade de fazer essa inferência ocorre porque você teve uma história de aprendizagem com o vocal “GATO” atrelado à figura, e com o vocal “GATO” à palavra textual G-A-T-O. Essa história permitiu a dedução de que se uma palavra falada era igual a uma figura, e uma palavra falada era igual a um texto, então o texto e a figura também devem ser iguais um ao outro. Ainda assim, essa não pode ser uma forma de generalização de estímulo simples, porque não há nada formalmente similar entre palavras faladas e figuras, ou entre figuras e texto escrito. Sua capacidade de fazer essa dedução de uma resposta correta pode parecer trivial. No entanto, nenhum outro organismo na face da Terra além dos seres humanos consegue fazer essas inferências. E somente seres humanos que estejam além dos 18 meses de desenvolvimento, ou por volta disso, parecem fazê-lo. Nossa capacidade de estabelecer essas relações de equivalência parece profundamente enraizada na linguagem. De fato, muitos analistas do comportamento que estudam esse fenômeno consideram as relações de equivalência como sendo uma característica definidora da linguagem. Relatar estímulos de maneira verbal, vocal e simbólica é o coração da verdadeira linguagem. Simplesmente realizar tatos, mandos e respostas a intraverbais não representa completamente uma habilidade de linguagem funcional. Ao invés disso, isso é apenas o início de algo muito mais complexo. A equivalência de estímulos tem sido discutida em periódicos de pesquisa analíticos-comportamentais desde o início dos anos 1970. Nesses estudos iniciais, foi mostrado que pessoas com transtornos de desenvolvimento e cognitivos significativos eram capazes de combinar palavras a figuras, figuras a imagens e, então, sem qualquer treinamento anterior, fazer inferências corretas entre figuras e palavras faladas ou vice versa. Um número de estudos posteriores foram conduzidos nos anos que se seguiram, e um grande número de variações no paradigma básico foram documentados. Os sujeitos das pesquisas variaram de crianças pré- verbais em desenvolvimento típico até adultos com transtornos, e até mesmo animais, tais como macacos e leões marinhos. O que a nossa ciência sabe, até este ponto, é que crianças humanas muito jovens podem estabelecer relações de equivalência entre estímulos, mas animais não-humanos não podem. Pessoas com 6 habilidades verbais limitadas e aquelas com transtornos intelectuais também podem produzir equivalência de estímulos, mas golfinhos, macacos e papagaios treinados em linguagem, não. A relação de equivalência mais básica pode ser ilustrada utilizando o diagrama abaixo. Aqui, nós vemos que um estímulo “A” é diretamente treinado para um estímulo “B”, e que o mesmo estímulo “A” é treinado diretamente para um estímulo “C”. As letras A, B e C são abreviações para qualquer tipo de estímulo que nós possamos empregar em uma tentativa de treino real. Em tal exemplo, a letra A pode ser a palavra falada “GATO”, B a figura de um gato, e C o texto G-A-T-O. RELAÇÕES DERIVADAS Diretamente ensinadas Derivadas A “GATO” B C Para definir posteriormente as características da relação de equivalência de estímulos, nós vemos que a seta entre os estímulos está ou em preto ou em cinza. As setas pretas representam relações de estímulos que são diretamente treinadas, enquanto as setas cinzas significam as relações inferidas resultantes entre os estímulos. No exemplo do gato, a relação entre A e B está em preto, bem como entre A e C, enquanto as relações entre B e C e C e C estão em cinza. Ademais, as relações entre B e A e C e A também estão em cinza. Em totalidade, um instrutor poderia organizar tentativas de aprendizagem para uma criança ou adulto pelas quais duas relações entre estímulos seriam treinadas utilizando procedimentos de reforçamento típicosum fator para determinar quantos programas de Equivalência são apropriados, e qual proporção da intervenção completa deve ser compreendida de tais programas. No futuro, essas decisões se moverão de um julgamento clínico para observações empíricas. Tenha em mente que a maioria dos programas desse Módulo são mais longos porque eles contém muito mais tentativas do que os programas dos Módulos de Treino Direto e de Generalização. Essa característica impactará a quantos programas diferentes um aprendiz será exposto durante uma sessão. A regra geral deve ser pelo menos um, e nunca nenhum, quando o repertório for aceitável. Quanto mais cedo os programas do Módulo de Equivalência forem introduzidos, mais superiores os ganhos derivados de habilidades que podem ocorrer. Tais ganhos podem possuir um efeito cascata nos programas restantes dos Módulos de Treino Direto e de Generalização, através do qual a aquisição melhora em taxas maiores. Conclusão O Módulo de Equivalência do PEAK completa a ponte translacional entre quase 50 anos de pesquisa de laboratório a respeito de um responder relacional derivado e intervenção clínica direta. Dentro desse livro, você tem as ferramentas para desenvolver o repertório de um aprendiz de maneiras diferentes de qualquer coisa que você já tenha visto na Análise do Comportamento Aplicada antes. A tarefa é assustadora. Os 55 resultados são dramáticos. O desafio que se apresenta diante de você é um desafio que será fácil de contornar. O treinamento direto de habilidades de linguagem sempre terá um lugar na equação para o tratamento efetivo. No entanto, mantenha uma coisa em mente – você nunca será capaz de treinar o mundo todo para alguém com transtornos. Eles não podem memorizar a vida. A vida é algo em que todos nós tropeçamos, e nós utilizamos nosso conhecimento de eventos e situações anteriores para derivar uma solução para o desafio atual em mãos. Avançar um degrau em direção a um currículo que se vincula ao Módulo de Equivalência pode produzir ganhos significativos e mensuráveis para o seu aprendiz. Tudo na vida está relacionado, nós apenas precisamos encontrar as flechas que nos apontam para a direção correta. Quando as flechas não estão lá, derivar as flechas faltando é o que nos torna verdadeiramente humanos. Siga adiante com esse Módulo e dê as boas-vindas ao potencial do seu aprendiz de falar com propósito e ouvir com compreensão. 17 de maio de 2015 Carbondale, Illinois Mark R. Dixon, Jacob H. Daar, Kyle E. Rowsey, & Jordan Belisle 56 Sistema de Treinamento Relacional PEAK Formulário de Registro da Pré-Avaliação do Módulo de Treinamento de Equivalência Aprendiz: ___________________________________________ Data: _______________________________ Instrutor(es): _______________________________________ Local: ______________________________ Versão da Pré-Avaliação: Longa Curta Estímulos alternativos foram utilizados para qualquer dos programas? Sim Não Tipo de relação Dificuldade da habilidade Pontuação no modelo longo (x 1.0) Pontuação no modelo curto (x 2.0) Pontos totais Básica Intermediária Avançada Reflexividade 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 Simetria 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 Transitividade 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 Equivalência 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 0 1 2 Pontuação Perfil de Pontuação Relacional 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 Reflexividade Simetria Transitividade Equivalência 1 2 1 2 1 2 1 2 Pontuação total: ________ max. 48 57 Sistema de Treinamento Relacional PEAK Planilha de Trabalho Interpretativa da Pré-Avaliação do Módulo de Treinamento de Equivalência Aprendiz: ___________________________________________ Data: _______________________________ Instrutor(es): _______________________________________ Local: ______________________________ Versão da Pré-Avaliação: Longa Curta Estímulos alternativos foram utilizados para qualquer dos programas? Sim Não Tipo de relação Pontuação Relacional da Pré-Avaliação Instruções de Avaliação Programa de Início Reflexividade 0 Pontuar todos os itens que são Reflexivo na Avaliação como “não” 1A 1 – 11 Avaliar diretamente até que 5 programas consecutivos sejam pontuados como “não” 12 Avaliar indiretamente e avaliar diretamente quaisquer pontuações “?” Simetria 0 Pontuar todos os itens que são Simétrico na Avaliação como “não” 4B 1 – 11 Avaliar diretamente até que 5 programas consecutivos sejam pontuados como “não” 12 Avaliar indiretamente e avaliar diretamente quaisquer pontuações “?” Transitividade 0 Pontuar todos os itens que são Transitivo na Avaliação como “não” 9N 1 – 11 Avaliar diretamente até que 5 programas consecutivos sejam pontuados como “não” 12 Avaliar indiretamente e avaliar diretamente quaisquer pontuações “?” Equivalência 0 Pontuar todos os itens que são Equivalência na Avaliação como “não” 10L 1 – 11 Avaliar diretamente até que 5 programas consecutivos sejam pontuados como “não” 12 Avaliar indiretamente e avaliar diretamente quaisquer pontuações “?” 58 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Reflexividade: Programa Básico 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: [ e ] . Instruções: ⎯ Apresente [ no topo da mesa com [ e ] abaixo dele. Aponte para ] e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para o outro [ . ⎯ Apresente [ no topo da mesa com ] e [ abaixo dele. Aponte para ] e diga, “Encontre aquele que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona [ . Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente ] no topo da mesa com [ e ] abaixo dele. Aponte para ] e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para o outro ] . ⎯ Apresente ] no topo da mesa com ] e [ abaixo dele. Aponte para ] e diga, “Encontre aquele que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona ] . Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 59 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Reflexividade: Programa Básico 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Palavras textuais arbitrárias: gev e jiv. Instruções: ⎯ Apresente gev no topo da mesa com gev e jiv abaixo dela. Aponte para gev e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para o outro gev. ⎯ Apresente gev no topo da mesa com jiv e gev abaixo dela. Aponte para gev e diga, “Encontre aquele que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona gev. Resposta do aprendiz: ______________________________Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente jiv no topo da mesa com gev e jiv abaixo dela. Aponte para jiv e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para o outro jiv. ⎯ Apresente jiv no topo da mesa com jiv e gev abaixo dela. Aponte para jiv e diga, “Encontre aquele que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona jiv. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 60 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Reflexividade: Programa Intermediário 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Nenhum. Instruções: ⎯ Diga, “Diz”. Aguarde 1 segundo e diga, “Diz é o mesmo que diz”. ⎯ Diga, “diz”. Aguarde 1 segundo e diga, “Diz não é o mesmo que vug”. ⎯ Diga, “Diz”. Aguarde 1 segundo e diga, “Diz. Era o mesmo?”. ⎯ Diga, “Diz”. Aguarde 1 segundo e diga, “Vug. Era o mesmo?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” ao ouvir “Diz”, e “Não” ao ouvir “Vug”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Diga, “Vug”. Aguarde 1 segundo e diga, “Vug é o mesmo que vug”. ⎯ Diga, “Vug”. Aguarde 1 segundo e diga, “Vug não é o mesmo que diz”. ⎯ Diga, “Vug”. Aguarde 1 segundo e diga, “Vug. Era o mesmo?”. ⎯ Diga, “Pau”. Aguarde 1 segundo e diga, “Diz. Era o mesmo?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” ao ouvir “Vug”, e “Não” ao ouvir “Diz”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 61 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Reflexividade: Programa Intermediário 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Uma bola de algodão. ⎯ Um pedaço quadrado de lixa. ⎯ Duas sacolas de papel marrom pequenas. Instruções: ⎯ Coloque a bola de algodão e o pedaço de lixa em sacolas separadas. ⎯ Faça com que o participante feche os seus olhos. Então, entregue uma sacola com uma bola de algodão nela e diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Remova a sacola, aguarde 1 segundo, e apresente a sacola com o pedaço de lixa nela e diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Diga, “Esses dois não eram iguais”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, faça com que o participante feche os olhos novamente e apresente a sacola com a bola de algodão nela. Diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Remova a sacola, aguarde 1 segundo, e reapresente a sacola com uma bola de algodão nela e diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Diga, “Esses dois eram iguais”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, faça com que o participante feche os olhos novamente e apresente a sacola com a bola de algodão nela. Diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Remova a sacola, aguarde 1 segundo, e reapresente a sacola com a bola de algodão nela e diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Diga, “Esses dois eram iguais?”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, faça com que o participante feche os olhos novamente e apresente a sacola com a bola de algodão nela. Diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Remova a sacola, aguarde 1 segundo, e reapresente a sacola com o pedaço de lixa nela e diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Diga, “Esses dois eram iguais?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” quando a bola de algodão está na sacola, e “Não” quando a lixa está na sacola. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Faça com que o participante feche os seus olhos. Então, entregue uma sacola com um pedaço de lixa nela e diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Remova a sacola, aguarde 1 segundo, e reapresente a sacola com o pedaço de lixa nela e diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Diga, “Esses dois eram iguais”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, faça com que o participante feche os olhos novamente e apresente a sacola com o pedaço de lixa nela. Diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Remova a sacola, aguarde 1 segundo, e reapresente a sacola com uma bola de algodão nela e diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Diga, “Esses dois não eram iguais”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, faça com que o participante feche os olhos novamente e apresente a sacola com o pedaço de lixa nela. Diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Remova a sacola, aguarde 1 segundo, e reapresente a sacola com a bola de algodão nela e diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Diga, “Esses dois eram iguais?”. 62 ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, faça com que o participante feche os olhos novamente e apresente a sacola com o pedaço de lixa nela. Diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Remova a sacola, aguarde 1 segundo, e reapresente a sacola com o pedaço de lixa nela e diga, “Sinta o que está na sacola”. ⎯ Diga, “Esses dois eram iguais?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” quando o pedaço de lixa está na sacola, e “Não” quando a bola de algodão está na sacola. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 63 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Reflexividade: Programa Avançado 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ 1 dose de vinagre em um copo. ⎯ 1 dose de extrato de baunilha em um copo. ⎯ 2 bolas de algodão. ⎯ 2 sacolas plásticas. Instruções: ⎯ Mergulhe uma bola de algodão no vinagre e uma bola de algodão no extrato de baunilha e coloque cada bola de algodão em um saco diferente. Faça com que o participante feche os olhos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no vinagre e faça com que o aprendiz a cheire. Diga, “Lembre-se disso”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no extrato de baunilha e faça com que o aprendiz a cheire. Diga, “Essa não era igual”. ⎯ Aguarde outros 5 segundos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no vinagre e faça com que o aprendiz a cheire. Diga, “Essa era igual”. ⎯ Aguarde 10 segundos. Faça com que o participante feche os olhos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no vinagre e faça com que o aprendiz a cheire. Diga, “Lembre-se disso”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no vinagre e faça com que o aprendiz a cheire. Pergunte, “Essa era igual?”. ⎯ Aguarde outros 5 segundos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no extrato de baunilha e faça com que o aprendiz a cheire. Pergunte, “Essa era igual?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” quando a bola de algodão mergulhada no vinagre estiver na sacola, e “Não” quando a bola de algodão mergulhada na baunilha estiver na sacola. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Faça com que o participante feche os olhos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no extrato de baunilha e faça com que o aprendiz a cheire. Diga, “Lembre-se disso”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no extrato de baunilha e faça com que o participante a cheire. Diga, “Essa era igual”. ⎯ Aguarde outros 5 segundos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no vinagre e faça com que o aprendiza cheire. Diga, “Essa não era igual”. ⎯ Aguarde 10 segundos. Faça com que o participante feche os olhos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no extrato de baunilha e faça com que o aprendiz a cheire. Diga, “Lembre-se disso”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no vinagre e faça com que o aprendiz a cheire. Pergunte, “Essa era igual?”. ⎯ Aguarde outros 5 segundos e, então, abra a sacola com a bola de algodão mergulhada no extrato de baunilha e faça com que o aprendiz a cheire. Pergunte, “Essa era igual?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” quando a bola de algodão mergulhada na baunilha estiver na sacola, e “Não” quando a bola de algodão mergulhada no vinagre estiver na sacola. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 64 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Reflexividade: Programa Avançado 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Estímulos gustativos: selecione dois itens da lista a seguir. Uma quantidade única e pequena de cada item deve ser utilizada para cada tentativa. 1. Cheetos. 2. Confetes. 3. Cereais. 4. Amendoins. 5. Uvas passas. 6. Pipocas doces. 7. M&Ms. 8. Palitos salgados. 9. Balas. 10. Chips de chocolate. ⎯ Circule os dois itens gustativos utilizados na avaliação e escreva Item 1 ao lado de um deles, e Item 2 ao lado do outro. Se um item fora da lista foi utilizado, indique-o aqui: Item 1: ____________________________________________________ Item 2: ____________________________________________________ Instruções: ⎯ Faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 1. Diga, “Lembre-se disso”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, faça com que o participante experimente o Item 2 e diga, “Esse não era igual”. ⎯ Aguarde outros 5 segundos e, então, faça com que o participante experimente o Item 1 e diga, “Esse era igual”. ⎯ Aguarde 10 segundos. Faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 1. Diga, “Lembre-se disso”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, faça com que o participante experimente o Item 1 e diga, “Esse era igual?”. ⎯ Aguarde outros 5 segundos e, então, faça com que o participante experimente o Item 2 e diga, “Esse era igual?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” quando dado o Item 1, e “Não” quando dado o Item 2. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 2. Diga, “Lembre-se disso”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, faça com que o participante experimente o Item 2 e diga, “Esse era igual”. ⎯ Aguarde outros 5 segundos e, então, faça com que o participante experimente o Item 1 e diga, “Esse não era igual”. ⎯ Aguarde 10 segundos. Faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 2. Diga, “Lembre-se disso”. ⎯ Aguarde 5 segundos e, então, faça com que o participante experimente o Item 2 e diga, “Esse era igual?”. ⎯ Aguarde outros 5 segundos e, então, faça com que o participante experimente o Item 1 e diga, “Esse era igual?”. 65 Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” quando dado o Item 2, e “Não” quando dado o Item 1. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 66 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Simetria: Programa Básico 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: ƫ e ƾ . ⎯ Um marcador amarelo. ⎯ Uma moeda. Instruções: ⎯ Apresente um marcador amarelo no topo da mesa com ƫ e ƾ embaixo dele. Aponte para o marcador amarelo e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para ƫ . ⎯ Apresente ƫ no topo da mesa com uma moeda e o marcador amarelo embaixo dele. Diga, “Encontre aquele que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona o marcador amarelo. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente uma moeda no topo da mesa com ƫ e ƾ embaixo dele. Aponte para a moeda e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para ƾ . ⎯ Apresente ƾ no topo da mesa com o marcador amarelo e a moeda embaixo dele. Diga, “Encontre aquele que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona a moeda. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 67 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Simetria: Programa Básico 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: Љ e Њ . ⎯ Números textuais: 2 e 7. Instruções: ⎯ Apresente 2 no topo da mesa com Љ e Њ embaixo dele. Aponte para o 2 e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para Љ . ⎯ Apresente Љ no topo da mesa com 7 e 2 embaixo dele. Diga, “Encontre aquele que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona o número 2. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente 7 no topo da mesa com Љ e Њ embaixo dele. Aponte para o 7 e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para Њ . ⎯ Apresente Њ no topo da mesa com 2 e 7 embaixo dele. Diga, “Encontre aquele que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona o número 7. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 68 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Simetria: Programa Intermediário 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: Ц e Щ . Instruções: ⎯ Faça um som como o de um cachorro latindo (“au au”). Apresente Ц e Щ sobre a mesa, aponte para Ц , e diga, “Esses são iguais”. ⎯ Faça um som como o de um cachorro latindo (“au au”). Apresente Ц e Щ sobre a mesa, aponte para Щ , e diga, “Esses não são iguais”. ⎯ Apresente Ц sobre a mesa e aponte para ele. Então, faça o som de um cachorro latindo (“au au”) e diga, “Esse é igual?”. ⎯ Apresente Ц sobre a mesa e aponte para ele. Então, faça um som como o de um pássaro cantando (“piu piu”) e diga, “Esse é igual?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” ao ouvir “au au”, e “Não” ao ouvir “piu piu”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Faça um som como o de um pássaro cantando (“piu piu”). Apresente Ц e Щ sobre a mesa, aponte para Щ , e diga, “Esses são iguais”. ⎯ Faça um som como o de um pássaro cantando (“piu piu”). Apresente Цe Щ sobre a mesa, aponte para Ц , e diga, “Esses não são iguais”. ⎯ Apresente Щ sobre a mesa e aponte para ele. Então, faça o som de um pássaro cantando (“piu piu”) e diga, “Esse é igual?”. ⎯ Apresente Щ sobre a mesa e aponte para ele. Então, faça o som de um cachorro latindo (“au au”) e diga, “Esse é igual?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” ao ouvir “piu piu”, e “Não” ao ouvir “au au”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 69 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Simetria: Programa Intermediário 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Nenhum. Instruções: ⎯ Diga, “Paulo sorri quando ele está feliz”. ⎯ Pergunte, “O que Paulo faz quando está feliz?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sorri”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Diga, “Maria pula quando ela está feliz”. ⎯ Pergunte, “O que Maria faz quando está feliz?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Pula”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 70 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Simetria: Programa Avançado 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Papel em branco e lápis. ⎯ Símbolos arbitrários: Ѧ e Ѩ . ⎯ Palavras textuais arbitrárias: funt e nist. Instruções: ⎯ Apresente funt no topo da mesa com um pedaço de papel em branco e lápis embaixo dele. Diga, “Escreva isso”. ⎯ Apresente funt no topo da mesa com Ѧ e Ѩ embaixo dele. Aponte para funt e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para Ѧ . ⎯ Apresente Ѧ no topo da mesa com um pedaço de papel em branco e lápis embaixo dele. Diga, “Escreva isso. As letras”. Resposta correta: O aprendiz escreve funt. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente nist no topo da mesa com um pedaço de papel em branco e lápis embaixo dele. Diga, “Escreva isso”. ⎯ Apresente nist no topo da mesa com Ѧ e Ѩ embaixo dele. Aponte para nist e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para Ѩ . ⎯ Apresente Ѩ no topo da mesa com um pedaço de papel em branco e lápis embaixo dele. Diga, “Escreva isso. As letras”. Resposta correta: O aprendiz escreve nist. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 71 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Simetria: Programa Avançado 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: Ӓ e Ӭ . ⎯ Estímulos gustativos: selecione dois itens da lista a seguir. Uma quantidade única e pequena de cada item deve ser utilizada para cada tentativa. 1. Cheetos. 2. Confetes. 3. Cereais. 4. Amendoins. 5. Uvas passas. 6. Pipocas doces. 7. M&Ms. 8. Palitos salgados. 9. Balas. 10. Chips de chocolate. ⎯ Circule os dois itens gustativos utilizados na avaliação e escreva Item 1 ao lado de um deles, e Item 2 ao lado do outro. Se um item fora da lista foi utilizado, indique-o aqui: Item 1: ____________________________________________________ Item 2: ____________________________________________________ Instruções: ⎯ Faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 1. Esconda o item e, então, faça com que o participante abra os olhos. Segure Ӓ e diga, “Esse é igual”. ⎯ Aguarde 5 segundos, faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 1. Esconda o item e, então, faça com que o participante abra os olhos. Segure Ӭ e diga, “Esse não é igual”. ⎯ Aguarde 10 segundos. Apresente Ӓ e diga, “Olhe”. ⎯ Aguarde 5 segundos, faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 2, e diga, “Esse era igual?”. ⎯ Aguarde 5 segundos, faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 1. Diga, “Esse era igual”? Resposta correta: O aprendiz diz “Não” para o Item 2, e “Sim” para o Item 1. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 2. Esconda o item e, então, faça com que o participante abra os olhos. Segure Ӭ e diga, “Esse é igual”. ⎯ Aguarde 5 segundos, faça o participante fechar os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 2. Esconda o item e, então, faça com que o participante abra os olhos. Segure Ӓ e diga, “Esse não é igual”. ⎯ Aguarde 10 segundos. Apresente Ӭ e diga, “Olhe”. ⎯ Aguarde 5 segundos, faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 1, e diga, “Esse era igual?”. ⎯ Aguarde 5 segundos, faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 2, e diga, “Esse era igual?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Não” para o Item 1, e “Sim” para o Item 2. 72 Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 73 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Transitividade: Programa Básico 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Palavras textuais arbitrárias: pa, se, bo, e fi. ⎯ 3 colheres. ⎯ 5 clips de papel. Instruções: ⎯ Apresente 3 colheres no topo da mesa com pa, se, bo, e fi embaixo delas. Aponte para as colheres e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para pa. ⎯ Apresente pa no topo da mesa com se, bo, e fi embaixo dele. Aponte para pa e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para se. ⎯ Apresente 3 colheres no topo da mesa com fi, bo, e se embaixo delas. Diga, “Encontre aquele que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona se. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente 5 clips de papel no topo da mesa com bo, se, e fi embaixo deles. Aponte para os clips de papel e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para bo. ⎯ Apresente bo no topo da mesa com pa, se, e fi embaixo dele. Aponte para bo e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para fi. ⎯ Apresente 5 clips de papel no topo da mesa com pa, se, e fi embaixo deles, Diga, “Encontre aquele que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona fi. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 74 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Transitividade:Programa Básico 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Um pedaço de papel e um lápis. ⎯ Palavras textuais arbitrárias: tek e bap. Instruções: ⎯ Apresente tek e bap no topo da mesa. Aponte para tek e diga, “Isso é tek”. ⎯ Diga, “Tek é igual a gak”. ⎯ Apresente tek no topo da mesa com um pedaço de papel em branco e um lápis embaixo dele. Diga, “Copie isso”. ⎯ Aguarde 15 segundos e apresente um pedaço de papel em branco e o lápis. Diga, “Escreva gak”. Se o aprendiz escrever gak, diga, “Agora escreva isso de uma maneira diferente”. Resposta correta: O aprendiz escreve tek. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente tek e bap no topo da mesa. Aponte para bap e diga, “Isso é bap”. ⎯ Diga, “Bap é igual a vot”. ⎯ Apresente bap no topo da mesa com um pedaço de papel em branco e um lápis embaixo dele. Diga, “Copie isso”. ⎯ Aguarde 15 segundos e apresente um pedaço de papel em branco e o lápis. Diga, “Escreva vot”. Se o aprendiz escrever vot, diga, “Agora escreva isso de uma maneira diferente”. Resposta correta: O aprendiz escreve bap. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 75 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Transitividade: Programa Intermediário 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: Հ e Ձ . ⎯ Palavras textuais arbitrárias: pei, cou, mai, e niu. Instruções: ⎯ Apresente pei no topo da mesa com Հ e Ձ embaixo dele. Aponte para pei e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para Հ . ⎯ Apresente Հ no topo da mesa com cou e mai abaixo dele. Aponte para Հ e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para cou. ⎯ Apresente pei no topo da mesa com mai e cou abaixo dele. Diga, “Encontre o que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona cou. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente mai no topo da mesa com Հ e Ձ embaixo dele. Aponte para mai e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para Ձ . ⎯ Apresente Ձ no topo da mesa com niu e pei abaixo dele. Aponte para Ձ e diga, “Isso é igual a isso”, e aponte para niu. ⎯ Apresente mai no topo da mesa com pei e niu embaixo dele. Diga, “Encontre o que é igual”. Resposta correta: O aprendiz seleciona niu. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 76 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Transitividade: Programa Intermediário 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Nenhum. Instruções: ⎯ Diga, “Para onde você deve ir quando estiver feliz?”. Diga imediatamente, “Para um ric”. ⎯ Diga, “Um ric é igual a um vei”. ⎯ Pergunte, “Para onde você deve ir quando estiver feliz?”. Se o participante responder, “Um ric”, diga, “Para onde mais você poderia ir?”. Resposta correta: O aprendiz diz vei. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Diga, “Do que você precisa se quiser voar?”. Diga, imediatamente, “Um dag”. ⎯ Diga, “Um dag é igual a um pra”. ⎯ Pergunte, “Do que você precisa se quiser voar?”. Se o participante responder, “Um dag”, diga, “O que mais você poderia usar?”. Resposta correta: O aprendiz diz pra. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 77 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Transitividade: Programa Avançado 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Nenhum. Instruções: ⎯ Diga, “Se muc, então dit. E, se dit, então nuc”. ⎯ Diga, “Se muc, então o que mais?”. Se o participante disser, “Dit”, diga, “O que mais se muc?”. Resposta correta: O aprendiz diz nuc. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Diga, “Se foz, então pat. E, se pat, então ade”. ⎯ Diga, “Se foz, então o que mais?”. Se o participante disser, “Pat”, diga, “O que mais se foz?”. Resposta correta: O aprendiz diz pra. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 78 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Transitividade: Programa Avançado 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: Ⴥ e Ⴜ . ⎯ Estímulos gustativos: selecione dois itens da lista a seguir. Uma quantidade única e pequena de cada item deve ser utilizada para cada tentativa. 1. Cheetos. 2. Confetes. 3. Cereais. 4. Amendoins. 5. Uvas passas. 6. Pipocas doces. 7. M&Ms. 8. Palitos salgados. 9. Balas. 10. Chips de chocolate. ⎯ Circule os dois itens gustativos utilizados na avaliação e escreva Item 1 ao lado de um deles, e Item 2 ao lado do outro. Se um item fora da lista foi utilizado, indique-o aqui: Item 1: ____________________________________________________ Item 2: ____________________________________________________ Instruções: ⎯ Faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 1. Esconda o item, faça com que o participante abra os olhos, e segure Ⴥ . Diga, “Esse é igual”. ⎯ Apresente Ⴥ e diga, “Isso é um jev”. ⎯ Faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 1. Diga, “O que você experimentou?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Jev”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 2. Esconda o item, faça com que o participante abra os olhos, e segure Ⴜ . Diga, “Esse é igual”. ⎯ Apresente Ⴜ e diga, “Isso é um pim”. ⎯ Faça com que o participante feche os olhos e, então, faça com que ele experimente o Item 2. Diga, “O que você experimentou?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Pim”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 79 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Equivalência: Programa Básico 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ 5 giz de cera. ⎯ 2 copos. ⎯ Símbolos textuais: Ო e Რ . Instruções: ⎯ Forneça 5 giz de cera no topo da mesa com Ო e Რ abaixo deles. Aponte para os giz de cera e diga, “Esses são iguais a esse”, e aponte para Ო . ⎯ Forneça5 giz de cera, aponte para eles, e diga, “Esses são iguais a vip”. ⎯ Forneça um arranjo de símbolos escritos, incluindo Რ e Ო , e diga, “Qual desses é vip?”. Resposta correta: O aprendiz seleciona Ო . Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Forneça 2 copos no topo da mesa com Ო e Რ abaixo deles. Aponte para os copos e diga, “Esses são iguais a esse”, e aponte para Რ . ⎯ Forneça 2 copos, aponte para eles, e diga, “Esses são iguais a pou”. ⎯ Forneça um arranjo de símbolos escritos, incluindo Რ e Ო , e diga, “Qual desses é pou?”. Resposta correta: O aprendiz seleciona Რ . Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 80 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Equivalência: Programa Básico 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: װ e ױ . Instruções: ⎯ Apresente װ e ױ . Aponte para װ e diga, “Isso é um loff”. ⎯ Diga, “Hud significa o mesmo que loff”. ⎯ Segure װ e diga, “O que é isso?”. Se o participante disser, “Loff”, diga, “Do que mais é possível chamar isso?”. Resposta correta: O aprendiz diz, “Hud”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente װ e ױ . Aponte para ױ e diga, “Isso é um wek”. ⎯ Diga, “Qig é o mesmo que wek”. ⎯ Apresente ױ e diga, “O que é isso?”. Se o participante disser, “Wek”, diga, “Do que mais é possível chamar isso?”. Resposta correta: O aprendiz diz, “Qig”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 81 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Equivalência: Programa Básico 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: װ e ױ . Instruções: ⎯ Apresente װ e ױ . Aponte para װ e diga, “Isso é uma reta”. ⎯ Diga, “Traço significa o mesmo que reta”. ⎯ Segure װ e diga, “O que é isso?”. Se o participante disser, “Reta”, diga, “Do que mais é possível chamar isso?”. Resposta correta: O aprendiz diz, “Traço”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente װ e ױ . Aponte para ױ e diga, “Isso é uma barra”. ⎯ Diga, “Desenho é o mesmo que barra”. ⎯ Apresente ױ e diga, “O que é isso?”. Se o participante disser, “Barra”, diga, “Do que mais é possível chamar isso?”. Resposta correta: O aprendiz diz, “Desenho”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 82 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Equivalência: Programa Intermediário 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: ᴓ , ᾨ , ‖ , ₰ , ◊ , ꙮ , e Ꚛ . Instruções: ⎯ Apresente ᴓ no topo da mesa com ꙮ e ᾨ abaixo dele. Aponte para ᴓ e diga, “Esse é igual a esse”, e aponte para ᾨ . ⎯ Apresente ᴓ no topo da mesa com ◊ e ‖ abaixo dele. Aponte para ᴓ e diga, “Esse é igual a esse”, e aponte para ‖ . ⎯ Apresente um padrão com ᴓ e ₰ (por exemplo, ᴓ ₰ ᴓ ₰ ᴓ ₰) no topo da mesa com ◊ e ᴓ abaixo dele. Diga, “Olhe para o padrão, esse vem a seguir”, e aponte para ᴓ . ⎯ Apresente um padrão com ‖ e ₰ (por exemplo, ‖ ₰ ‖ ₰ ‖ ₰) no topo da mesa com ᾨ e ꙮ abaixo dele. Diga, “Qual deles vem a seguir?”. Resposta correta: O aprendiz seleciona ᾨ . Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente ◊ no topo da mesa com ᾨ e ꙮ abaixo dele. Aponte para ◊ e diga, “Esse é igual a esse”, e aponte para ꙮ . ⎯ Apresente ◊ no topo da mesa com ᴓ e Ꚛ abaixo dele. Aponte para ◊ e diga, “Esse é igual a esse”, e aponte para Ꚛ . ⎯ Apresente um padrão com ◊ e ₰ (por exemplo, ◊ ₰ ◊ ₰ ◊ ₰) no topo da mesa com ◊ e ᴓ abaixo dele. Diga, “Olhe para o padrão, esse vem a seguir”, e aponte para ◊ . ⎯ Apresente um padrão com Ꚛ e ₰ (por exemplo, Ꚛ ₰ Ꚛ ₰ Ꚛ ₰) no topo da mesa com ᾨ e ꙮ abaixo dele. Diga, “Qual deles vem a seguir?”. Resposta correta: O aprendiz seleciona ꙮ . Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 83 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Equivalência: Programa Intermediário 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Palavras textuais arbitrárias: rog e bug. ⎯ Estórias textuais: “João deu um rog à sua amiga, o que deixou sua amiga muito feliz”; “Sarah recebeu um bug como presente de aniversário de sua mãe”. Instruções: ⎯ Diga, “Rog é o mesmo que bim”. ⎯ Apresente rog e diga, “Isso é rog”. ⎯ Apresente a estória “João deu um rog à sua amiga, o que deixou sua amiga muito feliz”. Diga, “Leia essa estória, mas utilize uma palavra diferente que seja igual à palavra que está grifada”. Resposta correta: O aprendiz diz “Bim” no lugar de “Rog”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Diga, “Bug é o mesmo que pop”. ⎯ Apresente bug e diga, “Isso é bug”. ⎯ Apresente a estória “Sarah recebeu um bug como presente de aniversário de sua mãe”. Diga, “Leia essa estória, mas utilize uma palavra diferente que seja igual à palavra que está grifada”. Resposta correta: O aprendiz diz “Pop” no lugar de “Bug”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 84 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Equivalência: Programa Avançado 1 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Símbolos arbitrários: Ꜿ , Ꝋ , Ꞹ , մն , ھ , e لا . ⎯ Um pedaço de papel e um lápis. Instruções: ⎯ Apresente Ꜿ no topo da mesa com لا e Ꝋ abaixo dele. Aponte para Ꜿ e diga, “Esse é igual a esse”, e aponte para Ꝋ . ⎯ Apresente Ꜿ no topo da mesa com ھ e Ꞹ abaixo dele. Aponte para Ꜿ e diga, “Esse também é igual a esse”, e aponte para Ꞹ. ⎯ Apresente Ꜿ e diga, “Isso é um baf”. ⎯ Apresente um pedaço de papel em branco e um lápis e diga, “Desenhe três baf”. Resposta correta: O aprendiz desenha Ꜿ , Ꝋ , Ꞹ . Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente մն no topo da mesa com Ꞹ e ھ abaixo dele. Aponte para մն e diga, “Esse é igual a esse”, e aponte para ھ . ⎯ Apresente մն no topo da mesa com Ꝋ e لا abaixo dele. Aponte para մն e diga, “Esse também é igual a esse”, e aponte para لا . ⎯ Apresente մն e diga, “Isso é um def”. ⎯ Apresente um pedaço de papel em branco e um lápis e diga, “Desenhe três def”. Resposta correta: O aprendiz desenha մն , لا , ھ . Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 85 PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Equivalência: Programa Avançado 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Um teclado, aplicativo de teclado, ou programa em um dispositivo eletrônico. ⎯ Palavras textuais arbitrárias: tin e xou. Instruções: ⎯ Diga, “Isso é um Ré”, e toque a nota musical Ré. ⎯ Segure tin e diga, “Isso também é um Ré”. ⎯ Apresente tin. Aponte para tin e, então, toque a nota musical Ré. Diga, “Isso foi igual?”. ⎯ Apresente xou. Aponte para xou e, então, toque a nota musical Ré. Diga, “Isso foi igual?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” quando apresentado a tin, e “Não” quando apresentado a xou. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Diga, “Isso é um Mi”, e toque a nota musical Mi. ⎯ Segure xou e diga, “Isso também é um Mi”. ⎯ Apresente tin. Aponte para tin e, então, toque a nota musical Mi. Diga, “Isso foi igual?”. ⎯ Apresente xou. Aponte para xou e, então, toque a nota musical Mi. Diga, “Isso foi igual?”. Resposta correta: O aprendiz diz “Sim” quando apresentado a xou, e “Não” quando apresentado a tin. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Pontuação: 0 = não respondeu corretamente; 1 = respondeu corretamente para um teste; 2 = respondeu corretamente a ambos os testes. 86 SISTEMA DE TREINAMENTO RELACIONAL PEAK Matriz de Desempenho do Módulo de Equivalência Data de avaliação Nome do aplicador Cor 14A 14B 14C 14D 14E 14F 14G 14H 14I 14J 14K 14L 14M 14N 14O 14P 14Q 14R 14S 14T 14U 14V 14W 14X 14Y 14Z 13A 13B 13C 13D 13E 13F 13G 13H 13I 13J 13K 13L 13M 13N 13O 13P 13Q 13R 13S 13T 13U 13V 13W 13X 12A 12B 12C 12D 12E 12F 12G 12H 12I 12J 12K 12L 12M 12N 12O 12P 12Q 12R 12S 12T 12U 12V 11A 11B 11C 11D 11E 11F 11G 11H 11I 11J 11K 11L 11M 11N 11O 11P 11Q 11R 11S 11T 10A 10B 10C 10D 10E 10F 10G 10H 10I 10J 10K 10L 10M 10N 10O 10P 10Q 10R 9A 9B 9C 9D 9E 9F 9G 9H 9I 9J 9K 9L 9M 9N 9O 9P 8A 8B 8C 8D 8E 8F 8G 8H 8I 8J 8K 8L 8M 8N 7A 7B 7C 7D 7E 7F 7G 7H 7I 7J 7K 7L 6A 6B 6C 6D 6E 6F 6G 6H 6I 6J 5A 5B 5C 5D 5E 5F 5G 5H 4A 4B 4C 4D 4E 4F 3A 3B 3C 3D 2A 2B 1A 2B Estudante: Localização: Instrutor(es): 87 AVALIAÇÃO DO PROGRAMA PEAK PROGRAMAS DE EQUIVALÊNCIA Escolha um para cada: S = Sim / N = Não / ? = Desconhecido # Nome Descrição S N ? 1A Reflexividade: figura para figura Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com uma figura idêntica (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra idêntica (B) com a figura original (A) (B-A). 1B Reflexividade: combinação textual Quando ensinado a combinar um texto de amostra (A) com um texto idêntico (B) (A-B), o participante combinará o texto de amostra (B) com o texto de amostra idêntico (A) (B-A). 2A Reflexividade: figuras Quando fornecida uma figura de amostra (A) e ensinado a selecionar uma figura idêntica apresentada sequencialmente (B) (A- B), o participante será capaz de responder quando fornecida a figura de amostra idêntica (B), selecionando a figura original apresentada sequencialmente (A) (B-A). 2B Reflexividade: objetos Quando fornecido um objeto de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto idêntico apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecido o objeto idêntico de amostra (B), selecionando o objeto original apresentado sequencialmente (A) (B-A). 3A Reflexividade: dinheiro Quando fornecida uma unidade de dinheiro de amostra (A) e ensinado a selecionar uma unidade de dinheiro idêntica apresentada sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecida a unidade de dinheiro de amostra idêntica (B), selecionando a unidade de dinheiro original apresentada sequencialmente (A) (B-A). 3B Reflexividade: palavras auditivas Quando fornecida uma palavra falada de amostra (A) e ensinado a selecionar uma palavra falada idêntica apresentada sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecida a palavra falada idêntica de amostra (B), selecionando a palavra falada original apresentada sequencialmente (A) (B-A). 3C Reflexividade: combinação tátil Quando fornecido um objeto tátil de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto tátil idêntico apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o objeto tátil original apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecido o objeto tátil idêntico de amostra (B). 3D Reflexividade: combinação olfatória Quando fornecido um cheiro de amostra (A) e ensinado a selecionar um cheiro idêntico apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o cheiro original apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecido o cheiro idêntico de amostra (B). 4A Reflexividade: combinação gustatória Quando fornecido um gosto de amostra (A) e ensinado a selecionar um gosto idêntico apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o gosto original apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecido o gosto idêntico de amostra (B). 4B Simetria: objeto para figura Quando ensinado a combinar um objeto de amostra (A) com uma figura do objeto (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura (B) com o objeto (A) (B-A). 4C Simetria: mandos derivados Quando ensinado a responder a um nome de objeto falado (A) selecionando o objeto correto (B) (A-B), o participante será capaz de responder pedindo pelo objeto preferido utilizando o seu nome falado (A) (B-A) quando apresentado a um arranjo de objetos de amostra (B) e questionado, “O que você quer?”. 4D Simetria: mitologia Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de um Deus/Deusa Romano (A) com uma figura de um Deus/Deusa Grego 88 (B) com um domínio de influência similar (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra do Deus/Deusa Grego (B) com a figura do Deus/Deusa Romano (A) (B-A). 4E Simetria: fontes de alimento Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de uma fonte de alimento (A) a uma figura de um alimento (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra de um alimento (B) com a figura de uma fonte de alimento (A) (B-A). 4F Simetria: letras maiúsculas e minúsculas Quandoensinado a combinar uma letra maiúscula de amostra (A) com uma letra minúscula (B) (A-B), o participante será capaz de combinar uma letra minúscula de amostra (B) com uma letra maiúscula (A) (B-A). 5A Simetria: figura para textual Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com uma palavra escrita (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a palavra escrita de amostra (B) com a figura (A) (B-A). 5B Simetria: tradução Quando ensinado a combinar uma palavra escrita de amostra em um idioma (A) com uma palavra escrita em outro idioma (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a palavra escrita de amostra em um idioma (B) com a palavra escrita original (A) (B-A). 5C Simetria: identificação de número textual Quando ensinado a combinar um número escrito de amostra (A) com uma figura de um número de itens (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de um número de itens (B) com o número escrito (A) (B-A). 5D Simetria: tato de letras Quando ensinado a combinar uma letra escrita (A) com o nome de uma letra falada (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o nome da letra falada (B) com a letra escrita (A) (B-A). 5E Simetria: nomes de formas Quando ensinado a combinar um nome de forma falado de amostra (A) com a figura de uma forma (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando o nome da forma falado (A) (B-A) quando apresentado à figura da forma (B). 5F Simetria: símbolos de matemática Quando ensinado a combinar um símbolo matemático escrito de amostra (A) com um nome falado de um símbolo de matemática (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o nome falado de um símbolo matemático de amostra (B) com o símbolo matemático escrito (A) (B-A). 5G Simetria: rostos a emoções Quando ensinado a combinar uma emoção falada de amostra (A) com uma figura de uma expressão facial (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando a emoção falada (A) (B-A) quando apresentado à figura de amostra de uma expressão facial (B). 5H Simetria: contagem vocal Quando ensinado a combinar um número falado de amostra (A) com um número de itens (B) (A-B), o participante será de capaz de responder afirmando o número falado (A) (B-A) quando apresentado ao número de itens (B). 6A Simetria: geometria simples Quando ensinado a combinar uma característica falada de uma forma de amostra (A) com o nome falado da forma (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o nome falado da forma de amostra (B) com a característica falada da forma (A) (B-A). 6B Simetria: dinheiro ao valor monetário Quando ensinado a combinar uma quantidade de dinheiro de amostra (A) com uma quantidade de dinheiro escrita (B) (A-B), o participante será capaz de combinar uma quantidade de dinheiro escrita de amostra (B) à quantia em dinheiro (A), selecionando-a de uma coleção de dinheiro (B-A). 6C Simetria: nomes de vestuário Quando ensinado a combinar o nome de uma peça de vestuário de amostra (A) com a figura de uma peça de vestuário (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando o nome da peça de vestuário falado (A) (B-A) quando apresentado a uma figura de amostra da peça de vestuário (B). 6D Simetria: se vestindo para a ocasião Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de um conjunto de peças de vestuário (A) com uma figura de um evento 89 (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o evento de amostra (B) com o conjunto de peças de vestuário (A) (B-A). 6E Simetria: visual para vocal – reconhecimento facial Quando apresentado a uma figura de amostra do rosto de uma pessoa (A) e ensinado a dizer o nome falado da pessoa (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o nome falado da pessoa de amostra (B) à figura do rosto da pessoa (A) (B-A). 6F Simetria: sons de letras Quando fornecida uma letra escrita de amostra (A) e ensinado a emitir a resposta falada (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o som da letra escrita (A) (B-A) quando apresentado à letra falada de amostra (B). 6G Simetria: combinações fonéticas e dígrafos Quando ensinado a combinar uma combinação fonética de amostra ou som de dígrafo (A) com suas letras escritas (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a combinação escrita de amostra ou dígrafo (B) com seu som (A) (B-A). 6H Simetria: sons de sílabas Quando ensinado a combinar uma combinação de letra escrita (A) com um som de sílaba (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o som de sílaba de amostra (B) com a combinação de letra escrita (A) (B-A). 6I Simetria: auditivo para sílabas Quando ensinado a combinar um som de amostra (A) com uma combinação escrita de consoante-vogal-consoante (B) (A-B), o participante será capaz de responder fornecendo o som (A) (B-A) quando fornecida a combinação escrita consoante-vogal-consoante de amostra (B). 6J Simetria: leitura à primeira vista Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com uma palavra escrita (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando a falava falada (A) (B-A) quando fornecido com a palavra escrita (B). 7A Simetria: ações e resultados Quando ensinado a combinar uma figura de uma ação de amostra (A) com uma figura de um resultado (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra do resultado (B) com a figura da ação (A) (B-A). 7B Simetria: causa e efeito Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de um evento (A) com uma figura do efeito que ele tem (B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra do efeito (B) com a figura do evento (A) (B-A). 7C Simetria: habitats de animais Quando ensinado a combinar um nome falado de um animal de amostra (A) com o habitat falado (B) no qual o animal vive (A-B), o participante será capaz de combinar o habitat falado (B) com o animal (A) que vive lá (B-A). 7D Simetria: geometria Quando apresentado a um nome de forma de amostra (A) e ensinado a dizer duas características da forma (B) (A-B), o participante será capaz de responder dizendo o nome da forma (A) (B-A) quando fornecidas as duas características da forma (B). 7E Simetria: fatos de animais Quando ensinado a combinar um nome falado de um animal de amostra (A) com um fato falado sobre o animal (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando o nome falado do animal (A) (B-A) quando fornecido o fato falado (B). 7F Simetria: capitais regionais Quando ensinado a combinar uma região falada de amostra (A) com uma cidade capital falada (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a cidade capital falada de amostra (B) com a região falada (A) (B-A). 7G Simetria: logos de empresas Quando fornecida uma amostra do logo de uma empresa (A) e ensinado a dizer o serviço ou produto que a empresa fornece (B) (A- B), o participante será capaz de responder selecionando o logo da empresa (A) (B-A) quando fornecido o serviço ou produto que a empresa provê (B). 7H Simetria: sinônimos Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com um sinônimo falado (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o sinônimo de amostra (B) com a palavra falada (A) (B-A). 90 7I Simetria: jogo de partes do corpo Quando dito que uma parte do corpo falada de amostra (A) significa o mesmo que um sinônimo falado para aquela parte do corpo (B) (A-B), o participante será capaz de jogar um jogo com instruções que incluem o sinônimo falado de amostra (B) no lugar da parte do corpo falada (A) (B-A). 7J Simetria: sons de animais Quando ensinado a combinar um som de animal de amostra (A) com uma figura de um animal (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o som de animal apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecida a figura de amostra do animal (B). 7K Simetria:Por quê e O quê Quando fornecida uma questão de amostra “Por que você...?”, em referência a uma ação falada (A), e ensinado a afirmar um motivo falado para a ação (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando a ação falada em referência ao motivo falado de amostra (B) quando fornecida a questão “O que você faz quando...?” (A) (B- A). 7L Simetria: disciplinas escolares Quando fornecido um objeto de amostra (A) e ensinado a dizer uma disciplina acadêmica durante a qual o objeto provavelmente é utilizado (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando objetos que possuem probabilidade de serem utilizados durante a disciplina (A) (B-A) quando fornecida a disciplina acadêmica de amostra (B). 8A Simetria: abstração de estímulos Quando fornecida uma afirmação falada de amostra indicando duas características de um objeto (A) e ensinado a selecionar uma figura do objeto (B) (A-B), o participante será capaz de responder dizendo a afirmação falada das duas características do objeto (A) (B-A) quando fornecida a figura do objeto (B). 8B Simetria: mostrar e contar Quando ensinado a combinar uma amostra de dois fatos falados (A) com um item (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o item de amostra (B) com os dois fatos falados (A) (B-A), mostrando o item a outros e relacionando os fatos. 8C Simetria: ferramenta por função Quando ensinado a combinar uma função falada de amostra de uma ferramenta (A) com uma figura da ferramenta (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra da ferramenta (B) com sua função falada (A) (B-A). 8D Simetria: estímulos compostos Quando ensinado a combinar uma figura de amostra com duas características (A) com uma característica falada (B) (A-B) e uma segunda característica falada (C) (A-C), o participante será capaz de combinar as características faladas de amostra (B, C) com a figura (A) (B-A, C-A). 8E Simetria: provérbios Quando ensinado a combinar um provérbio falado de amostra (A) com uma afirmação falada do significado (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o significado falado (B) com o provérbio falado (A) (B-A). 8F Simetria: nomeação e desenho Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de um animal imaginário (A) com um nome inventado para aquele animal (B) (A- B), o participante será capaz de combinar o nome inventado (B) com a figura do animal (A), desenhando-o (B-A). 8G Simetria: álgebra básica Quando ensinado a combinar um número escrito de amostra (A) com uma letra escrita (B) (A-B), e a solucionar um problema matemático escrito (C) contendo o número escrito (A), o participante será capaz de combinar a letra escrita de amostra (B) com o número escrito (A) (B-A), solucionando o problema de álgebra escrito (C) contendo as letras escritas (A). 8H Simetria: lógica conjuntiva Quando dito que o nome falado de uma pessoa (A) está relacionado, contextualmente, (C) a um substantivo falado (B) (CA- B) para duas pessoas diferentes (CA1-B1, CA2-B2), o participante será capaz de responder fornecendo, ambos, o nome da pessoa (A) e suas afirmações faladas associadas (B) (CA1-B1 e CA2-B2) quando fornecida uma pergunta falada sobre o contexto (C). 91 8I Simetria: lógica disjuntiva Quando apresentada uma regra de que uma palavra falada (A) é igual a outra palavra falada (B) (A-B) e ensinado a responder a uma regra que diz “Ou (B) ou (C) é verdadeiro. Se não é (C), então qual é?” com a palavra falada, “(B)”, o participante será capaz de responder à pista “Ou (B) ou (C) é verdadeiro. Se não é (C), então qual é?” afirmando “(A)” (B-A). 8J Simetria: emoções individuais pelo contexto Quando entregue um contexto falado de amostra (C) e ensinado a combinar uma figura de amostra de uma pessoa (A1) com uma emoção escrita (B1) (CA1-B1), e a combinar uma figura de amostra diferente de uma pessoa (A2) com outra emoção escrita (B2) (CA2- B2), então o participante será capaz de combinar a emoção escrita de amostra (B1 ou B2) com a figura da pessoa (A1 ou A2) (CB1-A1, CB2-A2) quando entregue o contexto falado de amostra (C). 8K Simetria: determinando peso igual Quando fornecido um objeto de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto apresentado sequencialmente que pese o mesmo (B) (A- B), o participante será capaz de responder selecionando o objeto original apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecido o objeto de amostra que pesa o mesmo (B). 8L Simetria: soletração com símbolos arbitrários Quando ensinado a soletrar uma palavra escrita (A) e, então, ensinado a combinar a palavra escrita de amostra (A) com um símbolo arbitrário (B) (A-B), o participante será capaz de responder corretamente soletrando a palavra escrita (A) (B-A) quando fornecido o símbolo arbitrário de amostra (B). 8M Simetria: idade para figura Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de uma pessoa (A) com uma descrição falada da idade (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a descrição falada da idade de amostra (B) com a figura da pessoa (A) (B-A). 8N Simetria: emoções acústicas metafóricas Quando fornecida uma nota musical ou canção de amostra (A) e ensinado a selecionar uma figura de uma emoção (B) (A-B), o participante será capaz de responder produzindo uma nota musical ou canção (A) quando apresentada uma figura de uma emoção (B). 9A Simetria: objeto para tátil Quando fornecido um objeto de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto tátil apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o objeto original (A) (B-A) quando fornecido o objeto tátil de amostra (B). 9B Simetria: gustativo para objeto Quando apresentado a um gosto de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o gosto apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecido o objeto de amostra (B). 9C Simetria: tateando estímulos táteis Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com um objeto tátil sequencialmente apresentado (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando a palavra falada (A) (B-A) quando fornecido um objeto tátil de amostra (B). 9D Simetria: tateando estímulos gustativos Quando fornecida uma palavra falada de amostra (A) e ensinado a selecionar um gosto sequencialmente apresentado (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando a palavra falada (A) (B-A) quando fornecido o gosto de amostra (B). 9E Simetria: tátil para figura Quando fornecido um estímulo tátil de amostra (A) e ensinado a selecionar uma figura (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o estímulo tátil sequencialmente apresentado (A) (B-A) quando fornecida a figura de amostra (B). 9F Simetria: olfativo para figura Quando apresentado a um aroma (A) e ensinado a selecionar uma figura (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o aroma apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecida a figura de amostra (B). 9G Simetria: gustativo para figura Quando apresentado a um gosto (A) e ensinado a selecionar uma figura de um alimento (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o gosto apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecida a figura de amostra de um alimento (B). 92 9H Simetria: estímulos arbitrários para olfativos Quando fornecido um estímulo arbitrário de amostra (A) e ensinado a selecionar um cheiro apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o estímulo arbitrário (A) (B-A) quando fornecido o cheiro de amostra (B). 9I Simetria: auditivo para textual Quando ensinado a combinar um som de amostra (A) com uma palavra escrita (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o som apresentado sequencialmente (A) (B-A) quandofornecida a palavra escrita de amostra (B). 9J Simetria: auditivo para arbitrário Quando fornecido um som de amostra (A) e ensinado a selecionar um estímulo arbitrário (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o estímulo arbitrário de amostra (B) com o som apresentado sequencialmente (A) (B-A). 9K Simetria: tátil para arbitrário Quando ensinado a combinar um objeto tátil de amostra (A) com um símbolo arbitrário (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o objeto tátil apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecido o símbolo arbitrário de amostra (B). 9L Simetria: olfativo para palavra vocal Quando ensinado a combinar um aroma de amostra (A) com uma palavra falada (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o aroma sequencialmente apresentado (A) (B-A) quando fornecida a palavra falada de amostra (B). 9M Simetria: gustativo para arbitrário Quando ensinado a combinar um gosto de amostra (A) com um desenho arbitrário (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o gosto sequencialmente apresentado (A) (B-A) quando fornecido o desenho arbitrário de amostra (B). 9N Transitividade: representando números Quando ensinado a combinar um número de itens de amostra (A) com um número escrito (B) (A-B), e a combinar o número escrito de amostra (B) com um numeral romano escrito (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o número de itens de amostra (A) com o numeral romano escrito (C) (A-C). 9O Transitividade: copiando textos e ditado Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com uma palavra escrita (B) (A-B), e a responder quando apresentado à palavra escrita de amostra (B), escrevendo a palavra (C) (B-C), o participante será capaz de responder à palavra falada (A), escrevendo a palavra (C) (A-C). 9P Transitividade: ações e resultados múltiplos Quando ensinado a combinar uma ação (A) com um resultado (B) (A-B), e a combinar um resultado (B) com uma ação que é produzida pelo resultado (C) (B-C), o participante será capaz de combinar uma ação (A) a uma segunda ação (C) (A-C). 10A Transitividade: adição Quando ensinado a combinar um problema de adição (A) com uma figura (B) (A-B), e a combinar uma figura (B) com um número total (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o problema de adição (A) com o número total (C) (A-C). 10B Transitividade: subtração Quando ensinado a combinar um problema de subtração (A) com uma figura (B) (A-B), e a combinar uma figura (B) com um número total (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o problema de subtração (A) com o número total (C) (A-C). 10C Transitividade: multiplicação Quando ensinado a combinar um problema de multiplicação (A) com uma figura (B) (A-B), e a combinar uma figura (B) com um número total (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o problema de multiplicação (A) com o número total (C) (A-C). 10D Transitividade: divisão Quando ensinado a combinar um problema de divisão (A) com uma figura (B) (A-B), e a combinar uma figura (B) com um número total (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o problema de divisão (A) com o número total (C) (A-C). 10E Transitividade: intraverbais com expressões idiomáticas Quando ensinado a responder a uma questão de amostra (A) com uma resposta falada (B) (A-B), e a combinar a resposta falada à questão (B) com uma expressão idiomática falada (C) (B-C), o participante será capaz de responder à questão de amostra (A) com a expressão idiomática falada (C) (A-C). 93 10F Transitividade: recursos informacionais Quando ensinado a responder a um tipo de questão falada de amostra (A) afirmando um recurso informacional falado utilizado para responder aquela questão (B) (A-B), e a combinar o nome falado de amostra de um recurso informacional (B) com uma figura do recurso informacional (C) (B-C), o participante será capaz de responder selecionando a figura do recurso informacional (C) (A-C) quando fornecida a questão falada de amostra (A). 10G Equivalência: generalização de sinônimos Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com seu sinônimo falado (B) (A-B), e a combinar a palavra falada de amostra (A) com sua figura (C) (A-C), o participante será capaz de responder afirmando a palavra sinônima falada (B) (B-D) quando fornecida qualquer figura similar (D). 10H Transitividade: lógica hipotética Quando fornecida uma regra “Se (A), então (B)” (A-B), e uma regra “Se (B), então (C)” (B-C), o participante será capaz de responder fornecendo o efeito falado (C) (A-C) quando fornecida a frase “Se (A), então...”. 10I Transitividade: construindo com atributos Quando ensinado a combinar uma qualidade escrita de amostra (A) com um símbolo arbitrário (B) (A-B), e a combinar o símbolo arbitrário de amostra (B) com um item (C) (B-C) para diversas classes de equivalência (1, 2, 3), o participante será capaz de construir uma estrutura quando qualidades escritas específicas forem entregues (A1-C1, A2-C2, A3-C3). 10J Transitividade: texto, figura, & olfativo Quando ensinado a combinar uma palavra escrita de amostra (A) com uma figura (B) (A-B), e a responder quando fornecida a figura de amostra (B) selecionando um aroma apresentado sequencialmente (C) (B-C), o participante será capaz de responder selecionando o aroma sequencialmente fornecido (C) (A-C) quando apresentado à palavra escrita de amostra (A). 10K Transitividade: gustativo, visual, & auditivo Quando ensinado a combinar um gosto de amostra (A) com uma figura (B) (A-B), e quando fornecida a figura de amostra (B) para afirmar um nome de gosto falado (C) (B-C), o participante será capaz de responder afirmando o nome do gosto falado (C) (A-C) quando fornecido o gosto de amostra (A). 10L Equivalência: regras de características Quando fornecida a regra de que objetos (B, C) detém características específicas (A) (B-A, C-A), o participante será capaz de combinar um objeto de amostra (C) com outro objeto (B) que compartilha de uma característica comum (C-B). 10M Equivalência: pessoas através do tempo Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de uma pessoa como criança (A) com uma figura da mesma pessoa como um jovem adulto (B) (A-B), e a combinar a figura de amostra da pessoa como um jovem adulto (B) com uma figura da mesma pessoa como um adulto (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a figura de amostra da pessoa como adulto (C) com a figura da pessoa como criança (A) (C-A). 10N Equivalência: valores Quando ensinado a combinar uma descrição falada de amostra de uma ação (A) com um resultado falado (B) (A-B), e a combinar o resultado falado de amostra (B) com um valor falado (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o valor falado de amostra (C) com a descrição falada da ação (A) (C-A). 10O Equivalência: números Quando ensinado a combinar um número de objetos de amostra (A) a um número escrito (B) (A-B), e a combinar o número de objetos de amostra (A) com o número falado (C), o participante será capaz de combinar o número falado de amostra (C) com o número de objetos escrito (B) (C-B). 10P Equivalência: tatos metonímicos Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com o seu nome (B) (A-B), e a combinar o nome de amostra (B) com uma palavra relacionada (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a palavra relacionada de amostra (C) com a figura (A) (C-A). 10Q Equivalência: reconhecimento facial e de corpo Quando ensinado a combinar um nome falado (A) a uma figura de um rosto (B) (A-B), e a combinar uma figura de um rosto (B) a uma 94 figura de um corpo (C) (B-C), o participante será capaz de responder afirmando o nome falado (A) (C-A) quando fornecida uma figura de um corpo de amostra (C). 10R Equivalência: simbolismoda Análise do Comportamento Aplicada (A-B e A-C), e relações inferenciais poderiam se formar para quatro outras combinações de estímulos (B-C, C-B, B-A, e C-A). Em outras palavras, um delineamento instrucional que tira vantagem da aprendizagem por equivalência poderia treinar duas relações e obter quatro “de graça”. Construir programas de Análise do Comportamento Aplicada dessa maneira é eficiente, efetivo e extremamente poderoso. As terminologias técnicas para os tipos de relações de estímulos inferidas são simetria (B-A e C-A) e equivalência (B-C e C-B). G-A-T-O 7 CLASSES DE EQUIVALÊNCIA Diretamente ensinadas Derivadas A B Equivalência C Quando desenvolvendo uma classe de equivalência, tal como a palavra escrita, figura, e classe de texto do gato, que foi discutida, o instrutor o faz em meio a uma série de estímulos incorretos ou distratores, a fim de garantir que a discriminação seja feita. Isso é, selecionar a figura de um gato quando ouvindo a vocalização "GATO" é fácil se houver apenas uma figura dentre as quais escolher. De fato, a “gatice” da figura é irrelevante nesse nível de complexidade. Ouvir um som e apanhar a figura é a única contingência que verdadeiramente existe nesse exemplo. Como resultado, as capacidades de discriminação de selecionar uma figura de gato ao ouvir a vocalização “GATO” necessitam de uma variedade de figuras que não sejam de gatos em um arranjo de estímulos, para garantir que a resposta de selecionar a figura do gato esteja sob controle condicional. Isso significa que o aprendiz selecionará uma figura de gato na presença da vocalização “GATO”, e uma figura de cachorro na presença da vocalização “CACHORRO”. A mesma conceitualização se mantém verdadeira conforme as tentativas de aprendizagem mudar do vocal para a figura, do vocal para o texto. Aqui, a palavra G-A-T-O estaria presente em um arranjo de outros estímulos textuais, tais como C-A- C-H-O-R-R-O e P-O-R-C-O. 8 B1 B2 B3 PALAVRA VOCAL PARA IMAGEM PALAVRA VOCAL PARA TEXTUAL “GATO” “GATO” A fim de refinar, posteriormente, a nomenclatura abreviada para os variados estímulos que são apresentados ao aprendiz, as notações básicas A-B-C são elaboradas utilizando um sufixo numérico que indica qual das palavras faladas (A) é uma combinação correta para uma figura (B), bem como com o textual (C). Por exemplo, a palavra falada “GATO” é observada como A1, enquanto “CACHORRO” e “PORCO” são A2 e A3, respectivamente. A figura de um gato é observada como B1, enquanto as figuras do cachorro e do porco são etiquetadas como B2 e B3. Finalmente, o texto G-A-T-O é C1, enquanto C-A-C-H-O-R-R-O é C2, e P-O-R-C-O é C3. NOMENCLATURA ALFANUMÉRICA C-A-C-H-O-R-R-O P-O-R-C-O G-A-T-O C la ss e 3 C la ss e 2 C la ss e 1 A1 “GATO” C1 G-A-T-O A2 “PORCO” C2 P-O-R-C-O A3 “C-A-C-H-O-R-R-O” C3 C-A-C-H-O-R-R-O 9 B1 Equivalência B2 Equivalência B3 Equivalência A figura da página anterior ilustra o total de 9 estímulos, com suas variadas notações de letras/números. A figura abaixo demonstra as relações treinadas e testadas entre eles. CLASSES DE EQUIVALÊNCIA Diretamente ensinadas Derivadas Uma variação comum à classe de equivalência acima pode tomar a forma do treinamento de A para B e, então, de B para C, com a intenção de produzir as relações derivadas de A para C e de C para A. Esse formato linear de relações treinadas e testadas possui utilidade aumentada quando os arranjos de estímulos se dão de tal forma que tornam a sequência de treinamento A-B e A-C impraticável. Por exemplo, quando você tenta produzir uma vocalização derivada equivalente entre a palavra falada “PORCO” e o texto P-O-R-C-O, pela qual “PORCO” é o estímulo A, uma figura de um porco é o estímulo B, e o texto P-O-R-C-O é o estímulo C. Aqui, o eventual objetivo pode ser emitir a palavra falada “PORCO” na presença do texto P-O-R-C-O. A1 “GATO” C1 G-A-T-O A2 “PORCO” C2 P-O-R-C-O A3 “CACHORRO” C3 C-A-C-H-O-R-R-O 10 C3 “C-A-C-H-O-R-R-O” B1 B3 B2 Equivalência Muitos para um Equivalência Direta Simetria Direta Simetria Transitivo Equivalência B1 B1 Equivalência ARRANJOS NODAIS Diretamente ensinadas Derivadas Quando nós apresentamos estímulos de comparação dentre os quais escolher para que o aprendiz selecione uma resposta correta em potencial, é comum utilizar um arranjo de estímulos “um para muitos”. Isso é, nós apresentaríamos uma única amostra de estímulos A, ou “um”, para “muitos” estímulos de comparação B ou C. Outras combinaçõesQuando ensinado a combinar uma figura de um item de amostra (A) com um traço escrito (B) (A-B), e o traço escrito de amostra (B) com um segundo traço escrito (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o segundo traço escrito de amostra (C) com a figura do item (A) (C-A). 11A Equivalência: emoções metafóricas Quando ensinado a combinar uma emoção falada de amostra (A) com uma expressão facial (B) (A-B), a combinar uma metáfora falada de amostra (C) com uma figura de uma metáfora (D) (C-D), e a combinar a figura de uma expressão facial (B) com a figura de uma metáfora (D) (B-D), o participante será capaz de responder afirmando a emoção falada (A) (C-A) quando apresentado à metáfora falada de amostra (C). 11B Equivalência: dizendo o horário Quando ensinado a combinar um horário falado de amostra (A) com um relógio digital (B) (A-B), e a combinar o relógio digital de amostra (B) com um relógio analógico (C) (B-C), o participante será capaz de responder afirmando o horário falado (A) (C-A) quando fornecido o relógio analógico de amostra (C). 11C Equivalência: habilidades de vida diária Quando ensinado a combinar uma habilidade de vida diária de amostra (A) com dois itens requeridos para completa-la (B, C) (A-B, A-C), o participante será capaz de combinar o item de amostra (C) com o segundo item (B) (C-B). 11D Equivalência: veículos Quando ensinado a combinar um nome falado de um veículo (A) a uma figura de um veículo (B) (A-B), e quando fornecida uma figura de um veículo (B), a afirmar o tipo de veículo falado (C) (B-C), o participante será capaz de responder afirmando o tipo de veículo falado (C) (A-C), quando fornecido o nome falado de um veículo (A). 11E Equivalência: empatia Quando ensinado a combinar uma emoção falada (A) com uma figura de alguém se engajando na emoção (B) (A-B), e com uma descrição falada de uma reação social (C) apropriada para alguém exibindo aquela emoção (A-C), o participante será capaz de combinar a figura (B) com a reação social falada (C) (B-C). 11F Equivalência: tipologia e sons Quando ensinado a combinar um som de letra (A) com uma letra maiúscula (B) (A-B), e uma letra minúscula (C) (A-C), o participante será capaz de combinar a letra minúscula de amostra (C) com a letra maiúscula (B) (C-B). 11G Equivalência: pontuação Quando ensinado a combinar um nome falado de uma pontuação de amostra (A) com o símbolo da pontuação (B) (A-B) e a função falada da pontuação (C) (A-C), o participante será capaz de combinar a função falada de amostra (C) com o símbolo (B) (C-B). 11H Equivalência: dias da semana Quando ensinado a combinar o nome de um dia falado de amostra (A) com um nome de um dia escrito (B) (A-B), e a combinar o nome do dia escrito de amostra (B) com um número de dia falado (C) (B- C), o participante será capaz de responder afirmando o nome do dia falado (A) (C-A) quando fornecido o número do dia falado (C). 11I Equivalência: meses Quando ensinado a combinar um nome de um mês falado de amostra (A) com um nome de um mês escrito (B) (A-B), e a combinar o nome do mês escrito de amostra (B) com um número de um mês falado (C) (B-C), o participante será capaz de responder afirmando o nome do mês falado (A) (C-A) quando fornecido o número do mês falado (C). 11J Equivalência: informações sobre estações do ano Quando ensinado a combinar um nome de uma estação do ano escrito de amostra (A) com uma figura de um fenômeno climático (B) que possui probabilidade de ocorrer durante aquela estação do ano (A-B), e ensinado a combinar o nome da estação do ano escrito de amostra (A) a um nome de um mês escrito (C) que transcorre durante aquela estação do ano (A-C), o participante será capaz de combinar o nome escrito do mês (C) com a figura do clima (B) (C-B). 95 11K Equivalência: espécies e classes de animais Quando ensinado a combinar uma figura de animal de amostra (A) com uma espécie animal de amostra (B) (A-B), e a combinar a espécie (B) com uma classe de animais escrita (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a classe de animais escrita (C) com a figura do animal (A) (C-A). 11L Equivalência: armazenamento de alimentos Quando ensinado a combinar uma figura de um alimento de amostra (A) com sua temperatura de armazenamento escrita (B) (A- B), e a combinar uma figura de um eletrodoméstico de amostra (C) com a temperatura de armazenamento escrita (B) (C-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra do eletrodoméstico (C) com a figura do alimento (A) (C-A). 11M Equivalência: construindo um time Quando ensinado a combinar uma figura de uma pessoa de amostra (A) com uma característica escrita (B) (A-B), e a característica de amostra (B) com uma situação falada (C) onde ela é benéfica (B-C), o participante será capaz de combinar a situação falada de amostra (C) com a figura da pessoa (A) (C-A). 11N Equivalência: comparações compostas Quando ensinado a combinar uma palavra escrita de amostra (A) com uma figura com duas ou mais características (B) (A-B) e a figura de amostra (B) com uma segunda figura com duas ou mais características (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a segunda figura de amostra (C) com a palavra escrita (A) (C-A). 11O Equivalência: planetas Quando ensinado a combinar o nome de um planeta falado (A) com seu nome escrito (B) (A-B), e a combinar o nome falado (A) com sua figura (C) (A-C), o participante será capaz de combinar a figura de amostra (C) com o número escrito (B) (C-B). 11P Equivalência: leitura básica Quando ensinado a combinar uma descrição de um evento falada de amostra (A) com uma figura do evento (B) (A-B), e a combinar uma descrição escrita do evento de amostra (C) com a descrição falada (A) (C-A), o participante será capaz de combinar a descrição escrita do evento de amostra (C) com a figura do evento (B) (C-B). 11Q Equivalência: direções da bússola Quando ensinado a combinar um nome falado de amostra de uma direção cardinal (A) com sua abreviação (B) (A-B), e com uma direção em um mapa (C) (A-C), o participante será capaz de utilizar abreviações escritas de amostra (B) para navegar através de um mapa (C) (B-C). 11R Equivalência: artistas e estilos de arte Quando ensinado a combinar um nome de um estilo de arte escrito de amostra (A) com o nome de um artista escrito (B) e figuras de sua arte (C) (B, C) (A-B, A-C), o participante será capaz de combinar o nome escrito do artista de amostra (B) com figuras de sua arte (C) (B-C). 11S Equivalência: resolução de problemas de medição Quando ensinado a combinar um item ou um conjunto de itens de amostra (A) com outro item ou conjunto de itens (B) do mesmo comprimento (A-B), e a combinar o outro item ou conjunto de itens de amostra (B) a uma medição (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a medição de amostra (C) com o item ou conjunto de itens original (A) (C-A). 11T Equivalência: negociações iguais Quando ensinado a combinar um item de um valor específico de amostra (A) com um segundo item do mesmo valor (B) (A-B), e a combinar o segundo item de amostra (B) com um terceiro item do mesmo valor (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o terceiro item de amostra (C) com o primeiro item (A) (C-A). 12A Equivalência: conjunções Quando ensinado a combinar uma conjunção de amostra (A) com uma conjunção sinônima (B) (A-B), e a conjunção sinônima de amostra (B) com outra conjunção sinônima (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a segunda conjunção sinônima de amostra (C) à conjunção original (A) (C-A). 12B Equivalência: adição Quando ensinado a combinar uma soma de amostra (A) com um problema de adição (B) (A-B), e ensinado a combinar a soma de amostra (A) com outro problema de adição (C) (A-C), o participante 96 será capaz de combinar o segundo problema de adiçãode amostra (C) com o primeiro problema de adição (B) (C-B). 12C Equivalência: subtração Quando ensinado a combinar um número escrito (A) com problemas de subtração escritos que resultam no número (B, C) (A- B, A-C), o participante será capaz de combinar um problema de subtração escrito (C) com um problema de subtração equivalente (B) (C-B). 12D Equivalência: multiplicação Quando ensinado a combinar um número escrito (A) com problemas de multiplicação escritos que resultam naquele número (B,C) (A-B, A-C), o participante será capaz de combinar o problema de multiplicação escrito (C) com o problema de multiplicação escrito equivalente (B) (C-B). 12E Equivalência: divisão Quando ensinado a combinar um número escrito (A) com problemas de divisão escritos que resultam no número (B,C) (A-B, A-C), o participante será capaz de combinar o problema de divisão escrito (C) com um problema de divisão escrito equivalente (B) (C- B). 12F Equivalência: frações Quando ensinado a combinar uma fração escrita (A) com um decimal escrito (B) (A-B) e uma porcentagem escrita (C) (A-C), o participante será capaz de combinar a porcentagem escrita (C) com o número decimal (B) (C-B). 12G Equivalência: conversão de unidade habitual Quando ensinado a combinar uma unidade de medição de amostra (A) com uma unidade de medição igual (B) (A-B), e a combinar uma unidade de medição de amostra (B) com outra unidade de medição igual (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a unidade de medição de amostra (C) com a outra unidade de medição de amostra (A) (C-A). 12H Equivalência: entidades e siglas Quando ensinado a combinar um nome escrito de uma entidade de amostra (A) com sua sigla escrita (B) (A-B), e a combinar o nome escrito de amostra (A) com uma atividade escrita da qual a entidade participa (C) (A-C), o participante será capaz de combinar a atividade escrita de amostra (C) com a sigla escrita (B). 12I Equivalência: siglas como dispositivos mnemônicos Quando ensinado a combinar uma sigla falada de amostra (A) com um sinônimo falado para aquela sigla (B, C) (A-B, A-C), e a responder uma pergunta (D) utilizando a sigla falada (A) (D-A), o participante será capaz de responder à pergunta (D) utilizando as siglas sinônimas faladas (B, C) (D-B, D-C). 12J Equivalência: elementos periódicos Quando ensinado a combinar o nome falado de um elemento (A) com o seu símbolo escrito (B) (A-B), e um número atômico escrito (C) (A-C), o participante será capaz de combinar o número atômico (C) com o símbolo (B) (C-B). 12K Equivalência: compostos químicos Quando ensinado a combinar um nome técnico escrito de amostra (A) de um composto químico com seu símbolo escrito (B) (A-B), e com seu nome comum escrito (C) (A-C), o participante será capaz de combinar o nome comum escrito de amostra (C) com o símbolo escrito (B) (C-B). 12L Equivalência: troca monetária Quando ensinado a combinar um objeto de amostra (A) com uma combinação de dinheiro (B) que valha a mesma quantidade (A-B), e a combinação de dinheiro de amostra (B) com outra combinação de dinheiro (C) que valha a mesma quantidade (B-C), o participante será capaz de combinar a outra combinação de dinheiro de amostra (C) com o objeto (A) (C-A). 12M Equivalência: jogo de partes do corpo Quando dito que uma parte do corpo de amostra (A) significa o mesmo que um sinônimo para aquela parte do corpo (B) (A-B), e que o sinônimo de amostra (B) significa o mesmo que outro sinônimo (C) (B-C), o participante será capaz de jogar um jogo com instruções que incluam o sinônimo de amostra (C) para uma parte do corpo (A) (C-A). 12N Equivalência: tateando eventos privados Quando ensinado a combinar uma emoção modelada de amostra (A) com uma etiqueta falada de uma emoção (B) (A-B), e a combinar 97 uma figura de amostra de um evento (C) com a etiqueta emocional (B) (C-B), o participante será capaz de combinar a emoção modelada com a figura do evento (C) (B-C). 12O Equivalência: comunicação não- vocal Quando ensinado a responder uma pergunta (D) com uma resposta vocal (A) (D-A), e ensinado a combinar a resposta vocal de amostra (A) com um gesto do corpo (B) (A-B) e um gesto facial ou da cabeça (C) (A-C), o participante será capaz de responder à pergunta (D) utilizando gestos do corpo (B) e faciais ou da cabeça (C) (D-B, D-C). 12P Equivalência: amostras de desenhos arbitrários Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com um símbolo arbitrário (B) (A-B), e a combinar o símbolo de amostra (B) com uma palavra escrita arbitrária (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a palavra arbitrária (C) com a figura (A) (C-A) e o símbolo (B) (C-A), desenhando-os. 12Q Equivalência: substituições de mantimentos Quando ensinado a combinar um item de mantimento de amostra (A) com itens de mantimentos substituíveis (B, C) (A-B, B-C), o participante será capaz de combinar o item de mantimento substituto (C) com os outros itens de mantimentos (A, B) quando fornecida uma lista de compras incluindo aqueles itens quando os itens (C) não estiverem disponíveis (C-A, C-B). 12R Equivalência: associações da comunidade Quando ensinado a combinar um ajudante da comunidade de amostra (A) a um local (B) (A-B), atividade (C) (A-C), e veículo (D) (A- D), o participante será capaz de ordenar todos os ajudantes da comunidade, locais, atividades, e veículos, em grupos baseados na classe (A1-B1, A1-C1, A1-D1, A2-B2, A2-C2, A2-D2, A3-B3, A3-C3, A3-D3). 12S Equivalência: ações e funções de itens Quando ensinado a combinar uma ação de amostra (A) com um item (B) (A-B), e quando fornecido um item de amostra (B) e ensinado a afirmar a função do item falada (C) (B-C), o participante será capaz de responder demonstrando a ação (A) (C-A) quando fornecida uma função falada de amostra (C). 12T Equivalência: luz vermelha/luz verde Quando ensinado a se mover quando apresentado com a palavra falada de amostra “luz verde” (A), e a parar quando apresentado com a palavra falada de amostra “luz vermelha” (A), e ensinado, quando apresentado com uma palavra falada de amostra (A), a afirmar outra palavra falada (B) (A-B), e quando apresentado com a outra palavra falada de amostra (B) para dizer uma terceira palavra falada (C) (B-C), o participante será capaz de se mover ou parar corretamente quando apresentado a outras palavras faladas de amostra (C) para “luz vermelha” e “luz verde” (A) (C-A). 12U Equivalência: substituição de padrão Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com uma segunda figura (B) (A-B) e uma terceira figura (C) (A-C), e ensinado a completar uma sequência utilizando uma figura conhecida (D) e a primeira figura (A) (D-A), o participante será capaz de completar uma sequência utilizando as figuras conhecidas (D) e a terceira figura (C) (D-C) quando entregue somente a segunda figura (B) (D- B). 12V Equivalência: decodificando mensagens Quando ensinado a combinar uma letra (A) com um número (B) (A- B), e a combinar o número (B) com um símbolo (C) (B-C), o participante será capaz de decodificar a mensagem em letras (A) (B- A, C-A) quando fornecida uma mensagem contendo apenas números (B) e símbolos (C) (B, C). 13A Equivalência: tocando música Quando entregue um nome de uma nota musical de amostra (A) e ensinado a tocar a nota (B) em um instrumento (A-B), e ensinado a combinar o nome de amostra da nota (A) com seu símbolo (C) (A-C) e, então, quando entregue a amostra do símbolo da nota (C), o participante será capaz de tocar a nota (B) (C-B). 13B Equivalência: generalização Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com uma palavra escrita (B) (A-B), e a combinar a palavra escrita de amostra (B) com uma palavra falada (C) (B-C), o participante será capaz de 98 combinar a palavra falada (C) com uma figura (D) que sejasimilar, mas não idêntica à figura original (A) (C-D). 13C Equivalência: sentimentos em contexto Quando entregue um contexto escrito (D) e ensinado a combinar uma figura de amostra de uma pessoa (A) com uma figura de uma expressão facial (B) (DA-B), e a combinar a figura de amostra da expressão facial (B) com uma emoção escrita (C) (B-C), o participante será capaz de responder combinando a emoção escrita de amostra (C) com a figura da pessoa (A) (DC-A) quando fornecido o contexto de amostra (D). 13D Equivalência: comportamentos contextuais e emoções Quando apresentado a figuras de amostra de uma pessoa (A) e a um contexto (D), e ensinado a selecionar uma figura de uma ação (B) (AD-B), e a combinar figuras de amostra de ações (B) com sentimentos escritos (C) (B-C), quando apresentado com uma pessoa de amostra (A) e um contexto (D), o participante será capaz de responder selecionando a emoção escrita (C) (AD-C). 13E Equivalência: partes do discurso – improvisos Quando ensinado a combinar uma palavra escrita (A) com sua parte do discurso falada (B) (A-B), e a combinar a parte do discurso falada (B) com a parte escrita do discurso (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a parte escrita do discurso (C) com a palavra escrita (A), completando uma frase (B) onde determinadas palavras estão omitidas e, no seu lugar, haja uma seção sublinhada etiquetada com a parte escrita do discurso (C) (DC-A). 13F Equivalência: contando estórias com sinônimos Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com seu sinônimo falado (B) (A-B), e a combinar a palavra falada (A) com uma palavra escrita (C) (A-C), o participante será capaz de ler uma estória (D) que inclua palavras escritas (C), substituindo aquelas palavras escritas (C) com palavras escritas sinônimas (B) (C- B). 13G Equivalência: classificando tipos de substantivos Quando ensinado a combinar um substantivo escrito de amostra (A) com o mesmo tipo de substantivo escrito (B) (A-B), a combinar o substantivo escrito de amostra (B) com um segundo mesmo tipo de substantivo escrito (C) (B-C), e a combinar um tipo de substantivo falado de amostra (D) com o substantivo escrito de amostra (A) (D- A), quando apresentado com o tipo de substantivo falado de amostra (D), o participante será capaz de responder selecionando os mesmos tipos de substantivos escritos (B, C) (D-B, D-C). 13H Equivalência: mando sinônimo Quando apresentado a um item (D) e ensinado a solicita-lo com um nome escrito (A) (D-A), e ensinado a combinar o nome escrito (A) com um sinônimo escrito (B) (A-B), e a combinar o sinônimo escrito (B) com outro sinônimo escrito (C) (B-C), o participante será capaz de solicitar o item (D) com o sinônimo escrito (B, C) (D-B, D-C). 13I Equivalência: funções de mando (pré-classe) Quando ensinado a solicitar um item (D) com um cartão colorido arbitrário (A) (D-A), e ensinado a combinar o cartão colorido de amostra (A) com uma figura de uma forma arbitrária (B) (A-B), e a combinar a figura de amostra de uma forma (B) com palavras escritas arbitrárias (C) (B-C), o participante será capaz de solicitar o item (D) com a figura de uma forma (B) e a palavra escrita (C) (D-B, D-C). 13J Equivalência: funções de mando (pós-classe) Quando ensinado a combinar um cartão colorido de amostra (A) com uma figura de uma forma arbitrária (B) (A-B), a combinar a figura de uma forma de amostra (B) com uma palavra escrita arbitrária (C) (B-C), e ensinado a solicitar um item (D) com o cartão colorido arbitrário (A) (D-A), o participante será capaz de solicitar o item (D) com a figura da forma (B) e a palavra escrita (C) (D-B, D-C). 13K Equivalência: itens que cumprem uma função Quando fornecido um item de amostra (A) e ensinado a dizer sua função falada (D) (A-D), e ensinado a combinar o item de amostra (A) com outros itens que compartilham da mesma função (B, C) (A- B, A-C), o participante será capaz de responder selecionando itens que servem a função (B, C) (D-B, D-C) quando fornecida uma função falada de amostra (D). 99 13L Equivalência: funções de locais Quando ensinado a combinar um local (A) com locais que servem a mesma função (B, C) (A-B, A-C), e a responder quando apresentado a uma função falada de um local (D) selecionando o local (A) (D-A), o participante será capaz de responder selecionando todos os locais (D-A, D-B, D-C) quando fornecida uma função falada de um local (D). 13M Equivalência: funções de tato (pré-classe) Quando entregue um item de amostra (A) e ensinado a dizer sua função (D) (A-D), a combinar um item de amostra (A) com outro item (B) (A-B), e a combinar um item de amostra (B) com outro item (C) (B-C), o participante será capaz de responder dizendo sua função (D) (C-D) quando entregue um item de amostra (C). 13N Equivalência: funções de tato (pós-classe) Quando ensinado a combinar um item de amostra (A) com outro item (B) (A-B), e a combinar um item de amostra (B) com outro item (C) (B-C), e quando entregue um item de amostra (A) e ensinado a dizer sua função (D) (A-D), o participante será capaz de responder dizendo sua função (D) (C-D) quando entregue um item de amostra (C). 13O Equivalência: funções intraverbais (pré-classe) Quando ensinado a combinar uma função de um item falada de amostra (D) com um item (C) (D-C), e a combinar um item de amostra (A) com outros itens que servem a mesma função (B, C) (A- B, A-C), o participante será capaz de responder dizendo todos os itens que servem àquela função (A, B, C) (D-A, D-B, D-C) quando fornecida a função falada de amostra (D). 13P Equivalência: funções intraverbais (pós-classe) Quando ensinado a combinar um item de amostra (A) com outros itens que servem a mesma função (B, C) (A-B, A-C), e ensinado a combinar uma função de um item falada de amostra (D) com um item (C) (D-C), o participante será capaz de responder dizendo todos os itens que servem àquela função (A, B, C) (D-A, D-B, D-C) quando fornecida a função falada de amostra (D). 13Q Equivalência: ecologia animal Quando ensinado a combinar uma figura de um animal de amostra (A) com um nome de um animal falado (B) (A-B), o nome falado de amostra (B) com uma figura do habitat do animal (C) (B-C), e o habitat de amostra (C) com uma figura do alimento do animal (D) (C-D), o participante será capaz de combinar o alimento de amostra (D) com o animal (A) (D-A). 13R Equivalência: eventos naturais Quando ensinado a combinar um nome de um evento natural falado de amostra (A) com uma figura do evento (B) (A-B), a combinar um nome falado de amostra de um resultado de um evento natural (C) com uma figura do resultado (C-D), e a combinar a figura do evento natural (B) com a figura do resultado (D) (B-D), o participante será capaz de combinar o nome falado do resultado (C) ao nome falado do evento natural (A) (C-A). 13S Equivalência: equipe esportiva Quando ensinado a combinar o nome de uma equipe esportiva de amostra (B), mascote (C), e cores (D) com sua localização (A) (B-A, C-A, D-A), o participante será capaz de combinar o mascote do time de amostra (C) com seu nome (B) (C-B), e as cores de amostra do time (D) com seu mascote (C) (D-C). 13T Equivalência: grupos de alimentos Quando ensinado a combinar uma figura de um alimento de amostra (A) ao grupo alimentício falado ao qual ele pertence (D) (A- D), a figura de um alimento de amostra (A) a uma segunda figura de um alimento do mesmo grupo alimentício (B) (A-B), e a segunda figura de amostra de um alimento (B) a uma terceira figura de um alimento do mesmo grupo alimentício (C) (B-C), o participante será capaz de responder com o grupo alimentício falado (D) (C-D) quando apresentado com a terceira figura de amostra de um alimento (C). 13U Equivalência: atividades de lazer Quando fornecida uma situação falada de amostra (D) e ensinado aemitir uma descrição falada de uma atividade apropriada (A) (D-A), e ensinado a combinar a atividade falada de amostra (A) com outras atividades faladas apropriadas para aquela situação (B, C) (A-B, A- C), o participante será capaz de afirmar a situação falada na qual ele 100 deve fazê-la (D) (B-D, C-D) quando fornecida a atividade falada de amostra (B ou C). 13V Equivalência: países e continentes Quando ensinado onde um nome de um país de amostra (A) estiver em um mapa (B) (A-B), que o local de amostra (B) está relacionado com a bandeira do país (C) (B-C), e que a bandeira de amostra (C) está relacionada a um continente (D), o participante será capaz de combinar o continente de amostra (D) ao nome (A) (D-A), a bandeira de amostra (C) ao nome (A) (C-A), e o continente de amostra (D) ao local (B) (D-B). 13W Equivalência: figuras históricas Quando ensinado a combinar o nome de uma figura histórica falado de amostra (A) com uma imagem da figura (B) (A-B), um fato escrito (C) (A-C), e o nome de uma região escrito (D) (A-D), o participante será capaz de combinar a imagem de amostra da figura (B) com o fato escrito (C) (B-C), a região de amostra (D) com a figura (B) (D-B), e fato de amostra (C) com a região escrita (D) (C-D). 13X Equivalência: o que ele vê? Quando fornecido um contexto falado de amostra (A) e ensinado a afirmar o nome falado de um animal naquele contexto (B) (A-B), e quando fornecido um contexto falado (A) para o qual responder dizendo um objeto falado que é encontrado naquele contexto (C) (A-C), o participante será capaz de responder afirmando o objeto falado que o animal pode ver (C) (B-C) quando apresentado com o nome falado de um animal (B). 14A Equivalência: desenhando membros de classe Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com outras figuras (B, C) (A-B, A-C), e quando fornecida a figura de amostra (A) para a qual responder afirmando um nome de classe falado (B) (A- D), o participante será capaz de responder desenhando cada um dos membros da classe (A, B, C) (D-A, D-B, D-C) quando fornecido o nome da classe falado de amostra (D). 14B Equivalência: categorias com atraso Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com uma figura da mesma categoria (B) (A-B), a combinar a figura de amostra (B) com outra figura da mesma categoria (C) (B-C), e a combinar um nome de uma categoria falado (D) com a figura de amostra (A) (D- A), o participante será capaz de responder selecionando cada uma das figuras daquela categoria (A) (D-A, D-B, D-C) quando apresentado a um nome de uma categoria falado (D). 14C Equivalência: adivinhando com dicas Quando ensinado a combinar uma palavra escrita de amostra (A) com uma segunda palavra escrita de amostra da mesma classe (B) (A-B), e a segunda palavra escrita de amostra (B) com uma terceira palavra escrita da mesma classe (C) (B-C), e ensinado a combinar um nome de classe vocal de amostra (D) com a terceira palavra escrita (C) (D-C), o participante será capaz de utilizar a dica “É um (D)” para adivinhar respostas apropriadas para novas perguntas (D-A, D-B). 14D Equivalência: regras – ações e funções Quando fornecida uma ação falada de amostra (D) e ensinado a modelar uma ação (A) (D-A), e ensinado a combinar a ação modelada de amostra (A) a outras ações funcionalmente relacionadas (B-C) (A-B, A-C), o participante será capaz de responder desempenhando todas as ações associadas (A, B, C) (D- A, D-B, D-C) quando entregue a ação falada de amostra (D). 14E Equivalência: função do SD (pré- classe) Quando fornecida uma palavra arbitrária falada de amostra (A) e ensinado a desempenhar uma ação simples (D) (A-D), e ensinado a combinar a palavra falada de amostra (A) com uma segunda palavra arbitrária falada (B) (A-B), e a segunda palavra falada (B) com uma terceira palavra arbitrária falada (C) (B-C), o participante será capaz de responder desempenhando a ação simples (D) (B-D, C-D) quando fornecida a segunda ou terceira palavra falada arbitrária de amostra (B ou C). 14F Equivalência: função do SD (pós- classe) Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com uma segunda palavra falada arbitrária (B) (A-B), e a segunda palavra falada (B) com a terceira palavra falada arbitrária (C) (B-C), e ensinado, quando fornecida uma palavra arbitrária falada de 101 amostra (A), a desempenhar uma ação simples (D) (A-D), o participante será capaz de responder desempenhando a ação simples (D) (B-D, C-D) quando fornecida a segunda ou terceira palavra arbitrária falada de amostra (B ou C). 14G Equivalência: regras – funções sinônimas Quando ensinado a combinar uma ação de amostra (A) com o nome da ação (B) (A-B), e dito que o nome da amostra (B) é igual a um nome sinônimo (C) (B-C) e a um segundo nome sinônimo (D) (B-D), o participante será capaz de responder demonstrando a ação (A) (D- A) quando fornecido o segundo nome sinônimo de amostra (D). 14H Equivalência: sinônimos discriminativos Quando ensinado a responder a uma diretiva falada (A) desempenhando uma ação (D), e ensinado a combinar uma diretiva falada (A) com diretivas faladas sinônimas (B, C) (A-B, A-C), o participante será capaz de responder as diretivas faladas sinônimas (B, C) desempenhando a ação (D) (B-D, C-D). 14I Equivalência: classificação de cartões Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) a figuras na mesma classe (B, C, D) (A-B, A-C, A-D), o participante será capaz de classificar todas as figuras em grupos, baseados na classe (A1-B1, A1-C1, A1-D1, A2-B2, A2-C2, A2-D2, A3-B3, A3-C3, A3-D3). 14J Equivalência: generalização de classe de característica Quando ensinado a combinar um nome de uma classe de amostra (F) com um item que detém uma determinada característica (A) (F- A), e ensinado a combinar o item de amostra (A) com outros itens que detenham a mesma característica (B, C) (A-B, A-C), o participante será capaz de responder selecionando itens não- treinados (D, E) que detenham a mesma característica (F-D, F-E), quando fornecido o nome de uma classe (F). 14K Equivalência: generalização de classe de função Quando ensinado a combinar um nome de uma classe de amostra (F) com um item que detém uma determinada função (A) (F-A), e ensinado a combinar o item de amostra (A) com outros itens que detenham a mesma função (B, C) (A-B, A-C), o participante será capaz de responder selecionando itens não-treinados (D, E) que detenham a mesma função (F-D, F-E), quando fornecido o nome de uma classe (F). 14L Equivalência: adivinhar conteúdos Quando ensinado a combinar um objeto de amostra (A) a um objeto similar (B) (A-B), a combinar o objeto de amostra (A ou B) a uma figura do objeto (C ou D) (A-C, B-D), e ensinado, quando fornecido um objeto de amostra (A), a selecionar uma caixa com a figura do objeto similar (D) dentro dela (A-D), o participante será capaz de responder selecionando uma caixa com a figura do objeto original (C) dentro dela (B-C) quando fornecido o objeto de amostra similar (B). 14M Equivalência: localizando objetos por categoria Quando ensinado a combinar um objeto (A) a outros objetos (B, C) (A-B, A-C), quando apresentado a um objeto (A) para o qual responder afirmando um nome de uma categoria falada (D) (A-D), e quando apresentado a um nome de categoria falado de amostra (D) para o qual responder encontrando o local onde objetos dentro da categoria podem ser encontrados (E) (D-E), o participante será capaz de procurar por objetos (B, C) no local (E) (B-E, C-E). 14N Equivalência: acordes musicais Quando fornecido um nome falado de amostra de um acorde musical (A) e ensinado a selecionar seu som sequencialmente apresentado (B) (A-B) e sua abreviação escrita (C) (A-C), o participante será capaz de responder selecionando o som do acorde sequencialmente apresentado (B) (C-B) quando apresentada aabreviação escrita do acorde de amostra (C). 14O Equivalência: fusão de classes de função Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) a uma segunda figura (B) (A-B), e a segunda figura de amostra (B) a uma terceira figura (C) (B-C) para duas classes de estímulos (A1-B1, B1- C1, A2-B2, B2-C2) e, então, ensinado a combinar uma função de amostra (D) com a primeira figura da primeira classe (A1) (D-A1) e a terceira figura de amostra da segunda classe (C2) à terceira figura da primeira classe (C1) (C2-C1), o participante será capaz de 102 combinar a primeira figura de amostra da segunda classe (A2) com a função (D) (A2-D). 14P Equivalência: heróis, vilões e coadjuvantes Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de um herói (A) com uma figura de um vilão (B) (A-B), a combinar um herói de amostra (B) com um coadjuvante (C) (B-C), e a responder quando entregue um personagem de amostra (A, B, C) dizendo o papel do personagem (D) (A-D, B-D, C-D), o participante será capaz de responder selecionando o personagem apropriado (B, C) (DA-B, DA- C) quando fornecido um personagem de amostra (A) e um papel (D) e perguntado “Quem é o (D) de (A)?”. 14Q Equivalência: contextos e trajetórias Quando fornecida uma condição de amostra (D) e ensinado a combinar um evento de amostra (A) com um resultado (B) (DA-B), e ensinado, quando entregue uma condição de amostra diferente (E), a combinar o evento de amostra (A) com um resultado diferente (C) (EA-C), o participante será capaz de responder afirmando a condição apropriada (D ou E) (AB-D, AC-E) quando fornecido o evento de amostra (A) e o resultado (B, C). 14R Equivalência: tatos distorcidos contextuais Quando entregue um contexto (D) e ensinado a combinar um nome falado de amostra (A) com um nome escrito (B) e uma figura (C) para duas classes de estímulos (DA1-B1, DA1-C1, DA2-B2, DA2-C2), e entregue um segundo contexto (E) e ensinado a combinar o nome falado de amostra (A) com os nomes escritos (B) e as figuras (C) da outra classe (EA1-B2, EA1-C2, EA2-B1, EA2-C1), o participante será capaz de combinar as figuras de amostra (C) com os nomes escritos (B), dependendo do contexto (D ou E) (DC1-B1, DC2-B2, EC1-B2, EC2-B1). 14S Equivalência: classes arbitrárias contextuais Quando ensinado, sob um contexto (G), a combinar uma palavra escrita de amostra (A ou D) a duas outras palavras escritas (B, C ou E, F) (G) (A-B, A-C, D-E, D-F), e sob um segundo contexto (H), a combinar as palavras escritas de amostra (A ou D) a diferentes palavras escritas do mesmo grupo (B, F ou C, E) (H) (A-B, A-F, D-C, D-E), quando o participante for entregue a um contexto (G ou H), ele será capaz de combinar palavras escritas de amostra (C ou F) com as outras palavras escritas apropriadas (B ou D, e E ou A) (GC- B, GF-E, HC-D, HF-A). 14T Equivalência: conclusão relacional Quando entregue um contexto (F) e ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com uma segunda figura (B) (FA-B), e a combinar a segunda figura de amostra (B) com uma terceira figura (C) (FB-C), e quando entregue um segundo contexto (G), ensinado a combinar a figura de amostra (A) com a quarta figura (D) (GA-D), e a quarta figura de amostra (D) com uma quinta figura (E) (GD-E), o participante será capaz de combinar a terceira figura de amostra (C) com a primeira figura (A) no contexto apropriado (F) (FC-A), e a quinta figura de amostra (E) com a primeira figura (A) no contexto apropriado (G) (GE-A). 14U Equivalência: resolução de problemas Quando ensinado a responder selecionando as ferramentas apropriadas (A e D) (G-AD), quando fornecido um problema de amostra (G) e ensinado a combinar ferramentas de amostra (A, B e D, E) com outras ferramentas com a mesma função (B, C e E, F) (A- B, B-C, D-E, E-F), o participante será capaz de resolver o problema quando fornecidas apenas outras ferramentas das classes (C e F) (G- CF). 14V Equivalência: respondente auditivo Quando apresentado a um som de amostra (A) seguido por outro som (B) (A-B) e, então, apresentado com o segundo som (B) seguido por um terceiro som (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o terceiro som (C) com o primeiro som (A) (C-A). 14W Equivalência: metáforas sensoriais cruzadas Quando ensinado a combinar um gosto de amostra (A) com um adjetivo ou emoção vocal (B), e a combinar o gosto de amostra (A) com um som apresentado sequencialmente (C) (A-C), o participante 103 será capaz de responder afirmando o adjetivo ou emoção vocal (B) (C-B) quando apresentado com o som de amostra (C). 14X Equivalência: fazendo pedido com um cardápio Quando fornecido um gosto de amostra (A) e ensinado a afirmar seu nome falado (B) (A-B), e a combinar o nome falado da amostra (B) ao seu nome escrito (C) (B-C), o participante será capaz de responder selecionando o gosto apresentado sequencialmente (A) (C-A) quando fornecido o nome escrito (C) e um cardápio do qual escolher. 14Y Equivalência: tato sensorial múltiplo Quando apresentada uma palavra falada de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto tátil apresentado sequencialmente (B) (A-B), uma figura (C) (A-C), e um aroma apresentado sequencialmente (D) (A-D), o participante será capaz de combinar o objeto tátil de amostra (B) ao aroma apresentado sequencialmente (D) (B-D), e o aroma de amostra (D) à figura (C) (D-C). 14Z Equivalência: defusão cognitiva sensorial cruzada Quando ensinado a combinar uma palavra arbitrária escrita de amostra (A) com uma emoção negativa escrita (D) (A-D) e um aroma apresentado sequencialmente (B) (A-B), a combinar o aroma de amostra (B) com um som apresentado sequencialmente (C) (B-C), e a combinar o som de amostra (C) com uma emoção positiva escrita (E) (C-E), o participante será capaz de combinar a emoção positiva escrita de amostra (E) com a palavra arbitrária escrita (A) (E-A). 104 PLANILHA DE DADOS DE EQUIVALÊNCIA DE ESTÍMULOS Participante: ____________________________________________________________________________ Iniciais: _________ Data: ____________ Passo(s): _________________________ Relação(s): _______________________ Treino: Teste: Tentativa Classe Pontuação 1 0 2 4 8 10 2 0 2 4 8 10 3 0 2 4 8 10 4 0 2 4 8 10 5 0 2 4 8 10 6 0 2 4 8 10 7 0 2 4 8 10 8 0 2 4 8 10 9 0 2 4 8 10 10 0 2 4 8 10 Total: Iniciais: _________ Data: ____________ Passo(s): _________________________ Relação(s): _______________________ Treino: Teste: Tentativa Classe Pontuação 1 0 2 4 8 10 2 0 2 4 8 10 3 0 2 4 8 10 4 0 2 4 8 10 5 0 2 4 8 10 6 0 2 4 8 10 7 0 2 4 8 10 8 0 2 4 8 10 9 0 2 4 8 10 10 0 2 4 8 10 Total: Iniciais: _________ Data: ____________ Passo(s): _________________________ Relação(s): _______________________ Treino: Teste: Tentativa Classe Pontuação 1 0 2 4 8 10 2 0 2 4 8 10 3 0 2 4 8 10 4 0 2 4 8 10 5 0 2 4 8 10 6 0 2 4 8 10 7 0 2 4 8 10 8 0 2 4 8 10 9 0 2 4 8 10 10 0 2 4 8 10 Total: Iniciais: _________ Data: ____________ Passo(s): _________________________ Relação(s): _______________________ Treino: Teste: TentativaClasse Pontuação 1 0 2 4 8 10 2 0 2 4 8 10 3 0 2 4 8 10 4 0 2 4 8 10 5 0 2 4 8 10 6 0 2 4 8 10 7 0 2 4 8 10 8 0 2 4 8 10 9 0 2 4 8 10 10 0 2 4 8 10 Total: Iniciais: _________ Data: ____________ Passo(s): _________________________ Relação(s): _______________________ Treino: Teste: Tentativa Classe Pontuação 1 0 2 4 8 10 2 0 2 4 8 10 3 0 2 4 8 10 4 0 2 4 8 10 5 0 2 4 8 10 6 0 2 4 8 10 7 0 2 4 8 10 8 0 2 4 8 10 9 0 2 4 8 10 10 0 2 4 8 10 Total: Iniciais: _________ Data: ____________ Passo(s): _________________________ Relação(s): _______________________ Treino: Teste: Tentativa Classe Pontuação 1 0 2 4 8 10 2 0 2 4 8 10 3 0 2 4 8 10 4 0 2 4 8 10 5 0 2 4 8 10 6 0 2 4 8 10 7 0 2 4 8 10 8 0 2 4 8 10 9 0 2 4 8 10 10 0 2 4 8 10 Total: 105 Pontuação das Respostas 0 = nenhuma resposta após múltiplas tentativas com dicas; 2 = múltiplas dicas ou um arranjo de estímulos reduzido eventualmente produziram uma resposta; 4 = duas dicas, no máximo, produziram a resposta com um arranjo de estímulos completo; 8 = uma única dica, de natureza verbal ou visual; 10 = acurácia independente na resposta. Observações 106 PROGRAMAS DE EQUIVALÊNCIA LISTA DE PROGRAMAS 1 1A Reflexividade: figura para figura 1B Reflexividade: combinação textual 2 2A Reflexividade: figuras 2B Reflexividade: objetos 3 3A Reflexividade: dinheiro 3B Reflexividade: palavras auditivas 3C Reflexividade: combinação tátil 3D Reflexividade: combinação olfatória 4 4A Reflexividade: combinação gustatória 4B Simetria: objeto para figura 4C Simetria: mandos derivados 4D Simetria: mitologia 4E Simetria: fontes de alimento 4F Simetria: letras maiúsculas e minúsculas 5 5A Simetria: figura para textual 5B Simetria: tradução 5C Simetria: identificação de número textual 5D Simetria: tato de letras 5E Simetria: nomes de formas 5F Simetria: símbolos de matemática 5G Simetria: rostos e emoções 5H Simetria: contagem vocal 6 6A Simetria: geometria simples 6B Simetria: dinheiro ao valor monetário 6C Simetria: nomes de vestuário 6D Simetria: se vestindo para a ocasião 6E Simetria: visual para vocal – reconhecimento facial 6F Simetria: sons de letras 6G Simetria: combinações fonéticas e dígrafos 6H Simetria: sons de sílabas 107 6I Simetria: auditivo para sílabas 6J Simetria: leitura à primeira vista 7 7A Simetria: ações e resultados 7B Simetria: causa e efeito 7C Simetria: habitats de animais 7D Simetria: geometria 7E Simetria: fatos de animais 7F Simetria: capitais regionais 7G Simetria: logos de empresas 7H Simetria: sinônimos 7I Simetria: jogo de partes do corpo 7J Simetria: sons de animais 7K Simetria: Por quê e O quê 7L Simetria: disciplinas escolares 8 8A Simetria: abstração de estímulos 8B Simetria: mostrar e contar 8C Simetria: ferramenta por função 8D Simetria: estímulos compostos 8E Simetria: provérbios 8F Simetria: nomeação e desenho 8G Simetria: álgebra básica 8H Simetria: lógica conjuntiva 8I Simetria: lógica disjuntiva 8J Simetria: emoções individuais pelo contexto 8K Simetria: determinando peso igual 8L Simetria: soletração com símbolos arbitrários 8M Simetria: idade para figura 8N Simetria: emoções acústicas metafóricas 9 9A Simetria: objeto para tátil 9B Simetria: gustativo para objeto 9C Simetria: tateando estímulos táteis 9D Simetria: tateando estímulos gustativos 9E Simetria: tátil para figura 9F Simetria: olfativo para figura 9G Simetria: gustativo para figura 9H Simetria: estímulos arbitrários para olfativos 9I Simetria: auditivo para textual 9J Simetria: auditivo para arbitrário 9K Simetria: tátil para arbitrário 9L Simetria: olfativo para palavra vocal 108 9M Simetria: gustativo para arbitrário 9N Transitividade: representando números 9O Transitividade: copiando textos e ditado 9P Transitividade: ações e resultados múltiplos 10 10A Transitividade: adição 10B Transitividade: subtração 10C Transitividade: multiplicação 10D Transitividade: divisão 10E Transitividade: intraverbais com expressões idiomáticas 10F Transitividade: recursos informacionais 10G Equivalência: generalização de sinônimos 10H Transitividade: lógica hipotética 10I Transitividade: construindo com atributos 10J Transitividade: texto, figura, & olfativo 10K Transitividade: gustativo, visual, & auditivo 10L Equivalência: regras de características 10M Equivalência: pessoas através do tempo 10N Equivalência: valores 10O Equivalência: números 10P Equivalência: tatos metonímicos 10Q Equivalência: reconhecimento facial e de corpo 10R Equivalência: simbolismo 11 11A Equivalência: emoções metafóricas 11B Equivalência: dizendo o horário 11C Equivalência: habilidades de vida diária 11D Equivalência: veículos 11E Equivalência: empatia 11F Equivalência: tipologia e sons 11G Equivalência: pontuação 11H Equivalência: dias da semana 11I Equivalência: meses 11J Equivalência: informações sobre estações do ano 11K Equivalência: espécies e classes de animais 11L Equivalência: armazenamento de alimentos 11M Equivalência: construindo um time 11N Equivalência: comparações compostas 11O Equivalência: planetas 11P Equivalência: leitura básica 11Q Equivalência: direções da bússola 11R Equivalência: artistas e estilos de arte 11S Equivalência: resolução de problemas de medição 11T Equivalência: negociações iguais 109 12 12A Equivalência: conjunções 12B Equivalência: adição 12C Equivalência: subtração 12D Equivalência: multiplicação 12E Equivalência: divisão 12F Equivalência: frações 12G Equivalência: conversão de unidade habitual 12H Equivalência: entidades e siglas 12I Equivalência: siglas como dispositivos mnemônicos 12J Equivalência: elementos periódicos 12K Equivalência: compostos químicos 12L Equivalência: troca monetária 12M Equivalência: jogo de partes do corpo 12N Equivalência: tateando eventos privados 12O Equivalência: comunicação não-vocal 12P Equivalência: amostras de desenhos arbitrários 12Q Equivalência: substituições de mantimentos 12R Equivalência: associações da comunidade 12S Equivalência: ações e funções de itens 12T Equivalência: luz vermelha/luz verde 12U Equivalência: substituição de padrão 12V Equivalência: decodificando mensagens 13 13A Equivalência: tocando música 13B Equivalência: generalização 13C Equivalência: sentimentos em contexto 13D Equivalência: comportamentos contextuais e emoções 13E Equivalência: partes do discurso – improvisos 13F Equivalência: contando estórias com sinônimos 13G Equivalência: classificando tipos de substantivos 13H Equivalência: mando sinônimo 13I Equivalência: funções de mando (pré-classe) 13J Equivalência: funções de mando (pós-classe) 13K Equivalência: itens que cumprem uma função 13L Equivalência: funções de locais 13M Equivalência: funções de tato (pré-classe) 13N Equivalência: funções de tato (pós-classe)13O Equivalência: funções intraverbais (pré-classe) 13P Equivalência: funções intraverbais (pós-classe) 13Q Equivalência: ecologia animal 13R Equivalência: eventos naturais 13S Equivalência: equipe esportiva 13T Equivalência: grupos de alimentos 13U Equivalência: atividades de lazer 110 13V Transitividade: países e continentes 13W Equivalência: figuras históricas 13X Equivalência: o que ele vê? 14 14A Equivalência: desenhando membros de classe 14B Equivalência: categorias com atraso 14C Equivalência: adivinhando com dicas 14D Equivalência: regras – ações e funções 14E Equivalência: função do SD (pré-classe) 14F Equivalência: função do SD (pós-classe) 14G Equivalência: regras – funções sinônimas 14H Equivalência: sinônimos discriminativos 14I Equivalência: classificação de cartões 14J Equivalência: generalização de classe de característica 14K Equivalência: generalização de classe de função 14L Equivalência: adivinhar conteúdos 14M Equivalência: localizando objetos por categoria 14N Equivalência: acordes musicais 14O Equivalência: fusão de classes de função 14P Equivalência: heróis, vilões e coadjuvantes 14Q Equivalência: contextos e trajetórias 14R Equivalência: tatos distorcidos contextuais 14S Equivalência: classes arbitrárias contextuais 14T Equivalência: conclusão relacional 14U Equivalência: resolução de problemas 14V Equivalência: respondente auditivo 14W Equivalência: metáforas sensoriais cruzadas 14X Equivalência: fazendo pedido com um cardápio 14Y Equivalência: tato sensorial múltiplo 14Z Equivalência: defusão cognitiva sensorial cruzada 111 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Reflexividade: figura para figura – 1A Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com uma figura idêntica (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra idêntica (B) com a figura original (A) (B- A). Materiais necessários: • A = figuras. • B = figuras idênticas utilizadas em A. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de amostra (A) e um arranjo de figuras (B). Diga, “Combine com o igual”. • Teste B-A: apresente uma figura de amostra (B) e um arranjo de figuras (A). Diga, “Combine com o igual”. Estímulos típicos: • A = figura de um gato, cadeira, cenoura. • B = figura idêntica de um gato, cadeira, cenoura. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 112 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Reflexividade: combinação textual – 1B Objetivo: • Quando ensinado a combinar um texto de amostra (A) com um texto idêntico (B) (A-B), o participante combinará o texto de amostra (B) com o texto de amostra idêntico (A) (B-A). Materiais necessários: • A = palavras textuais. • B = palavras textuais idênticas utilizadas em A. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma palavra escrita de amostra (A) e um arranjo de palavras escritas (B). Diga, “Combine com o igual”. • Teste B-A: apresente uma palavra escrita de amostra (B) e um arranjo de palavras escritas (A). Diga, “Combine com o igual”. Estímulos típicos: • A = cachorro, mosca, ar. • B = cachorro, mosca, ar. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 113 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Reflexividade: figuras – 2A Objetivo: • Quando fornecida uma figura de amostra (A) e ensinado a selecionar uma figura idêntica apresentada sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecida a figura de amostra idêntica (B), selecionando a figura original apresentada sequencialmente (A) (B-A). Materiais necessários: • A = figuras. • B = figuras idênticas à A. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de amostra (A) e uma figura de comparação (B). Pergunte, “Essas eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente uma figura de amostra (B) e uma figura de comparação (A). Pergunte, “Essas eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (A). Estímulos típicos: • A = figuras de passas, lêmure, falante. • B = figuras idênticas de passas, lêmure, falante. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 114 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Reflexividade: objetos – 2B Objetivo: • Quando fornecido um objeto de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto idêntico apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecido o objeto idêntico de amostra (B), selecionando o objeto original apresentado sequencialmente (A) (B-A). Materiais necessários: • A = objetos. • B = objetos idênticos utilizados em A. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um objeto de amostra (A) e um objeto de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo objeto de comparação (B). • Teste B-A: apresente um objeto de amostra (B) e um objeto de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo objeto de comparação (A). Estímulos típicos: • A = clips de papel, grampeador, sapato. • B = clips de papel, grampeador, sapato idênticos. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 115 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Reflexividade: dinheiro – 3A Objetivo: • Quando fornecida uma unidade de dinheiro de amostra (A) e ensinado a selecionar uma unidade de dinheiro idêntica apresentada sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecida a unidade de dinheiro de amostra idêntica (B), selecionando a unidade de dinheiro original apresentada sequencialmente (A) (B-A). Materiais necessários: • A = dinheiro. • B = dinheiro idêntico ao utilizado em A. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma unidade de dinheiro de amostra (A) e uma unidade de dinheiro de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente uma unidade de dinheiro de amostra (A) e uma unidade de dinheiro de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). Estímulos típicos: • A = moeda de 50 centavos, moeda de 1 real, nota de 10 reais. • B = moeda de 50 centavos, moeda de 1 real, nota de 10 reais. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 116 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Reflexividade: palavras auditivas – 3B Objetivo: • Quando fornecida uma palavrafalada de amostra (A) e ensinado a selecionar uma palavra falada idêntica apresentada sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder quando fornecida a palavra falada idêntica de amostra (B), selecionando a palavra falada original apresentada sequencialmente (A) (B-A). Materiais necessários: • A = palavras vocais. • B = palavras vocais idênticas utilizadas em A. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma palavra de amostra (A) e uma palavra de comparação (B). Pergunte, “Essas eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente uma palavra de amostra (B) e uma palavra de comparação (A). Pergunte, “Essas eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (A). Estímulos típicos: • A = “carro”, “escola”, e “mãe”. • B = “carro”, “escola”, e “mãe”. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 117 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Reflexividade: combinação tátil – 3C Objetivo: • Quando fornecido um objeto tátil de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto tátil idêntico apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o objeto tátil original apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando apresentado o objeto tátil idêntico de amostra (B). Materiais necessários: • A = objetos táteis. • B = objetos táteis idênticos aos utilizados em A. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um objeto tátil de amostra (A) e um objeto tátil de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente um objeto tátil de amostra (B) e um objeto tátil de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (A). Estímulos típicos: • A = folha de papel, blocos, pena. • B = folha de papel, blocos, pena. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 118 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Reflexividade: combinação olfatória – 3D Objetivo: • Quando fornecido um cheiro de amostra (A) e ensinado a selecionar um cheiro idêntico apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o cheiro original apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecido o cheiro idêntico de amostra (B). Materiais necessários: • A = estímulos olfatórios. • B = estímulos olfatórios idênticos aos utilizados em A. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um cheiro de amostra (A) e um cheiro de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente um cheiro de amostra (A) e um cheiro de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). Estímulos típicos: • A = morango, bloco de cheddar, jasmim. • B = morango, bloco de cheddar, jasmim idênticos. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 119 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Reflexividade: combinação gustatória – 4A Objetivo: • Quando fornecido um gosto de amostra (A) e ensinado a selecionar um gosto idêntico apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o gosto original apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecido o gosto idêntico de amostra (B). Materiais necessários: • A = estímulos gustatórios. • B = estímulos gustatórios idênticos aos utilizados em A. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um gosto de amostra (A) e um gosto de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente um gosto de amostra (B) e um gosto de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (A). Estímulos típicos: • A = doce, batata chips, chiclete azedo. • B = doce, batata chips, chiclete azedo. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 120 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: objeto para figura – 4B Objetivo: • Quando ensinado a combinar um objeto de amostra (A) com uma figura do objeto (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura (B) com o objeto (A) (B-A). Materiais necessários: • A = objetos. • B = figuras de objetos utilizados em A. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um objeto de amostra (A) e um arranjo de figuras (B). Diga, “Combine com o que é igual”. • Teste B-A: apresente uma figura de amostra (B) e um arranjo de objetos (A). Diga, “Combine com o que é igual”. Estímulos típicos: • A = bola, livro, lápis. • B = figura de bola, livro, lápis. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 121 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: mandos derivados – 4C Objetivo: • Quando ensinado a responder a um nome de objeto falado (A) selecionando o objeto correto (B) (A-B), o participante será capaz de responder pedindo pelo objeto preferido utilizando o seu nome falado (A) (B-A) quando apresentado a um arranjo de objetos de amostra (B) e questionado, “O que você quer?”. Materiais necessários: • A = nomes de objetos vocais. • B = objetos ou atividades preferidos. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de objetos (B). Diga, “Qual desses é (A)?”. • Teste B-A: apresente um arranjo de objetos preferidos (B). Diga, “Qual desses você quer?”. Estímulos típicos: • A = “doce”, “trem”, “bola”. • B = pedaço de doce, trem de brinquedo, bola. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 122 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: mitologia – 4D Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de um Deus/Deusa Romano (A) com uma figura de um Deus/Deusa Grego (B) com um domínio de influência similar (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra do Deus/Deusa Grego (B) com a figura do Deus/Deusa Romano (A) (B-A). Materiais necessários: • A = figuras de Deuses/Deusas Romanos. • B = figuras de Deuses/Deusas Gregas. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um Deus/Deusa Romano de amostra (A) e um arranjo de Deuses/Deusas Gregos (B). Diga, “Combine com o que é igual”. • Teste B-A: apresente um Deus/Deusa Gregode amostra (B) e um arranjo de Deuses/Deusas Romanos (A). Diga, “Combine com o que é igual”. Estímulos típicos: • A = figura de Afrodite, Athena, Zeus. • B = figura de Venus, Minerva, Júpiter. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 123 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: fontes de alimento – 4E Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de uma fonte de alimento (A) a uma figura de um alimento (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra de um alimento (B) com a figura de uma fonte de alimento (A) (B-A). Materiais necessários: • A = figuras de fontes de alimento. • B = figuras de alimentos. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: forneça uma figura de uma fonte de alimento de amostra (A) e um arranjo de figuras de alimentos (B). Pergunte, “Em qual desses esse se torna?”. • Teste B-A: forneça uma figura de um alimento de amostra (B) e um arranjo de figuras de fontes de alimento (A). Diga, “Qual produz isso?”. Estímulos típicos: • A = figura de vaca, porco, pé de alface. • B = figura de bife, bacon, salada. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 124 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: letras maiúsculas e minúsculas – 4F Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma letra maiúscula de amostra (A) com uma letra minúscula (B) (A- B), o participante será capaz de combinar uma letra minúscula de amostra (B) com uma letra maiúscula (A) (B-A). Materiais necessários: • A = letras maiúsculas. • B = letras minúsculas. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma letra maiúscula de amostra (A) e um arranjo de letras minúsculas (B). Diga, “Combine”. • Teste B-A: apresente uma letra minúscula de amostra (B) e um arranjo de letras maiúsculas (A). Diga, “Combine”. Estímulos típicos: • A = J, O, R. • B = j, o, r. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 125 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: figura para textual – 5A Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com uma palavra escrita (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a palavra escrita de amostra (B) com a figura (A) (B-A). Materiais necessários: • A = figuras. • B = estímulos textuais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de amostra (A) e um arranjo de textos (B). Diga, “Coloque com o que é igual”. • Teste B-A: apresente um texto de amostra (B) e um arranjo de figuras (A). Diga, “Coloque com o que é igual”. Estímulos típicos: • A = figura de um livro, prato, cachorro. • B = livro, prato, cachorro. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 126 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: tradução – 5B Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma palavra escrita de amostra em um idioma (A) com uma palavra escrita em outro idioma (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a palavra escrita de amostra em um idioma (B) com a palavra escrita original (A) (B-A). Materiais necessários: • A = palavras textuais na língua nativa. • B = palavras textuais em uma língua estrangeira, com o mesmo significado. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma palavra escrita de amostra (A) e um arranjo de palavras escritas (B). Diga, “Coloque com o que é igual”. • Teste B-A: apresente uma palavra escrita de amostra (B) e um arranjo de palavras escritas (A). Diga, “Coloque com o que é igual”. Estímulos típicos: • A = carro, cachorro, tigela. • B = car, dog, bowl. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 127 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: identificação de número textual – 5C Objetivo: • Quando ensinado a combinar um número escrito de amostra (A) com uma figura de um número de itens (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de um número de itens (B) com o número escrito (A) (B-A). Materiais necessários: • A = números textuais. • B = figuras com um número de itens. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um número escrito de amostra (A) e um arranjo de figuras de números variados de itens (B). Diga, “Coloque com o que é igual”. • Teste B-A: apresente uma figura de um número de itens de amostra (B) e um arranjo de números escritos (A). Diga, “Coloque com o que é igual”. Estímulos típicos: • A = 3, 5, 6. • B = figuras de 3 pássaros, 5 abelhas, 6 tartarugas. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 128 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: tato de letras – 5D Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma letra escrita (A) com o nome de uma letra falada (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o nome da letra falada (B) com a letra escrita (A) (B-A). Materiais necessários: • A = letras textuais. • B = nomes vocais de letras. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma letra escrita de amostra (A). Diga, “Qual letra é essa?”. • Teste B-A: apresente um arranjo de letras escritas (B). Diga, “Qual é (A)?”. Estímulos típicos: • A = B, L, T. • B = Be, Éle, Te. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 129 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: nomes de formas – 5E Objetivo: • Quando ensinado a combinar um nome de forma falado de amostra (A) com a figura de uma forma (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando o nome da forma falado (B) (B-A) quando apresentado à figura da forma (B). Materiais necessários: • A = nomes vocais de formas. • B = figuras de formas. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de formas (B). Pergunte, “Qual forma é (A)?”. • Teste B-A: apresente uma forma de amostra (B). Pergunte, “Qual forma é essa?”. Estímulos típicos: • A = quadrado, círculo, triângulo. • B = quadrado, círculo, triângulo. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 12 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 130 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: símbolos de matemática – 5F Objetivo: • Quando ensinado a combinar um símbolo matemático escrito de amostra (A) com um nome falado de um símbolo de matemática (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o nome falado de um símbolo matemático de amostra (B) com o símbolo matemático escrito (A) (B-A). Materiais necessários: • A = símbolos matemáticos textuais. • B = nomes vocais de símbolos matemáticos. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um símbolo matemático escrito de amostra (A). Diga, “Qual é esse símbolo?”. • Teste B-A: apresente um arranjo de símbolos matemáticos escritos (A) e diga, “Qual desses é (B)?”. Estímulos típicos: • A = =, +, x. • B = igualdade, adição, multiplicação. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 131 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: rostos a emoções – 5G Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma emoção falada de amostra (A) com uma figura de uma expressão facial (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando a emoção falada (A) (B-A) quando apresentado à figura de amostra de uma expressão facial (B). Materiais necessários: • A = emoções vocais. • B = figuras de expressões faciais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: forneça um arranjo de figuras de expressões faciais (B). Pergunte, “Quem sente (A)?”. • Teste B-A: forneça uma figura de uma expressão facial (B). Pergunte, “Como ele se sente?”. Estímulos típicos: • A = feliz, triste, confuso. • B = rosto feliz, rosto triste, rosto confuso. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 132 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: contagem vocal – 5H Objetivo: • Quando ensinado a combinar um número falado de amostra (A) com um número de itens (B) (A- B), o participante será capaz de responder afirmando o número falado (A) (B-A) quando apresentado ao número de itens (B). Materiais necessários: • A = números vocais. • B = itens. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de grupos de números de itens variados (B). Pergunte, “Qual desses tem (A)?”. • Teste B-A: apresente um número de itens de amostra (B). Pergunte, “Quantos há aqui?”. Estímulos típicos: • A = 2, 3, 5. • B = 2 ursos de pelúcia, 3 blocos, 5 bolas. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 133 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: geometria simples – 6A Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma característica falada de uma forma de amostra (A) com o nome falado da forma (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o nome falado da forma de amostra (B) com a característica falada da forma (A) (B-A). Materiais necessários: • A = características vocais. • B = nomes vocais de formas. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: pergunte, “Qual forma tem (A)?”. • Teste B-A: pergunte, “O que é algo que um(a) (B) tem?”. Estímulos típicos: • A = quatro lados, circunferência, três lados. • B = quadrado, círculo, triângulo. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 134 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: dinheiro ao valor monetário – 6B Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma quantidade de dinheiro de amostra (A) com uma quantidade de dinheiro escrita (B) (A-B), o participante será capaz de combinar uma quantidade de dinheiro escrita de amostra (B) à quantia em dinheiro (A), selecionando-a de uma coleção de dinheiro (B- A). Materiais necessários: • A = dinheiro físico. • B = quantia textual de dinheiro. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma quantidade de dinheiro de amostra (A) e um arranjo de quantidades de dinheiro escritas (B). Diga, “Coloque com o que é igual”. • Teste B-A: apresente uma quantidade de dinheiro escrita de amostra (B) e um arranjo de dinheiro (A). Diga, “Me dê essa quantidade”, enquanto segurando a quantidade escrita (B). Estímulos típicos: • A = duas moedas de 10 centavos e uma moeda de 25 centavos, notas de 2 e 5 reais, nota de 2 reais e uma moeda de 50 centavos. • B = 35 centavos, 7 reais, 2 reais e 50 centavos. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 135 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: nomes de vestuário – 6C Objetivo: • Quando ensinado a combinar o nome de uma peça de vestuário de amostra (A) com a figura de uma peça de vestuário (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando o nome da peça de vestuário falado (A) (B-A) quando apresentado a uma figura de amostra da peça de vestuário (B). Materiais necessários: • A = nomes vocais de peças de vestuário. • B = figuras de peças de vestuário. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de figuras de peças de vestuário (B). Diga, “Qual desses é um(a) (A)?”. • Teste B-A: apresente uma figura de pela de vestuário de amostra (B). Diga, “O que é isso?”. Estímulos típicos: • A = camisa, calça, meia. • B = camisa, calça, meia. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 136 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: se vestindo para a ocasião – 6D Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de um conjunto de peças de vestuário (A) com uma figura de um evento (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o evento de amostra (B) com o conjunto de peças de vestuário (A) (B-A). Materiais necessários: • A = figura de um conjunto de peças de vestuário. • B = figura de um evento. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de amostra (A) e um arranjo de eventos (B). Diga, “Onde você vestiria (A)?”. • Teste B-A: apresente um evento de amostra (B) e um arranjo de conjuntos de peças de vestuário (A). Diga, “O que você vestiria para (B)?”. Estímulos típicos: • A = figura de um macacão de neve, roupa de banho, fantasia. • B = figura de esqui, natação, Halloween. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulode estímulos são possíveis e incluem arranjos tais como o “muitos para um”, onde muitas amostras de A (A1, A2, A3) são apresentadas, em conjunção com apenas um estímulo B1 ou C1. Mesmo emparelhamentos temporais simples de A1 e B1, e B1 com C1, sem resposta evidente requerida pelo aprendiz, têm sido documentados como geradores eventuais de formações de classes de equivalência. EQUIVALÊNCIA ATRAVÉS DE EMPARELHAMENTO Diretamente ensinadas Derivadas C1 G-A-T-O A1 “GATO” Um para muitos A3 “CACHORRO” A2 “PORCO” C2 “P-O-R-C-O” Linear A1 “GATO” C1 G-A-T-O A1 “GATO” Apresentados juntos A1 “GATO” C1 G-A-T-O Classe de equivalência resultante 11 Em adição aos vários meios pelos quais os estímulos podem ser organizados para produzir eventual equivalência, a apresentação temporal dos estímulos sozinhos também pode variar. Nos exemplos acima, nós descrevemos o que é tipicamente observado como apresentações simultâneas. Tais arranjos simultaneamente exibem o estímulo de amostra junto com os estímulos de comparação. Esse arranjo permite que o aprendiz se atente ao estímulo de amostra e aos de comparação ao mesmo tempo. Isso pode ser vantajoso, uma vez que todas as opções de resposta podem ser avaliadas para uma possível seleção. Uma variação leve nessa apresentação simultânea típica seria apresentar o estímulo de amostra e, então, remove-lo antes de os estímulos de comparação serem exibidos. Essa técnica é, frequentemente, chamada de correspondência atrasada. A quantidade de tempo nesse atraso pode ter implicações para a aprendizagem, já que o estímulo de amostra removido pode desvanecer em seu controle discriminativo. Outro meio pelo qual os estímulos podem ser organizados é sequencialmente, de uma maneira linear. Aqui, os estímulos são apresentados um de cada vez e é solicitado ao aprendiz que responda, mais frequentemente, com um “sim” ou “não” para indicar se a opção apresentada naquele momento é a comparação correta. Tais arranjos sequenciais são essenciais quando é impraticável organizar as opções de resposta simultaneamente. Por exemplo, se você está tentando determinar de o Som A1 é igual ao Som B1 na presença de B2, B3, e B4, nós não podemos, em termos práticos, fazer com que o aprend iz “ouça” todos os sons B de uma vez só. Eles devem ser entregues sequencialmente, como opções de comparação. Do mesmo modo, classes de equivalência podem ser construídas sobre apresentações sequenciais de arranjos de A, B, e C. Problemas práticos similares ocorrem com estímulos de paladar, olfato e táteis, que necessitam de itens apresentados sequencialmente. APRESENTAÇÕES SEQUENCIAIS Respostas diretamente treinadas Respostas derivadas Pergunta 1º 2º Resposta Pergunta 1º 2º Resposta correta correta “Eles são “Eles são iguais?” iguais?” “Eles são “Eles são iguais?” iguais?” “Eles são “Eles são iguais?” iguais?” “Eles são “Eles são iguais?” iguais?” Uma vez que classes básicas de equivalência de estímulos estejam formadas de estímulos A, B, e C, há muitas maneiras pelas quais tais classes podem ser expandidas para incluir novos estímulos, bem como fundidas com outras classes de equivalência. Em termos de expansão de classe, simplesmente treinar um novo estímulo D para qualquer membro da classe A-B-C existente pode resultar na função de D sendo transferida para os itens de estímulo restantes. Por exemplo, se nós fôssemos treinar A-D, nós esperaríamos ver a A1 “GATO” B1 “TOM” “Sim!” A1 “GATO” B2 “RATO” “Não!” A1 “GATO” C2 “FLOR” “Não!” A1 “GATO” C1 “MARIE” “Sim!” B1 “TOM” A1 “GATO” “Sim!” B2 “RATO” A1 “GATO” “Não!” C1 “Marie” A1 “GATO” “Sim!” C1 “MARIE” B1 “TOM” “Sim!” 12 B1 Equivalência Direta Simetria Equivalência Equivalência B1 Equivalência Equivalência Direta Simetria derivação previsível de D-A, mas também aquela de D-B e D-C, dada a história anterior de A com os estímulos B e C. EXPANSÃO DE CLASSE Diretamente ensinadas Derivadas Fusões entre classes de equivalência ocorrem de uma maneira similar pela qual uma classe A-B-C existente pode ser combinada com outra classe D-E-F, simplesmente treinando a relação de C para D. FUSÃO DE CLASSES Diretamente ensinadas Derivadas Derivadas através de classesC Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 137 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: visual para vocal – reconhecimento facial – 6E Objetivo: • Quando apresentado a uma figura de amostra do rosto de uma pessoa (A) e ensinado a dizer o nome falado da pessoa (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o nome falado da pessoa de amostra (B) à figura do rosto da pessoa (A) (B-A). Materiais necessários: • A = figura de uma pessoa. • B = nome vocal de uma pessoa. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de amostra (A) ao participante. Diga, “Quem é esse?”, onde a resposta correta seja (B). • Teste B-A: forneça um arranjo de figuras (A) ao participante. Pergunte, “Qual desses é (B)?”. Estímulos típicos: • A = figura da mãe, pai, João. • B = mãe, pai, João. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 138 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: sons de letras – 6F Objetivo: • Quando fornecida uma letra escrita de amostra (A) e ensinado a emitir a resposta falada (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o som da letra escrita (A) (B-A) quando apresentado à letra falada de amostra (B). Materiais necessários: • A = letra textual. • B = som de letra. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: forneça uma letra escrita de amostra (A). Pergunte, “Qual som essa letra faz?”. • Teste B-A: forneça um arranjo de letras escritas (A). Pergunte, “Qual dessas faz um som de (B)?”. Estímulos típicos: • A = A, G, Y. • B = Ah, gê, ipisulom. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 139 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: combinações fonéticas e dígrafos – 6G Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma combinação fonética de amostra ou som de dígrafo (A) com suas letras escritas (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a combinação escrita de amostra ou dígrafo (B) com seu som (A) (B-A). Materiais necessários: • A = combinação fonética ou som do dígrafo. • B = combinação fonética textual ou dígrafo. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de combinações fonéticas escritas ou dígrafos (B). Diga, “Qual desses faz o som (A)?”. • Teste B-A: apresente uma combinação fonética escrita ou dígrafo (B) e diga, “Qual som isso faz?”. Estímulos típicos: • A = “/ch/”, “/ss/”, “/am/”. • B = ch, ss, am. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 140 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: sons de sílabas – 6H Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma combinação de letra escrita (A) com um som de sílaba (B) (A- B), o participante será capaz de combinar o som de sílaba de amostra (B) com a combinação de letra escrita (A) (B-A). Materiais necessários: • A = combinação de letras textual. • B = som de sílaba. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma combinação de letras escrita de amostra (A). Pergunte, “Qual som isso faz?”. • Teste B-A: apresente um arranjo de combinações de letras escritas (A). Pergunte, “Qual desses faz o som (B)?”. Estímulos típicos: • A = pe, bi, ca. • B = pe, bi, ca. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 141 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: auditivo para sílabas – 6I Objetivo: • Quando ensinado a combinar um som de amostra (A) com uma combinação escrita de consoante- vogal-consoante (B) (A-B), o participante será capaz de responder fornecendo o som (A) (B-A) quando fornecida a combinação escrita consoante-vogal-consoante de amostra (B). Materiais necessários: • A = sons auditórios. • B = sílabas textuais de consoante-vogal-consoante que produzam (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: forneça um arranjo de sílabas escritas (B). Pergunte, “Qual delas diz (A)?”. • Teste B-A: forneça uma sílaba escrita (B). Pergunte, “O que isso diz?”. Estímulos típicos: • A = bol, pac, tim. • B = bol, pac, tim. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 142 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: leitura à primeira vista – 6J Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com uma palavra escrita (B) (A- B), o participante será capaz de responder afirmando a palavra falada (A) (B-A) quando fornecido com a palavra escrita (B). Materiais necessários: • A = palavras vocais. • B = palavras textuais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de palavras escritas (B). Diga, “Qual dessas é (A)?”. • Teste B-A: apresente uma palavra escrita de amostra (B) e diga, “O que isso diz?”. Estímulos típicos: • A = peixe, barra, lâmpada. • B = peixe, barra, lâmpada. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 143 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: ações e resultados – 7A Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de uma ação de amostra (A) com uma figura de um resultado (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra do resultado (B)com a figura da ação (A) (B-A). Materiais necessários: • A = figuras de ações. • B = figuras de resultados associados. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de uma ação de amostra (A) e um arranjo de figuras de resultados (B). Diga, “O que (A) causa?”. • Teste B-A: apresente uma figura de um resultado de amostra (B) e um arranjo de figuras de ações (A). Diga, “O que causa (B)?”. Estímulos típicos: • A = figura de escavação, blocos de empilhar, massa para assar. • B = figura de um buraco, castelo de blocos, bolo. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 144 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: causa e efeito – 7BObjetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de um evento (A) com uma figura do efeito que ele tem (B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra do efeito (B) com a figura do evento (A) (B-A). Materiais necessários: • A = figuras de eventos. • B = figuras dos efeitos que os eventos em (A) possuem. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de amostra (A) e um arranjo de figuras (B). Diga, “O que (A) causa?”. • Teste B-A: apresente uma figura de amostra (B) e um arranjo de figuras (A). Diga, “O que causou (B)?”. Estímulos típicos: • A = figura de um tornado, acidente de bicicleta, um papel com uma nota “A”. • B = figura de uma casa destruída, joelho esfolado, um pai fazendo um toque de mãos com o filho. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 145 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: habitats de animais – 7C Objetivo: • Quando ensinado a combinar um nome falado de um animal de amostra (A) com o habitat falado (B) no qual o animal vive (A-B), o participante será capaz de combinar o habitat falado (B) com o animal (A) que vive lá (B-A). Materiais necessários: • A = nomes vocais de animais. • B = habitats de animais vocais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “Onde um (A) vive?”. • Teste B-A: pergunte, “O que você encontraria em um(a) (B)?”. Estímulos típicos: • A = urso, macaco, águia. • B = caverna, árvore, ninho. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 146 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: geometria – 7D Objetivo: • Quando apresentado a um nome de forma de amostra (A) e ensinado a dizer duas características da forma (B) (A-B), o participante será capaz de responder dizendo nome da forma (A) (B-A) quando fornecidas as duas características da forma (B). Materiais necessários: • A = nomes vocais de formas. • B = duas características vocais de formas. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: pergunte, “O que é algo que (A) possui?”. • Teste B-A: pergunte, “Qual forma (A) possui?”. Estímulos típicos: • A = círculo, paralelogramo, triângulo equilátero. • B = sem arestas e sem vértices, quatro lados com dois conjuntos paralelos, três lados de comprimento igual. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 147 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: fatos de animais – 7E Objetivo: • Quando ensinado a combinar um nome falado de um animal de amostra (A) com um fato falado sobre o animal (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando o nome falado do animal (A) (B-A) quando fornecido o fato falado (B). Materiais necessários: • A = nomes vocais de animais. • B = fatos vocais de animais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “Me diga algo sobre (A)”. • Teste B-A: pergunte, “Qual é um animal que (B)?”. Estímulos típicos: • A = guaxinim, baleia azul, tamanduá. • B = vive em árvores, é muito grande, come formigas. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 148 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: capitais regionais – 7F Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma região falada de amostra (A) com uma cidade capital falada (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a cidade capital falada de amostra (B) com a região falada (A) (B-A). Materiais necessários: • A = regiões vocais. • B = cidades capitais vocais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “Qual é a capital de (A)?”. • Teste B-A: diga, “Onde é (B)?”. Estímulos típicos: • A = Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul. • B = Vitória, Florianópolis, Porto Alegre. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 149 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: logos de empresas – 7G Objetivo: • Quando fornecida uma amostra do logo de uma empresa (A) e ensinado a dizer o serviço ou produto que a empresa fornece (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o logo da empresa (A) (B-A) quando fornecido o serviço ou produto que a empresa provê (B). Materiais necessários: • A = logos de empresas. • B = serviços ou produtos fornecidos por (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente o logo de uma empresa (A). Pergunte, “O que você consegue aqui?”. • Teste B-A: apresente um arranjo de logos de empresas. Pergunte, “Onde você pode conseguir (B)?”. Estímulos típicos: • A = Atacadão, Walmart, Starbucks. • B = mantimentos, objetos para casa, café. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 150 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: sinônimos – 7H Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com um sinônimo falado (B) (A- B), o participante será capaz de combinar o sinônimo de amostra (B) com a palavra falada (A) (B- A). Materiais necessários: • A = palavras vocais. • B = sinônimos vocais das palavras em (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “Qual palavra também significa (A)?”. • Teste B-A: diga, “Qual palavra também significa (B)?”. Estímulos típicos: • A = feliz, cachorro, bicicleta. • B = alegre, canino, bike. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 151 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: jogo de partes do corpo – 7I Objetivo: • Quando dito que uma parte do corpo falada de amostra (A) significa o mesmo que um sinônimo falado para aquela parte do corpo (B) (A-B), o participante será capaz de jogar um jogo com instruções que incluem o sinônimo falado de amostra (B) no lugar da parte do corpo falada (A) (B- A). Materiais necessários: • A = nomes vocais de partes do corpo. • B = sinônimos vocais para (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “(A) significa o mesmo que (B)”. Pergunte, “O que significa o mesmo que (A)?”. • Teste B-A: jogue um jogo incorporando os sinônimos (B) para as partes do corpo(A). Estímulos típicos: • A = cabeça, mão, pé. • B = crânio, palma, calcante. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 152 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: sons de animais – 7J Objetivo: • Quando ensinado a combinar um som de animal de amostra (A) com uma figura de um animal (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o som de animal apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecida a figura de amostra do animal (B). Materiais necessários: • A = clips sonoros de sons de animais. • B = figuras de animais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um som de animal de amostra (A) e um arranjo de figuras de animais (B). Diga, “Encontre aquele que é igual”. • Teste B-A: apresente uma figura de um animal de amostra (B) e um som de animal de comparação (A). Pergunte, “Esses eram os mesmos?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (A). Estímulos típicos: • A = béé, miau, au au. • B = figura de ovelha, gato, cachorro. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 153 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: por quê e o quê – 7K Objetivo: • Quando fornecida uma questão de amostra “Por que você...?”, em referência a uma ação falada (A), e ensinado a afirmar um motivo falado para a ação (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando a ação falada em referência ao motivo falado de amostra (B) quando fornecida a questão “O que você faz quando...?” (A) (B-A). Materiais necessários: • A = ações vocais. • B = motivos vocais para se engajar em (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: pergunte, “Por que você (A)?”. • Teste B-A: pergunte, “O que você faz quando você (B)?”. Estímulos típicos: • A = dormir, comer, fazer perguntas. • B = está com sono, está com fome, quer saber alguma coisa. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 154 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: disciplinas escolares – 7L Objetivo: • Quando fornecido um objeto de amostra (A) e ensinado a dizer uma disciplina acadêmica durante a qual o objeto provavelmente é utilizado (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando objetos que possuem probabilidade de serem utilizados durante a disciplina (A) (B- A) quando fornecida a disciplina acadêmica de amostra (B). Materiais necessários: • A = objetos relacionados a disciplinas acadêmicas. • B = disciplinas acadêmicas. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: forneça um objeto (A). Pergunte, “Em qual disciplina isso provavelmente é utilizado?”. • Teste B-A: forneça um arranjo de objetos (A). Pergunte, “Qual desses você tem mais probabilidade de utilizar durante (B)?”. Estímulos típicos: • A = símbolos matemáticos, mapas, provetas. • B = matemática, geografia, ciências. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 155 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: abstração de estímulos – 8A Objetivo: • Quando fornecida uma afirmação falada de amostra indicando duas características de um objeto (A) e ensinado a selecionar uma figura do objeto (B) (A-B), o participante será capaz de responder dizendo a afirmação falada das duas características do objeto (A) (B-A) quando fornecida a figura do objeto (B). Materiais necessários: • A = afirmação vocal descrevendo duas características de um objeto. • B = figuras de objetos descritos em (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: forneça um arranjo de figuras (B). Pergunte, “Qual delas possui (A)?”. • Teste B-A: forneça uma figura (B). Diga, “Descreva essa figura”. Estímulos típicos: • A = redonda e dura, redonda e achatada, penas e bico. • B = figura de bola de futebol, roda, pássaro. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 156 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: mostrar e contar – 8B Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma amostra de dois fatos falados (A) com um item (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o item de amostra (B) com os dois fatos falados (A) (B-A), mostrando o item a outros e relacionando os fatos. Materiais necessários: • A = afirmações vocais incluindo dois fatos para cada item. • B = itens. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: forneça um arranjo de itens (B). Pergunte, “Qual deles (A)?”. • Teste B-A: faça com que o participante fique com um par e forneça um item de amostra (B). Pergunte, “Conte a ele sobre (B)”. Estímulos típicos: • A = é plástica e é utilizada para escrever, mantém as pessoas quentes e as pessoas secas, é vestido na cabeça e bagunça o cabelo. • B = caneta, casaco, chapéu. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 157 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: ferramenta por função – 8C Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma função falada de amostra de uma ferramenta (A) com uma figura da ferramenta (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a figura de amostra da ferramenta (B) com sua função falada (A) (B-A). Materiais necessários: • A = função vocal da ferramenta. • B = figura de uma ferramenta. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: forneça um arranjo de figuras de ferramentas (B). Pergunte, “Qual desses você utilizaria para (A)?”. • Teste B-A: forneça uma figura de uma ferramenta de amostra (A). Pergunte, “Para que isso é utilizado?”. Estímulos típicos: • A = bater um prego, cortar uma árvore, fazer um buraco. • B = figura de um martelo, serra, furadeira. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 158 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: estímulos compostos – 8D Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra com duas características (A) com uma característica falada (B) (A-B) e uma segunda característica falada (C) (A-C), o participante será capaz de combinar as características faladas de amostra (B, C) com a figura (A) (B-A, C-A). Materiais necessários: • A = figuras de umobjeto com duas características distintas. • B = características vocais de um objeto. • C = segundas características vocais de um objeto. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de amostra (A) e diga, “Me conte sobre (A)”, em que (B) seja a resposta correta. • Treino A-C: repita o passo 1. Pergunte, “O que mais você pode me dizer sobre (A)?”. • Teste B-A, C-A: apresente um arranjo de figuras (A) e diga, “O que (B) e (C)?”. Estímulos típicos: • A = elefante, carro, maçã. • B = é cinza, possui rodas, é vermelho. • C = é grande, é usado para dirigir, é doce. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 159 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: provérbios – 8E Objetivo: • Quando ensinado a combinar um provérbio falado de amostra (A) com uma afirmação falada do significado (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o significado falado (B) com o provérbio falado (A) (B-A). Materiais necessários: • A = provérbio vocal. • B = significado vocal. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: pergunte, “O que significa quando alguém diz (A)?”. • Teste B-A: pergunte, “Qual é o provérbio que significa (B)?”. Estímulos típicos: • A = entregue um peixe ao homem e o alimente hoje; ensine o homem a pescar e alimente-o para sempre. • B = é melhor ensinar as pessoas do que dar as coisas a elas livremente. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 160 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: nomeação e desenho – 8F Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de um animal imaginário (A) com um nome inventado para aquele animal (B) (A-B), o participante será capaz de combinar o nome inventado (B) com a figura do animal (A), desenhando-o (B-A). Materiais necessários: • A = desenhos de criaturas imaginárias. • B = apelidos inventados para desenhos. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: desenhe uma criatura imaginária (A) e diga, “O que é isso?”. O participante deve responder com um apelido apropriado (B). • Teste B-A: utilizando o apelido (B) inventado pelo participante no passo 1, diga, “Desenhe um (B)”. O participante deve desenhar a criatura imaginária apropriada (A). Estímulos típicos: • A = um coelho com asas e calda de dragão, um gato com tentáculos, um lêmure com um rabo de peixe. • B = dralho, gapolvo, lêreia. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 161 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: álgebra básica – 8G Objetivo: • Quando ensinado a combinar um número escrito de amostra (A) com uma letra escrita (B) (A-B), e a solucionar um problema matemático escrito (C) contendo o número escrito (A), o participante será capaz de combinar a letra escrita de amostra (B) com o número escrito (A) (B-A), solucionando o problema de álgebra escrito (C) contendo as letras escritas (A). Materiais necessários: • A = números textuais. • B = letras textuais. • C = problema textual de matemática/álgebra contendo (A, B). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um número de amostra (A) e um arranjo de letras (B). Diga, “Combine com o que é igual”. • Treino C: apresente um problema matemático incluindo o número (A). Diga, “Resolva”. • Teste B-A: apresente um problema de álgebra (C) com letras (B) e diga, “Resolva”. O participante deve substituir a letra (B) na equação com o número (A) e fornecer uma resposta apropriada. Estímulos típicos: • A = 5, 3, 6. • B = A, X, Y. • C = 1 + A =, 5 – X =, Y x 3 =. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 162 C C C Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: lógica conjuntiva – 8H Objetivo: • Quando dito que o nome falado de uma pessoa (A) está relacionado, contextualmente, (C) a um substantivo falado (B) (CA-B) para duas pessoas diferentes (CA1-B1, CA2-B2), o participante será capaz de responder fornecendo, ambos, o nome da pessoa (A) e suas afirmações faladas associadas (B) (CA1-B1 e CA2-B2) quando fornecida uma pergunta falada sobre o contexto (C). Materiais necessários: • A = nome vocal da pessoa. • B = substantivo vocal. • C = contexto vocal. Instruções para os cuidadores: • Treino CA1-B1: diga, “(nome da pessoa A1) (faz C) (com B1)”. • Treino CA2-B2: diga, “(nome da pessoa A2) (faz C) (com B2)”. • Teste CA1-B1 e CA2-B2: diga, “Quem (faz C) e com o que ele (faz C)?”. Estímulos típicos: • A = Maria, João, Pedro. • B = presunto, violão, filmes. • C = come, toca, gosta. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A1 B1 A1 B1 A2 B2 A2 B2 163 C C Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: lógica disjuntiva – 8I Objetivo: • Quando apresentada uma regra de que uma palavra falada (A) é igual a outra palavra falada (B) (A- B) e ensinado a responder a uma regra que diz “Ou (B) ou (C) é verdadeiro. Se não é (C), então qual é?” com a palavra falada, “(B)”, o participante será capaz de responder à pista “Ou (B) ou (C) é verdadeiro. Se não é (C), então qual é?” afirmando “(A)” (B-A). Materiais necessários: • A, B, C = palavras vocais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “(A) é igual a (B)”. • Treino B ou C: diga, “Ou (B) ou (C) é verdadeiro”. Pergunte, “Se não é (C), então qual é?”. • Teste B-A: diga, “Ou (B) ou (C) é verdadeiro”. Pergunte, “Se não é (C), então qual é?”. Se o participante responder com a palavra falada (B), pergunte, “O que mais poderia ser?”. Estímulos típicos: • A = bicho de estimação, dia ensolarado, azul. • B = animal de casa, dia nublado, ciano. • C = animal selvagem, horário noturno, vermelho. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 164 C C C C Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: emoções individuais pelo contexto – 8J Objetivo: • Quando entregue um contexto falado de amostra (C) e ensinado a combinar uma figura de amostra de uma pessoa (A1) com uma emoção escrita (B1) (CA1-B1), e a combinar uma figura de amostra diferente de uma pessoa (A2) com outra emoção escrita (B2) (CA2-B2), então o participante será capaz de combinar a emoção escrita de amostra (B1 ou B2) com a figura da pessoa (A1 ou A2) (CB1- A1, CB2-A2) quando entregue o contexto falado de amostra (C). Materiais necessários: • A = figurasde pessoas. • B = emoções textuais. • C = contextos vocais. Instruções para os cuidadores: • Treino CA1-B1: apresente uma figura de amostra de uma pessoa (A1) e um arranjo de emoções escritas (B1). Diga, “Como (A1) se sente quando (C)?”. • Treino CA2-B2: repita o Passo 1 com uma figura de amostra de uma pessoa (A2) e um arranjo de emoções escritas (B1). • Teste CB1-A1 e CB2-A2: apresente emoção escrita de amostra (B1 ou B2) e um arranjo de figuras de pessoas (A1 ou A2). Pergunte, “Quem sente (B1 ou B2) quando (C)?”. Estímulos típicos: • A1 = Figura de Paulo, Maria, João. • A2 = Figura de Manoel, Hugo, Gabriela. • B1 = feliz, triste, assustado. • B2 = preocupado, bravo, cansado. • C = chove, está frio, está na escola. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A1 B1 A1 B1 A2 B2 A2 B2 165 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: determinando peso igual – 8K Objetivo: • Quando fornecido um objeto de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto apresentado sequencialmente que pese o mesmo (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o objeto original apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecido o objeto de amostra que pesa o mesmo (B). Materiais necessários: • A = objetos. • B = objetos que pesem o mesmo que os objetos utilizados em (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um objeto de amostra (A) e diga, “Segure-o em uma mão”. Apresente um objeto de comparação (B) e diga, “Segure-o na outra mão”. Pergunte, “Esses tem o mesmo peso?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente um objeto de amostra (B) e diga, “Segure-o em uma mão”. Apresente um objeto de comparação (A) e diga, “Segure-o na outra mão”. Pergunte, “Esses tem o mesmo peso?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (A). Estímulos típicos: • A = pena, bloco, mármore. • B = algodão, carro de brinquedo, pedra. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 166 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: soletração com símbolos arbitrários – 8L Objetivo: • Quando ensinado a soletrar uma palavra escrita (A) e, então, ensinado a combinar a palavra escrita de amostra (A) com um símbolo arbitrário (B) (A-B), o participante será capaz de responder corretamente soletrando a palavra escrita (A) (B-A) quando fornecido o símbolo arbitrário de amostra (B). Materiais necessários: • A = palavras textuais. • B = símbolos arbitrários. Instruções para os cuidadores: • Treino de soletração A: apresente uma palavra escrita de amostra (A) e diga, “Soletre isso”. O participante deve soletrar corretamente a palavra que estiver escrita. • Treino A-B: apresente uma palavra escrita de amostra (A) e um arranjo de símbolos arbitrários (B). Diga, “Combine com o que é igual”. • Teste B-A: apresente um símbolo arbitrário de amostra (B) e diga, “Soletre isso”. Estímulos típicos: • A = chapéu, mamãe, pedaço. • B = símbolo com linhas curvas, linhas retas, rabisco. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 167 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: idade para figura – 8M Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de uma pessoa (A) com uma descrição falada da idade (B) (A-B), o participante será capaz de combinar a descrição falada da idade de amostra (B) com a figura da pessoa (A) (B-A). Materiais necessários: • A = figuras de pessoas jovens ou velhas. • B = palavras vocais de idade. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de amostra de uma pessoa (A) e pergunte, “Qual idade ele(a) tem?”. • Teste B-A: apresente um arranjo de figuras de pessoas (A). Pergunte, “Qual desses é (B)?”. Estímulos típicos: • A = figura de uma criança, figura de um avô. • B = jovem, velho. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 168 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: emoções acústicas metafóricas – 8N Objetivo: • Quando fornecida uma nota musical ou canção de amostra (A) e ensinado a selecionar uma figura de uma emoção (B) (A-B), o participante será capaz de responder produzindo uma nota musical ou canção (A) quando apresentada uma figura de uma emoção (B). Materiais necessários: • A = clips de áudio de diferentes estilos de música. • B = figuras de emoções. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de figuras de emoções (B) e uma canção ou nota musical de amostra (A). Diga, “Qual dessas essa música é?”. • Teste B-A: apresente uma figura de uma emoção de amostra (B) e diga, “Toque uma música parecida com isso”. Estímulos típicos: • A = clip de áudio de uma canção com um tom baixo, uma canção com um tom alto, uma canção lenta. • B = figuras de triste, feliz, cansado. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 169 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: objeto para tátil – 9A Objetivo: • Quando fornecido um objeto de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto tátil apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o objeto original (A) (B-A) quando fornecido o objeto tátil de amostra (B). Materiais necessários: • A = objetos. • B = estímulos táteis que combinem com (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um objeto de amostra (A) e um objeto tátil de comparação (B). Pergunte, “Eles eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente um objeto tátil de amostra (B) e um arranjo de objetos (A). Diga, “Encontre aquele que é igual”. Estímulos típicos: • A = bola lisa, pedaço pequeno de carpete, pedaço pequeno de corda. • B = bola lisa, pedaço pequeno de carpete, pedaço pequeno de corda. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 170 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: gustativo para objeto – 9B Objetivo: • Quando apresentado a um gosto de amostra (A) e ensinado a selecionar um objeto (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o gosto apresentado sequencialmente (A) (B- A) quando fornecido o objeto de amostra (B). Materiais necessários: • A = estímulos gustativos. • B = objetos que produziriam os estímulos gustativos utilizados em (A). Instruções para os cuidadores:• Treino A-B: diga, “Feche os seus olhos”, e apresente um gosto de amostra (A). Diga, “Abra os seus olhos” e forneça um arranjo de objetos (B). Pergunte, “O que produz esse gosto?”. • Teste B-A: apresente um objeto de amostra (B). Diga, “Feche os seus olhos”, e apresente um gosto de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (A). Estímulos típicos: • A = pedaço de laranja, banana, pão. • B = laranja, banana, pão. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 171 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: tateando estímulos táteis – 9C Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com um objeto tátil sequencialmente apresentado (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando a palavra falada (A) (B-A) quando fornecido um objeto tátil de amostra (B). Materiais necessários: • A = palavras vocais. • B = objetos táteis. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma palavra falada de amostra (A) e um objeto tátil de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente um objeto tátil de amostra (B). Diga, “O que é isso?”. Estímulos típicos: • A = tapete, pena, lixa. • B = pedaço de tapete, pena, lixa. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 172 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: tateando estímulos gustativos – 9D Objetivo: • Quando fornecida uma palavra falada de amostra (A) e ensinado a selecionar um gosto sequencialmente apresentado (B) (A-B), o participante será capaz de responder afirmando a palavra falada (A) (B-A) quando fornecido o gosto de amostra (B). Materiais necessários: • A = palavras vocais. • B = estímulos gustativos que seriam produzidos por (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma palavra falada de amostra (A) e um gosto de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente um gosto de amostra (B) e pergunte, “O que era isso?”. Estímulos típicos: • A = pêssego, queijo, biscoito. • B = pedaço de pêssego, queijo, biscoito. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 173 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: tátil para figura – 9E Objetivo: • Quando fornecido um estímulo tátil (A) e ensinado a selecionar uma figura (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o estímulo tátil sequencialmente apresentado (A) (B-A) quando fornecida a figura de amostra (B). Materiais necessários: • A = estímulos táteis. • B = figuras de objetos que produziriam estímulos táteis utilizados em (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “Feche os seus olhos”, e apresente um estímulo tátil de amostra (A). Diga, “Abra os seus olhos”, e forneça um arranjo de figuras (B). Pergunte, “O que parece o mesmo?”. • Teste B-A: apresente uma figura de amostra (B). Diga, “Feche os seus olhos”, e apresente um objeto tátil de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). Estímulos típicos: • A = animal de pelúcia, borracha, pinha. • B = figura de um animal de pelúcia, borracha, pinha. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 174 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: olfativo para figura – 9F Objetivo: • Quando apresentado a um aroma (A) e ensinado a selecionar uma figura (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o aroma apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecida a figura de amostra (B). Materiais necessários: • A = estímulos olfativos. • B = figuras de itens. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “Feche os seus olhos”, e apresente um aroma de amostra (A). Diga, “Abra os seus olhos”, e apresente um arranjo de figuras (B). Pergunte, “O que produz aquele cheiro?”. • Teste B-A: apresente uma figura de amostra (B). Diga, “Feche os seus olhos”, e apresente um aroma de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (A). Estímulos típicos: • A = laranja, cachorro-quente, queijo. • B = laranja, cachorro-quente, queijo. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 175 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: gustativo para figura – 9G Objetivo: • Quando apresentado a um gosto (A) e ensinado a selecionar uma figura de um alimento (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o gosto apresentado sequencialmente (A) (B- A) quando fornecida a figura de amostra de um alimento (B). Materiais necessários: • A = estímulos gustativos. • B = figuras de itens alimentícios. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “Feche os seus olhos”, e apresente um gosto de amostra (A). Diga, “Abra os seus olhos”, e apresente um arranjo de figuras (B). Pergunte, “O que você experimentou?”. • Teste B-A: apresente uma figura de amostra (B). Diga, “Feche os seus olhos”, e apresente um gosto de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (A). Estímulos típicos: • A = mel, biscoitos, refrigerante. • B = figura de mel, biscoitos, refrigerante. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 176 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: estímulos arbitrários para olfativos – 9H Objetivo: • Quando fornecido um estímulo arbitrário de amostra (A) e ensinado a selecionar um cheiro apresentado sequencialmente (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o estímulo arbitrário (A) (B-A) quando fornecido o cheiro de amostra (B). Materiais necessários: • A = estímulos arbitrários. • B = estímulos olfativos. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um estímulo arbitrário de amostra (A) e um gosto de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). • Teste B-A: apresente um gosto de amostra (B) e um arranjo de estímulos arbitrários de comparação (A). Diga, “Encontre o que é igual”. Estímulos típicos: • A = formas arbitrárias, desenhos em linha, palavras. • B = copo pequeno de grãos de café, cookie, flor.Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 177 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: auditivo para textual – 9I Objetivo: • Quando ensinado a combinar um som de amostra (A) com uma palavra escrita (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o som apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecida a palavra escrita de amostra (B). Materiais necessários: • A = estímulos auditivos que seriam produzidos por (B). • B = palavras textuais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um som de amostra (A) e um arranjo de palavras escritas (B). Pergunte, “O que produz esse som?”. • Teste B-A: apresente uma palavra escrita de amostra (B) e um som de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (B). Estímulos típicos: • A = vroom, piu piu, miau. • B = carro, pássaro, gato. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 178 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: auditivo para arbitrário – 9J Objetivo: • Quando fornecido um som de amostra (A) e ensinado a selecionar um estímulo arbitrário (B) (A- B), o participante será capaz de combinar o estímulo arbitrário de amostra (B) com o som apresentado sequencialmente (A) (B-A). Materiais necessários: • A = estímulos auditivos. • B = estímulos arbitrários. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um som de amostra (A) e um arranjo de estímulos arbitrários (B). Diga, “Encontre o que é igual”. • Teste B-A: apresente um estímulo arbitrário de amostra (B) e um som de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo som (A). Estímulos típicos: • A = clips de áudio de um cachorro latindo, água correndo, pessoa cantarolando. • B = formas arbitrárias, desenhos em linha, palavras. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 179 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: tátil para arbitrário – 9K Objetivo: • Quando ensinado a combinar um objeto tátil de amostra (A) com um símbolo arbitrário (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o objeto tátil apresentado sequencialmente (A) (B-A) quando fornecido o símbolo arbitrário de amostra (B). Materiais necessários: • A = objetos táteis. • B = símbolos arbitrários. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: forneça um objeto tátil de amostra (A) e um arranjo de símbolos arbitrários (B). Diga, “Encontre o que é igual”. • Teste B-A: forneça um símbolo arbitrário de amostra (B) e um objeto tátil de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo objeto tátil (A). Estímulos típicos: • A = animal de pelúcia, lixa, azulejo. • B = símbolos arbitrários. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 180 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: olfativo para palavra vocal – 9L Objetivo: • Quando ensinado a combinar um aroma de amostra (A) com uma palavra falada (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o aroma sequencialmente apresentado (A) (B- A) quando fornecida a palavra falada de amostra (B). Materiais necessários: • A = estímulos olfativos. • B = palavras vocais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um aroma de amostra (A) e uma palavra falada de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com uma segunda palavra falada (B). • Teste B-A: apresente uma palavra falada de amostra (B) e um aroma de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo aroma (A). Estímulos típicos: • A = pedaço de limão, vela aromática, pedaço de borracha. • B = limão, vela, borracha. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 181 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Simetria: gustativo para arbitrário – 9M Objetivo: • Quando ensinado a combinar um gosto de amostra (A) com um desenho arbitrário (B) (A-B), o participante será capaz de responder selecionando o gosto sequencialmente apresentado (A) (B- A) quando fornecido o desenho arbitrário de amostra (B). Materiais necessários: • A = estímulos gustativos. • B = desenhos abstratos. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um gosto de amostra (A) e um arranjo de desenhos arbitrários (B). Diga, “Encontre aquele que é igual”. • Teste B-A: apresente um desenho de amostra (B) e um gosto de comparação (A). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com um segundo estímulo (A). Estímulos típicos: • A = laranja, banana, chocolate. • B = Ʊ ƻ ɞ Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A B A B 182 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: representando números – 9N Objetivo: • Quando ensinado a combinar um número de itens de amostra (A) com um número escrito (B) (A- B), e a combinar o número escrito de amostra (B) com um numeral romano escrito (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o número de itens de amostra (A) com o numeral romano escrito (C) (A-C). Materiais necessários: • A = número de itens. • B = números textuais. • C = numerais romanos textuais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um número de itens (A) e um arranjo de números escritos (B). Pergunte, “Quantos há aqui?”. • Treino B-C: apresente um número escrito (B) e um arranjo de numerais romanos escritos (C). Pergunte, “Qual é o mesmo número?”. • Teste A-C: apresente um número de itens (A) e um arranjo de numerais romanos escritos (C). Pergunte, “Quantos há aqui?”. Estímulos típicos: • A = três ursos, quatro blocos, sete caixas. • B = 3, 4, 7. • C = III, IV, VII. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 183 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: copiando textos e ditado – 9O Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com uma palavra falada escrita (B) (A-B), e a responder quando apresentado à palavra escritade amostra (B), escrevendo a palavra (C) (B-C), o participante será capaz de responder à palavra falada (A), escrevendo a palavra (C) (A- C). Materiais necessários: • A = palavra vocal. • B = palavra textual. • C = palavra escrita. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de palavras escritas (B). Diga, “Qual delas é (A)?”. • Treino B-C: apresente uma palavra escrita de amostra (B) e um utensílio de escrita e papel. Diga, “Copie isso”. • Teste A-C: apresente um utensílio de escrita e papel. Diga, “Escreva (A)”. Estímulos típicos: • A = bola, lâmpada, torneira. • B = bola, lâmpada, torneira. • C = B-O-L-A, L-Â-M-P-A-D-A, T-O-R-N-E-I-R-A. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 184 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: ações e resultados múltiplos – 9P Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma ação (A) com um resultado (B) (A-B), e a combinar um resultado (B) com uma ação que é produzida pelo resultado (C) (B-C), o participante será capaz de combinar uma ação (A) a uma segunda ação (C) (A-C). Materiais necessários: • A, C = figuras de ações. • B = figuras de resultados. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma ação de amostra (A) e um arranjo de resultados (B). Pergunte, “O que acontece quando (A)?”. • Treino B-C: apresente um resultado de amostra (B) e um arranjo de ações (C). Pergunte, “O que acontece quando (B)?”. • Teste A-C: apresente uma ação de amostra (A) e um arranjo de ações (C). Pergunte, “O que acontece quando (C)?”. Estímulos típicos: • A = derrubar um copo de água, escorregar no gelo, provocar. • B = copo quebrado, se machucar, alguém triste. • C = limpar, ir ao médico, se desculpar. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 185 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: adição – 10A Objetivo: • Quando ensinado a combinar um problema de adição (A) com uma figura (B) (A-B), e a combinar uma figura (B) com um número total (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o problema de adição (A) com o número total (C) (A-C). Materiais necessários: • A = problemas de adição. • B = figuras mostrando dois grupos de itens que correspondam com (A). • C = números totais que sejam iguais a (A) e ao número de itens exibidos em (B). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um problema de adição de amostra (A) e um arranjo de figuras (B). Diga, “Combine”. • Treino B-C: apresente uma figura de amostra (B) e um arranjo de números (C). Diga, “Combine”. • Teste A-C: apresente um problema de adição de amostra (A) e um arranjo de números (C). Diga, “Combine”. Estímulos típicos: • A = 5+3, 2+2, 1+4. • B = cinco abelhas e três borboletas, duas vacas e dois patos, um menino e quatro meninas. • C = 8, 4, 5. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 186 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: subtração – 10B Objetivo: • Quando ensinado a combinar um problema de subtração (A) com uma figura (B) (A-B), e a combinar uma figura (B) com um número total (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o problema de subtração (A) com o número total (C) (A-C). Materiais necessários: • A = problemas de subtração. • B = figuras mostrando dois grupos de itens que correspondam a (A). • C = números totais que sejam iguais a (A) e o número de itens exibidos em (B). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um problema de subtração de amostra (A) e um arranjo de figuras (B). Diga, “Combine”. • Treino B-C: apresente uma figura de amostra (B) e um arranjo de números (C). Diga, “Combine”. • Teste A-C: apresente um problema de subtração de amostra (A) e um arranjo de números (C). Diga, “Combine”. Estímulos típicos: • A = 5-1, 3-1, 4-3. • B = quatro abelhas coloridas e uma abelha branca e preta, dois patos coloridos e um pato branco e preto, um sapo colorido e três sapos branco e preto. • C = 4, 2, 1. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 187 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: multiplicação – 10C Objetivo: • Quando ensinado a combinar um problema de multiplicação (A) com uma figura (B) (A-B), e a combinar uma figura (B) com um número total (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o problema de multiplicação (A) com o número total (C) (C-A). Materiais necessários: • A = problemas de multiplicação. • B = figuras mostrando grupos de itens que correspondam a (A). • C = números totais que sejam iguais a (A) e o número de itens exibido em (B). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um problema de multiplicação de amostra (A) e um arranjo de figuras (B). Diga, “Combine”. • Treino B-C: apresente uma figura de amostra (B) e um arranjo de números (C). Diga, “Combine”. • Teste A-C: apresente um problema de multiplicação de amostra (A) e um arranjo de números (C). Diga, “Combine”. Estímulos típicos: • A = 3x2, 2x1, 4x3. • B = três grupos de dois cachorros, dois grupos de um hipopótamo, quatro grupos de três flores. • C = 6, 2, 12. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 188 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: divisão – 10D Objetivo: • Quando ensinado a combinar um problema de divisão (A) com uma figura (B) (A-B), e a combinar uma figura (B) (A-B), e a combinar uma figura (B) com um número total (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o problema de divisão (A) com o número total (C) (A-C). Materiais necessários: • A = problemas de divisão. • B = figuras mostrando grupos de itens que correspondam com (A). • C = números totais que sejam iguais a (A) e o número de itens exibido em (B). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um problema de divisão de amostra (A) e um arranjo de figuras (B). Diga, “Combine”. • Treino B-C: apresente uma figura de amostra (B) e um arranjo de números (C). Diga, “Combine”. • Teste A-C: apresente um problema de divisão de amostra (A) e um arranjo de números (C). Diga, “Combine”. Estímulos típicos: • A = 6/2, 4/2, 3/3. • B = dois grupos de três hipopótamos, dois grupos de duas plantas, três grupos de um cachorro. • C = 3, 2, 1. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 12 3 4 Treino Teste A C A C B B 189 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: intraverbais com expressões idiomáticas – 10E Objetivo: • Quando ensinado a responder a uma questão de amostra (A) com uma resposta falada (B) (A-B), e a combinar a resposta falada à questão (B) com uma expressão idiomática falada (C) (B-C), o participante será capaz de responder à questão de amostra (A) com a expressão idiomática falada (C) (A-C). Materiais necessários: • A = questões vocais. • B = respostas vocais à (A). • C = afirmações idiomáticas vocais que signifiquem o mesmo que (B). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: faça uma pergunta (A) onde (B) seja a resposta correta. • Treino B-C: diga, “Qual é outra maneira de dizer (B)?”, onde (C) seja correto. • Teste A-C: faça a pergunta (A), onde (C) seja a resposta correta. Se o participante responder com (B), pergunte, então, “Qual é outra resposta para (A)?”. Estímulos típicos: • A = se algo não é difícil, é... ?, o que você diz a alguém prestes a subir em um palco?, se algo custa muito dinheiro, esse algo é... ?. • B = fácil, boa sorte, caro. • C = de tirar de letra, manda ver, os olhos da cara. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 190 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: recursos informacionais – 10F Objetivo: • Quando ensinado a responder a um tipo de questão falada de amostra (A) afirmando um recurso informacional falado utilizado para responder aquela questão (B) (A-B), e a combinar o nome falado de amostra de um recurso informacional (B) com uma figura do recurso informacional (C) (B-C), o participante será capaz de responder selecionando a figura do recurso informacional (C) (A-C) quando fornecida a questão falada de amostra (A). Materiais necessários: • A = questões vocais. • B = nomes vocais de recursos informacionais. • C = figuras de recursos informacionais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: pergunte, “Qual recurso alguém utilizaria para (A)?”. • Treino B-C: apresente um arranjo de figuras (C). Pergunte, “Qual é um(a) (B)?”. • Teste A-C: apresente um arranjo de figuras (C). Pergunte, “Qual recurso alguém utilizaria para (A)?”. Estímulos típicos: • A = encontrar um local, descobrir o que uma palavra significa, descobrir outra palavra que signifique a mesma coisa. • B = mapa, dicionário, dicionário de sinônimos. • C = figuras de mapa, dicionário, dicionário de sinônimos. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 191 B Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: generalização de sinônimos – 10G Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma palavra falada de amostra (A) com seu sinônimo falado (B) (A- B), e a combinar a palavra falada de amostra (A) com sua figura (C) (A-C), o participante será capaz de responder afirmando a palavra sinônima falada (B) (B-D) quando fornecida qualquer figura similar (D). Materiais necessários: • A = palavras vocais para a figura (C). • B = sinônimos vocais da palavra (A). • C = figuras. • D = figuras que sejam similares mas não idênticas à figura (C). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “Qual é outra palavra para (A)?”, onde (B) seja correto. • Treino A-C: apresente um arranjo de figuras (C) e diga, “Qual dessas é (A)?”. • Teste D-B: apresente uma figura (D) e diga, “O que é isso?”. Se o participante responder com a palavra original (A), diga, “O que mais é isso?”. Estímulos típicos: • A = feliz, gato, elevador. • B = alegre, felino, transporte. • C = figuras de um rosto sorridente, gato, elevador. • D = figuras diferentes de uma pessoa sorrindo, gato, elevador. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste B A D A D C C 192 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: lógica hipotética – 10H Objetivo: • Quando fornecida uma regra “Se (A), então (B)” (A-B), e uma regra “Se (B), então (C)” (B-C), o participante será capaz de responder fornecendo o efeito falado (C) (A-C) quando fornecida a frase “Se (A), então...”. Materiais necessários: • A = causa vocal. • B = efeito vocal de (A) e causa de (C). • C = efeito vocal de (B). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: diga, “Se (A), então (B)”. Pergunte, “O que acontecerá se (A)?”. • Treino B-C: diga, “Se (B), então (C)”. Pergunte, “O que acontecerá se (B)?”. • Teste A-C: diga, “O que acontecerá se (A)?”. Se o participante responder (B), diga, “O que mais acontecerá?”. Estímulos típicos: • A = não fiz a lição de casa, a barragem está velha, os morangos estão em alta. • B = obtive uma nota ruim, a barragem se rompe, você pode comprar morangos. • C = se envolver em problemas, a água escapa através da barragem, você pode fazer uma torta. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 193 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: construindo com atributos – 10I Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma qualidade escrita de amostra (A) com um símbolo arbitrário (B) (A-B), e a combinar o símbolo arbitrário de amostra (B) com um item (C) (B-C) para diversas classes de equivalência (1, 2, 3), o participante será capaz de construir uma estrutura quando qualidades escritas específicas forem entregues (A1-C1, A2-C2, A3-C3). Materiais necessários: • A = qualidades textuais. • B = símbolos arbitrários. • C = itens. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma qualidade escrita de amostra (A) e um arranjo de símbolos (B). Diga, “Combine com o igual”. • Treino B-C: apresente um símbolo arbitrário de amostra (B) e um arranjo de itens (C). Diga, “Combine com o igual”. • Repita os Passos 1 e 2 para três conjuntos de estímulos (A1, B1, C1; A2, B2, C2; e A3, B3, C3). • Teste A1-C1, A2-C2, A3-C3: forneça um arranjo de itens (C) e diga, “Construa uma estrutura (A1, A2 e/ou A3)”. Estímulos típicos: • A = forte, bonito, elegante. • B = qualquer desenho de linha arbitrário. • C = blocos, flores, moedas. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 194 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: texto, figura, & olfativo – 10J Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma palavra escrita de amostra (A) com uma figura (B) (A-B), e a responder quando fornecida a figura de amostra (B) selecionando um aroma apresentado sequencialmente (C) (B-C), o participante será capaz de responder selecionando o aroma sequencialmente fornecido (C) (A-C) quando apresentado à palavra escrita de amostra(A). Materiais necessários: • A = palavras textuais. • B = figuras. • C = estímulos olfativos. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma palavra escrita (A) e um arranjo de figuras (B). Diga, “Combine com o igual”. • Treino B-C: apresente uma figura de amostra (B) e um aroma de comparação (C). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com outro estímulo (C). • Teste A-C: apresente uma palavra escrita de amostra (A) e um aroma de comparação (C). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com outro estímulo (C). Estímulos típicos: • A = flor, pinha, limão. • B = figuras de uma flor, pinha, limão. • C = flor, pinha, limão. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 195 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Transitividade: gustativo, visual, & auditivo – 10K Objetivo: • Quando ensinado a combinar um gosto de amostra (A) com uma figura (B) (A-B), e quando fornecida a figura de amostra (B) para afirmar um nome de gosto falado (C) (B-C), o participante será capaz de responder afirmando o nome do gosto falado (C) (A-C) quando fornecido o gosto de amostra (A). Materiais necessários: • A = estímulos gustativos. • B = figuras de itens (A). • C = nomes vocais de gostos (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um gosto de amostra (A) e uma figura de comparação (B). Pergunte, “Esses eram iguais?”. Repita a sequência com outro estímulo (B). • Treino B-C: apresente uma figura de amostra (B). Pergunte, “O que é isso?”. • Teste A-C: apresente um gosto de amostra (A) e pergunte, “O que você experimentou?”. Estímulos típicos: • A = limão, queijo, torta doce. • B = figuras de limão, queijo, torta doce. • C = limão, queijo, torta doce. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 196 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: regras de características – 10L Objetivo: • Quando fornecida a regra de que objetos (B, C) detém características específicas (A) (B-A, C-A), o participante será capaz de combinar um objeto de amostra (C) com outro objeto (B) que compartilha de uma característica comum (C-B). Materiais necessários: • A = palavras descrevendo características. • B, C = objetos que compartilham das características especificadas em (A). Instruções para os cuidadores: • Treino B-A: diga, “(B) possui (A)”. Pergunte, “O que (B) possui?”. • Treino C-A: diga, “(C) possui (A)”. Pergunte, “O que (C) possui?”. • Teste B-C: pergunte, “O que tem algo em comum com (C)?”. Estímulos típicos: • A = listras, espinhos, escamas. • B = tigre, porco-espinho, cobra. • C = zebra, ouriço, peixe. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 197 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: pessoas através do tempo – 10M Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra de uma pessoa como criança (A) com uma figura da mesma pessoa como um jovem adulto (B) (A-B), e a combinar a figura de amostra da pessoa como um jovem adulto (B) com uma figura da mesma pessoa como um adulto (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a figura de amostra da pessoa como adulto (C) com a figura da pessoa como criança (A) (C-A). Materiais necessários: • A = figuras de pessoas como crianças. • B = figuras de pessoas como jovens adultos. • C = figuras de pessoas como adultos. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de jovens adultos (B) e uma criança de amostra (A). Diga, “Combine”. • Treino B-C: apresente um arranjo de adultos (C) e um jovem adulto de amostra (B). Diga, “Combine”. • Teste C-A: apresente um arranjo de crianças (A) e um adulto de amostra (C). Diga, “Combine”. Estímulos típicos: • A = figuras como crianças de João, Maria, Pedro. • B = figuras como jovens adultos de João, Maria, Pedro. • C = figuras como adultos de João, Maria, Pedro. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 198 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: valores – 10N Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma descrição falada de amostra de uma ação (A) com um resultado falado (B) (A-B), e a combinar o resultado falado de amostra (B) com um valor falado (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o valor falado de amostra (C) com a descrição falada da ação (A) (C-A). Materiais necessários: • A = ações vocais. • B = resultados vocais. • C = valores vocais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: pergunte, “O que acontecerá se você (A)?”. • Treino B-C: pergunte, “Com qual valor (B) está alinhado?”. • Teste C-A: pergunte, “O que você faria para trabalhar por um valor como (C)?”. Estímulos típicos: • A = chutar uma bola de futebol, ajudar um amigo, fazer suas tarefas. • B = marcar um gol, ter alguém com quem brincar, deixar a família feliz. • C = competição, amizade, família. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 199 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: números – 10O Objetivo: • Quando ensinado a combinar um número de objetos de amostra (A) a um número escrito (B) (A- B), e a combinar o número de objetos de amostra (A) com o número falado (C), o participante será capaz de combinar o número falado de amostra (C) com o número de objetos escrito (B) (C-B). Materiais necessários: • A = número de objetos. • B = número textual. • C = número vocal. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: forneça um número de objetos de amostra (A) e um arranjo de números escritos (B). Pergunte, “Quantos há aqui?”. • Treino A-C: forneça um arranjo de um número de objetos. Pergunte, “Quantos há aqui?”. • Teste C-B: forneça um arranjo de números escritos (B). Pergunte, “Qual desses é (C)?”. Estímulos típicos: • A = duas maçãs, três ursos, quatro pontos. • B = 2, 3, 4. • C = 2, 3, 4. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 200 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: tatos metonímicos – 10P Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de amostra (A) com o seu nome (B) (A-B), e a combinar o nome de amostra (B) com uma palavra relacionada (C) (B-C), o participante será capaz de combinar a palavra relacionada de amostra (C)A1 “GATO” C1 G-A-T-O D1 “Felino” C1 G-A-T-O D1 “Felino” F1 “RAINHA” A1 “GATO” E1 “TOM” 13 A1 A1 A2 / A2 / A1 A1 A3 A3 Direta Reflexividade Tipos de relações encontradas no Módulo de Equivalência do PEAK Há quatro tipos primários de relações de estímulos dentro do Módulo de Equivalência. Eles incluem: reflexividade, simetria, transitividade, e equivalência. Essas quatro relações primárias são apresentadas através de uma ampla variedade de níveis de dificuldade, a fim de estabelecer respostas relacionais duráveis e flexíveis que não estão vinculadas a nenhum estímulo determinado encontrado dentro de um programa. Ao invés disso, a meta é ensinar o aprendiz a relacionar, e não o que relacionar. Reflexividade: o processo de construir uma relação reflexiva entre estímulos é, simplesmente, o de relacionar um estímulo a ele mesmo. Por exemplo, quando apresentado a uma figura de um carro e solicitado a combinar com aquela que é igual, na presença de uma série de figuras de comparação, incluindo um carro, uma maçã, e um gato, o aprendiz combinará com a figura do carro correta. Uma história de aprendizagem é, inicialmente, estabelecida através da combinação de A com A e, eventualmente, o aprendiz será capaz de derivar de A para A. TREINAMENTO (A-A) TESTE REFLEXIVO (A-A) REDE RELACIONAL Essa resposta de reflexividade parece, em alguma medida, paradoxal, porque a relação que nós estamos tentando derivar foi diretamente treinada. Além disso, a notação abreviada A-A é confusa. Quando buscando reflexividade, uma resposta correta requer correspondência ponto-a-ponto entre estímulos. Em outras palavras, eles precisam ser, essencialmente, os mesmos. Quando os itens são visuais por natureza, tal combinação parece ser uma habilidade relativamente básica. No entanto, conforme os estímulos assumem modalidades sensoriais alternativas, relaciona-los reflexivamente torna-se um pouco mais desafiador. Por exemplo, quando apresentado a um pedaço de rosquinha e, então, solicitado a determinar, sequencialmente, se um bolinho de chuva, então um feijão e, finalmente, uma rosquinha, são “iguais” à rosquinha original, o aprendiz deve consumir todos os estímulos comparativos e responder “sim” ou “não” seguindo cada comparação. O tempo envolvido, e o potencial de interferência a partir da lembrança acerca do gosto da amostra, são importantes e únicos para os estímulos não-visuais. Desafios similares existem quando tentando produzir relações reflexivas em categorias auditivas e de olfato. A A 14 B1 B1 B2 B3 B1 Simetria: o processo de construir uma relação derivada na direção oposta de uma relação treinada é chamado de simetria. Se um aprendiz é treinado para que uma figura de um carro (A) seja chamada de um “CARRO” (B), então o aprendiz pode derivar que, quando apresentado à palavra “CARRO” (B), selecionar a figura de um carro (A) é a resposta correta. Aqui, a seleção da figura seria considerada como derivada (B-A), e pode ocorrer, simplesmente, por conta da sequência de treinamento A-B anterior. Múltiplas relações simétricas podem estar presentes dentro de uma única rede de estímulos, por exemplo, com o treinamento de A-B e B-C provavelmente produzindo as relações simétricas de B-A e C-B. TREINAMENTO (A-B) TESTE SIMÉTRICO (B-A) REDE RELACIONAL Transitividade: a transitividade ocorre quando um aprendiz deve fazer uma derivação através de estímulos, de modo que os dois itens sendo relacionados nunca tenham sido emparelhados durante a história de treinamento. Por exemplo, em uma sequência de treinamento de A-B e B-C, uma relação transitiva é derivada quando uma inferência correta é feita entre os estímulos A e C. Por exemplo, se um aprendiz é ensinado que, na presença da palavra “CARRO” (A), uma figura de um carro (B) deve ser selecionada, e na presença de uma figura de um carro (B), a palavra textual C-A-R-R-O (C) deve ser selecionada, então é provável que o aprendiz derive que, na presença da palavra textual C-A-R-R-O (C), “CARRO” (A) deve ser dito, e na presença de “CARRO” (A), a palavra textual C-A-R-R-O (C) deve ser selecionada. A1 “CARRO” A1 “CARRO” C3 G-A-T-O C2 M-a-ç-ã C1 C-A-R-R-O A1 “CARRO” A3 “GATO” A2 “Maçã” C1 C-A-R-R-O A2 “Maçã” A1 “CARRO” A3 “GATO” A1 “CARRO” C1 C-A-R-R-O 15 B1 B2 B3 B1 B1 Direta Direta Transitividade Equivalência TREINAMENTO (A-B) TESTE TRANSITIVO (A-C, C-A) REDE RELACIONAL Equivalência: a relação final descrita aqui é denominada relação de equivalência. A relação de equivalência ocorre com o treinamento A-B e A-C, e uma derivação ocorre entre as relações B-C e C-B. Nesse caso, o treinamento envolveria apresentar a palavra “CARRO” (A) e um arranjo incluindo a figura do carro (B), bem como apresentar a palavra “CARRO” (B) e um arranjo de estímulos textuais incluindo a palavra escrita C-A-R- R-O (C). As relações derivadas resultantes incluiriam, então, a afirmação da palavra “CARRO” (A) quando apresentado à palavra textual C-A-R-R-O (C), e selecionar a palavra textual C-A-R-R-O (C) quando apresentado à palavra “CARRO” (A). A1 “CARRO” C3 G-A-T-O C2 M-a-ç-ã C1 C-A-R-R-O C1 C-A-R-R-O C2 M-A-Ç-à C3 G-A-T-O 000 C1 C-A-R-R-O A2 “MAÇÔ A1 “CARRO” A3 “GATO” A1 “CARRO” A1 “CARRO” C1 C-A-R-R-O 16 B1 B1 B2 B3 B1 B2 B1 B3 B1 Equivalência TREINAMENTO (A-B) TESTE DE EQUIVALÊNCIA (B-C, C-B) REDE RELACIONAL A transitividade e a equivalência são bastante similares uma a outra em termos práticos, uma vez que as relações testadas nunca foram, de fato, reforçadascom a figura (A) (C-A). Materiais necessários: • A = figuras. • B = nomes vocais do objeto ou figura (A). • C = palavras vocais que estejam relacionadas ao nome (B). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de amostra (A). Pergunte, “O que é isso?”. • Treino B-C: pergunte, “O que é algo que está relacionado com (B)?”. • Teste C-A: forneça um arranjo de objetos ou figuras (A). Diga, “Qual desses é (C)?”. Estímulos típicos: • A = figuras do Presidente, de uma lâmpada, do professor. • B = Presidente, lâmpada, professor. • C = Brasília, luz, escola. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 201 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: reconhecimento facial e de corpo – 10Q Objetivo: • Quando ensinado a combinar um nome falado (A) a uma figura de um rosto (B) (A-B), e a combinar uma figura de um rosto (B) a uma figura de um corpo (C) (B-C), o participante será capaz de responder afirmando o nome falado (A) (C-A) quando fornecida uma figura de um corpo de amostra (C) Materiais necessários: • A = nomes vocais. • B = figuras de rostos. • C = figuras de corpos completos. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de rostos (B). Pergunte, “Quem é (A)?”. • Treino B-C: apresente um rosto de amostra (B) e um arranjo de corpos (C). Diga, “Combine com o igual”. • Teste C-A: apresente um corpo de amostra (C). Pergunte, “Quem é esse?”. Estímulos típicos: • A = Larissa Manoela, mamãe, tio. • B = figuras dos rostos de Larissa Manoela, mamãe, tio. • C = figuras dos corpos de Larissa Manoela, mamãe, tio. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 202 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: simbolismo – 10R Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma figura de um item de amostra (A) com um traço escrito (B) (A- B), e o traço escrito de amostra (B) com um segundo traço escrito (C) (B-C), o participante será capaz de combinar o segundo traço escrito de amostra (C) com a figura do item (A) (C-A). Materiais necessários: • A = figuras de itens. • B, C = traços textuais. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente uma figura de amostra (A) e um arranjo de traços escritos (B). Diga, “Qual desses descreve (A)?”. • Treino B-C: apresente um traço escrito de amostra (B) e um arranjo de traços escritos (C). Diga, “Qual desses é como (B)?”. • Teste C-A: apresente um traço escrito de amostra (C) e um arranjo de figuras (A). Diga, “Qual dessas (C) descreve?”. Estímulos típicos: • A = carro de corrida, rato, raposa. • B = veloz, nojento, astuto. • C = rápido, sujo, esperto. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 203 B Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: emoções metafóricas – 11A Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma emoção falada de amostra (A) com uma expressão facial (B) (A- B), a combinar uma metáfora falada de amostra (C) com uma figura de uma metáfora (D) (C-D), e a combinar a figura de uma expressão facial (B) com a figura de uma metáfora (D) (B-D), o participante será capaz de responder afirmando a emoção falada (A) (C-A) quando apresentado à metáfora falada de amostra (C). Materiais necessários: • A = emoção vocal. • B = figura de uma expressão facial representando uma emoção. • C = metáfora vocal. • D = figura de uma metáfora. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de expressões faciais (B). Pergunte, “Qual se parece com (A)?”. • Treino C-D: apresente um arranjo de figuras (D). Pergunte, “Qual é (C)?”. • Treino B-D: apresente uma expressão facial de amostra (B) e um arranjo de figuras (D). Diga, “Combine com o que é igual”. • Teste C-A: “Como alguém se sente se ele se sentir como (C)?”. Estímulos típicos: • A = triste, bravo, feliz. • B = choro, olhar fixo, sorriso. • C = chuva, fogo, arco-íris. • D = nuvem de chuva, fogo, arco-íris. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste B A D A D C C 204 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: dizendo o horário – 11B Objetivo: • Quando ensinado a combinar um horário falado de amostra (A) com um relógio digital (B) (A-B), e a combinar o relógio digital de amostra (B) com um relógio analógico (C) (B-C), o participante será capaz de responder afirmando o horário falado (A) (C-A) quando fornecido o relógio analógico de amostra (C). Materiais necessários: • A = horário vocal. • B = figura de um relógio digital. • C = figura de um relógio analógico. Instruções para os cuidadores: • Treino A-B: apresente um arranjo de relógios digitais (B). Pergunte, “Qual deles diz (A)?”. • Treino B-C: apresente um relógio digital de amostra (B) e um arranjo de relógios analógicos (C). Diga, “Combine com o igual”. • Teste C-A: apresente um relógio analógico de amostra (C). Pergunte, “Qual horário ele diz?”. Estímulos típicos: • A = 13:30, 16:45, 11:05. • B = digital – 13:30, 16:45, 11:05. • C = analógico – 13:30, 16:45, 11:05. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 205 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: habilidades de vida diária – 11C Objetivo: • Quando ensinado a combinar uma habilidade de vida diária de amostra (A) com dois itens requeridos para completa-la (B, C) (A-B, A-C), o participante será capaz de combinar o item de amostra (C) com o segundo item (B) (C-B). Materiais necessários: • A = habilidades de vida diária vocais. • B, C = figuras de itens requeridos para completar (A). Instruções para os cuidadores: • Treino A-B, A-C: apresente um arranjo de figuras (B ou C). Pergunte, “O que você precisa para (A)?”. • Teste C-B: apresente uma figura de amostra (C) e um arranjo de figuras (B). Diga, “Combine com o igual”. Estímulos típicos: • A = escovar os dentes, tomar um banho, preparar o café da manhã. • B = figuras de uma escova de dente, sabonete em barra, leite. • C = figuras de um tubo de pasta de dente, toalha de banho, caixa de cereal. Classe X se Exemplar Estímulo A Estímulo B Estímulo C Estímulo D Estímulo E 1 2 3 4 5 6 7 8 Nível Data de introdução Data de domínio 1 2 3 4 Treino Teste A C A C B B 206 Folha de Instrução do Programa Nome do Programa: Equivalência: veículos – 11D Objetivo: • Quando ensinado a combinar um nome falado de um veículo (A) a uma figura deou emparelhadas em tentativas de treino. No entanto, a diferença entre essas relações envolve algumas discussões conceituais no que diz respeito aos processos psicológicos subjacentes que operam quando essas relações são feitas. Tem sido discutido que o encadeamento direto de estímulos pode resultar na relação transitiva, mas não na de equivalência. Pragmaticamente, ambas são relações derivadas, e, embora similares, são descritas separadamente dentro do PEAK. Comparações empíricas entre tais relações permanecem possíveis ao mantê-las como entidades separadas; todavia, ainda deve ser analisado se déficits em inferências transitivas possuem qualquer consequência sobre inferências de equivalência. Extensões das relações de equivalência descritas acima podem ocorrer quando histórias de treinamento mais complexas são construídas. Por exemplo, classes de equivalência podem ser vistas no nosso uso de metáforas e analogias. Considere a frase, “Eu sinto como se tivesse borboletas no meu estômago”. Certamente a pessoa dizendo isso nunca experimentou, diretamente, a presença de insetos reais em seu estômago e, desse modo, o comportamento verbal não pode ser atribuído a uma nomeação simples. Além disso, a pessoa ouvindo a essa afirmação provavelmente também nunca experenciou esse evento em um sentido literal. Então, como essa afirmação adquire um significado? De uma perspectiva equivalente, poderia ser dito que o falante e o ouvinte experimentaram o visual errático e avassalador de múltiplas borboletas alçando voo (A) e foram ensinados que tal movimento é chamado de “esvoaçar” (B). Do mesmo modo, as sensações caóticas e pulsantes no estômago (C) que uma pessoa pode experimentar quando nervosa também foram chamadas de “esvoaçar” (B). Através de relações combinadas de movimentos de borboletas (A) e “esvoaçar” (B), bem como de “esvoaçar” (B) com sensações do estômago (C), o falante e o ouvinte são, ambos, capazes de responder à metáfora das “borboletas no estômago” porque A1 “CARRO” A1 “CARRO” C3 G-A-T-O C2 M-a-ç-ã C1 C-A-R-R-O C1 C-A-R-R-O C2 M-A-Ç-à C3 G-A-T-O C1 C-A-R-R-O A1 “CARRO” C1 C-A-R-R-O 17 A C Direta Simetria a função do voo da borboleta foi transferida através da cadeia para a descrição verbal das sensações do estômago. EMOÇÕES METAFÓRICAS Diretamente ensinadas “BORBOLETAS NO MEU ESTÔMAGO” Derivadas Também é importante observar que os estímulos e as classes de equivalência eventualmente derivadas não existem em isolado. Frequentemente, o contexto modula quais relações existem entre os estímulos, e também pode servir para evitar a formação de classes de equivalência em outros contextos. Um exemplo disso pode ser visto em categorizações básicas de estímulos. Considere classes de equivalência envolvendo estímulos relacionados a leões (classe 1), gatos (classe 2), e cachorros (classe 3). Em um contexto, vamos dizer que o contexto de “Felinos”, estímulos de ambas as classes 1 e classe 2 poderiam todos ser considerados como estímulos equivalentes; no entanto, estímulos da classe 3 seriam considerados inapropriados. Todavia, sob um contexto diferente, tal como “Animais domésticos”, selecionar estímulos das classes 2 ou 3 seria considerado como equivalência, enquanto a classe 1 se tornaria, agora, claramente inapropriada. B “Esvoaçar” 18 B1 B2 B3 C2 G-A-T-O C1 L-E-Ã-O Equivalência Equivalência Equivalência CONTROLE CONTEXTUAL Contexto: Felinos Contexto: Animais domésticos As pistas contextuais controlam tais respostas, agindo como estímulos discriminativos adicionais para respostas diferenciadas. Em outras palavras, nós aprendemos a seguir pistas contextuais porque a presença de tais pistas indica qual tipo de responder é provável de produzir reforçamento naquele momento. Visão geral do ambiente de aprendizagem e seleção de estímulos Habilidades de equivalência de estímulos podem ser ensinadas utilizando uma estratégia de ensino chamada Treino de Múltiplos Exemplares, ou MET, em inglês. O MET envolve fornecer, sistematicamente, exemplos de estímulos relacionados até que o aprendiz não mais precise ser ensinado cada relação simétrica ou transitiva. A fim de tirar vantagem desse método de ensino, um instrutor deve identificar e organizar um ambiente que seja condutivo para a aprendizagem e permita a apresentação variada de estímulos. Para a maioria dos aprendizes, uma mesa com duas cadeiras em um espaço silencioso, livre de estímulos distratores, tais como brinquedos ou telas de vídeo, é adequado. Para aprendizes precoces, um espaço no chão de uma sala de brincar é, frequentemente, mais fácil de se ensinar, uma vez que muitos desses aprendizes ainda não aprenderam a se sentar em uma mesa por períodos prolongados. Independente do espaço específico que você selecionar, a consideração mais importante quando escolhendo um ambiente de aprendizagem é quão bem você consegue manter controle sobre os estímulos. Por exemplo, manter a atenção do seu aprendiz é improvável em um ambiente onde desenhos animados estejam sendo exibidos ou brinquedos estejam facilmente acessíveis. Um bom ambiente de aprendizagem também permitirá que o instrutor tenha todos os materiais necessários em mãos e inclua espaço adequado para apresentar estímulos. Devido à necessidade de múltiplos exemplos de estímulos, muitos cartões, objetos, ou itens podem precisar estar facilmente acessíveis e prontos para uso durante cada sessão. A organização cuidadosa desses itens pode diminuir grandemente o tempo entre tentativas e, subsequentemente, aumentar o controle instrucional. Em última instância, a escolha do ambiente de aprendizagem deve se encaixar ao contexto no qual as lições devem ser ensinadas e endereçar quaisquer necessidades especiais dos aprendizes. Por essa razão, os A1 “LEÃO” A2 “GATO” A3 “CACHORRO” C3 C-A-C-H-O-R-R-O 19 ambiente de aprendizagem deveriam ser individualizados, para atender ao nível de funcionamento do aprendiz e a disponibilidade do espaço de aprendizagem. Estímulos relacionados à tarefa e a nomenclatura de equivalência: quando os estímulos vem a evocar ou eliciar a mesma resposta de um aprendiz, é dito que os estímulos pertencem à mesma “classe”. Quando esse efeito é alcançado através de uma transferência da função do estímulo via relações simétricas e derivadas, é dito que a classe é uma classe de equivalência. O Módulo de Equivalência organiza a avaliação e os estímulos do programa curricular em “classes” de estímulos,conforme designado em cada folha de programa. Estímulos apropriados devem ser selecionados que, ambos, se encaixem ao tópico particular descrito no programa e sejam úteis para o aprendiz. Por exemplo, no programa 12R: Associações da Comunidade, classes de estímulos são descritas de tal modo que cada classe deva incluir uma pessoa, lugar ou atividade relacionada que possa ser encontrada no ambiente da comunidade do aprendiz. Alguns exemplos de classes específicas podem incluir um médico, hospital, e “faz as pessoas se sentirem melhor”, ou um professor, escola, e “ensina crianças”. É importante que o instrutor selecione estímulos que o aprendiz possua probabilidade de encontrar em sua vida diária. Outros programas podem incluir estímulos arbitrários ou tipicamente não relacionados dentro de classes. Esses programas são delineados para aumentar a capacidade de um aprendiz de utilizar a equivalência em situações completamente novas. Para esses programas, o instrutor deve, de propósito, selecionar estímulos que não estejam relacionados uns com os outros fora dos treinamentos do PEAK ou que não tenham significado na vida do aprendiz. Por exemplo, no programa 9J: Simetria Auditiva para Arbitrária, as relações a serem derivadas estão entre sons reais e objetos arbitrários. O instrutor não deve, portanto, selecionar sons e objetos que tipicamente vão juntos, tais como um trem e o som de um trem. Ao invés disso, o instrutor deveria escolher um som real, como o de um trem se movendo, e uma forma, palavra, ou desenho que não seria, em geral, associada com trens. Ao utilizar tais estímulos, o aprendiz é encorajado a praticar transferências de função com objetos novos e, portanto, aprenderá a ser mais flexível e fluente na derivação de novas relações. A avaliação e os estímulos do currículo são, posteriormente, especificados utilizando um conjunto de referências alfanuméricas que incluem uma letra especificando a posição do estímulo dentro de cada classe, e um número especificando a qual classe o estímulo pertence. Por exemplo, nos exemplos dados acima para 12R: Associações da Comunidade, a primeira classe seria designada como Classe 1, com cada letra sendo atribuída a um estímulo. Portanto, o médico seria codificado como A1, o hospital como B1, e “faz as pessoas se sentirem melhor” como C1. Do mesmo modo, a segunda classe seria designada como Classe 2, com o professor sendo A2, a escola sendo B2, e “ensina crianças” sendo C2. Relações diretas e derivadas também podem ser expressas utilizando esse sistema alfanumérico. Cada item da avaliação e programa de currículo fornece instruções para as relações específicas a serem ensinadas e testadas, listando as letras dos membros da classe separadas por um traço. Por exemplo, uma instrução que especifica “Treino A-B” denota que o instrutor deveria conduzir essas tentativas com o estímulo designado como A como a amostra e com os estímulos B como o arranjo de comparação. Essa instrução, então, seria utilizada para criar tentativas de cada classe. Por exemplo, uma tentativa poderia apresentar A1 como a amostra e B1, B2, e B3 como comparações, em que selecionar B1 seria correto. Uma segunda tentativa poderia envolver apresentar A2 como a amostra, com B1, B2 e B3 como comparações, em que selecionar B2 seria a resposta correta. As instruções de tarefa, então, frequentemente serão invertidas a fim de testar as relações derivadas. Por exemplo, o programa pode 20 especificar que o instrutor também deve fazer “Teste B-A”, no qual o estímulo B é, agora, a amostra, e A seria a resposta correta. Promovendo reforçadores simbólicos: muito do sucesso dos programas de linguagem em Análise Aplicada do Comportamento pode ser atribuído à aplicação cuidadosa de consequências imediatas e diferenciais como feedback para um responder apropriado. Quando esse feedback leva a um responder correto aumentado no futuro, ele é chamado de reforçamento. O estímulo ou atividade específica fornecida como contingência de reforçamento é chamada de reforçador. Para aprendizes precoces, o reforçamento frequentemente envolve a apresentação de reforçadores primários, ou estímulos que naturalmente possuem propriedades reforçadoras. Reforçadores comuns dessa natureza são itens tangíveis, tais como brinquedos, comestíveis, ou itens sensoriais, tais como vídeos. Muitas crianças também responderão a fontes sociais de reforçamento, tais como cócegas, toques de mão ou elogio. Um intervalo do trabalho, frequentemente chamado de “escape de demandas”, também pode ser um reforçador poderoso quando a atividade de aprendizagem não for altamente preferida. Enquanto a definição técnica de reforçamento é a apresentação ou remoção de estímulos como resultado de uma resposta, de tal modo que a probabilidade futura daquela resposta seja aumentada, é mais fácil pensar no reforçamento como o processo de encorajar um responder correto, fornecendo resultados preferidos como recompensas seguindo respostas corretas. Quanto mais específicos e diferenciados os reforçadores forem daqueles que seguem respostas incorretas, mais provável que o aprendiz identifique e repita a resposta correta. Por exemplo, se um aprendiz é apresentado com acesso a itens tangíveis após respostas corretas, mas não é fornecido ao acesso após respostas incorretas, é provável que o aprendiz repita respostas que tenham, previamente, resultado em acesso aos tangíveis. Enquanto o reforçamento é um princípio universal da aprendizagem, os reforçadores são idiossincráticos e sujeitos à motivação particular do aprendiz. Alguns aprendizes trabalharão duro para acessar um brinquedo, enquanto outros podem ser mais responsivos ao acesso à interação social e elogio. As preferências também possuem probabilidade de mudar ao longo do tempo, ou até mesmo ao longo de uma única sessão de aprendizagem. O que começa como preferido, pode rapidamente se tornar chato uma vez que o aprendiz tenha tido acesso suficiente a ele. Do mesmo modo, um item que pode não ser preferido pode se tornar mais desejado ao longo do tempo se o aprendiz geralmente não tiver acesso a ele. A fim de garantir que um item ou atividade preferida tenha sido selecionada como um reforçador, uma avaliação de preferência deve ser conduzida antes de qualquer sessão. Avaliações de preferência podem ser feitas de diversas maneiras. As maneiras mais simples de determinar a preferência são simplesmente perguntar ao aprendiz pelo que ele gostaria de trabalhar, ou observar o aprendiz durante períodos de brincadeira livre; o aprendiz, geralmente, escolherá ou se engajará na atividade mais preferida disponível. Avaliações de preferência também podem ser conduzidas apresentando ao aprendiz diversas opções, todas de uma só vez, tais como em um menu ou com todos os itens sobre a mesa, e pedindo ao aprendiz para selecionar um. Uma vez que o aprendiz tenha selecionado um item, ele deve ser fornecido com um período de acesso a aquele item. O item previamente selecionado pode, então, ser removido do menu e o aprendiz pode ser solicitado a selecionar um segundo item. Esse processo pode ser repetido até que todos os itens sejam selecionados ou o aprendiz não esteja mais disposto a selecionar um item. O benefício dessa avaliação de preferência no formato estímulos múltiplos sem substituição (em inglês, MSWO) é que a ordem na qual o aprendiz seleciona itens pode ser vista como uma possível hierarquia de preferência (o primeiro itens é o mais preferido, o segundo selecionado é o segundo mais preferido, etc.). Hierarquias de preferência podem, então, ser utilizadas para fornecer reforçamento diferencial, através do 21 fornecimento dos itens mais preferidos como reforçadores para habilidades que são consideradas mais difíceis, enquanto tornando os itens menos preferidos acessíveis para as habilidades mais fáceis. Deve ser observado, contudo, que apenasporque um item é preferido, não significa que ele necessariamente será reforçador do comportamento do aprendiz. Por exemplo, um aprendiz que esteja com fome não possui probabilidade de responder a brinquedos como um reforçador. Do mesmo modo, um aprendiz que acabou de finalizar uma grande refeição não possui probabilidade de responder a itens comestíveis como um reforçador. Cuidado deve ser tomado pelo instrutor para observar quando a apresentação de um item preferido como consequência de um responder correto não parece estar aumentando a aquisição de habilidades. Avaliações de preferência também podem ser re-administradas ao longo das sessões, a fim de avaliar a motivação imediata do aprendiz a qualquer momento. Um método para reduzir a probabilidade de preferência diminuída e saciação durante uma determinada sessão é utilizar reforçadores condicionados. Reforçadores condicionados são itens ou eventos que vem a aumentar o responder correto devido ao emparelhamento frequente com um reforçador não-condicionado ou primário, tais como comestíveis, itens sensoriais, ou descanso, etc. Os reforçadores condicionados mais importantes são aqueles que são sociais e verbais por natureza. Por exemplo, considere quão importante o elogio e o reconhecimento são em nossas vidas diárias. Frases como “Bom trabalho”, “Você está no caminho”, e “Está correto” são, frequentemente, os reforçadores principais que nós fornecemos para um responder correto em uma configuração educacional típica. Mas o elogio, por si só, não é mais do que uma sequência particular de palavras e não possui valor inerente como reforçador. Por exemplo, “Bom trabalho” não te faz sentir menos fome ou fornece trégua de sensações desagradáveis. Ainda assim, as frases que geralmente pensamos como sendo elogiosas são especiais porque nós frequentemente as fornecemos seguindo respostas corretas e, subsequentemente, logo antes da apresentação de outras consequências naturalmente reforçadoras. Por exemplo, após um aprendiz responder uma questão corretamente, é provável que o instrutor diga “Bom trabalho!” instantes antes de entregar um item comestível ao aprendiz. Ao longo de diversos emparelhamentos, o elogio adquirirá as propriedades reforçadoras dos reforçadores não-condicionados que ele precede e, desse modo, se tornará um reforçador ele mesmo. Outro exemplo comum de reforçador condicionado são fichas. Fichas são objetos que são inicialmente emparelhados com um reforçador, pelo fornecimento de uma ficha ao aprendiz seguindo uma resposta correta e, então, sendo imediatamente trocada por um reforçador. Uma vez que receber e trocar a ficha faz parte de receber o reforçador, a ficha ela mesma se torna um reforçador condicionado. Uma vez que o aprendiz aceite, com segurança, fichas seguindo respostas corretas, o número de respostas requeridas para ganhar um reforçador pode ser sistematicamente aumentado. Isso é feito ou pela requisição de mais respostas para ganhar uma ficha ou pelo aumento do número de fichas requeridas para trocar pelo reforçador. Também é desnecessário restringir a troca de fichas por um único reforçador. Fornecer um menu de possíveis reforçadores que podem ser comprados com fichas pode aumentar grandemente a eficácia das fichas como reforçadores, uma vez que permite ao aprendiz selecionar qualquer item que seja mais preferido naquele momento, desse modo, reduzindo a necessidade de avaliações de preferência frequentes. Reforçadores condicionados possuem diversos benefícios em comparação com os reforçadores primários, no sentido de que eles podem, frequentemente, ser entregues imediatamente e repetidamente sem saciação. Em adição, reforçadores condicionados podem, frequentemente, ser utilizados como reforçadores generalizados, que dizem respeito a reforçadores que podem ser utilizados para reforçar a maioria dos comportamentos, independente da topografia ou função. Os reforçadores generalizados adquirem essa 22 função porque eles são fornecidos seguindo todos os tipos de comportamentos, em muitas configurações diferentes, e de uma ampla variedade de pessoas. Isso é especialmente verdadeiro para reforçadores tais como dinheiro. O dinheiro pode ser fornecido como um reforçador para quase qualquer comportamento, porque o dinheiro pode ser trocado em quase qualquer configuração, por quase qualquer item ou atividade desejada. Reforçadores derivados são similares a reforçadores condicionados no que diz respeito ao aspecto que eles, inicialmente, não possuem uma função reforçadora, mas se tornam reforçadores porque são associados com estímulos que já são reforçadores. No entanto, reforçadores derivados são diferentes no que o emparelhamento não ocorre diretamente entre o reforçador não-condicionado e o reforçador derivado. Ao invés disso, o reforçador derivado adquire suas funções de aumentar o comportamento em virtude de sua relação com outros estímulos. Isso é tipicamente visto quando um membro de uma categoria ou classe de estímulos relacionados se torna um reforçador. Por exemplo, imagine que um aprendiz é afeiçoado por personagens de histórias em quadrinhos que ele aprendeu a nomear como “heróis”. Para o aprendi, a etiqueta “herói” tem sido emparelhada com muitas qualidades positivas, tais como coragem, altruísmo, e bondade, que são, por sua vez, associados com elogio. Porque essas qualidades positivas também são associadas com “heróis”, o aprendiz pode ter uma forte preferência por reforçadores que contenham estímulos relacionados com esses heróis. Esses reforçadores podem incluir histórias em quadrinhos, filmes de super-heróis, camisetas com símbolos de heróis nelas, figuras de equipamentos de super-heróis, qualquer coisa com as mesmas cores que a fantasia de um herói, e até mesmo atividades nas quais o aprendiz pode fingir ser um herói. Agora imagine que é dito ao aprendiz que astronautas voam em naves espaciais, vestem trajes espaciais, trabalham para a NASA, e também são “heróis”. Sem qualquer explicação posterior, o aprendiz pode começar a considerar astronautas como sendo corajosos, altruístas, e boas pessoas. Repentinamente, figuras de voos espaciais, estímulos contendo equipamentos de astronautas, símbolos da NASA, ou o tempo brincando como um astronauta podem se tornar preferidos. E se for dito ao aprendiz, então, que astronautas precisam ser bons em matemática, ciência, e leitura? Pode o aprendiz começar a trabalhar mais para ser bom nessas atividades apenas porque elas estão, agora, indiretamente associadas com as atividades de um herói? 23 REFORÇADOR DERIVADO Diretamente ensinadas Derivadas Outro aspecto útil dos reforçadores derivados é que eles podem representar reforçadores que nós nunca experimentamos antes. Isso é porque reforçadores derivados obtém sua função de reforçamento através de uma transferência de funções de estímulos, e não através de emparelhamento direto, tal como é o caso com fichas e elogio. Por exemplo, muitos aprendizes prontamente aceitarão a promessa de ir a um parque de diversões como um resultado de ter boas notas, apesar de a maioria dos aprendizes nunca ter ido a um parque como esse antes. Na verdade, muitos aprendizes apenas “saberão” sobre o parque através de sua descrição ou de um anúncio. Em adição, o instrutor não precisaria fornecer uma amostra do parque de diversões a fim de motivar o aprendiz, mas, ao invés disso, precisaria apenas fornecer afirmações queequiparam a completude da tarefa com a entrega do passeio. Reforçadores derivados também desempenham um papel importante em como avaliar o nosso próprio comportamento e nos planejarmos para o futuro. Por exemplo, um aprendiz pode ser ensinado que completar tarefas, ter higiene consigo mesmo, e aceitar resultados de seu comportamento se chama “ser responsável”. Ademais, o aprendiz pode ser ensinado que “ser responsável” faz acumular elogios. Uma vez que o elogio está associado com outros tipos de reforçadores, tais como acesso a itens tangíveis e atenção social, o aprendiz pode derivar que qualquer atividades que podem ser nomeadas como “sendo responsável” também são preferidas. Isso é particularmente notável porque a maioria das atividades que são consideradas como sendo “responsáveis” envolve se engajar em comportamentos menos preferidos ou de bastante esforço, tais como admitir ter se engajado em um comportamento proibido. O reforçamento derivado e funções punitivas também podem ser vistas em como nós interagimos com estímulos novos ou ambíguos. Tome, por exemplo, uma situação na qual um aprendiz está sendo introduzido a um novo alimento que é verde na cor. O alimento pode ser completamente novo para o aprendiz, mas se a primeira relação feita for a de que o novo alimento se parece com uma rã, então o aprendiz não possui probabilidade de comer o alimento, apesar do fato de ele nunca ter experimentado uma rã. Isso é porque rãs são relacionadas a pântanos, lodo, e insetos. Por outro lado, se é dito ao aprendiz que coisas verdes o HERÓI 24 fazem forte e saudável, então a probabilidade de que o aprendiz experimentará o alimento é maior, porque ser chamado de forte é uma consequência socialmente reforçadora. Apesar de não ser um requerimento explícito do Módulo de Equivalência, os instrutores devem buscar promover e utilizar reforçadores derivados sempre que possível. Fazê-lo ajudará os aprendizes a aceitarem uma variedade mais ampla de estímulos como reforçadores e, até mesmo, promover o engajamento na autoidentificação de reforçadores, no seguimento de regras, e na geração de regras. Se o aprendiz derivar ativamente novas relações entre estímulos altamente preferidos e estímulos novos, então os aprendizes possuem probabilidade de desenvolver suas próprias razões para gostar de itens. Conduzindo o PEAK: pré-avaliação de equivalência A pré-avaliação de equivalência de estímulos é uma breve avaliação delineada para ajudar a guiar o clínico na determinação de quais habilidades alvejar diretamente ou indiretamente na Avaliação de Equivalência do PEAK. A pré-avaliação não é uma substituta para a avaliação completa; ao invés disso, é delineada para estimar o repertório relacional pré-existente do aprendiz. A pré-avaliação funciona avaliando a capacidade do aprendiz de demonstrar, arbitrariamente, relações aplicáveis (relações que não são dependentes de propriedades formais dos estímulos) através dos quatro principais tipos de relações e de três níveis de dificuldade. Para realizar isso, a pré-avaliação compreende dois programas de testes para cada tipo de relação, cada um com duas classes de estímulos testados. Cada programa utiliza, primariamente, estímulos novos e arbitrários (por exemplo, desenhos e palavras sem sentido), para testar se o aprendiz tem a capacidade de se engajar em um responder relacional derivado para quaisquer estímulos aos quais ele seja apresentado, mesmo se ele nunca os tiver visto antes. A demonstração de domínio sobre essas relações diretamente conecta as 184 habilidades que são alvejadas dentro da Avaliação e Currículo de Equivalência do PEAK, que primariamente se desenha sobre estímulos do dia-a-dia e os tipos de relações que tipicamente ocorrem entre eles. Cada programa da pré-avaliação contém uma lista de materiais necessários, seguida de instruções específicas para testar ambas as classes de estímulos. Todos os materiais baseados em papel (por exemplo, texto com palavras sem sentido, símbolos arbitrários) estão localizados no final deste material, na seção de estímulos da pré-avaliação. Isso é feito para fornecer um conjunto de estímulos padronizados para testagem. Outros materiais, tais como alimentos, aromas, e objetos, precisarão ser fornecidos pelo avaliador; no entanto, eles são cuidadosamente descritos na seção de materiais, para aumentar a normalização. Apesar de os estímulos prescritos serem delineados para garantir que um teste padronizado esteja sendo implementado, os instrutores podem precisar incluir estímulos alternativos devido a alergias do aprendiz, déficits sensoriais, ou acessibilidade. Se esse for o caso, o avaliador deve indicar, no Formulário de Registro da Pré-Avaliação e na Planilha de Trabalho Interpretativa da Pré-Avaliação, que estímulos alternativos foram utilizados. Enquanto o uso de estímulos alternativos não é, necessariamente, uma coisa ruim, é importante que isso seja registrado, caso avaliações futuras precisem ser conduzidas ou outros indivíduos que não o avaliador sejam aqueles a interpretar os resultados da pré-avaliação. As instruções para cada programa de pré-avaliação relacional consistem em descrições explícitas para implementação, juntamente com os estímulos específicos a serem utilizados durante a avaliação. Por exemplo, Reflexivo: Programa 1 de Avaliação Básica, estabelece, nas instruções: ⎯ Apresente ח no topo da tabela e ח e ה abaixo dele. Aponte para ח e diga, “Esse é igual a esse”, e aponte para o outro ח . ⎯ Apresente ח no topo da tabela e ה e ח abaixo dele. Aponte para ח e diga, “Encontre aquele que é igual”. 25 O primeiro conjunto de instruções descreve como treinar as relações, enquanto o segundo conjunto de instruções descreve como testar se a relação derivada existe ou não. Cada conjunto de estímulos vale um ponto na escala de avaliação, levando a um máximo de dois pontos possíveis para cada programa de pré- avaliação relacional. Uma vez que as relações tenham sido avaliadas, as pontuações podem ser acrescidas ao Formulário de Registro da Pré-Avaliação. PEAK: PROGRAMAS DE PRÉ-AVALIAÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Equivalência: Programa Básico 2 Pontuação: 1 2 3 Materiais necessários: ⎯ Figuras de desenhos arbitrários: װ e ױ . Instruções: ⎯ Apresente װ e ױ . Aponte para װ e diga, “Isso é um loff”. ⎯ Diga, “Hud significa o mesmo que loff”. ⎯ Segure װ e diga, “O que é isso?”. Se o participante disser, “Loff”, diga, “Do que mais é possível chamar isso?”. Resposta correta: O aprendiz diz, “Hud”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não ⎯ Apresente װ e ױ . Aponte para ױ e diga, “Isso é um wek”. ⎯ Diga, “Qig é o mesmo que wek”. ⎯ Apresente ױ e diga, “O que é isso?”. Se o participante disser, “Wek”, diga, “Do que mais é possível chamar isso?”. Resposta correta: O aprendiz diz, “Qig”. Resposta do aprendiz: ______________________________ Resposta correta? Sim Não Completando o Formulário de Registro da Pré-Avaliação O Formulário de Registro da Pré-Avaliação apresenta um resumo do desempenho do aprendiz através dos quatro tipos de relações de estímulos (por exemplo, reflexividade, simetria, transitividade, equivalência). Cada programa pode ter uma pontuação variando de 0 a 2, contingente a se o aprendiz demonstra a capacidade de relações derivadas para nenhuma das classes de estímulos, uma das classes, ou ambas as classes. Uma vez que há três níveis de dificuldade para cada relação, e dois programas para cada nível de dificuldade, o número máximo de pontos que podem ser marcados para cada tipo de relação é de 12. Somar as pontuações dos