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Nayara Nascimento Souza FITOPATOLOGIA E FITOSSANIDADE FITOPATOLOGIA E FITOSSANIDADE 1. Todos os campos do Formulário Padrão deverão ser devidamente preenchidos. 2. Esta é uma atividade individual. Caso seja identificado plágio, inclusive de colegas, a atividade será zerada. 3. Cópias de terceiros como livros e internet, sem citar a fonte caracterizam-se como plágio, sendo o trabalho zerado. 4. Ao utilizar autores para fundamentar seu Projeto Integrador, os mesmos devem ser referenciados conforme as normas da ABNT. 5. Ao realizar sua atividade, renomeie o arquivo, salve em seu computador, anexe no campo indicado, clique em responder e finalize a atividade. 6. Procure argumentar de forma clara e objetiva, de acordo com o conteúdo da disciplina. Formatação exigida: documento Word, Fonte Arial ou Times New Roman tamanho 12. DIAGNOSE DE DOENÇAS EM PLANTAS CULTIVADAS 1. Conhecer e aplicar as práticas relacionadas à teoria aprendida. 2. Entender sobre os tipos de doenças fúngicas, bacterianas, viróticas e causadas por nematoides. 3. Conhecer os sintomas e sinais de diferentes tipos de doenças. 4. Aprender a identificar e diagnosticar as doenças a campo. A identificação e diagnose de doenças fúngicas, bacterianas, viróticas e causadas por nematoides é de extrema importância para um profissional engenheiro agrônomo. A diagnose de doenças em plantas é uma das principais tarefas do engenheiro agrônomo, pois permite identificar as causas dos sintomas e estabelecer medidas de controle para evitar perdas na produção agrícola. O conhecimento dos sintomas é fundamental para a identificação correta da doença, o que pode ser desafiador, já que muitas doenças têm sintomas semelhantes. A diagnose das doenças é importante para identificar a causa da doença. A identificação do patógeno é essencial para escolher o método de controle adequado. Dependendo do patógeno, a estratégia de controle pode ser química, biológica ou cultural. Além disso, a diagnose de doenças em plantas pode fornecer informações importantes sobre as condições de crescimento das plantas. Por exemplo, o pH do solo, a umidade e a temperatura podem afetar o desenvolvimento de doenças em plantas. O engenheiro agrônomo pode usar essas informações para ajustar as práticas culturais, como a irrigação, a fertilização e a rotação de culturas, a fim de minimizar o risco de doenças em plantas. Por fim, a diagnose de doenças em plantas é importante para a prevenção de doenças e para a produção de alimentos seguros. O conhecimento das doenças pode ajudar a identificar quais plantas são mais suscetíveis a determinadas doenças, o que pode ajudar a escolher variedades resistentes. A prevenção de doenças é importante não apenas para maximizar a produção agrícola, mas também para garantir a segurança dos alimentos que chegam à mesa do consumidor. Caro (a) aluno (a) na presente atividade você irá coletar amostras de plantas cultivadas com sintomas de doenças, as quais vimos nas apostilas de estudo. Portanto, para realização da presente prática você terá que se deslocar até alguma área de cultivo agrícola próxima da sua casa e realizar a amostragem, buscando sintomas característicos de doenças: 1 fúngica, 1 bacteriana e 1 virótica ou causada por nematóides. VÍDEO-POCKET LEARNING EMBASAMENTO TEÓRICO 1. Identificação de sintomas e sinais Para que você saiba identificar um sintoma, primeiro é importante diferenciarmos o que é sintoma e o que é sinal de acordo com Rezende et al. (2011). ● Sintoma: é a manifestação da doença em si, ou seja, são manifestações de reações da planta a um agente nocivo. ● Sinais: são as estruturas do patógeno que podem ser observadas nos tecidos doentes dos hospedeiros. 2. Classificação dos sintomas Para correta diagnose da doença e para facilitar essa atividade os sintomas são classificados e agrupados. Rezende et al. (2011) conceitua sintoma morfológico como toda alteração causada por um patógeno que altera a forma ou anatomia das plantas e divide-os em necróticos e plásticos. A seguir veja exemplos de sintomas necróticos e plásticos. 2.1 Sintomas necróticos São caracterizados por necroses onde ocorre a degeneração do protoplasma, seguida de morte de células, tecidos e órgãos. ● Amarelecimento: Ocorre mais frequentemente nas folhas, caracterizado pela degradação da clorofila ou dos cloroplastos. Escaneie ou clique sobre o QR Code https://www.youtube.com/watch?v=zgOWoFAhuGs&list=PLMygX6qaUk9LaPR4LNPeF0xJEpp4rM2i2&index=1 https://www.youtube.com/watch?v=zgOWoFAhuGs&list=PLMygX6qaUk9LaPR4LNPeF0xJEpp4rM2i2&index=1 ● Encharcamento ou anasarca: é caracterizado por tecido encharcado com aspecto translúcido que ocorre devido à expulsão de água das células para os espaços intercelulares. É um sintoma muito comum de doenças causadas por bactérias. ● Murcha: Ocorre devido a falta de água causada por distúrbios nos tecidos vasculares e/ou radiculares e as folhas e os brotos apresentam flácidas, perdendo sua turgescência. ● Cancro: São lesões necróticas deprimidas que ocorrem geralmente em tecidos corticais de caules, raízes e tubérculos, podendo ocorrer em folhas e frutos. ● Crestamento: ou "requeima", é a necrose que ocorre repentinamente nos órgãos aéreos (folhas, flores e brotações). ● Tombamento ou damping-off: é o tombamento de plântulas que ocorre devido a podridão de tecidos jovens da base do caulículo. ● Estria: é uma lesão estreita e alongada e ocorre paralelamente às nervuras das folhas das gramíneas. ● Gomose: é quando ocorre a exsudação de goma por lesões provocadas por patógenos, geralmente ocorre em espécies frutíferas. ● Mancha: ocorre morte dos tecidos e ficam secos e pardos pode ser circular, angular ou irregular. ● Podridão: é quando o tecido necrosado se encontra em fase adiantada de desintegração. Pode ser podridão mole, podridão dura, podridão negra, podridão branca etc. ● Pústula: é uma pequena mancha necrótica que forma uma elevação ou pronunciamento da epiderme. 2.2 Sintomas plásticos Sintomas plásticos são característicos por gerar distorções nos órgãos da planta e apresentam anomalias no crescimento, multiplicação ou diferenciação das células vegetais. ● Albinismo: ocorre falta de produção de clorofila nos tecidos e são observadas variegações brancas nas folhas, que em alguns casos pode tomar todo o órgão. ● Clorose: ocorre falta de clorofila e o órgão afetado fica com aspecto de verde esmaecido. A diferença entre clorose e albinismo é que na clorose os órgãos não ficam totalmente brancos. ● Enfezamento ou nanismo: ocorre redução do tamanho da planta inteira ou apenas de uma parte dela. ● Mosaico: ocorrência de áreas verde escuras e verde mais claras em órgãos clorofilados ou áreas cloróticas intercaladas com áreas sadias nos órgãos aclorofilados. Esse sintoma não respeita as nervuras das plantas. É um sintoma típico de vírus fitopatogênico. Ex.: vírus do mosaico do tabaco. ● Bronzeamento: Aparência bronzeada, cor de cobre na epiderme devido à ação de patógenos. Ex.: vírus do vira-cabeça do tomateiro. ● Encarquilhamento ou encrespamento: é uma deformação de órgãos da planta, resultado do crestamento de células. ● Galha: hipertrofia e/ou hiperplasia das células causa o desenvolvimento anormal dos tecidos. Ex.: galhas em raízes causadas por nematóide de galha (Meloidogyne spp.) e galha causada por Agrobacterium tumefaciens. Materiais de consumo: Descrição Observação Câmera fotográfica ou celular com câmera Material a ser fornecido pelo aluno Cultivo agrícola (ex: soja, milho, hortaliças, frutíferas, frutas. Materiala ser fornecido pelo aluno Computador com acesso à internet ou livro de identificação para pesquisa dos sintomas característicos de doenças em plantas. Material a ser fornecido pelo aluno Software/aplicativo/simulador Sim ( ) Não (X) Em caso afirmativo, qual? Pago ( ) Não Pago (X) Tipo de Licença: Não se aplica Descrição do software/aplicativo/simulador: Caso não seja necessário o uso do recurso, preencher com *Não se aplica (NSA) Para que a atividade prática de identificação de doenças em plantas ocorra com segurança e ergonomia, são necessários alguns itens indispensáveis: Equipamentos de proteção individual (EPIs): o uso de EPIs é fundamental para garantir a segurança do engenheiro agrônomo. Isso inclui luvas, máscaras, óculos de proteção e calçados de segurança. Iluminação adequada: uma iluminação adequada é importante para visualizar as plantas e identificar as doenças com precisão. A iluminação natural é a melhor opção, mas quando isso não é possível, as lâmpadas devem ser posicionadas de forma estratégica para fornecer luz suficiente. Mesa ou bancada: é importante ter uma mesa ou bancada adequada para trabalhar. Essa superfície deve ser resistente, limpa e organizada, para facilitar a identificação das doenças. Ferramentas adequadas: algumas ferramentas são essenciais para a atividade prática de identificação de doenças em plantas. Isso inclui lupa, tesoura, pinça e saco plástico. Essas ferramentas devem estar limpas e bem conservadas. Postura correta: manter uma postura correta durante a atividade é fundamental para evitar lesões musculoesqueléticas. O engenheiro agrônomo deve manter a coluna reta, os ombros relaxados e os pés apoiados no chão. Local apropriado: é importante escolher um local adequado para realizar a atividade prática de identificação de doenças em plantas. Esse local deve ser arejado, iluminado e seguro. Ao seguir esses itens, o aluno poderá realizar a atividade de identificação de doenças em plantas de forma segura e ergonômica, reduzindo o risco de lesões e garantindo a qualidade do trabalho. / VÍDEO POCKET LEARNING PASSO A PASSO DA PRÁTICA Encontre uma área agrícola em produção (soja, milho, hortaliças, frutíferas) e realize uma amostragem de ocorrência de doenças. Verifique se existem sintomas nas folhas e ramos (causadas por fungos, bactérias, vírus). Verifique se existem sinais dos patógenos (por exemplo: esporos de fungo visível). Se necessário utilize uma lupa de bolso. Verifique as raízes (exemplo: presença de galhas causadas por nematóides). Observe os sintomas e fotografe-os a campo. Colete os órgãos vegetais infectados (planta inteira, folhas, caules, raízes). Descreva quais os tipos de sintomas de acordo com o embasamento teórico. Descreva os possíveis agentes causais que estão causando os referidos sintomas. Colete ao todo 5 plantas com sintomas de doenças e, no mínimo, 1 sintoma causado por fungo, 1 sintoma causado por bactéria e 1 sintoma causado por vírus ou nematóides. Escaneie ou clique sobre o QR Code https://www.youtube.com/watch?v=6wGRF0lB_WI&list=PLMygX6qaUk9LaPR4LNPeF0xJEpp4rM2i2&index=2 https://www.youtube.com/watch?v=6wGRF0lB_WI&list=PLMygX6qaUk9LaPR4LNPeF0xJEpp4rM2i2&index=2 Caro (a) aluno (a), Você deverá entregar o Relatório tipo Apresentação Simples (Power point). Para isso, faça o download do template, disponibilizado junto a este roteiro, e siga as instruções contidas no mesmo. MAFFIA, L. A.; PITELLI, R. A. Manual de Diagnose de Doenças de Plantas: Volume 1 e 2. São Paulo: Agronômica Ceres, 2013. KIMATI, H., AMORIM, L., BERGAMIN FILHO, A., CAMARGO, L. E. A. (Eds.). Manual de Fitopatologia: Doenças das Plantas Cultivadas (4a ed.). Agronômica Ceres, 2005. SILVA, J. B.; VIEIRA, S. L. Doenças de Plantas Tropicais: Epidemiologia e Controle. Viçosa: UFV, 2014. SILVA, J. B.; AZEVEDO, A. C. Guia de Campo: Doenças de Plantas Tropicais. Viçosa: UFV, 2017. Artigos: SIMONE, G. W.; HAUSBECK, M. K. Diseases of Vegetable Crops Caused by Bacteria. Plant Health Progress, v. 8, n. 1, 2007. BEBBER, M. A.; MADDEN, G. L. Fungal Diseases of Tomato: A Comprehensive Review. Frontiers in Plant Science, v. 8, p. 1-29, 2017. MELZER, M. J.; KOUSIK, S. T. Viral Diseases in Fruit Crops. Plant Health Progress, v. 20, n. 2, 2019. Vídeos: Aula prática sobre identificação de doenças da soja. Soja Radar da Tecnologia. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=f7jXZ1viiqw acesso em:03/03/2023 CICLO DO PATÓGENO E FORMAS DE CONTROLE Objetivos: 1. Conhecer e aplicar as práticas relacionadas à teoria aprendida. 2. Entender sobre os ciclos do patógeno-hospedeiro 3. Capacitar o aluno a recomendar métodos de controle para as doenças das plantas cultivadas. O tema em questão é de extrema importância para a formação do engenheiro agrônomo. A compreensão deste tema permite que o aluno tenha um conhecimento aprofundado sobre as principais doenças que afetam as plantas cultivadas, bem como sobre os métodos de controle mais adequados para cada caso. Em relação ao ciclo de relação patógeno-hospedeiro, o conhecimento dos mecanismos pelos quais os patógenos infectam as plantas e se desenvolvem em seu interior é fundamental para entender como as doenças se propagam e se manifestam. Com base nessa compreensão, é possível desenvolver estratégias mais eficazes de prevenção e controle dessas doenças. Quanto aos métodos de controle, é importante que o aluno conheça as diferentes opções disponíveis, incluindo medidas preventivas, como a escolha de cultivares resistentes, rotação de culturas e manejo adequado do solo, e medidas curativas, como o uso de produtos químicos e biológicos para o controle de doenças já estabelecidas. É necessário que o aluno saiba avaliar a eficácia e os impactos ambientais e econômicos de cada método de controle, para escolher a melhor opção para cada situação. Além disso, o conhecimento sobre doenças de plantas é fundamental para a implementação de boas práticas agrícolas, visando à produção de alimentos saudáveis e sustentáveis, e para o cumprimento das normas e regulamentações ambientais e de segurança alimentar. Em resumo, o estudo do ciclo de relação patógeno-hospedeiro e dos métodos de controle de doenças em plantas é crucial para a formação profissional de um engenheiro agrônomo, uma vez que permite a compreensão dos mecanismos das doenças, a seleção dos métodos de controle mais adequados e a implementação de práticas agrícolas sustentáveis e em conformidade com as normas e regulamentações. Caro (a) aluno (a), na presente atividade prática você irá utilizar um manual de identificação ou computador com acesso à internet para pesquisar os patógenos e descrever o ciclo de relações patógeno-hospedeiro e formas de controle do patógeno. VÍDEO-POCKET LEARNING EMBASAMENTO TEÓRICO 1. Ciclo de relações patógeno-hospedeiro O ciclo de relações patógeno-hospedeiro é um conjunto de eventos sucessivos e ordenados que ocorrem repetidamente. É composto por cinco processos básicos: sobrevivência, disseminação, infecção, colonização e reprodução. A repetição desse ciclo ou de parte dele resulta na epidemia (AMORIM e PASCHOLATI, 2011). A sobrevivência dos patógenos ocorre de diferentes formas, as principais são: estruturas especializadas de resistência (ex: fungos com esporos de resistência), atividades saprofíticas (patógenos causadores de podridões que sobrevivem em restos de cultura), plantas hospedeiras (ex: sobrevivência do vírus do mosaico do pepino em outras cucurbitáceas) e vetores (ex: insetos que transportam patógenos) (AMORIMe PASCHOLATI, 2011). A disseminação envolve os processos básicos de liberação, dispersão e deposição. Através da liberação o patógeno sai do local onde foi produzido, então pela dispersão ele é transportado (por ex. pelo vento) e em seguida ocorre a deposição, que é o assentamento do patógeno no seu hospedeiro ou superfície (DALMOLIM et al., 2020). A infecção é o processo que começa com a pré-penetração, penetração e termina com o estabelecimento de relações parasitárias estáveis. É na infecção que se inicia a patogênese, onde o contato do hospedeiro com o patógeno provoca o lançamento das armas de ataque no patógeno e os mecanismos de defesa das plantas hospedeiras. A colonização é a fase em que o patógeno retira nutrientes da planta hospedeira. Nessa fase o patógeno cresce, ocupa novos espaços e produz uma série de enzimas para degradação dos componentes da parede celular da planta. Os patógenos são classificados em função do estabelecimento de relações nutricionais com o hospedeiro, podem ser: Biotróficos, necrotróficos Escaneie ou clique sobre o QR Code https://www.youtube.com/watch?v=3uPBJT2LpPE&list=PLMygX6qaUk9LaPR4LNPeF0xJEpp4rM2i2&index=3 https://www.youtube.com/watch?v=3uPBJT2LpPE&list=PLMygX6qaUk9LaPR4LNPeF0xJEpp4rM2i2&index=3 ou hemibiotróficos (AMORIM e PASCHOLATI, 2011). Os biotróficos precisam do hospedeiro vivo porque se alimentam de nutrientes dos tecidos vivos do hospedeiro. Os necrotróficos antes de invadir o hospedeiro eles o matam, extraem nutrientes dos tecidos mortos, ou seja, não precisam do hospedeiro vivo. Os hemibiotróficos iniciam o processo infeccioso como biotróficos e colonizam o hospedeiro como necrotróficos. A reprodução é a produção de inóculo e pode ocorrer no interior ou exterior do hospedeiro. Vírus e viroides são exemplos de patógenos que se reproduzem internamente, necessitando de um vetor para sua transmissão. Já a grande maioria dos fungos e bactérias fitopatogênicas se reproduzem na superfície ou logo abaixo da superfície dos hospedeiros (DALMOLIM et al., 2020). 2. Controle de doenças Considerando o conceito de controle de doenças tanto do ponto de vista biológico quanto do ponto de vista econômico, visando a sistematização dos métodos de controle, Whetzel et al. (1925) e Whetzel (1929) agrupam os métodos em quatro princípios biológicos gerais (exclusão, erradicação, proteção e imunização e terapia). A regulação e a evasão foram incluídas por Marchionatto (1949) citadas por Michereff (2001): ● Exclusão: prevenção da entrada de um patógeno numa área ainda não infestada; ● Erradicação: eliminação do patógeno de uma área em que foi introduzido; ● Proteção: promover a inserção de uma barreira protetora antes de ocorrer a deposição do inóculo do patógeno nas partes suscetíveis da planta; ● Imunização: desenvolvimento de plantas resistentes ou imunes. Dessa forma, por meios naturais ou artificiais obter uma população de plantas imunes ou altamente resistentes, em uma área infestada com o patógeno. ● Terapia: utilizada para restabelecer a sanidade de uma planta que já possui uma relação parasítica íntima com o patógeno. ● Regulação: medidas de controle baseadas em modificações do ambiente. Por exemplo, modificações da umidade, temperatura e luminosidade do ambiente, de reação e propriedades do solo e da composição do ar. ● Evasão: prevenção da doença pelo plantio em épocas ou áreas quando ou onde o inóculo é ineficiente, raro ou ausente. A evasão baseia-se, portanto, em táticas de fuga dirigidas contra o patógeno e/ou contra o ambiente favorável ao desenvolvimento da doença. Materiais de consumo: Descrição Observação Plantas com sintomas de doenças (causadas por fungos, bactérias, vírus) Material a ser fornecido pelo aluno Computador com acesso à internet para pesquisa Material a ser fornecido pelo aluno Material a ser fornecido pelo aluno Software/aplicativo/simulador Sim ( ) Não (X) Em caso afirmativo, qual? Pago ( ) Não Pago ( ) Tipo de Licença: Não se aplica Descrição do software/aplicativo/simulador: Caso não seja necessário o uso do recurso, preencher com *Não se aplica (NSA) Para que a atividade prática de identificação de doenças em plantas ocorra com segurança e ergonomia, são necessários alguns itens indispensáveis: Equipamentos de proteção individual (EPIs): o uso de EPIs é fundamental para garantir a segurança do engenheiro agrônomo. Isso inclui luvas, máscaras, óculos de proteção e calçados de segurança. Iluminação adequada: uma iluminação adequada é importante para visualizar as plantas e identificar as doenças com precisão. A iluminação natural é a melhor opção, mas quando isso não é possível, as lâmpadas devem ser posicionadas de forma estratégica para fornecer luz suficiente. Mesa ou bancada: é importante ter uma mesa ou bancada adequada para trabalhar. Essa superfície deve ser resistente, limpa e organizada, para facilitar a identificação das doenças. Ferramentas adequadas: algumas ferramentas são essenciais para a atividade prática de identificação de doenças em plantas. Isso inclui lupa, tesoura, pinça e saco plástico. Essas ferramentas devem estar limpas e bem conservadas. Postura correta: manter uma postura correta durante a atividade é fundamental para evitar lesões musculoesqueléticas. O engenheiro agrônomo deve manter a coluna reta, os ombros relaxados e os pés apoiados no chão. Local apropriado: é importante escolher um local adequado para realizar a atividade prática de identificação de doenças em plantas. Esse local deve ser arejado, iluminado e seguro. Ao seguir esses itens, o aluno poderá realizar a atividade de identificação de doenças em plantas de forma segura e ergonômica, reduzindo o risco de lesões e garantindo a qualidade do trabalho. / VÍDEO POCKET LEARNING PASSO A PASSO DA PRÁTICA Com as cinco doenças identificadas da aula prática 1, descreva para cada uma delas se os patógenos são biotróficos, hemibiotróficos ou necrotróficos. Dessa forma, descreva o ciclo de relações patógeno-hospedeiro de cada patógeno. Descreva os cinco processos básicos: sobrevivência (como o patógeno sobrevive?), disseminação (como o patógeno se dissemina para outras áreas e plantas?), infecção (como o patógeno causa a infecção na planta?), colonização (como ocorre a colonização do patógeno na planta?) e reprodução (como o patógeno se reproduz?). Além das relações patógeno-hospedeiro, descreva os métodos de controle para de cada patógeno. Controle cultural, controle físico, controle genético, controle biológico e controle químico de cada patógeno, envolvendo os princípios de controle estudados. Escaneie ou clique sobre o QR Code https://www.youtube.com/watch?v=3sh9Ci-zha8&list=PLMygX6qaUk9LaPR4LNPeF0xJEpp4rM2i2&index=4 https://www.youtube.com/watch?v=3sh9Ci-zha8&list=PLMygX6qaUk9LaPR4LNPeF0xJEpp4rM2i2&index=4 Caro (a) aluno (a), Você deverá entregar o Relatório tipo Apresentação Simples (Power point). Para isso, faça o download do template, disponibilizado junto a este roteiro, e siga as instruções contidas no mesmo. Livros: BERGAMIN FILHO. Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos (3a ed.). Agronômica Ceres. 2005. KIMATI, H.; AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A., CAMARGO, L. E. A. (Eds.). (2005). Manual de Fitopatologia: Doenças das Plantas Cultivadas (4a ed.). Agronômica Ceres. 2005. Artigos: MACHADO, J. C.; VALDEBENITO-SANHUEZA, R. M. (2011). A relação patógeno-hospedeiro e a evolução dos patógenos de plantas. Scientia Agraria Paranaensis, 10(1), 9–20. Disponível em: https://doi.org/10.18188/sap.v10i1.4222 PASCHOLATI, S. F.; AMORIM, L. (2006). Resistência de Plantas a Patógenos. Summa Phytopathologica,32(1), 1–14. 2006. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0100-54052006000100001. Acesso em: 31 jul. 2023. SOUZA, L. G. T.; ALVES, T. C.; REZENDE, J. A. M. Controle de Doenças de Plantas: Uma Abordagem Histórica. Arquivos do Instituto Biológico, 80(4), 409–418. 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1808-16572013000400009. Acesso em: 31 jul. 2023. https://doi.org/10.1590/S0100-54052006000100001 https://doi.org/10.1590/S0100-54052006000100001 https://doi.org/10.1590/S1808-16572013000400009 https://doi.org/10.1590/S1808-16572013000400009