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ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO HISTOLOGIA SISTEMA GENITAL MASCULINO DOCENTE: CAIO DISCENTE: ALESSANDRA F. MORITA DE 1 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO INTRODUÇÃO COMPOSIÇÃO E CARACTERÍSTICA O sistema genital masculino é composto por testículos, ductos genitais, glândulas acessórias e pênis. O sistema genital masculino é constituído de estruturas pares (testículo, epidídimo, ducto deferente, glândulas seminais, ductos ejaculatórios e glândulas bulbouretrais) e estruturas ímpares (próstata e pênis) A FUNÇÃO DUPLA DO TESTÍCULO É PRODUZIR HORMÔNIOS SEXUAIS MASCULINOS E ESPERMATOZOIDES. 1. A testosterona - o principal hormônio produzido nos testículos - e seu metabólito, a di-hidrotestosterona, são muito importantes para a fisiologia do homem. A testosterona tem um papel essencial para a espermatogênese, para a diferenciação sexual durante o desenvolvimento embrionário e fetal e para o controle da secreção de gonadotropinas. 2. A di-hidrotestosterona age em muitos órgãos e tecidos do corpo (p. ex., músculos, padrão da distribuição dos pelos e crescimento de cabelo) durante a puberdade e a vida adulta. DUCTOS GENITAIS Os ductos genitais e as glândulas acessórias produzem secreções que, impulsionadas por contração de músculo liso, transportam os espermatozoides para o exterior. Essas secreções também, lubrificam e fornecem nutrientes para os espermatozoides enquanto eles permanecem no sistema genital masculino. Os espermatozoides e as secreções dos ductos genitais e glândulas acessórias compõem o sêmen. DE 2 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO ORGANIZAÇÃO DO TESTÍCULO Cada testículo é envolvido por uma grossa cápsula de tecido conjuntivo denso, a túnica albugínea. Cada testículo tem 250 a 1.000 túbulos seminíferos que medem 150 a 250 mm de diâmetro e 30 a 70 cm de comprimento. Uma Cápsula, a qual é espessada na superfície dorsal dos testículos para formar o mediastino do testículo. Ainda assim, há os septos da Cápsula que penetram o testículo dividindo-o em compartimentos primadas chamados LÓBULOS TESTICULARES. Os septos do testículos são irregulares/incompletos permitir do a intercomunicação entre os lóbulos. Cada lóbulo é ocupado por 1 a 4 túbulos seminíferos que se alojam como novelos envolvidos por um TECIDO CONJUNTIVO FROUXO, rico em vasos sanguíneos, linfáticos, nervos e células interstíciais - CÉLULAS DE LEYDIG. São nos túbulos enovelados, onde são produzidos os espermatozóides. Esses túbulos seminíferos produzem as células reprodutor masculinas, espermatozóides, enquanto as células intersticiais secretam ANDRÓGENO TESTICULAR - TESTOSTERONA TÚBULOS RETOS Os túbulos estão dispostos em alças, e suas extremidades se continuam com curtos tubos conhecidos por TÚBULOS RETOS. Os túbulos retos conectam os túbulos seminíferos a um labirinto de canais anastomosados em forma de rede, revestidos por um EPITÉLIO PAVIMENTOSO SIMPLES ou EPITÉLIO CÚBICO SIMPLES , constituindo a rede testicular no mediastino do testículo. Em continuação, aproximadamente 10 a 20 DUCTOS EFERENTES conectam a rede testicular ao início da porção seguinte do sistema de ductos - o DUCTO EPIDIDIMÁRIO ou DUCTO DO EPIDÍDIMO. DE 3 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO TÚBULOS SEMINÍFEROS A parede dos túbulos seminíferos é formada por várias camadas de células denominadas epitélio germinativo ou epitélio seminifero, o qual é envolvido por uma lâmina basal e por uma bainha de tecido conjuntivo. O tecido conjuntivo, por sua vez, é formado por fibroblastos, e sua camada mais interna, aderida à lâmina basal, é formada por células mioides achatadas e contráteis e que têm características de células musculares lisas. As células intersticiais ou de Leydig se situam nesse tecido conjuntivo e ocupam a maior parte do espaço entre os túbulos seminíferos. O epitélio seminífero é formado por duas populações distintas de células: as células de Sertoli e as células que constituem a linhagem espermatogênica. DE 4 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO TÚBULOS SEMINÍFEROS: CÉLULAS DE SERTOLI Seus núcleos, que se situam na base dos túbulos seminíferos. Os núcleos são vesiculares, claros. São essenciais para a produção de espermatozoides. As células da linhagem espermatogênica se originaram do saco vitelino do embrião. Por volta do 5° mês de vida fetal, um pequeno grupo de células, denominadas células germinativas primordiais, migra do saco vitelino para a gônada que está em desenvolvimento. Neste local as células proliferam e colonizam a gônada, originando células denominadas espermatogônias. FUNÇÕES DAS CÉLULAS DE SERTOLI: 1. Suporte, proteção e suprimento nutricional dos espermatozoides em desenvolvimento. 2. Fagocitose (excesso de citoplasma das espermátides). 3. Secretam um fluido que é usado para transporte de espermatozoides. 4. Convertem converter testosterona em estradiol. 5. Secretam um peptídio chamado inibina, que suprime a síntese e a liberação de FSH na hipófise. 6. Produção do hormônio antimülleriano (promover a regressão dos ductos de Müller e induz o desenvolvimento de estruturas derivadas dos ductos de Wolff). 7. Barreira hematotesticular (As junções ocludentes entre as células de Sertoli, entretanto, formam uma barreira à passagem de moléculas) DE 5 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO TÚBULOS SEMINÍFEROS: BARREIRA HEMATOTESTICULAR Células de Sertoli adjacentes são unidas por junções ocludentes encontradas nas suas paredes basolaterais, formando uma barreira chamada barreira hematotesticular. As espermatogônias permanecem no compartimento situado abaixo da barreira. Algumas das células que resultam da divisão de espermatogônias atravessam essas junções e ocupam o compartimento adluminal, situado sobre a barreira, e iniciam a espermatogênese. Espermatides: se localizam em recessos das paredes laterais e do ápice das células de Sertoli, enquanto os flagelos das espermátides formam tufos que se estendem para o lúmen dos túbulos espermatogênese. TÚBULOS SEMINÍFEROS: CÉLULAS ESPERMATOGÊNICAS As células espermatogênicas em diferenciação não estão dispostas de modo aleatório no epitélio seminíferos; tipos celulares específicos são agrupados entre si. Esses agrupamentos ou associações ocorrem devido à existência de pontes intercelulares entre a progênie de cada par de espermatogônias do tipo Ap e em virtude da permanência das células sincronizadas por tempos específicos em cada estágio de maturação. ESPERMATOGÊNESE E ESPERMIOGÊNISE A produção de espermatozoides é chamada espermatogênese, um processo que inclui divisão celular por mitose e meiose e é seguida pela diferenciação final das células espermatozoides, chamada espermiogênese. DE 6 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO ESPERMATOGÊNESE O processo começa com as espermatogônias, situadas próximo à lâmina basal do epitélio germinativo. Na puberdade, as espermatogônias iniciam um processo contínuo de divisões mitóticas e produzem sucessivas gerações de células. As células-filhas podem seguir dois caminhos: 1. Continuar se dividindo, mantendo-se como células-tronco de outras espermatogônias (chamadas espermatogônias de tipo A), 2. Diferenciarem-se durante sucessivos ciclos de divisão mitótica para se tornar espermatogônias de tipo B. Nas preparações histológicas comuns, não é possível distinguir os dois tipos de espermatogônias. 3. As espermatogônias de tipo B passam por alguns ciclos mitóticos em que as células- filhas não se separam completamente e, ao final dessasdivisões, originam espermatócitos primários. Estes continuam unidos por pontes citoplasmáticas até o final processo. Os espermatócitos primários sofrem meiose e resultam em células menores chamadas espermatócitos secundários. ESPERMIOGÊNISE Espermiogênese é o nome da fase final de produção de espermatozoides. Durante esse processo, as espermátides se transformam em espermatozoides, células altamente especializadas para transferir o DNA masculino ao ovócito. Nenhuma divisão celular ocorre durante essa transformação. A ESPERMIOGÊNESE é um processo complexo, que inclui: 1. Formação de uma estrutura chamada acrossomo 2. Condensação e alongamento do núcleo 3. Desenvolvimento do flagelo 4. Perda da maior parte do citoplasma O resultado final é o espermatozoide maduro, que é liberado no lúmen do túbulo seminífero. DE 7 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO TECIDO INTERISTICIAL O tecido intersticial do testículo é importante para a nutrição das células dos túbulos seminíferos, transporte de hormônios e produção de andrógeno. Os espaços entre os túbulos seminíferos do testículo são preenchidos com tecido conjuntivo, nervos, vasos sanguíneos e linfáticos. Os capilares sanguíneos do testículo são fenestrados e possibilitam a passagem livre de macromoléculas, como as proteínas do sangue. O tecido conjuntivo tem vários tipos de células, que incluem fibroblastos, células conjuntivas indiferenciadas, mastócitos e macrófagos. TECIDO INTERISTICIAL: CÉLULAS DE LEYDIG São CÉLULAS ARREDONDADA ou POLIGONAL, e que tem um núcleo central e um citoplasma eosinófilo rico em pequenas gotículas de lipídios), que têm características de células produtoras de esteroides. Durante a puberdade ocorre o aparecimento em massa das células. Essas células produzem a testosterona, responsável pelo desenvolvimento das características sexuais masculinas secundárias. A testosterona é sintetizada por enzimas encontradas em mitocôndrias e no retículo endoplasmático liso, um exemplo de cooperação entre organelas. TÚBULOS INTRATESTICULARES Os ductos genitais intratesticulares se seguem aos túbulos seminíferos e conduzem espermatozoides e fluidos. Eles são os seguintes: túbulos retos, rede testicular e ductos eferentes TÚBULOS RETOS A maioria dos túbulos seminíferos tem forma de alça, cujas extremidades continuam nos túbulos retos. Nesses túbulos, faltam as células da linhagem espermatogênica. Formado somente por CÉLULAS DE SERTOLI seguido por um segmento principal revestido por um EPITÉLIO DE CÉLULAS CUBOIDES, apoiado em uma envoltura de tecido conjuntivo denso. DE 8 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO REDE TESTICULAR Rede testicular: situada no mediastino do testículo e composta por uma rede altamente anastomosada de canais. São revestidos por um epitélio simples cuboide ou colunar baixo. Essas células apresentam um único cílio apical e uma quantidade relativamente pequena de microvilosidades apicais curtas. DUCTOS EFERENTES Da rede testicular saem 10 a 20 ductos eferentes, formados por grupos de células epiteliais cuboides não ciliados que se alternam com grupos de células cujos cílios batem em direção do epidídimo Uma delgada camada de células musculares lisas orientadas dircularmente existe em volta da lâmina basal do epitélio. Os ductos eferentes gradualmente se fundem para formar o ducto do epidídimo. DUCTO EPIDIDIMÁRIO O ducto do epidídimo ou ducto epididimário é um tubo único altamente enrolado, que mede de 4 a 6 m de comprimento. Juntamente com o tecido conjuntivo circunvizinho e os vasos sanguíneos, esse ducto forma o corpo e a cauda do epidídimo, uma estrutura anatómica com cápsula própria. Por ser muito enovelado, um corte do ducto do epidídimo mostra grande número de secções do tubo, dando a falsa impressão de que são muitos ductos O ducto é formado por um EPITÉLIO COLUNAR PSEUDOESTRATIFICADO, composto de células basais arredondadas e de células colunares. A superficie das células colunares é coberta por longos e ramificados microvilos de formas irregulares, chamados estereocílios. O epitélio do ducto epididimário participa da absorção e digestão dos corpos residuais das espermátides, eliminados durante a espermatogênese. As células epiteliais se apoiam sobre uma lâmina basal que é envolvida por células musculares lisas e por tecido conjuntivo frouxo. As contrações peristálticas do músculo liso ajudam a mover o fluido ao longo do tubo. DE 9 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO DUCTO DEFERENTE A extremidade do ducto do epidídimo origina o ducto deferente, que termina na uretra prostática, onde esvazia seu conteúdo. O ducto deferente é caracterizado por um lúmen estreito e uma espessa camada de músculo liso. Sua mucosa forma dobras longitudinais e, ao longo da maior parte de seu trajeto, é coberta de um EPITÉLIO COLUNAR PSEUDOESTRATIFICADO com ESTEREOCILIOS. A lâmina própria da mucosa é uma camada de tecido conjuntivo rico em fibras elásticas, e a camada muscular consiste em camadas internas e a externas longitudinais separadas por uma camada circular. O músculo liso sofre fortes contrações peristálticos que participam da expulsão do sêmen durante a ejaculação. GLÂNDULAS ACESSÓRIAS As glândulas genitais acessórias são as: • Vesículas seminais • Próstata • Glândulas bulbouretrais VESÍCULA SEMINAL As vesículas seminais consistem em dois tubos muito tortuosos (retorcido) que, quando estendidos, medem aproximadamente 5 a 10 cm. A sua mucosa é pregueada e forrada com epitélio cuboide ou pseudoestratificado colunar. As células epiteliais são ricas em grânulos de secreção, semelhantes cos encontrados em células que sintetizam proteínas. A lâmina própria é rica em fibras elásticas e é envolvida por uma espessa camada de músculo liso. As vesículasseminais não são reservatórios para espermatozoides. Elas são glândulas que produzem uma secreção amarelada que contém substâncias importantes para os espermatozoides, como frutose, citrato, inositol, prostaglandinas e várias proteínas. Os carboidratos produzidos pelas glândulas acessórias do sistema genital masculino são secretados no líquido seminal constituem fonte energética para a motilidade dos espermatozoides e 70% do volume ejaculado humano se origina nas vesículas seminais. DE 10 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO A altura das células epiteliais das vesículas seminais e o grau da atividade secretora da glândula dependem dos níveis circulantes de testosterona. PRÓSTATA É um conjunto de 30 a 50 glândulas túbulo alveolares ramificadas que envolvem uma porção da uretra chamada uretra prostática. As glândulas tubuloalveolares da próstata são formadas por um epitélio cuboide alto ou pseudoestratificado colunar. Um estroma fibromuscular cerca as glândulas. A próstata é envolvida por uma cápsula fibroelástica rica em músculo liso. Septos dessa cápsula penetram a glândula e a dividem em lóbulos, que não são facilmente percebidos em um adulto. As glândulas produzem secreção (um líquido claro e ligeiramente alcalino rico em fosfatase ácida prostática (PAP), fibrinolisina, ácido citrico) e a armazenam para expulsá- la durante a ejaculação. Da mesma maneira como a vesícula seminal, a estrutura e a função de próstata são reguladas por testosterona. GLÂNDULAS BULBOURETRAIS As glândulas bulbouretrais (glândulas de Cowper), que medem de 3 a 5 mm de diâmetro, situam-se na porção membranosa da uretra, na qual lançam sua secreção. Elas são glândulas tubuloalveolares, revestidas por um epitélio cúbico simples secretorde muco. As células musculares esqueléticas e lisas são encontradas nos septos que dividem a glândula em lóbulos. O muco secretado é claro e age como lubrificante. A estimulação sexual provoca a liberação dessa secreção, que constitui a principal parte do líquido pré- seminal e que serve para lubrificar a parte esponjosa da uretra, neutralizando qualquer traço de urina ácida. DE 11 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO GENITÁLIA EXTERNA MASCULINA - PÊNIS Os componentes principais do pênis são a uretra e três corpos cilíndricos de tecido erétil, sendo este conjunto envolvido por pele. (1) Dois desses cilindros - os corpos cavernosos do pênis, estão localizados na parte dorsal do pênis. (2) O terceiro, localizado ventralmente, é chamado corpo cavernoso da uretra ou corpo esponjoso e envolve a uretra. Os corpos cavernosos são envolvidos por uma camada resistente de tecido conjuntivo denso, a túnica albuginea. O tecido erétil que compõe os corpos cavernosos do pênis e da uretra tem uma grande quantidade de espaços venosos separados por trabéculas de fibras de tecido conjuntivo e células musculares lisas. PÊNIS Na sua extremidade distal ele se dilata, formando a glande do pênis. A maior parte da uretra peniana é revestida por EPITÉLIO PSEUDOESTRATIFICADO COLUNAR, na glande se transforma em ESTRATIFICADO PAVIMENTOSO. Glândulas secretoras de muco (glândulas de Littré) são encontradas ao longo da uretra peniana. A ereção do pênis é um processo hemodinâmico controlado por impulsos nervosos sobre o músculo liso das artérias do pênis e das trabéculas que cercam os espaços vasculares dos corpos cavernosos. A ereção ocorre quando impulsos vasodilatadores do parassimpático causam o relaxamento da musculatura dos vasos penianos e do músculo liso dos corpos cavernosos. A vasodilatação também se associa à concomitante inibição de impulsos vasoconstritores do simpático. A abertura das artérias penianas e dos espaços cavernosos aumenta o fluxo de sangue, que preenche os espaços cavernosos, produzindo a rigidez do pênis. DE 12 13 ALESSANDRA FURIAMA MORITA HISTOLOGIA - SISTEMA GENITAL MASCULINO REFERÊNCIAS Camillo C da S, et al. Caderno de histologia: texto e atlas. Natal: EDUFRN, 2017. Junqueira LCU, Carneiro J, Abrahamsohn P. Histologia básica: texto e atlas. 13. ed. [Reimpr.]. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. Ross MH, Pawlina W, Barnash TA. Atlas de histologia descritiva. Porto Alegre: Artmed, 2012. DE 13 13