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 Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM)
 Banco de Portugal (BdP)
 Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ex-ISP Instituto de
Seguros de Portugal)
1
Portugal: Autoridades de Supervisão do Sistema Financeiro
2
Portugal: Autoridades de Supervisão do Sistema Financeiro
 Missão:
Supervisionar e regular os mercados de valores mobiliários e instrumentos
financeiros derivados e a actividade de todos os agentes que neles actuam.
3
Comissão do Mercado de Valores Mobiliários
 Objetivos:
 Proteção dos investidores;
 Eficiência e a regularidade de funcionamento dos mercados;
 Controlo da informação;
 Prevenção de riscos;
 Prevenção e a repressão de atuações ilegais.
4
Comissão do Mercado de Valores Mobiliários
 Entidades sujeitas a supervisão (1/2):
 Os emitentes de valores mobiliários;
 Os intermediários financeiros;
 Os consultores autónomos;
 As entidades gestoras de mercados, de sistemas de liquidação e de sistemas
centralizados de valores mobiliários e entidades cujo objeto social seja a
compensação de operações em mercados de derivados sobre mercadorias;
 Os investidores institucionais;
 Os fundos de investimento;
5
Comissão do Mercado de Valores Mobiliários
Entidades sujeitas a supervisão (2/2):
 Os titulares de participações qualificadas em sociedades abertas;
 Os fundos de garantia, os sistemas de indemnização dos investidores e as
respetivas entidades gestoras;
 Os auditores e as sociedades de notação de risco;
 Os fundos e as sociedades de capital de risco;
 Os fundos e as sociedades de titularização de créditos e ainda as sociedades
gestoras de fundos de titularização de créditos;
 Outras pessoas que exerçam, a título profissional ou acessório, atividades
relacionadas com valores mobiliários.
6
Comissão do Mercado de Valores Mobiliários
 Supervisão Prudencial
 Supervisão Comportamental
 Anti-Branqueamento de Capitais
(prevenção da utilização do sistema financeiro para fins de branqueamento de capitais e de 
financiamento de terrorismo)
7
Banco de Portugal
Objectivo:
Garantir a estabilidade financeira das instituições e a segurança dos fundos que
lhes foram confiados.
8
Supervisão Prudencial
Competências:
Autorizar a constituição de instituições de crédito, sociedades financeiras e instituições de
pagamento
Acompanhar a actividade das instituições supervisionadas
Vigiar a observância das normas prudenciais que disciplinam a sua actividade
Emitir recomendações e determinações específicas para que sejam sanadas as irregularidades
detectadas
Sancionar as infracções praticadas
Tomar providências extraordinárias de saneamento
9
Supervisão Prudencial
Entidades sujeitas a supervisão:
 Instituições de crédito - actividade consiste em receber depósitos ou outros fundos reembolsáveis do
público com o objectivo de os aplicarem por conta própria, mediante a concessão de crédito
 Bancos
 Caixas económicas, caixas de crédito agrícola mútuo e a Caixa Central
 Instituições financeiras de crédito
 Instituições de crédito hipotecário
 Sociedades de investimento
 Sociedades de locação financeira,
 Sociedades de factoring,
 Sociedades financeiras para aquisições a crédito,
 Sociedades de garantia mútua
 Instituições de moeda eletrónica
10
Supervisão Prudencial
Entidades sujeitas a supervisão:
 Sociedades financeiras
 Sociedades financeiras de corretagem,
 Sociedades corretoras,
 Sociedades mediadoras dos mercados monetário ou de câmbios,
 Sociedades gestoras de fundos de investimento,
 Sociedades emitentes ou gestoras de cartões de crédito,
 Sociedades gestoras de patrimónios,
 Sociedades de desenvolvimento regional,
 Agências de câmbio,
 Sociedades gestoras de fundos de titularização de créditos
 Outras sociedades, como a Finangeste
11
Supervisão Prudencial
Entidades sujeitas a supervisão:
 Outras
 Instituições de pagamento
 Sociedades gestoras de participações sociais (quando as participações
detidas, direta ou indiretamente, lhes confiram a maioria dos direitos de voto
em uma ou mais instituições de crédito ou sociedades financeiras)
12
Supervisão Prudencial
Objectivo:
 Estabelecer regras de conduta das ICs, das SFs e das instituições de
pagamento que assegurem a transparência de informação nas fases contratuais
e pré-contratuais, (ex: publicidade), e a equidade nas transacções de produtos e
serviços financeiros entre as entidades supervisionadas e os seus clientes.
13
Supervisão Comportamental
Direito de os clientes apresentarem directamente reclamações ao
Banco de Portugal.
Desenvolver actividades que visam aumentar os níveis de informação
e formação financeira, (ex: Portal do Cliente Bancário).
14
Supervisão Comportamental
 Missão
Assegurar o bom funcionamento do mercado segurador e fundos de pensões em
Portugal, de forma a contribuir para a garantia da proteção dos tomadores de
seguro, pessoas seguras, participantes e beneficiários.
15
Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões
 Competências de supervisão
 Verificar a conformidade técnica, financeira e legal
 Fiscalizar as garantias financeiras e dos meios de que dispõem para fazerem face
aos compromissos assumidos
 Exercer a supervisão complementar das empresas de seguros ou de resseguros que
façam parte de um grupo segurador ou de um conglomerado financeiro;
16
Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões
 Competências de supervisão (cont.)
 Fiscalizar o cumprimento dos requisitos legais e regulamentares em matéria de
estrutura e mecanismos de governo
 Fiscalizar o cumprimento dos requisitos legais e regulamentares em matéria de
conduta de mercado.
17
Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões
 Entidades sujeitas a supervisão
Todas as que exercem as atividades de:
 seguradora
 resseguradora
 fundos de pensões (e respectivas entidades gestoras)
 mediação de seguros
18
Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões
Criado em setembro de 2000 (Decreto-Lei n.º 228/2000, de 23 de setembro)
Objetivo:
Promover a coordenação da atuação das autoridades de supervisão do sistema
financeiro, dada a crescente integração e interdependência das diversas áreas ligadas à
atividade financeira.
Realiza consultas públicas sobre as iniciativas que promove no âmbito das suas
competências, designadamente sobre propostas de regulamentação financeira.
19
Conselho Nacional de Supervisores Financeiros
Composição
Membros permanentes:
 Governador do Banco de Portugal (que preside);
 Presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários;
 Presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões;
 membro do Conselho de Administração do Banco de Portugal com o pelouro da 
supervisão. 
20
Conselho Nacional de Supervisores Financeiros
Outros membros:
Representantes de entidades públicas ou privadas, tais como:
 Sistema de Indemnização aos Investidores;
 Fundo de Garantia de Depósitos;
 Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo;
 entidades gestoras de mercados regulamentados;
 associações representativas de quaisquer categorias de instituições sujeitas a
supervisão prudencial.
21
Conselho Nacional de Supervisores Financeiros

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