Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Avaliação da Série Branca
Prof. George Maciel Cavalcanti
georgemaciel@gmail.com
LEUCÓCITOS
• Células ou glóbulos brancos.
• Defensores contra:
– Diferentes agentes agressores,
• Tóxicos,
• Infecciosos: bactérias, fungos, vírus e parasitas.
• Órgãos Hemoformadores Primários:
• Medula Óssea: formação de Leucócitos;
• Timo: maturação de linfócitos T;
• Órgãos Hemoformadores Secundários:
•Linfonodos ou Gânglios: maturação de linfócitos T e B;
• Tonsilhas ou amígdalas: maturação de linfócitos T e B;
• Baço: maturação de linfócitos T e B;
•Sistema Retículo Endotelial (SRE): maturação de macrófagos.
Órgãos 
Formadores
Leucócitos
Classificações dos Leucócitos
• Segmentação nuclear
– Polimorfonuclear e mononuclear
• Granulócitos imaturos: mononucleares
• Classificação funcional
– Fagócitos: neutrófilos, eosinófilos, basófilos, monócitos
– Imunócitos: linfócitos
• Granulação citoplasmática
– Granulócitos e não-granulócitos
• Monócitos e linfócitos: agrânulos
Funções Gerais dos Leucócitos
• Defesa primária: bactérias, 
vírus, fungos e outros
– Fagócitos
• Fagocitose e eliminação 
de patógenos
• Processamento de 
antígenos
– Imunócitos 
• Produção anticorpos 
(imunidade humoral)
• Imunidade celular
• Modulação da resposta 
imunológica
LEUCOGÊNESE
Diferenciação e Formação dos Leucócitos
Divisão na formação leucocitária
Leucopoiese
Cinética dos Leucócitos
• Movimento entre os diferentes 
compartimentos:
– Medula Óssea (MO)
• Pré e Pós mitótico;
– Sangue Periférico (SP)
• Circulante e Marginal;
– Tecidos e Mucosas;
• Curta permanência no sangue 
(transporte)
Leucopoiese
Fatores de Crescimento da Leucopoiese
Série Linfocitária
Série Granulocítica e 
Monocitária
LINHAGENS
Granulocítica
Linfocítica
Linhagem Mielocítica
CLASSIFICAÇÃO DOS LEUCÓCITOS
NEUTRÓFILOS
GRANULÓCITOS
Não podem se dividir.
Apresentam granulações no citoplasma.
Diferentes afinidades pelos corantes neutros, ácidos ou básicos. 
Apresentam sobrevida curta nos tecidos.
Devem ser repostos por granulócitos jovens da medula óssea.
Passam para os tecidos e não retornam ao sangue
Durante a maturação as células adquirem capacidade para realizar funções específicas: 
adquirem sistemas de reações bioquímicas; aparelho locomotor; propriedades de 
membrana para ser fagócito
Dentre os granulócitos o neutrófilo é o principal fagócito.
EOSINÓFILOS BASÓFILOS
Para uma função efetiva, o neutrófilo precisa aderir ao
endotélio e migrar através dele nas vênulas pós-capilares, acumular-
se e agregar-se em um local nos tecidos; englobar e lisar as bactérias
através da fagocitose.
Neutrófilos 
Durante a fagocitose, os grânulos se fundem aos vacúolos fagocíticos e
neles liberam seus conteúdos, resultando na morte e destruição de muitos tipos de
bactérias.
No citoplasma do neutrófilo existem dois tipos de grânulos:
Grânulo primário que é um grânulo lisossomal, rico em enzimas líticas(
elastase, colagenase e glicosidase) e mieloperoxidase que catalisa a
reação de oxidação pelo H2O2 em íons microbicidas como hipoclorito.
Grânulos secundários que transporta substâncias do citoplasma para a
superfície da célula durante a migração e ativação dos neutrófilos.
São liberadas para fagocitose e destruição.
O fenômeno que ocorre após a liberação das substâncias contidas nos
grânulos neutrofílicos é a quimiotaxia.
São fatores essenciais para quimiotaxia
Lactoferrina- envolvida na aderência dos neutrófilos;
Receptor C3bns membrana do neutrófilo - aderência e quimiotaxia; 
Citocromo b - aceptor de eletrons para produção de superóxido
FOSFOLIPÍDEOS DA
MEMBRANA CELULAR
ÁCIDO
ARAQUIDÔNICO
PROSTRAGLANDINAS
E TROMBOXANAS LEUCOTRIENOS
O ácido aracdônico é oxidado 
pela via da lipoxinenase para 
produzir Leucotrieno 
LIPOXIGENASECICLOXIGENASE
ATIVAM A PRODUÇÃO DE MEDIADORES LIPÍDICOS 
PELA MEMBRANA DO NEUTRÓFILO
ÁC. ARAQUIDÕNICO
Parte integrante da membrana
Um componente ativado do complemento (C5A)
e os 
Oligopeptídeos
derivados da lise protéica de bactérias
FOSFOLIPÍDEOS DA MEMBRANA
DO NEUTRÓFILO
Eosinófilos
PEROXIDASE
GRÂNULOS 
EOSINOFÍLICOS
Os eosinófilos penetram em exsudatos inflamatórios e têm papel
especial nas respostas alérgicas (asma, urticária, hipersensibilidade a
drogas, etc), e também na defesa em doenças parasitárias (Trichinose,
estrongiloidíases, parasitas teciduais e intestinais)
Quando os eosinófilos são ativados apresentam degranulação e
liberam proteínas (fosfatase ácida) e peroxidase (EPO), com papel
importante no ataque e morte de parasitas multicelulares
A peroxidade catalisa a reação de oxidação do H2O2 em íons
microbicidas como hipoclorito. (Produção de radicais tóxicos de oxigênio que
irão lesar a larva do parasito no tecido)
A remoção da fibrina, gerada durante o processo inflamatório, é
realizada pelo eosinófilo
Basófilos
Os basófilos ocorrem normalmente no sangue circulante numa
proporção muito baixa. (0 a 1%)
Os grânulos (basofílicos), existentes no citoplasma do basófilo,
são ricos em mucopolissacarídeos ácidos.
A membrana do basófilo tem sítios de ligação para a IgE, a
histamina e a heparina são liberadas pela degaranulação basofílica quando esses
sítios são ativados
Nos tecidos, os basófilos se transformam em mastócitos
Nas dermatites pode ocorrer um aumento do número de basófilos no sangue
periférico
Formação dos Grânulos 
Monoblasto
Monócito
Precursor Monoblasto Promonócito Monócito
Atraídos para os sítios por linfocinas:
MIF/MAF e MCP
Característica morfológica: citoplasma e núcleo.
http://www.som.tulane.edu/classware/pathology/Krause/Blood/StemCell.jpg
http://www.som.tulane.edu/classware/pathology/Krause/Blood/Monoblast.jpg
http://www.som.tulane.edu/classware/pathology/Krause/Blood/promonocyte.jpg
http://www.som.tulane.edu/classware/pathology/Krause/Blood/Monocyte.jpg
OS MONÓCITOS PROCESSAM OS ANTÍGENOS PARA 
APRESENTAÇÃO AOS LINFÓCITOS E SECRETAM 
SUBSTÂNCIAS SOLÚVEIS DENOMINADAS MONOCINAS:
INTERLEUCINA I – DEFESA E HOMEOSTASE
CAQUEXINA – FATOR DE NECROSE TUMORAL
MONÓCITOS
São fagócitos
FRAGMENTO DE A NTÍGENO LIGADO
À MEMBRANA DO MACRÓFAGO
CÉLULAS APRESENTADORA DE ANTÍGENOS
RECEPTOR
NO LINFÓTITO T
ANTÍGENO
CARACTERÍSTICAS 
DOS MONÓCITOS
Realizam macrofagocitose dos restos nucleares e dos microorganismos
invasores
Sofrem diferenciação dentro dos tecidos para formar uma variedade de
células mononucleares que são fagócitos de certos tipos de microorganismos
Retiram as hemácias senis do sangue
Permanece apenas por um curto período de tempo (aproximadamente 24h) em
circulação, antes de penetrar nos tecidos, onde pode sobreviver por muitos
dias e até meses
Precursor do macrófago e de células fagocíticas com o núcleo não
segmentado, formando o sistema fagocítico mononuclear
LINFÓCITOS
AGRANULÓCITOS
Normalmente não possuem grânulos nos seus citoplasmas.São os linfócitos e 
os monócitos
São também denominados IMUNÓCITOS
Responsáveis pela imunidade humoral e celular.
Sintetizam imunoglobulinas específicas.
Estão envolvidos no processo da imunidade e na regulação e síntese de
imunoglobulinas (anticorpos).
São necessários para as respostas a substâncias que não são reconhecidas 
como próprias.
Após exposição ao antígeno os linfócitos são liberados pelo tecido linfóide, sofrem 
ativação e se dividem. 
Os linfócitos estão divididos em: linfócitos B e linfócitos T
Participam nos processos de imunidade humoral.
São precursores da principal célula formadora de anticorpos do 
organismo, o plasmócito, célula secretora de imunoglobulinas.
LINFÓCITOS B 
ANTÍGENOS
Quando exposto ao antígeno o linfócito B é ativado
Aumenta de tamanho e seu núcleo torna-se irregular
Se diferencia em plasmócito e secreta imunoglobulinas
LINFÓCITOS B 
PLASMÓCITO 
IMUNOGLOBULINAS
LINFÓCITOS B ATIVADO
VÍRUS
bactérias
São necessárias para o combate à infecção
e 
fundamental para fagocitose de microrganismos.
IMUNOGLOBULINAS
IgM
IgM
IgM
IgG IgE
IgD
IgA
IgMDIFERENÇAS ENTRE IMUNOGLOBULINAS
Teor de hidratos de carbono
Composição de aminoácidos 
Carga
Tamanho
LINFÓCITO T
Antígenos
LINFÓCITO B 
regula
IgG
IgM
IgD
IgA
IgE
LINFÓCITOS T
Imunidade celular e na regulação da síntese de imunoglobulinas (anticorpos).
Após exposição ao antígeno, permanecem como células de memória, capazes de
iniciar respostas imunológicas mais rápidas e efetivas.
Os precursores dos linfócitos T migram a partir da medula óssea para o timo,
onde se dividem e se diferenciam.
O processamento de precursores de células T dá origem a um repertório de
linfócitos T de vida longa nos tecidos linfóides periféricos, programados para
responderem seletivamente a diferentes antígenos.
Estimulam a produção de anticorpos pelos linfócitos B.
São responsáveis pela rejeição de órgãos transplantados. 
Se movem para dentro e para fora do sangue circulante e dos 
tecidos linfóides periféricos
O HIV infecta células do sistema imune, primariamente as chamadas células
TCD4+ (linfócitos T que expressam moléculas CD4 em sua superfície).
Ao se ligar à molécula CD4, o vírus entra na célula.
A infecção inicial pode ser assintomática ou vir acompanhada por febre, dores
musculares, de garganta etc.
Após essa fase, há a infecção latente, que pode durar entre 2 e 10 anos (ou
mais, em alguns casos).
Em seu estágio final, a Aids é caracterizada por uma grave depressão do
sistema imune, com aumento da susceptibilidade a diversas enfermidades.
Isso acontece porque a população de células TCD4+ fica muito reduzida.
HIV
Quando falham os mecanismos imunes celulares, mediados pelos linfócitos 
T, o organismo fica sujeito a infecções sérias e repetidas por microrganismo 
oportunistas, que normalmente não causariam doenças.
linfócitos T
Maturação Linfóide
Morfologia: Imunofenotipagem
Linfopoese – Linfócitos B
Morfologia: Imunofenotipagem/Biologia Molecular
Linfoblastos Linfócitos Maduros
Linhagem (CD19) Maturação (TdT, CD34,10) Ambos (sIg)
FISIOLOGIA LEUCOCITÁRIA
Cinética e Funcionalidades dos Leucócitos
Cinética dos Neutrófilos
• Vida média 9-10 dias (5-7 “stress”);
• Tecidos 2-5 dias;
• Via única MO→ SP →Tecido.
Quantidades Normais: 1.600 – 7.000/Lde sangue (circulante);
Diferencial: 40 – 70%.
COMPARTIMENTOS.
MARGINAL : 50%
CIRCULANTE: 50%
 de Veloc.circ.
INTERCAMBIO
CONTINUO
Neutrófilo 
• Mais numerosos 2/3
• Núcleo segmentado: 3 a 5; 
• Cromatina condensada
• Grânulos finos 
• Cor rósea/violácea
• Afinidade tintorial mista
Função dos Granulócitos
• Quimiotaxia
– Estímulo químico à migração;
• Diapedese
– Movimento através do endotélio;
• Fagocitose
– Ingestão de partícula;
• Degradação
– Digestão metabólica da partícula.
Cinética 
Eosinófilo
• Núcleo segmentado: 2 lóbulos (ou mais)
• Grânulos grandes eosinofílicos: PBM, PCE, EPO;
• T 1/2 = 18h no SP antes migração;
• Nos tecidos: 6 dias;
• Apenas 1% em SP: 99% nas mucosas;
• Resposta quimiotática:
– produtos bacterianos;
– frações do complemento: c3b, c5a;
– fatores secretados por basófilos e mastócito;
– complexos Ag-Ac: IgE.
EOSINÓFILOS
• PBM (Proteína Básica Maior) : 50% do total
– Schistosomas,
– Trichinella spiralis
– Céls. Tumorais
– Secreção de histamina por basófilos
• PCE (Proteína catiônica Eosinofílica): 30% total
– Tóxica para parasitos; 
• EPO (Peroxidase Eosinofílica): H2O2 e haletos
– bactérias, fungos, helmintos, céls. tumorais
Eosinófilo: Efeito Alérgico
Anti-Helmíntico 
• Atração: substâncias de
parasito, outras quimiotaxinas;
• Diapese;
• Receptores Fc e C3b:
reconhecem e se ligam ao
helminto (larva/adulto) – Ac;
• Dano ao parasito: espécies
reativas (O2, EPO, PBM e
PCE).
ATACANDO LARVA DE 
ESQUISTOSSOMA
EXUDATO DE 
INFLAMAÇÃO
Funções de Eosinófilos
Basófilo
• SP: 0-2% de leucócitos
• Precursor mastócitos?
• Grânulos 
– Degranulação
• Histamina: efeito alérgico
• Heparina: fluidez sítio inflamatório?
• Ác. hialurônico
• Hipersensibilidade IgE
• Perturbação eritropoese: LMC 
• Processos crônico-inflamatórias (AR)
Cinética dos Basófilos
• ½ vida similar aos eosinófilos
• Presentes em sítios de reações alérgicas
DEGRANULAÇÃO
REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE
Receptores: 
Fc de Ig E
Subs. de baixo peso molecular
ANTÍGENO IND. HIPERSENSÍVEISPENICILINA
ANTICORPOS ( Ig E )
RECEPTORES OCUPADOS POR IgE
ENTRADA DA SUBST. POR SEGUNDA VEZ 
(PENICILINA) (ANTÍGENO)
REAÇÃO ANTÍGENO-ANTICORPO
LIBERAÇÃO DO CONTEÚDO DOS GRÂNULOS
HISTAMINA:  da PA, broncoconstricção,  da permeabilidade
EOTAXINA: Atrai eosinófilos
EOSINOFILOS
Monócito
• Fagocitose e processamento de Ag:
– Mais eficiente que neutrófilo
p/grandes partículas;
• Fc de IgG e Complemento (c3b e
c5a);
• Outras funções
– Regulação resposta imune: citocinas;
– Secreta G-CSF, GM-CSF e TNF;
– Participa na coagulação: PAF;
– Produz TC II;
– Grânulos de lisozima e esterases.
Funções dos Macrófagos
FAGOCITOSE DE 
GORDURA
FAGOCITOSE DE CARVÃO
FAGOCITOSE DE FUNGO
Macrófago e Imunidade Específica
MACRÓFAGO CÉLULA APRESENTADORA DE Ag
Linfócitos
• Produzidos: MO
• Órgãos linfóides secundários:
– linfonodos, tonsilhas;
– Baço;
– Placas de Peyer;
• Meia-vida: dias ou anos (células 
de memória);
• Quantidade no SP: 20 a 30%;
– Pleiomórficos;
• Linfócitos T e B;
T
NK
B
?• Tipos de Linf. T:
– T Helper (Th): CD4+
– T Supressor (Ts): CD8+
– Citotóxica (Tc): NK
– Reconhecem Ag: HLA classe I e II
Funções dos Linfócitos
CITOTÓXICO CD8 
ATACANDO CÉLULA 
INFECTADA
NK ATACANDO CÉLULA 
CANCEROSA
Imunidade Humoral e Celular
ALTERAÇÕES NOS LEUCÓCITOS
Quantitativas e Qualitativas
ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS
hemólise intravascular, neoplasias, intoxicações endógenas (eclampsia,
acidose), leucocitose transitória
1- Infecções piogênicas
Gerais – septicemia
Localizadas – abscessos, apendicite, artrite supurada
otite, perfuração intestinal
2- Complicações supuradas de infecções
3- Destruição do tecido
infarto do miocárdio, queimaduras extensas
4- Causas diversas
Leucocitose
Leucopenia 
1- Leucopenia por diminuição da produção
Inibição da medula óssea
Tóxicos industriais
benzol, tolueno
Medicamentos
sulfas, clorafenicol, barbituricos, anti-histamínicos
Radiações ionizantes
raio x
2- Leucopenia por aumento de destruição
Infecções graves
1-infestações parasitárias
helmintos invasores do tecido (esquistossomose)
2-Doenças alérgicas
asma alérgica
3-Algumas dermatoses
dermatite herpetiforme
4-Algumas hemopatias 
LMC, LMA
5- Sindrome de infiltração pulmonar 
eosinofilia tropical, helmintíase
Eosinofilia
Aumentado (eosinofilia)
Diminuido (eosinopenia) 
Ausente (aneosinofilia).
Em condições patológicas o número de eosinófilos pode estar
Ocorre em quase todas as moléstias 
infecciosas
Eosinopenia
1-Fase inicial de processos infecciosos agudo 
2-Reagudização de processos crônicos
3-Estados tóxico endo ou exógeno - diabetes
Aneosinofilia 
Basofilia
1-LMC 
2-Anemias hemolíticas crônicas
3-Doenças mieloproliferativas
4-Policitemia
5-Leucemia basofílica
6-Pós-esplenectomia 
Monocitose
1-Algumas infecções bacteriana: endocardite bacteriana 
2-Fase defensiva de doenças agudas
3-Diversas infecções por protozoários: amebíase,tripanossomose, 
leishmaniose
4-Comprometimento do SER
5-Leucemia monocítica
6-Pós-esplenectomia 
Monocitopenia
1-Fase aguda de processo infeccioso
2-Desnutrição, caquexia
Linfocitose
1-Convalescença de infecções aguda 
2-Infecções agudas com leucocitose
mononucleose
3-Doenças virais
hepatite, dengue
4-Linfocitose fisiológica 
linfocitopenia
1-Imunodeficiências
aplasia tímica congênita
2-Doenças diversas
cirrose hepática, tuberculose ganglionar, febre tifóide
ATIPIA LINFOCITÁRIA POR HIPERBASOFILIA CITOPLASMÁTICA E 
POLIMORFISMO NUCLEAR
Alterações na morfologia dos linfócitos
ALTERAÇÕES QUALITATIVAS 
Granulações Tóxicas
Vacuolizações Citoplasmátcias
Corpúsculo de Döhle
Hipersegmentação
Desvio a Esquerda
Alteração de Chediak-Higashi
Alteraçãode Pelger-Hüet
Alder-Reilly
Atipia Linfocitária
LINFÓCITOS ATÍPICOS
• Linfócitos atípicos apresentam morfologia
heterogênea
– Aumento do volume celular;
– Tamanhos variados;
– Núcleo pleomórfico, as vezes com nucléolo;
– Citoplasma abundante, quase sempre hiperbasofílico, as
vezes adaptando-se ao contorne de glóbulos visinhos.
– Todo esse pleomorfismo morfológico são as
transformações reativas.
Tipos:
1. Pleomorfismo Nuclear
2. Basofilia Citoplasmática
LINFÓCITOS ATÍPICOS

Mais conteúdos dessa disciplina