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DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, IDOSOS, 
GRUPOS VULNERÁVEIS E MINORIAS ÉTNICAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AULA 1 – 
COMPREENSÃO DE 
CONCEITOS E SUAS 
CARACTERÍSTICAS. 
Olá! 
 
A compreensão dos conceitos relacionados aos direitos e proteções de 
grupos vulneráveis, é fundamental para a construção de uma sociedade justa e 
isonômica. Ao compreender os princípios que regem os direitos da criança e do 
adolescente, como a prioridade absoluta, a proteção integral e o melhor interesse, 
podemos estabelecer que esses indivíduos em desenvolvimento tenham suas 
necessidades atendidas e seus direitos resguardados. 
Dessa forma, cria-se uma base para promover políticas públicas, bem como 
a promoção da igualdade de oportunidades e o combate às diversas formas de 
discriminação e violação de direitos. 
 
Bons estudos! 
 
 
 
1 COMPREENSÃO DE CONCEITOS E SUAS CARACTERÍSTICAS. 
Segundo Rezende (2013), define que a compreensão dos conceitos 
relacionados aos direitos da criança, do adolescente, dos idosos e de grupos 
vulneráveis e minorias étnicas é fundamental para a construção de uma sociedade 
mais justa e igualitária. Cada um desses grupos possui características específicas que 
demandam atenção e proteção por parte do Estado e da sociedade. 
Os direitos da criança e do adolescente são pautados pela Lei n.º 8.069, de 13 
de julho de 1990, conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, que 
visa garantir a proteção integral desses indivíduos, assegurando direitos civis, 
políticos, sociais, culturais e familiares. 
 
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente. 
(BRASIL, 1990). 
 
Já o Estatuto do Idoso, regulado pela Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, 
estabelece medidas de proteção às pessoas idosas, garantindo-lhes dignidade, 
saúde, educação, cultura, esporte, lazer, trabalho, cidadania, liberdade e participação 
na sociedade. As pessoas idosas são reconhecidas como detentoras de experiências 
e saberes que devem ser valorizados e respeitados. 
 
Art. 1º É instituído o Estatuto da Pessoa Idosa, destinado a regular os direitos 
assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos. 
(BRASIL, 2003). 
 
Os grupos vulneráveis e as minorias étnicas também necessitam de atenção 
especial no que se refere aos seus direitos. Estes grupos podem enfrentar 
discriminação, exclusão social e violações de direitos, se tornando mais suscetíveis a 
situações de vulnerabilidade. Portanto, é fundamental que políticas públicas sejam 
implementadas para promover a inclusão social, o respeito à diversidade e o combate 
a todas as formas de discriminação e preconceito. 
As características desses grupos estão ligadas à sua condição de vida, suas 
experiências, suas histórias e suas culturas. Cada um possui necessidades 
específicas que devem ser consideradas nas políticas públicas e nas ações de 
proteção e promoção de direitos. 
 
 
 
Segundo Rezende (2013), define as características específicas dos direitos da 
criança e do adolescente, dos idosos e de grupos vulneráveis e minorias étnicas, qual 
seja: 
 
Direitos da Criança e do Adolescente: 
Proteção Integral: O ECA estabelece que crianças e adolescentes devem ser 
protegidos de todas as formas de negligência, discriminação, exploração, 
violência, crueldade e opressão. 
Prioridade Absoluta: Os interesses e direitos da criança e do adolescente 
devem ser considerados como prioridade em todas as ações e políticas 
públicas. 
Participação: Reconhece-se a capacidade da criança e do adolescente de 
participar ativamente das decisões que afetam suas vidas, de acordo com 
sua idade e maturidade. 
Desenvolvimento Integral: Garantia de acesso à educação, saúde, cultura, 
esporte e lazer, visando o pleno desenvolvimento físico, mental, moral, 
espiritual e social. 
 
Direitos dos Idosos: 
Dignidade O Estatuto do Idoso assegura que os idosos devem ser tratados 
com respeito e dignidade, garantindo sua integridade física e mental. 
Prioridade: Os idosos têm prioridade em receber proteção e socorro em 
quaisquer circunstâncias. 
Saúde: Acesso universal e igualitário às ações e serviços de saúde. 
Participação: Estímulo à participação do idoso na sociedade, respeitando sua 
autonomia e capacidade para o trabalho. 
 
Grupos Vulneráveis e Minorias Étnicas: 
Inclusão Social: Políticas públicas que visam a inclusão social e combate à 
discriminação e exclusão desses grupos. 
Reconhecimento e Valorização: Valorização da cultura, história e saberes 
desses grupos, promovendo o respeito à diversidade cultural e étnica. 
Proteção Específica: Medidas de proteção que consideram as 
vulnerabilidades e riscos específicos enfrentados por esses grupos, como 
discriminação, violência e exclusão. 
Participação: Estímulo à participação ativa desses grupos na vida social, 
política e cultural, promovendo o exercício da cidadania e o respeito à sua 
autonomia e direitos. (REZENDE, 2013). 
 
Estas características remetem a importância de reconhecer e garantir os 
direitos de cada grupo de forma específica, considerando suas necessidades e 
experiências. A compreensão e o respeito pelos direitos da criança, do adolescente, 
dos idosos e de grupos vulneráveis e minorias étnicas são fundamentais para a 
construção de uma sociedade justa, igualitária e inclusiva. Sendo dever do Estado 
assegurar que esses direitos sejam garantidos, promovendo o bem-estar e a 
dignidade de todos os seus membros. 
 
 
 
 
1.1 Institucionalização das crianças no Brasil como uma resposta a um 
problema social. 
O entendimento do termo problema social é importante para o serviço social, 
pois, é a base de atuação dos profissionais dessa área. Em essência, os problemas 
sociais surgem da desigualdade social gerada pelo sistema capitalista, remetendo a 
riquezas acumuladas pelos capitalistas e a pobreza enfrentada pela classe 
trabalhadora. 
Para Rezende (2013), o termo problema social surgiu com a industrialização e 
urbanização. A institucionalização muitas vezes é uma resposta às diversas 
manifestações dos problemas sociais que afetam jovens e suas famílias. Ao 
compreender a evolução da institucionalização infantil e juvenil no Brasil, é 
fundamental reconhecer que os conceitos de infância e juventude mudaram ao longo 
do tempo. Até o século XVII, as crianças eram tratadas como adultos em miniatura, 
sem foco da atenção social, podendo ser exploradas e vistas quase como objetos. 
A história da institucionalização segue uma ordem cronológica, estabelecendo 
as mudanças nas percepções sobre infância e adolescência. Essas mudanças foram 
influenciadas por movimentos sociais e, de forma significativa, pela Constituição 
Federal de 1988, bem como, pelo ECA de 1990, que reconheceram crianças e jovens 
como sujeitos de direitos. 
Para Rezende (2013), inicialmente, a institucionalização atingia tanto crianças 
de famílias ricas quanto de famílias pobres ou sem vínculos familiares. As famílias de 
elite preferiam internatos e instituições educacionais para seus filhos, os afastando de 
suas comunidades por longos períodos. Esta prática, no entanto, se tornou menos 
comum no final do século XX. Por outro lado, crianças de famílias mais pobres eram 
frequentemente enviadas para instituições, centros correcionais ou orfanatos. 
Historicamente, os jesuítas foram os principais educadores dessas crianças até 
meados do século XVIII. Após a expulsão dos jesuítas pelo Marquês de Pombal, 
outras ordens religiosas assumiram o cuidado dos órfãos no Brasil. 
Durante esse período, predominava uma visão conservadora na sociedade em 
que mulheres brancas que engravidavam fora do casamento eram frequentemente 
acusadas, o que levaram a esconder a gravidez e abandonavam os bebês após o 
 
 
 
nascimento. Em alguns casos, eram pressionadas pelas próprias famílias a 
abandonar essas crianças,rotuladas como filhos ilegítimos. 
Para atender ao grande número de bebês, as Santas Casas contratavam babás 
externas, geralmente escravas alugadas por seus proprietários para essa função. 
Embora houvesse acusações de abuso por parte dessas cuidadoras, a alternativa de 
confinar as crianças em instalações superlotadas, onde a propagação de doenças era 
comum, era ainda mais arriscada. As instalações destinadas a acolher essas crianças, 
não eram seguras. 
Essas instituições por muito tempo foram a principal esperança de vida para as 
crianças em situação de vulnerabilidade. Embora estivessem protegidas fisicamente, 
as crianças não eram reconhecidas como sujeitos de direitos. A vida dentro desses 
estabelecimentos era rígida e monitorada, o isolamento era comum em asilos 
femininos, dificultando o contato das residentes com o mundo exterior e impondo 
regulamentações rígidas sobre a sexualidade. 
Embora o ECA tenha apresentado mudanças significativas, a transformação no 
campo da institucionalização não foi imediata, e apesar dos esforços da sociedade e 
dos governos, a exclusão e o isolamento ainda são realidades enfrentadas por 
crianças e adolescentes em situação de institucionalização. 
Para Rezende (2013), a institucionalização de menores no Brasil busca seguir 
o que dispõe o ECA, que determina a medida como temporária e excepcional, sem 
privar os jovens de sua liberdade. Desde 2009, com a Resolução 109 do Conselho 
Nacional de Assistência Social (CNAS), o acolhimento desses jovens pode ocorrer de 
três formas: Serviço de Acolhimento Institucional, Serviço de Acolhimento em Casa 
Lar e Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora. Essas medidas estão alinhadas 
com a política nacional de assistência social, visando o fortalecimento das famílias e 
a integração comunitária. Além das políticas assistenciais, existem medidas 
socioeducativas voltadas para jovens em conflito com a lei, aplicadas em ambientes 
fechados, diferenciados de abrigos de emergência ou lares para idosos, teoricamente 
para a reintegração social desses jovens. 
A institucionalização de crianças e adolescentes no Brasil passou por diversas 
transformações ao longo dos anos. O surgimento do conceito de problemas sociais 
coincidiu com o processo de industrialização, sendo a institucionalização infantil uma 
manifestação dos desafios sociais gerados pelo sistema capitalista. 
 
 
 
Muitas famílias afetadas pela exploração laboral do capital enfrentam 
dificuldades para sustentar seus filhos e acabam recorrendo aos cuidados 
institucionais. É fundamental compreender que a institucionalização é, para crianças 
e jovens, uma medida temporária e excepcional. Seu objetivo principal é promover a 
reintegração familiar e a convivência comunitária, almejando o bem-estar e o seu 
desenvolvimento. 
1.2 Movimentos históricos do Serviço Social na justiça e na proteção social 
de crianças, adolescentes e jovens no Brasil 
Segundo Rezende (2013), o serviço social no país, era voltado apenas para as 
atividades caritativas e de assistência social, perdurando até os anos de 1970, quando 
surgiu um movimento chamado reconceitualização, que questionava o caráter 
tradicional do serviço social. Esse movimento propôs uma prática autônoma, 
permitindo aos profissionais se afastarem de abordagens humanitárias. Com isso, 
buscavam sistematizar suas intervenções e desenvolver teorias críticas para enfrentar 
os desafios sociais. 
Na década de 1980, após o período ditatorial, os assistentes sociais 
começaram a refletir sobre a importância de sua atuação. Os anos 1990 marcaram o 
surgimento de diversos movimentos sociais, incluindo avanços no campo dos serviços 
sociais. Além disso, a proteção à infância e juventude tem sido prioridade do Estado, 
refletida na Lei n.º 8.069, de 13 de julho de 1990, como Estatuto da Criança e do 
Adolescente – ECA, que também influenciou outras áreas como Judiciário, saúde, 
educação e segurança. 
O ECA orientou a municipalização dos serviços, levando à criação de 
Conselhos Tutelares, Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente e Fundos 
da Infância e da Juventude desde 1990. Os Conselhos Tutelares são órgãos 
autônomos e permanentes, responsáveis pela proteção dos direitos de crianças e 
adolescentes. Cada município deve contar com pelo menos um Conselho Tutelar, que 
atua no acompanhamento de casos de risco e na definição de medidas protetivas. 
O ECA também orienta o Estado a apoiar os jovens em conflito com a lei. Esse 
é apenas um aspecto da ampla abordagem que o Brasil adota em sua política de 
atenção à infância e juventude, na atuação dos profissionais de serviços sociais. 
 
 
 
Os serviços sociais carregam alta responsabilidade social em relação aos 
assistidos, pois, ao se tratar de crianças e adolescentes, há de se observar um 
cuidado, devido à formação de um período importante que ficará marcado em suas 
vidas. É nessa fase que se constroem as bases para o futuro, tanto em termos de 
desenvolvimento pessoal quanto de integração social. É fundamental que essas 
crianças e adolescentes tenham acesso a cuidados básicos, bem como a 
oportunidades que lhes permitam desfrutar de seus direitos. 
Para Rezende (2013), a responsabilidade social nos serviços sociais vai além 
da simples prestação de serviços. Ela envolve um compromisso ético e moral com o 
bem-estar dos assistidos, garantindo que suas necessidades sejam atendidas de 
forma integral e que seus direitos sejam respeitados em todas as esferas. Isso 
significa proporcionar um ambiente seguro, estimulante e acolhedor, onde possam se 
desenvolver de forma saudável e equilibrada. 
Dessa forma, os serviços sociais voltados para crianças e adolescentes 
envolvem variadas atividades sociais, além de uma responsabilidade social com o 
assistido. É fundamental esse cuidado, para que este grupo desfrute dos direitos que 
lhe são garantidos. 
1.3 Políticas públicas de proteção à criança, aos adolescentes, aos jovens e 
aos idosos na contemporaneidade. 
O ECA, em consonância com o art. 227 da CRFB/88, se concentra nos direitos 
de crianças, adolescentes e jovens. Onde estabelece que: 
 
Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, 
ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, 
à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à 
dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, 
além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, 
exploração, violência, crueldade e opressão. (BRASIL, 1988). 
 
Segundo Rezende (2013), esta análise aborda os principais mecanismos de 
proteção para crianças, adolescentes e jovens. Essa proteção é uma responsabilidade 
coletiva que demanda um esforço conjunto tanto no planejamento quanto na 
implementação de ações. 
 
 
 
O Programa Bolsa Família, embora vinculado à assistência social, possui 
relação com as áreas de saúde e educação. Se trata de um programa de transferência 
de renda condicionado à frequência escolar dos beneficiários, garantindo assim o 
acesso à educação e proporcionando um suporte financeiro às famílias. Outra 
implementação de ação, é o oferecimento de vacinação para crianças e adolescentes 
de 6 a 17 anos, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento para crianças 
de 0 a 6 anos e acompanhamento pré-natal para gestantes. O objetivo principal 
dessas implementações é proteger a vida de crianças aos jovens, proporcionando-
lhes condições para uma vida digna. 
Segundo Rezende (2013), para assegurar o alcance dos objetivos dessas 
implementações de ações, o governo federal estabelece que os governos municipais 
monitorem as famílias beneficiárias nas áreas de educação, saúde e assistência 
social. Historicamente, a infância e adolescência no Brasil enfrentaram um período de 
invisibilidade social, onde não se reconhecia as particularidades do desenvolvimentodessas faixas etárias. Até 1988 e 1990, não havia uma política governamental voltada 
para o apoio e proteção desses grupos, predominando práticas institucionais isoladas, 
como a institucionalização. 
Foi somente com a promulgação da CRFB/88 e do ECA em 1990 que a infância 
e adolescência foram reconhecidas e passaram a ter seus direitos assegurados. O 
ECA é reconhecido nacional e internacionalmente como uma legislação abrangente 
que estabelece os direitos das crianças e dos adolescentes, enfatizando as 
responsabilidades dos Estados, das famílias e da sociedade em garantir esses 
direitos. 
O ECA orienta as políticas de atendimento à infância e juventude, que 
atualmente são implementadas por diversas políticas sociais, incluindo educação, 
saúde e assistência social. É fundamental que os profissionais da assistência social 
estejam atentos a esse tema, pois ele está ligado ao desenvolvimento integral de 
crianças e adolescentes no Brasil. 
Há de se falar também que, na contemporaneidade, as políticas públicas 
voltadas para o idoso têm ganhado cada vez mais relevância. O Estatuto do Idoso, 
regulado pela Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, é o principal marco legal que 
estabelece direitos e garantias para as pessoas com 60 anos ou mais. Este estatuto 
assegura direitos como o acesso à saúde, à previdência social, ao transporte público 
 
 
 
gratuito e à prioridade no atendimento em diversos serviços. Além disso, o estatuto 
também prevê medidas de proteção contra a violência, o abandono e a discriminação 
contra os idosos. 
Apesar da existência de lei, as políticas públicas ainda enfrentam desafios, a 
falta de recursos, a desigualdade social e a falta de articulação entre os diferentes 
níveis de governo são alguns dos obstáculos que dificultam a implementação dessas 
políticas. A participação ativa da comunidade na implementação das políticas públicas 
é fundamental para garantir que elas atendam às necessidades dos idosos. 
Sendo assim, as políticas públicas de proteção à criança, aos adolescentes e 
aos idosos na contemporaneidade são fundamentais para garantir seus direitos e 
promover seu bem-estar. Embora ainda existam desafios a serem superados, com a 
implementação de políticas públicas e o apoio da sociedade, bem como de órgãos 
governamentais, é possível a proteção e inclusão destes grupos em todas as esferas, 
cível, administrativa e judicial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: 
Presidência da República, 1988. Disponível em: 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 12 
abr. 2024. 
BRASIL. Lei n.º 10.741 de 1º de outubro de 2003. Dispõe sobre o Estatuto da 
Pessoa Idosa e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília, 1 ⁠º de 
outubro de 2003; 182 ⁠º da Independência e 115 ⁠º da República. Disponível em: 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm. Acesso em: 12 abr. 2024. 
BRASIL. Lei nº. 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança 
e do Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, 
Brasília, 13 de julho de 1990; 169º da Independência e 102º da República. Disponível 
em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 12 abr. 2024. 
BRASIL. Resolução CNAS n.º 109, de 11 de novembro de 2009. Conselho nacional 
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reimpressão 2014. Brasília, DF: CNAS, 2009. Disponível em: 
https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/tipific
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REZENDE, I.; CAVALCANTI, L. F. Serviço social e políticas sociais. 4. Ed. Rio de 
Janeiro: Ed. UFRJ, 2013.

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